PAZ AMOR E VIDA NA TERRA
" De tanto ver triunfar as nulidades,
De tanto ver crescer as injustiças,
De tanto ver agigantarem-se os poderes
nas mãos dos maus, o homem chega
a desanimar-se da virtude,
a rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto".
[Ruy Barbosa]
VITÓRIA - A Polícia Militar do Espírito Santo suspende a paralisação
na manhã deste sábado, 11. Depois de mais uma rodada de negociação, o
governo não se comprometeu com reajuste. O acordo firmado prevê que o
governo analise o cronograma de promoções e suspenda a punição aos PMs
amotinados.
Na manhã desta sexta-feira, a Secretaria de Segurança havia
anunciado que 703 PMs foram indiciados por crime de revolta (motim de
policial armado). O governo se comprometeu ainda a apresentar cronograma
para promover policiais que têm direito à progressão na carreira por
tempo de serviço prestado e a formar comissão para analisar a carga
horária da corporação e apresentar propostas em 60 dias.
Nos sete dias de paralisação, 121 pessoas foram assassinadas no
Estado, 666 veículos roubados e furtados e 300 lojas saqueadas. Os dados
são parciais e ainda não foram confirmados pela Secretaria de
Segurança.
ENTENDA A CRISE NO ESPÍRITO SANTO
Familiares e amigos de policiais militares no Espírito Santo
começaram, na noite de sexta-feira, 3, a fazer manifestações impedindo a
saída das viaturas para as ruas e afetando a segurança dos municípios.
Sem reajuste há quatro anos, os PMs reivindicam aumento salarial e
melhores condições de trabalho.
O motim dos policiais levou a uma onda de homicídios e ataques a lojas. Com medo, a população passou a evitar sair de casa e donos de estabelecimentos fecharam as portas. Os capixabas já estocam comida.
Na segunda-feira, 6, a prefeitura de Vitória suspendeu o funcionamento das escolas municipais e de unidades de saúde.
Também na segunda, o governo federal autorizou o envio da Força Nacional e das Forças Armadas para reforçar o policiamento nas ruas de cidades do Espírito Santo. Apesar do reforço, o clima de tensão se manteve no Estado.
A morte de um policial civil na noite de terça-feira, 7, motivou uma paralisação da categoria na quarta, agravando ainda mais a crise de segurança no Espírito Santo.
Após o fracasso nas negociações com policiais militares do
Espírito Santo, o governo capixaba decidiu endurecer com os PMs e com as
mulheres líderes do motim. No total, 703 policiais militares já foram indiciados por crime de revolta. DO ESTADÃO
O secretário de Segurança Pública, André Garcia, afirmou nesta
sexta-feira (10), que 703 policiais foram indiciados pelo crime de
revolta. Eles terão o ponto cortado desde o último sábado (4), quando
começaram os protestos de familiares de PMs na porta de batalhões. Caso
sejam condenados, os militares podem pegar de 8 a 20 anos de detenção.
Os PMs serão expulsos da instituição se forem condenados pelo crime de
revolta, disse o comandante-geral da PM, Nylton Rodrigues, em entrevista
à imprensa. Esse crime é configurado quando os militares se reúnem,
armados, ocupando quartel, agindo contra a ordem recebida de superior,
ou negando-se a cumpri-la.
Na quinta-feira (9), eram 327 policiais militares indiciados e, nesta
sexta, foram mais 376. Somando os números, dá o total de 703 indiciados
em inquérito policial militar pelo crime de revolta.
“Quando há ação de desobediência, o PM comete crime militar. Chega uma
hora em que a desobediência evolui para motim, crime militar com pena de
detenção de quatro a oito anos. Depois, se os policiais estão armados, o
motim evolui para revolta”, explicou o comandante-geral da PM.
André Garcia afirmou que, se for preciso, demite todos os policiais
militares e faz um novo concurso. "A anistia não é um ato do governo
estadual, mas do governo federal. Mesmo se fosse, não é um caso de
anistia", afirmou Garcia.
A condução dos inquéritos vai ficar a cargo da Corregedoria da PM.
