sexta-feira, 9 de março de 2012

TURMA DO MST DÁ UMA PAUSA PARA REFAZER ENERGIA NO McDONALD. NÃO TEM PREÇO VÊ-LOS NESTA FOTO EM FILA ORDEIRA PARA TER SEU McLANCHE FELIZ!

Entre uma e outra agitação, uma pausa para um McLanche Feliz...
Não tem preço ver a turma do MST/PT fazendo fila nesta loja no McDonald, logo o MST que costuma condenar essa extraordinária empresa global norte-americana que em passado recente foi atacada em várias partes do planeta pela bandalha esquerdista.
A foto chegou ao conhecimento do blog via FaceBook da atenta Solange Frota que não perdeu tempo e postou e já caiu em todas as redes sociais.
Com este calor nada como uma Coca-Cola bem gelada, um sundae e, para rebater, um McLanche Feliz... com a qualidade do McDonald que opera com ingredientes de primeira qualidade e oferece um ótimo atendimento à sua imensa clientela que agora inclui também até mesmo os bate-paus do MST.
DO ALUIZIO AMORIM

A foto da incoerência


Uma paradinha para saborear um hambúrguer no McDonald'S. Ué....Se odeiam os americanos, eles devem comer sanduiche de sardinha regado a tubaína, e nada de usar tênis da Nike. Olha a coerência, cambada!
MOVCC

“Cristianismo stalinista” do Mato Grosso pede a cassação do padre Paulo Ricardo. Entendi que seu pecado é ser católico demais! Cadê a solidariedade de Chalita?

