quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Odebrecht pagou propinas de R$ 2,6 bi em 12 países, dizem Estados Unidos



Mariana Timóteo da Costa - O Globo
Documento ressalta esquema de fraude sem paralelos desde 2001

Em documento divulgado nesta quarta-feira, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ) revelou que a construtora Odebrecht e seus “co-conspiradores“ pagaram aproximadamente US$ 788 milhões (R$ 2,6 bilhões) em propinas em 11 países, além do Brasil. “A Odebrecht se envolveu num abrangente e sem paralelos esquema de propina e fraudes por mais de uma década, começando em 2001”, diz o documento.
Segundo o DOJ, os valores foram relativos a “mais de 100 projetos em 12 países, incluindo Angola, Argentina, Brasil, Colômbia, República Dominicana, Equador, Guatemala, México, Moçambique, Panamá, Peru e Venezuela”.

Em troca dessas propinas, segundo o DOJ, a Odebrecht obteve R$ 12 bilhões, ao câmbio de hoje, em benefícios com contratos nesses países.
O documento, divulgado após a assinatura do acordo de leniência da empresa com os EUA nesta quarta-feira, lança luz sobre uma antiga suspeita, de que a Odebrecht também esteve envolvida em esquema de corrupção em países em que atuou fora do Brasil.
O documento é assinado por dois investigadores do governo americano, Robert L. Capers, procurador de Justiça, e Andrew Weissmann, chefe da Seção de Fraude da Divisão Criminal do Departamento de Justiça.

O ofício ressalta a atuação do Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, que, segundo os americanos, funcionava somente para pagar propinas em troca da obtenção de contratos públicos.
O documento descreve o pagamento de propinas em cada país. Um dos valores mais altos foi ligado à Venezuela. Só naquele país a Odebrecht pagou, segundo o DOJ, "aproximadamente US$ 98 milhões em pagamentos corruptos para funcionários do governo e trabalhadores intermediários em benefício deles na Venezuela no sentido de obter e manter contratos de obras públicas".
Em Angola, outro exemplo, entre 2006 e 2013 a Odebrecht teria pago "mais de US$ 50 milhões em corrupção para funcionários do governo de Angola no sentido de assegurar contratos em obras públicas". Em contrapartida, diz o DOJ, a Odebrecht "conseguiu benefícios de aproximadamente US$ 261,7 milhões como resultado desses pagamentos corruptos" somente naquele país. DO J.TOMAZ

OCIDENTE SE LEVANTA CONTRA A INVASÃO BÁRBARA DE ASSASSINOS. ESTÁ NA HORA DE DRENAR O PÂNTANO. ESTAMOS EM GUERRA!






No momento em que os cidadãos da Alemanha que deploram a invasão islâmica da Europa lastimam e choram sobre os cadáveres de seus cidadãos mortos no atentado em Berlim, conforme noticiei aqui no blog, é muito importante o vídeo que ilustra esta postagem, enfocando uma poderosa assertiva em defesa da nossa Civilização Ocidental formulada pela ativista canadense Lauren Southern que integra a plataforma canadense Rebel Media no Youtube. A tradução é da excelente Embaixada da Resistência. 

Trata-se de uma análise nua e crua sobre a verdade que a grande mídia não só escamoteia. Seus jornalistas - TODOS - são aliados desse plano diabólico de destruição da civilização ocidental comandado pelos vagabundos da ONU, da União Europeia, da OEA, FMI, Banco dos BRICS, ONGs esquerdistas e todos os partidos comunistas disfarçados de Rede, de Partido Verde e, como não poderia deixar de ser, de "Partido dos Trabalhadores", o ajuntamento criminoso que afundou o Brasil e que o leniente governo do Sr. Michel Temer não apenas tolera, mas faz vistas grossas enterrado no lodaçal das contradições e oportunismo desbragado.

Atentem para um fato: o que aconteceu com o Brasil sob os governos de Lula, Dilma e seus sequazes não é apenas um fato isolado. Faz parte do contexto de desmonte da civilização ocidental para construir uma tirania mundial por meio do terror dissimulado pela praga do 'pensamento politicamente correto'. E o governo do Sr. Michel Temer está dando continuidade a esse plano global diabólico. Tanto é que recentemente foi aprovada na Câmara dos Deputados da Lei de Migração, que abrirá as fronteiras do Brasil à invasão islâmica. O Sr. Michel Temer vai sancionar essa lei? A resposta de antemão é sim! Haja vista que quando esteve na reunião do G-20, o Sr. Michel Temer anuiu às resoluções desse Grupo, que é uma organização afinada com o plano de destruição da Civilização Ocidental.

A grande mídia se refere a todos esses fatos que estou alinhado aqui neste post? A respostas é não! A grande mídia reproduz conteúdos similares ao vídeo acima? A resposta é não? 

Não há nenhuma dúvida que mais adiante esses jornalistas vagabundos - e eu estou afirmando isso porque sou jornalista há mais de 45 anos e os conheço como a palma da mão - haverão de ser hostilizados nas ruas, nos botecos e nos aeroportos como tem acontecido com deputados, senadores e outros traidores e ladravazes do Brasil.

