terça-feira, 16 de julho de 2019

Rosário de Decepções

terça-feira, 16 de julho de 2019


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira

Nosso generoso povo tem muitas qualidades e poucos defeitos.
Pretendemos fazer apenas críticas construtivas e assim sendo, apontaremos questões a serem estudadas e melhoradas.
A impaciência geral nos leva a cometer imprudências. Quase ninguém espera alguns segundos para atravessar uma rua em segurança (na faixa de pedestres e com o sinal verde). Não aguardam na calçada e sim sobre o leito carroçável.
Poucas pessoas leem integralmente uma notícia. No frenesi em que vivem, completam o sentido segundo suas próprias convicções.
Até o momento, só temos a lamentar a ingenuidade do Mito no tocante a escolha de seu ministro da Economia. Já o qualificamos de “mágico” mas talvez seja melhor o apelido de “cegonha” uma vez que leva no bico o nosso Presidente da República.
Como ficam as promessas de campanha não cumpridas?
Por que um estrangeiro pode cometer, até agora impunemente, crimes contra a segurança nacional?
Por ironia, Bolsonaro está sendo atacado por sua melhor ideia até agora. Nomear um filho para a embaixada nos Estados Unidos da América. Só falta Trump também nomear um filho como seu embaixador no Brasil.
O mundo ficará atônito com a demonstração inequívoca da aliança entre as duas potências, que no passado já combateram lado a lado na libertação da Itália.
Pequenos desacertos por ingenuidade ou falta de informação devem ser apontados para uma possível correção.

ENQUANTO OS CÃES LADRAM A CARAVANA PASSA

terça-feira, julho 16, 2019


Enquanto o então candidato Jair Bolsonaro estava hospitalizado lutando pela vida em razão do atentado à faca que sofrera em Juiz de fora, o povo brasileiro era brindado por sucessivas comédias protagonizadas pelos candidatos presidenciais do establishment.

Encontrei por acaso no Youtube um trecho dessa série hilariante sob o título de "Debate dos Candidatos à Presidência da República 2018".

Constata-se que sem a presença de Jair Bolsonaro o troço descambava para comédia pastelão. É difícil acreditar que cada um desses candidatos presidenciais alimentava realmente a esperança de ser eleito Presidente da República.

Não há qualquer dúvida de que a eleição presidencial de 2018 que elegeu Jair Messias Bolsonaro Presidente da República é um ponto de inflexão ao longo de todos os pleitos presidenciais que se seguiram após o golpe da Proclamação da República. Fato que resta sobejamente comprovado pelo comportamento bizarro, e ao mesmo tempo criminoso, expressado pela grande mídia nacional em relação ao Governo do Presidente Jair Bolsonaro. 

Não foi por falta de aviso. A frase mais repetida durante a campanha presidencial era uma só: "É bom Jair se acostumando".

Entretanto, o establishment, velho de guerra já pressentira o day after. O jeito era ir levando, esticando a corda até que rebentasse, como de fato rebentou revelando uma torrente inaudita de votos que levaram Jair Bolsonaro à Presidência da República.

A gritaria histérica dos jornalistas da grande mídia continuará em relação ao governo do Presidente Jair Bolsonaro, como ocorre nos Estados Unidos contra o Presidente Donald Trump.

Mas um velho ditado é sábio e resume tudo: Enquanto os cães ladram a caravana passa. DO A.AMORIM

sexta-feira, 5 de julho de 2019

ALÔ PRESIDENTE JAIR BOLSONARO. 'AMBIENTALISTAS', OS COMUNISTAS VERDES, QUEREM MATAR DE FOME O POVO BRASILEIRO. FORA COM ESSES CANALHAS!

sexta-feira, julho 05, 2019


Dentre os projetos dos ditos "ambientalistas", mais conhecidos pela alcunha de "ecochatos", o principal destina-se a matar no mínimo a metade da humanidade. Segundo consta, atualmente a população da Terra está estimada em 7,7 bilhões. Como essa assombrosa massa humana demanda alimentos é fácil concluir a importância da produção de comida. A menos que os engenheiros sociais da ONU, União Europeia e de mais uma miríade de ONGs e ambientalistas espalhados pelo planeta realmente levem a termo a seus insanos projetos de proteção ambiental que já imobilizam centenas de milhões de hectares agricultáveis.

E como não poderia deixar de ser o Brasil já é controlado por esses trastes que embolsam bilhões de dólares para impedir lavouras que produzem os nossos alimentos. A existência de bolsões de miséria e fome na face na Terra se deve aos ambientalistas, vulgo ecochatos, que embolsam bilhões de dólares ao redor do mundo com suas famigeradas ONGs, as tais Organizações Não Governamentais mas que vivem tungando dinheiro público.

O caso brasileiro é emblemático. E agora o que apontei nos parágrafos acima fica absolutamente claro para todos nesta excelente palestra do Chefe Geral da Embrapa Territorial, Evaristo de Miranda. 

