terça-feira, 18 de agosto de 2020

Hora de abortar a narrativa abortista

terça-feira, 18 de agosto de 2020


 
Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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A esquerdopatia midiática se supera na canalhice. No lamentável caso da menina de 10 anos que engravidou do estuprador, os jornalixos preferem focar no “direito ao aborto” – e não na discussão sobre a punição rigorosa para um crime hediondo que é recorrente no Brasil: o abuso sexual contra meninas e meninos. A imprensa opta por seguir a agenda abortista, e não cumprir a pauta focada no respeito ao ser humano e sua segurança. O tio que abusou da criança desde os 6 anos de idade foi preso.
À hora de abortar a narrativa abortista. A legalização da interrupção da gravidez é um dos negócios que mais interessa ao globalitarismo. Não é teoria da conspiração. É puro interesse econômico. Por trás da “legalização” do aborto, além do controle populacional, está a indústria de venda de órgãos ou de material genético que pode ser explorado a partir dos fetos. O aborto legalizado também geraria muito lucro com as cirurgias.
A onda conservadora, tendência política que cresce no Brasil a partir da eleição de Jair Bolsonaro, impede a progressão do esquema abortista.

A agonia de dois gigantes delatados pelo “doleiro dos doleiros”

terça-feira, 18 de agosto de 2020

 
Consta que sentiram pela primeira vez o risco iminente de perder a concessão da emissora.
Até pouco tempo, ainda acreditavam piamente que iriam derrubar Jair Bolsonaro.
De repente, um quadro catastrófico se apresenta para os irmãos Marinho.
Bolsonaro se agiganta nas pesquisas de opinião pública e consolida sua liderança nacional e a Rede Globo se apequena com a delação de Dario Messer.
Por outro lado, um outro gigante se vê enrascado na delação do doleiro. O Banco Safra, um dos maiores do Brasil, foi acusado de participar de um esquema de lavagem de dinheiro.
Diretores de alta patente da instituição bancária são acusados de participar das falcatruas.
A transação, denominada dólar-cabo, envolvia a agência do banco em Nova Iorque.
É a forma pela qual os doleiros conseguem lavar dinheiro sem que os recursos financeiros saiam ou entrem no país. Na prática, o doleiro indica uma conta no outro país para que o cliente faça o depósito em seu favor e ele do Brasil consegue, a partir dos ativos em dinheiro vivo que possui, colocar os recurso nas mãos do cliente.

Jornal da Cidade