sábado, 11 de julho de 2020

Lula seria o ideal para o MEC


sexta-feira, 10 de julho de 2020

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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A maioria esmagadora de ejaculadores precoces que só lê o título e emite opinião abalizada sem ler e interpretar a matéria vai ficar pt da vida comigo. O maravilhoso mundo da Internet é assim mesmo. Mas a tese é invencível e inegável: Lula seria o ideal para o MEC.
Não importa quem o Presidente Jair Bolsonaro nomeará Ministro da Educação. Dificilmente, o novo titular do MEC conseguirá fazer o que precisa ser feito. A demanda brasileira exige prioridade máxima para o ensino de qualidade a partir da pré-escola. O ensino básico também deveria ser a estrela máxima, em articulação direta com os municípios, e não por mera interferência estatal, com determinações de cima para baixo, de Brasília para o resto do País.
O ideal tem pouca chance de se tornar realidade. A única alternativa para o correto acontecer seria a extinção do MEC. Além desta proposta ser muito ousada, a Turma do Mecanismo jamais deixaria a extinção acontecer. O MEC é o setor mais aparelhado ideologicamente de todo o Governo Federal. Além da hegemonia esquerdista, a pasta é um dos maiores orçamentos da União. Sem cometer injustiça, não erra quem afirma que gasta-se muito, porém gasta-se mal. Alguém duvida que o ensino é de baixa qualidade no Brasil?
A Constituição vilã de 1988 consagra a lamentável farsa da “Educação” brasileira. Nela está sovieticamente definido que a Educação e a Saúde são deveres do Estado. Isto é um erro! Mera demagogia retórica. Educação é dever da sociedade, das famílias. Até porque o conceito correto de Educação é: Ensino de qualidade + formação moral familiar. Lamentavelmente, isso é mal praticado (ou nem praticado) no Brasil. E, para piorar, o MEC tem a pretensão de comandar a “Educação” no País. Pura mentira!
No modelo em vigor, o nome mais adequado para ministro da Educação é Luiz Inácio Lula da Silva. O ex-Presidente é o retrato fiel do sistema educacional tupiniquim. Por algum tempo, Lula se vangloriou de não ter estudado, mas ter chegado ao poder com sua esperteza. Depois, descobriu que ganhava mais posando de “vítima do sistema”. Tipo: Não estudou porque “não deixaram”. Apesar de não ter qualificação, ensino superior, Lula tem “Doutorado”. Tem vários diplomas de “Doutor Honoris Causa” concedido pela demagogia acadêmica nacional e transnacional. O MEC aparelhado pela esquerda teria o maior prazer de obedecer a um ministro tipo Lula. Pena que Bolsonaro não vai nomeá-lo.
O Presidente pode até ficar muito pt da vida com a crítica. Mas o Ministério da Educação foi um dos mais lamentáveis desempenhos da administração Jair Bolsonaro. Jogou-se mais tempo e recursos fora com uma batalha ideológica inútil – que não será vencida na prática. Narrativa x narrativa é igual a zero à esquerda. A única saída sensata seria ignorar a estrutura do MEC e botar a pré-escola e o ensino básico para funcionar, na parceria direta com as escolas – que deveriam ser transformadas em unidades de gestão transparente, com CNPJ.
O lockdown na pandemia impactou nosso modelo educacional. Falando francamente, demonstrou que tudo está muito errado. No Brasil, ainda confundimos Ensino à Distância com Distância do Ensino. Como temos uma Internet de merda (cara e ineficiente) temos imensa dificuldade de praticar uma Educação 4.0. Apesar dessa imperdoável deficiência estrutural, mesmo no esquema “meia-boca”, a garotada recebe “aulas virtuais”. Antes, muitos nem aula tinham, por falta de professor.
Fala sério... Se tivesse gestor de verdade no comando do MEC desde o primeiro dia da posse, Bolsonaro já devia ter posto a Telebrás para funcionar e focar na Internet de qualidade para as escolas públicas e privadas (a distinção entre uma e outra é burra, ideológica. Escola é escola!). As empresas de Telecomunicação também deveriam ser incentivadas a atender a esta prioridade educacional. Infelizmente, a  coisa ficou na promessa, no papo furado, na batalha inútil dos ministros contra o inimigo interno que não vai deixar de aparelhar o MEC – a não ser que o ministério fosse extinto.
Nomear Lula seria a saída para acabar de vez com o MEC. Pena que Bolsonaro não vai aproveitar a oportunidade, em meio à crise educacional permanente. Azar da infância e juventude do Brasil, condenada à ignorância. A rotina macabra segue plena. Vamos que não vamos...
Apesar de quem estiver no MEC, as escolas devem retomar com as aulas presenciais a partir de setembro, com a promessa de programas de recuperação e reforço de ensino, inclusive com o ensino à distância que ainda é, na realidade, a distância do ensino. Repito: vamos que não vamos...
Infelizmente, brasileiro apenas finge que aprende alguma coisa com a crise permanente. Na verdade, aprende nada. Repete erros ou recicla bobagens anteriores, como se fossem novidades. Insisto: Vamos que não vamos.
Protesto relevante

Neste link, há matéria acerca de 210 médicos catarinenses que entregaram
carta ao governo, tomando posição contra a estupidez importada da China
e fomentada pela coalizão do mal - é possível fazer o download da carta: