sábado, 30 de junho de 2012

‘Tentativa de intimidar MP é intolerável’

Gurgel:
‘Tentativa de intimidar MP é intolerável’
Por Gerson Camarotti
 Mensalão
Para o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, a pressão que o Supremo Tribunal Federal sofreu nos últimos meses deve
desaparecer com o julgamento do mensalão.
Em entrevista exclusiva ao Blog, ele disse ainda que vai examinar os questionamentos de impedimento do ministro Dias Toffoli em participar do julgamento do mensalão.
Até mesmo procuradores já alertaram sobre o tema, já que Toffoli foi assessor direto de José Dirceu na Casa Civil.
Ele também advertiu sobre a tentativa de intimidação de setores da CPI do Cachoeira, que tentaram convocá-lo para prestar depoimento à comissão para explicar a demora na abertura de investigação contra o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO). “Eu acho que essas tentativas de intimidação do Ministério Público são, além de intoleráveis, inúteis”, alertou.
Ao Blog, Gurgel também fundamentou a denúncia de 37 pessoas envolvidas no escândalo conhecido como o mensalão do DEM, inclusive o ex-governador José Roberto Arruda (DF). Segundo ele, o governo pagava por serviços que não eram prestados.
“É o que se engendrou aqui ao que denominam de ‘reconhecimento de dívidas’, por intermédio do que se faziam pagamentos extremamente elevados a um grupo de empresas, especialmente do setor de informática. E esse benefício indevido a essas empresas era, digamos, ‘retribuído’ com pagamentos regulares feitos por empresários de diversos setores”, afirmou Gurgel.
Leia a íntegra da entrevista:
Blog do Camarotti - Como está a denúncia ao “mensalão do DEM”, oferecida ao STJ?
Roberto Gurgel – É uma denúncia decorrente da Operação Caixa de Pandora [da Polícia Federal] e que aborda todo o esquema criminoso construído no Distrito Federal no momento anterior à posse do ex-governador [José Roberto] Arruda e intensificado após essa posse. Envolve o próprio ex-governador, o ex-vice-governador [Paulo Octavio], secretários de governo, deputados distritais e empresários do Distrito Federal. Tudo envolvendo a questão de desvio de recursos públicos.
Blog - A linha principal da denúncia é a utilização de pagamento de serviços não prestados?
Gurgel - Exatamente. É o que se engendrou aqui ao que denominam de “reconhecimento de dívidas”, por intermédio do que se faziam pagamentos extremamente elevados a um grupo de empresas, especialmente do setor de informática. E esse benefício indevido a essas empresas era, digamos, “retribuído” com pagamentos regulares feitos por empresários de diversos setores, notadamente do setor de informática.
Blog - A grande expectativa no retorno do recesso judiciário que começou nesta sexta-feira é o julgamento do mensalão no Supremo. O senhor está preparado?
Gurgel –
Sim. Acho que os ministros do Supremo e o procurador-geral da República terão um mês de julho extremamente atarefado, exatamente com a preparação para o julgamento do mensalão, que se inicia em 02 de agosto.

Blog - Na CPI do Cachoeira houve muita pressão em relação à sua convocação. Como o senhor vê esse movimento? Isso pode influenciar no julgamento do mensalão?
Gurgel – Não. Eu acho que essas tentativas de intimidação do Ministério Público são, além de intoleráveis, inúteis. Porque é da nossa formação e da nossa vivência não nos intimidarmos com esse tipo de coisa porque estamos habituados a isso. Faz parte do nosso dia a dia.
Blog - Essa semana foi atrasado em um dia o início do julgamento do mensalão. O senhor acha que pode atrapalhar ou influenciar o julgamento no mês de agosto?
Gurgel – Não. Acho que não tem importância nenhuma. Passou-se do dia 1º para o dia 02 de agosto. Então não vejo nenhuma relevância nesse atraso de apenas um dia.
Blog - Como o senhor vê o papel do Ministério Público, que já sinalizou inclusive a condenação dos réus do mensalão? O senhor acha que vai sofrer muita pressão em relação à defesa desses réus?
Gurgel – Eu acho que a pressão muitas vezes pode acontecer. Mas o importante é que o Ministério Público tem o dever e a missão constitucional de cumprir a sua função de acusador. E isso a partir da sua convicção de que aquela acusação formulada na denúncia foi comprovada pelas provas colhidas ao longo da instrução do processo.
Blog – Um dos questionamentos feitos recentemente foi em relação ao ministro Dias Toffoli. Como é que a PGR vai se comportar em relação a isso? Vai pedir impedimento?
Gurgel – Essa é uma questão que eu examinarei no momento oportuno – que será o inicio do julgamento.
Blog – Vão ser momentos tensos da historia do judiciário brasileiro?
Gurgel - Não sei se tensos, mas sei que é um dos julgamentos mais importantes da história do judiciário brasileiro – se não o mais importante.
Blog -
O senhor acha que dá para votar tudo em agosto?

Gurgel – Não sei se em agosto ou se chegaremos pelo menos até meados do mês de setembro.
Blog -
Como será essa dosimetria da pena ao final do julgamento?

Gurgel –
Na hipótese de conclusão pela condenação dos réus, nós teremos realmente essa etapa de dosimetria da pena. Ou seja, estabelecer e quantificar qual será a pena a ser aplicada aos réus. É algo tecnicamente complexo e que deverá tomar um tempo considerável do julgamento.

Blog -
Isso pode levar alguns réus do mensalão a escapar da pena?

Gurgel –
Acredito que não. Acredito na fixação das penas pela gravidade das condutas que são atribuídas a eles. Não haverá possibilidade de alguns réus escaparem pela prescrição.

Blog -
O senhor avalia que com o julgamento do mensalão, começando em agosto, o ambiente de pressão do STF vai diminuir?

Gurgel -
Acho que na medida em que o julgamento ocorrer as pressões tendem a desaparecer, ao passo que a sua inutilidade seria absoluta. Definidos os resultados do julgamento, não haveria mais utilidade em qualquer tipo de pressão.

Blog –
E o ambiente interno do STF, como o senhor avalia hoje?

Gurgel -
Eu acho que está um ambiente muito bom, muito tranquilo. E que o Supremo se prepara para um julgamento que é talvez o mais importante da sua história num clima de muita serenidade.

Blog -
O senhor encaminhou a denúncia do mensalão do DEM. Isso do ponto de vista político equilibra a sua posição no julgamento do mensalão?

Gurgel -
Realmente não posso ter esse tipo de preocupação. O que eu posso afirmar é que mais uma vez o Ministério Público e a PGR cumpriram a sua missão constitucional.

DO R.DEMOCRATICA

BRASIL - O PAÍS DO DEBOCHE....

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DO GRAÇANOPAISDASMARAVILHAS

Um texto para pensar.