Quando concluídos, serão encaminhados para o Juízo de Direito da Vara da
Auditoria Militar, que vai enviar o processo para análise da Promotoria
de Justiça junto à Vara da Auditoria Militar. Segundo o Ministério
Público Estadual, cabe a um promotor avaliar cada inquérito e decidir se
denuncia os militares e propõe uma ação penal ou se arquiva os casos.
Ainda segundo o secretário, haverá identificação das mulheres dos
protestos. “Também vamos identificar as mulheres que participam do
movimento e vamos enviar a lista para o MPF [Ministério Público
Federal], que vai fazer a análise”, disse.
Policiamento O
secretário disse que ainda 3 mil militares vão estar nas ruas do
Espírito Santo nesta sexta, mas destacou que vai pedir mais efetivo. "Os
responsáveis pelo movimento vão pagar os custos da mobilização das
forças federais", afirmou. Mais de 1.700 homens das Forças Armadas e
Nacional estão nas ruas e, segundo o Exército, serão 3.000 até final de
semana.
Pelo sétimo dia, o estado vive uma onda de violência que deixou 121
mortos. Escolas, postos de saúde e ônibus seguem sem funcionar na Grande
Vitória e em outras regiões do estado (veja o que abre e fecha nesta sexta-feira).
Negociações André
Garcia disse que o governo já esgotou a capacidade de diálogo com os
PMs. O movimento que paralisou o policiamento no estado pede aumento
salarial (reposição da inflação e 10% de ganho real), além de melhores
condições de trabalho. O governo disse ser impossível dar reajuste, mas
propôs avaliar promoções, carga horária dos PMs e outras reivindicações
(veja listas mais abaixo).
Segundo o governo, caberá às Forças Armadas, que assumiram o comando da
segurança pública no estado, dedicir as "medidas necessárias" tomar
para "o restabelecimento da lei e da ordem", afirmou Pompeu.
"Essas medidas dependem de avaliação caso a caso, do comando militar,
das forças de segurança, que estão no comando da segurança pública, que
aqui está com o general do Exército", disse Julio Pompeu, secretário de
Direitos Humanos.
O coronel Alves da Costa, que participa da operação, afirmou nesta
sexta que as tropas não receberam ordem para retirar as famílias dos PMs
das portas dos quartéis.
Proposta mulheres dos PMs:
Parcelamento da reposição salarial
Garantia de anistia para os policiais aquartelados
Desistência da ação contra as associações de policiais
Proposta do governo:
Crimes e infrações administrativas serão apurados sem perseguições;
Apresentar um cronograma para promoções previstas em lei
Formar uma comissão para avaliar a carga horária de trabalho da categoria
Encaminhar, em até 90 dias, uma proposta à Ales para tornar obrigatório o bacharelado em Direito para o ingresso no curso de CFO
Governo reitera a impossibilidade fiscal e legal da concessão do reajuste
Governo se propõe a desistir de ações contra Associações de Classe
Governo se dispõe a dialogar com a categoria para debater outras eventuais pautas DO G1
Foi muito preciso o governador do Espírito Santo, Paulo Hartung,
quando classificou de “sequestro” a greve dos policiais militares no
Estado. “O que está acontecendo no Espírito Santo é chantagem aberta.
Isso é a mesma coisa que sequestrar a liberdade e o direito do cidadão
capixaba e cobrar resgate”, disse Hartung, diante da terrível sensação
de insegurança que tomou a população do Estado em razão da paralisação
dos policiais, que exigem aumento de salário.
O caso do Espírito Santo ilustra, de forma dramática, até que
ponto as corporações de funcionários públicos em todo o País estão
dispostas a ir para arrancar do Estado aquilo que julgam ser seus
direitos inalienáveis – mesmo que as leis sejam atropeladas, que as
instituições sejam desrespeitadas e que o resto da população, que paga
impostos para ter serviços essenciais, tenha de ser sacrificado.