Os fatos que vêm acontecendo no Brasil não estão isolados do que vem ocorrendo na Europa. Se não fossem os blogs e sites independentes e as redes sociais a Civilização Ocidental já teria ido para o brejo. 

O EFEITO TRUMP
O único fato auspicioso foi a eleição de Donald Trump que toma posse no dia 20 de janeiro. Sua vitória eleitoral não foi um fato isolado. Tem toda essa repercussão porque Trump é a única grande liderança global que teve a coragem de meter o dedo na ferida. E, por isso, todo esse desespero da grande mídia que redobra diariamente suas mentiras. A eleição de Donald Trump, além do mais, serviu para desmascarar totalmente os jornalistas da grande mídia, inclusive aqui no Brasil. Não sobrou nenhum.
Após a vitória de Donald Trump, Lucas Mendes, o chefete do programa Manhattan Conection, protagonizou uma cena insólita. Desconsolado dançou o minueto da derrota, uma cena grotesca. Quem quiser ver o vídeo clique AQUI. Não é para menos. Afinal Donald Trump fez uma promessa que causa arrepios: "drenar o pântano" (drain the swamp)
Todos estão envolvidos nesse plano diabólico de liquidar com a nossa Civilização Ocidental ferindo de morte a liberdade individual. Um fato notório foi aquela cena em vídeo do chefete do programa Manhattan Conection, da Rede Globo, o Lucas Mendes, dançando o minueto do desespero face à vitória de Trump. Depois da morte de Paulo Francis, esse programa virou uma bosta politicamente correta como de resto são todos os programas de televisão.

É claro que esses andróides ditos jornalistas não fazem isso de graça ou por ideologia. Essa canalhada está mamando de algum jeito que mais adiante haverá de vir à tona, como veio o petrolão, a maior roubalheira já ocorrida no mundo. Tão grande que faliu o Brasil, um do maiores países dos mundo em extensão territorial e população: 207 milhões de habitantes!

Aos estimados leitores peço que compartilhem este post. Não estou minimamente preocupado com a audiência que já é generosa. Estou preocupado - pra não dizer, aterrorizado - com essa avalanche de iniquidades que cava a sepultura da nossa liberdade, da nossa Civilização Ocidental. DO A.AMORIM

LINDBERGH TEM DIREITOS POLÍTICOS CASSADOS PELA 2ª VEZ EM UMA SEMANA

PETISTA É ACUSADO DE NOVO CRIME DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA

Publicado: quarta-feira, 21 de dezembro de 2016 às 09:15 - Atualizado às 10:04
Redação
O Senador Lindbergh Farias (PT-RJ), líder da bancada do holofote no Senado, teve os seus direitos políticos cassados pela segunda vez em menos de uma semana por decisão do mesmo Juiz. O titular da 7ª Vara Cível da Comarca de Nova Iguaçu-Mesquita, na Baixada Fluminense, Gustavo Quintanilha Telles de Menezes, determinou na segunda-feira (19/12) a suspensão do petista por cinco anos.
O Senador e ex-Prefeito de Nova Iguaçu é acusado de improbidade administrativa. Ele também foi multado em R$ 640 mil, condenado a ressarcir os cofres públicos e teve bens móveis e imóveis bloqueados. Lindbergh é acusado de ter nomeado 11 pessoas para cargos comissionados entre janeiro de 2005 e abril de 2007 que seriam parentes e correligionários de um então aliado, o então vereador José Agostinho de Souza, em troca de apoio político.
Elas teriam exercido funções de natureza essencialmente privadas e de interesse exclusivo de Souza às custas do Erário Municipal. De acordo com a denúncia do Ministério Público do Estado do Rio, os nomeados trabalhavam em um centro social localizado no reduto eleitoral do então Vereador, prestando serviços a ele.
“As referidas nomeações foram realizadas pelo demandado Lindberg Farias, com evidente propósito de servir interesses políticos e privados do Vereador José Agostinho, fornecendo-lhe mão de obra gratuita, custeada com recursos públicos, para que o parlamentar prosseguisse desenvolvendo seus projetos sociais em seu centro social, captando, dessa forma, eleitores para o ex-Chefe do Executivo Municipal”, diz o Juiz na sentença.
O Magistrado disse ainda que “embora não possa ser facilmente mensurado economicamente, o dano sofrido pela população atingiu gravemente o patrimônio imaterial e a vida de milhares de pessoas”. Lindbergh foi Prefeito de Nova Iguaçu entre 2005 e 2010, quando deixou o posto para se tornar Senador.
Em outra decisão, o titular da 7ª Vara Cível de Nova Iguaçu cassou os direitos políticos do petista por quatro anos. Ele foi condenado por ter permitido o uso promocional de sua imagem, em dezembro de 2007 e no primeiro semestre de 2008, quando ocupava o cargo de Prefeito de Nova Iguaçu. Na época, Lindbergh distribuiu caixas de leite e cadernetas de controle de distribuição com o logotipo criado para o seu Governo impresso no material. DO MIDIASEMMORDAÇA

