quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Hipocrisia marca abertura do ano no Congresso


No Brasil, a hipocrisia tornou-se uma forma de patriotismo. Nesta quinta-feira, os delatados Eunício Oliveira e Michel Temer se encontram com a homologadora de delações Cármen Lúcia. Vestidos com suas melhores roupas e munidos de suas maiores virtudes, os chefes dos três Poderes da República farão suas mais convincentes poses na sessão de abertura do ano legislativo no Congresso Nacional. Cada gesto, cada cumprimento, cada sorriso, cada frase dos seus discursos será uma pose. A sucessão de poses comporá um quadro plástico que ilustra, da forma mais paradigmática possível, o ponto a que chegou a política brasileira.
As cenas que a TV Senado transmitirá ao vivo não são opcionais. Prevista na Constituição, a sessão solene de abertura do ano legislativo ocorre sempre no dia 2 de fevereiro. Serve para que o Executivo e o Judiciário informem ao Legislativo seus planos para cada exercício. Em sua mensagem presidencial, Temer realçará a natureza parlamentar do seu governo, dirá que as coisas já estiveram piores na economia e pedirá empenho aos aliados para aprovar reformas duras de roer como a da Previdência. Na sequência, os microfones serão franqueados a Cármen Lúcia. Caberá ao delatado Eunício, eleito na véspera para suceder o réu Renan Calheiros no comando do Senado e do Congresso, pronunciar o discurso de encerramento.
Conhecido muldialmente como o país do jeito para tudo, o Brasil vai se revelando o país que não tem jeito. É como se existisse na nação uma falha estrutural. Uma auto-indulgência congênita que frustra todas as tentativas de reforma. Uma maldição mais forte do que o sentimento de culpa. Uma urucubaca que faz com que a hipocrisia conduza a uma constatação asfixiante: o escândalo, mesmo quando escancarado, é sempre menor do que o sistema de conveniências tácitas. Delatados e homologadora cumprem o protocolo pelo bem do país. A desordem passa a ser a nova ordem. Busca-se a retomada da normalidade a partir do aproveitamento da anormalidade.
É mais ou menos como disse Fernando Henrique Cardoso em entrevista ao blog no início da semana: “Está tudo caótico, tudo meio solto, todo mundo meio tonto. […] É nesses momentos de caos que o país consegue caminhar.” O ex-presidente tucano recordou seus tempos de ministro da Fazenda do então presidente Itamar Franco. “Havia uma situação caótica, semelhante à atual. Saíamos de um impeachment, tivemos o escândalo dos anões do Orçamento, o governo era de transição.” Deu no Plano Real. Mas o próprio FHC só é otimista até certo ponto. O ponto de interrogação. “Se a crise ficar muito grande, perde o controle”, ele disse.
No momento, a principal crise do Brasil é de semântica. Antes de concluir se o país avançará em meio ao caos é preciso combinar o que é uma crise “muito grande”. Convém definir quesitos, escolher critérios. “Muito grande” se mede pelos 81 inquéritos envolvendo 361 investigados da Lava Jato à espera de julgamento no STF ou pelas 120 condenações já sacramentadas por Sérgio Moro, somando 1.257 anos, 2 meses e 1 dia de cadeia? Que peso devem ter nos cálculos as 77 delações em que os corruptores da Odebrecht listaram duas centenas de políticos? Como contabilizar os três anos de recessão, os 12 milhões de desempregados e o desmantelamento dos serviços públicos?
Enquanto não se chega a um acordo que permita ao Brasil falar a mesma língua, Brasília vai divertindo a plateia com solenidades como a sessão de abertura do ano legislativo de 2017. Mas convém não exagerar no patriotismo. Por trás das poses das autoridades é preciso que exista uma noção qualquer de moral. Sob pena de os brasileiros imaginarem que o abismo, como o inferno da escatologia cristã, é mais uma ficção admonitória do que a realidade de uma crise terminal. DO J.DESOUZA