No momento em que, mais do que nunca, está clara a necessidade de
racionalizar os escassos recursos públicos, em razão da severa crise
que o País enfrenta, é preciso emprestar total apoio aos governantes que
se dispõem a arrostar essas corporações, que não se importam em fazer a
população de refém de seus interesses. Somente esse apoio deixará claro
que os cidadãos estão realmente cansados da irresponsabilidade na
administração pública e que não toleram mais o oportunismo dos que se
empenham em incendiar o País para dobrar os joelhos do Estado ante suas
reivindicações.
O fato é que há muito tempo certas corporações de funcionários
públicos ignoram a realidade do País, fazendo exigências absurdas e, em
alguns casos, apelando inclusive para a violência quando se julgam
preteridas. O episódio do Espírito Santo é hoje o mais representativo
dessa truculência, mas está longe de ser o único.
Na quarta-feira passada, em Brasília, por exemplo, policiais
civis que protestavam contra a reforma da Previdência tentaram invadir o
plenário da Câmara dos Deputados. Foram contidos pelos policiais
legislativos. Segundo o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), um
dos manifestantes chegou a sacar uma arma para intimidar os policiais
que tentavam manter a ordem. “O debate da reforma será feito, a
sociedade será convidada para debater a reforma, mas não na base da
violência”, disse Maia.
Greves e manifestações de policiais são especialmente graves
porque envolvem servidores armados, cuja função é proteger a sociedade, e
não deixá-la à mercê de bandidos. Mas a violência tem notabilizado
outros movimentos reivindicatórios de servidores públicos, sempre na
expectativa de intimidar o Estado. Vêm se tornando perigosamente
recorrentes as invasões de grevistas a prédios públicos, especialmente
as Casas Legislativas, como demonstrações de força para pressionar
parlamentares e governantes a atender a suas exigências.
É por essa razão que a resistência anunciada pelo governo do
Espírito Santo é importante. Trata-se de um desafio aos que,
desconsiderando totalmente a duríssima conjuntura econômica, pretendem
capturar o Estado e submetê-lo a seus interesses, muitas vezes na marra.
Como disse o governador Hartung, “se o Espírito Santo não enfrentar
essa situação, daqui a pouco esse movimento será em todo o País”.
Mas soa quase quixotesca a luta dos que levam a sério da Lei de
Responsabilidade Fiscal, como parece ser o caso da administração do
Espírito Santo. O governo do Rio de Janeiro, por exemplo, anunciou que
haverá aumento de 10,22% nos salários de policiais militares e civis do
Estado. A decisão foi tomada depois que circularam rumores de que os
policiais fluminenses poderiam realizar movimento semelhante ao dos
colegas capixabas.
Ou seja, o governo do Rio, embora esteja economicamente
arruinado, parcelando salários e deixando de pagar as contas em razão de
notória irresponsabilidade fiscal, preferiu ceder à corporação sindical
armada antes que esta decidisse revogar, por sua própria conta, o
Estado de Direito. É o caso de perguntar o que falta acontecer para que
essa situação seja considerada inaceitável. DO ESTADÃO
A nomeação de Moreira
Franco como ministro é uma afronta à opinião pública, reconhece
editorial do Estadão. Agravada, no Senado, pela designação do ministro
Lobão para a Comissão de Justiça. Vive-se ainda a república podre do
lulopetismo, da qual o PMDB foi fiel escudeiro:
O imbróglio jurídico
envolvendo a nomeação de Moreira Franco como ministro da
Secretaria-Geral da Presidência – até ontem, eram duas liminares
suspendendo o ato presidencial – é apenas parte do problema, e nem é a
principal. A ascensão do amigo a um cargo com foro privilegiado foi um
erro não trivial de Michel Temer, voltando a expor de forma acintosa as
graves fragilidades do primeiro escalão do governo.
