PAZ AMOR E VIDA NA TERRA
" De tanto ver triunfar as nulidades,
De tanto ver crescer as injustiças,
De tanto ver agigantarem-se os poderes
nas mãos dos maus, o homem chega
a desanimar-se da virtude,
a rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto".
[Ruy Barbosa]
Faixas do MBL em defesa do impedimento de
Dilma vão anunciar um futuro melhor. E, para tanto, vão convocá-los a ir
às ruas no dia 13 de março
Por: Reinaldo Azevedo
Os
políticos podem entrar em recesso, mas não o Movimento Brasil Livre.
Neste dia 31, os que estiverem em praias do Litoral de São Paulo, do Rio
e de Florianópolis verão aviões carregando faixas em defesa do
impeachment e dando início à convocação para o megaprotesto do dia 13 de
março de 2016.
O governo
faz um esforço imenso para passar adiante a versão de que essa é uma
agenda do passado. Ao contrário: a saída de Dilma vai assumindo uma
urgência dramática. É mais atual do que nunca.
Na virada de
2015 para 2016, as faixas do MBL lembram que não faz mais sentido
afirmar que está nascendo um novo Brasil nas ruas.
The
Economist, dita importante revista britânica, como toda a mídia impressa
tradicional está fadada a desaparecer. Mas enquanto agoniza a
publicação começou a rastejar aos pés da vagabundagem comunista
latino-americana. Vai ver que está sentindo falta de anúncios da
Petrobras ou de outras estatais brasileiras que há 13 anos vêm sendo
pilhadas pelo PT.
The Economist, mídia impressa agonizante.
Mas
tudo o que vem da Europa unificada na maior jogada do movimento
neocomunista pós-queda do Muro de Berlim é caca pura. Depois do advento
da União Européia politicamente correta e multiculturalista a Europa
passou a exportar apenas ferramentas de engenharia social para
detonar o direito individual. A Europa se encontra sitiada pelos
bárbaros liderados pelos tarados islâmicos. A Europa não é mais é mais
aquela. Sua produção intelectual-cultural foi para o vinagre. Não cria
mais nada, nem a moda, nem o cinema, nem a música, nem a literatura.
Tecnologia? Zero! A única coisa que tem exportado são fanatismos
variados dentre os quais o exercício da tolerância ante todas e
quaisquer iniquidades.
Um dos
únicos modismos - nefastos sob todos os aspectos - ditados pela Europa é
a idiotia do ciclismo e o culto ao islamismo. Ambos se equivalem. A
finalidade é imobilizar os cidadãos retirando-lhes o direito de ir e
vir, de usar automóvel ou qualquer veículo a motor, inclusive coletivos e
até mesmo aviões e trens. Retirando-se o direito de ir e vir teremos o
totalitarismo. Os andróides da UE querem que façamos todos o caminho de
volta às cavernas com os pés e as mãos colados ao chão.
E The
Economist não foge à regra. O correspondente da revista no Brasil
recebeu uma pauta de Londres. Fazer uma matéria sobre o Brasil, prevendo
o caos (pô, os suditos de S. Majestade não têm a mínima ideia do que
rola de fato no Brasil) mas o texto não deveria dizer toda a verdade, ou
seja, que a bandalha do PT fosse poupada. Quem sabe os alegres rapazes e
raparigas da publicação londrina vejam na permanência da Dilma no poder
a salvação da revista?
E sabem
quem a reportagem da outrora famosa publicação foi ouvir? Ora, o
desastrado prefeito ciclista-petista de São Paulo, o indigitado Fernando
Haddad. Sim, aquele que fecha a av. Paulista aos domingos para o
"lazer" dos paulistanos, embora a cidade de São Paulo disponha - pasmem -
de 96 parques públicos, verdadeiros paraísos ecológicos, onde os
ecochatos podem pastar a vontade e também andar de bicicleta.
Mas
aqueles bobalhões de The Economist tinham de dar um jeito de aliviar o
lado do Lula e da Dilma. Definitivamente essas publicações midiáticas
internacionais estão com os dias contados. O que já é um alento.
Transcrevo
a nota de O Antagonista sobre essa sacanagem da The Economist contra os
brasileiros dignos e honrados, que trabalham o pagam impostos, que
sustentam o Brasil. Daqui do blog desejo mandar esses vagabundos
britânicos tomar caju. Peçam para alguém traduzir este post para vocês.