Só para se ter uma ideia da ação criminosa desses vigaristas, os ditos ambientalistas, o total de áreas protegidas e preservadas no Brasil equivale à superfície de 28 países da Europa, ou seja, a União europeia inteira!

Em certa medida isso se explica o preço absurdo das hortaliças, tubérculos e do trigo com o qual se produz o pão de cada dia, bem como das proteínas animais, haja vista que os ecochatos estão empenados na diminuição da produção de carne alegando isso que causa o aquecimento global! Arre! 

E quem faz rodar essa máquina assassina montada pelos ditos "ambientalistas"? Ora, os jornalistas da grande mídia cevados nesses cursinhos de jornalismo, verdadeiras madraças que geram robôs idiotizados pelos agentes da guerra cultural dissimulados em professores com títulos de mestres e doutores. Não passam de rematados agentes comunistas. Afinal, a agenda ecológica e ambiental é na atualidade a ponta de lança da destruição da Cultura Ocidental. 

Como esses criminosos não conseguiram impor o comunismo no Ocidente, abraçaram a agenda ambientalista. Se não conseguiram eliminar os recalcitrantes por meio da guerra convencional, com campos de concentração e fuzilamentos, partiram para a guerra cultural abduzindo o cérebro dos incautos.

Mas mesmo os mecanismos insidiosos da guerra cultural têm encontrado crescente reação. Neste caso a agenda ambiental foi um achado para esses assassinos vermelhos que agora se pintaram de "verdes" para consumar seu projeto de poder global! 

E o exemplo mais candente, mais objetivo, é o fato de que a bandalha vermelha incorporou o "ambientalismo". Com regulações ditadas pelos engenheiros sociais da ONU, União Europeia e de mais uma miríade de ONGs estão levando a termo o seu projeto totalitário de poder. Decidiram então matar pela fome boa parte da população da Terra!

Haja vista para os números elencados por esse especialista da Embrapa no vídeo acima. Os malditos ambientalistas já imobilizaram grande parte do território agricultável do Brasil, principalmente depois da assunção ao poder por mais de 20 anos da escumalha comunista do PT, MDB, PSDB e seus sequazes.

A última tábua da nossa salvação é o Presidente Jair Bolsonaro. Espero que ele já tenha visto o vídeo acima, como espero também que o nosso Presidente Bolsonaro, eleito com quase 58 milhões de votos e amplo apoio da esmagadora maioria dos brasileiros, exonere todo e qualquer vagabundo comunista/ambientalista incrustado na administração pública.

Fora ecochatos! Fora ONGs! Fora malditos ambientalistas que estão matando pela fome boa parte da população brasileira!

200 milhões de trouxas até quando?

sexta-feira, 5 de julho de 2019


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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“Nós somos 200 milhões de trouxas, explorados por duas empreiteiras, quatro bancos, seis distribuidoras de gás, uma produtora de petróleo”. Definição cruel e sincera do Super Ministro da Economia, Paulo Guedes, durante um evento da XP Investimentos. Batizado de “Expert”, o encontro reúne, até sábado, em São Paulo, a fina flor do rentismo tupiniquim. O Brasil que Guedes critica precisa evoluir, com urgência, do regime Capimunista Corrupto para o Capitalismo Democrático. Difícil? Porém, possível...
Apesar da mistura contraditória de mentalidade liberal com prática libertina dos nossos “deuses” do mercado, a vontade impositiva dos investidores e as oportunidades reais de negócios tendem a forçar o movimento produtivo, gerador de lucro, renda, emprego e consumo. Os juros rais terão de baixar. Os bancos serão obrigados a ceder. As cooperativas de crédito e fintechs ganharão mais protagonismo e espaço. Quem precisa de crédito produtivo, sem extorsão, será atendido e beneficiado. Temos chance de ver outro País, em curto e médio prazos.
O roteiro está escrito. A bolsa sobe, o dólar cai, os deuses mercadológicos ficam excitados... Tudo graças à vitória por 36 a 13 na Comissão Especial da Reforma da Previdência. Este foi o sinal divino de que a “prioridade” vai passar no Congresso Nacional. Não importa se estenderá ou não regras especiais das forçar armadas para as forças auxiliares, policiais federais, agentes penitenciários e socioeducativos – cujo lobby seduziu, perigosamente, o Presidente Jair Bolsonaro.
Se tudo correr bem para o lado do Capitalismo Democrático, os 200 milhões de trouxas podem ter um futuro bem mais digno, produtivo e próspero. Paulo Guedes ficou tão empolgado ontem que avisou que mandará para a Câmara a proposta da reforma tributária e para o Senado a sugestão de Pacto Federativo. Os políticos, eleitos pelo povo, terão a responsabilidade de cuidar, de verdade, do orçamento e da racionalidade dos meios de arrecadação.
Corretamente, Guedes fala de “trabalho de colaboração com o Congresso”. Guedes joga a bola para deputados e senadores, no momento em que o Legislativo tenta tomar do Executivo o protagonismo da agenda econômica. Guedes aposta na reindustrialização do Brasil, através do que chama de “choque de energia barata”. Para isso, Guedes não diz abertamente, mas os governadores sentirão a pressão máxima dos investidores e empreendedores.
Paulo Guedes advertiu que “temos dois anos para simplificarm eliminar e reduzir impostos”. Também repetiu que, assim que for aprovada a reforma da Previdência, de preferência “antes das férias”, o governo vai “ensaiar” as privatizações. Resumindo: está aberta a temporada de apoio, compreensão e muita, mas muita porrada nos bastidores da política e da economia.
Tomara que Bruzundanga deixe, depressa, de ser a mesma... Temos de superar a desgovernança do Crime Institucionalizado... Temos de superar o atraso do Brasil em relação aos demais países ditos “em desenvolvimento”... Temos de avançar politicamente, com Voto Distrital, recall, candidatos independentes de partidos e evolução até uma Constituição adequada ao futuro Capitalismo Democrático...
No mais, enquanto isso não acontece, vamos torcer para a Seleção da empresa CBF passar pelo Peru... O palmeirense Bolsonaro já convidou o botafoguense Rodrigo Maia para assistir à final da Copa América, domingo, 17 horas, no Maracanã. Já o flamenguista Paulo Guedes (que vive batendo canela com o tal “Botafogo”) e eu (rubro-negro) também imploraremos para Jesus (o técnico português) salvar o Flamengo, no retorno do Brasileirão...
Deus há de nos atender em nossas súplicas e desejos ludopédicos... Até porque nós, os trouxas, temos crédito para invocar milagres... Ou será que seremos obrigados a pedir uma grana emprestada ao Presodentro $talinácio – definitivamente arrasado pela carta-bomba do empreiteiro Léo Pinheiro, da OAS, que confirmou o pagamento de propina ao acara mais “onesto” do Brasil?