Sempre discuti aqui que o brasileiro conservador se apresenta em uma quantidade muito maior, na população, que o brasileiro dito esperto, malandro, meio 71, como dizem alguns dos tais "especialistas".
Pois bem.
Acabo de ler dados do Censo de 2010, a cargo do IBGE, que versa sobre crescimento e declínio das religiões pulicado pela VEJA e reproduzido e comentado pelo Tio Rei, lá no cafofo dele.
Não vou me ater aqui sobre as razões da queda ou do crescimento de religões.
Meu foco será outro, o POLÍTICO.
Sempre que um argumento é posto para discussão pode, com seu intento ou fato de razão, gerar algum tipo de discussão e até mesmo de discordâncias.
Faz parte do processo.
No entanto, se não há a defesa do contrário em relação à tese que motivou a discussão sobre determinado argumento, já deixa de ser discussão ou confronto de idéias contrárias, para ficar melhor, e a tese propalada passa então a ser uma meia verdade por não ter sido discutida.
Não sei se estou me fazendo entender.
Explicando melhor.
Se alguém se dispõe a falar sozinho sobre determinado assunto que seja importante para muitas pessoas e ninguém lhe contrapõe argumentos contrários, a tese defendida pelo solitário falador passa então a ganhar contornos de verdade, já que ela não foi discutida.
Na eleição presidencial de 2010 me bati aqui, mesmo antes do inicio do horário eleitoral e, portanto, antes mesmo de saber as estratégias que seriam adotadas por cada candidato, que a "guerra" contra esta quadrilha deveria ser travada no quesito "VALORES MORAIS", visto que a maioria esmagadora dos brasileiros são genuínamente CONSERVADORES.
Um exemplo claro disto veio com a pendenga do ABORTO que, se martelado pelos partidos de oposição ( LEIA-SE O CAGÃO GONZALEZ ), a Vovó Petralha não ganharia as eleições e Homer Simpson não teria perdido a gordura que tinha no começo da disputa eleitoral.
Ao contrário, tentou se vender um Simpson "seguidor", ou ""continuador" do governo petralha do PODEROSO CHEFÃO DO MENSALÃO, querendo fazer crer que ele seria o candidato ideal para dar continuidade à roubalheira patrocinada pelo governo mais corrupto da história democrática de nossa Nação. Santo Deus. Foi assim que a parcela consevadora da população passou a enxergar aquele que ela via como solução para reverberar o desejo CONSERVADOR de mudar o cinismo exposto pelo PINGUÇA.
Naquele momento, a Sininho da Floresta Encantada era a personificação de alguns valores, talvez mais por ser evangélica do que representar determinados anseios políticos, e canalizou uma parcela de eleitores que esperavam CERTO CONSERVADORISMO, principalmente dos candidatos de oposição, já que a situação ( LEIA-SE PARTIDO-QUADRILHA ) está intimamente ligada com valores vermelho-progressista, aos quais o conservadorismo da maioria dos eleitores não concorda.
Digo mais, se ela tivesse tido um pouquinho mais de tempo, isto é, se a reação ao tema aborto tivesse acontecido mais cedo e junto com a cara de paisagem feita pelo PSDB, ela teria chegado, com certeza, ao segundo turno.
Explica-se também, assim, a alta popularidade do Pinguça, já que niguém teve a coragem de pregar-lhe a etiqueta de ladrão como deveria.
ELLes defendem abertamente o aborto, como a própria presidenta defendeu e teve que voltar atrás, mas a maioria da população brasileira, cerca de 78% se dizem radicalmente contra nas pesquisas.
ELLes defendem a liberação das drogas, enquanto mais de 80% da população se dizem contra.
ELLes defendem o homossexualismo até de forma meio mambembe, enquanto 76% da população não admitiriam um filho gay ou sapata.
E aí, temos a explicação de porquê determinadas minorias, bem minoritárias mesmo, conseguem impor seu discurso cretino.
Ora bolas, então por que estão ganhando essa guerra?
NÃO SÃO CONTESTADOS e quando são, tudo é feito de forma medrosa e acanhada.
Assim, eles vão impondo suas pautas ridículas sobre uma maioria que não tem poder de representação COM VOZ ATUANTE, que possa ser claramente ouvida ou que possa  se fazer ouvir, como fazem os defensores dos descalabros acima através de grupelhos com razoável organização. E assim, eLLes vão ganhando a guerra.
Isso ficou claríssimo nesta pesquisa divulgada pelo IBGE.
O crescimento mais relevante entre as religões se deu com a ASSEMBLÉIA DE DEUS. Uma religião que não abriu mão de se atualizar, mas mantendo PRINCÍPIOS CONSERVADORES BASEADOS NA FAMÍLIA.
O ponto da pesquisa que me interssa neste caso, segue abaixo:
Se em 1970 havia 91,8% de brasileiros católicos, em 2010 essa fatia passou para 64,6%. Quem mais cresce são os evangélicos, que, nesses quarenta anos saltaram de 5,2% da população para 22,2%. O aumento desse segmento foi puxado pelos pentecostais, que se disseminaram pelo país na esteira das migrações internas. A população que se deslocou era, sobretudo, de pobres que se instalaram nas periferias das regiões metropolitanas. Nesses locais, os evangélicos construíram igrejas no vácuo da estrutura católica.

"Houve uma mudança na distribuição espacial das pessoas. A Igreja Católica é como um transatlântico, que demora muito para mudar um pouquinho a rota, devido ao tamanho de sua estrutura burocrática. Já os evangélicos são como pequenas embarcações", explica Cesar Romero Jacob, cientista político da PUC-Rio. A analogia apresentada por Jacob se aplica com perfeição à comparação entre o tempo e o custo para se ordenar um padre e o período de formação de um pastor, algo que ocorre em menos de três meses. "Não existe espaço vazio", resume.
Nas periferias, na ausência do estado e da Igreja Católica, os pentecostais atuaram como guias espirituais e como figuras centrais do assistencialismo. "As evangélicas pegaram fieis onde a Igreja Católica não tinha se preparado para arregimentar a nova população, e adaptaram a mensagem para diversos públicos", diz Eustáquio Diniz.
Família
A preservação da família é um dos motivos que, segundo Jacob, serve para explicar o crescimento da Assembleia de Deus no país. De acordo com o censo de 2010, ela é o maior segmento evangélico, com 12 milhões de fiéis, e o segundo maior do Brasil, atrás da Igreja Católica. Em comparação com a igreja Universal do Reino de Deus, por exemplo, que perdeu 228 mil fiéis nos últimos 10 anos e hoje tem 1,8 milhão de arrebanhados, a Assembleia de Deus prega valores morais mais rígidos.

"Nos anos 90, época de expansão da favelização, a mãe não queria a desestruturação da sua família, o que a Assembleia não deixa", explica Jacob, lembrando-se da proibição, por exemplo, de bebidas alcoólicas e de roupas femininas mais insinuantes.
Eis aí:
PRESERVAÇÃO DA FAMÍLIA, DISTÂNCIA DAS DROGAS, RADICALMENTE CONTRA O ABORTO e DISTÂNCIA DO HOMOSSEXUALISMO ( não está dito no censo, mas é defendido pela Assembléia - tenho parentes nela ).
Se na religião a expansão se dá justamente para os que defendem estes valores, na política não seria diferente.
Só que não temos e, além de não termos, aqueles que poderiam representar a parcela conservadora de uma maioria não bem representada políticamente, são pegos praticando os mesmos atos que os outros vagabundos.
Mais uma constatação se verifica então: TALVEZ ESTEJA AÍ O DESINTERESSE CRESCENTE DESTA PARCELA PELA POLÍTICA ou EM VOTAR EM ALGUÉM que não represente o "já que não tem tu, vai tu mesmo"Estamos assistindo todos os dias um processo lento e gradual, mas contínuo, de desmoralização de todas as nossas instituições a ponto de vermos o STF rasgando, diuturnamente, o que reza em nossa magna carta.
Fazem isso como se estivessem no Mac Donald's tomando um suquinho. Ninguém cobra nada.
Pelo contrário, os grupelhos organizados, mesmo que com apenas meia dúzia de vagabundos, conseguem impor sua pauta em detrimento da nossa ou, melhor dizendo, da MAIORIA SILENCIOSA DO POVO BRASILEIRO, e corremos o risco, para exemplificar, de ver os 40 LADRÕES DO MENSALÃO DO LULLA serem inocentados bem debaixo de nossas fuças, enquanto o ladrão de margarinas, apodrece na podridão de uma cadeia.
Este o nosso grande defeito.
O SILÊNCIO.
Um pequeno texto resume com rara perfeição o que defendo aqui:
"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei.
No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei.
No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei.
No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar..."

Martin Niemöller, 1933

DO GENTE DECENTE

O Seboso de Caracas no MERCOSUL e o Brasil.

O medo destes canalhas de que o que aconteceu com o bispo galinha venha a se espalhar por seus galinheiros é uma das razões que levaram os safados, Brasil incluído, a mandar uma espécie de ameaça aos povos de cada país envolvido e de enfiar o Canceroso dentro do MERCOSUL.
O cheirador de cocaína e índio de Araque está pelas tabelas na Bolívia.
O depósito ambulante de botox argentino, começa a receber algumas pancadas nas fuças.
Na Venezuela, alguns institutos de pesquisas, lá não tem tem filial do balcão, dão Caprilles enconstadinho no futuro defunto seboso.
Rafael Correia, o destrambelhado pôrra-louca do Equador, tem uma briga boa com a imprensa, que já denunciou o miserável em vários organismos internacionais.
O úncio país onde um certo povinho idiotizado ainda mantém a popularidade da falida gerente de lojinha de 1.99, a Vovó Petralha, nas alturas é o Brasil.
Neste caso em particular, parece que a derrocada da economia dirigida por uma política derretidamente amanteigada vai enfim, jogar no lixo a visão otimista que um número exponencial de brasileiros vê, a cada dia, mais comprometido o que sobra de seu salário de classe média petralha.
Mas o fim desta cambada de canalhas vai se aproximando gradativamente.
Se não for seguindo o exemplo paraguaio ( quem diria que um dia invejaríamos o hermanos, heim? ), será pela estupidez da economia.
Agora um detalhe:
Nestas republiquetas de ditadores de merda, os vagabundos fazem o que bem entendem de seus povos.
Aqui o buraquinho é mais embaixo.
Porém, isso não quer dizer que eLLes desistiram de transformar este páis numa CUBA, o INFERNO-EXEMPLO.
É bom ficar de olho.
INCLUSIVE NO SUPREMO.
E por falar em SUPREMO......

ONDE ESTÁ O VOTO PARALELO DO POLACO?
DO GENTE DECENTE

A Perua pulou do naufrágio.


RUSSOMANO OBTEVE O APOIO DO PTB. Passou a ser o 3º maior tempo de propaganda do horário eleitoral da corrida de mordida nas canelas. Coisa característica de cachorros vira-latas.
ANOTEM ISSO EM SEUS CADERNINHOS.
Mas dona Marta tem peito ( mesmo sendo puro botox serve ).
Pulou fora do barco furado de MALUF.
Isto mesmo, o rapazola do KIT GAY, o BIANCA, agora também é filhote de MALUF.
Taí uma boa pegada para os bicudos cagões.
Chegar no horário eleitoral e perguntar ( usar um locutor de voz grave ou mostrar o vídeo de Covas no debate com o "SOMBRA" ):
"- Você vai ter coragem de votar no filhote do MALUF?"
Mas Gonzalez, o Gênio cagão da Gôndola Maravilhosa, não vai fazer.
Primeiro: ELLe não sabe como fazer.
Segundo: ELLe não tem peito para fazer.
Terceiro: É cagão demais para comprar briga.
Gonzalez é o melhor marqueteiro que a petralhada tem a seu dispor, enquanto os melhores marqueteiros dos bicudos são, até aqui:
MALUF - MARTA - ERUNDINA.
Taí, minha dose de asco pela Perua dos Jardins diminuiu um micra.