Ou por favor: esqueçam o Brasil. Isto é melhor para nós que estamos
lutando para nos livrar desse câncer chamado PT. Leiam:
A
reportagem da Economist ouviu Fernando Haddad como se ele fosse um sopro
de ar fresco na irrespirável atmosfera partidária brasileira. Mas esse
está longe de ser o seu maior pecado: a revista insiste que o
impeachment de Dilma Rousseff resultará em caos, inclusive porque ela
contaria com mais apoiadores do que Fernando Collor, em 1992.
É
uma visão que se choca com a realidade e com o conteúdo da própria
reportagem, para dizer o mínimo -- o impeachment de Dilma Rousseff é a
solução para o caos relatado pela revista.
Dilma
Rousseff é o chefe de Executivo mais rejeitado da história recente do
Brasil. Juntamente com Lula, Dilma Rousseff é a responsável pelo
desastre econômico brasileiro. Dilma Rousseff não pode ser apartada da
corrupção desbragada dos últimos treze anos, seja como ministra,
presidente do Conselho de Administração da Petrobras ou presidente da
República.
A sua deposição seria motivo de festa nas ruas e de alívio no mercado financeiro e nos setores produtivos.
A Economist presta um serviço ao caos, ao dizer que a saída de Dilma Rousseff traria o caos. DO ALUIZIOAMORIM
Mais uma vez o corrupto governo do Partido
dos Trabalhadores mostra sua capacidade de zombar da cidadania, no seu
soberbo desprezo pelos princípios da decência na administração da coisa
pública.
Temos no país
duas nítidas situações no que respeita a corrupção: de um lado, a
Polícia Federal, o Ministério Público, a Justiça Federal e os tribunais
superiores (STJ e STF) num duro combate que vem resgatando a honra do
povo brasileiro; de outro, a presidente da República, o Ministério da
Justiça, a CGU e a AGU, que de todas as maneiras vêm legalizando a
corrupção, numa tentativa desesperada de manter o esquema de propinas
que é a base fundamental do projeto hegemônico do PT.
Assim é que o governo (?) continua lutando
dia e noite para legalizar definitivamente a corrupção. Para tanto emite
medidas provisórias (MPs), decretos e portarias visando a permitir que a
administração pública volte a contratar as 29 empreiteiras envolvidas
nos delitos já detectados na Petrobras, na Eletrobras, no DNIT e demais
antros do “organograma” governamental, devidamente aparelhados.
Em vez de generalizar o regime diferenciado,
um hipotético governo idôneo, a esta altura do desastre, o que faria?
Simplesmente teria adotado o sistema de performance bond,
quebrando, por meio dele, a interlocução direta entre as empreiteiras e
os agentes do Estado, tal como há 120 anos se pratica nos EUA.
Esse consagrado seguro de obras públicas
transfere para as seguradoras a responsabilidade pelo justo valor
contratado, pela fiscalização efetiva das medições dos serviços e pelo
estrito cumprimento dos cronogramas. Mas o atual grupo que domina o país
nada fez e nada fará nesse sentido.
Para esse inqualificável governo que está aí,
essas empreiteiras não fizeram nada de errado. Foram somente seus
diretores que erraram. As pessoas jurídicas não podem ser punidas, pois
delas é que vêm os recursos da corrupção que amealham nos
superfaturamentos, nas medições falsas de seus serviços, nos aditamentos
de obras que nunca entregam, ou o fazem com atraso, mas sempre com
péssima qualidade.
No seu heroico e pertinaz esforço de
legalizar a corrupção, o governo petista entende existirem alguns
empecilhos: a Operação Lava Jato, a Operação Zelotes e, sobretudo, a Lei
Anticorrupção, que Dilma foi obrigada a engolir por força dos tratados
internacionais que o Brasil assinou… para inglês ver.
Segue-se mais um entrave que o Planalto
entende que deva ser neutralizado: o intrépido Ministério Público
Federal, que se tem valido das leis, como a de Improbidade e a de
Licitações, da ação civil pública e outros consagrados diplomas legais
para punir essas empreiteiras corruptas, impondo-lhes sanções severas,
incluída a proibição de contratação com o poder público e ressarcimento
cabal do produto dos crimes continuados de corrupção.