Ocioso dizer que o
governo não precisava passar por isso justamente neste momento. O País
começava a manifestar uns primeiros sinais de melhora, depois de meses
de ansiosa expectativa por estancar a crise econômica. O governo de
Michel Temer ganhava contornos de estabilidade até então inédita –
afinal não faz muito ainda havia vozes a sustentar que Temer não
chegaria a 2018. O Executivo havia colocado seus candidatos prediletos
nas presidências da Câmara e do Senado, preparando terreno para as
reformas. Pois bem, justamente nesse contexto de virada de jogo, Temer,
certamente entusiasmado com as vitórias recém-conquistadas, nomeou como
ministro o então secretário do Programa de Parcerias de Investimentos,
Moreira Franco, personagem frequente em documentos da Operação Lava
Jato.
Isso não significa
dizer que as liminares suspendendo a nomeação de Moreira Franco foram
corretas. Evidentemente os juízes da 14.ª Vara Federal em Brasília e da
6.ª Vara Federal no Rio de Janeiro não têm competência para sustar um
ato do presidente da República. Caberia ao Supremo Tribunal Federal, se
fosse o caso, analisar a legalidade da nomeação. Seria ingovernável o
país em que qualquer juiz federal de primeira instância pudesse
suspender a nomeação de um ministro de Estado.
Ganha então contornos
de ironia quando a juíza da 6.ª Vara Federal do Rio, logo após o
Tribunal Regional Federal da 1.ª Região ter cassado a primeira liminar,
concede outra, dizendo: “Não se afigura coerente que suas promessas ao
assumir o mais alto posto da República sejam traídas exatamente por quem
as lançou no rol de esperanças dos brasileiros, que hoje encontram-se
indignados e perplexos ao ver o seu presidente adotar a mesma postura da
ex-presidente impedida e que pretendia, também, blindar o ex-presidente
Lula. Ao mestre com carinho”. O presidente Temer poderia ter-se poupado
– e aos brasileiros que confiam em seu governo – desse reproche.
A nomeação de Moreira
Franco é um erro de governo. Em primeiro lugar, o ato afronta a opinião
pública, alienando ainda mais parte considerável da população que, com
acerto, julga o governo não apenas pelas lentes da eficiência, mas
também pelas da moralidade. É evidente que a população não deseja
tolerância com a corrupção. E, com razão, sente-se indignada com esse
tipo de nomeação, que transmite uma mensagem afrontosa a todos os que
enfrentam as dificuldades cotidianas sem fazer a mínima concessão à
honra. Afinal, é o presidente dizendo que não encontrou nenhum cidadão
sem o passivo que pesa sobre o ex-governador que estivesse em condições
de assumir o cargo.
Além de ignorar a
opinião pública, a nomeação de Moreira Franco desestabiliza o governo. A
estabilidade – esse bem tão necessário ao País, do qual o presidente é o
primeiro garantidor – não depende só dele. Seus auxiliares diretos
podem pôr a perder esse bem tão precioso. E é de justiça reconhecer que,
na matéria, Moreira Franco não tem o pior currículo. Há outros, no
círculo de colaboradores próximos de Temer, com maior potencial de dano.
E, se o presidente acha que a fórmula para se proteger é a divulgação
das delações, urge abandonar essa doce ilusão. O volume é tal que impede
qualquer sonho de instantaneidade. Quando começarem os vazamentos,
começarão longas semanas, talvez meses, de doloroso sofrimento.