sábado, 29 de junho de 2019

Brasil 10, oposição 0: acordo comercial vence olho gordo.

sábado, 29 de junho de 2019

Obsessão ideológica contra Bolsonaro transformou acordo entre Mercosul e União Europeia em questão de governo, não de Estado; inimigos se ferraram, crava Vilma Gryzinski:

Condenar um partido contrário mesmo quando faz coisas boas é tão antigo quanto a política. Margaret Thatcher resumiu ironicamente o espírito da coisa quando disse: “Se meus críticos me vissem andando sobre o Tâmisa, diriam que é porque não sei nadar.”

Mas torcer contra, como se viu no caso do acordo que tirou de infinitas quantidades de papel mais de 20 de negociações para finalmente redundar no acordo comercial do Mercosul com a União Europeia, entrou no campo das infantilidade ideológicas.

Mesmo diante dos sinais mais do que evidentes de que o acordo seria assinado em Bruxelas enquanto os líderes do G20 se reuniam em Osaka, jornalistas experientes preferiram fechar os olhos e jogar todo tipo de vodu, torcendo pelo fracasso. 

Baseavam-se no seguinte princípio: melhor Jair Bolsonaro perder mais uma (ou todas, como tantos disseram que aconteceria no Japão) do que o Brasil derrubar barreiras tarifárias da exportação de produtos agrícolas para um mercado comum de 500 milhões de pessoas.
O que são 87 bilhões a mais no PIB em quinze anos comparado ao gostinho de ver “Brasil sob ataque no G20” por políticas ambientais de Bolsonaro (El País). Ou declarar, logo de cara, que “esta cúpula do G20 será complicada para o presidente Jair Bolsonaro” (Deutsche Welle).

A agência estatal alemã considerou até “politicamente delicado” o encontro do presidente brasileiro com Mohammad Bin Salman, o príncipe herdeiro saudita que, com seus zilhões de barris de petróleo, está limpando a barra pelo assassinato do jornalista Jamal Khashoggi com TODOS os participantes das cúpulas importantes. Até com os que preferem não se reunir com ele, como Angela Merkel.

Em favor dos jornalistas oficiais alemães, registre-se que anteciparam a possibilidade de “uma surpresa positiva” através da assinatura do acordo de alcance gigantesco — ainda que de longo prazo.

Afinal, foi em defesa do acordo que Angela Merkel usou termos inadequados sobre a situação “dramática” do Brasil em matéria de meio ambiente e direitos humanos ao rebater uma deputada do Partido Verde sobre a conveniência do acordo comercial. 

Não assiná-lo “não salvaria um hectare de floresta” brasileira, disse a primeira-ministra alemã.

O tom das palavras de Merkel provocou uma resposta agressiva de Bolsonaro. Muita gente que gostava quando Lula “falava grosso com os Estados Unidos e fino com a Bolívia”, aplaudindo o roubo de instalações construídas com o dinheiro dos brasileiros, mudou de posição mais rapidamente do que demoraria para dizer “Vielen Dank”.