Padre Paulo Ricardo - "Vermelhos" da Igreja tentam revestir ódio político de questão teológica para cassá-lo
Padre Paulo Ricardo - "Vermelhos" da Igreja tentam revestir ódio político de questão teológica para cassá-lo
O stalinismo, quando não mandava matar — às vezes depois de uma farsa judicial —, internava seus opositores em hospícios. Afinal, só os conspiradores e os loucos poderiam se opor a seus desígnios. É o que faz hoje um grupo de “católicos progressistas” — vocês sabem, a tal “Escatologia da Libertação” — de Cuiabá. A turma decretou que o padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior é louco e infeliz. Sendo assim, ele teria de ser afastado da Igreja.
Mas quem é Paulo Ricardo. Segue resumo do seu perfil que está no site da Canção Nova:
“Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior pertence ao clero da Arquidiocese de Cuiabá (Mato Grosso - Brasil), onde é atualmente Vigário Judicial. Nasceu no dia 7 de novembro de 1967 e foi ordenado sacerdote no dia 14 de junho de 1992, pelo Papa João Paulo II. É bacharel em teologia e mestre em direito canônico pela Pontifícia Universidade Gregoriana (Roma). Atualmente, leciona nos cursos de Filosofia e Teologia. Foi durante quinze anos reitor do Seminário Arquidiocesano de Cuiabá. Desde 2002, a Santa Sé o nomeou membro do Conselho Internacional de Catequese (Coincat), da Congregação para o Clero. É autor de diversos livros e apresenta semanalmente o programa “Oitavo Dia”, pela Rede Canção Nova de Televisão”
Ele tem sua própria página na Internet (aqui), onde diz o que pensa sobre os mais variados assuntos. Muito bem! Não concordo com tudo o que diz o padre Paulo Ricardo ou com alguns recursos retóricos ao qual apela. E daí? Mas tachá-lo de doido por quê? Eu respondo:
1- porque ele é um crítico severo do marxismo, muito especialmente, do que tomou conta da Igreja;
2 - porque combate o aborto com a dureza que cabe a um sacerdote fazê-lo;
3 - porque faz, sim, e não é o único, críticas a Concílio Vaticano II;|
4 - porque não demonstra grande simpatia pelo… PT!;
5 - porque critica o excesso de liberalidades a que se entregam alguns sacerdotes,
Não! Paulo Ricardo não é do tipo que se abraçaria a Fidel Castro, por exemplo.
É por isso que ele está sendo combatido. Os tais “progressistas” resolveram enviar uma carta asquerosa a autoridades católicas e religiosos em geral que deixaria Stálin morrendo de inveja. É um texto longo. Há trechos em negrito, destacados pelo site “Sentinela Católico”, que evidenciam quão piedosas são estas almas. Paulo Ricardo é chamado de “homem amargurado, fatigado, raivoso, compulsivo, profundamente infeliz e transtornado”. E dizem os signatários, hipocritamente, nutrir por ele, “como cristãos e como sacerdotes, um profundo sentimento de compaixão e misericórdia.” Vai ver é por isso que pedem, de maneira peremptória, que ele seja afastado de suas funções, já que exerceria “influência nefasta”,  ”dividindo o clero e o povo de Deus na arquidiocese de Cuiabá e no Regional Oeste II.” Também o querem longe do ensino e pedem seu afastamento do seminário.
Segundo esses valentes, padre Paulo Ricardo divide a Igreja. Eles só não disseram por que a não-divisão significaria a adesão a seus princípios. REITERO! Eu não concordo com todos os postulados do padre Paulo Ricardo, mas foi lendo a espantosa carta dos que o denuciam que entendi que não são as questões teológicas que levam seus detratores à luta para destruí-lo, mas os embates políticos e ideológicos. Ora vejam: ou se está de acordo com a esquerda católica — este fabuloso oximoro —, ou se é doido. Não conseguiram vencê-lo na teologia, então pedem que seja calado.
Há uma petição na Internet de apoio ao padre. Para maiores informações, clique aqui. A propósito: o hoje petistófilo Gabriel Chalita pescou boa parte do seu eleitorado na Canção Nova, no tempo em que não saía por aí tentando explicar o que Dilma realmente teria querido dizer quando se declarava favorável ao aborto. Chalita, este homem corajoso, não vai se solidarizar com o padre Paulo Ricardo?
Abaixo, segue a carta dos progressistas stalinistas incrustados na Igreja Católica. Que pena que eles não podem pedir que eu seja destituído de minhas funções sacerdotais, não é mesmo??? A carta segue em vermelho, claro!, em consonância com a ideologia que a inspira e com seu provável inspirador (vade retro!!!), se é que me entendem…
*
27 de fevereiro de 2012
Excelentíssimos e Reverendíssimos Senhores
Bispos, Padres e Povo de Deus
CNBB, ANP, /CNP, CRB, Regional Oeste II
Estado de Mato Grosso
Excelências Reverendíssimas, sacerdotes e povo de Deus
Consternados dirigimo-nos aos senhores para levar a público nossos sentimentos de compaixão e constrangimento com relação ao nosso co-irmão no sacerdócio, Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior, do clero arquidiocesano de CuiabáO que nos move é nosso desejo de comunhão, unidade, amor à Igreja e ao sacerdócio e a busca de verdadeira justiça, reconciliação e perdão.
Diante de um homem amargurado, fatigado, raivoso, compulsivo, profundamente infeliz e transtornado toma-nos, como cristãos e como sacerdotes, um profundo sentimento de compaixão e misericórdia. Diante de suas reiteradas investidas contra o Concílio vaticano II, contra a CNBB e, sobretudo, contra seus irmãos no sacerdócio invade-nos um profundo sentimento de constrangimento e dor pelas ofensas, calúnias, injúrias, difamação de caráter e conseqüentes danos morais que ele desfere publicamente e através dos diversos meios de comunicação contra nós, sacerdotes e bispos empenhados plenamente na construção do Reino de Deus.
Exporemos aqui estas duas questões com o máximo possível de objetividade na esperança que esta carta aberta seja acolhida com o mesmo espírito com que foi redigida e, mais ainda, na esperança de que encontraremos, com a intervenção segura e consciente de nosso querido Dom Milton Antônio dos Santos, arcebispo de Cuiabá, uma solução definitiva para esta questão e que seja sempre para a maior glória do Reino de Deus e para retomarmos o bom caminho.
Somos padres diocesanos e religiosos da Arquidiocese de Cuiabá e das demais dioceses do estado de Mato Grosso. Há décadas, dedicamo-nos, todos nós, com afinco, zelo e dedicação apostólica à instrução do povo nos caminhos do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo. Portanto, não merecemos as calúnias, injúrias e difamação de caráter que Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior desfere contra nós.
Vinde e Vede 2012
Há vinte e seis anos a Arquidiocese de Cuiabá organiza, patrocina e realiza, no período do carnaval, uma grande concentração religiosa, de massa, denominada “Vinde e Vede”. A este encontro acorrem milhares de pessoas do país inteiro, mas particularmente das paróquias da Arquidiocese de Cuiabá e dioceses vizinhas. Entre momentos festivos e momentos celebrativos, o encontro é também agraciado com oradores sacros dos mais diversos nortes do país. Entre estes oradores está também Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior, homem de verbo fácil, de muitos artifícios oratórios e também de muitas falácias e sofismas. Suas pregações sempre derrapam para denúncias injuriosas e caluniosas contra os bispos, os padres e o povo de Deus em geral. Com o advento das novas tecnologias da comunicação adotadas com maestria pelos organizadores deste grande evento, as lástimas de Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior ressoam em todo o mundo.
Leiam com paciência. Transcreveremos aqui parte de sua palestra proferida na última edição do “Vinde e Vede”. Intitulada “Totus tuus, Maria!”
“O espírito mundano entrou dentro da Igreja. E entrou onde? Entrou o espírito mundano de que jeito dentro da Igreja? Pelos leigos? Entrou o espírito mundano de que jeito dentro da Igreja? Foi nos catequistas? Foi (sic) os ministros da comunhão? Foi através dos cenáculos do Movimento Sacerdotal Mariano que entrou o espírito mundano dentro da Igreja? NÃO! Nossa Senhora diz como foi que o espírito mundano entrou dentro da Igreja: ‘quantas são as vidas sacerdotais e religiosas que se tornaram áridas pelo secularismo que as possui completamente’. Deixa eu explicar o que Nossa Senhora está dizendo porque às vezes Nossa Senhora fala na linguagem que a gente não entende. Gente, ela tá falando de padres. Vidas sacerdotais aqui é PADRE! Quantos padres foram tomados COM-PLE-TA-MEN-TE pelo espírito do mundão. Tá entendendo? Caíram no mundão, no mundo. Ela fala espírito do secularismo. Quer dizer que estão no mundão, tão na festança, tão no pecado. Não querem mais ser padres. Querem ser boy. Querem tar na moda. Tá entendendo? Querem ser iguais a todo mundo. Padre que quer ser igual ao mundo! É isto que Nossa Senhora tá falando! O espírito… Vejam: Nossa Senhora está dizendo que a Igreja tá sofrendo um calvário. E por quê? Porque entrou dentro da Igreja o espírito do mundo. E entrou como? Entrou por causa de padre! Por causa de padre que não é padre! Por causa de padre que não honra a batina porque, aliás, nem usa a batina! (aplausos). ‘a fé se apagou em muitas delas.’ Deixa eu falar aqui claro pra vocês porque Nossa Senhora fala mas ocê num entende. A fé se apagou em muitas vidas sacerdotais, deixa eu dizer em português claro pra vocês. Tem padre que deixou de ter fé. É isso que Nossa Senhora tá dizendo. Está dizendo isto no dia em que o Papa João Paulo II estava aqui em Cuiabá. ‘A fé se apagou em muitos padres por causa dos erros que são sempre mais ensinados e seguidos. A vida da graça já está sepultada pelos pecados que se praticam, se justificam e não são mais confessados.’ O que que Nossa Senhora ta dizendo? Vamos trocar em miúdos aqui! Nossa Senhora está dizendo que a vida da graça de muitos padres - o padre tem que viver uma vida da graça. A vida da graça de muitos padres está SE-PUL-TA-DA! Posso dizer mais claro? Morreu! A vida da graça de padres pode morrer também. Como? Nossa Senhora diz: ‘pelos pecados’. Os pecados que praticam, aí depois que eles praticam, justificam: Não… não é pecado. Antigamente é que era pecado, agora não é mais pecado. (com ar de deboche). Entendeu? Nós temos que ser, nós temos que mostrar pra o mundo que a Igreja tem um rosto aberto, que a igreja está aberta pro mundo. Aí lá vai o padre pular carnaval, no meio de mulher pelada. Aí lá vai o padre fazer festa na arruaça, beber, encher a cara até cair. Pra dizer o quê? Ahh, o mundo… eu tenho que pregar o evangelho pro povo, pros jovens… O jovem tem que acreditar na Igreja, então eu tenho que ir lá, eu tenho que ficar junto com o jovem. Eu tenho que viver a vida que todo mundo vive. Gente, eu não sou melhor do que ninguém e Deus sabe os meus pecados [...]“.
Pobre em espírito e conteúdo, esta palestra escamoteia um texto não oficial, escrito pelo fundador e personalidade maior do Movimento Sacerdotal Mariano, Padre Stefano Gobbi. Lembremos apenas as palavras do Papa Bento XVI na exortação apostólica Verbum Domini: [...] “a aprovação eclesiástica de uma revelação privada indica essencialmente que a respectiva mensagem não contém nada que contradiga a fé e os bons costumes; é lícito torná-la pública, e os fiéis são autorizados a prestar-lhe de forma prudente a sua adesão. [...] É uma ajuda, que é oferecida, mas da qual não é obrigatório fazer uso.” (Verbum Domini, n. 14).
É desastrosa e danosa à reputação de milhares de sacerdotes à “tradução” e “interpretação” que padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior dá às supostas palavras de Nossa Senhora ao Padre Stefano Gobbi.
Ainda Bento XVI, por ocasião da Conferência de Aparecida nos advertia: “Não resistiria aos embates do tempo uma fé católica reduzida a uma bagagem, a um elenco de algumas normas e de proibições, a práticas de devoções fragmentadas, a adesões seletivas e parciais da verdade da fé, a uma participação ocasional em alguns sacramentos, à repetição de princípios doutrinais, a moralismos brandos ou crispados que não convertem a vida dos batizados. Nossa maior ameaça é o medíocre pragmatismo da vida cotidiana da Igreja, no qual, aparentemente, tudo procede com normalidade, mas na verdade a fé vai se desgastando e degenerando em mesquinhez” [...]. (DAp. N. 12).
O moralismo crispado e falso de Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior reduz a rica tradição da Igreja a um pequeno número de normas e restrições, com uma verdadeira obsessão de traços patológicos pelo uso da batina, fato que provocou recentemente um grande desgaste ao clero e ao povo da Arquidiocese de Cuiabá e volta a provocar agora, na 26ª edição do “Vinde e Vede”.
Interpreta ele erroneamente o Cânon 284 do Código de Direito Canônico (do qual se diz mestre) - “os clérigos usem hábito eclesiástico conveniente, de acordo com as normas dadas pela Conferência dos Bispos e com os legítimos costumes locais.” - e também as normas estabelecidas pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil que observam: “nas determinações concretas, porém, devem levar-se em conta a diversidade das pessoas, dos lugares e dos tempos.”
Colocando-se talvez no lugar de Deus, Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior julga e condena inúmeros irmãos no sacerdócio que levam vida ilibada e que são reconhecidamente compromissados com o Evangelho, com a Igreja e com o Reino de Deus. Ele espalha discórdia e divisões desnecessárias e prejudiciais ao crescimento espiritual do clero e do povo de Deus. De forma indireta, condena nosso arcebispo emérito Dom Bonifácio Piccinini e nosso atual arcebispo, Dom Milton Antônio dos Santos. Ambos, dedicados inteiramente, com generosidade e abnegação ao Reino de Deus e à Igreja, não usam batina, como observou em junho passado uma fiel leiga presente a uma dessas contendas levadas a cabo por Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior e seus sequazes.
Ademais, o uso que ele faz da batina é puramente ideológico. Não a usa como veste, pois não a usa sempre. Usa-a apenas como instrumento de ataque àqueles que elegeu como seus desafetos. Essencial seria ele perguntar-se a si mesmo: “o que quero esconder ou o que quero mostrar com o uso da batina?” Não somos contra o uso da batina. Entendemos que identidade sacerdotal, bem construída, se expressa no testemunho pessoal e nas obras apostólicas e não na batina. Somos contra o uso ideológico que se faz dela e a condenação daqueles que “levam em conta a diversidade das pessoas, dos lugares e dos tempos.”
Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior: uma pessoa controversa
Muitos dos problemas enfrentados pela Arquidiocese de Cuiabá têm origem, continuação e fim na pessoa do Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior, dono de uma personalidade no mínimo controversa.
Apesar de todos os esforços de nosso querido Dom Milton Antônio dos Santos em busca da unidade, pouco se tem alcançado. Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior continua exercendo sua influência nefasta e dividindo o clero e o povo de Deus na arquidiocese de Cuiabá e no Regional Oeste II. E, mais importante, no SEDAC e nos seminaristas de todos os seminários do estado de Mato Groso.
Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior ultrapassa os limites do fanatismo quando se trata de questões teológicas, eclesiais e pastorais. Não é um teólogo e nunca foi um homem de pastoral. É apenas um polêmico, capaz de julgar e condenar a todos que não se submetem aos seus ditames e interesses de carreira.
Guardião de ortodoxias e censor de plantão, Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior costuma ser pouco honesto. Honestidade intelectual é proceder com humildade, modéstia, cautela nas críticas, observou recentemente o Papa Bento XVI em homilia ao clero da Diocese de Roma. A impetuosidade e o açodamento característicos da personalidade do Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior terminam por levá-lo a pecar contra a objetividade. Condena antes de saber de que se trata. Tem mais faro que inteligência, mais instinto que razão, mais paixão que serenidade, mais zelo doentio que honestidade.
Por ocasião da campanha eleitoral para a presidência da república, enfurnou-se em um cordão de calúnias, ameaças e difamação contra candidatos, contra o povo e contra a própria CNBB. A coisa se agravou a tal ponto que o arcebispo de Cuiabá teve que publicar uma carta proibindo o uso da missa e do sermão para campanhas político-partidárias.
Na mesma ocasião, Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior publicou na rede mundial de computadores uma carta difamatória contra os bispos, chamando-os de cachorros. “Cachorros que latem, mas não mordem.” A atitude de Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior deixou muitos bispos do Regional Oeste II profundamente consternados.
Ultimamente, tem difamado a CNBB, os bispos do Brasil e o Concílio Vaticano II na rede de TV Canção Nova. Este fato foi denunciado na última Assembléia Geral da CNBB.
Não obstante os já mencionados esforços de nosso arcebispo em busca da unidade, nossa Arquidiocese se aprofunda mais e mais em divisões, inúteis, desnecessárias e nocivas ao crescimento humano e espiritual da parcela do povo de Deus que nos foi confiada.
Solicitamos, portanto, de Vossas Excelências Reverendíssimas que Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior seja imediatamente afastado das atividades de magistério no Sedac e das demais atividades por ele desenvolvidas nas diversas instituições formativas sediadas na Arquidiocese e fora dela tais como direção espiritual de seminaristas, palestras, conferências e celebrações, pois não tem saúde mental para ser formador de futuros presbíteros. Pedimos também que seja afastado de todos os meios de comunicação social em todo e qualquer suporte, isto é, meios eletrônicos, meios impressos, mídias sociais e rede mundial de computadores.
Pedindo a bênção de Vossas Excelências Reverendíssimas, despedimo-nos com o coração cheio de esperança de que muito em breve será encontrada uma solução para esta constrangedora situação que tem se consolidado em nossa Arquidiocese.
Por Reinaldo Azevedo
REV VEJA