Quem vai pagar a conta da farra de deputados com estados é a sociedade, adverte o economista Marcos Lisboa

Alexa Salomão - O Estado de São Paulo
Segundo o economista, Estados precisam fazer reformas ou não vão ter dinheiro para oferecer os serviços básicos
Foto: CLAYTON DE SOUZA/ESTADÃOMarcos Lisboa
Estão adiando a solução, diz Marcos Lisboa
O economista Marcos Lisboa, presidente do Insper e ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, se espantou com a aprovação do projeto de renegociação das dívidas dos Estados sem as contrapartidas que tinham sido previamente acertadas. “Querem empurrar a conta para o outro que vier lá na frente, na próxima eleição”, diz. Lisboa lembra que essa prática, foi responsável por aprofundar a crise atual e vai agravar ainda mais o cenário: “Ao invés de quimioterapia, querem dar anestesia. Assim não tem cura”. A seguir trechos da entrevista que concedeu ao Estado.
Como o sr. viu a aprovação do pacote de socorro aos Estados sem as contrapartidas?
Com muita preocupação. A impressão é que desejam apenas aumentar o endividamento e transferir o problema para o outro que vier lá na frente, na próxima eleição. Vários Estados já são incapazes de pagar as suas despesas correntes e essas despesas vão continuar a crescer. Aí aparecem soluções como securitização de dívidas a receber, de royalties de petróleo. No fundo, estão vendendo receita futura para pagar receita corrente. Ou seja: os problemas vão continuar.
Alguns deputados alegaram que as contrapartidas eram “draconianas” e feriam “direitos trabalhistas”. Como o sr. vê esses argumentos?
O que fere os direitos da sociedade é a falta de responsabilidade de gestores públicos que deixam os problemas atingirem o nível de gravidade que vemos hoje. Existe um componente surpreendente nessa crise. Há anos, o problema da previdência dos Estados é conhecido. Há anos, a gente sabe que muitos funcionários recebem acima do teto. Há anos era certo que as Previdências dos Estados se tornariam insustentáveis. Há anos estão empurrando a solução, não fazem as reformas e as mudanças estruturais necessárias. Em 2013 já tinham aumentado endividamento, com aval da União, que é corresponsável por toda essa crise que estamos vendo. Infelizmente, quem vai pagar a conta é a sociedade. Ela vai ter de carregar, sustentar, Estados incapazes de lhe oferecer os serviços básicos necessários.
A expectativa agora é o presidente Michel Temer vete...
Da política, eu não sei. Sei é que o diagnóstico está errado desde o início. O problema dos Estados não são as dívidas. São as despesas crescentes, principalmente com a folha de pagamento e a Previdência. Esses problemas não serão resolvidos sem medidas duras, sem reformas profundas. Mas ao invés de quimioterapia, querem dar anestesia para esse doente crônico. Assim não tem cura. Vai ficar pior. DO JTOMAZ

O STF barra os corruptos da madrugada

 É correta a decisão de devolver o projeto de lei das ‘Dez Medidas’ à Câmara dos Deputados

Como referi no artigo aqui publicado no dia 3 de dezembro, os 313 deputados que compõem o Comando pró-Corrupção promoveram uma das maiores afrontas que o povo brasileiro já sofreu em sua história. Eles desnaturaram completamente o projeto de iniciativa popular conhecido como Dez Medidas contra a Corrupção, subscrito por 2,5 milhões de cidadãos.
O projeto abraçado pela população foi absolutamente desfigurado, excluindo-se dele quase todas as medidas anticorrupção e, por outro lado, inserindo, na calada da noite, medidas que favorecem a corrupção e que nunca tinham antes sido debatidas nas inúmeras sessões da Comissão Especial da Câmara dos Deputados.
Entre as matérias essenciais que foram excluídas do projeto popular estão aquelas relacionadas a teste de integridade dos agentes públicos, acordos de leniência, enriquecimento ilícito, reportante do bem, aumento dos prazos de prescrição, ação de extinção de domínio e confisco alargado dos produtos do crime, revisão dos recursos em ações penais, prisão preventiva para evitar dissipação do dinheiro desviado, responsabilização e dissolução de partidos políticos e execução provisória de penas após a condenação em segunda instância.
Não bastasse esse completo esvaziamento do projeto endossado pelo povo brasileiro, a Câmara, sorrateiramente, inseriu novas matérias que não guardam nenhuma relação com o respectivo projeto popular, como o crime de abuso de autoridade, direcionado apenas aos juízes e promotores, por mera manifestação pública sobre processos em andamento ou por quebra de decoro – seja lá o que os parlamentares entendam por decoro. Confere-se, assim, aos réus o poder de, em substituição ao Ministério Público, acionarem criminalmente os magistrados encarregados de julgá-los, visando, com essa norma teratológica, a comprometer a independência e a manifestação do livre convencimento dos juízes. Essas medidas visam, claramente, a intimidar os julgadores e investigadores, de modo a desencorajá-los a iniciar qualquer ação contra políticos corruptos ou réus poderosos.
Os nobres deputados do Comando pró-Corrupção ainda forjaram graves sanções aos autores de ações populares, civis públicas ou de improbidade administrativa consideradas “temerárias” ou que possam conter algum “interesse pessoal ou político”, conceitos propositalmente vagos e subjetivos para, também, amedrontar o Ministério Público ou qualquer cidadão que ouse propor esses tipos de ações contra os políticos corruptos de sempre.
Além disso, ao desfigurar o projeto popular, revogaram as normas legais que instituíam o crime de responsabilidade de prefeito que se aproprie ou desvie bens públicos e o crime cometido por fiscal que peça ou aceite vantagem indevida para deixar de lançar tributo.
Em suma, o projeto popular que visava a punir a corrupção de políticos, empreiteiras e seus donos transformou-se em projeto para incentivar a corrupção e punir julgadores e investigadores. Trata-se do maior estelionato legislativo da história de nosso país.
Ocorre que essa criminosa manobra parlamentar é absolutamente inconstitucional, além de ferir o próprio Regimento Interno da Câmara. Ela viola o Substantive Due Process of Law, ou devido processo legislativo, sem o qual as leis não podem ser consideradas legítimas. Foi essa, justamente, a decisão do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), na liminar exarada, semana passada, no Mandado de Segurança 34.530.
A iniciativa popular de leis representa a forma de exercício da soberania do povo no regime democrático, como dispõe o artigo 14, III, da Constituição. Esse mecanismo permite a participação direta dos cidadãos na vida política. Daí seu regime próprio e a sua proteção constitucional.
O projeto de iniciativa popular, nos termos do artigo 61, § 2.º, da Constituição, deve ser recebido pela Câmara como tal, sendo proibida a apropriação da autoria por qualquer deputado, por ferir frontalmente o devido processo legislativo.
É assim que – conforme os artigos 24, II, c, e 91, II, do Regimento Interno da Câmara – as comissões que analisam os projetos apresentados por parlamentares ou pelo governo não podem discutir e votar projetos de lei de iniciativa popular. Estes somente podem ser analisados pela sessão plenária da Câmara, transformada em comissão-geral, na qual os oradores escolhidos pelos subscritores populares poderão defender o projeto. Esse rito essencial e indispensável não foi observado pela Câmara na tramitação das “Dez Medidas”.
Ademais e sobretudo, em respeito à vontade popular e ao rito especial previsto, o projeto de lei de iniciativa popular deve ter sua essência preservada na respectiva sessão plenária de votação, sendo vedados substitutivos ou emendas que o desnaturem.
Assim, constituíram grave estelionato legislativo a substituição da iniciativa popular pela assinatura de deputados e, sobretudo, a supressão e alteração das “Dez Medidas” por propostas parlamentares que desfiguram a sua essência e a sua finalidade.
A propósito, o STF já proibiu a introdução, via emenda parlamentar, de matéria estranha ao conteúdo de um projeto, por violação ao princípio democrático e ao devido processo legislativo – os famigerados “jabutis”.
É, portanto, correta a referida decisão do ministro Fux ao determinar que o projeto de lei das “Dez Medidas” seja devolvido à Câmara e autuado como sendo de iniciativa popular, respeitando o seu rito especial previsto no Regimento Interno da Câmara e na Constituição federal.
A ninguém, e muito menos ao Poder Legislativo, é dado descumprir as decisões do STF e a própria lei. E as disposições do Regimento Interno da Câmara são normas legais, de caráter imperativo e vinculante para os parlamentares, que são seus destinatários.
Não se trata de interferência de um Poder em outro, mas do cumprimento da lei e da preservação do Estado Democrático de Direito.
*Advogado

Câmara não aprendeu nada com a ruína fiscal

Má notícia para os entusiastas da racionalidade, que imaginavam que a falência do Estado brasileiro ensinaria uma lição aos políticos. Ao aprovar um plano de socorro aos governos estaduais quebrados sem impor nenhuma condição, os deputados federais sinalizaram que ainda acreditam que dinheiro público é dinheiro grátis. A pretexto de fazer média com as corporações de servidores, os parlamentares produziram uma lei que ofende a lógica e castiga o bolso do contribuinte, que financia o bilheteria do circo.
No miolo da proposta há a criação de um Regime de Recuperação Fiscal. Coisa emergencial. Autoriza Estados como Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, cujos cofres estão no osso, a suspender o pagamento de suas dívidas com a União por três anos. Em torca, o Ministério da Fazenda exigia um lote de condições. Por exemplo: privatização de estatais, suspensão de contratações, congelamento de reajustes salariais, elevação das contribuições previdenciárias e abertura de planos de demissões voluntárias. O Senado avalizara. Mas a Câmara derrubou tudo.
Ao sentir o cheiro de queimado, o governo tentou esvaziar a sessão. Mas o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), em campanha para permanecer na poltrona, resolveu fazer pose de independente para seus colegas. E rosnou para o governo:
''Não precisamos dizer amém ao Ministério da Fazenda. Temos que votar o texto que é melhor para o Brasil. Se o presidente [Temer] entender que não é o melhor para o Brasil, tem poder de veto. O que não podemos é convocar os deputados e não votar nada. Quem quiser, na tarde de hoje, assuma sua responsabilidade de votar contra ou a favor. Agora, não votar é achar que a Câmara não respeita a sociedade.'' Ai, ai, ai,
Até os governadores estavam a favor das condições impostas pela União. Era o pretexto que precisavam para endurecer com os servidores. Diriam: “Não posso fazer nada. Tenho que respeitar a lei.” Agora, terão de recorrer às Assembléias Legislativas para tentar conciliar suas folhas salariais com a realidade.
A lição da falência do setor público deveria ser a de que todas as premissas usadas pelos políticos brasileiros para gastar o dinheiro alheio precisam, no mínimo, pegar um pouco de ar. Para que a breca servisse mesmo de lição seria preciso que os parlamentares se convencessem de que a sua irresponsabilidade, pior do que um crime, é um erro. Que precisa ser entendido e corrigido. Algo que talvez só vá acontecer no dia que faltar dinheiro para os contracheques do Congresso. DO J.DESOUZA

Janot distribui cortesia a quem pede investigação


Rodrigo Janot ainda não se deu conta, mas o pior tipo de solidão para um procurador-geral da República é a companhia de um potencial investigado. Nos últimos dias, o chefe do Ministério Público Federal se reúne com alvos da Lava Jato com estonteante naturalidade. E trata os encontros com uma transparência de cristal de copo de requeijão.
Nesta terça-feira, Janot fez uma visita ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, o ‘Botafogo’ da lista da Odebrecht. Para driblar os repórteres, entrou por uma porta lateral. Além de Maia, particiaram do colóquio Osmar Serraglio (PMDB-PR), Pauderney Avelino (DEM-AM) e Marcos Rogério (DEM-RO).
Alcançado na saída, Janot disse que a visita não lhe trouxe o mínimo constrangimento. Afirmou que deseja ''manter aberto o diálogo com o Parlamento, demonstrar o respeito do Ministério Público Federal ao Parlamento.'' Hummmmmm. Talvez não seja boa ideia propor diálogo a quem pode precisar de interrogatório.
Há seis dias, Janot estivera no Palácio do Planalto, para uma conversa com Michel Temer. Ninguém se dignou a dar entrevistas. Na versão oficial, falaram sobre o Fundo Penitenciário Nacional. Na real, Temer queixou-se dos vazamentos ilegais e “ilegítimos” de delações da Odebrecht. Heimmmm?!?
As delações da Lava Jato frequentam o noticiário há dois anos e meio. Enquanto os vazamentos desgastavam Dilma e o PT, o constitucionalista Temer silenciou. No instante em que a Odebrecht joga no ventilador os R$ 10 milhões que seu departamento de corrupção providenciou para atender à requisição feita pelo próprio Temer, os vazamentos tornaram-se “ilegítimos.” Ai, ai, ai.
Dois dias antes de se avistar com Temer, Janot recebera na Procuradoria o ministro Alexandre Moraes (Justiça). A conversa ocorreu nas pegadas do vazamento que empurrou a Lava Jato para dentro dos salões do PMDB e do Planalto. No mesmo dia, o ministro se encontrou com Temer e com o líder do governo no Congresso, Romero Jucá, outro investigado do doutor Janot. Falaram sobre muita coisa, menos Lava Jato. Hã, hã…
Um procurador-geral da República que cultiva o hábito de distribuir cortesia a quem reclama investigação deveria considerar a hipótese de estender a delicadeza ao contribuinte que lhe paga os altos salários. Mas Janot parece considerar que não deve nada a ninguém. Muito menos explicações. - DO J.DESOUZA

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

José Guimarães, ex-líder do governo Dilma, é denunciado por corrupção e lavagem de dinheiro.