Supremo serve refresco para Renan novamente


Já virou novela o julgamento, no Supremo Tribunal Federal, da ação que pede a proibição da presença de réus nos cargos que estão na linha de sucessão da Presidência da República. Esses cargos são, pela ordem: presidente da Câmara, do Senado e do próprio Supremo.
O tema voltou ao plenário do Supremo na primeira sessão do Judiciário neste ano de 2017. Dependendo do resultado, o réu Renan Calheiros teria de deixar o comando do Senado poucas horas antes da eleição do seu sucessor, Eunício Oliveira. De repente, surgiu um pedido de vista redentor do ministro Gilmar Mendes. E a plateia foi privada novamente de assistir ao Super-Renan enfrentando um constrangimento.
Foi a segunda vez que o Supremo serviu refresco para Renan nessa matéria. Em dezembro de 2016, às vésperas do início do recesso parlamentar, o poderoso senador desrespeitou uma ordem judicial do ministro Marco Aurélio Mello, que ordenara sua saída do comando do Senado. E o plenário do Supremo passou a mão nos cabelos implantados do senador, desautorizou Marco Aurélio e inventou uma saída sui generis: réu não pode assumir a Presidência da República, mas nada impede que continue na Presidência do Senado. Um acinte.
Hoje, havia cinco votos a favor do entendimento segundo o qual réus não podem permanecer na linha de sucessão do Planalto. Faltava um voto para que a tese saísse vitoriosa, o que empurraria Renan para fora do cargo pouco antes da substuituição natural. Além de Gilmar Mendes, votaria Cármen Lúcia, a presidente do Supremo. O suspense foi mantido num instante em que assumem o comando no Senado e na Câmara políticos delatados por executivos da Odebrecht. Vai começar tudo de novo. DO J.DESOUZA

DONALD TRUMP FULMINA AS TAIS "REGULAÇÕES" LEVANDO OS ESQUERDISTAS, A MÍDIA E OS PARASITAS DA UNIÃO EUROPEIA À LOUCURA.

 

A excelente página Embaixada da Resistência no Facebook lavrou mais uma postagem excelente, legendando em português o momento em que o Presidente Donald Trump assinou a Ordem Executiva para cortar as tais “regulações”. O termo “regulação” é um eufemismo criado pela bandalha esquerdista para ampliar a interferência estatal e esmagar a liberdade individual, sobretudo a liberdade de empreender e fazer a economia bombar, com destaque para os pequenos negócios. 
Lembram-se, por exemplo, quando Lula e seus sequazes no poder invocaram a necessidade de “regulação da mídia”, eufemismo malandro de censura à imprensa. O termo também é muito usado no âmbito da União Europeia que emite torrentes de “regulações” a serem obedecidas pelos países que compõem esse mega bloco. Desta forma os burocratas que vivem nos seus palácios em Bruxelas vão detonando dos Estados-Nação que compõem o bloco, preâmbulo para o sinistro “governo mundial” orweliano. Isto é uma das facetas do que se vem conceituando como “globalismo”.
Contra os que se levantam conta essas “regulações” os tarados de Bruxelas  acionam o terrorismo islâmico. Em linhas gerais é isto aí. Esse esquema tem o apoio total e irrestrito do esquerdismo em todo o planeta e dos mega grupos empresariais. E esta é a razão pela qual os esquerdistas estão enlouquecidos com Donald Trump, até agora o único estadista que sentiu o cheiro de carne queimada e partiu para o ataque. Por isso chororô da esquerdalha é geral; por isso os ataques histéricos de William Wacck na Fake News e dos palhaços do Manhattan Conection, bem como os chiliques de seus homólogos em toda a grande mídia.
Voltando à questão das tais “regulações”, transcrevo o texto da postagem da Embaixada da Resistência que resume tudo, ou seja, o poderoso impacto dessa Ordem Executiva do Presidente Donald Trump. Leiam:
Trump assina ordem executiva para cortar as regulações do Governo Federal sobre os pequenos negócios;
Eis uma das grandes razões pelas quais Trump é o pesadelo e o alvo a abater pelas mega corporações, pelos políticos corruptos, pelos socialistas e por todos que vêm o Estado como meio de subir na vida e de alcançar poder.
Por cada regulação estatal nova, duas anteriores terão que desaparecer.
Em suma, por cada favorzinho para arruinar com a competição do livre mercado, as mega corporações terão que abrir mão de dois favorzinhos, fazendo com que quanto mais o Estado atue mais ele diminua, e que com ele diminuam também os parasitas do alheio.
Eis o Estado a ser regulado!
Uma medida que já vinha sendo falada e defendida há muito por liberais (eliminar duas por cada nova).
Lembrando ainda que Trump pretende cortar as regulações em cerca de 75%...
Os parasitas piram! Em especial aquele professor de esquerda da faculdade...DO A.AMORIM