Tratamento de ralé.

HUMILHAÇÃO!
Este o termo correto.
E posso dizer? Usamericano estão corretíssimos.
Como privilegiar quem lhe chuta o traseiro sempre que pode?

BEM FEITO.

Dilma será recebida por Obama sem honras de visita de Estado
Casa Branca argumentou não conceder esse tratamento a nenhum visitante neste ano eleitoral no país

Denise Chrispim Marin, correspondente em Washington

A visita da presidente Dilma Rousseff à Casa Branca, no dia 9 de abril, vai estampar a dificuldade de os Estados Unidos qualificarem o Brasil como um parceiro, como China e Índia, e aprofundarem as relações bilaterais. À líder brasileira não será dispensado o grau de atenção e de honra de uma visitante de Estado. Por falta de outros tópicos mais encorpados, sua agenda positiva com o presidente americano, Barack Obama, terá como ponto principal o envio de estudantes brasileiros aos EUA. A negativa estará marcada pelas divergência sobre Síria e Irã e por imbróglios comerciais.
A visita de Estado pode ser realizada apenas uma vez a cada país durante o mandato presidencial e prevê encontros do líder nas sedes do Executivo, do Legislativo e do Judiciário. Assim foi recebido em Brasília o presidente americano, Barack Obama, em março de 2011. Ao declinar essa atenção especial a Dilma Rousseff, a Casa Branca argumentou não conceder esse tratamento a nenhum visitante neste ano eleitoral no país. No próximo dia 13, entretanto, Obama receberá o primeiro-ministro britânico, David Cameron, em visita de Estado e com direito a banquete de gala.
A comparação entre Brasil e Reino Unido, um aliado americano na coalizão em guerra no Afeganistão e na Otan (Organizacão do Tratado do Atlântico Norte), pode ser exagerada. Mas a Casa Branca recebeu o presidente da China, Hu Jintao, em janeiro de 2011, e o primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, em novembro de 2009, em visitas de Estado. Segundo Mike Hammer, secretário assistente de Estado para Relações Públicas, "não há resistência por parte dos EUA em aprofundar e ampliar as relações com o Brasil". Questionado se a resistência estaria no lado brasileiro, ele se esquivou. "Isso você tem de perguntar para os brasileiros", afirmou na última quinta-feira, 8, durante entrevista coletiva em espanhol.
Segundo Hammer, Síria e Irã serão temas abordados durante a visita. Há duas semanas, ele afirmara ser de interesse do governo americano ouvir o Brasil sobre a questão nuclear do Irã. Anteontem, indicou ser importante para Washington agregar o País a seu movimento internacional para forçar a renúncia do presidente sírio, Bashar al-Assad, apoiar a oposição e dar assistência humanitária. "Queríamos ver o Brasil trabalhando conosco e com outros países para nos ajudar a pressionar al-Assad", afirmou.
No âmbito bilateral, o recente cancelamento da compra de 20 SuperTucanos pelas Forças Armadas americanas, dois meses depois do anúncio da vitória da Embraer, trouxe um elemento de desconforto para as iniciativas de ambos os governos de estimular o comércio e os investimentos de lado a lado. A demora dos EUA em autorizar a importação de carne maturada do Brasil cria outra zona de atrito. Esse compromisso tinha sido uma das contrapartidas americanas para evitar a adoção de retaliações do Brasil, com base na controvérsia sobre os subsídios ao algodão.
Sem temas de impacto a serem fechados durante a visita, ambos os lados estão se esquivando de termos como o "relançamento das relações bilaterais" ou a "parceria Brasil-EUA". Mesmo a ambição americana de ver no Brasil um futuro fornecedor seguro de petróleo esbarra na resistência brasileira em exportar combustível bruto de suas reservas do pré-sal. O etanol, nos EUA, perdeu relevância com o impulso do governo Obama à fabricação de carros elétricos - em vez de veículos movidos a álcool, mesmo o de milho.
Nesse contexto, a educação tornou-se única área de possível estreitamento das relações bilaterais. O governo americano vê no Ciência sem Fronteira, programa do Ministério da Educacão que permitirá o envio de 12 mil estudantes brasileiros às melhores universidades do exterior, como uma iniciativa tão impactante na sociedade e na economia brasileira, no futuro, quanto a criação da Petrobras, da Embrapa e do BNDES, no passado. Os EUA querem receber boa parte desse universo.
DO GENTE DECENTE

Tiririca candidato. Especialistas dizem que pode chegar a 20% dos votos.

