sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

sexta-feira, janeiro 18, 2019

A GRANDE MÍDIA EMBARALHA TUDO, MAS QUEM DÁ AS CARTAS É O JORNALISMO INDEPENDENTE NA INTERNET.


Tudo aquilo que a grande mídia sonega do público, já firmei aqui, poderá ser encontrado cada vez mais na internet, seja em blogs e sites independentes, como também nas próprias redes sociais e, sobretudo em diversos canais no Youtube.

Não há dúvida que o Youtube tende a se sobrepor às redes de televisão, a não ser que essas empresas midiáticas estejam sintonizadas com aquilo que realmente interessa à maioria do grande público. A televisão, como de resto todos os veículos da mainstream media, têm de já ir se acostumado a fazer jornalismo. Se teimarem em promover a doutrinação comunista serão, sim, ultrapassadas pelas novas mídias que surgem no âmbito da internet.

É o caso do vídeo acima. Trata-se do canal dirigido e apresentado pelo jornalista e youtuber Bernardo Küster que em outras oportunidades já foi objeto de postagem aqui no blog. Desta feita, Küster comenta e analisa o caso da viagem à China de um grupo de parlamentares do PSL, o partido do Presidente Jair Bolsonaro, fato que também já comentei e analisei aqui no blog.

Além de tecer considerações sobre essa inusitada viagem de parlamentares à  China comunista, Bernardo Küster refere-se também ao decreto recentemente assinado pelo Presidente Jair Bolsonaro relativo ao direito ao porte de arma pelos cidadãos de bem.

Para tanto, Küster leva ao ar na parte final deste vídeo uma alocução do conhecido especialista em segurança pública Bene Barbosa. Conheço Bene Barbosa e já conversei com ele em duas oportunidades em que esteve aqui em Florianópolis.

Bene é realmente um especialista brasileiro na área da segurança pública além de ser uma pessoa muito competente e dedicada. Portanto vale a pena ouvir a análise que formula sobre o decreto recentemente assinado pelo Presidente Jair Bolsonaro tendo em vista o direito dos cidadãos à posse de arma visando à defesa pessoal.

É por meio de análises como estas formuladas no vídeo desta postagem, pautadas pela seriedade e o equilíbrio, que a opinião pública poderá ter uma visão mais clara e objetiva sobre o que realmente está acontecendo.

O histerismo midiático e o dito jornalismo partisan são os principais inimigos da verdade e jamais fornecerão os elementos fundamentais para que leitores, ouvintes e telespectadores possam formar um juízo mais claro e objetivo sobre os fatos.

A ficção pode ter lugar de honra na produção literária, mas é terminantemente vetada no jornalismo. DO A. AMORIM

Lula recebeu dinheiro em espécie de propina da Odebrecht, diz Palocci em delação

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Informações estão na 1ª delação fechada pelo ex-ministro de Lula e Dilma.
Termo de colaboração de 13 de abril de 2018 foi anexado nesta quinta-feira (17) ao inquérito.

Por José Vianna, Aline Pavaneli e Ederson Hising, RPC Curitiba e G1 PR
Em delação, Palocci diz que Lula recebeu dinheiro em espécie de propina da Odebrecht — Foto: Reprodução/JN
Em delação, Palocci diz que Lula recebeu dinheiro em espécie de propina da Odebrecht
Foto: Reprodução/JN
O ex-ministro Antonio Palocci, delator da Operação Lava Jato, relatou entregas de dinheiro em espécie, de propina paga pela Odebrecht, ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com Palocci, Lula lhe pedia que não comentasse com ninguém a respeito do assunto.

As informações estão em um termo da primeira delação fechada por Palocci com a Polícia Federal de Curitiba. O depoimento foi prestado em 13 de abril de 2018, e a delação foi homologada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) em junho do ano passado. Nesta quinta-feira (17), o depoimento foi anexado ao inquérito da PF sobre a Usina de Belo Monte, que tramita em sigilo.

Um trecho da delação diz: "[Palocci] Também se recorda que, dos recursos em espécie recebidos da ODEBRECHT e retirados por Branislav Kontic, levou em oportunidades diversas cerca de trinta, quarenta, cinqüenta e oitenta mil reais em espécie para o próprio Lula".

O ex-ministro afirmou ter entregue R$ 50 mil ao ex-presidente, dentro de uma caixa de celular, no Terminal da Aeronáutica em Brasília (DF), durante a campanha de 2010. Um ex-motorista de Palocci chamado Claudio Souza Gouveia, ouvido pela PF em agosto do ano passado, diz ter testemunhado o encontro.

Outro trecho da delação de Palocci diz: "Em São Paulo, recorda-se de episódio de quando levou dinheiro em espécie a Lula dentro de caixa de whisky até o Aeroporto de Congonhas, sendo que no caminho até o local recebeu constantes chamadas telefônicas de Lula cobrando a entrega".

De acordo com Palocci, essa cobrança do ex-presidente a caminho do aeroporto foi presenciada por outro motorista, chamado Carlos Pocente, que inclusive brincou perguntando se toda aquela cobrança de Lula era apenas pela garrafa de uísque. Pocente também foi ouvido pela PF.

Em resposta, Palocci disse que "era óbvio que a insistência de Lula não era por bebida, e sim pelo dinheiro; que o motorista afirmou ao colaborador que estava brincando e que sabia que se tratava de dinheiro em espécie".

O G1 procurou a defesa do ex-presidente Lula e aguarda um posicionamento. Em outras ocasiões, a defesa de Lula disse que o ex-presidente nunca cometeu atos ilícitos. O G1 também tenta contato com as defesas de Branislav Kontic e com a empreiteira Odebrecht.

