quinta-feira, 26 de maio de 2016

TCU SUSPENDE REPASSE DE DINHEIRO DO BRASIL PARA CONSTRUÇÃO DE USINA HIDRELÉTRICA NA NICARÁGUA AUTORIZADO PELA DILMA

Em vez de fazer as obras necessárias para o setor elétrico no Brasil, o governo de Lula e Dilma transferiam recursos para ditadores comunistas. É que nas ditaduras a transparência é zero o que facilita todos os tipos de negociatas.
Isto é só o comecinho. Há, pelo menos, dezenas de obras com recursos públicos brasileiros beneficiando ditaduras comunistas como a da Nicarágua. O povo brasileiro ainda não viu nada. E quando ver tudo o que o PT fez com o Brasil a reação poderá ser terrível. Por estas e outras que estão para ser reveladas é que a Dilma não tem mais a mínima chance de voltar. E mais: o povo brasileiro voltará às ruas para exigir a proscrição não apenas do PT, mas de todos os partidos de viés comunista, como Rede, PSOL, PCdoB e demais ajuntamentos de jagunços ideológicos e ladrões do erário.
Transcrevo matéria do site da revista Exame, noticiando ação do TCU, cortando a sangria dos cofres públicos que vinha sendo executada por Lula, Dilma e seus sequazes para beneficiar um dos tiranetes mais odiosos da América Latina e, pelo jeito o butim, via lavagem, cevava a turma do Foro de São Paulo e seus amiguinhos 'burgueses' empresários. Leiam:
O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou hoje (25) uma medida cautelar para suspender repasses de recursos para a construção da Usina Hidrelétrica de Tumarín, na Nicarágua.
O empreendimento foi concedido para a Eletrobras, em parceria com a construtora Queiroz Galvão, que é investigada na Operação Lava Jato da Polícia Federal.
O ministro Bruno Dantas defendeu a medida cautelar para que não fossem mais aportados recursos no empreendimento, orçado em US$ 1,2 bilhão, e a maioria dos ministros do TCU acompanhou esse entendimento. Segundo Dantas, existem irregularidades no projeto, que já tem autorizado um aporte de US$ 100 milhões.
“Os recursos já alocados estão parados, não foram pagos porque não tem dinheiro. Mas, se por uma razão qualquer, a Eletrobras quiser pagar, o tribunal, tomando conhecimento de todas essas irregularidades, vamos ter considerado que não há risco”, disse ele.
O relator da matéria, ministro José Múcio, determinou que a Eletrobras e a Queiroz Galvão prestem esclarecimentos sobre o empreendimento em um prazo de 15 dias.
Para o ministro Benjamin Zymler, o investimento da Eletrobras em um empreendimento no exterior não se justifica, especialmente na situação financeira atual da empresa.
“A Eletrobras está diante de uma crise de recursos extraordinária", afirmou Zymler. Para o ministro, em tais circunstâncias, pensar que possa haver investimentos da Eletrobras no exterior é algo inimaginável.
"Além de inconstitucional, é quase politicamente injustificável.” A Queiroz Galvão informou que não irá comentar a decisão do TCU. Procurada pela Agência Brasil, a Eletrobras não se manifestou até a publicação da reportagem. Do site da revista Exame
AGORA REPAREM BEM:
Vejam como os alegres redatores de Exame se referem ao tiranente comunista Daniel Ortega, como “presidente da Nicarágua”, quando se sabe que é mais um ditador cucaracha cevado pelo Foro de São Paulo.
É aquilo que eu venho repetindo há anos aqui no blog: a grande mídia brasileira está completamente dominada pelos esbirros do PT - Foro de São Paulo. São esses orelhudos vermelhos os principais responsáveis pela profusão da desinformação e manipulação do noticiário, mormente depois que a escumalha do PT chegou ao poder no Brasil.
É por estas e outras que esse tipo de imprensa desaparecerá muito antes do que se imaginava. Esses jagunços ideológicos travestidos de jornalistas estarão todos desempregados porque esses jornalões e revistas fecharão suas portas por falta de leitores. E veículo de mídia que não tem leitor não tem anunciantes. Simples assim. DO A.AMORIM

Quando o Judiciário punirá o Governo de Gangsters?