DO GENTE DECENTE


No Dia da Desonra, Mercosul celebra a figura de Lula! Faz sentido!

Cristina entrega um retrato do Apedeuta a Dilma: "Cidadão do Mercosul"! Oportuno! Afinal, o bloco se rendia a uma ditadura e chutava uma democracia (Natacha Pisarenko/Associated Press)
Vocês reconhecem a imagem. O Apedeuta foi considerado “Cidadão Ilustre” do Mercosul. Faz sentido… O homem que já declarou existir “democracia até demais” na Venezuela e que mantém uma relação de amizade com Mahmoud Ahmadinejad merece todas as honras no dia da desonra.
Ao anunciar o título conferido a Lula, Cristina Kirchner não perdeu a chance de exaltar as próprias virtudes: “Na verdade, um presidente não deixa de ser presidente e, para mim, a figura de Lula tem uma associação indissolúvel com a do meu companheiro de toda a vida [em referência ao Néstor Kirchner]“.
A esquerda populista da América Latina inaugurou uma nova aristocracia.
DO MOVCC

Gângster que se tornou mito

O PODER DE LULA
Será Lula um gênio da política ou o maior gângster da política  que o Brasil já conheceu?
Somente um ignorante, um canalha esclarecido, um apátrida omisso, ou um idiota com um canudo de imbecil qualificado poderá aventar a hipótese de que essa fraude de ser humano possa vir a ser considerado  um gênio da política, titulado doutor Honoris Causa como resultado do puxa-saquismo  irresponsável e inconsequente de reitores de Universidades Federais, homens levianos e sem caráter apesar de suas formações acadêmicas.
A genialidade de Lula nada tem haver com qualquer tipo  de inteligência  política – no sentido correto dessa expressão – e  sim pelo fato do Retirante Pinóquio ter feito algumas  estratégicas descobertas “sociais”  durante sua trajetória sindical antes de ser eleito presidente,  depois durante suas duas gestões políticas estelionatárias e, atualmente, com a  Dilma, uma desqualificada, omissa e cúmplice gerente de casa        civil feita presidente graças a uma idiotice coletiva de mais da metade da  parcela da        sociedade, vítima direta da falência da educação e da cultura e, principalmente, ao suborno sem limites de milhares de canalhas esclarecidos.
As descobertas do Retirante Pinóquio dizem respeito ao fato do mesmo ter percebido, mesmo bem antes de sua posse, que as relações públicas e privadas já traziam no seu sangue o  DNA da patifaria  propagado por uma classe  política de pulhas, na sua grande maioria assemelhada à escória da humanidade, e que o  poder público nada mais era do que um covil de corruptos e um  potencial covil  de bandidos de alta periculosidade social com um Poder  Judiciário escravo de togados corruptos ou cúmplices dos patifes profissionais da atividade política  em todas as suas armações meliantes.
Então veio a grande “surpresa”.
Um discurso eleitoral estelionatário,   com um teor de promessa de resgate da moralidade no poder  público foi, levianamente, transformado em ações meliantes-estratégicas, com  o claro objetivo de consolidar o aparelhamento do Estado pelos meliantes do PT, aproveitando  ao máximo o potencial de suborno que já lhe era visível quando        assumiu o poder  presidencial que lhe facilitou seu projeto de promover a        degeneração das  relações públicas e privadas dentro do contexto de transformar o        Brasil em uma Cuba Continental.
Para facilitar mais ainda seu  projeto fascista de poder encontrou nas classes dos artistas,  dos empresários, dos  jornalistas, da academia, dos estudantes universitários, entre  muitas outras,  milhares de canalhas esclarecidos dispostos a vender a própria        mãe para pegar o  bonde da corrupção que avassala o país e que faz ricos da noite        para o dia quem se propor a esvaziar seu caráter de qualquer princípio de honra,        e de suas famílias nas mãos de criminosos hediondos, qualificação mais   adequada para os   corruptos que passam a vida roubando o contribuinte.
Os mais de cem escândalos de corrupção denunciados ao longo dos mandatos do mais sórdido político da história do país, em especial o do Mensalão – que vai ficar impune graças ao STF –, denunciado por um cúmplice do PT, e que simplesmente se tornou um instrumento sistemático utilizado para  subornar quase  todo o legislativo, se tornaram marcas fundamentais de suas Gestões. O que deu  certo em suas gestões foram, simplesmente, as políticas macroeconômicas  adotadas pelo seu antecessor. O resto não passou de mentiras  estelionatários para criar o mito Lula, que de gênio político não tem nada, mas sim absolutamente  associado ao gangsterismo da política que transformou o poder público em um Covil de Bandidos.
Uma pequena parcela de atos da hedionda administração petista à frente da presidência é comentada em um artigo do Jornalista Carlos Alberto Sardenberg que demonstra para quem não for analfabeto educacional ou funcional, cultural ou político, o estrago que o Retirante Pinóquio fez com a Petrobrás – totalmente aparelhada por militantes do PT – envolvendo toda a sua cúpula executiva em projetos mentirosos de refinarias que não saíram do papel e  fantasiosos planos de investimentos muito acima da capacidade financeira da empresa. O mesmo artigo comenta também o prejuízo do BB ao comprar por ordem de  Lula a Votorantim, além dos estragos que conseguiu também fazer na Vale obrigando, inclusive, uma troca de seu presidente que fazia uma administração historicamente  competente da empresa.
Enfim Lula não é absolutamente um gênio da política e sim um ignorante, quase analfabeto, um verdadeiro gângster da política, que soube como  poucos explorar a falência moral da sociedade e transformar os Poderes da  República graças ao suborno moral, material e financeiro em cúmplices do projeto de poder do PT: transformar o poder público em um Covil  de Bandidos e o país em um Paraíso de Patifes comandado por uma corruptocracia fascista.
Atualmente o Brasil tem sua estrutura de poder público totalmente aparelhado: pelos  meliantes do petismo, pelos seus cúmplices, ou por funcionários públicos impedidos de qualquer tipo de contestação sobre o submundo da corrupção reinante nos corredores dos podres poderes da República.
Estamos próximos das eleições municipais em que os Contas Sujas, graças a mais uma intervenção de um Tribunal Superior, poderão se candidatar a vereadores ou prefeitos, demonstrando um total descaso  para a opinião de milhares de cidadãos que já não suportam  trabalhar mais de cinco meses por ano para sustentar os canalhas que comandam o poder político no país.
Nessa eleição a  sociedade vai, ou dar um basta no profissionalismo de ladrões chamados de políticos, ou simplesmente dizer um quase definitivo SIM para a hegemonia dos canalhas que fizeram das relações públicas e  privadas uma sistemática reprodutora de escândalos de corrupção, a maioria impune graças aos togados bandidos e aos bandidos vestidos de togados que desmoralizam o Poder Judiciário, em especial os Tribunais Superiores.
Geraldo Almendra
29/06/2012
DO B. A CASA DA MÃE JOANA

Mercosul = Vergonha e Golpe.

Enfim, a cambada vermelha conseguiu o que queria no grito e no golpe contra a verdadeira democracia, enfiaram Hugo Pé na Cova Chavez e sua quebrada Merdezuela no MERDOSUL.
O Paraguay era o unico país do bloco que não apoiava a entrada da Merdezuela justamente por ser esse país uma ditadura.
Os povo paraguaio de alguma forma aceitou os pés na bunda que o padreco tarado levou, afinal não houveram protestos populares, a não ser os dos contratados pela esquerdalha para fazer de conta que o povo está indignado. 
A vida no Paraguay segue tranquila. Mas as ratazanas vermelhas correram a se juntar e em nome da "democracia" retaliaram o pequeno País de todas as maneiras possíveis e imaginárias.
Agora o MERDOSUL virou de vez um circo onde a camarilha de palhaços ditadoretes de merda, poderão se espalhar e cometer as maiores atrocidades em nome de um bloco socialista no continente.
Nossa desinformada presidANTA disse em seu discurso que há 140 anos o continente não passa por uma guerra,e aqui não tem intolerância religiosa. 
Ela esqueceu de citar a intolerância sexual que os homossexuais estão querendo impor à sociedade de covardes acomodados que compõe este continente. 
E guerras. Na minha concepção, o pau de louco que a ARGHentina levou da Inglaterra nas Falklands foi o que mesmo?
Enquanto o povo pasta bovinamente as ratazanas estão transformando o continente em uma pocilga de atraso e desordem.
O Paraguay deu um banho de democracia, e para essa corja vermelha, democracia é só quando a vontade ou os interesses deles estiverem valendo. Fora isso é golpe, e eles se juntam como um bando de Hienas famintas liderada pelo Louco da Merdezuela destroçam qualquer tentativa de barrar o socialismo pequeno proletário do mapa do continente.
Esta história está só começando.
Mas o assunto entre o povaréu bovino é final de Libertadores, onde os Corinthianos torcem pelo campeonato e o resto do mundo é contra.
E assim caminha a mediocridade.
Em breve seremos calados e perseguidos por fazer oposição a esse DESgoverno safado que está realmente arruinando a democracia e as instituições.
O julgamento do mensalão vai dar em nada, e Zé Dirceu é o próximo da lista para presidência de Banania. Alguém duvida?
E PHODAMO-NOS!!!
DO MASCATE

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Petrobras: uma mentira contada durante oito anos


POR AUGUSTO NUNES
REV VEJA

EXCLUSIVO NA VEJA ONLINE - CHÁVEZ TENTOU PROMOVER UM GOLPE MILITAR NO PARAGUAI. DADOS OS EVENTOS DE HOJE, CONTOU COM O APOIO DE DILMA! É O FIM DA PICADA!!!

Atenção! Ao suspender o Paraguai do Mercosul e promover o ingresso da Venezuela, os presidentes José Mujica (Uruguai), Dilma Rousseff (Brasil) e Cristina Kirchner (Argentina) estão endossando o estímulo a um golpe militar promovido por um país estrangeiro. Como? É isto mesmo: a repórter Carolina Freitas, da VEJA Online, informa que Nicolas Maduro, diplomata venezuelano, se reuniu secretamente com a cúpula militar paraguaia, incitando-a a não aceitar a eventual deposição de Fernando Lugo pelo Congresso. Como esta se deu segundo o que prevê a Constituição, Chávez estava tentando armar um golpe militar no Paraguai. Eis aí: estamos sob a égide do imperialismo bolivariano!
Leiam a reportagem:
A ministra da Defesa do Paraguai, María Liz García, confirmou em entrevista à imprensa de seu país um rumor que vinha tomando corpo nos últimos dias em Assunção: o diplomata venezuelano Nícolas Maduro reuniu-se com a cúpula das Forças Armadas paraguaias no mesmo dia em que o Congresso votava o impeachment de Fernando Lugo. O chanceler tinha um pedido para fazer aos comandantes: que os militares reagissem caso Lugo fosse de fato deposto.
As tentativas de intervenção dos presidentes de países vizinhos vêm causando indignação - embora os discursos se mantenham diplomáticos - entre as autoridades paraguaias desde que Federico Franco assumiu o poder na semana passada.  A ousadia dos encrenqueiros latino-americanos, no entanto, chegou a seu ápice nesta sexta-feira, quando veio à tona uma tentativa de golpe militar no Paraguai comandada por ninguém menos que o chanceler da Venezuela - país de Hugo Chávez.
O principal alvo de críticas entre os paraguaios vinha sendo Christina Kirchner por sua atitude de rejeição radical ao novo governo. Até a confirmação da ação do chanceler venezuelano junto ao Exército paraguaio, o imperialista bolivariano Hugo Chávez não se encontrava no centro das preocupações das autoridades paraguaias, que punham suas declarações igualmente inflamadas na conta de sua notória fanfarronice.
A frase de um influente empresário paraguaio durante encontro com o chanceler do Paraguai, José Félix Estigarribia, na quinta-feira resume o sentimento vigente até ontem: “Andam por aí falando da nossa democracia quando têm sua própria democracia cheia de problemas.” As declarações da ministra da Defesa exacerbam esse quadro.
Alto comando - O pedido do chanceler foi feito durante uma reunião na tarde da quinta-feira da semana passada, mesmo dia em que o Congresso aprovou o impeachment de Lugo. De acordo com o jornal Última Hora, o embaixador do Equador, Julio Prado, e Miguel Rojas, secretário privado de Lugo, participaram do encontro, no Palácio de López, sede do governo do Paraguai.
O encontro foi convocado pelo chefe do gabinete militar da Presidência, Ángel Vallovera. María Liz assegurou que o conteúdo da conversa não chegou aos quartéis. Em entrevista a uma rádio local, a ministra informou que os comandantes das Forças Militares se negaram a cumprir o pedido do chanceler da Venezuela . “Não houve qualquer tipo de sublevação. Asseguro que os chefes militares decidiram respeitar a Constituição”, afirmou María Liz.
O presidente do Paraguai, Federico Franco, rechaçou a atitude da Venezuela, a que classificou como uma “intromissão clara nos assuntos internos” do país. “Vamos tomar medidas institucionais.” Franco afirmou que agirá de forma enérgica contra os militares que tentarem agir contra a lei. “Vamos terminar com a manipulação política das Forças Armadas”, afirmou o presidente. “Somos um país livre.”
Por Reinaldo Azevedo
REV VEJA

A farsa da Petrobras é só um capítulo do maior estelionato eleitoreiro da história

Leia o ótimo artigo de Carlos Alberto Sardenberg na seção Feira Livre. Confira o comentário de 1 minuto para o site de VEJA. Reveja o post na seção Vale Reprise. E tente entender por que milhões de brasileiros ainda não descobriram que o Brasil Maravilha é só o maior e mais duradouro estelionato eleitoreiro registrado desde a chegada da primeira caravela.
POR AGUSUTO NUNES
REV VEJA

Agora sim, o Paraguai sofreu um golpe internacional

Mercosul suspende o Paraguai e incorpora a Venezuela
Decisão do bloco é uma retaliação ao impeachment sofrido por Fernando Lugo
Veja on line
Reunião do Mercosul em Mendoza, Argentina (Enrique Marcarian/REUTERS)
A presidente argentina, Cristina Kirchner, anunciou nesta sexta-feira que o Mercosul decidiu suspender temporariamente o Paraguai até a realização de novas eleições no país - marcadas para 2013 - e antecipou que a Venezuela será incorporada ao bloco como membro em 31 de julho. As duas decisões foram divulgadas durante o discurso de encerramento da Cúpula do Mercosul que ocorreu na tarde desta sexta, na cidade de Mendoza.
Na quinta-feira, o novo chanceler paraguaio, José Fernández, afirmou que seu país "é e será membro do Mercosul" até que se decida o contrário "de forma soberana". Ele se mostrou confiante de que o bloco não aplicaria sanções econômicas contra Assunção. Neste contexto, o presidente do Equador, Rafael Correa, antecipou que não reconhecerá o governo de Federico Franco no Paraguai.
Enquanto isso, o ministro brasileiro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, confirmou que o ingresso da Venezuela ao Mercosul como membro pleno já fazia parte da agenda da cúpula, que teve a presença do chanceler venezuelano, Nicolás Maduro. A entrada da Venezuela estava pendente desde 2006 devido à negativa do Congresso paraguaio de ratificar o protocolo de adesão, mas a suspensão do Paraguai aparentemente destravou o processo. Impeachment - Ambas as medidas são uma retaliação ao impeachment sofrido por Fernando Lugo, na semana passada. Os países latino-americanos criticam o pouco tempo dado à defesa do ex-presidente, que foi substituído de imediato pelo vice, Federico Franco. Cristina Kirchner qualificou nesta sexta-feira como uma "paródia" o julgamento político que levou à cassação de Lugo, e pediu atenção ao que chamou de "golpes suaves" na região.
"Houve uma ruptura da ordem democrática na República do Paraguai. Em minha opinião, parece uma paródia de julgamento o que aconteceu contra Lugo, porque não há no mundo um julgamento político sem a possibilidade de defesa", disse a presidente argentina, ainda no discurso inaugural da reunião. A anfitriã também afirmou que não apoiará sanções econômicas e que não tomará qualquer medida que prejudique o povo paraguaio.
Além da governante argentina, participaram da reunião em Mendoza os presidentes do Brasil, Dilma Rousseff, Uruguai, José Mujica, Peru, Ollanta Humala, Bolívia, Evo Morales, Chile, Sebastián Piñera, Equador, Rafael Correa, e Suriname, Desiré Bouterse. Os outros países-membros (Colômbia, Venezuela e Guiana) estão representados por chanceleres e outros altos funcionários.
(Com agência EFE)