O esquema de legalizar a corrupção começou
com o Decreto n.º 8.420, de março de 2015, que desfigurou completamente a
Lei Anticorrupção, que é autoaplicável, não tendo necessidade de
nenhuma regulamentação do Executivo. Em seguida vieram as famigeradas
Portarias 909 e 910 da conivente e cúmplice CGU, desfigurando, mais uma
vez, a Lei Anticorrupção. Logo depois surgiu a famigerada MP n.º 678/15,
que derroga, pura e simplesmente, a Lei 8.666 ao instituir o “Regime
Diferenciado de Contratações” para as obras contratadas pelo governo
federal e, via de consequência, para suas pilhadas estatais.
Vale dizer: nada de licitação, concorrência e
quejandos. Haverá convites, evidentemente, para as empreiteiras que
costumam pagar propina ao PT e demais “partidos da base aliada”. E ainda
mais agora que temos as eleições municipais, que demandam milhões em
propinas, necessárias para serem reeleitas as gangues de prefeitos e
vereadores que pilham, há décadas, grande parte dos municípios
brasileiros.
E last but not least,
mediante a MP n.º 703, de 18 de dezembro, a sra. presidente desfigura
completamente o acordo de leniência instituído na Lei Anticorrupção para
transformá-lo no instrumento de anistia plena, geral e irrestrita das
29 empreiteiras corruptas, trazendo-as de volta ao seio do governo.
Basta qualquer empreiteira corrupta, no
presente e no futuro, assinar um documento pomposo, mas vazio de
conteúdo, comprometendo-se a seguir regras de bom comportamento, tais
como código de ética, auditorias internas e outras perfumarias, para
voltar ao convívio pleno da administração, continuando as obras
superfaturadas ou iniciando novas que propiciem fartamente propinas para
os agentes públicos, os políticos e os partidos situacionistas.
Mas não para aí essa sórdida MP. Tão logo a
empreiteira corrupta faça voto de castidade, ficam extintos todos os
processos judiciais e administrativos, com base em quaisquer leis
vigentes, no que respeita às virtuosas empresas arrependidas e
indultadas. Nenhuma multa, nenhum ressarcimento ou outra penalidade
serão aplicados às empreiteiras que farisaicamente prometerem, no papel,
comportar-se bem doravante.
Ficam isentas de reposição dos valores que
roubaram do poder público. E, assim, as ações que o Ministério Público
ou qualquer outro órgão ou ente administrativo estejam promovendo contra
essas pobres empreiteiras ficam extintas no exato momento em que elas
assinarem o misericordioso “acordo de leniência”.
A edição dessa MP 703, que legaliza o crime,
escancara o caráter absolutamente corrupto do governo. Como é que a
presidente Dilma, ao assinar e remeter ao Congresso essa abjeta MP,
poderá, doravante, afirmar que não é corrupta? E, agora, também se
pergunta: o nosso Ministério Público Federal – a quem a nação deve
muitíssimo – vai deixar por isso mesmo? Trata-se de um “diploma”
absolutamente inconstitucional ao legalizar a corrupção no país. Não se
trata de uma medida provisória. Trata-se de um corpo de delito.
Veja o resumão de fim de ano das maracutaias petistas e federais
Por: Felipe Moura Brasil
DILMA
– Ibope revelou
que 67% dos brasileiros querem o impeachment de Dilma Rousseff. Os que
mais apoiam a medida são as mulheres (70%), os jovens entre 16 e 24 anos
(75%) e aqueles que ganham até um salário mínimo (68%). A propaganda do
governo não resiste a qualquer teste da realidade. Os pobres cansaram
de ser enganados por Dilma Rousseff.
– Otávio Azevedo, presidente da Andrade Gutierrez, relatou
aos procuradores da Lava Jato que os dois principais assessores de
Dilma, Edinho Silva e Giles Azevedo, foram ao seu escritório exigir 100
milhões de reais para a campanha presidencial da petista, dizendo que a
empreiteira perderia seus contratos com o governo caso não pagasse. O
governo ainda acha que vai durar muito o “momento melhor”? A confiança
em Rodrigo Janot e Teori Zavascki deve ser mesmo enorme.
– PT sempre reclamou que só pobres eram presos, mas agora que
petistas ricos foram presos, governo do PT quer soltá-los com indulto de
Natal.
– Deltan Dallagnol:
“Neste fim de ano, muitos corruptos terão suas penas perdoadas após
terem cumprido apenas um quarto delas. Parece absurdo, e realmente é.”
Como tudo que vem de Dilma Rousseff.