Certamente que o lançamento da candidatura  do Deturpado Tiririca à prefeitura de São paulo foi um balão de ensaio que o PR soltou para sentir a repercussão que essa insanidade daria na opinião pública.
E pelo que parece a situação é mesmo preocupante. Tiririca pode chegar a 20% dos eleitores, e isso tira certamente votos principalmente do PT, onde tem a maior parcela de eleitores analfabetos de São Paulo.
É certo que o cacique do PR o abjeto Valdemar da Costa Neto, largou a candidatura do palhação para se vingar pela perda que o partido teve no bolo ministerial quando sentaram o pé no rabo do Alfredo Nascimento, para quem lembra, o segundo sinistro do DESgoverno das Ratazanas Vermelhas a perder a boquinha por denuncias de maracutaias. E com o Nascimento caiu uma corriola inteira de bandoleiros do PR que estavam empilhados no DNIT apenas para ...roubar. 
E com essas mudanças certamente que o PR perdeu seu fluxo de caixa dois, e como o PT é um ajuntamento de bandidos, quando um da quadrilha cai os outros se afastam, e o ministério dos transportes perdeu prestígio e rentabilidade, além é claro do apoio dos PTralhas. 
A cúpula do PR lança Tiririca com a intenção de chantagear o PT de SP. A invenção do Sebento, o tal ENEMHADDAD, não consegue subir nas pesquisas, o Sebento na base do vai não vai para a casa do caraleo, não pode subir em palanques para fazer comícios movidos a muitas cusparadas na cara do povão que vai prestigiar em troca de tubaína e sandubas de mortadela. 
E com a entrada do Serra na disputa, e já com quase 40% das intenções de votos, é chegada a hora do nanico locador PR colocar o todo poderoso PT na parede, e as Ratazanas Vermelhas terão que arriar as calças e mostrar a bunda para Costa Neto. Que certamente e raposamente como é, vai enfiar até as bolas no rabicó dos PTralhas em busca de cargos, ou alguns beneficio$ pe$$oai$ em nome do partido.
E analisando pelo lado de eleitor, vemos que em toda essa movimentação em busca da prefeitura de SP, o que MENOS importa são os programas políticos, a ideologia e acima de tudo, a população. Estão lá brigando feito hienas na carniça em busca de DINHEIRO, apenas isso, não é o cargo de prefeito que interessa, o que vale é todo benefício que o PR poderá tirar do PT ao aliar a ele e retirar a candidatura do Tiririca. E o PT por sua vez ajoelhado diante do anão de pires nas mãos pensando no seu projeto de poder, onde SP, tanto o estado, quanto a cidade, são os últimos bastiões a cairem para a avacalhação definitiva social, institucional, e moral do Brasil.
E a candidatura do palhaço deturpado virou moeda de chantagem entre o PR e o PT e no meio dessa barafunda...o eleitor burro de Banânia.
O mais patético é ver que o palhação que teve mais de 1.3 milhões de votos em SP está acreditando na possibilidade de sua eleição. Esquecem que que os 1.3 milhões de idiotas que votaram no Tiririca o fizeram por serem absolutamente analfabetos políticos, só que SP é um dos estados mais politizados do país e o Tiririca pode ter um milhão de votos para a prefeitura, mas, para se eleger precisa de muito mais. E é justamente nesse muito mais que a porca torce o rabo. 
A bomba PTralha de destruir candidaturas com coligações bizarras parece que vai explodir na cara do Sebentão e da sua invenção. O PCdoB vai de Netinho, o PR de Tiririca, e ainda tem o Russomano que até outro dia estava no PP que é do Maluf, e o Maluf virou amigo de infância do Sebento, lembram?
O Serra vai de Serra com apoio do Kassab e do DEM. E todos sabemos que em SP esse pessoal tem em média 40/50% dos votos, e os outros todos candidatos levarão o que poderia ser para o EnemHaddad.  O PT vai ter que ter muita estratégia e muita bondade financeira com essa camarilha de bandoleiros para conseguir apoio e a retirada das candidaturas que racham seus votos. E a campanha ainda nem bem começou e veremos o PT tendo que abaixar, e muito, para esses partidos de aluguel que resolveram aumentar o preço da "locação". Sem o Sebento, que parece estar com as patas na cova, e com essa estratégia de alianças até com o capeta, o PT vai ser engolido pelo próprio monstrengo que criou para chegar ao poder.
Mas não se surpreendam se até Junho ou Julho todos esses candidatinhos de ocasião não retirarem suas candidaturas em favor do ENEMHADDAD. 
Esse é o jeito brasileiro de fazer política, onde o que menos importa são as idéias e os programas, o que vale é quanto que cada um pode lucrar em cada movimentação no sujo e bandido xadrez político que existe nesta pocilga.
E no mais
PHODA-SE!!!!
DO B. O MASCATE

Encontro com José Serra e Andrea Matarazzo na Zona Leste

São Paulo, a última fronteira

guilherme_fiuza_3As eleições na capital paulista não serão municipais. A política nacional está se mudando de malas e bagagens para a cidade de São Paulo. O debate dos problemas locais será o pretexto para o próximo capítulo da disputa pelo poder no Brasil – se é que ainda se pode chamá-la de disputa, com o arrastão dos oprimidos profissionais aproximando-se da hegemonia.
São Paulo é o último reduto a ser conquistado pelos companheiros. Minas Gerais ainda está sob governo inimigo, mas não chega a ser um problema tático: Belo Horizonte já é dos amigos do consultor Fernando Pimentel, que mata o tempo no ministério de sua comadre enquanto não vira governador. O Rio de Janeiro já estava anexado, o Rio Grande do Sul com Tarso Genro é praticamente a nossa Cuba e o Nordeste é todo do filho do Brasil. Falta São Paulo.
E, desta vez, Lula resolveu não brincar. Pediu licença a Martas e Mercadantes, consultou o oráculo (Dirceu) e preparou a bomba: Dilma. Não aquela que está no Palácio do Planalto, claro. O ex-presidente arranjou outra Dilma. Esta se chama Fernando Haddad, mas o nome não importa. Ou melhor, importa: tem de ser inexpressivo. Assim, o padrinho poderá dar vida a seu Pinóquio, embalá-lo para presente, e os súditos acreditarão no que vier escrito na caixa.
Se a alquimia funcionou com Dilma, não pode ter erro. Na semana passada mesmo o país assistiu a mais um showroom do produto. Após o incêndio na base brasileira da Antártica, a presidente saiu de trás dos discursos escritos e dos teleprompters e alçou voo com suas próprias palavras. Foi comovente. Dilma tentava completar cada frase com bravura, fazia pausas olhando para o nada, persistia em sua obsessão de fazer sentido e, mesmo não tendo completado um raciocínio, embaralhada em sua própria mensagem sobre prejuízos materiais e humanos, mostrou que é brasileira e não desiste nunca.
As pesquisas não mentem (ou não mentem muito): essa brasileira tenaz, que ainda há de brindar o país com uma ideia própria, tem índice recorde de aprovação como estadista. E quem tira uma presidente da cartola haverá de tirar um prefeito.
Na largada de sua campanha, Fernando Haddad já mostrou que também é bom de improviso. Com a debandada do prefeito Gilberto Kassab – o curinga de aluguel da política brasileira – para a candidatura recém-anunciada de José Serra, o ex-ministro da Educação disse o seguinte: "Fico mais tranquilo, porque vou representar melhor as ideias em que acredito. Está mais adequado o candidato ao discurso". Tradução: eu ia fazer um discurso favorável à situação, mas, como o atual prefeito deixou de ser meu aliado eleitoral, vou poder fazer um discurso de mudança.
Depois dessa declaração, podem acusar Haddad de qualquer coisa, menos de inibição. Nunca se viu um político assumir com tanta franqueza: eu quero o poder, o discurso eu vejo na hora.
Desinibido e coerente. Da mesma maneira que é secundário o que Haddad pretende fazer em São Paulo, também era secundário o que ele fazia no MEC. Todos viram o Enem infernizando os estudantes brasileiros com vazamentos e erros primários de impressão, enquanto o ministro Haddad pulava de palanque em palanque para eleger Dilma Rousseff. Um missionário.
Depois sobreveio o tricampeonato do caos no Enem, refletindo a profunda dedicação do ministro Haddad a seu trabalho: montar a candidatura a prefeito de São Paulo. Cuidar direito do Enem não dá notoriedade a ninguém. Haddad foi à luta do eleitorado gay, lançando uma cartilha escolar sobre homossexualismo. Infelizmente, essa revolução pedagógica não resistiu à patrulha evangélica, que também é filha de Deus (e como adversária eleitoral é o diabo).
Se educar não dá ibope, Haddad teve uma sacada genial no MEC: deseducar. Foi a público defender livros didáticos com erros de português, dizendo ao povo que não aceitasse a discriminação linguística. Viva a revolução.
Mas tudo isso é detalhe diante de um momento verdadeiramente histórico. Na despedida de Haddad do ministério, Lula aparece de chapéu, para tirá-lo em seguida, exibindo o visual transformado pela quimioterapia. Abraça seu candidato, enquanto Dilma chora. É a perfeição.
Que outro candidato terá uma plataforma dessas para administrar São Paulo?
GUILHERME FIUZA é jornalista. Publicou os livros Meu nome não é Johnny, que deu origem ao filme, 3.000 dias no bunker e Amazônia, 20º andar. Escreve quinzenalmente em ÉPOCA gfiuza@edglobo.com.br

Recuo do STF em relação às MPs acabou criando uma Constituição Provisória, afirma líder do PPS

Inventando moda – "O Supremo Tribunal Federal, com o vergonhoso recuo desta quinta-feira, acaba de inventar a Constituição Provisória, que só vale quando ele quer". Com essa frase contundente o líder do PPS na Câmara, deputado federal Rubens Bueno (PR), avaliou nesta sexta-feira (9) o recuo inexplicável do STF em relação à tramitação das Medidas Provisórias (MPs) no Congresso Nacional.
Para o parlamentar, a decisão do Supremo de que só a partir de agora as MPs serão obrigadas a passar por uma comissão mista, formada por deputados e senadores, antes de ir ao plenário, não tem justificativa plausível. Desde 2001, a Constituição estabelece essa regra e o STF, em nome da "segurança jurídica", resolveu que o desrespeito flagrante a Carta Magna pode ser anistiado.
"De duas uma: ou o Supremo se curvou ao Executivo, e resolveu copiar o Congresso, ou decidiu ignorar a regra por temer as centenas de ações de inconstitucionalidade de MPs que iriam desaguar na Corte. E o pior é a que a decisão do Supremo sacramentou o desrespeito à Constituição. Como é que vamos, agora, cobrar que a sociedade, que o cidadão, cumpra rigorosamente as leis?", questiona o líder do PPS.
Bueno destaca que à sociedade só resta se conformar com a decisão da mais alta Corte da Justiça. "Vai reclamar com quem? Com o Lula que nomeou a maioria dos ministros do Supremo?", questionou o parlamentar, autor de Proposta de Emenda à Constituição que retira do presidente da República a exclusividade de nomear ministro do STF.
Para o líder do PPS, a mudança de posição do Supremo ainda levanta desconfiança sobre os bastidores do julgamento. "O que aconteceu ontem, no recuo do julgamento das MPs, foi um estelionato intelectual. Só os ingênuos não enxergam as motivações por trás disso", provocou Rubens Bueno, condenando "o arrumadinho", ao arrepio da Constituição, proclamado pela Corte.