Charge

pedido do pt é uma ordem
www.sponholz.arq.br

DO R.DEMOCRATICA

450 mil servidores federais estão em greve no País


Por AE
São Paulo - A greve dos servidores federais ganha adesão de cerca de 450 mil trabalhadores em todo o País. A Secretaria do Patrimônio da União do Rio de Janeiro iniciou greve na última quarta-feira ,27, enquanto o Museu do Índio também aderiu ao "Estado de Greve". No Distrito Federal, os servidores da Presidência da Funasa decidiram por unanimidade aderir ao movimento. No Acre, servidores do Incra e Funai também vão cruzar os braços. São 20 Estados de todo o País com registros de paralisações.
O Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Federal no Estado do Rio de Janeiro (Sintrasef) informa que o Conselho Deliberativo de Entidades (CDE) aprovou a realização de um acampamento na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, entre os próximos dias 16 e 20 de julho. No dia 18 de julho está prevista a realização de uma marcha à Brasília, para cobrar do governo a resposta das pautas protocoladas. Durante todos os dias, conforme informações do Sintrasef, haverá atividades políticas na Esplanada. E no dia 20 acontece uma Plenária Unificada de Avaliação com todas as entidades que estão com categorias em greve.
O sindicato registra, até essa sexta-feira, 29, treze órgãos federais, que compõe o movimento paredista nacional, em greve. O Ministério da Agricultura, chama seus trabalhadores para participarem das assembleias diárias e, através da Associação (ASA) convocam também os aposentados e pensionistas para apoiar a paralisação. De acordo com o Sintrasef a greve acontece desde o último dia 18 de junho em todo o Brasil, são 20 Estados que incorporam a greve dos trabalhadores da União.
A categoria reivindica avanços nos processos de negociação e a apresentação de propostas concretas por parte do Governo, uma vez que o sindicato já apresentou uma pauta com os tópicos questionados e não obteve resposta.
"Nós não temos nem data base da categoria, entre as reivindicações, nós pedimos que seja determinada uma data para aprovação de reajustes e reestruturações", afirma o diretor da secretaria de finanças do Sintrasef, Josemilton Costa.
De acordo com Costa, a categoria pede reestruturação de carreira, reestruturação da tabela remunerativa, ou seja, revisão salarial, paridade entre os aposentados e pensionistas e data base para o dia 1º de maio. Costa afirma ainda que em todos os Estados do País há adesão à greve, mas que nem todos os trabalhadores paralisaram os trabalhos como acontece no Rio de Janeiro de no Distrito Federal.
FONTE: REV VEJA

Marta Suplicy não vai fazer campanha para Fernando Haddad


Magoada desde que foi preterida na escolha do candidato do PT à prefeitura de São Paulo, a senadora Marta Suplicy decidiu acabar com o suspense nesta sexta-feira. Ao final de uma audiência da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito da Violência contra a Mulher, Marta foi cercada por jornalistas que perguntaram claramente se ela iria ou não fazer campanha para o candidato Fernando Haddad. A resposta da senadora foi mais clara impossível: “Vou me dedicar aos oito anos de mandato no Senado e à reeleição da presidente Dilma”.

É fácil concluir qual é o verdadeiro golpe no Paraguai e qual é seu objetivo: afastar o único obstáculo à entrada da Venezuela no Mercosul


O verdadeiro golpe no Paraguai
Por Sandro Vaia
Noblat
A TV estatal do Paraguai ficou 26 minutos fora do ar por falta de energia elétrica e os alucinados constitucionalistas da Constituição alheia que cresceram como erva daninha nas redes sociais, viram isso como um sintoma de “repressão” e atentado às liberdades públicas.
Nunca se viu um golpe de Estado tão modorrento. Fora dos protestos protocolares de partidários do presidente deposto, o Paraguai continuou levando a sua vida de rotina.
O microfone da TV pública ficou aberto, o ex-presidente protestou diante de suas câmeras, o Congresso fez tudo dentro da normalidade, a Suprema Corte disse que tudo foi feito dentro da normalidade e até o advogado do deposto disse que tudo foi feito dentro da normalidade.
Mas muita gente não gosta da normalidade paraguaia e insiste em chamar de golpe uma decisão tomada por mais de 90% dos parlamentares, que se basearam rigorosamente na letra do artigo 225 da Constituição de seu país.
Dizem que foi tudo muito rápido e surpreendente. Que não houve tempo para defesa. Que o rito foi muito sumário. Mas tudo está previsto na Constituição, que dá ao Senado a atribuição de fixar o rito para o julgamento, o que foi feito através da Resolução 878.
O que resta dizer? Que a Constituição é de mau gosto e “disgusting” ao fixar um etéreo “mau desempenho” como motivo de impeachment?
Que o Legislativo paraguaio não tem polidez, educação e bons modos ao dar tão pouco prazo para a defesa do acusado?
É um pouco de cinismo e hipocrisia achar que dar mais tempo de defesa ao presidente destituído poderia salvá-lo do impeachment.
A queda dele foi resolvida por razões políticas, e nem 400 dias de prazo de defesa poderiam salvá-lo.
Ele simplesmente perdeu catastroficamente o apoio político de sua base de sustentação e a votação do processo de impeachment apenas confirmou que ele perdeu as condições mínimas de governabilidade.
Se a Constituição do Paraguai tem um defeito, ele é de concepção: fixou critérios quase parlamentaristas para julgar um governo presidencialista. O presidente ganhou um voto de desconfiança – que apelidaram de “mau desempenho”- e caiu.
Como provar alguma coisa como “mau desempenho” se não através de critérios puramente políticos?
Essa é a Constituição que o Paraguai tem, não a que os palpiteiros da UNASUL acham que deveria ter.
Na Venezuela, por exemplo, casuísticas normas eleitorais permitem que 51% dos eleitores elejam 66 deputados enquanto 49% elegem 96 deputados- do partido do governo, claro. Alguém reclamou?
Enquanto a normalidade da vida democrática foi mantida no Paraguai e o próprio Lugo anunciou que pretende candidatar-se de novo nas eleições de abril de 2013, além de manifestar-se contra sanções econômicas contra seu país, a UNASUL e o Mercosul afastam o Paraguai de seu convívio, com a aquiescência bovina da diplomacia brasileira, a reboque do ativismo “bolivariano”.
É fácil concluir qual é o verdadeiro golpe no Paraguai e qual é seu objetivo: afastar o único obstáculo à entrada da Venezuela no Mercosul.
As tais “cláusulas democráticas” só valem para enquadrar os inimigos. Para os amigos, nem a lei.

Sandro Vaia é jornalista. Foi repórter, redator e editor do Jornal da Tarde, diretor de Redação da revista Afinal, diretor de Informação da Agência Estado e diretor de Redação de “O Estado de S.Paulo”. É autor do livro “A Ilha Roubada”, (editora Barcarolla) sobre a blogueira cubana Yoani Sanchez.
E.mail: svaia@uol.com.br
DO R.DEMOCRATICA

EXTRA! A HISTÓRIA PROIBIDA DE FERNANDO LUGO.


 
Transcrevo após este prólogo, um excerto de artigo do jornalidsta e escritor paraguaio Chiqui Avalos, intitulado "A Guarânia do engano". Está traduzido para o português na íntegra na coluna do jornalista Augusto Nunes, no site da revista Veja.  É de leitura obrigatória. Avalos, que combateu a ditadura e Stroessner e apoiou a candidatura de Fernando Lugo, é editor de "Prensa Confidencial", influente boletim digital editado em em Assunção.
O artigo é arrasador e revela pormenores do ex-bispo católico que se tornou presidente do Paraguai. De certa forma explica a reação de Lugo quando foi destituído pelo parlamento paraguaio de acordo com a Constituição.
Repito: o artigo é arrasador. Mas deve-se assinalar que o autor, Chiqui Avalos, deixa entrever, no entanto, a sua ingenuidade (ou não) no que respeita ao fato de que acreditou na conversa do ex-bispo, que como todo comunista é mentiroso. Não foi por falta de aviso, haja vista os exemplos no próiprio continente latino-americano e, particularmente, na Venezuela! Isto, todavia, não tira o brilho e a importância do artigo. Recomendo que leiam na íntegra clicando no link abaixo.
(...) "Durante seus três anos de governo, não passou um mês sequer sem viajar a um país qualquer. Com razão ou sem nenhuma, tanto fazia, lá se ia ele, o alegre viajante para conferências esvaziadas ou cerimônias de posse de mandatários sem importância para o Paraguay. As pompas do poder o abduziram como a nenhum déspota de república bananeira do Caribe. Os comboios de limusines com batedores estridentes, as festas e beija-mãos, os eternos e maviosos cortesãos do poder, as belas mulheres, as mesas fartas, os hotéis cinco estrelas, a riqueza, a opulência, os “negócios”. O despojado ex-bispo tornou-se grande estancieiro, senhor de terras, plantações e gado. O presidente que tomou posse calçando prosaicas sandálias, símbolo de humildade, revelou-se um homem vaidoso e fetichista. Como que a vestir a mentira em que ele próprio se tornou, passou a envergar elegantes e bem-cortadas túnicas encomendadas a alfaiates da celebérrima e caríssima Savile Row, templo londrino da moda masculina. No detalhe, o estelionato (mais um): colarinhos eclesiásticos. Afeiçoou-se a lindas e jovens, digamos, “modelos”, que floriram sua vida e a imensa banheira Jacuzzi que mandou instalar na austera e velha residência presidencial. Muitas delas o precediam mundo afora, esperando-o em hotéis fantásticos e palácios, nas vilegiaturas internacionais. Viajavam com documentos oficiais. Kaddafi proporcionava passaportes diplomáticos a terroristas, Lugo, a prostitutas."(...) Clique AQUI para ler TUDO! 
DO B. DO ALUIZIO AMORIM

População católica encolhe no Brasil. Evangélicos avançam

Censo 2010 mostra que, pela primeira vez, total de católicos no país teve redução em números absolutos. Assembleia de Deus é a maior corrente evangélica

Cecília Ritto
Inauguração da Igreja Mundial do Poder de Deus, em 1º de janeiro, causou caos na Via Dutra. Fieis ouvem o bispo Waldemiro Santiago. Inauguração da Igreja Mundial do Poder de Deus, em 1º de janeiro, causou caos na Via Dutra. Fieis ouvem o bispo Waldemiro Santiago. (Rivaldo Gomes/Folhapress)
 “As igrejas evangélicas pegaram fieis onde a Igreja Católica não tinha se preparado para arregimentar a nova população, e adaptaram a mensagem para diversos públicos”, diz Eustáquio Diniz
O Brasil ainda é a maior nação católica do mundo, mas, na última década, a Igreja teve uma redução da ordem de 1,7 milhão de fieis, um encolhimento de 12,2%. Os dados são da nova etapa de divulgação do Censo de 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A tendência de redução dos católicos e de expansão das correntes evangélicas era algo esperado. Mas pela primeira vez o Censo detecta uma queda em números absolutos. Antes do levantamento de 2010, o quadro era apenas de crescimento de católicos em ritmo cada vez menor. Mantida essa tendência, em no máximo 30 anos católicos e evangélicos estarão empatados em tamanho na população. Os números mostram uma redução acentuada de poder da Igreja Católica no país nas últimas décadas: a mudança foi lenta entre 1872 e 1970, com perda de 7,9% de participação no total da população ao longo de quase um século; e tornou-se acelerada nos últimos 20 anos, quando a retração foi de 22%.
“O impacto dessa mudança é grande para a Igreja Católica. A Rússia teve revolução e permaneceu ortodoxa. Os Estados Unidos, mesmo com a Guerra Civil, se mantiveram protestantes. Entre os países grandes, mudanças assim só ocorreram em consequência de de guerras e revoluções. No Brasil, a revolução é silenciosa”, diz José Eustáquio Diniz, demógrafo da Escola Nacional de Estatísticas.
Se em 1970 havia 91,8% de brasileiros católicos, em 2010 essa fatia passou para 64,6%. Quem mais cresce são os evangélicos, que, nesses quarenta anos saltaram de 5,2% da população para 22,2%. O aumento desse segmento foi puxado pelos pentecostais, que se disseminaram pelo país na esteira das migrações internas. A população que se deslocou era, sobretudo, de pobres que se instalaram nas periferias das regiões metropolitanas. Nesses locais, os evangélicos construíram igrejas no vácuo da estrutura católica.
“Houve uma mudança na distribuição espacial das pessoas. A Igreja Católica é como um transatlântico, que demora muito para mudar um pouquinho a rota, devido ao tamanho de sua estrutura burocrática. Já os evangélicos são como pequenas embarcações”, explica Cesar Romero Jacob, cientista político da PUC-Rio. A analogia apresentada por Jacob se aplica com perfeição à comparação entre o tempo e o custo para se ordenar um padre e o período de formação de um pastor, algo que ocorre em menos de três meses. “Não existe espaço vazio”, resume.
Nas periferias, na ausência do estado e da Igreja Católica, os pentecostais atuaram como guias espirituais e como figuras centrais do assistencialismo. “As evangélicas pegaram fieis onde a Igreja Católica não tinha se preparado para arregimentar a nova população, e adaptaram a mensagem para diversos públicos”, diz Eustáquio Diniz.
Família – A preservação da família é um dos motivos que, segundo Jacob, serve para explicar o crescimento da Assembleia de Deus no país. De acordo com o censo de 2010, ela é o maior segmento evangélico, com 12 milhões de fiéis, e o segundo maior do Brasil, atrás da Igreja Católica. Em comparação com a igreja Universal do Reino de Deus, por exemplo, que perdeu 228 mil fiéis nos últimos 10 anos e hoje tem 1,8 milhão de arrebanhados, a Assembleia de Deus prega valores morais mais rígidos.
“Nos anos 90, época de expansão da favelização, a mãe não queria a desestruturação da sua família, o que a Assembleia não deixa”, explica Jacob, lembrando-se da proibição, por exemplo, de bebidas alcoólicas e de roupas femininas mais insinuantes. A favelização e a ocupação das periferias são resultado da migração dos anos 80 e 90, que deixou de ser motivada pela possibilidade de ascensão social e passou a acontecer pela expulsão das pessoas do campo, em sua maioria pobres. As correntes pentecostais acompanharam esses deslocamentos e, ainda na década de 90, entraram maciçamente na política.
A política se tornou um instrumento de crescimento da própria igreja pentecostal ou do pastor. “É uma população com baixa renda e escolaridade. Entre pessoas independentes economicamente e bem formadas fica mais difícil o voto de cabresto”, afirma Jacob. A pesquisa do censo revela que, apesar de os pentecostais crescerem na população pobre e de baixa renda, na última década se fez presente também na nova classe média. “A “teologia da prosperidade” é um dos fatores desse processo”, diz Eustáquio Diniz.
Detalhes regionais e etários - Nos últimos 10 anos, manteve-se estável a proporção de cristãos. Isso indica tanto uma migração de católicos para as correntes evangélicas e para outras religiões. O segmento dos sem religião também cresceu percentualmente, e chegou a 8% da população em 2010. O contingente de católicos foi reduzido em todas as regiões e se manteve mais elevado no Sul e no Nordeste. O Norte foi onde houve a maior redução relativa dos católicos.
Quanto à faixa etária, a proporção de católicos foi maior entre as pessoas com idade superior a 40 anos. Segundo o estudo, isso é decorrente de gerações formadas durante os anos de hegemonia católica. Já os evangélicos pentecostais têm sua maior proporção entre as crianças e os adolescentes, sinalizando uma renovação da religião. O grupo com idade mediana mais velha é o dos espíritas (37 anos) que cresceu na última década e chegou a 3,8 milhões de pessoas, sobretudo nas regiões Sudeste e Sul. Os espíritas são os que apresentaram melhores indicadores, como a maior proporção de pessoas com nível superior completo (31,5%).
FONTE: REV VEJA

Pesadelo conjugal

“Casamento tem que ser na igreja, entrando pela porta da frente, abençoado pelo padre. Veja bem, meu querido, se estavam lá duas dezenas de fotógrafos, não tinha razão nenhuma para não tirarmos foto na saída dele de casa. Seria muito pior esconder a foto. Se ele for de novo, eu tiro dez vezes”.

Paulo Maluf, sobre a troca de alianças no jardim da mansão, avisando que vai aparecer ao lado de Lula e Fernando Haddad em todos os comícios e programas no horário eleitoral para mostrar ao eleitorado paulistano que o casamento deu certo e a lua-de-mel não tem prazo para terminar.

 Cidadão exemplar

“Manifesto minha mais profunda surpresa com os pedidos de providência relacionados ao julgamento antes mesmo da entrega do voto pelo revisor. Viola a tradição do próprio STF”.

Marcelo Leonardo, advogado de Marcos Valério, sobre o cronograma aprovado pelo Supremo Tribunal Federal, avisando que o diretor financeiro da quadrilha do mensalão não admite que alguém desrespeite a lei.
PO AUGUSTO NUNES
REV VEJA


Reveja o vídeo que não poderia ter ficado fora da Rio+20: o doutor honoris causa em aquecimento global apresenta a Teoria das Vantagens da Terra Quadrada

Se Lula estivesse brincando, seria uma boa piada. Como disse o que efetivamente pensa, o vídeo reprisado na seção História em Imagens deixa claro que piada é um país que topa ser governado durante oito anos por um presidente assim. Lula acha mesmo que, quando o Japão está na parte de cima do planeta redondo que não para de girar, os brasileiros se apoiam nas mãos para plantar bananeiras.
POR AUGUSTO NUNES
REV VEJA

Depois do abano de rabo para Maluf, o rosnado de pitbull confirmou que o velho perdigueiro está com o faro avariado

 O rosnado no meio do palavrório de segunda-feira ─ “Se for necessário, vou morder a canela dos adversários para que o Haddad possa ser prefeito” ─ só assustou a plateia composta por militantes do PT e do PCdoB: abstraídos os que têm menos de cinco neurônios, os companheiros perceberam que o faro do velho perdigueiro, adestrado para a caça ao voto, está severamente avariado. Não há outra explicação para a ideia de imitar um pitbull sete dias depois de abanar o rabo para Paulo Maluf.