Engrossar com Angela Merkel, justificadamente, foi considerado uma manifestação de insanidade. Atenção: Bolsonaro não chegou nem perto de fazer como sua única antecessora do sexo, ou gênero, feminino, que aproveitou um encontro quando era a onisciente presidenta para ensinar Merkel como governar.
Conciliar a sobrevivência dos ambientes naturais, tão degenerados ou ameaçados, com a agropecuária intensiva necessária para alimentar 7,3 bilhões de bocas é um desafio monumental, um dos maiores enfrentados por todo o planeta.

Reduzir a questão a vinganças ideológicas é tolo e prejudicial à própria causa ambiental, importante demais para ser deixada apenas nas mãos das ONGs como as 340 que assinaram um manifesto pedindo a suspensão das negociações, na sua fase final, da União Europeia com o Mercosul “até que haja fim às violações dos direitos humanos, medidas rigorosas para acabar com o desmatamento e compromissos concretos para implementar o Acordo de Paris”.

Ou seja, até o Dia de São Nunca. Que condições seriam necessárias para que as ONGs todo-poderosas se dessem por satisfeitas? 

Só, evidentemente, com o retorno dos governos petistas, quando as florestas derrubadas magicamente se reconstituíram, as ainda em pé foram protegidas por duendes do bem e os direitos humanos vigoravam em ambiente de paz e harmonia, apenas prejudicado pela não legalização das drogas e a abertura das prisões, que estava logo ali, a um passo da realização.

O governo “mefistofélico”, na imperdível definição do correspondente da Deustche Welle, veio estragar tudo. O fato de que tenha recebido o voto de 57 milhões de brasileiros — dos quais, muitos agora insatisfeitos —, nem passa pelo céu desse universo maniqueísta.

Talvez a base disso tudo seja a ideia preconceituosa de que qualquer porcaria que dê um dinheirinho — insustentável — a mais aos pobres desses rincões perdidos, seja Brasil ou Venezuela, justifique e até enobrecem governos baseados na rapina e na corrupção.

Se um centésimo do que foi feito, por exemplo, na Venezuela, em matéria de destruição da liberdade de imprensa e dos direitos humanos em geral, a começar pelo de comer, muitos dos jornalistas alemães ou franceses que incensaram Hugo Chávez durante tantos anos teriam pego em armas e partido para a real resistência.

Ah, os franceses. Por falta de sorte, exatamente no dia do grande acordo comercial, o Libération publicou um longo artigo de dois professores franceses malocados na UFRJ (onde mais?) descrevendo longamente a “lua de fel de Bolsonaro”.

Alguns dos termos empregados pelos gentis acadêmicos: “necropolítica”, Paulo Guedes como guru “prometia liquidar as conquistas sociais dos anos Lula e implantar o programa neoliberal” e a “hegemonização” da oposição conquistada pelos estudantes.

Nesse planeta habitado pela expressão de desejos sem ligação com a realidade, o velho Libé não publicou nada sobe o acordo que arrancou lágrimas comovidas e virais do chanceler argentino, Jorge Faurie. 

Nem sequer para criticar seu grande inimigo, Emmanuel Macron, que fez o possível para torpedear o acordo em nome do eterno protecionismo francês, principalmente de sua magnífica e cara produção agrícola, tão amparada que as vacas ganham salário.

Macron, como tem acontecido em diversas circunstâncias, quebrou a cara. E ainda foi trolado por Bolsonaro quando cancelou um tête-à-tête e depois falou em “psicose ambientalista”. 

Para salvar as aparências, Macron pode dizer que “garantiu” a permanência do Brasil no Acordo de Paris — há muito tempo confirmada. Detalhe importante: o Acordo de Paris é bom para o Brasil, principalmente por manter os padrões ambientais exigidos pelos países avançados. E sem pagar nada, como aconteceria com os Estados Unidos.

A Alemanha da realista Angela Merkel, a voz que realmente conta, e a Espanha do socialista Pedro Sánchez bancaram o acordo histórico – um caso raro em que o adjetivo pode ser realmente empregado e que submeteu negociadores europeus, em um único dia, à maior quantidade de abraços que muitos provavelmente tiveram em toda a sua vida.

O clima de calor humano latino, num momento em que as temperaturas estão bombando na Europa, e de comemoração é merecido, com todas as ressalvas.

O acordo não é a salvação da pátria para ninguém no curto prazo nem vai colocar um único bife à milanesa no prato dos argentinos para espremidos pela crise a ponto de garantir a reeleição de Mauricio Macri, no momento o maior foco de aquecimento político no Mercosul.

Um dos aspectos menos comentados do acordo são as cláusulas que procuram controlar o teor de volatilidade das escolas de economia baseadas na insanidade que tanto mal já fizeram aos nossos países. Isso está na mesma linha do que aconteceria se o Brasil entrasse para a OCDE, outro mecanismo que era bom, mas foi transformado em manifestação mefistofélica pela ideologização infantil.