O que disseram os motoristas à PF

Os ex-motoristas com o ex-ministro Palocci também foram ouvidos pela PF como testemunhas, em agosto do ano passado, no inquérito sobre a Usina de Belo Monte.

Claudio Souza Gouveia disse no depoimento prestado à PF que por diversas vezes levou Palocci até o Terminal da Aeronáutica em Brasília para levar a Lula presentes e outros objetos.

Gouveia recordou que, entre os presentes, estavam caixas de uísque, celulares e canetas. Elas eram entregues por Palocci, que voltava minutos depois ao carro. O motorista, no entanto, declarou que nunca soube as caixas continham efetivamente os produtos.

Ele também disse ter visto o ex-ministro carregando grandes quantidades de dinheiro em espécie. Em algumas oportunidades, Palocci teria dito se tratar de documentos, mas fazia um gesto com os dedos que indicavam ser dinheiro.

De acordo com Gouveia, o ex-ministro tinha pressa ao fazer esses deslocamentos.

Já o motorista Carlos Alberto Pocente afirmou se recordar de um episódio, entre aqueles que envolviam dinheiro, no qual Palocci estava com muita pressa para levar uma caixa de uísque até Lula, no Aeroporto de Congonhas. DO R.DEMOCRATIVA
18/01/2019

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

#RenanNão – O desafio político brasileiro


quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Membro do Comitê Executivo do
Movimento Avança Brasil
O Brasil que anseia por mudanças não merece a eleição de Renan Calheiros para a Presidência do Senado. No entanto, o risco de isto acontecer é gigantesco. Renan é o principal beneficiário do voto secreto, que é um mecanismo de escolha hediondo em um parlamento no qual deveria reinar a transparência. O submundo senatorial tupiniquim deseja Renan. Tragédia institucional é que alguns pragmáticos da administração Bolsonaro também preferem o triunfo do “cabeleira”.
Renan é alvo de 17 inquéritos. Pelo menos um deles é por Crime de Peculato. Porém, por suas milagrosas articulações, não é tornado réu em nenhuma ação. Por isso, consegue ficar com o nome (supostamente) limpo para disputar a Presidência do Senado. Na prática, Renan não seria atingido pela ação apresentada no Supremo pelo senador Eduardo Girão (PROS), pedindo que senadores réus fiquem impedidos de disputar o comando do Congresso Nacional.
Renan Calheiros é tão esperto que já posa até de “Bolsonarista desde criancinha”, embora todos saibam que ele foi um dos sustentáculos dos governos petistas. Renan consegue manter aliados em cargos estratégicos da administração Bolsonaro. Renan até promete, se eleito para a presidência do Senado, fazer de tudo para aprovar a reforma da Previdência: “Eu quero ajudar. Já conversei com Paulo Guedes uma noite inteira, e falei que quero ajudar na aprovação da reforma da Previdência. Combinei de, quando eu voltar a Brasília, na outra semana, voltaremos a falar”.
A habilidade em promover encontros nada transparentes com poderosos membros do governo é a vantagem que Renan leva para atingir seus objetivos.
Eis nossa tragédia; o Brasil mudou com a eleição de Bolsonaro. O Senado também teria de mudar. Só que tem um Renan no meio do caminho, com tudo pronto para uma expressiva vitória.
Se o Ministério Público e o Judiciário não caírem em cima dele, fazendo andar os inquéritos e processos a que ele responde, com denúncias efetivas que o transformem em réu, Renan continuará favorito para derrotar o Brasil.  

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Desabafo de uma promotora criminal de execução enfrentando a bandidolatria de cada dia

Debora Balzan*
14 Janeiro 2019 | 10h40 ESTADÃO
Debora Balzan, promotora de Justiça do MP-RS. Foto: Arquivo Pessoal
Sou Promotora de Justiça há 23 anos! Sempre trabalhei “no crime”: Júri, Crimes e Execução Criminal. Nunca fui nem sou raivosa, mas não sou tola e tampouco faço parte da turma mimizenta. Nunca trabalhei em nenhuma administração da minha instituição. Sou promotora operacional.
Tenho certeza absoluta de que o crime compensa. Não creiam na baboseira (não tenho expressão melhor) de que o criminoso não teve oportunidade. Existe manipulação ideológica fortíssima.
Ninguém me disse. Odeio audiência de custódia. Odeio semiaberto. Odeio Justiça Restaurativa. Odeio APACs (local para cumprir pena onde os próprios presos administram o cárcere).
A princípio pode encantar, pois a reincidência seria menor  e a disciplina é a base. Mas disciplina não é favor, e como é liberalidade, se descumprirem voltam para o sistema comum. Está na discricionariedade do preso, e não na força do Estado.
Para mim, o caso é de não haver nenhum lugar privilegiado, mas de se tomar as rédeas do sistema convencional. O convencional não faliu, nunca foi aplicado. Ele foi falido. O que dizer de um lugar onde os lemas estão escritos na entrada, do tipo: aqui entra o homem, e o crime fica lá fora!  Como assim? A sociedade que se lasque e fique com as consequências do crime!
Mesmo que consideremos o que os próprios defensores desse sistema dizem querer ressocializar – não é o que penso – como ressocializar quando ao entrar a culpa já fica lá fora! Sem peso é fácil, né? Não! É impossível. Me poupe!
Aqui em Porto Alegre, a frase inspiradora é a de que se fosse possível examinar o homem por dentro e por fora não haveria inocentes! Como assim? Assim: você que nunca cometeu crime ou que furou uma fila é tão culpado quanto um latrocida! Que desrespeito às vítimas!
Sinceramente, como Promotora de Justiça é um enorme desconforto. Relativismo total! Vitimização de criminoso. Isso nos fez e faz um dos países mais violentos do planeta! A incapacidade de discernir o certo do errado e de nenhum senso de proporcionalidade. Ainda, os tais índices de menor reincidência são feitos pelos próprios organizadores e defensores do método e não consideram os que desistiram dele.
Alonguei-me não por ser mais o importante ponto que odeio, mas porque é  um dos queridinhos do momento). Odeio alternativos, de qualquer instituição. E não estou cometendo “crime de ódio”, usando expressão canhota (aliás, o que seria crime de ódio? Nada, apenas pressão na tentativa de dominar a linguagem, de tanta repetição de expressão politicamente correta). Por outro lado, o ódio ao mal é o amor ao bem, como disse Rui Barbosa. É mentira que se prende demais.  
Prende-se pouco (Bruno Carpes e Felipe Moura Brasil comprovam com números) e solta-se mal. No cárcere, não há disciplina e o trabalho (remição) na imensa maioria é fraude. Falta grave na cadeia quase sempre dá em nada.  
Mais uma vez: me disseram? Redondo não! Eu vejo! A esquerda nos governos e nas instituições (marxismo=alternativos) criou e alimenta isso.
Lamento que a maioria dos “especialistas” estejam desconectados totalmente da realidade. Também vale procurar saber se as instituições  estão trabalhando bem ou se mais preocupadas com a obesidade infantil e com os direitos dos apenados. Deus nos proteja e dê forças.
*Debora Balzan é promotora de Justiça do Ministério Público do Rio Grande do Sul, na Promotoria de Justiça de Execução Criminal de Porto Alegre.