– Deltan: “O indulto ou perdão de Natal foi criado como ‘solução’
para a superpopulação carcerária – é, na verdade, um ‘remendo’, porque a
solução seria a criação de vagas.” Como este blog sempre afirmou.
– A propósito… Estadão: “Presos soltos no Natal cometem crimes em São Paulo“. G1: “Detento que recebeu indulto de Natal tenta matar irmão a facadas em SC“. Pois é. A solução esquerdista para a superpopulação carcerária é deixar bandido solto, barbarizando a população civil.
– Deltan: “Contudo, a ironia está no fato de que os corruptos não
ocupam vagas do sistema penitenciário e, ainda assim, são perdoados.
(…) O indulto, nesse sentido, funciona como um presente de Natal para a
corrupção.” Sim: Dilma é a Mamãe Noel dos mensaleiros.
– José Eduardo Cardozo, advogado de Dilma que ocupa a pasta da
Justiça, repete ao Estadão a propaganda petista: “Foi no governo da
presidente Dilma que se deu autonomia para a Polícia Federal
investigar.” Traduzo:
O PT quer as vantagens de crimes não descobertos, o mérito pela
descoberta de seus próprios crimes e o reconhecimento de que soltar
bandidos petistas no Natal é um ato nobre de solidariedade. Fofo, não?
– Para 2016, estabeleça metas que você seja capaz de cumprir, ao
contrário de Dilma, que cumpriu apenas 11 das 34 metas definidas para
2015.
– O Globo: “De 3 mil cargos que seriam extintos por Dilma, só 346
foram cortados. Presidente também anunciou corte de seu salário e do
vice, mas isso não aconteceu.” Para o governo Dilma, o importante sempre
foi anunciar. Cumprir é um detalhe absolutamente prescindível.
– Lauro Jardim: Dilma vai se expor mais em janeiro, para “conversar
com o país e a sociedade”. Ou seja: Dilma dobrará a meta de anúncios.
– Folha: “Governo federal tem déficit recorde de R$ 21,3 bilhões em
novembro”, “o maior rombo mensal já registrado pelo Tesouro Nacional na
comparação em valores correntes”. É um ótimo assunto para conversar com o
país em janeiro.
– Produção industrial brasileira durante o terceiro trimestre ficou
em último lugar em ranking de mais de 130 países. Outro bom tema para
conversar com a sociedade, Dilma sapiens.
– VEJA:
“Assim como a equipe econômica da presidente Dilma Rousseff, os Estados
também precisaram recorrer a ‘remédios amargos’ – termo usado pela
presidente para definir o aumento de impostos e corte de investimentos e
de benefícios sociais – para fechar as contas em 2015.”
Basicamente, Dilma tenta emplacar a volta da CPMF, o velho “imposto
do cheque”, para que a população brasileira pague a conta da
esculhambação fiscal de seu desgoverno, cujos cúmplices nos governos
estaduais dividirão o butim. Eles cobram de Dilma um afrouxamento no
pagamento da dívida dos Estados com a União, mas Dilma só vai afrouxar o
lado dos cúmplices se apertar o do povo, é claro.
Amargura no dos outros é sempre refresco. LULA etc.
– Zelador diz que funcionário da OAS orientou-o a não falar da
ligação de familiares de Lula com triplex no Guarujá. Com Lula é tudo na
moita.
– Rodrigo Janot e ministros do STF colocaram sob sigilo as
investigações envolvendo Lula. A moita de Lula é uma obra em conjunto.
– O depoimento de Lula à PF em 16 de dezembro foi, segundo o Estadão,
“uma exibição pública da essência de seu caráter e um insulto à
inteligência alheia”. “Todas as suas respostas às autoridades, relativas
a seu conhecimento do escândalo do petrolão, invariavelmente indicavam
ignorância ou envolvimento apenas incidental. A responsabilidade,
segundo ele, sempre foi dos outros – a começar por seu ministro José
Dirceu”. Como este blog já disse: Lula entregou Dirceu duas vezes e já
deu sinais de que, se for preciso, entrega o próprio filho também.
– A diferença entre Dirceu e Lula é que o primeiro se sacrifica pela causa e o segundo sacrifica os outros para se salvar.
– O petista Fernando Haddad, prefeito de São Paulo, “enfrenta uma
monumental rejeição de 69,8%” dos paulistanos, segundo levantamento do
Instituto Paraná revelado pela coluna Radar, de VEJA. Falta pouco para
alcançar Dilma Rousseff.