Ah, sim, durante o G20, Donald Trump e Xi Jinping reabriram as negociações comerciais. Trump deu um tempo na imposição de novos castigos tarifários, o instrumento que usa para reverter o jogo comercial mais do que sujo que havia se transformado em prática consagrada da China.

O que vão dizer os inúmeros adversários de Trump? Que ele não sabe nadar, claro. A torcida contra o próprio país só para ferrar o governante de plantão virou uma prática universal. DO O.TAMBOSI

Empreendedores informais, uni-vos!


sábado, 29 de junho de 2019


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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A extrema mídia resolveu acordar para a existência de pelo menos 24 milhões de trabalhadores informais no Brasil. O número pode ser até um pouco maior. Eles promovem o verdadeiro “milagre Brasileiro”. Produzem e geram riqueza à margem de um Estado Ladrão, corrupto, especializado em atrapalhar a vida do empreendedor. Graças a eles, o Brasil não explode, tendo 14 milhões (ou mais) de desempregados.
A maioria esmagadora dos informais prefere não entrar para a formalidade porque tem a certeza de que será covardemente explorada e extorquida pela máquina estatal de Bruzundanga. A turma da informalidade é a mais interessada em mudanças estruturais no Estado Brasileiro. Este pessoal que não especula, e sim trabalha, produz, comercializa e presta serviços, merece um País desburocratizado, com impostos justos e um sistema fiscal probo e transparente.
Só que aquilo que está ruim também pode mudar para pior. Um estudo do SESCOM-SP adverte que a atual redação da PEC nº 45/19 (Reforma Tributária) deve provocar um aumento da carga tributária do Setor de Serviços em 33%. Ao contrário da Indústria e do Comércio, o Setor de Serviços não é beneficiado pelo creditamento de tributos no processo produtivo e de consumo. Esta inviabilidade está na tributação incidente sobre a folha de pagamento (INSS, Sistema S, INCRA, Salário Educação, RAT/FAP e outros encargos), que é bastante expressiva para o segmento.
Os informais precisam ganhar protagonismo político. Precisam se comportar como a grande massa de pressão para que o Brasil evolua do Capimunismo canalha para um Capitalismo Democrático, no qual prevaleça a segurança jurídica para a promoção de negócios públicos e privados sem corrupção, bons para todos os empreendedores envolvidos, com a plena liberdade e mínima intervenção estatal indevida.
Empreendedores informais, uni-vos! Cuidado, porque a voraz máquina estatal está prontinha para lhes devorar. Também se preparem para mergulhar, com tudo, na campanha em defesa do Vito Distrital, já!
Leia o artigo de Ricardo Perfeito: 

8 pontos para entender o sistema de Voto Distrital

  

JAIR BOLSONARO E DONALD TRUMP: A FORÇA DE DOIS GIGANTES CONTRA A INSIDIOSA 'GUERRA CULTURAL' QUE TENTA DESTRUIR A CULTURA OCDIDENTAL, OU SEJA, OS FUNDAMENTOS DA NOSSA LIBERDADE!

sábado, junho 29, 2019


Há muito que o Brasil vinha sendo apequenado por sucessivos governos comunistas que chegaram ao poder depois que os militares voltaram para a caserna em 1985. A dita Nova República viabilizou uma sucessão de crises que terminaram sempre de forma dramática. Desta feita faltaram apenas alguns milímetros para que hoje estivéssemos iguais à Venezuela.

Se não fosse Jair Messias Bolsonaro já estaríamos vivendo o caos anunciado. Bolsonaro representou a derradeira oportunidade de brecar a desgraça planejada pelos comunistas. A maioria do eleitorado brasileiro que já sentira o cheiro de carne queimada no ar não teve dúvida. Havia só um nome, a derradeira oportunidade para impedir o caos: Jair Messias Bolsonaro que por isso foi eleito com mais de 57 milhões de votos.

A popularidade de Jair Bolsonaro reuniu multidões durante a campanha. Essas multidões não eram apáticas. Entoavam palavras de ordem e gritavam sem parar o nome do então candidato Jair Bolsonaro, produzindo cenas jamais vistas na história política do Brasil. 

E o mais incrível de tudo isso é que essas cenas de apoio irrestrito ao líder brasileiro extrapolaram fronteiras. Bolsonaro já uma figura política internacional em que pese ter contra si toda a grande mídia doméstica e global. 

O vídeo acima é emblemático. O Presidente Donald Trump, o líder da maior potência do mundo elogia Jair Bolsonaro e lhe rende admiração, embora nosso Presidente da República esteja no poder há apenas 5 meses.

A resposta do Presidente Jair Bolsonaro às considerações formuladas pelo Presidente Donald Trump vão no mesmo sentido. Há uma simpatia recíproca por parte dos dois líderes. E a mesma admiração do Presidente Jair Bolsonaro aos Estados Unidos e ao Presidente Donald Trump é manifestada pelo líder norte-americano em relação ao Brasil e ao nosso Presidente Jair Bolsonaro. 