A decisão a favor do Supremo, finaliza Rubens Bueno, levanta ainda outra questão. "E o processo do mensalão, vão julgar quando? Após os crimes prescreverem?".
Quando o então presidente Luiz Inácio da Silva começou a ganhar espaço em demasia no STF, nomeando a maioria dos ministros da Corte, o ucho.info alertou para o perigo que o conjunto legal do País passaria a sofrer, a partir da ingerência do Executivo na instituição que tem por dever de ofício a manutenção da Constituição Federal.
O perigo maior não está nos seguidos absurdos que marcam os Poderes constituídos, mas, sim, na pasmaceira que toma conta da sociedade, que assiste a tudo com inércia e desinteresse. Ou a sociedade reage imediatamente, ainda que com atraso, ou o Brasil continuará caminhando a passos largos na direção de uma ditadura civil de esquerda.
DO GENTE DECENTE

Governo demite indicado do PMDB para a chefia do Ibama no Piauí sem avisar cúpula da legenda

Assinada há dois dias pela ministra Izabella Teixeira (Meio Ambiente), a portaria acima foi publicada na edição desta quinta-feira (8) do Diário Oficial da União. O texto mandou ao olho da rua o superintendente do Ibama no Piauí.
Chama-se Carlos Máximo. Ocupava o cargo havia escassos cinco meses. Indicou-o o deputado federal Marllos Sampaio (PMDB-PI). A demissão pegou afilhado e padrinho de surpresa.
Na quarta-feira (7), dia em que Izabella rubricou o ato exoneração, o deputado Marllos estivera com o vice-presidente da República Michel Temer. Convidara-o a visitar Teresina, para receber o título de ‘Cidadão Piauiense’.
Marllos apressou-se em veicular em sua página na web nota reveladora do seu “prestígio”. Além de aceitar o convite, a estrela máxima do PMDB declarara-se favorável à construção de rodovia ansiada pelos piauienses: a BR 222.
Menos de 24 horas depois, a influência política de Marllos foi abalroada pela portaria que expurgou seu protegido do comando estadual do Ibama. Atônito, o deputado pendurou-se ao telefone.
Em contato com dirigentes do PMDB, Marllos constatou que não era o único desinformado. Nenhum integrante da cúpula da legenda merecera a delicadeza de um aviso prévio.
Tudo isso num instante em que o partido de Temer acaba de divulgar um manifesto em que 53 dos seus 76 deputados reclamam do tratamento de segunda classe que recebem do governo.
Pouco depois de assumir o Ibama piauiense, o agora demitido Carlos Máximo dissera, em entrevista, ter recebido ameaças de morte e ofertas de propina para reduzir multas ambientais.
As declarações puseram em movimento as engrenagens do Ministério Público. Na noite passada, o padrinho Marllos pendurou na internet outra nota. “Afirmo aqui que tenho total confiança na honradez de Carlos Máximo”, diz o deputado no texto.
O Ibama fora ofertado ao PMDB num rateio suprapartidário de cargos federais localizados no Piauí. Participaram do ‘racha’ outras legendas governistas. Coordenou a divisão o senador João Vicente Claudino (PTB).
“Já comuniquei ao líder da bancada, o senador João Vicente Claudino, e vamos querer saber o motivo da exoneração”, diz no seu site o deputado Marllos, agora menos prestigiado do que há dois dias.
O caso do piauiense é citado por integrantes da tribo dos pemedebê como mais uma evidência da falta de jeito do governo da morubixaba Dilma. Um dos descontentes diz: “Se o Ibama do Piauí fosse chefiado por alguém do PT, duvido que o demitiriam assim, sem a deferência de uma explicação.”
É desse tipo de matéria prima que são feitas as crises brasilienses. Começam pequenininhas, em poltronas de terceiro escalão nos Estados. E desaguam em manifestos federais e rebeliões congressuais. É o preço que se paga por uma coligação alicerçada na cooptação.
DO JOSIAS DE SOUZA

OS FASCISTAS DE BICICLETA

Mussoloni, o líder fascista italiano também era adepto da bicicleta. Nesta foto ele passa em revista os seus bate-paus trepados em magrelas.
Hoje em dia chamam-se bikers esses malucos que desejam andar de bicicleta nos centros das grandes cidades.
Os fascistas parece até que eram bem mais educados e diligentes que os bikers da atualidade que acabaram se transformanado num tropa intransigente e agressiva. Já são conhecidos como cicloativistas e invadiram a página do FaceBook do jornalista Reinaldo Azevedo.
Reinaldo tem razão. Três décadas de domínio dos botocudos do PT nas escolas e universidades já formou uma legião de estúpidos e idiotas. E pior que isso, burros dinâmicos! ou seja, aqueles tipos falastrões que se comportam como sabichões.
DO ALUIZIO AMORIM

FINAL DO MUNDO PROGRAMADO PARA 2012 FOI CANCELADO NO BRASIL.

"O fim do mundo em 2012
foi cancelado no Brasil,
pois o país não tem estrutura
para receber.
um evento desse porte."

Porque  hoje é 6ª Feira.

* * * DO FERRA MULA

O tsunami de Dilma

Durante uma cerimônia, a presidente Dilma criticou o "tsunami monetário" provocado pela liberação de recursos promovida pelo Banco Central Europeu que, em sua busca por solucionar a crise financeira da Europa, despejou no mercado mundial praticamente US$ 5 trilhões, com a consequente desvalorização da moeda norte-americana, o que estaria prejudicando outros países, principalmente aqueles em crescimento, os emergentes, como o Brasil.
A presidente Dilma tem razão, isso realmente prejudica as exportações brasileiras e, consequentemente, nossa balança comercial, mas essa foi solução que os europeus encontraram para resolver o problema deles, como todos deveriam fazer. Antes de criticar a sujeira da casa vizinha que atrai insetos e mau cheiro, precisamos cuidar da limpeza da nossa.
Dilma não disse que seu partido, o PT, há dez anos governando o país, para conseguir maior apoio político e acomodar em empregos públicos os companheiros petistas, inflou a estrutura administrativa do país de tal forma que hoje gasta mais com a manutenção da máquina pública do que dispõe para investimentos necessários no país, o que destrói qualquer possibilidade de crescimento.
Com essa política irresponsável os governos do PT, além de nada investirem em infraestrutura, literalmente permitiram a deterioração de tudo o que já tínhamos construído, principalmente nos anos de governos militares, como as hidrelétricas, rodovias, ferrovias, portos, aeroportos e redes de distribuição de energia que hoje estão em péssimas condições ou já praticamente destruídas.
Sem recursos, seu governo reduz as verbas orçamentárias aprovadas para a segurança, saúde e educação, mas buscando agradar os companheiros ideológicos empresta dinheiro para Cuba, dos irmãos Castro, aceita rever um contrato vigente com o Paraguai, triplicando o valor pago pela energia produzida por Itaipu, que o Brasil construiu sozinho e aceita passivamente o aumento do custo e do volume obrigatório de consumo do gás Boliviano, extraído naquele país por poços que foram por eles expropriados da Petrobrás.
Sem a infraestrutura necessária para fabricar e escoar sua produção, muitas indústrias, como as automotivas, não se instalam aqui, mas em outros países, lá gerando empregos e riquezas. Para "incentivar" sua instalação no Brasil e proteger as já instaladas em nosso território, seu governo optou por um aumento na taxa para a importação de veículos. Com isso, certamente não estamos protegendo as nossas indústrias, mas impedindo que se tornem cada vez mais competitivas e fazendo com que, em pouco tempo estejamos novamente como dizia Collor, "fabricando carroças", ou nem isso, e utilizando somente veículos produzidos há décadas como ocorre em Cuba.
Nos governos do PT os bancos lucram bilhões em um único trimestre, especulando com as elevadas taxas de juros vigentes no país e pagas pelo próprio governo na rolagem de suas dívidas, enquanto o setor produtivo, que gera empregos e riquezas, não recebe estímulos e financiamentos suficientes para investir no aumento e em novas tecnologias de produção.
O PT está, com suas políticas ideológicas radicais e ultrapassadas, como a de não privatizações, impedindo um progresso maior do país e atrasando, em décadas, nosso desenvolvimento.
As atitudes adotadas por outros países para defender sua economia são direitos soberanos seus, e não deveriam ser criticadas por quem não faz a própria lição de casa.
Para criticar seria necessário dar o exemplo de como se faz, profissional, ética e moralmente, mas os governos do PT estão longe de serem exemplos em qualquer dessas áreas.
João Bosco Leal www.joaoboscoleal.com.br
* Jornalista, escritor, articulista político e produtor rural
RECEBIDO POR E-MAIL