Atualmente líder da minoria petralha na Câmara, o deputado José Guimarães (lembre-se: o irmão do mensaleiro José Genoino teve um assessor preso, em 2005, com dólares na cueca) foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República. É mais um líder petista a caminho da prisão:
A procuradoria-geral da República apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) denúncia contra o líder da minoria na Câmara dos Deputados, José Guimarães (PT-CE), pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Conforme revelou VEJA, o delator da Operação Lava Jato Alexandre Romano, conhecido como Chambinho, contou aos procuradores do Ministério Público que o parlamentar havia usado sua influência política junto ao Banco do Nordeste para destravar um negócio milionário: a concessão de financiamento de 260 milhões de reais pela instituição a subsidiárias de uma empresa responsável pela construção de usinas eólicas ligada ao grupo Engevix. Em troca, Guimarães recebeu cerca de 97.000 reais de propina em dois cheques. As investigações são um desdobramento das apurações sobre o petrolão.
“O panorama probatório coletado demonstra robustamente o recebimento doloso de vantagem indevida pelo deputado federal Guimarães, mediante o pagamento de dívidas pessoais por terceiros. A propina foi recebida em razão da atuação do parlamentar perante a presidência do Banco do Nordeste do Brasil, de sua indicação e sustentação política, para viabilizar a concessão de financiamento de acordo com os interesses da empresa Engevix”, disse o procurador-geral Rodrigo Janot na peça enviada ao Supremo.
Durante as investigações, Chambinho apresentou às autoridades cópia dos cheques dados ao político. No canhoto do talão, ele registrou a natureza do gasto: “despesas gerais JG”, de José Guimarães. Embora o dinheiro tenha sido enviado ao parlamentar depois dos favores escusos, o deputado petista preferiu não embolsar a propina e utilizou o dinheiro para pagar os honorários de seus advogados.
Sem saber da origem dos recursos, o escritório Bottini & Tamasauskas Advogados confirmou a VEJA o recebimento do dinheiro, informou que declarou a operação e já prestou todas as informações à Justiça. O outro cheque, de 67.761 reais, era a uma empresa que forneceu matéria-prima para uma gráfica contratada pelo político.
Em nota, o deputado negou ter participado da transação envolvendo o Banco do Nordeste e a Engevix. “Jamais intermediei junto ao Banco do Nordeste do Brasil (BNB) quaisquer recursos para a empresa Engevix, nem pratiquei ato de natureza imprópria junto a qualquer instituição. Tenho a consciência tranquila de que nunca me beneficiei de recurso público, razão pela qual manifesto meu repúdio a todas as acusações”, disse. “Essa acusação, oriunda de um personagem sem credibilidade, encaro com grande revolta, mas também como oportunidade de provar minha inocência. E é isso que farei. Tenho como grande aliado o povo que me concedeu mandato, o qual honro diariamente com muito trabalho”, completou. (Veja.com). DO O.TAMBOSI

Moro solta executivos ligados à Odebrecht e elogia postura da empresa

O juiz Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato na primeira instância, soltou dois executivos ligados à Odebrecht, como resultado da colaboração, e elogiou a “louvável mudança de postura” da empresa.

Luiz Eduardo da Rocha Soares e Olívio Rodrigues Júnior foram soltos na tarde desta segunda (19), mesmo dia em que a Procuradoria Geral da República protocolou a documentação dos acordos de executivos e ex-excutivos da Odebrecht no Supremo Tribunal Federal (STF).
Os dois haviam sido presos na 26ª fase da Operação, deflagrada em março deste ano, após indícios de que a Odebrecht possuía um departamento responsável por fazer pagamentos de vantagens indevidas a servidores públicos.
A área era chamada de Setor de Operações Estruturadas e foi comandada por Luiz Eduardo Soares. Olívio Rodrigues atuou como operador de uma área de câmbio em São Paulo, mas era ligado à Odebrecht. Segundo as investigações, operava contas secretas da empresa no exterior.
Além de classificar como louvável a postura da empresa, Moro afirmou, ao soltar o executivo e o operador ligado à Odebrecht, que o "setor de propinas” da empresa foi desmantelado.
O magistrado ainda diz que a situação de ambos é diferente da de Marcelo Odebrecht, já julgado e condenado. Com a saída dos dois, o herdeiro da empresa é o único representante da Odebrecht que permanece preso pela Lava Jato. DO G1