– Radar: Alguns conselheiros do CNJ disseram que, se Eliana Calmon
ainda estivesse no Conselho, o ministro Marcelo Navarro Ribeiro Dantas –
voto vencido e isolado em pedidos de liberdade da Lava-Jato – já
estaria respondendo a processo disciplinar ou estaria até mesmo
afastado. Tragam esta mulher de volta, senhores!
– Defensores de Barroso, sem ter como defender suas malandragens, me
acusam de nunca ter lido livro de Direito. É o “argumento” da
carteirada.
– Ser “um dos maiores artistas brasileiros” não dá a ninguém a
liberdade de defender partido corrupto na TV sem ser cobrado por isso
nas ruas.
Nunca, na história de nosso país, a falência moral de personalidades da vida pública brasileira nos envergonhou tanto. Já convivemos com Malufs e Collors da vida. Já vivemos os anões do orçamento. Mas
nunca, nunca mesmo, a falência moral destes senhores chegou a um nível
tão baixo como no presente momento da vida pública brasileira.
Para qualquer lugar que se olhe, quem tem um pingo de vergonha na cara, se sente enojado.
Olha-se para um senado e vemos na cadeira principal um calhorda como Renan. E eLLe está lá com a ajuda da maioria de seus pares. Olha-se
para a Câmara e vemos um punhado de bandidos com broche de parlamentar,
sendo regiamente pagos como o esforço do nosso trabalho, arrancado de
nossos bolsos por impostos escorchantes.
Olha-se para a cadeira máxima do poder e vemos uma anta burra,
prepotente e mau caráter a falar em nome de todos nós brasileiros,
envergonhando-nos, todas as vezes em que abre a latrina mundo a fora,
não só pela ignorância que a acomete, mas por colocar o Brasil na
situação vexatória em que nos encontramos.
Olha-se para a Suprema Corte e se vê um bando de cretinos fantasiados
de magistrados, fingindo-se de donos de cultura legal invejável,
portando-se como vagabundos que agem em nome de uma causa. Nunca se sentiu tanta vergonha de vermos nosso país enfiado na lama em que se encontra.
Olha-se para um Brasil atual e vemos que há, em toda essa triste página de nossa história, um único culpado: O ELEITOR.
Nós, os mais velhos, arriscamos nossas vidas em busca do retorno da
democracia. Lutamos pela liberdade de escolher nossos representantes e
quem iria nos governar. Lutamos pela justiça igualitária. Hoje, nós que empenhamos nossas vidas nessa tarefa nos perguntamos: Valeu a pena? Valeu
a pena termos lutado no passado para livrar o Brasil do comunismo
vagabundo e criminoso se hoje, COM A DEMOCRACIA INSTALADA, este
vagabundos estão no poder?
Valeu a pena berrar, em eleições passadas, alertando para o perigo
que corria nossa democracia entregando o poder para esta quadrilha de
assaltantes?
A resposta é difícil. Muito difícil. Principalmente para todos
aqueles que se recusaram a entregar seus votos para estes bandidos.
Melandowiski é um merdinha. Nunca
teria chegado ao posto que chegou se a petralhada não tivesse chegado
ao poder. Seria o que sempre foi. Um juizinho de merda de São Bernardo. E
mesmo com a quadrilha de LuLLa chegando ao poder, Melandowski não foi
indicado pelo seu inexistente saber jurídico, mas por receitas de
bolinhos caseiros feitos na cozinha da parceira da primeira inútil do
país.
Melandowski chamou a imprensa para "testemunhar" sua conversa com Dudu Cunha. Um idiota.
Este mesmo senhor não chamou a imprensa para se reunir com a feiticeira do Planalto em Portugal. nada disso. Fez escondidinho. Este
mesmo senhor não chamou a imprensa quando se reuniu, também às
escondidas, com o porquinho Cardoso para tramar contra o próprio STF. Também
não chamou a imprensa quando se escondeu para dar satisfações para o Zé
condenado, no andamento do Mensalão do LuLLa. Neste episódio,
Melandowiski foi pego, por um destes acasos, por uma repórter que ouviu a
conversinha suja do pau mandado do petismo na Suprema Porcaria.