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

O jornal alemão "Die Zeit" foi exato na constatação de que o Brasil é submetido a um "Governo de Gangsters". O crime institucional e ideologicamente organizado tem hegemonia por aqui, com ares quase absolutos, porque o judiciário falha no cumprimento do papel de moderador republicano. Além de ampliar e consolidar a cultura da corrupção, a impunidade dos políticos criminosos inviabiliza o País e, mais grave ainda, legitima a injustiça.
Magistrados conscientes sabem que a judicialização da política é um dos processos mais perigosos para prejudicar e inviabilizar a Democracia - a Segurança do Direito. Na política, é temerário fazer Justiça com dois pesos e duas medidas diferentes para situações de gravidade institucional idêntica. Por isto, o Supremo Tribunal Federal tem o dever legal e moral de dar uma resposta rápida, eficaz, justa e perfeita à maioria da sociedade que cansou de ser assaltada, roubada e prejudicada pelos gangsters nos governos.
Basta de demora, postergação e mi-mi-mi! Guardião de nossa Constituição - que a mediocridade cultural brasileira transforma em foro privilegiado para julgar bandidos da politicagem -, o STF tem o dever moral de acelerar o julgamento de problemas que envolvem o Presidente do Congresso Nacional. Existem vários motivos concretos para o afastamento de Renan Calheiros. Não vale a desculpinha de que uma decisão contra ele pode afetar a governabilidade do temporário Michel Temer.
Foi apenas uma gotinha de urina no oceano de merda a divulgação das conversas de Renan com o delator Sérgio Machado (ex-Presidente da Transpetro, subsidiária da Petrobras enlameada pela corrupção). Eduardo Cunha foi temporariamente afastado da Presidência da Câmara, depois de ser o algoz-gerenciador do começo do processo de impedimento da Presidenta Dilma - também afastada por decisão soberana da maioria dos deputados. A mesma regra clara que afastou Cunha deveria ser aplicada contra Renan.
A situação política da Presidenta afastada Dilma Rousseff tem tudo para se agravar do impedimento quase certo (com desfecho provável em agosto) para um processo criminal. O Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, já enviou parecer ao STF considerando legais os conteúdos das conversas telefônicas interceptadas entre a Presidenta Dilma e Presidentro e líder máximo Luiz Inácio Lula da Silva. O STF precisa agilizar a apreciação sobre a legalidade dos grampos que mexem com Dilma e Lula. O STF está demorando demais...
Também é imperdoável a demora em devolver à primeira instância, no caso à 13a Vara Federal em Curitiba, pelo menos um dos inquéritos que apuram a tentativa de Lula em obstruir a ação do judiciário nos processos da Lava Jato. Lula não tem foro privilegiado. O afastamento de Dilma prejudicou a manobra jurídica de nomear Lula para ministro-chefe da Casa Civil, apenas para assegurar o questionável "direito" de Lula escapar da vara do Sérgio Moro. Os ministros do SYF deveriam levar em conta que a maioria esmagadora da sociedade brasileira considera vergonhoso este "privilégio" de tratamento dado a Lula - cujo Instituto o proclama como "inocente de tudo" e "vítima de uma grande injustiça"...   
O STF tem de dar respostas mais rápidas à sociedade. A providencial morosidade a favor de políticos sob suspeita é uma aberração judicial. Ladrões de galinha ou qualquer outra vítima de alguma forma de "rigor seletivo" são sacrificados, desmoralizados e punidos, em velocidade supersônica, no Brasil sob desgovernança do crime organizado. A mais alta corte do judiciário brasileiro precisa dar o bom exemplo com celeridade, eficiência e eficácia.
Os bons exemplos no judiciário frutificam. Não é à toa que o ministro da Justiça, Alexandre Moraes, promete ir a Curitiba, na semana que vem, acompanhado do Diretor-Geral da Polícia Federal, Leandro Daiello, para reiterar ao juiz Sérgio Moro e à Força Tarefa da Lava Jato que o governo do Presidento interino Michel Temer apóia toda a operação de Limpeza. Moraes e Daiello vão assegurar a manutenção de todos os policiais e técnicos que atuam no caso. O gesto politicamente simbólico é para deixar claro que o peemedebista Temer não pensa em impedir ou atrapalhar as investigações - conforme algum grampo indiscreto de delator premiado possa vir a sugerir.
Resumindo: Não dá mais para brincar com a impunidade. Os tribunais superiores do judiciário brasileiro precisam comprovar, com atitudes e decisões, o compromisso no combate à corrupção. A guerra do fim dos imundos, de todos contra todos, contará com muitos "machados" para cortar cabeças a prêmio...
Enfim, a maioria da sociedade brasileira quer saber quando o judiciário, efetivamente, vai punir e impedir o governo dos gangsters.
Se demorar muito, vamos tomar outro "7 a 1" simbólico dos rigorosos jornalistas alemães dos Die Zeit da vida...DO ALERTATOTAL