Dilma foi nocauteada pelo jornalismo independente



No melhor momento da entrevista concedida a Mehdi Hasan, da TV Al-Jazeera, Dilma Rousseff foi finalmente confrontada com a obviedade que está há alguns anos na ponta da língua dos jornalistas independentes. “Alguns dizem que ou você sabia o que estava acontecendo, o que a tornaria cúmplice, ou não sabia de nada, o que te faria uma incompetente”, constatou o repórter, que em seguida quis saber “qual das duas versões era a correta”. Perfeito. Como repete esta coluna desde o começo dos estrondos da Operação Lava Jato, ou Dilma agiu como comparsa ou o Brasil foi governado durante cinco anos por uma inepta sem cura. Não há uma terceira opção.
Tanto não há que a entrevistada ficou mais encalacrada ainda ao caçar argumentos sem pé nem cabeça. “Meu querido, esta é o tipo da escolha de Sofia, que eu não entro nela. Porque não é isso que acontece. Há uma diferença, e há no mundo inteiro, entre um conselho e uma diretoria executiva. Nem todos os membros da diretoria sabiam que aqueles diretores da Petrobras estavam fazendo… é… tinham mecanismos de corrupção e estavam se enriquecendo de outra… de forma indevida”. Fim do vídeo. Está explicado por que o poste de terninho, desde o primeiro dia no Palácio do Planalto, fugiu de entrevistadores sem medo de cara feia como o diabo foge da cruz ou Lula foge de Sérgio Moro.
Ela passou mais de cinco anos driblando jornalistas de verdade alegando “problemas na agenda” que nunca apareciam quando a entrevista era solicitada por blogueiros estatizados, colunistas sabujos, humoristas a favor e repórteres que se impressionavam até com a leitora voraz que esquecia o título e o autor da obra que jurava ter acabado de ler na véspera. Talvez por imaginar que a Al-Jazeera é uma TV palestina (e portanto amiga), a governante aposentada pelo povo protagonizou o desastre parcialmente exposto na gravação acima.
“Você não nega que existiu um escândalo de três bilhões de dólares na Petrobras, que havia corrupção em massa envolvendo a Petrobras, você, claramente, não nega isso”, parte para o ataque o jornalista. “No”, balbucia a carranca levada às cordas pela frase seguinte: “E você nega que integrantes do PT, incluindo o tesoureiro, seu marqueteiro e seu chefe de gabinete, estiveram envolvidos nisso? Dilma capricha na pose de quem prepara um pito daqueles que aterrorizavam Guido Mantega e ergue a voz: “Enquanto não ‘julgares’, enquanto não julgarem, eu não vou julgar. Não é meu papel aqui julgar ninguém, porque eu não vou dizer e não vou…”
O jornalista fecha o cerco e o duelo vira um Brasil e Alemanha:
—  Mesmo pessoas que foram presas e julgadas, como o tesoureiro do PT? — entra na pequena área o artilheiro alemão.
Eu não vou dizer…
— Você não vai comentar?
— Não, eu não…
— Você não tem vergonha do afundamento do PT?”
— Não é essa a questão!
Você não nega que existiu um escândalo na Petrobras.
— Não nego.
— Alguns dizem que, dado o cargo que a você ocupou por um longo período e, depois, como presidente…
— Que eu devia saber?
Foi a deixa para a consumação do nocaute impiedoso relatado no primeiro parágrafo. Ainda grogue, a entrevistada não abriu a boca sobre o fiasco incomparável. Permanecem desconhecidos os efeitos da pancadaria sobre o neurônio solitário. Dependendo dos danos, nem Dilma vai saber se foi cumplicidade, se foi incompetência ou se foi a soma dos dois defeitos de fabricação.DO A.NUNES

 #SanatórioGeral: Boca Mole

Heráclito Fortes exige direitos iguais a todos os parlamentares que apareceram na lista da Odebrecht

“Eu fiquei muito triste. Eu só valia R$ 100 mil, com tudo que eles disseram”
Heráclito Fortes, deputado federal pelo PSB do Piauí, ofendido pela constatação que, além de ter sido apelidado de Boca Mole pela Odebrecht, seu cachê pago pela empresa era inferior ao de Caju, Primo e Caranguejo.


“Para dizer a verdade, eu guardei e nunca usei, eu uso outro tipo de relógio”
Jaques Wagner, ex-chefe da Casa Civil de Dilma Rousseff, ao confirmar que ganhou um relógio de presente de aniversário da Odebrecht, informando que é da turma dos que fumam, mas não tragam.DO A.NUNES

Para Michel Temer, governo merece congratulações pelo muito que já fez


Michel Temer está chateado. Acha que seu governo não vem obtendo o reconhecimento que merece. Um auxiliar do presidente conta que ele se considera injustiçado pelo pedaço da imprensa que o imprensa. Herdou de Dilma o caos, gosta de realçar. Poderia resignar-se. Mas prefere encarar a conjuntura com coragem, não cansa de repetir. Enumera os feitos obtidos em escassos sete meses: a PEC do teto dos gastos, a troca do modelo de exploração do pré-sal, a deflagração da reforma do ensino médio, o encaminhamento da proposta de ajustes na Previdência. Temer está satisfeito consigo mesmo. Lamenta que os resultados não aparecem do dia para a noite. Mas avalia que todos têm o dever de reconhecer que as coisas melhoraram.
Num instante em que perde a pouquíssima popularidade de que dispunha, Temer cogita enfrentar as panelas no horário nobre da tevê, para demonstrar à plateia que seu governo é entusiasmante. Muitos brasileiros, depois de ouvir o pronunciamento do presidente talvez resolvam viver no país que ele descreve com tanta convicção, seja ele onde for. No país de Temer, pelo menos, o presidente não é alvejado por denúncias, seus auxiliares não são suspeitos de corrupção, seus líderes no Congresso não respondem a inquéritos, sua base legislativa não está apodrecida, seu partido não cheira mal, não existe Odebrecht, as ruas não roncam e 2017 será próspero.
Temer faz como o avestruz: para não tomar conhecimento do pedaço cinza da realidade, enfia a cabeça nos seus autocritérios. O brasileiro vive um daqueles momentos em que entender o que se passa depende da predisposição de cada um. Ou o país continua na rota do caos ou tomou a trilha da redenção, você decide. Temer é otimista por obrigação. Sua claque é otimista por hipnose. Seus aliados são otimistas por intere$$e. Os 13% que avaliam seu governo como ótimo ou bom são otimistas na esperança de que as medidas do governo sejam boas, pois não há outras. E os 63% que pedem a renúncia de Temer antes do Natal desconfiam que quem é otimista trocou a razão pela comodidade de uma confiança cega.
Alçado ao Planalto nas pegadas de manifestações épicas contra a corrupção, Temer comete o erro primário de imaginar que pode governar de costas para a ética. Ao enaltecer suas realizações sem atentar para o lodo lhe toca o bico do sapato, o presidente está, no fundo, pedindo aos brasileiros que façam como ele: se finjam de bobos pelo bem do Brasil. Temer sabe que a delação coletiva da Odebrechet, trancada na sala-cofre do Supremo Tribunal Federal, transforma sua administração numa superestrutura pendurada no ar. Mas não convém comprometer a salvação do país por algo tão politicamente supérfluo como a moralidade. Enquanto der, o melhor é fingir que nada aconteceu. Fica combinado que os 800 depoimentos dos 77 delatores da Odebrecht não existem. - DO J.DESOUZA