Luiz Edson Fachin é sorteado novo relator da Lava Jato no STF

Supremo Tribunal Federal (STF) definiu nesta quinta-feira (2), por sorteio eletrônico, que o ministro Luiz Edson Fachin vai ser o novo relator da Lava Jato na Corte. Ele vai suceder Teori Zavascki, que morreu em um acidente aéreo no dia 19 de janeiro.
O sorteio foi realizado entre os ministros da Segunda Turma, que é encarregada do julgamento dos inquéritos e recursos ligados ao esquema de corrupção que atuava na Petrobras.
Além do novo relator, fazem parte da Segunda Turma os ministros: Celso de Mello, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski.
Além de ser o maior conhecedor dos casos e avaliar até que ponto a vida dos investigados deve ser devassada, o relator de um caso também tem o poder, por exemplo, de arquivar um pedido de inquérito, encerrando as investigações.
No STF tramitam, atualmente, cerca de 40 inquéritos e quase 100 delações premiadas relacionadas à Lava Jato.
No período em que a operação ficou sem relator, a ministra Cármen Lúcia, presidente da Corte, assinou a homologação das 77 delações premiadas de executivos e funcionários da empreiteira Odebrecht.

Novato no STF

Luiz Edson Fachin foi indicado para o Supremo pela ex-presidente Dilma Rousseff e teve seu nome aprovado pelo senado em maio de 2015. Advogado prestigiado no meio jurídico e acadêmico, ele ganhou reconhecimento pela atuação no direito civil e de família.
Católico praticante, o magistrado se considera um “progressista”. Ao ser sabatinado no Senado para a cadeira na Suprema Corte, Fachin expôs algumas de suas ideias sobre temas polêmicos, principalmente, relacionados à família e à questão agrária.
Durante os questionamentos, ele enfatizou que a Constituição considera a propriedade um “direito fundamental”. Na ocasião, o ministro também afirmou que o preceito de que a propriedade deve ter uma “função social” não serve para embasar desapropriações de terras produtivas.
Diante dos senadores, ele condenou movimentos sociais que usam da violência. O magistrado enfatizou à época que aqueles que se “deturparam”, merecem "o rechaço da ordem jurídica”. DO G1

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Ajufe indica Moro, ministro STJ e desafeto de Gilmar Mendes para o STF


André de Souza - O Globo

A Associação do Juízes Federais do Brasil (Ajufe) vai sugerir ao presidente Michel Temer os nomes do juiz federal Sérgio Moro, do desembargador federal Fausto de Sanctis, e do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Reynaldo Soares da Fonseca para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF) aberta após a morte do ministro Teori Zavascki. Temer não tem nenhuma obrigação de acatar os nomes sugeridos.
Moro é o juiz que cuida da Lava-Jato na 13ª Vara Federal de Curitiba. Assim, mesmo na hipótese de virar ministro do STF, ele ficaria impedido que votar nos processos da operação que tramitam no tribunal. Moro já teve uma passagem pelo STF como juiz auxiliar da ministra Rosa Weber durante o julgamento do mensalão em 2012.
Teori era o relator da Lava-Jato no STF, mas esses processos serão redistribuídos a outro ministro. O novo integrante do Supremo a ser indicado por Temer herdará a maioria dos processos que estavam com Teori, mas não a Lava-Jato.
Fausto de Sanctis é desembargador federal no Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), com sede na cidade de São Paulo e abrangência sobre os estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Ele é desafeto do ministro Gilmar Mendes, do STF.
Reynaldo Soares da Fonseca é ministro do STJ desde maio de 2015, e é especilizado em Direito Constitucional e em Direito Penal e Processo Penal. Antes disso, foi juiz substituto do Distrito Federal, juiz federal no Maranhão, e desembargador federal no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), com sede em Brasília e abrangência sobre o DF e 13 estados.
Os nomes foram escolhidos pelos associados da Ajufe pela internet entre os dias 26 e 31 de janeiro, a partir de uma lista de 30 nomes. A lista prévia, por sua vez, foi elaborada a partir de sugestões enviadas também pelos filiados da Ajufe, que podiam escolher livremente três nomes de sua preferência.
"A recomposição do pleno do STF é de extrema importância para que a Suprema Corte volte do recesso do Judiciário sem restrições em sua rotina de trabalho", informou a Ajufe em nota. Segundo a associação, entre 1971 e 2012, nove ministros do STF tinham origem na Justiça Federal, entre eles o próprio Teori, que chegou a presidir o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), com sede em Porto Alegre e abrangência sobre os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. DO J.TOMAZ