A realidade sempre
restringe a liberdade de atuação, também a um presidente. Fazer
política, no sentido nobre da palavra, é ter um diagnóstico claro do que
é possível a cada momento. Muitas vezes as melhores decisões para o
País estão bem distantes de ideais de companheirismo e amizade, que são
os sentimentos que parecem unir o sr. Michel Temer a algumas pessoas que
o cercam. Na Presidência, ele tem obrigações maiores que as da
camaradagem, do convívio de longos anos. Seu dever, agora, é com cada um
– e com todos – dos brasileiros que governa. Não pode mais manter seu
destino ligado a pessoas que, no mínimo, têm muito a esclarecer à
Justiça e à sociedade. DO O.TAMBOSI
Depois de
dar uma zapeada pelos sites dos jornalões e revistas nacionais constatei
como estão inquietos, raivosos e histéricos os jornalistas da grande
mídia. Imitam seus colegas da media mainstream de New York,
London e adjacências. Mas enquanto esse bando de histéricos ladra a
caravana do Presidente Donald Trump segue o seu caminho. Esses
vagabundos continuam manejando as notícias com aquela cara de pau comum a
todos os esquerdistas. Eles podem enganar alguns leitores e
telespectadores incautos que continuam a ver a Fake News, The Globe, a
Falha de S. Paulo e o site da Veja que parece mais uma página de
humor com base em Fakes. Ah!, tem também o Estadão, que reúne um
ajuntamento de retardados e histéricos. Se fosse apenas isso, vá lá, mas
o problema é que eles mentem, distorcem e redigem as notícias não como
elas são na realidade mas pela ótica que interessa ao esquerdismo. E isto tudo
acontece porque nesta quinta-feira o Presidente Donald Trump empossou
como Procurador Geral de Justiça dos Estados Unidos, o conhecido senador
pelo Alabama, Jeff Session, que não costuma comer cru e não se pauta
pelos ditames do pensamento politicamente correto, muito menos pelo que
dizem dele os jornalistas vagabundos, asquerosos e mentirosos que
dominam toda grande mídia. Quando as ignomínias se agigantam o estoque
de impropérios não dá conta de qualificá-las. Neste caso,
o melhor então é reportar as verdade dos fatos. O novo Procurador Geral
Jeff Session irá fazer toda essa canalhada da grande mídia e os
meliantes do esquerdismo delirante a dançar miudinho. Assim, nos Estados
Unidos sob o governo do Presidente Donald Trump, valerá muito chamar a
polícia que passará simplesmente a adquirir o status de polícia, ora essa! Abro este
post com o vídeo acima do ato de posse do Procurador Geral Jeff Session
e, logo abaixo, o seu discurso de posse que, como se vê, está
afinadíssimo com as promessas de campanha do Presidente Donald Trump. Os
bandidos das ruas, , os esquerdistas histéricos, os imigrantes ilegais e
os jornalistas da grande mídia já começam a dançar miudinho. Afinal, a
lei e a ordem deverão prevalecer. Esta expectativa é na verdade um ponto
fora da curva, haja vista que se trata de uma normalidade de um Estado
de Direito. E isto é a prova da esculhambação que foi o desgoverno de
Hussein Obama e os Democratas bundalelês. Mais um pouco os Estados
Unidos fariam parte da América 'Latrina'. Segue o
texto do discurso de posse do novo "Attorney General" Jeff Session.
Curto e grosso. Mais abaixo, um vídeo especial em que o jornalista
afro-americano, Kevin Martin, do site Infowars, exulta a escolha de Jeff Session.
EM DEFESA DO POVO AMERICANO
Sr. Presidente obrigado por esta grande honra. É algo que eu nunca imaginei que aconteceria na minha vida.
Mas
eu amo o DOJ (Departamento de Justiça). Eu me importo com suas
tradições e sua herança. Eu estive 15 anos naquele grande Departamento e
a honra de liderá-lo agora é algo que eu não tenho palavras para
expressar de forma eficaz.
Há um monte de coisas que precisamos fazer.
Primeiro,
precisamos valorizar e apoiar e incentivar as pessoas fabulosas que
trabalham lá. Eu trabalhei com eles ao longo dos anos. Eu sei o quão bom
eles são e seus talentos precisam ser direcionados ao benefício desta
Nação em muitas maneiras diferentes.
Temos
um problema de crime. Gostaria que a ascensão que estamos vendo no
crime na América hoje fosse algum tipo de aberração, ou blip.
Meu
melhor julgamento tendo sido envolvido na aplicação da lei penal por
muitos anos é que esta é uma tendência permanente perigosa. Coloca a
saúde e a segurança do povo americano em risco.
Destacamos
os talentos e habilidades do DOJ da maneira mais eficaz possível para
enfrentar este aumento no crime e para proteger as pessoas de nosso
país.
Temos
uma ameaça crescente - desde que eu era advogado dos EUA - do
terrorismo, Sr. Presidente. Você falou firmemente sobre isso. Você levou
esta Nação a dizer que nós vamos responder eficazmente à ameaça do
terrorismo, e você pode contar com o seu DOJ para fazê-lo de forma
eficaz.