Bolsonaro assina decreto que facilita posse de armas

Decreto foi assinado durante solenidade no Palácio do Planalto. Posse é a autorização para que a pessoa mantenha uma arma de fogo em casa.

O presidente Jair Bolsonaro durante assinatura do decreto que flexibiliza posse de armas  — Foto: Reprodução/NBR
O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta terça-feira (15), em cerimônia no Palácio do Planalto, um decreto que facilita a posse de armas.
O texto permite que o cidadão compre até quatro armas de fogo. A validade do registro passa dos atuais 5 anos para 10 anos.
O direito à posse é a autorização para manter uma arma de fogo em casa ou no local de trabalho, desde que o dono da arma seja o responsável legal pelo estabelecimento. Para andar com a arma na rua, é preciso ter direito ao porte, que exige regras mais rigorosas e não foi tratado no decreto.
"Como o povo soberanamente decidiu por ocasião do referendo de 2005, para lhes garantir esse legítimo direito à defesa, eu, como presidente, vou usar essa arma", disse Bolsonaro, ao mostrar uma caneta e assinar o decreto.
No discurso, o presidente afirmou que o decreto restabelece um direito definido no referendo. Na época, a maioria da população rejeitou trecho do Estatuto do Desarmamento que tornava mais restrita a posse de armas.
"Infelizmente o governo, à época, buscou maneiras em decretos e portarias para negar esse direito", disse Bolsonaro.
"O povo decidiu por comprar armas e munições e nós não podemos negar o que o povo quis nesse momento", completou.
Bolsonaro criticou trecho da antiga legislação que exigia comprovação "da efetiva necessidade" de ter uma arma em casa. Segundo ele, essa regra "beirava a subjetividade".
Agora, o texto estabelece as situações em que se verificam a "efetiva necessidade". Além disso, o Estado, ao analisar a solicitação, vai presumir que os dados fornecidos pelo cidadão para comprovar a "efetiva necessidade" são verdadeiros.

O que o diz o decreto

Pelas novas regras, terão "efetiva necessidade" de possuir arma em casa as pessoas que se encaixarem nos seguintes critérios:
  • Ser agente público (ativo ou inativo) de categorias como: agentes de segurança, funcionário da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), agentes penintenciários, funcionários do sistem socioeducativo e trabalhadores de polícia administrativa;
  • Ser militar (ativo ou inativo)
  • Residir em área rural;
  • Residir em estados com índices anuais de mais de dez homicídios por cem mil habitantes, segundo dados de 2016 apresentados no Atlas da Violência 2018. (Todos os estados e o Distrito Federal se encaixam nesse critério).
  • Ser dono ou responsável legal de estabelecimentos comerciais ou industriais; e
  • Ser colecionador, atirador e caçador, devidamente registrados no Comando do Exército.
Além disso, as pessoas que quiserem ter a arma em casa precisarão obedecer a seguinte exigência:
  • Comprovar existência de cofre ou local seguro para armazenamento, em casas que morem crianças, adolescentes ou pessoa com deficiência mental;
Não terá direito à posse a pessoa que:
  • tiver vínculo comprovado com organizações criminosas;
  • mentir na declaração de efetiva necessidade;

Regras que estão mantidas

O novo decreto mantém inalteradas exigências que já vigoravam sobre posse de armas, como:
  • Obrigatoriedade de cursos para manejar a arma;
  • Ter ao menos 25 anos;
  • Ter ocupação lícita;
  • Não estar respondendo a inquérito policial ou processo criminal;
  • Não ter antecedentes criminais nas justiças Federal, Estadual (incluindo juizados), Militar e Eleitoral;