Eike deve entregar gravações de 47 políticos com quem colaborou no esquema de Cabralzinho


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Eike Batista entregou aos seus defensores, nos Estados Unidos, chips com gravações de imagens e diálogos com 47 políticos com os quais ele colaborou no esquema comandado por Sérgio Cabral Filho. Eike também tem um dossiê completo para o Ministério Público Federal. Embora seu advogado negue, Eike partirá mesmo para aquela que tem tudo para ser a colaboração premiada de maior repercussão da Lava Jato. As delações da Odebrecht e as aguardadas revelações da Queiroz Galvão e Camargo Correa tendem a ser muito mais brandas que a de Eike – que agora não tem pressa para “cumprir sua missão”.
Preso em Bangu 9, Eike prestou ontem seu primeiro depoimento à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal. A prisão dele obriga Serginho Cabral a correr com a esperada delação premiada. Se Cabral demorar, pode ser atropelado pelas revelações do super-bem-informado parceiro. Eike ainda espera tirar proveito de uma mudança de imagem: de ex-bilionário que falhou em negócios para aquele que se tornou “herói” por delatar os integrantes da maior organização criminosa brasileira. A estratégia de Eike é comandada por seu pai, Eliezer Batista, e por seu filho Thor – que tem 25 empresas com capital total de R$ 1,1 bilhão.
A quarta-feira promete... O Supremo Tribunal Federal deve definir quem será o relator da Lava Jato. O ministro Edson Fachin muda de turma e entra no sorteio que definirá quem vai segurar a bomba. No Senado, Eunício de Oliveira deve ser escolhido presidente. Renan Calheiros, por aclamação, agora é líder do PMDB. Na Câmara, todo o circo está armado para a reeleição de Rodrigo Maia na presidência. O ministro Celso de Mello não deve interferir na eleição do Legislativo, decidindo que as broncas devem ser resolvidas pelos parlamentares.

Herói do pai

É BOMBA! CATÓLICOS PEDEM A TRUMP QUE INVESTIGUE A CONSPIRAÇÃO SOROS-OBAMA-CLINTON NO VATICANO.