A perda do olfato não afetou a soberba de Lula. “Não, de jeito nenhum”, garantiu na terça-feira ao jornalista interessado em saber se estava arrependido da visita a um símbolo da corrupção impune. Tampouco ficara constrangido com a foto que documentou a troca de alianças entre noivos que passaram a vida trocando insultos. Se o rebanho que conduz engoliu sem balidos plangentes o ingresso de José Sarney e Fernando Collor no Clube dos Novos Amigos de Infância do Mestre, por que haveria de incomodar-se com outra parceria inverossímil?
O faro falhou, informou no dia seguinte a pesquisa Datafolha. Aos olhos do eleitorado da maior cidade brasileira, o numerito no jardim foi um monumento à promiscuidade. Ao curvar-se à exigência feita pelo dono do PP para oficializar o apoio do partido a Fernando Haddad ─ e o arrendamento de 1min35 no horário eleitoral ─, Lula protagonizou um fiasco traduzido em números. O acordo entre o padroeiro dos bandidos de estimação e um procurado pela Interpol foi  reprovado por 62% dos eleitores paulistanos (e por 64% dos simpatizantes do PT).
Pior para o afilhado, que caiu de 8% para 6%. Pior para o padrinho: continua em queda o número de paulistanos inclinados a votar em quem tiver o apoio de Lula. Melhor para o tucano José Serra, que subiu para 31% e se manteve na liderança da corrida, sete pontos à frente de Celso Russomanno, da coligação PRB-TV Record-PTB. Confrontado com o balaio de más notícias, o presidente que elegeu um poste de terninho caprichou na pose de ex-presidente pronto para eleger um poste de topete.
“A Dilma também começou por baixo nas pesquisas como o Haddad, e ganhou como o Haddad vai ganhar”, recitou. A bravata repetida de meia em meia hora é tão consistente quanto uma análise econômica formulada por Guido Mantega. Há exatamente dois anos, três meses antes da eleição presidencial, o Datafolha registrou um empate técnico entre José Serra e Dilma Rousseff. Agora, 25 pontos percentuais separam Haddad do adversário tucano.
Para eleger a sucessora que escolheu, o palanque ambulante manejou furiosamente a caneta nomeia e demite, excitou aliados com as verbas que negou aos inimigos e acionou a máquina federal com a desfaçatez de ditador cucaracha. Ainda assim, Dilma Rousseff foi derrotada em São Paulo por José Serra ─ no primeiro turno e no segundo. A busca obsessiva da revanche prejudica a visão. Lula acha que, imitando um pitbull, vai conseguir o que não conseguiu usando sem pudores nem limites os poderes presidenciais.
Por enquanto, as mordidas do comandante só fizeram estragos em canelas companheiras. Para impor a candidatura de Haddad, por exemplo, Lula aposentou grosseiramente Marta Suplicy. A mordida na canela da senadora afastou da campanha do PT a ex-prefeita que, em setembro de 2011, liderava as pesquisas com 29% das intenções de voto. Para fechar o acordo com Maluf, esqueceu que alegara problemas médicos para não aparecer na celebração da parceria com o PSB. A mordida na canela de Luiza Erundina deixou o candidato a prefeito sem vice. Em vez de uma ex-prefeita, Haddad terá como companheira de chapa uma certa Nádia Campeão, comunista do Brasil.
“Eu não sei morder canela”, comunicou nesta quinta-feira, de passagem por Belo Horizonte, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. “Não acho apropriado para um ser humano”. Ao saber o que disse FHC, sigla que está para o SuperLula como a kriptonita verde para o Super-Homem, o alvo da ironia vai provavelmente arreganhar os dentes. Haddad que se cuide. Se continuar mordendo assim, o padrinho pode liquidar a candidatura do afilhado ainda no primeiro turno.
Se não lhes faltassem juízo e coragem, os Altos Companheiros tratariam de acorrentá-lo no quintal assim que começasse outro rosnado. Além de encomendar pesquisas amigas aos comerciantes de estatísticas, o que lhes resta-lhe é rezar pela volta do faro que desapareceu. Talvez acabem descobrindo que nunca existiu.
POR AUGUSTO NUNES
REV VEJA

CACHOEIRA: Andressa está subindo pelas paredes.

MTB dançou de novo. 15 milhões jogados fora.

ABRE O BICO CACHOEIRA. ANDRESSA TÁ LARGADINHA.

Decisão do STF mantém Carlinhos Cachoeira preso
Joaquim Barbosa arquivou o habeas corpus movido pela defesa

VANNILDO MENDES


agenciaEstadoBRASÍLIA - Acusado de comandar uma rede de corrupção e exploração de jogos ilegais, desmantelada em 29 de fevereiro pela operação Monte Carlo, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, continuará preso à disposição da Justiça. Em despacho proferido nesta quinta-feira, 28, à noite, o ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal (STF), arquivou o habeas corpus movido pela defesa, rejeitando em consequência o pedido de liminar para libertação do contraventor.
Na petição, a defesa alegou que Cachoeira é alvo de constrangimento ilegal e mantido preso por tempo exagerado. Ele está detido há 120 dias, embora não tenha sido julgado. Os advogados pediram a restituição do habeas corpus, concedido há duas semanas pelo desembargador Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), cassada pelo ministro Gilson Dipp, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Tourinho havia dado ao contraventor isonomia com outros réus, como José Olímpio Queiroga, presos na mesma operação e já libertados.
Barbosa considerou, porém, que as situações dos réus são distintas pois, conforme os autos do processo criminal, que corre na 11ª Vara Federal de Goiás, Cachoeira tinha "peculiaríssimas atribuições" na organização criminosa. No decreto da prisão preventiva, ele é apontado pelos demais membros da quadrilha como "o homem", ou "o chefe" por ser o cérebro da organização criminosa. Segundo o ministro, "circunstâncias fáticas e condições pessoais" diferenciam Cachoeira dos demais réus.
DO GENTE DECENTE

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Servidores ameaçam greve geral se Dilma mantiver resistência a reajuste

Marta Salomon e Lisandra Paraguassu - O Estado de S. Paulo
BRASÍLIA - A insatisfação dos servidores públicos com a intransigência da presidente Dilma Rousseff em conceder reajustes salariais, diante do cenário de crise econômica internacional, aumentou o risco de o governo enfrentar uma greve geral do funcionalismo. O último movimento grevista importante no Brasil ocorreu ainda no primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em reunião encerrada nesta quinta-feira, 28, à noite, servidores das dez agências reguladoras declararam-se em estado de greve a partir de segunda-feira. A maioria das categorias já paradas ou com indicativo de greve quer correção dos salários em 2013.
Personagem das mobilizações, o secretário-geral da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), Josemilton Costa, avalia que cerca de 300 mil servidores já cruzaram os braços. A greve, segundo ele, pode alcançar 500 mil servidores. "A construção é a greve geral", adiantou.
A Condsef é filiada à Central Única dos Trabalhadores (CUT) - braço sindical do PT, que apoia a greve geral do funcionalismo.
"O governo não consegue apresentar uma contraproposta, só faz protelar a discussão", criticou o diretor da CUT Pedro Arnengol. As categorias têm reivindicações diferentes, mas a maioria quer reajuste de 22% dos salários.
Os servidores têm ouvido que o governo terá uma resposta até 31 de agosto, prazo final para o envio ao Congresso da proposta de lei orçamentária de 2013.
Nesta quinta, a ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais) insistiu que não haverá aumentos de salário para o funcionalismo neste ano. "Se as greves forem mantidas, vão gerar um impasse sem eficiência e sem eficácia. Não há possibilidade, principalmente em um momento de crise, de executar novas despesas não previstas", afirmou a ministra.
A colega do Planejamento, Miriam Belchior, encarregada de negociar com os servidores, optou por não se manifestar. Sua assessoria informou que o processo de negociação está em curso e não há data para a apresentação de uma contraproposta.
O ministério informou ainda não ter um mapa da dimensão do movimento grevista. Nesta quinta, houve uma nova manifestação em frente ao prédio do Planejamento. O ato reuniu representantes de 22 categorias de servidores públicos.
"O governo mais uma vez protelou", destacou o presidente do Sindicato Nacional dos Servidores das Agências Nacionais de Regulação (Sinagências), João Maria Medeiros de Oliveira, após a plenária concluída quinta à noite. Nela, a categoria que reúne 7 mil funcionários, resolveu parar a partir do dia 17, por tempo indeterminado, se a negociação não avançar até lá. Além das dez agências reguladoras, que tratam de vigilância sanitária, petróleo, aviação civil e energia elétrica, por exemplo, também aderiu ao movimento do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), que cuida das autorizações de pesquisa e lavra no País.
Professores. A greve mais longa em curso é a dos professores universitários, parados há 43 dias. Segundo balanço dos sindicatos, das 59 universidades, 56 estão paradas. Dos 38 Institutos Federais de Educação, 36 também aderiram à greve. Os professores pedem, entre outras coisas, aumento do piso salarial para R$ 2.329,35 para 20 horas semanais de trabalho. Hoje, o valor é de R$ 1.597,92.
Nesse período, houve apenas uma reunião com o governo. Uma segunda reunião de negociação, marcada para 18 de junho, foi desmarcada pelo Ministério do Planejamento.
Nesse mesmo dia, os auditores fiscais da Receita Federal - que integram as categorias com salários mais altos no serviço público iniciaram uma operação-padrão por reposição salarial de 30,18%. A partir de 1º de agosto, os auditores poderão parar.
A Polícia Federal, outra integrante do grupo de servidores com salários mais altos, também discute cruzar os braços. "Decidimos que não vamos mais participar de reuniões para marcar mais uma reunião. Já apresentamos o que queremos, o Planejamento reconhece os nossos pleitos, mas não apresenta uma forma para resolver", disse Jonas Leal, presidente do Sindicato dos Policiais Federais (Sindipol).
Num movimento inédito, funcionários do Ministério de Relações Exteriores também entraram em greve há dez dias. O sindicato contabiliza a adesão em 129 embaixadas, consulados ou postos de representação no exterior. Nesta quinta, representantes da categoria foram recebidos no Ministério do Planejamento, mas não há sinal de volta ao trabalho.