Melandowiski é o retrato fiel da degradação moral que vive este país. DO GENTEDECENTE
Diz o CÓDIGO DE ÉTICA DO PMDB: CAPÍTULO IV SEÇÃO I DAS INFRAÇÕES ÉTICAS DOS FILIADOS Art. 10. Constituem infrações éticas dos filiados do PMDB: I – a violação de qualquer dos deveres partidários; II – improbidade administrativa praticada na gestão da coisa pública; III – conduta pessoal indecorosa; IV – notória e ostensiva hostilidade à legenda e atitudes desrespeitosas a dirigentes e lideranças partidárias; V – incompatibilidade manifesta com os postulados e a orientação política do Partido; VI – promover filiações em bloco que objetivem o predomínio de pessoas ou grupos estranhos ou sem afinidade com o Partido. VII
– desobediência às deliberações regularmente tomadas em questões
consideradas fundamentais, inclusive pela bancada a que pertencer o
ocupante de cargo legislativo e também os titulares de cargos
executivos; VIII – atentado contra o livre exercício do direito de voto, a normalidade das eleições, ou o direito de filiação partidária; IX – improbidade no exercício de mandato parlamentar ou executivo, bem como no de órgão partidário ou de função administrativa;
Renan, Paes, os Piccinis e Sérgio Cabral quebraram, pelo menos, 6 artigos do Código de Ética do PMDB.
DEVERIAM SER EXPULSOS;
Uma
denúncia feita por Vera Magalhães, Coluna Radar da Veja, no meu ponto
de vista, não teve por parte da imprensa e dos deputados, atingidos bem
no meio dos chifres pela decisão safada da Suprema Porcaria, a devida e
real importância.
Vou reproduzir a coluna e depois comento.
Da Coluna radar, Veja - escrita por Vera Magalhães: Deputados apontam omissão em voto de Barroso Por: Vera Magalhães 21/12/2015 às 11:11 Deputados pró-impeachment têm reclamado do voto do ministro Luís
Roberto Barroso no STF, que foi o vencedor pelo fim do voto secreto para
a eleição da comissão especial do impedimento. O regimento
da Câmara, no inciso III do artigo 188 trata de casos de votação secreta
“para eleição do presidente e demais membros da Mesa Diretora, do
presidente e vice-presidentes de Comissões Permanentes e Temporárias,
dos membros da Câmara que irão compor a Comissão Representativa do
Congresso Nacional e dos 2 (dois) cidadãos que irão integrar o Conselho
da República e nas demais eleições”.
Na
peça enviada ao STF pedindo o afastamento de Dudu Cunha da presidência
da Câmara, o SELETIVO Janot chama Dudu Cunha de delinquente.
90% de
suas justificativas para tal pedido se baseiam na acusação de que Dudu
Cunha usa seu cargo de presidente da Câmara para atrapalhar as
investigações.
Rodrigo Janot não é nem mais nem menos delinquente do que Dudu Cunha,
por usar seu cargo de forma seletiva deixando de lado outros acusados
em situação mais complicada que a de Dudu Cunha, não investigando quem
deveria investigar e por se vender para o governo.
Rodrigo Janot é tão delinquente quanto Dudu Cunha.
Cassem o mandato de Janot.
Renan Calheiros merece levar umas porradas todas as vezes em que puser as patas nas ruas.
merece
ser execrado em praça pública. Merece ser xingado em restaurantes.
Merece ser expulso de locais públicos. Merece ser sitiado em sua mansão
de presidente do senado brasileiro.
RENAN MERECE CADEIA!
Logo após o resultado saído da vergonhosa atuação da Suprema
Porcaria, em um espetáculo deprimente proporcionado pelo vernelhão
Barroso, Renan se reuniu com vagabundos da esquerda maldita para afirmar
o que vai no vídeo abaixo.
NÃO VOMITEM NO TECLADO.
Renan Calheiros merece levar umas porradas todas as vezes em que puser as patas nas ruas.
merece
ser execrado em praça pública. Merece ser xingado em restaurantes.
Merece ser expulso de locais públicos. Merece ser sitiado em sua mansão
de presidente do senado brasileiro.
RENAN MERECE CADEIA!
Logo após o resultado saído da vergonhosa atuação da Suprema
Porcaria, em um espetáculo deprimente proporcionado pelo vernelhão
Barroso, Renan se reuniu com vagabundos da esquerda maldita para afirmar
o que vai no vídeo abaixo.
NÃO VOMITEM NO TECLADO.
Presidente do STF recebe o da Câmara a portas abertas, num ato de escancarada demagogia, mas faz uma confissão e tanto!