O especulador multimilionário George Soros, o presidente Barack Obama, a secretária de Estado Hillary Clinton, o vice-presidente Joe Biden e o conselheiro Obama / Clinton John Podesta conspiraram para derrubar o conservador Papa Bento XVI e substituí-lo por um radical, o papa Francisco? Usaram as agências de inteligência dos Estados Unidos, a maquinaria diplomática da nação, o poder político e o poder financeiro para coagir e chantagear a "mudança de regime" na Igreja Católica Romana?
Longe de ser uma teoria da conspiração selvagem, há evidências prima facie sólidas para indicar que este é um esforço sério para expor um escândalo político da mais alta ordem, envolvendo flagrante abuso de poder criminoso nos níveis mais altos do governo dos EUA. Um grupo de respeitados líderes leigos católicos enviou uma carta ao presidente Donald Trump instando-o a lançar uma investigação oficial sobre as atividades dos indivíduos acima mencionados (e outros) que parecem ter estado envolvidos neste suposto golpe do Vaticano. Eles citam oito perguntas específicas que eles procuram ter respondidas sobre eventos suspeitos que levaram à renúncia do papa Bento XVI, a primeira abdicação papal em 700 anos.
"Especificamente, temos razões para acreditar que uma" mudança de regime "do Vaticano foi projetada pela administração Obama", dizem os peticionários, em sua carta de 20 de janeiro ao presidente Trump. Os cinco signatários da carta, publicados pela primeira vez no jornal / weblog católico, The Remnant, são: Tenente Coronel David L. Sonnier, Exército dos EUA (Aposentado); Michael J. Matt, editor de The Remnant: Christopher A. Ferrara, autor, advogado e presidente da American Catholic Lawyers Association, Inc .; Chris Jackson, Catholics4Trump.com; E Elizabeth Yore, Esq., Fundadora da YoreChildren.
"Ficamos alarmados ao descobrir", observa sua carta, "que, durante o terceiro ano do primeiro mandato do governo Obama, sua anterior adversária, a secretária de Estado Hillary Clinton e outros funcionários do governo com quem ela associou propuseram uma revolução católica "Em que a morte definitiva do que era deixado da Igreja Católica na América seria realizado." A carta inclui links de rodapé que levam o leitor para documentos e notícias estendendo suas acusações e perguntas apontadas. Ele primeiro chama a atenção para os e-mails Soros-Clinton-Podesta divulgados no ano passado pelo WikiLeaks, no qual Podesta e outros "progressistas" discutiram o fim da "ditadura da Idade Média" na Igreja Católica. Em relação aos e-mails em questão, The New American informou em outubro passado:
Podesta, conselheiro e confidente de longa data de Clinton e ativista de primeira linha do financiador de esquerda George Soros, revelou em um e-mail de 2011 que ele e outros ativistas estavam trabalhando para realizar uma revolução da "Primavera Católica" dentro da Igreja Católica. Óbvia referência aos desastrosos golpes da "Primavera Árabe" organizados naquele mesmo ano pela equipe Obama-Clinton-Soros que desestabilizou o Oriente Médio e trouxe regimes islâmicos radicais e grupos terroristas ao poder na região. O Podesta e-mail é uma resposta a outro radical financiado por Soros - Sandy Newman, fundador das vozes "progressistas" para o Progresso. Newman escrevera a Podesta pedindo conselhos sobre a melhor maneira de "plantar as sementes da revolução" na Igreja Católica, o que ele descreveu como uma "ditadura da Idade Média". A questão que parecia ser a causa de Newman -mail foi a oposição dos Bispos Católicos dos Estados Unidos à cobertura anticoncepcional exigida em ObamaCare.
Em sua carta ao Presidente Trump, os católicos interessados ​​escrevem: "Aproximadamente um ano após essa discussão por e-mail, que nunca foi feita para ser divulgada, descobrimos que o papa Bento XVI abdicou sob circunstâncias muito incomuns e foi substituído por um papa cujo Aparente é fornecer um componente espiritual à agenda ideológica radical da esquerda internacional. O Pontificado do Papa Francisco posteriormente questionou sua própria legitimidade em uma multiplicidade de ocasiões ".
"Ficamos perplexos com o comportamento desse Papa carregado de ideologia, cuja missão parece ser uma das agendas seculares da esquerda, em vez de guiar a Igreja Católica na Sua missão sagrada", dizem, expressando os pensamentos, sem dúvida, de inumeráveis ​​católicos no mundo todo. "Não é simplesmente o papel adequado de um papa estar envolvido na política a ponto de ser considerado o líder da esquerda internacional".
O quinteto católico começou sua missiva ao Presidente Trump com a famosa citação atribuída ao historiador francês Alexis de Tocqueville: "A América é grande porque ela é boa. Se a América deixar de ser boa, a América deixará de ser grande ". Do site New American - Click here to read in English DO A.AMORIM

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Congresso reestreia a peça do Brasil alternativo


O Congresso reestreia nesta quarta-feira um espetáculo manjado. A coisa se passa numa nação alternativa. Fora do prédio de Niemeyer, há um Brasil em pânico. Dentro, há um país fictício. Fora, quando alguém fala em corrupção numa roda, é impossível mudar de assunto. Pode-se, no máximo, mudar de corrupto. Dentro, pulsa um país sem culpados nem inocentes. Um Brasil 100% feito de cúmplices. Uma nação onde nada aconteceu.
Os congressistas propuseram e aceitaram a tese segundo a qual nenhum deles deve nada. Muito menos explicações. Há os delatados, os investigados, os denunciados, os réus… E há a banda muda, que silencia diante da promiscuidade. É nesta ficção que nenhum roteirista de teatro assinaria, para não passar por inverossímil, que o Congresso reabre suas cortinas depois do recesso. Deputados e senadores tropeçam nos corredores com o maior escândalo de corrupção da história. Mas fingem que ele não está ali.
Nos últimos dois anos, uma Lava Jato inexplicada no meio do Salão Verde da Câmara e do Salão Azul do Senado se transformou em muitas coisas. Começou como um embaraço. Evoluiu para um hábito. De repente, à medida que aumentava o número de ecrencados, tornou-se parâmetro.
Há dois anos, os deputados elegeram Eduardo Cunha para presidir a Câmara. E os senadores reelegeram Renan Calheiros. O primeiro está preso. O segundo é réu numa ação penal e protagoniza 12 inquéritos.
Hoje, os favoritos ao comando das duas Casas do Legislativo são alvos da megadelação da Odebrecht. Mas isso não é assunto que mereça a perda de tempo de uma reflexão no Brasil alternativo que está novamente em cartaz no Congresso.
Fora das cuias de Niemeyer —a da Câmara virada para cima, a do Senado emborcada para baixo—, a democracia representativa está jurada de morte. Dentro, ela se comporta como se estivesse cheia de vida. DO J.DESOUZA

Se o Carnaval gera riqueza, por que tanta controvérsia?