Histórico

O decreto foi a principal medida adotada por Bolsonaro desde a posse como presidente da República. Até então, o governo havia anunciado revisões em contratos, liberações de recursos e exonerações e nomeações de funcionários.
Considerado uma promessa de campanha do presidente, o decreto estava em discussão desde os primeiros dias do governo. O texto passou pelo Ministério da Justiça, comandado por Sérgio Moro.
Em dezembro, antes de assumir a Presidência, Bolsonaro escreveu em uma rede social que pretendia garantir por meio de decreto a posse de armas de fogo a cidadãos sem antecedentes criminais.
O presidente é crítico do Estatuto do Desarmamento, que, segundo ele, impõe regras muito rígidas para a posse de arma. Durante sua carreira política, Bolsonaro defendeu reformular a legislação a fim de facilitar o uso de armas pelos cidadãos.
A flexibilização, contudo, é um tema que divide a população. Segundo pesquisa do Instituto Datafolha divulgada em 31 de dezembro, 61% dos entrevistados consideram que a posse de armas de fogo deve ser proibida por representar ameaça à vida de outras pessoas.

Veja a íntegra do decreto:

DECRETO Nº , DE DE DE 2019
Altera o Decreto nº 5.123, de 1º de julho de 2004, que regulamenta a Lei nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003, que dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição, sobre o Sistema Nacional de Armas - SINARM e define crimes.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso IV, da Constituição, e tendo em vista o disposto na Lei nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003,
DECRETA:
Art. 1º O Decreto nº 5.123, de 1º de julho de 2004, passa a vigorar com as seguintes alterações:
“Art. 12. ......................................................................................................
.....................................................................................................................
VIII - na hipótese de residência habitada também por criança, adolescente ou pessoa com deficiência mental, apresentar declaração de que a sua residência possui cofre ou local seguro com tranca para armazenamento.
§ 1º Presume-se a veracidade dos fatos e das circunstâncias afirmadas na declaração de efetiva necessidade a que se refere o inciso I do caput, a qual será examinada pela Polícia Federal nos termos deste artigo.
.....................................................................................................................
§ 7º Para a aquisição de armas de fogo de uso permitido, considera-se presente a efetiva necessidade nas seguintes hipóteses:
I - agentes públicos, inclusive os inativos:
a) da área de segurança pública;
b) integrantes das carreiras da Agência Brasileira de Inteligência;
c) da administração penitenciária;
d) do sistema socioeducativo, desde que lotados nas unidades de internação a que se refere o inciso VI do caput do art. 112 da Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990; e
e) envolvidos no exercício de atividades de poder de polícia administrativa ou de correição em caráter permanente;
II - militares ativos e inativos;
III - residentes em área rural;
IV - residentes em áreas urbanas com elevados índices de violência, assim consideradas aquelas localizadas em unidades federativas com índices anuais de mais de dez homicídios por cem mil habitantes, no ano de 2016, conforme os dados do Atlas da Violência 2018, produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública;
V - titulares ou responsáveis legais de estabelecimentos comerciais ou industriais; e
VI - colecionadores, atiradores e caçadores, devidamente registrados no Comando do Exército.
§ 8º O disposto no § 7º se aplica para a aquisição de até quatro armas de fogo de uso permitido e não exclui a caracterização da efetiva necessidade se presentes outros fatos e circunstâncias que a justifiquem, inclusive para a aquisição de armas de fogo de uso permitido em quantidade superior a esse limite, conforme legislação vigente.
§ 9º Constituem razões para o indeferimento do pedido ou para o cancelamento do registro:
I - a ausência dos requisitos a que se referem os incisos I a VII do caput; e
II - quando houver comprovação de que o requerente:
a) prestou a declaração de efetiva necessidade com afirmações falsas;
b) mantém vínculo com grupos criminosos; e
c) age como pessoa interposta de quem não preenche os requisitos a que se referem os incisos I a VII do caput.
§ 10. A inobservância do disposto no inciso VIII do caput sujeitará o interessado à pena prevista no art. 13 da Lei nº 10.826, de 2003.” (NR)
“Art. 15. ......................................................................................................
Parágrafo único. Os dados de que tratam o inciso I e a alínea “b” do inciso II do caput serão substituídos pelo número de matrícula funcional, na hipótese em que o cadastro no SIGMA ou no SINARM estiver relacionado com armas de fogo pertencentes a integrantes da Agência Brasileira de Inteligência.” (NR)
“Art. 16. ......................................................................................................
.....................................................................................................................
§ 2º Os requisitos de que tratam os incisos IV, V, VI e VII do caput do art. 12 deverão ser comprovados, periodicamente, a cada dez anos, junto à Polícia Federal, para fins de renovação do Certificado de Registro.
...........................................................................................................” (NR)
“Art. 18. ......................................................................................................
.....................................................................................................................
§ 3º Os requisitos de que tratam os incisos IV, V, VI e VII do caput do art. 12 deverão ser comprovados, periodicamente, a cada dez anos, junto ao Comando do Exército, para fins de renovação do Certificado de Registro.
.....................................................................................................................
§ 5º Os dados de que tratam o inciso I e a alínea “b” do inciso II do § 2º serão substituídos pelo número de matrícula funcional, na hipótese em que o cadastro no SIGMA ou no SINARM estiver relacionado com armas de fogo pertencentes a integrantes da Agência Brasileira de Inteligência.” (NR)
“Art. 30. ......................................................................................................
.......................................................................................................................
§ 4o As entidades de tiro desportivo e as empresas de instrução de tiro poderão fornecer a seus associados e clientes, desde que obtida autorização específica e obedecidas as condições e requisitos estabelecidos em ato do Comando do Exército, munição recarregada para uso exclusivo nas dependências da instituição em provas, cursos e treinamento.” (NR)
“Art. 67-C. Quaisquer cadastros constantes do SIGMA ou do SINARM, na hipótese em que estiverem relacionados com integrantes da Agência Brasileira de Inteligência, deverão possuir exclusivamente o número de matrícula funcional como dado de qualificação pessoal, incluídos os relativos à aquisição e à venda de armamento e à comunicação de extravio, furto ou roubo de arma de fogo ou seus documentos.” (NR)
Art. 2º Os Certificados de Registro de Arma de Fogo expedidos antes da data de publicação deste Decreto ficam automaticamente renovados pelo prazo a que se refere o § 2º do art. 16 do Decreto nº 5.123, de 2004.
Art. 3º Para fins do disposto no inciso V do caput do art. 6º da Lei nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003, consideram-se agentes operacionais da Agência Brasileira de Inteligência os servidores e os empregados públicos vinculados àquela Agência.
Art. 4º Fica revogado o § 2º-A do art. 16 do Decreto nº 5.123, de 2004.
Art. 5º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, de de 2019; 198º da Independência e 131º da República.