Por: Reinaldo Azevedo
Ricardo
Lewandowski, presidente do Supremo, resolveu se comportar como
presidente do PT e teve, nesta quarta, uma atitude claramente hostil com
o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que havia lhe pedido
uma audiência. Ele concedeu. Mas abriu as portas para a imprensa, num
gesto escancaradamente demagógico. Jornalistas lembraram um precedente
de Itamar Franco quando presidente. Falso. Digo mais adiante por quê.
Nota logo à
partida: Lewandowski pode pensar sobre o deputado o que quiser. Eu, por
exemplo, acho que Cunha tem de ser cassado. Mas o presidente do Supremo
tem deveres decorosos com o homem que preside uma das Casas do Poder
Legislativo. Enquanto Cunha não for cassado, tem de ser respeitado pelo
comandante da corte suprema do país em razão de seu papel
institucional.
Não foi o
que se viu. Quem abriu as portas do tribunal não foi o magistrado que
preza a transparência, mas o militante anti-impeachment, papel que não
lhe cabe. Ora, o doutor fala com advogados de criminosos presos, a
portas fechadas — ou não fala? Por que não pode fazê-lo com o presidente
de uma das Casas do Legislativo?
A
propósito: Lewandowski já pediu audiência ao comando do Congresso para
tratar do aumento do Judiciário e outros benefícios. Já imaginaram se as
portas se abrem, e flagramos lá o herói anti-Cunha a cuidar do pão
deles de cada dia? A demagogia é um dos últimos estágios da vigarice
intelectual.
De toda
sorte, o comportamento beligerante foi útil para que saibamos o que está
em jogo. Mais: LEWANDOWSKI TAMBÉM FEZ UMA CONFISSÃO SOBRE O VOTO DE
ROBERTO BARROSO, SEU AMIGO DE SIMPATIAS PARTIDÁRIAS. A imprensa deixa
passar porque está de tal sorte cegada pelo “anticunhismo” que não
consegue enxergar um estupro institucional. Vamos lá.
A audiência Cunha foi ao Supremo pedir celeridade na
divulgação do acórdão da votação que estabeleceu, atropelando a
Constituição e as leis, o rito do impeachment. Cunha lembrou que o fato
de a maioria dos ministros ter vetado o voto secreto e a comissão avulsa
deixava dúvidas sobre a eleição e funcionamento de outras comissões na
Câmara.
Eis,
então, e, neste sentido, foi bom a audiência ter sido aberta, que
Lewandowski diz uma coisa sensacional. Defendendo o voto absurdo de
Barroso, o presidente do Supremo disse não haver dúvida nenhuma — é
mesmo? — sobre o que foi votado: segundo ele, a proibição de comissão
avulsa, a indicação dos membros por vontade dos líderes e o voto
obrigatoriamente aberto valem apenas para a comissão do… impeachment!!!
Entendi!
Isso quer dizer que o senhor Barroso, de forma clara e deliberada, com a
concordância da maioria, resolveu ser mesmo um legislador “ad hoc”.
Vale dizer: o Supremo não tomou uma decisão em tese, pautada por
princípios e fundamentos. A Corte resolveu mesmo criar uma legislação
para o caso específico — e, por óbvio, então, da forma como se fez, para
beneficiar Dilma. Lewandowski foi literal: “O voto do ministro Barroso
deixa bem claro que a decisão se refere à comissão do impeachment, não
se refere a outras comissões”.
Vergonha!
Quanto à
celeridade, o presidente do Supremo resolveu falar dos prazos
regimentais. Os ministros têm até 19 de fevereiro para liberar seus
votos, e o tribunal, até 60 dias para divulgar o acórdão, sem contar o
período do recesso.
Ok. Estou
entre aqueles que acham que a demora conta contra Dilma Rousseff —
aliás, ela também. Até porque, como na Ilíada, nuvens negras se formam
no horizonte, e há uma grande possibilidade de que seus raios caiam
sobre o cocuruto presidencial.
O caso Itamar Quando Itamar Franco era presidente, o
então senador Antônio Carlos Magalhães (DEM-BA), que estava na oposição,
anunciou ter um calhamaço de denúncias contra o governo. Disse que o
entregaria ao chefe do Executivo. Itamar recebeu o senador, mas abriu as
portas para a imprensa.