Post de Ricardo Bordin, no blog Por Um Brasil sem Populismo, levanta boas questões sobre o Carnaval, supostamente um acontecimento nacional. Como a festança não consegue se sustentar sobre as próprias perna
Em meio ao cenário de recessão que assola o Brasil desde que o “dique” que segurava a catástrofe financeira engendrada pelo PT em seus 13 anos de Planalto¹ (leia-se: logo após garantir a reeleição de Dilma), as prefeituras de mais de 70 cidades do Brasil já avisaram que não irão destinar dinheiro do pagador de impostos para a realização dos desfiles de carnaval. Não chega a parecer sandice: se eu estou passando por um período de vacas magras, natural é ficar um tempo sem frequentar festas, certo? A irresponsabilidade fiscal, ao fim e ao cabo, cobra seu preço, e supérfluos acabam entrando na lista de cortes a serem efetuados nas despesas.
Não foi bem assim, todavia, que reagiu determinada parcela de nossa população. Em meio aos muxoxos produzidos aqui e acolá, foi possível captar três principais motivos para o azedume. Vejamos, pois, se procede a choradeira:
1) A festa pagã mais tradicional do país gera empregos:
Segundo consta dos arrazoados, o dinheiro proveniente dos cofres públicos investido na folia de momo retorna na forma de oportunidades para os envolvidos com os preparativos e a produção do evento. De fato, não há como negar o que se vê.
São criadas vagas diretas no mercado de trabalho quando a administração local repassa dinheiro para as escolas e blocos, e estas, então, compram material para a confecção de fantasias e demais adereços, adquirem instrumentos musicais e promovem gastos afins. A “indústria do carnaval”, ademais, pode ter a capacidade de gerar empregos de forma indireta, estimulando os setores hoteleiro e alimentício, por exemplo, fomentados pelos gastos dos foliões.
Mas o perrengue reside no que não se vê. Se este mesmo prefeito direcionar estes recursos para Educação e Saúde (e eu duvido que alguém de mente sana discorde deste remanejamento), outras atividades econômicas relacionadas a estes setores, da mesma forma, serão impulsionadas e poderão, então, contratar mais pessoal. E se os cidadãos não poderão gastar seus caraminguás durante os dias de apresentações – fazendo o “dinheiro circular”, o sonho dos Keynesianos² (e pesadelo de quem fica pra ver o resultado), fique tranquilo: eles acharão alguma outra coisa para gastar. E possivelmente seja mais útil, sinceramente.
Ah, mas e se a festa atrai pessoas de outros rincões? Passemos, então, ao item 2.
2) Se há demanda, então deve haver interesse publicitário:
Carnavais como o do Rio de Janeiro dispensam comentários: são espetáculos que trazem turistas de todas as partes do globo, empilhando dólares e euros nas caixas registradoras dos empreendedores locais, desde o vendedor de chá na praia até o proprietário do Copacabana Palace.
Mas é de se indagar: se este show possui um potencial de marketing tão notável, como ele não consegue se auto-sustentar? Por que as agremiações precisam de subvenção do Estado? Um evento transmitido para diversos países não tem como captar recursos por conta própria?
A resposta, ao que parece, pode ser encontrada no regulamento da liga das escolas de samba do RJ – e que costuma ser emulado, em grande parte, por outras associações do gênero Brasil afora:
regulamento
Ora, se as escolas de samba são tolhidas por suas próprias entidades representativas da ferramenta mais eficiente que poderiam utilizar para obter recursos – isto é, o merchandising – fica fácil crer porque todo ano seus diretores precisam ir com o pires na mão mendigar para o prefeito e o governador.
Não que seja o caso de fazer um carro alegórico em forma de garrafa de Coca-Cola, ou a porta-bandeira tremular um símbolo do Mcdonalds, mas ostentar marcas, de forma discreta, poderia representar a independência dos desfiles de carnaval que rendem Ibope em relação ao governo.
Eu também não gosto muito de ver anúncios na camisa do meu time, mas eu entendo que é necessário para a subsistência dele. Só fica esquisito quando há anunciantes demais. É a diferença entre aquele carro antigo colorido (de tantas marcas) da equipe March de F-1, e a eternizada em nossa memória McLaren de Ayrton Sena ostentando o Malboro no aerofólio.
Ou seja, sequer estamos diante de um caso similar aos financiamentos da Lei Rouanet, nos quais são contemplados certos artistas que jamais sobreviveriam no livre mercado – e outros muito ricos –, pelo simples fato de que os consumidores, cuja vontade é soberana, não os elegeram para brilhar nas telas ou palcos. Ao contrário: os organizadores do carnaval são capazes de gerar muita receita, mas eles não conseguem canalizá-la para seus cofres porque se recusam a fazer propaganda. Aí só resta resmungar mesmo.
3) Se não houver dinheiro público envolvido, não haverá desfiles nem nosso “sagrado” carnaval: será?
Este argumento lembra-me do início do governo Temer: “se não houver Ministério da Cultura, não haverá cultura”, diziam os incautos e os argutos. Quer dizer que as pessoas ficarão trancafiadas em casa na última semana de fevereiro, se não rolar patrocínio estatal? Não haverá samba nos morros e nas periferias? Não sairão às ruas os blocos e muambas? Não se reunirão às pessoas nas praias, nos botecos e até mesmo em suas casas para fazer uma bagunça?
Além disso, se fazem questão de desfilar, que tal um financiamento coletivo (crowdfunding), como bem ensinou o pessoal do “Libera Que Eu Conservo”³?
Conclusão: não procede a lamúria, meritíssimo. Segue o baile – seja de carnaval ou não.
³http://rodrigoconstantino.com/artigos/bloco-de-carnaval-libera-que-eu-conservo-mostra-que-direita-cai-finalmente-no-samba DO O.TAMBOSI