Por Guilherme Mazui e Luiz Felipe Barbiéri, G1 — Brasília

O que falta para salvar a pátria

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Falta, agora, o movimento da inefável Versailles da privilegiatura que tem sido o Poder Judiciário, escreve Fernão Lara Mesquita, via Estadão:

Não há quem no serviço público brasileiro não tenha sido tocado ao menos pela corrupção institucionalizada, aquela que oficialmente não é tida como o que é porque a lei é o seu instrumento de ação. Nem mesmo os militares passaram incólumes por essas três décadas de elevação da cultura do privilégio à força em torno da qual tudo o mais gravita no País oficial desde a Constituição de 88. Mas se havia qualquer dúvida sobre o valor da reserva moral que lhes restou, ela acabou com os fatos que se seguiram ao primeiro embate de 2019 entre Brasília e o Brasil.
Como acontece sempre na formação de qualquer governo, a “área econômica” é a única que chega ao dia da posse com todas as suas referências fincadas exclusivamente no País real. Brasília, de onde, com as regras eleitorais vigentes, obrigatoriamente sai o núcleo dos grupos que se substituem no poder, não sente o Brasil. Lá os salários sobem e as carreiras progridem por decurso de prazo tão certo quanto que o sol nascerá amanhã. Nunca aconteceu com seus familiares, nunca aconteceu com seus amigos, nunca aconteceu com seus colegas de trabalho, nunca aconteceu com eles próprios: a figura do “andar para trás” simplesmente não existe no modelo cognitivo do típico cortesão de Brasília nem como exercício abstrato de antecipação de uma possibilidade, simplesmente porque essa possibilidade não existe.

Não é de surpreender, portanto, que para todos quantos a cada nova conta a ser paga corresponde um novo “auxílio” arrancado ao favelão nacional o “modelo de capitalização” na Previdência – que em português plebeu quer dizer pagar por aquilo que se vai consumir – pareça uma inominável maldade. Essa relação, para eles, nunca foi obrigatória.
Mas agora a realidade está aí nua e crua. Financiar os 30-40 anos de ócio que o brasiliense aposentado típico vem colhendo sem nunca ter plantado custou ao Brasil passar da economia que mais crescia para a economia que mais decresce no mundo hoje, mas Brasília nem percebeu. Brasília “cresce” sempre, chova ou faça sol, por “pétrea” determinação constitucional. E, na dúvida, lá vem o cala-boca: “A Constituição não se discute, a Constituição cumpre-se”.

Só que não.

Agora, à beira do precipício, até Brasília já sente a vertigem. O inchaço do funcionalismo nos 13 anos de PT transbordando em progressão geométrica para as aposentadorias na flor da idade que congelam os salários públicos no tope de cada carreira por quase meio século mergulhou essa previdência sem poupança num processo de metástase. Com quase 40% do PIB entrando, já não sobra sequer para pagar aos aposentados mais os seus substitutos com o salário de entrada. E como quando falta dinheiro para pagar a funcionário no Brasil é porque já faltou antes para tudo o mais – hospitais, escolas, segurança pública, infraestrutura –, não há mais como não agir.

Velhos hábitos demoram para morrer, mas os embates da primeira semana de governo deram indicações animadoras da força da humildade de Jair Bolsonaro. Ele vacilou quando se calou diante do sindicalista Lewandowski infiltrado no STF. Ele vacilou quando recusou vetar o aumento dos incentivos para a Sudam e a Sudene. Ele tem vacilado diante dos “quiéquiéisso companheiro” dos amigos da vida inteira das corporações militar e política, de que faz parte. Ele vacilou, até, diante do “fogo amigo” contra Paulo Guedes. Mas Paulo Guedes é um homem de contas. A transição e os primeiros dias de governo têm sido uma avalanche de números. E com números não se discute. Assim que Guedes se decidiu a dar o limite dos “bailes” que estava disposto a levar de Brasília parece ter caído a ficha e o presidente teve a nobreza de rever sua posição. Realinhou o governo inteiro à Prioridade Zero de deter a hemorragia previdenciária e o Brasil entrou em festa para deixar bem clara a fundamental importância que essa atitude teve.

Brasília pode reagir a Onix Lorenzoni, mas o Brasil reage a Paulo Guedes. E se confundir essas prioridades o governo comete suicídio e nos leva junto. Não haverá segunda chance. Não há tempo. Privatizações e descomplicações liberalizantes da vida produtiva poderão acelerar o processo. Mas o que dirá se haverá ou não processo a ser acelerado é o desenho da reforma da Previdência. E o lucro ou o prejuízo serão colhidos inteiros a partir do momento em que esse desenho for conhecido.