Os mais de 57 milhões de eleitores que levaram Jair Bolsonaro à Presidência da República acertaram em cheio. Os frutos dessa escolha emergem particularmente agora com a participação e o protagonismo do Presidente Bolsonaro no G20. Há muito tempo não se via algo igual, ou seja, o Brasil se sobressaindo em eventos globais desta magnitude.

E não resta nenhuma dúvida de que Trump e Bolsonaro são dois formidáveis anteparos contra a insidiosa campanha do globalismo tendo em vista o desmonte dos valores mais caros aos povos dos Ocidente. Qualquer análise conjuntural de nível global não pode descurar o principal: está em curso a tentativa de desmonte da Cultura Ocidental.

Neste momento os dois líderes que se levantam de forma objetiva contra essa guerra cultural diabólica são os Presidentes Donald Trump e Jair Bolsonaro. 

Vive-se um novo tipo de Guerra Mundial, desta feita sem brutais máquinas mortíferas. É no âmbito da cultura e dos valores morais, éticos e religiosos embasados na matriz judaico-cristã sobre a qual foi erigida a nossa Civilização Ocidental que se fere esse novo tipo de batalha incruenta. A compressão desse fenômeno é a arma principal para lutar pela nossa liberdade! 

O vídeo que ilustra esta postagem foi traduzido e legendado em português pela excelente página Embaixada da Resistência no Facebook, que é editada em Portugal. Vale a pena seguí-la. DO A.AMORIM

quinta-feira, 27 de junho de 2019

Bonat bloqueia R$ 78 milhões de Lula




Lula já foi condenado por dois juízes de Curitiba. Em breve, ele será condenado pelo terceiro.
Luiz Antonio Bonat determinou o bloqueio de 78 milhões de reais do chefe da ORCRIM. O valor é referente à propina da Odebrecht para a compra do prédio do Instituto Lula e de uma cobertura em São Bernardo do Campo.
O novo juiz da Lava Jato decidiu até a multa que terá de ser paga pelo corrupto e lavador de dinheiro: 3 milhões de reais. Agora só falta sentenciá-lo.

O Brasil sob ataque

quarta-feira, 26 de junho de 2019


Ou as instituições fazem o que devem e o Brasil nasce diferente e melhor em 2020, ou será um lugar muito ruim de viver! A aposta no quanto pior melhor beira à delinquência. Ou à sociopatia. Percival Puggina:

Vários meios de comunicação evidenciam engajamento num trabalho que visa a alterar a percepção e afetar o discernimento do leitor. No Estadão do dia 24/06, um artigo bem típico, indaga: “Há uma luz promissora no horizonte? Claro que não. Sejamos realistas porque o contexto atual é kafkiano. Não se trata de uma fábrica de crises, mas de uma usina de desvarios”... E, mais adiante conclui que nada de bom pode acontecer, restando-nos a longa espera pelo “fim da atual administração”. Mas como? Aos seis meses de mandato? “Usina de desvarios” ante um governo consciente de suas responsabilidades, após sucessivas gestões de Lula e Dilma?

Claro que há um estresse muito grande e incômodo na política nacional. Não esqueçamos, porém, que ele entrou na cena pelas mãos, pés e voz do Partido dos Trabalhadores, seguido de seus anexos e movimentos sociais, numa prática política centrada na desqualificação moral dos adversários. Sou testemunha viva e atenta disso. Durante décadas, em mais de uma centena de debates, denunciei tal conduta, justificada como parte da “luta política”. Em nome dela, aliás, a agressividade não ficava apenas na retórica. Incluía invasão de propriedades, destruição de lavouras e de estações experimentais, bloqueio de transporte, queima de pneus, leniência e justificação ideológica da criminalidade e, ainda, esse gravíssimo subproduto do aparelhamento da Educação brasileira: professores militantes levando alunos a rejeitar a atividade empresarial de seus pais, criando terríveis animosidades nas relações familiares. Isso é violência, que o digam as vítimas.

Pois há, então, quem sinta saudade disso, da corrupção, das “articulações” de Lula e das “habilidades” de Dilma. Há gosto para tudo, mas querer nunca mais conviver com isso é justa e meritória aspiração de uma sociedade que busca recuperar os valores perdidos, e que, quando se mobiliza, o faz de modo ordenado e civilizado. É a autodefesa de uma parcela majoritária da nação que passou a se posicionar politicamente, venceu a eleição de 2018 e sabe o que rejeitar porque convive com as consequências daquilo que rejeita.

Parte da imprensa brasileira ainda não percebeu: quanto mais atacar a Lava Jato e o juiz Sérgio Moro, quanto maior relevo der à atividade criminosa dos hackers a serviço dos corruptos (bandidos sob ordens de bandidos), quanto mais ansiar pelo silêncio das redes sociais, quanto mais desestimular e minimizar as manifestações de rua, mais estará reforçando, aos olhos de muitos, a obrigação cívica de proteger aqueles por quem se mobiliza. É tiro no pé. Principalmente quando salta aos olhos que, na perspectiva de tais veículos, membros do STF podem criticar o Legislativo e o Executivo; membros do Legislativo podem criticar o Executivo e o STF; o Chefe do Executivo a ninguém pode criticar; e os cidadãos têm que cuidar de suas vidas e deixar de incomodar as instituições.