Em reunião tensa, petistas enquadram Lindbergh e Gleisi

Transcorreu em altíssima temperatura uma reunião da bancada do PT do Senado, na casa de Jorge Viana, em Brasília.
Humberto Costa e Jorge Viana, defensores do apoio à candidatura de Eunício Oliveira à presidência da Casa, espinafraram Lindbergh Farias e Gleisi Hoffmann, ferrenhos críticos da possível aliança.
A dupla deixou claríssima a irritação com a postura de Gleisi e Lindbergh e os acusaram de incitarem a militância contra quem está favorável ao plano de o partido fechar com Eunício.
Costa e Viana disseram que, como se não bastassem os recorrentes episódios de ataques a políticos, agora seus correligionários (Gleisi e, principalmente, Lindbergh) passaram a agir como adversários, sobretudo na forma como vêm se posicionando.
Em dado momento, os presentes lembraram que ninguém levantou a palavra quando o PT negociou com o PMDB o fatiamento do processo de impeachment de Dilma Rousseff, justamente no dia em que ocorreu o que eles chamam de golpe, e, por isso, atirar pedras contra a eventual aliança com Eunício seria patético.

Pezão cairá se Alerj barrar empréstimo ao Rio, diz Picciani

O presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Jorge Picciani, levará à votação na próxima terça-feira o empréstimo do governo federal prometido ao estado e a proposta de privatização da Cedae.
Mas até as pedras portuguesas de Copacabana sabem que Luiz Fernando Pezão não tem maioria na Casa. Então, o que ocorrerá se os deputados não se sensibilizarem a com a dramática situação econômica do estado e votarem contra as medidas?
Picciani já não esconde sua avaliação. Para ele, nesse cenário, o governador cairá.
“Não dá nem para pensar nisso. Se o empréstimo não for aprovado, (o impeachment) será uma questão de meses, algo inevitável”. DO R.ONLINE

Confissões da Odebrecht: pânico em Salvador, capital da colonização escravocrata.