Tudo isso parece ter-se tornado subitamente claro para o governo. Tocados nos brios, os militares, que estão longe de desfrutar os maiores entre os privilégios do Brasil com privilégios, embora vivam no que para o País real não entra nem em sonho, declaram-se dispostos a puxar a fila dos sacrifícios para dar o exemplo. É um gesto inédito na História do Brasil e absolutamente decisivo. Se confirmado, cala para todo o sempre a boca dos detratores da instituição. Já o campo do Legislativo reflete, para bem e para mal, a diversidade do País. Mas quando chamado ao sacrifício com o devido empenho, no governo Temer, prontificou-se a responder majoritariamente a favor do Brasil. Foi detido pelo golpe Janot-Joesley que abortou a votação decisiva na véspera de acontecer. Desde então, sentindo espaço, suas piores figuras voltaram a dominar a cena. Mas um novo Congresso vem aí e, no extremo, Poder eleito que é, ele sempre faz o que o Brasil diz que quer que ele faça.

Falta, agora, o movimento da inefável Versailles da privilegiatura que tem sido o Poder Judiciário. Não haverá avanço na segurança pública se não houver avanço na economia. E não haverá avanço na economia se não houver avanço na Previdência. Sem ambos, não haverá pacote de leis nem articulação de forças de repressão capaz de deter a quase guerra civil contra o crime organizado que vivemos. Mas se o ministro Sergio Moro e seus fiéis escudeiros do Ministério Público, seguindo o exemplo dos militares, liderassem o movimento de devolução de privilégios que suas corporações há muito devem ao Brasil, a pátria com toda a certeza estaria salva. DO O.TAMBOSI

domingo, 13 de janeiro de 2019

Presidente da Assembleia Nacional da Venezuela é preso, diz oposição

Informação foi divulgada pela mulher de Juan Guaidó e por vários parlamentares da oposição neste domingo.

Por G1
Juan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional da Venezuela faz um discurso na sexta-feira (11)  — Foto: Fernando Llano/ AP

O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, o oposicionista Juan Guaidó, foi preso por agentes do serviço de inteligência venezuelana.
A informação foi divulgada pela mulher dele e por vários parlamentares da oposição neste domingo (13), segundo as agências Reuters e France Presse.
Na sexta-feira, Guaidó disse que estava disposto a assumir a presidência depois que a oposição declarou o segundo mandato do presidente Nicolas Maduro como ilegítimo.
"A Constituição me dá legitimidade para exercer o cargo da Presidência da República, para convocar eleições, mas preciso do apoio dos cidadãos para tornar isso uma realidade", disse o deputado a algumas centenas de pessoas que se concentraram no leste de Caracas para denunciar a "ilegitimidade" de Maduro.
Na quinta-feira (10), Maduro prestou juramento para seu segundo mandato na presidência em cerimônia no Tribunal Supremo de Justiça do país. Isso porque a Assembleia Nacional, dominada pela oposição, não reconhece a legitimidade do novo período do chavista no poder, que deve durar até 2025.
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, assina documento durante sua posse na Suprema Corte, em Caracas, na quinta-feira (10) — Foto: Reuters/Carlos Garcia Rawlins

PORTE DE ARMA: O INALIENÁVEL DIREITO DOS CIDADÃOS DE BEM À SEGURANÇA. FORA COMUNISTAS!

sábado, janeiro 12, 2019

O vídeo desta postagem é uma produção do Canal Sobrevivencialismo, editado no Youtube pelo psicólogo e palestrante Julio Lobo. Desta feita, a pauta do programa é a promessa de campanha do Presidente Jair Bolsonaro de fazer valer o Referendo de 2005.

Julio Lobo entrevista o Deputado Federal Eduardo Bolosonaro, filho do Presidente Jair Bolsonaro. Obviamente, o Deputado Eduardo Bolsonaro conhece de cor e salteado o tema. Portanto, vale a pena que vejam esta entrevista.

Antes disso, também é bom relembrar alguns detalhes:

Em 23 de outubro de 2005 foi realizado um referendo onde o eleitor votava respondendo à seguinte pergunta: O comércio de Armas de Fogo e Munições deve ser proibido no Brasil?

Resultado: 63,94% dos votantes (algo em torno de 95 milhões de eleitores brasileiros) votaram NÃO. Mas o então governo de Lula e seus sequazes simplesmente não respeitou o resultado do Referendo e, mais adiante, conseguiu aprovar no Congresso Nacional, completamente apetralhado, o deletério “Estatuto do Desarmamento”. Sabe-se lá com quantas propinas benesses variadas compraram os votos que fizeram tábula rasa da decisão majoritária dos eleitores no Referendo, francamente ao favor do direito à venda de armas e a posse de arma de fogo de acordo com a lei por parte dos cidadãos de bem tendo em vista a defesa pessoal.

Toda a grande mídia e a propaganda governamental tentavam influir no voto do eleitor em favor da proibição do comércio de armamento. Mas foi um tiro n’água. O eleitorado sentiu o indefectível cheiro de carne queimada. Sim, porque a primeira coisa que os comunistas fazem ao chegar ao poder é desarmar a população. Foi o que fizeram o PT e toda a cambada de partidos comunistas, incluindo-se ai, obviamente, o PSDB e MDB.