Ministro do STF nega pedido de soltura de Cachoeira

Fabiano Costa Do G1, em Brasília
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O bicheiro Carlinhos Cachoeira, durante sessão da CPI nesta terça (Foto: Lia de Paula/Agência Senado)O bicheiro Carlinhos Cachoeira, durante sessão da
CPI em maio (Foto: Lia de Paula/Agência Senado)
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa arquivou nesta quinta-feira (28) pedido de soltura apresentado pela defesa do bicheiro Carlinhos Cachoeira. Os advogados do contraventor tentavam reverter decisão que cassou habeas corpus que beneficiava o goiano. Cachoeira foi preso em 29 de fevereiro, sob acusação de explorar jogos ilegais e corrupção.
Na última quinta-feira (21), o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Gilson Dipp havia suspendido os efeitos de uma liminar concedida pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) que determinava a liberdade do bicheiro. No entanto, Cachoeira não foi solto porque havia outro mandado de prisão contra ele.
O desembargador Tourinho Neto, relator do processo no TRF-1, havia estendido para Cachoeira o benefício de um habeas impetrado pela defesa de José Olímpio de Queiroga Neto, suspeito de integrar a organização criminosa que operava jogos ilegais em Goiás. Após a decisão, o MPF ingressou com uma reclamação no STJ para tentar reverter a ordem de soltura.
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Barbosa sequer chegou a analisar o mérito da solicitação da defesa do bicheiro. O ministro invocou um argumento técnico para desconsiderar o recurso impetrado pelos advogados. Em seu despacho, o magistrado argumentou que uma súmula do Supremo impede a apreciação de habeas quando o mérito do pedido ainda não foi julgado por uma corte inferior.
O ministro também afirmou no documento que, mesmo que não houvesse o impedimento técnico, "melhor sorte não adviria à impetração". Segundo Barbosa, Dipp considerou que a decisão de Tourinho de estender a Cachoeira os efeitos da liminar concedida a outro acusado havia se baseado em "argumentos opostos" aos adotados pela Sexta Turma do STJ no julgamento do habeas impetrado a favor do contraventor.
Apesar da ordem de Tourinho para soltar o contraventor, Cachoeira foi mantido preso em razão de um segundo mandado de prisão contra ele referente à Operação Saint-Michel, que investigou a atuação da quadrilha goiana no Distrito Federal.
A defesa do contraventor tentou derrubar essa ordem de prisão, porém, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF) negou a soltura do contraventor no dia 21. Na quarta (27), Dipp avalizou o entendimento da Justiça do DF e manteve a prisão.

TSE decide que ‘contas-sujas’ poderão ser candidatos

BRASÍLIA - Com o voto decisivo do ministro Dias Toffolli, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu ontem por 4 x 3 que quem tem contas eleitorais sujas poderá ser candidato nas eleições municipais deste ano. De acordo com estimativa do TSE, cerca de 21 mil políticos integram o cadastro da Justiça Eleitoral de contas rejeitadas.
O veto aos chamados contas sujas estava previsto em instrução baixada pelo próprio tribunal em março passado. A norma impedia de concorrer ao pleito os candidatos que não conseguiram ter aprovadas, pela Justiça eleitoral, as prestações de contas de campanhas anteriores. O pedido de reconsideração da instrução foi feito pelo PT, com o aval posterior de outros 17 partidos.
A votação, que começou na última terça-feira, estava empatada em 3 X 3 e foi suspensa com pedido de vista do ministro Dias Toffoli, que, além de integrar o TSE, é ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Nesta quinta-feira, 28, ele deu o voto decisivo, ficando vencidos os ministros Nancy Andrighi, relatora do processo, Carmen Lúcia Rocha e Marco Aurélio Mello, estes dois últimos também do STF.
Toffoli seguiu a tese dos ministros Henrique Neves, Gilson Dipp e Arnaldo Versiani, para os quais, basta ao candidato a apresentação das contas para obtenção da quitação eleitoral. Dipp explicou que as consequências da rejeição das contas estão previstas na Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições). O artigo 30-A da norma estabelece que cabe ao Ministério Público verificar se é ou não caso de gasto ilícito e apresentar denúncia perante a Justiça Eleitoral.
"Todas essas questões serão examinadas pelo Ministério Público. Se houver um grave ilícito na prestação de contas, o Ministério Público ajuizará a ação e essa sim é capaz de chegar à inelegibilidade do candidato", disse o ministro.
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Em março, o TSE mudou uma interpretação que estabelecia como condição para o registro de candidaturas apenas a apresentação das contas, e não a necessidade de que tenham sido aprovadas. Após as eleições, todos os candidatos têm de prestar contas sobre gastos e arrecadações da campanha.
"Quem não tiver quitação eleitoral (conta aprovada), não terá o registro (da candidatura)", resumiu na ocasião o então presidente da Corte, Ricardo Lewandowski.
A restrição derrubada ontem após o recuo do TSE se somaria à da Lei da Ficha Limpa, que impede a candidatura de condenados por órgãos colegiados e de políticos que renunciam para evitar processos de cassação, chancelada em fevereiro pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Os partidos alegaram que a decisão anterior da Corte ignorava o prazo da anualidade, pela qual a legislação eleitoral deve ser adotada pelo menos um ano antes do pleito.
Na representação ao TSE, o PT afirmou que a lei em vigor, de 2009, entende como quitação eleitoral a apresentação das contas, "afastando, pois, de modo definitivo, a exigência de julgamento do mérito". "Estar quite é apresentar a prestação de contas", insistiu o partido, que ontem, junto com as demais legendas, viu a tese ser vitoriosa com o recuo dos ministros do TSE.

Bovespa recua 0,86%; OGX, de Eike Batista, amarga nova perda, de – 19,20%

Texto de Alessandra Taraborelli, da Agência Estado
São Paulo – A baixa expectativa em relação à cúpula da União Europeia, dados ruins na Europa e pouco convincentes nos EUA derrubaram as bolsas ao redor do mundo e, por aqui, não foi diferente. Assim, a Bovespa amargou mais um dia de queda. Para ajudar, fatores domésticos – Vale, OGX e Moody’s – contribuíram para o índice perder mais um patamar e voltar para os 52 mil pontos. Já a Petrobrás foi na contramão e hoje fez o papel da “mocinha”, ao subir e impedir um recuo maior da Bolsa.
Com isso, o Ibovespa encerrou esta quinta-feira em queda de 0,86%, aos 52.652,25 pontos. Na mínima, o índice atingiu 52.271 pontos (-1,58%) e, na máxima, 53.306 pontos (+0,37%). No mês, registra perda de 3,37% e, no ano, cai 7,23%. Já no trimestre até hoje, a queda é de 18,38%. O giro financeiro ficou em 5,735 bilhões. Os dados são preliminares
Segundo um experiente profissional, ao contrário do que costuma acontecer no final do mês, nesta semana não houve nenhuma força do mercado para tentar puxar a Bolsa para cima. “A aversão ao risco impediu qualquer tipo de recuperação”, disse a fonte. Outro operador dúvida que a Bolsa terá força para reverter este cenário amanhã, último dia útil do mês. “Tem amanhã para tentar dar uma maquiada em alguns papéis, mas tem papel que nem botox resolve”, brinca o operador em referência à forte queda que algumas ações acumulam no período.
Hoje, mais uma vez, a OGX foi o destaque negativo do índice, ao afundar mais 19,20%. Ontem a ação já havia caído mais de 25%, refletindo a decepção dos investidores com a baixa estimativa de produção do campo de Tubarão Azul. Ruim para uns, bom para outros. Se o dia foi terrível para a OGX, o mesmo não dá para falar de Petrobrás e HRT, que se beneficiaram com a perda da OGX. Os investidores estão se desfazendo de OGX e migrando para outros papéis do setor petrolífero. Petrobrás ON subiu 0,33% e a PN, +0,34%. Já HRT ON ganhou 4,15%.
Já a Vale e os bancos se mantiveram em campo negativo. Vale ON caiu 1,18% e PNA, -1,31%. No caso dos bancos, a queda é atribuída ao rebaixamento do rating de solidez financeira de oito instituições, anunciado ontem a noite pela agência de classificação de risco Moody’s. A agência justificou dizendo que não foi um rebaixamento, mas, sim, um reenquadramento das notas atribuídas às instituições financeiras em nível mundial (ver matéria às 16h01). Bradesco PN (-0,81%), Itaú Unibanco PN (-0,95%), Banco do Brasil ON (-0,21%) e units do Santander (-0,52%).
No exterior, o primeiro dia da reunião de cúpula da União Europeia ficou dentro do esperado pelo mercado, ou seja, não trouxe nada de novo. No entanto, uma cópia do documento preliminar do encontro mostra a aprovação do pacote de 120 bilhões de euros, incluindo uma injeção de 10 bilhões de euros no Banco Europeu de Investimento (BEI).
Em Nova York, o índice Dow Jones perdeu 0,20%, o S&P 500 recuou 0,21% e o Nasdaq apresentou declínio de 0,90%.