O clã Odebrecht
José Casado observa, em texto publicado no Globo: é na Bahia que se espraiam os efeitos mais corrosivos das confissões da Odebrecht, homologadas ontem pela presidência do STF:
É na Bahia onde se espraiam os efeitos mais corrosivos das confissões da Odebrecht, validadas ontem pelo Supremo — consequência natural da identidade baiana construída há nove décadas pela família controladora do grupo.
Salvador, capital da colonização escravocrata, concentra ansiedade pública pelas revelações dos Odebrecht e seus executivos sobre corrupção. Prevalece a convicção de que devem se refletir em mudança de rumos da política e dos negócios no estado.
O clima é similar ao observado em Brasília. Com agravantes derivados da atenção pública aos ruídos de embates familiares, entre eles, os do patriarca Emílio, herdeiros e o filho Marcelo Odebrecht, preso em Curitiba.
Repete-se no condomínio praiano de Interlagos, onde partilham a beira-mar o ex-diretor da Odebrecht em Brasília, Cláudio Melo Filho, o ex-ministro do governo Temer Geddel Vieira Lima e os publicitários das campanhas de Lula e Dilma, João Santana e Mônica Moura.
A relação Cláudio e Geddel, contou o executivo à Justiça, “era muito forte”, bem além da simples vizinhança: “Geddel recebia pagamentos qualificados, e fazia isso oferecendo contrapartidas claras.” Conversavam bastante — contaram-se 117 ligações num único ano. Geddel era “Babel” na planilha de pagamentos.
Vizinhos deles na praia, os publicitários João e Mônica também compartilhavam a folha Odebrecht. Receberam US$ 24 milhões nas campanhas de Lula (2006) e Dilma (2010 e 2014), confessou Vinícius Borin, responsável pelos repasses no Meinl Bank, em Antígua.
O casal foi recompensado com outros US$ 5 milhões por Eike Batista, preso no Rio. Eike pagou-os pela conta panamenha da Golden Rock, que também usou para repassar US$ 16,5 milhões ao ex-governador do Rio Sérgio Cabral.
Nesse circuito sobressaem expoentes de uma elite republicana moldada em vícios típicos do Brasil colonial, descrito pelo poeta Boca do Inferno, o advogado Gregório de Matos, na Salvador onde tudo se permitia aos amigos do rei:
“Furte, coma, beba e tenha amiga,
Por que o nome d’El Rei dá para tudo
A todos que El-Rei trazem na barriga.”
Desde então, sob o manto do foro nobre, multiplicam-se histórias de impunidade. Nele pouparam-se, entre outros, fidalgos como Fernão Cabral, que lançou viva na fornalha de seu engenho uma escrava grávida do “gentio do Brasil”, conta o historiador Ronaldo Vainfas.
O resguardo em foro especial, atenuante na Justiça e na Igreja da Colônia, prossegue. Ano passado, Dilma aplicou-o a Lula, levando-o à Casa Civil, no lugar de Jaques Wagner.
Ex-governador da Bahia, Wagner seria “Polo” na folha da Odebrecht, com US$ 11 milhões recebidos. Do total, US$ 8 milhões sustentariam a eleição do sucessor, o governador Rui Costa, segundo Melo Filho. Em troca, “Polo” pagou à empresa uma fatura pendente de US$ 85 milhões, valor sete vezes maior.
Na sexta-feira 20 de janeiro, o governador Costa fez Wagner secretário de Desenvolvimento. No mesmo pacote nomeou o engenheiro Abal Magalhães para a Companhia de Desenvolvimento Urbano. Precisou demitir Magalhães 24 horas depois. Descobriu que ele militava em redes sociais qualificando Wagner como integrante de “quadrilha” do PT financiada pela Odebrecht. E repetia: “#lulanacadeia”, “#dilmanacadeia” . DO O.TAMBOSI

TRUMP DEMITE PROCURADORA-GERAL QUE SE RECUSOU A DEFENDER SUA ORDEM EXECUTIVA QUE RESTRINGE IMIGRAÇÃO.


Ferro na boneca: O presidente Trump demitiu a Procuradora-Geral Sally Yates, por "traição". Ela recusou-se a cumprir a ordem presidencial. 
O presidente Donald Trump demitiu a procuradora-geral Sally Yates, depois que ela se recusou a defender sua ordem executiva de restringir a imigração e os refugiados de seis países de alto risco no Oriente Médio. 
O secretário de imprensa da Casa Branca, Sean Spicer, emitiu uma declaração dizendo que Sally Yates, nomeada pelo governo Obama, havia "traído o Departamento de Justiça" recusando-se a impor a ordem de Trump.
Sally Yates, a demitida.
"A Senhora Yates foi nomeada pela administração de Obama que é fraco nas fronteiras e muito fraco na imigração ilegal",  diz a Nota lida por Spicer.
Trump substituiu Yates por Dana Boente, a atual advogada dos EUA para o Distrito Leste da Virgínia, até que o senador Jeff Sessions, já designado por Trump, seja confirmado pelo Senado.
"É hora de levar a sério a proteção do nosso país", afirmou Spicer. "Chamar para uma análise mais rigorosa indivíduos que viajam de sete lugares perigosos não é extremo. É razoável e necessário proteger nosso país.” Do site Breitbart - Click here to read in English - DO A.AMORIM