Ministro da Justiça irá a Curitiba dar apoio à Lava-Jato

Moraes e o diretor-geral da PF vão dizer que todos os policiais serão mantidos na operação
CATARINA ALENCASTRO - O GLOBO
O ministro da Justiça, Alexandre Moraes, e o diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello, devem ir na próxima semana a Curitiba para informar à equipe que comanda as investigações da Lava-Jato que o governo do presidente interino, Michel Temer, manterá os policiais que já trabalham no caso. Esse será mais um dos gestos que Temer pretende fazer para assegurar que não quer impedir ou atrapalhar as investigações.
A conversa de integrantes da Lava-Jato em Curitiba com interlocutores de Temer começou dias antes de o afastamento de Dilma Rousseff se concretizar. Rodrigo Rocha Loures, assessor especial de Temer, confirmou na quarta-feira que esteve num evento em Brasília com alguns procuradores da Lava-Jato, entre eles Deltan Delagnol e Alexandre Camanho, e desmentiu os boatos de que, se assumisse o poder, Temer agiria para barrar a Lava-Jato.
Rocha Loures contou que, na conversa, perguntou que sinalização Temer poderia dar para comprovar seu comprometimento com a continuidade das investigações. Os procuradores responderam, de acordo com Rocha Loures, que a manutenção do superintendente da Polícia Federal em Curitiba, Rosalvo Franco, seria bem recebida pela equipe.
— Quando saí do encontro, fui direto ao Palácio do Jaburu relatar ao presidente a conversa — disse Rocha Loures ao GLOBO.
O assessor afirmou que Temer concordou com a sugestão e determinou a Alexandre Moraes, tão logo este assumiu o Ministério da Justiça, manter Rosalvo Franco nas funções.
Os investigadores da Operação Lava-Jato confirmaram que se encontraram com Rocha Loures durante evento da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR). De acordo com procuradores, porém, a conversa durou menos de 15 minutos e ocorreu durante o coquetel oferecido pela entidade “de maneira pública e com a presença de jornalistas que cobriam o evento”.
Loures se apresentou como assessor de Temer, disse que o então vice-presidente apoia a Lava-Jato e pediu um novo encontro, o que os procuradores afirmam ter recusado. Em nota, a força-tarefa informou que em nenhum momento fizeram qualquer pedido a Temer. Segundo um procurador ouvido pelo GLOBO, o grupo só afirmou que “os poderes devem continuar independentes”. - DO WELBI

Feridos, caciques do PMDB estão atemorizados

Josias de Souza

Caíram todas as fichas do PMDB. A conversão de Sérgio Machado de operador do partido em colaborador da Lava Jato revelou a alguns cardeais que ainda se imaginavam acima das leis que a festa acabou.
Aos poucos, desaparece aquele Brasil que oferecia às eminências políticas a segurança de que nenhum ilícito justificaria a incivilidade de uma reprimenda pública. No seu lugar, surge um país que ensina a Sarney, Renan e Jucá que nem tudo termina num grande acordão.
Acometido de ‘morofobia’, Sérgio Machado foi de cacique em cacique para avisar que estava prestes a suar o dedo. “Esse cara, esse Janot que é mau caráter, ele disse, está tentando seduzir meus advogados, de eu falar”, disse para Sarney.
“O Janot tem certeza que eu sou o caixa de vocês”, declarou para Renan. “Então, o que ele quer fazer? […] Ele quer me desvincular de vocês, […] e me jogar para o Moro. E aí ele acha que o Moro vai me mandar prender. Aí quebra a resistência. E aí fodeu.”
“Eu estou muito preocupado”, afirmou Machado na conversa com Jucá. “O Janot está a fim de pegar vocês. E acha que eu sou o caminho.”
Ouviram-se juras de proteção a Machado. “Sem meter advogado no meio”, orientou Sarney. Um pacto para “estancar a sangria”, definiu Jucá. “Tem que ser conversa de Estado-Maior”, pediu o ex-presidente da Transpetro.
Homologado nesta quarta-feira (25) pelo ministro Teori Zavascki, do STF, o acordo de delação premiada que Sérgio Machado celebrou com o Ministério Público Federal é uma evidência de que malograram as tentativas de acordão. Afora os depoimentos já prestados pelo novo delator, a turma da Lava Jato manuseia gravações que somam quase sete horas de conversa.
Feridos pela traição, os caciques do PMDB estão atemorizados. O pânico tem razão de ser. Eles sabem o que fizeram nos verões passados. E acabam de descobrir que já não é tão fácil celebrar conchavos com pedaços do Judiciário, para triturar investigações.
A caciquia do PMDB ainda não conseguiu concretizar o desejo de aprovar alterações às leis que regulam os acordos de leniência e as delações premiadas. Enquanto ainda têm mandato, Renan e Jucá deveriam perseguir um objetivo mais modesto —um tributo a Sérgio Machado. Assim como há ruas batizadas de Voluntários da Pátria, a dupla poderia sugerir a inauguração de outras que se chamassem Traidores da Pátria.