E
você disse algo que eu acredito, e eu acho que o povo americano
acredita, que precisamos de um sistema legal de imigração, que sirva ao
interesse do povo dos Estados Unidos.
Isso não é errado, isso não é imoral, isso não é indecente.
Admitimos
um milhão de pessoas por ano, mais legalmente, e precisamos acabar com
essa ilegalidade que ameaça a segurança pública e derruba os salários
dos americanos que trabalham.
É
uma honra além das palavras servir sob você e sua liderança. Você está
montando um grande gabinete, que é apenas uma emoção para mim ter a
oportunidade de participar, e eu estou ansioso para ter certeza de que
cada onça de força que tenho e que o povo do DOJ vai ter foco em
preservar e proteger a Constituição e a segurança deste país.
Defenderemos
as leis deste país aprovadas pelo Congresso. Defenderemos as ordens
legítimas do POTUS (Presidente of United States) com vigor e
determinação.
Obrigado a todos por estarem aqui, vejo muitos bons amigos e que Deus abençoe todos os nossos esforços. Tradução livre com auxílio de tradutor online via siteInfowars.
DETONANDO A MÍDIA MENTIROSA
Neste
vídeo o jornalista afro-americano Kevin Martin, do site Infowars,
exulta a nomeação de Jeff Session como Procurador Geral dos Estados
Unidos. Ninguém melhor que Kevin Martin para dar seu testemunho, afinal,
ele é um afro-americano. Por essas e outras que não dá para ler e ouvir
mais a grande mídia. Ave, internet, sites e blogs independentes! DO A.AMORIM
Nada
mais constrange as autoridades da República. A própria palavra
constrangimento tornou-se antiga, irreal, fora de moda. Chefe da Casa
Civil de Michel Temer, o ministro Eliseu Padilha declarou que a situação do colega Moreira Franco não constrange o Planalto.
“De
parte do governo não há nenhum constrangimento”, disse Padilha, sobre a
liminar de um juiz de primeira instância que suspendeu a nomeação de
Moreira para o cargo de ministro-chefe da Secretaria-geral da
Presidência da República.
Recordou-se a Padilha que há centenas de
ações ao redor do país contra a concessão do escudo do foro
privilegiado a Moreira, alvejado pelas delações da construtora
Odebrecht. E ele: “Vamos derrubando as liminares.”
Quando Padilha
falou, ainda estava de pé uma liminar que havia sido expedida por juiz
de Brasília. Foi cassada na manhã desta quinta-feira, graças a um recurso da Advocacia-Geral da União. Sobreveio nova liminar, dessa vez concedida por magistrado do Rio de Janeiro. Os advogados do governo já recorreram.
Antes do final de semana, o ministro Celso de Mello, decano do Supremo Tribunal Federal, deve julgar duas ações
com o mesmo objeto: a anulação do ato de nomeação de Moreira Franco.
Mas a guerra judicial não constrange o Planalto. Conforme já comentado aqui, depois de cometer o erro, Temer faz questão de lutar pela manutenção do equívoco. DO J.DESOUZA
A ideia de que é preciso firmar um pacto para “estancar a sangria” da
Lava Jato, exposta por Romero Jucá numa gravação, virou um fantasma
que, de vez em quando, sacode seu lençol sobre Brasília. Nesta
quarta-feira, indicou-se para presidente da mais importante comissão do
Senado, a Comissão de Constituição e Justiça, o senador Edison Lobão,
encrencado na Lava Jato. Acomodado nessa cadeira, Lobão comandará a
sabatina de candidatos a ministro do Supremo Tribunal Federal e a
procurador-geral da República.
Tomada assim, como um fato isolado,
a escolha de alguém como Lobão para presidir a principal comissão do
Senado seria apenas um absurdo. Mas o inaceitável assume ares de
inacreditável quando se considera tudo o aconteceu em Brasília num
intervalo de menos de dez dias.