Não há fundamento para o rigor com que o Presidente e o governo vêm sendo tratados. Não há um só ato que tenha causado prejuízo ao país. Bem ao contrário, todos os movimentos e iniciativas visam a diminuir o prejuízo herdado e a fazer as necessárias reformas. Bolsonaro já deixou evidenciado a todos que, se não é o príncipe perfeito com que pretendem aferi-lo alguns formadores de opinião, também não é o ogro que a fantasia destes, de modo maldoso, quis criar e exibir ao mundo.

Por fim, a sociedade entendeu que condutas voltadas a derrotar o governo, desacreditar o governo, derrubar o governo, são funestas ao país e àqueles que mais precisam que tudo dê certo. Não há parto sem dor. Ou as instituições fazem o que devem e o Brasil nasce diferente e melhor em 2020, ou será um lugar muito ruim de viver! A aposta no quanto pior melhor beira à delinquência. Ou à sociopatia. DO O.TAMBOSI

LULA CONTINUA NA PRISÃO. QUAL SERÁ A PRÓXIMA ESTRATÉGIA DOS COVEIROS DA NAÇÃO BRASILEIRA?

quarta-feira, junho 26, 2019


Como editor deste blog gastei boa parte da tarde desta terça-feira na frente do computador acompanhando aquele julgamento dos Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), ou seja, uma sessão destinada, a rigor, a julgar se todas as iniquidades seriam consentidas prevalecendo o dito jus esperniandi, expressão jocosa invocada no meio jurídico, mas que não se encontra no latim, coisa tipicamente brasileira, ou seja, que por si mesmo revela a disposição dos operadores do direito de burlar a lei em busca de alguma vantagem.

O Supremo examinou nessa oportunidade se seria concedida a soltura do famigerado Lula da Silva que cumpre pena numa suite montada na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. Na decisão final imperaram os postulados da lei. O habeas corpus foi negado.

Quem tem o mínimo de sensibilidade e atenção ao que acontece aqui e agora no Brasil constatará que há um inequívoco projeto de esfacelamento da Cultura Ocidental que vai muito além da bizarra sessão da Suprema Corte brasileira,  embora esta esteja cada vez mais atrelada aos desígnios dessa "guerra cultural" gestada com a finalidade de fazer tábula rasa de toda e qualquer tradição que sustenta o Ocidente. Uma dessas tradições é o sistema Judiciário existente em todas as Nações Ocidentais.

Dentre essas tradições uma das mais importantes é o Direito Racional, ou seja, o Direito cingido de previsibilidade e não aquele dependente dos humores de um oráculo.

Aliás, este é o cerne do dito direito racional que é apanágio exclusivo da nossa Civilização Ocidental e que permitiu então a possibilidade do contrato e, por conseguinte, do comércio, da produção industrial e de todo o desenvolvimento econômico e do progresso social que se desfruta. 

De outro lado ofereceu os mecanismos de controle social que punem os comportamentos desviantes das regras mormente acordadas pelo órgão legislativo de modo a garantir a paz social.

Ou alguém que não seja um comunista é capaz de crer que possa haver paz social se o sistema normativo for desobedecido, quanto mais se essa desobediência parta da Corte Suprema?

O que deveria ser um ato de rotina do nosso Tribunal Maior, passou a ser um show midiático e com direito a protestos por um bando de 'mortadelas' agitando bandeiras comunistas nas proximidades do edifício que abriga o Supremo Tribunal Federal. 

Por outro lado, as redes sociais ferveram. Enquanto meia dúzia de Ministros da Corte exercitavam junto com os advogados do indigitado demiurgo de Garanhuns o deletério jus sperniandi, eram malhados impiedosamente principalmente pelo Twitter quando a hashtag #LulaNaCadeia liderou os trends em nível internacional dessa rede social por horas a fio e no amanhecer desta quarta-feira ainda está lá.

E por que tudo isso acontece? Ora, porque o establishment acostumado desde o golpe da Proclamação da República a fazer o que bem entendia, está enlouquecido desde o dia em que os computadores do Tribunal Superior Eleitoral assinalaram a vitória de Jair Messias Bolsonaro no pleito presidencial de outubro de 2018.

Esse nervosismo e ansiedade desse bando de picaretas integrantes do dito establishment, esse contubérnio de poderosos que dominou o Brasil até há pouco, pela primeira vez na história da República sente-se despojado de todo o poder que desfrutou ao longo de 130 anos!