Trem-bala ainda nem saiu da estação do delírio e já dá problema:Itália bloqueia contas do Brasil

Por Fábio Fabrini, no Estadão:
A Justiça da Itália condenou o governo brasileiro a pagar 15,7 milhões (R$ 36,4 milhões) e bloqueou contas bancárias que servem ao Itamaraty no país, a última na quarta-feira, para cobrir o rombo de um suposto calote aplicado pela Valec - estatal que cuida das ferrovias - em empresa italiana que elaborou projetos para o trem-bala Rio-São Paulo. A condenação, numa ação judicial que discute um débito de 261,7 milhões (R$ 607,8 milhões), partiu do Tribunal de Arezzo, na Toscana, e impede o uso de recursos pela Embaixada do Brasil em Roma e seus consulados, o que impõe restrições ao pagamento de pessoal e despesas de custeio.
Segundo os autos, o Brasil não apresentou defesa à sentença que lhe impôs o débito, em setembro do ano passado, o que poderia ter revertido a decisão. Como não pagou o valor em 60 dias após a notificação, a Justiça expediu mandato de bloqueio e penhora dos recursos, o que vem ocorrendo desde janeiro. Diante do problema de repercussões diplomáticas, o Itamaraty preferiu não pressionar politicamente o governo italiano. O Estado apurou que, devido ao desgaste do caso Cesare Battisti, a opção, por ora, foi por fazer apenas gestões para resolver o assunto no âmbito da Justiça.
Sediada em Terranuova Bracciolini, a Italplan Engineering alega nos autos que recebeu da Valec em 2005, após processo de seleção, a tarefa de elaborar o projeto básico, o estudo de avaliação econômico-financeira e o projeto ambiental para o trem de alta velocidade. Nos autos, obtidos pelo Estado, a empresa apresenta atos do Ministério dos Transportes publicados no Diário Oficial da União e ofícios da Valec supostamente comprobatórios da requisição dos serviços. Seus advogados alegam que um escritório foi montado em Brasília e que as equipes italianas foram postas quase que integralmente a serviço do trem-bala, mas, ao ser apresentada a conta, em 2009, a Valec havia desistido de usar os projetos e se negou a pagar por eles.
(…)
Por Reinaldo Azevedo
REV VEJA

A Era dos Boçais! Três décadas de petismo geraram os “fascistas” cheios de “consciência social”, que trazem a ditadura na alma!

A minha página do Facebook foi invadida por “fascisbikers” e “talibikers” tomados de fúria assassina — não é por acaso que eles vivem atropelando pessoas nas calçadas Brasil afora! — e por supostos militantes do atéismo. As brutalidades, os xingamentos, as boçalidades, as cretinices, o conjunto da obra, em suma, diz bem qual é a utopia desses caras e dá uma pista de como seria o mundo caso eles estivessem no poder. Ali se vê a capacidade de argumentação, o pensamento largo, o descortino, a delicadeza, a profundidade de argumentos e, acima de tudo, a tolerância! É constatando o que andam fazendo por ali que estou ainda mais convicto de que, de fato, sair pedalando por aí — melhor ainda se for em defesa de uma sociedade laica que destrói até obras de arte com referências cristãs — é lutar por um mundo melhor!
Estão tão certos de sua crença, tão imersos em sua militância, tão dedicados à sua causa que falam abertamente em matar. “Gente como esse Reinaldo não merece viver!”, dizem muitos. Por que não? Porque não defendo o mundo que eles defendem; porque não acredito em suas soluções fáceis e burras para problemas difíceis; porque, em suma, penso de modo diferente. Sempre lembrando que meu texto inicial criticando os bikers os censurava por paralisar a cidade em nome de sua causa. Os fanáticos acreditam firmemente que têm esse direito. Os bikers bocudos são apenas uns burraldos cuja fineza de pensamento é estimulada pelo selim. Já os que se pretendem ateus militantes — ao menos aquela escória que entrou no Facebook (já que os há decentes e sensatos) — padecem daquela ignorância propositiva que faz a certeza dos estúpidos. Que dias estes!
A Internet é uma maravilha! Nestes cinco anos e pouco de blog, tenho entrado em contato — por meio dos comentários e quando, eventualmente, faço uma palestra ou outra por aí — com pessoas muito especiais, com gente que escreve bem, que tem uma cultura sólida, que se dedica à leitura e à pesquisa. Mas há também o lado tenebroso da coisa. Rematados idiotas, cujo pensamento não seria externado antes nem para os familiares, cujas opiniões seriam ignoradas até pelos amigos, ganham voz. É inequívoco que a rede ajuda a reunir a inteligência. Mas também torna a boçalidade visível como nunca antes na história deste mundo.
E não há escapatória: quanto mais cretina e desinformada é a opinião, mais convicto e intolerante é o sujeito com o contra-argumento. Não está interessado em ouvir, mas apenas em sentenciar. Se alguém lhe dá uma referência bibliográfica que conteste a sua convicção, o bruto fica zangado e acha que estão tentando enganá-lo. Duas frases costumam preparar o terreno para a cusparada vertida como opinião: “Não venha me dizer que…” ou “Então quer dizer que…”. Invariavelmente, a oração que ele usa como complemento é algo que ele próprio acusa o outro de dizer, mas que jamais foi dito.
Há dias escrevi aqui um texto lembrando que as mulheres foram as primeiras a aderir ao cristianismo no mundo helênico porque a interdição do aborto as protegia da morte. E citei um livro com um sólido estudo a respeito: “The Rise of Christianity: a Sociologist Reconsiders History”, do americano Rodney Stark. “Ah, então quer dizer que não morrem mulheres por abortos malfeitos no Brasil?” Heeeinnn??? Ontem, escrevi um post demonstrando a conta falaciosa dos tais “milhões de mortos” da Santa Inquisição. E lá veio: “Não venha me dizer agora que a Inquisição não matou ninguém!” Heeeinnn??? É uma coisa muito impressionante!
Trinta anos de petização das escolas — públicas e privadas, em todos os níveis — criaram esses idiotas cheios de opinião, incapazes de refletir dois minutos sobre um argumento. No caso da retirada dos crucifixos, confundem-se abertamente herança e formação cultural com proselitismo religioso; entende-se o estado laico como sinônimo de um estado que deva promover o ateísmo. Os mais radicais não tem dúvida: Wadih Damous, presidente da OAB-RJ, está certo, e duas obras de arte devem, sim, ser violadas no Supremo para arrancar de lá aquele crucifixo. Não são capazes de dizer por que, então, não devemos revogar outras heranças do cristianismo, aa começar do feriado do Natal.
Na espetacular entrevista concedida ao jornal português “Público”, Josph Weiler, o advogado judeu que defendeu na Corte Européia o direito de as escolas italianas exibirem crucifixos, fez uma brilhante síntese do pensamento tolerante:
“Não podemos permitir que a liberdade de [ter ou não] religião ponha em causa a liberdade religiosa. Temos que descobrir a via média. E essa é dizer “não” se alguém quiser forçar outro a beijar ou a genuflectir perante a cruz. Mas, se houver uma cruz na parede, direi aos meus filhos que vivemos num país cristão. Somos acolhidos, não somos discriminados. A Dinamarca tem uma cruz na bandeira, a Inglaterra e a Grécia igual. Vamos pedir que, por causa da liberdade religiosa, tirem a cruz das bandeiras? Absurdo!…”
Minha religião?
Alguns tontos sustentam que só me atenho a essa questão porque sou católico! Voltaram a me acusar de ser membro do Opus Dei! Se fosse, não haveria nada de ilegal nisso. Feio é paralisar avenidas, ameaçar pessoas, propor a destruição do patrimônio… Mas não sou” Olhem aqui: talvez eu tenha lá minhas contradições — nada do que é humano é estranho a mim… —, mas é difícil me pegar em certas coisas porque penso segundo princípios, o que me livra de ficar me perguntando a toda hora: “O que é mesmo que eu acho disso?” No dia
23 de junho de 2009, escrevi um texto criticando a proibição do véu islâmico nas escolas francesas. Não só do véu. É proibido também exibir um crucifixo no pescoço. O modo francês — e não é por acaso que a Marselhesa é aquele banho de sangue em forma hino! — de garantir a liberdade religiosa é proibindo a expressão de qualquer religiosidade. Acho que isso não só invade direitos individuais como comete o crime cultural de igualar véu e crucifixo —  para a França, são coisas muito distintas, não?
Mas estes são os tempos. Os valores universais estão em baixa. Em seu lugar, entram as vozes das tais minorias organizadas, dos grupos de pressão, que impõem a sua pauta, os seus valores, porque dispõem dos canais de expressão. E ai daquele que reivindicar aquela coisa besta, como o direito de ir e vir, ou que lembrar que a história não pode ser submetida a uma espécie de revisão permanente, como se só pudéssemos viver num presente eterno. É claro que boçais não são todos os ciclistas, mas os que pretendem fazer terrorismo sobre duas rodas. É evidente que há ateus e agnósticos que compreendem a democracia. Boçais são os que não compreendem
Ainda estou lhes devendo o texto em que prometi voltar àquela questão do infanticídio. Foi espantosa a quantidade de pessoas que condescenderam com a idéia porque, disseram, há mesmo muita gente no planeta, e a Terra está correndo riscos. Acho que entendi a utopia deles: um planeta lindo, vagando nas esferas, sem a presença pestilenta do homem, com a natureza intacta. Não haveria nem mesmo um Stanley Kubrick para filmá-lo…
Por Reinaldo Azevedo
REV VEJA