Antes da ascensão de Lobão, Michel
Temer havia fornecido a Moreira Franco, amigo delatado pela Odebrecht, o
escudo do foro privilegiado. O presidente também indicou para o Supremo
o ministro tucano Alexandre de Morais. E levou ao balcão a pasta da
Justiça. O PMDB, que sangra na Lava Jato, está no primeiro lugar da
fila, pronto para abocanhar o ministério que controla a Polícia Federal.
Nas
presidências da Câmara e do Senado já haviam sido acomodados dois
delatados da Odebrecht, Rodrigo Maia e Eunício Oliveira. Agora, Edison
Lobão. Ele chega ao topo da CCJ empurrado por Renan Calherios e José
Sarney, que dispensam apresentação. Tudo isso aconteceu em menos de dez
dias. Em Brasília, a união faz a farsa. À procura de um torniquete, a
oligarquia política decidiu ligar o botão de dane-se! DO J.DESOUZA
Governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB). Foto: Wilton Junior/Estadão
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio cassou, na sessão desta
quarta-feira, 8, os mandatos do governador Luiz Fernando de Souza Pezão
(PMDB), e do vice-governador, Francisco Dornelles, por abuso de poder
econômico e político, tornando-os inelegíveis por oito anos.
A Corte determinou ainda que sejam realizadas eleições diretas para a escolha dos representantes do Poder Executivo estadual.
A decisão, no entanto, somente produz efeito após o trânsito em
julgado, ou seja, quando não cabe mais recurso, de acordo com o artigo
257, parágrafo 2º, do Código Eleitoral.
Francisco Dornelles, vice-governador do Rio. Foto: Divulgação
As informações foram divulgadas no site da Corte eleitoral do Rio.
Por maioria dos votos, o abuso de poder econômico e político ficou
configurado ‘uma vez que o Governo do Estado do Rio de Janeiro concedeu
benefícios financeiros a empresas como contrapartida a posteriores
doações para a campanha do então candidato Pezão e de seu vice’.
“Restou comprovado que contratos administrativos milionários foram
celebrados em troca de doação de campanha”, afirmou o desembargador
eleitoral Marco Couto, em seu voto. DO ESTADÃO
De todos os reincidentes horrores da política brasileira, o pior é o
descaso dos políticos com a opinião pública. Esse descaso persiste desde
a chegada das caravelas. Dura tanto tempo porque, no fundo, reflete o
que a oligarquia política do país pensa de si mesma e da sociedade. Os
aligargas avaliam que, acima de um certo nível de poder e renda, ninguém
deve nada. Muito menos explicações a quem quer que seja.
Encrencado na Lava Jato, Edison Lobão foi eleito nesta quarta-feira presidente
do mais prestigioso colegiado do Senado: a Comissão de Constituição e
Justiça. Chegou ao posto empurrado pelo réu Renan Calheiros e por José
Sarney, pai de Roseana Sarney, também encrencada na Lava Jato. Do alto
do novo posto, Lobão presidirá a sabatina de Alexandre de Moraes, o
tucano que seu correlegionário Michel Temer indicou para o Supremo
Tribunal Federal.
Lobão presidirá também a sabatina do substituto
do procurador-geral da República Rodrigo Janot, cujo mandato à frente da
chefia do Ministério Público e das investigações da Lava Jato expira em
setembro.
Um descaso como Lobão só presidirá a comissão mais
importante do Senado porque é impossível para a oligarquia que dá as
cartas no país desde Cabral —o Pedro Álvares, não o Sérgio— imaginar que
deve respeito e consideração à subcivilização que financia a bilheteria
do circo. A única maneira de interromper esse espetáculo grotesco é
acabar com o foro privilegiado e caprichar nas sentenças. DO J.DESOUZA
Todos estão sujeitos ao erro. Mas Michel Temer inova. Ele planeja
seus equívocos. Sabe que não resolverá o problema. Mas é genial em
organizar a confusão seguinte. No caso de Moreira Franco, delatado pela
Odebrecht, Temer fez o pior da melhor maneira possível. Depois de
fornecer o escudo do foro privilegiado ao amigo, o presidente guerreará
na Justiça pela manutenção do privilégio. Comprova que é errando que se
aprende… a errar.