Como ainda dispõem de operadores incrustados no aparelho estatal tentam e tentarão de todas as formas torpedear o Governo do Presidente Jair Bolsonaro. E a única coisa que lhes resta é um político velho e decadente condenado por corrupção e roubo de dinheiro público. A derradeira tentativa do establishment de influir politicamente foi a importação há pouco de um espião estrangeiro para hackear os telefones dos integrantes da Operação Lava Jato.

A dita "classe dominante" no jargão dos comunistas é tudo isso aí que estamos vendo... aliás os comunistas sempre fizeram parte dela. DO A.AMORIM

sexta-feira, 21 de junho de 2019

DONALD TRUMP E JAIR BOLSONARO, OS DOIS BALUARTES DA LUTA EM DEFESA DA CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL, OU SEJA, DA NOSSA LIBERDADE!


A 'Embaixada da Resistência' fez um ótimo resumo do discurso do Presidente Donald Trump no mega comício em Orlando, na Flórida, de lançamento de sua campanha de reeleição realizado anteontem, conforme noticiei aqui no blog (19/06).

Em sua postagem no Facebook a Embaixada da Resistência chama a atenção para um fato: imensas semelhanças com a campanha vitoriosa do então candidato presidencial Jair Bolsonaro, ou seja, semelhanças na abordagem de determinados temas tendo como pano e fundo o combate à insidiosa guerra cultural esquerdista.

Lá nos Estados Unidos e aqui, guardadas as devidas proporções, a guerra cultural tenta dar o tom para a política. Quem não entende o que é a 'guerra cultural' não entende de política na atualidade. E, pior ainda, são aqueles que sabem o que está ocorrendo mas se fazem, de forma oportunista, de ignorantes.
A histórica foto da recepção do Presidente Donald Trump à chegada do Presidente Jair Bolsonaro à Casa Branca em março deste ano de 2019.
Trata-se do principal estratagema do movimento comunista na atualidade, embora tenha começado lá atrás, com o gramscismo, Escola de Frankfurt e na sequência a tomada por esses criminosos escrotos das escolas e universidades e de todos os veículos da grande mídia.

A eleição de Donald Trump foi a primeira cacetada nessa imundice comunista. A segunda foi a estrondosa vitória do Presidente Jair Bolsonaro.

Trump e Bolsonaro são os dois Chefes de Estado aos quais a maioria dos respectivos eleitorados conferiu a tarefa de de salvar a nossa Civilização Ocidental desse criminoso e indecente ataque contra os nossos costumes, as nossas tradições e as nossas famílias!

Aliás, esse tabu criado pela grande mídia que jamais aborda este assunto faz parte do mecanismo de destruição de toda as tradições da Cultura Ocidental. O alvo principal é a liberdade! 

Lutar contra essa guerra cultural significa lutar pela manutenção da nossa liberdade! DO A.AMORIM

quarta-feira, 19 de junho de 2019

DONALD TRUMP INICIA CAMPANHA PELA REELEIÇÃO EM MEGA COMÍCIO REALIZADO NA CIDADE DE ORLANDO, NO ESTADO DA FLÓRIDA.

quarta-feira, junho 19, 2019


O Presidente Donald Trump iniciou na noite de ontem sua campanha pela reeleição em 2020 numa mega concentração na cidade de Orlando, na Flórida. Desta feita, o slogan da campanha é "Keep America Great",  ou seja "Mantenha a América Grande".

Na eleição de 2016 que levou Donald Trump à Presidência dos Estados Unidos, o lema foi "Make America Great Again", ou seja, "Faça América Grande Outra vez".

De fato Donald Trump herdou os Estados Unidos avariado pelos desastrosos dois mandatos do esquerdista Barack Obama e a palavra de ordem era tornar outra vez os Estados Unidos a fortaleza da economia e a liberdade como tem sido ao longo da histórica. Os números da economia norte-americana demonstram que Donald Trump entregou o que prometeu.

Sua campanha para a reeleição em 2020 ocorreu na noite desta terça-feira em Orlando, Flórida. Multidões esperaram por 40 horas para entrar na Amway Center, com capacidade para 25.000 pessoas, enquanto os telões do lado de fora desse mega estádio transmitiram todo o evento para quem ficou do lado de fora.

A cobertura desse mega evento de lançamento da campanha de Donald Trump pode ser lida em reportagem completa do site Breitbart, que inclui fotos e vídeos.

Em suma, o Presidente Donald Trump, como se diz, já está na estrada em busca de seu segundo mandato. Como a economia norte-americana de fato voltou a bombar com Trump, não há nenhuma dúvida sobre a viabilidade de sua conquista de um segundo mandato.

E, como não poderia deixar de ser, os esquerdistas do Partido Democrata estão enlouquecidos, como de resto seus sequazes, aquela malta de idiotas cuja pretensão maior é destruir os Estados Unidos.

Ao que parece, os eleitores norte-americanos que em 2016 apostaram em Donald Trump não se arrependeram e não estão dispostos a embarcar na canoa furada dos comunistas do Partido Democrata que, na verdade, deveria chamar-se de Partido Comunista! DO A.AMORIM