Piada isso e de mau gosto

Acabei de ver, no JN, o dublê de agente 007, Fux, explicando por que os representantes do notório saber jurídico voltaram atrás em sua decisão sobre as MPs.
Ele disse que é melhor que o STF estude mais as consequências da decisão anterior para não gerar uma grave crise institucional.
PERGUNTA IDIOTA, SR FUX:
QUANDO VOTARAM, SUAS QUASE SANTIDADES LEGAIS, NÃO PENSARAM NA HIPÓTESE OU VOTARAM NA SACANAGEM E SEM PENSAR?
Essa gente chega às raias do ridículo e nem se preocupam com o fato de representarem a mais alta corte de um país.
Eu, um completo analfabeto legal, disse aqui, assim que soube da decisão, que 108 medidas provisórias iriam para a lata do lixo se a oposição corresse atrás.
E meu notório saber jurídico é o mesmo de uma tartaruga anencéfala.
Senhores, é preciso seriedade com essa cambada de quase 200 milhões de idiotas que trabalham o ano inteiro para bancar as mordomias, as benesses e o descaso dos senhores com as suas funções.
É hora de parar de sacanagem e começar a agir como homens de reputado saber jurídico.
CHEGA DE PANTOMIMAS JUDICIAIS!
ISTO É UMA VERGONHA!

Eles, suas quase santidades legais, voltaram atrás. 

O STF É UMA PIADA.
Às vezes até engraçada, noutras chega a dar vergonha.
Depois de exigir que sejam cumpridos os ritos LEGAIS para a tramitação de MPs, que se constituem numa vergonha nacional, o que fazem os ilustres homens que defendem a nossa CONSTITUIÇÃO?
SE ACOVARDAM E VOLTAM ATRÁS EM UMA DECISÃO QUE FARIA COM QUE AS MPS VOLTASSEM A ATENDER O QUE DIZ A LEI.
PARABÉNS ILUSTRES REPRESENTANTES DO TAL DE NOTÓRIO SABER JURÍDICO.
STF anula decisão sobre ilegalidade do Instituto Chico Mendes
Corte volta atrás e declara que julgamento não afetará MPs já aprovadas

CAROLINA BRÍGIDO -O Globo
BRASÍLIA - O Supremo Tribunal Federal (STF) recuou e anulou a decisão sobre a ilegalidade do Instituto Chico Mendes ao declarar nesta quinta-feira a inconstitucionalidade da forma de tramitação que os parlamentares têm adotado para medidas provisórias. Um dia após a decisão tomada no julgamento de uma ação contra a lei que criou o instituto, o tribunal mudou de ideia, diante de uma questão de ordem proposta pelo advogado-geral da União, Luís Inácio Adams. Ele lembrou que a decisão afetaria centenas de medidas aprovadas pelo Congresso porque a medida provisória que criou o órgão foi aprovada antes da decisão do Supremo, quando ainda não existia a nova interpretação. A decisão foi tomada por 7 votos contra 2. Votaram contra os ministros Marco Aurélio Mello e o presidente da Corte, Cezar Peluso.
Segundo a Corte, é necessário um parecer de comissão mista do Congresso Nacional para a conversão das medidas em lei. Hoje, os parlamentares se eximem desse parecer se a comissão não tiver analisado a matéria em até 14 dias.
Os ministros decidiram que a nova interpretação da resolução do Congresso só valeria a partir de agora. Ou seja, ficariam preservadas as medidas aprovadas pela tramitação anterior à decisão do STF e também as medidas que estão em tramitação no Congresso hoje. Os parlamentares terão de adequar a tramitação apenas para as medidas provisórias que chegaram ao Congresso a partir de agora.
Quer saber?
O Brasil merece o Tiririca


 BOM DIA STF.

DO GENTE DECENTEjustica


Fim da picada! Eis o Brasil: ou segue a lei e se torna ingovernável, ou se ignora a lei para governá-lo!

O Supremo Tribunal Federal acabou sendo protagonista ontem — ainda que não lhe restasse outro papel — de um vexame que há de entrar para a história. Um dia depois de ter declarado inconstitucional a MP que criou o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, teve de voltar atrás. O que tinha determinado a primeira decisão e o que determinou a segunda? Vamos lá.
Desde a aprovação da Emenda Constituição nº 32, em 2001, o Parágrafo 9º do Artigo 62 da Constituição ganhou esta redação:
§ 9º Caberá à comissão mista de Deputados e Senadores examinar as medidas provisórias e sobre elas emitir parecer, antes de serem apreciadas, em sessão separada, pelo plenário de cada uma das Casas do Congresso Nacional.
O texto poderia ser mais claro? Acho que não! Ocorre que, desde 2001, a Constituição é simplesmente ignorada, e não há comissão mista nenhuma para avaliar as MPs. Se aquela que criou o Instituo Chico Mendes teve uma tramitação inconstitucional e está sem validade, todas as outras que a antecederam, de 2001 a esta data, também - mais de 500. Hoje, há 50 tramitando no Congresso que simplesmente não obedeceram a essa determinação. Restou ao Supremo voltar atrás no caso específico e decidir, então, que o que vai na Carta Magna só vale a partir de agora. As novas Medidas Provisórias precisarão passar pela tal comissão.
Problema resolvido? Não sei! Digam-me aqui: qual é a função de um tribunal constitucional? É fazer valer a Constituição. Existe a possibilidade, mesmo com a decisão de hoje, de o tribunal ser inundado por ações de pessoas, empresas, grupos e entidades que se sentiram lesados por MPs que, a rigor, não valem?? Existe.
O tribunal certamente dará um jeito de encontrar uma saída em nome da paz social, já que é impensável declarar a invalidade de mais de 500 MPs. Corresponderia a jogar o país na anomia. Nos últimos 17 anos, as Medidas Provisórias deram o tom da governança no país. De 2001 para cá, a tramitação de todas elas feriu a Carta. Vejam que coisa: fôssemos seguir a Constituição, todas elas deveriam ser declaradas sem efeito; se forem, o país se torna ingovernável.
Há algo de profundamente errado num país que se tornaria ingovernável caso seguisse a letra da lei. Assim, coube à nossa Corte Constitucional decidir contra a Constituição.
Por Reinaldo Azevedo
REV VEJA

Dois vereadores do PV atacam o PT e apoiam a candidatura de Serra em SP

Gilberto Natalini e Ricardo Teixeira anunciaram apoio ao ex-governador para campanha à Prefeitura