Aliás, o velho MDB foi o responsável por reintroduzir na política brasileira todos os velhos partidos comunistas que foram desarticulados pelos governos militares. Quando os militares se recolheram aos quartéis a primeira coisa que os políticos capitaneados pelo MDB fizeram foi ressuscitar o movimento comunista. Faltava proibir o direito do cidadão de bem ao porte legal de arma de fogo, fato afinal consumado quando Lula e seus sequazes pintavam e bordavam no Palácio do Planalto.

O resultado está aí. As últimas estatísticas apontam mais de 60 mil homicídios por ano no Brasil. Veja-se por exemplo o que os bandidos armados até os dentes estão fazendo no Estado do Ceará onde quem pode só trafega com veículos blindados! Em postagem aqui no blog em 2017, abordei esta questão do porte de arma. Confiram aqui.

E, para concluir: é por isso que a grande mídia juntamente com aquele monturo de jornalistas comunistas está indo diretamente para o vinagre.

Não farão nenhuma falta. Há canais no Youtube, como este Sobrevivencialismo, capazes de apresentar excelentes entrevistas como esta do vídeo acima que a grande mídia nacional jamais levará ao ar.

E os canais no Youtube já abrangem uma gama variada de temas que vão da política à economia, ao entretenimento e ao humorismo. Aliás, o humorismo praticamente desapareceu das televisões, já que as TVs seguem os ditames da Agenda bundalelê 2030 da ONU, toda ela baseada na sórdida engenharia social do dito pensamento politicamente correto, a antessala para um totalitarismo jamais visto na face da Terra. Os engenheiros sociais da ONU, União Europeia e de outras pocilgas globalistas pretendem o controle total e absoluto dos cérebros de todos os habitantes do mundo.

Entender tudo isso, toda essa engrenagem diabólica, é o primeiro e único passo consequente para a manutenção da nossa liberdade! Reagir é imperioso!

E o direito ao porte de arma para os cidadãos de bem é um direito inalienável. Neste caso, a vitória do Presidente Jair Bolsonaro, acreditem, não é apenas mais um simples evento político-eleitoral circunscrito ao Brasil. Para quem tem um pingo de consciência política sabe que a influência do Presidente Jair Bolsonaro ultrapassa as fronteiras do nosso continente e mexe com as estruturas geopolíticas em nível global.

Por isso, notem, toda a grande mídia internacional é hostil ao nosso Presidente. E isto acontece pela primeira vez em relação ao Brasil, tido e havido historicamente como um gigante desengonçado capaz de organizar apenas festas carnavalescas ou ser alvo de anedotas. Entenderam? Como se diz na gíria, ninguém chuta cachorro morto. DO A.AMORIM

Hora da caneta contra o terror e a insegurança!

domingo, 13 de janeiro de 2019

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Membro do Comitê Executivo do
Movimento Avança Brasil
A maior descoberta nos 12/13 dias da gestão Bolsonaro é que foi cometido um erro, talvez uma injustiça, com a designação de seu principal instrumento de poder. A caneta azul usada pelo Presidente não é uma BIC, mas sim uma Compactor Economic. Apesar da marca em inglês, ela é 100% brasileira. A empresa tem mais de 60 anos de mercado.
O Alerta Total pede desculpas por ter sido um dos muitos que identificou a caneta erradamente. Corrigimos o erro porque a Compactor agiu depressa e publicou um anúncio de oportunidade na onda da posse do Bolsonaro. A mensagem publicitária exalta: “Economic. A caneta ideal para quem precisa enxugar o orçamento”.
Fato concreto e objetivo é que a caneta de Bolsonaro terá de produzir milagres impressionantes e muito aguardados por quem o elegeu como 38o Presidente da República. Haja coragem, disposição e enxugamentos! As cobranças começarão com força. Tem de reduzir gastos correntes, despesas dispensáveis e desperdícios imperdoáveis. Precisa baixar e eliminar impostos, taxas, contribuições e por aí vai.
Só isso já destrava a economia e torna real o otimismo dos empreendedores. No entanto, a caneta não pode errar na reforma da Previdência – equivocadamente eleita como “prioridade”. Ninguém ignora que precisa reformar. No entanto, a pressa é imposta pelos banqueiros – que querem porque querem ganhar dinheiro mais rápido com a adoção do regime de capitalização.
O assunto carece de um debate realmente aprofundado, do ponto de vista técnico e político. Não pode ser feito à moda “carvalho” (o termo, na verdade, é aquele conhecido palavrão). Bolsonaro precisa conter a pressão da mídia que exige resposta imediata para uma reforma tão complexa, em um tema que afeta o presente e o futuro da maioria dos brasileiros. Foi um erro de comunicação proclamar como “prioridade” a reforma da previdência.
O aumento da insegurança pública, gerado pela ação estratégica e profissional das facções criminosas, vai exigir que Bolsonaro e seus militares, depressinha, redefinam a prioridade. As explosões de violência, com características gritantes de terrorismo, no Ceará e no Rio de Janeiro, exigem uma resposta urgentíssima. Não tem outra saída: a caneta terá de invocar a Lei de Segurança Nacional.
No entanto, antes da canetada, será indispensável uma complexa negociação política com o parlamento e, principalmente, com o Ministério Público e o Judiciário. A repressão aos terroristas profissionais não poderá acontecer conforme a regulamentação convencional. Trata-se de uma guerra assimétrica. Os bandidos levam a vantagem da ousadia e da surpresa.
Fato tristíssimo: os bandidos ainda contam com a proteção dos invocadores dos “direitos dos manos”. Um exército de advogados está prontinho para entrar no campo de batalha jurídica, para denunciar a “excessiva repressão” das forças de segurança oficiais. Os governos Federal e estadual já começam a batalha como reféns de um pretenso estado democrático de direito – que no Brasil é mais ficção retórica que efetiva realidade prática.
Os bandidos organizados não poderão ser tratados com carinho. Pessoas e famílias estão sendo exterminadas – e não apenas amedrontadas. O regime de medo e terror não extermina apenas a segurança. Assassina as oportunidades econômicas, sobretudo na área de turismo, na qual Rio de Janeiro e Ceará são imbatíveis, podendo gerar muito mais empregos e arrecadação de impostos.
A caneta mágica de Bolsonaro terá de ser sabiamente empregada para assinar medidas extremas e dolorosas na repressão ao terrorismo tupiniquim. Os “bandidos” têm poder econômico e agem estrategicamente. Ou seja, praticam terrorismo. Não vale usar outro termo, na tentativa canalha de atenuar a gravidade da situação. O Estado brasileiro terá seu sistema de “Inteligência” estressado ao limite máximo.
Se o criminoso não tiver certeza de que a repressão será de imensa intensidade, ele continuará agindo e prosperando. A Garantia da Lei e da Ordem é prioritária, sem frescuras e viadagens retóricas da turma do “direito dos manos”. A porrada já come contra as pessoas. Precisa comer contra os bandidos. Vítimas da sociedade são as pessoas honestas assassinadas. O resto é lixo a ser eliminado.
Contra as pessoas de bem já vigora a “Pena de Morte”. O mesmo precisa valer contra o outro lado, os  criminosos. Depositar praticantes de crimes hediondos em presídios só facilita a organização criminosa – financiada com dinheiro público pago pela sociedade reprimida. Hoje, se fizerem a enquete mais básica, a pena de morte para casos de terrorismo receberá aprovação mássica dos brasileiros.
O Presidente Bolsonaro já discursou que a pena de morte não faz parte de sua agenda de governo – e nem fará... Acontece que, se as autoridades não derem uma resposta urgentíssima à barbárie no Rio de Janeiro e no Ceará, a pressão popular vai exigir que Bolsonaro reveja sua posição. A turma do Judiciário já sabe que estamos em contagem regressiva para que o povo imponha o estágio de repressão máxima contra a criminalidade.   