Um auxiliar de Temer disse ao blog
que o Planalto já trabalhava com a hipótese de questionamentos
judiciais à promoção de Moreira para o posto de ministro. Assim, o
governo reagirá com método à decisão
do juiz federal Eduardo Rocha Penteado, da 14ª Vara Federal do Distrito
Federal, de suspender a nomeação de Moreira. Caberá ao contribuinte
bancar a operação. Seguindo o manual, a Advocacia-Geral da União já
prepara os recursos a serem ajuizados no Tribunal Regional Federal da 1ª
Região, sediado em Brasília.
Há outras ações contra a nomeação de
Moreira, inclusive no Supremo Tribunal Federal, sob a relatoria do
decano Celso de Mello. Temer poderia poupar aborrecimentos se afastasse
do governo o amigo tóxico. Mas o parece decidido a demonstrar que um
erro sempre pode ser piorado. DO J.DESOUZA
VITÓRIA - O número de mortes violentas na Grande Vitória subiu para
95 nesta quarta-feira, 8. A informação foi confirmada pelo presidente do
Sindicato dos Policiais Civis do Espírito Santo, Jorge Leal. Segundo
ele, as planilhas deixaram de ser atualizadas nesta manhã.
"Estou recebendo a informação de policiais de que houve a
determinação para que parassem de atualizar os dados. Não foi uma ordem
explícita, mas uma ordem velada que partiu do governo. Estamos tentando
obter os dados extraoficialmente", afirmou Leal.
Ainda de acordo
com o presidente do sindicato, 60 carros foram roubados ou furtados até o
meio-dia desta quarta-feira. Na véspera, haviam sido 200. A média
diária para o Estado é de 20 veículos roubados.
Foto: Wilton Júnior/Estadão
Manifestantes
contrários ao movimento dos PMs fizeram protesto em frente a batalhão
em Vitória; soldados do Exército acompanharam o ato
Leal está no velório do investigador Mário Marcelo
Albuquerque, morto nesta terça-feira, em Colatina, noroeste do Espírito
Santo. Ele e um colega chegavam à localidade de Baunilha, quando viram
um homem sofrendo assalto. Albuquerque reagiu e foi atingido. A região
de Colatina também está sem policiamento por causa do motim da PM.
"A culpa não é da paralisação dos policiais militares, mas dessa
política do governo, de não valorizar a Segurança Pública. As polícias
estão sucateadas, não temos policiais suficientes e o governo não
concede nem o direito trabalhista que é a recomposição salarial. Estamos
sem aumento salarial há sete anos, e há quatro não temos nem sequer o
reajuste da inflação. Isso gerou esse clima de insegurança. É uma
tragédia anunciada e o governador não dialoga", afirmou Leal. DO ESTADÃO
RIO - A Polícia Federal informou nesta quarta-feira, 8, que
indiciou o empresário Eike Batista e o ex-governador do Rio Sérgio
Cabral pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização
criminosa. O empresário foi preso no dia 30 de janeiro, ao retornar de Nova York, no âmbito da Operação Eficiência.
Foto: Fábio Motta/Estadão
O empresário Eike Batista após prestar depoimento à PF
Cabral já havia sido indiciado
em dezembro em inquérito da Operação Calicute. Ambos estão presos no
Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na zona oeste do Rio.
Outras dez pessoas também foram indiciadas, entre elas o
irmão do ex-governador, Maurício Cabral, por lavagem de dinheiro e
envolvimento em organização criminosa, e a ex-mulher, Susana Neves
Cabral, apenas por lavagem de dinheiro.
Segundo as investigações, Eike pagou propina de US$ 16,5 milhões para o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) para ter benefícios em seus negócios.
O empresário presta depoimento
na Superintendência da PF no Rio na manhã desta quarta-feira. O
advogado do ex-bilionário, Fernando Martins, informou que a orientação
dada ao cliente é de que permaneça calado. O objetivo é falar somente em
juízo. DO ESTADÃO