Gustavo Uribe, da Agência Estado

SÃO PAULO - Com ataques ao PT, os vereadores do PV Gilberto Natalini e Ricardo Teixeira anunciaram apoio na noite desta quinta-feira, 8, ao pré-candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo José Serra. Em evento que contou com a participação de militantes tucanos e verdes no Círculo Militar de São Paulo, os parlamentares elogiaram o ex-governador de São Paulo e atacaram o que chamaram de tentativa de hegemonia do PT. "Ele é o único que tem condições de fazer com que o Brasil não fique vermelho", afirmou Teixeira. "Nós vamos influenciar o futuro e impedir com que o PT seja hegemônico no Brasil", acrescentou Natalini.
Os dois vereadores trocaram o PSDB pelo PV no ano passado após racha entre a bancada tucana na Câmara Municipal e aliados do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Apesar da manifestação de apoio dos vereadores, o PV ainda não definiu se apoiará o PSDB em São Paulo. A sigla que em 2004 se aliou à candidatura de José Serra à prefeitura de São Paulo, deve se reunir na próxima segunda-feira, 12, para discutir o cenário eleitoral de São Paulo. Ainda que o partido tenha pré-candidatos na capital paulista, a tendência, segundo lideranças do PV, é fechar o apoio ao PSDB, o que deve ser feito após as prévias tucanas, marcadas para o dia 25 de março.
Em breve conversa com jornalistas, Serra lembrou que tem uma boa relação com o PV e que vê com interesse um acordo entre as duas siglas. "Evidente que interessa, mas não está nada definido", disse. Em discurso, o ex-governador se mostrou confiante na aliança: "Nós vamos ter, se Deus quiser, uma aliança com o PV". Em outro momento, acrescentou: "E faremos um governo de conjunto e não de loteamento (de cargos)."
O pré-candidato do PSDB reafirmou que a eleição municipal não será "moleza" e ressaltou que o importante é que, durante a campanha eleitoral, sejam debatidos temas da cidade. O evento também foi organizado pelo deputado federal Walter Feldman (PSDB-SP).

Abaixo-assinado: Liberdade de Expressão e Respeito às Leis

Para:Sociedade Brasileira

Caros brasileiros de bem, respeitadores da Lei e da Ordem:
Os Clubes Militares em 16/02/2012 decidiram expressar publicamente a preocupação com as manifestações de auxiliares da Presidente sem que ela, como a mandatária maior da nação, viesse a público expressar desacordo com a posição assumida por eles e pelo partido ao qual é filiada aguardando com expectativa positiva a postura de Presidente de todos os brasileiros e não de minorias sectárias ou de partidos políticos. A Presidente, num arroubo de autoritarismo, sem se ater à letra da Lei e ao bom senso em vez de se desculpar em nome do governo pelos exageros verbais de suas auxiliares, ordenou que o texto fosse retirado e ameaçou os autores com punição via Ministério da Defesa.Diante disso, grupo significativo de militares da reserva das FFAA lançou,em 29/02/2012,sob a égide da Lei 7.524, o manifesto "Alerta à Nação - Eles Que Venham, Por Aqui Não P assarão" reafirmando a validade do Manifesto dos Clubes Militares de 16/02/2012 obtendo imediata adesão de mais cidadãos da sociedade militar e civil. O objetivo deste abaixo-assinado é divulgar a obter mais adesões a fim de mostrar aos integrantes do governo brasileiro que a Lei existe e deve ser respeitada.Ao submeter seu nome neste abaixo-assinado, você estará concordando com o legítimo manifesto dos militares da reserva que como grande parte da sociedade não mais suportam declarações sectárias e ofensivas de integrantes do governo a qualquer segmento da sociedade que não esteja de acordo com suas idéias.

Os signatários
Para assinar, clique no link abaixo:

LULA - “Vamos ver quem pode mais!”.

Quem pode mais
O ex-presidente Lula, mesmo proibido por seus médicos de receber visitas, conversar e recomendações expressas para descansar sua voz, não resistiu e voltou a falar com a presidente Dilma Rousseff: quer que ela, literalmente, enquadre o vice-presidente Michel Temer, por perder o controle sobre o PMDB no Congresso e por não querer nem conversar sobre a renúncia da candidatura de Gabriel Chalita à prefeitura de São Paulo, engrossando as fileiras de Fernando Haddad.
Irritado também com a derrota do Planalto no Senado, além das fortes dores de garganta que não passam, Lula chegou a um extremo: “Vamos ver quem pode mais!”.(GIBA UM)

* * * 

Tá nervoso?  Vá Pescar.
DO FERRA MULA

Dilma decide: mulher é inferior e tem que ganhar menos do que homem.

O governo recuou da ideia de sancionar o projeto de lei que pune as empresas que pagarem salário menor para as mulheres contratadas para a mesma atividade realizada por empregados homens. Na quarta-feira, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), e a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) anunciaram a decisão de aprovar a proposta no plenário nesta quinta-feira, deixando tudo pronto para a presidente Dilma Rousseff sancioná-la na próxima terça-feira, no Senado, numa solenidade alusiva ao Dia Internacional da Mulher, comemorado hoje, dia 8 de março. 
A presidente Dilma Rousseff fez, no início da noite de hoje, um pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV, por ocasião do Dia Internacional da Mulher. "Sinto alegria de chefiar um governo que tem o maior conjunto de programas de apoio à mulher na nossa história. Mas sei que governo e sociedade precisam fazer muito mais para a valorização plena da mulher", disse. Na fala de hoje, a presidente pregou um exercício de igualdade, alertando que "a luta pela valorização da mulher é, portanto, um dever de todos: brasileiras e brasileiros de todas as classes, de todos os credos, de todas as raças e de todas as regiões do País". Dilma, no entanto, admitiu que sua chegada ao comando do País representou um novo momento de valorização da mulher no Brasil. "Minha chegada à Presidência significou um momento único de afirmação da mulher na sociedade brasileira", destacou. Mas ela também alertou: "Não podemos aceitar o falso triunfalismo, mas também não devemos nos render ao amargor derrotista". Leia mais aqui. 
DO CELEAKS

ALERTA À NAÇÃO - LISTA ATUAL

EM ATUALIZAÇÂO ( As adesões cada vez aumentam mais! Temos centenas e centenas para serem a incluídas)
 
Total: 1418   adesões, sendo:
 
90 generais ( 21 Gen Ex - 23 Gen Div - 46 Gen Bda )
1 desembargador TJ/RJ
474  coronéis
117 ten coronéis
23  majores
56 capitães
73 tenentes

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DO GENTE DECENTE

O estuprador de sigilo que virou traficante de influência entra em ação disfarçado de ‘tesoureiro informal’ de Fernando Haddad


Em março de 2006, o Brasil espantou-se com a revelação: Antonio Palocci fora o mandante da violação da conta do caseiro Francenildo Costa na Caixa Econômica Federal. Ao saber que o ministro da Fazenda também exercia o ofício de estuprador de sigilo bancário, o presidente Lula confirmou que ignora a diferença entre currículo e prontuário. Primeiro, tentou inocentar o culpado. Atropelado pelas evidências, fez o possível para mantê-lo no cargo. Obrigado pelas circunstâncias a devolver à planície o pecador pilhado em flagrante, lamentou a perda do “melhor ministro da Fazenda que o Brasil já teve”.
Em maio de 2011, o Brasil espantou-se com outra revelação: Antonio Palocci, instalado por ordem de Lula no primeiro escalão de Dilma Rousseff, era um reincidente sem cura. Ao saber que o chefe da Casa Civil do governo da afilhada deixara o ramo do estupro de sigilo para fazer como traficante de influência disfarçado de “consultor financeiro”, o ex-presidente revelou que, se o PCC fosse um partido, estaria na base alugada. Primeiro, determinou a Dilma que varresse o lixo para baixo do tapete. Em seguida, baixou em Brasília para comandar pessoalmente a batalha pela permanência de Palocci no empregão ─ e em liberdade. Perdeu mais uma.
Nesta quarta-feira, o Brasil espantou-se com a descoberta de que o risonho inimigo do Código Penal voltou à ação, agora como “tesoureiro informal” da campanha de Fernando Haddad, candidato do PT à prefeitura de São Paulo. Desta vez, Lula nem pôde fingir que não sabia: de novo, foi ele quem recolocou em cena o bandido de estimação. A decisão nasceu numa conversa no Hospital Sírio-Libanês. Haddad engoliu o prato feito com a resignação de quem não tem direito a examinar cardápios.
Vale a pena seguir Palocci quando o tesoureiro começar a seguir o dinheiro. A primeira rodada de visitas certamente contemplará os clientes que o consultor de araque se negou a identificar. O país que presta gostará de saber quem são. Ficarão para a segunda etapa os possíveis novos parceiros. Convém anotar-lhes os nomes e endereços. Quando vier o próximo escândalo, eles estarão no elenco de mais um caso de polícia protagonizado por Antonio Palocci. Patrocinado, como sempre, pelo onipresente Lula.
Augusto Nunes
DO ABOBADO