COLÉGIO ELEITORAL CONFIRMA DONALD TRUMP COMO O 45º PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA


Donald Trump, no Mar-a-Lago Club em Palm Beach, Flórida, com os dois polegares para cima. É isso aí! Go #DonaldTrump ! Clique sobre a imagem para vê-la ampliada
Logo após este prólogo, transcrevo do site americano Breitbart os parágrafos iniciais da matéria noticiando mais uma vitória de Donald Trump. Desta feita no âmbito do Colégio Eleitoral que o consagrou nesta segunda-feira como o 45º Presidente dos Estados Unidos da América. Hillary Clinton perdeu mais uma vez e os esquerdistas estão desesperados. 
Tentaram, segundo reporta o site Breitbart, até mesmo a compra de votos de delegados no Colégio Eleitoral, fato poderia suscitar acusações de delito grave por acusação de adulteração de eleições, caso alguém tivesse sido tolo o suficiente para aceitar.
Sem falar no fato da recontagem dos votos em alguns Estados levadas a efeito por outra contumaz perdedora, a ecochata Jill Stein, do Partido Verde. Onde fizeram a tal recontagem revelou-se um aumento de sufrágios em favor de Trump. De onde se conclui que se houve trapaça esta teria partido justamente do Partido Democrata de Hillary Clinton e seus sequazes.
A vitória de Donald Trump é inquestionável. Resta aos esquerdistas a choradeira de sempre. Eles contam com os préstimos da grande mídia, toda ela controlada por um bando de psicopatas esquerdistas trapaceiros travestidos de jornalistas. 
Enquanto eles trapaceavam nas redações tremendo de frio em New York e adjacências, Donald Trump estava em Mar-a-Lago, em Palm Beach, no cálido Sul da Flórida.
Seguem os primeiros parágrafos da matéria do site Breitbart. Me recuso a reportar o que dizem os jornalecos e televisões da grande mídia, sobretudo aqui do Brasil. Leiam: 
O voto do Colégio Eleitoral costuma ser uma formalidade, uma pequena notícia pouco notada por qualquer pessoa que não esteja diretamente envolvida no processo. No entanto, em sua tentativa de sabotar a legitimidade do governo de Donald Trump antes mesmo de ele assumir o cargo, os democratas conseguiram transformar o voto do Colégio Eleitoral de 2016 em outra humilhante derrota para seu próprio líder, Hillary Clinton.
É difícil manter o controle de quantas vezes Clinton até agora perdeu as eleições de 2016. A absurda recontagem teatral de Jill Stein desperdiçou milhões de dólares da esquerda - e milhões de dólares dos contribuintes também! - ao realizar uma segunda validação da perda de Clinton em vários estados-chave.
Os democratas então afundaram profundamente em uma fantasia sobre o voto popular de Clinton conduziria de algum modo a anulação dos resultados da eleição real, mas todos e seu tio sabem que o vencedor não é decidido pelo número total de votos da cédula.
Agora, a fantasia do "infiel eleitor" está explodindo em seus rostos.
Era suposto ser uma poderosa revolta da Faculty Room, na qual o Colégio Eleitoral iria punir os eleitores norte-americanos por sua incompetência moral dirigindo sua escolha para o presidente empacotando. Na tarde desta segunda-feira, os únicos eleitores sem fé que mudaram seus votos foram um punhado de eleitores de Clinton que se recusaram a votar para Madame Presidente como esperado.
A fantasia de eleitores sem fé seria triste e patética se não fosse tão perturbadora. As ameaças de violência foram atingidas contra os eleitores de Trump, enquanto o cineasta Michael Moore ofereceu subornos para votos trocados - uma oferta que teria trazido acusações de delito grave por adulteração de eleições se alguém tivesse sido tolo o suficiente para aceitar. Click here to read the full article - DO A.AMORIM