O bicho não vai pegar. Já está pegando. E a maioria pagando a conta do terrorismo. Eis o pepino a ser descascado, imediatamente, pelo novo regime democrático dos militares que chegaram ao poder pelo vito direto no Brasil.

“A reforma da previdência é prioridade” (!?)... KKKKK... Os bandidos estão morrendo de rir... Seria melhor mudar o slogan oficial para:

“Brasil Acima de Tudo! E que Deus nos acuda!”...


Em tempo: O terrorista Cesare Battisti foi preso em Santa Cruz da La Sierra, na Bolívia... Já pode ser extraditado, diretamente, para a Itália...


Avião da PF está a caminho da Bolívia para buscar Battisti, terrorista italiano comparsa de Lula


domingo, 13 de janeiro de 2019

Cesare Battisti foi preso na Bolívia. Foto: Polícia Boliviana/ AFP
 
O italiano Cesare Battisti anda em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia,
minutos antes de ser preso. Foto: Polícia Italiana/AP

O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, informou que o italiano Cesare Battisti será extraditado à Itália pelo Brasil. Heleno disse que o Brasil está acertando os detalhes do voo com autoridades bolivianas, depois de se reunir com o presidente Jair Bolsonaro, no Palácio da Alvorada. Heleno afirmou que um avião Polícia Federal fará a transferência de Battisti, que estava foragido do Brasil e foi preso pela Interpol na cidade boliviana de Santa Cruz de La Sierra. Havia a possibilidade que ele fosse levado direto da Bolívia para a Itália.
“Um avião da Polícia Federal nosso está indo buscar, e o avião tem problema de autonomia, ele tem que pousar no Brasil”, afirmou o ministro. “Não é uma escala, porque ele vai ter que trocar de avião. O avião é brasileiro e não tem autonomia para fazer Europa.” Heleno afirmou que os horários da operação ainda estão sendo definidos entre autoridades policiais e diplomáticas dos países.
O ministro disse que o presidente Jair Bolsonaro ficou “feliz” com a prisão de Battisti, mas negou que ele queria tirar proveito político da extradição: “Ele não quer capitalizar nada, quer botar para fora um bandido, nada além disso".O ministro disse considerar ótima a prisão e negou que o Battisti já estivesse fora do Brasil, por ter fugido para a Bolívia, sem que a PF tenha sido capaz de cumprir a ordem de prisão.  
“Eu acho ótimo, (Battisti) está devendo”, disse Heleno. “Está fora nada. Gastamos muito dinheiro com esse bandido.” Mais cedo, o vice-presidente Hamilton Mourão que pedalou ao redor do Palácio da Alvorada comentou a prisão: "Missão cumprida".
Bolsonaro prometera em campanha que extraditaria o italiano, condenado à prisão perpétua em seu país natal, por quatro assassinatos na década de 1970. O ex-militante de extrema esquerda nega envolvimento e se diz vítima de perseguição política. Ele ganhara refúgio no Brasil no governo Luiz Inácio Lula da Silva. O ex-presidente Michel Temer revogou o benefício no fim do ano passado e decidiu extraditá-lo. Em dezembro, o Supremo Tribunal Federal determinou a prisão dele, mas Battisti escapou. Felipe Frazão, O Estado de S.Paulo
DO J.TOMAZ