O paralelo
com o que fez Lewandowski é descabido. Cunha não foi ao ministro para
entregar supostas denúncias, numa linha de confronto. Apenas cumpriu um
ritual que, de resto, a elegância até pede. Mas o presidente do Supremo,
hoje um dos esbirros do governo Dilma, resolveu surfar na
impopularidade de Cunha. Ao fazê-lo, não desprestigiou um deputado
enrolado, mas afrontou o Poder Legislativo, pondo-se, como de hábito, de
joelhos diante do governo petista.
Ah, não
tenho como esquecer os apelos emocionados que Lewandowski fazia em
benefício dos réus do mensalão, lembrando, a todo instante, a condição
humana dos condenados. Como se nota, nem sempre ele tem aquele coração
de manteiga.
Encerro Achei excelente o conjunto da obra.
Lewandowski deixou claro que o juiz isento desapareceu para dar lugar ao
militante de uma causa. E confessou que o julgamento no STF foi mesmo
uma, digamos, bolivarianada: ministros decidiram apoiar uma regra
inventada para servir a um único propósito: tentar manter Dilma no
poder, contra o que dispõe a Lei 1.079.
Este
vídeo que foi postado pelo sempre excelente jornalista Augusto Nunes e
viraliza agora pelas redes sociais é aquilo que se pode qualificar como
"prova material de um crime". Sim, o efeito criminoso e devastador
perpetrado, vejam só, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), para impedir o
impeachment da Dilma se deu pelas mãos de Luís Roberto Barroso, ao qual
se atribui qualidades de jurista emérito e que faz parte da cota do PT.
Barroso materializou a chicana.
Nas
minhas contas este vídeo não é só um libelo contra a Corte Suprema, mas
por certo instruirá recurso apropriado com vistas à revisão da
desastrada e criminosa decisão do Supremo que invadiu seara alheia ao
arvorar-se na condição de legislador.
A intervenção de Barroso
para construir a chicana não é apenas deplorável mas passível de ação
judicial destinada a afastá-lo do Supremo. Transcrevo
o comentário do jornalista Augusto Nunes, que está entre os poucos
jornalistas brasileiros que sabem escrever e não mentem. Leiam:
Sempre
caprichando na pose de quem recitava de fraldas artigos e incisos da
Constituição, o ministro Luís Roberto Barroso resolveu mostrar, na
sessão em que o Supremo Tribunal Federal embaralhou o processo de
impeachment, que usa as horas livres do recesso para decorar normas que
regulamentam as atividades dos demais Poderes. Conseguiu apenas
confirmar que, para impedir o desmoronamento da argumentação mambembe, é
capaz de sonegar informações essenciais e mentir publicamente.
─
Alguém poderia imaginar que o Regimento Interno da Câmara pudesse prever
alguma hipótese de votação secreta legítima ─ concede o doutor em tudo
na abertura do vídeo de 1min57. ─ Eu vou ao Regimento Interno da Câmara
dos Deputados e quando vejo os dispositivos que tratam da formação de
comissões, permanentes ou temporárias, nenhum deles menciona a
possibilidade de votação secreta.
─ Vossa Excelência me permite? ─ ouve-se o cerimonioso aparte de Teori Zavascki.
─ Pois não ─ autoriza o professor de impeachment.
─ Salvo
engano meu, há um dispositivo, sim, do Regimento Interno, artigo 188,
inciso III ─ prossegue Teori. ─ Diz que a votação por escrutínio secreto
far-se-á para eleição do presidente e demais membros da Mesa Diretora,
do presidente e vice-presidente de comissões permanentes e temporárias,
dos membros da Câmara que irão compor a comissão representativa…
Teori faz uma pausa para virar a página. Barroso, que acompanha a leitura que está terminando, tenta interrompê-la:
─ Sim, mas olha aqui…
─ … e dos cidadãos que irão integrar o Conselho… ─ continua Teori.
As
sobrancelhas simetricamente arqueadas e os cílios enfileirados realçam o
sobressalto de Barroso com a aproximação do perigo. Então, confisca a
palavra e recomeça a leitura do inciso III, cuja íntegra aparece na no
vídeo do Portal Vox que escancara a pilantragem togada: para esconder a
fraude, o juiz esperto amputa as quatro palavras finais do texto: E NAS
DEMAIS ELEIÇÕES.
Animado com a rendição balbuciada pelo confuso Teori, Barroso declama outra falácia:
─
Considero portanto que o voto secreto foi instituído por uma deliberação
unipessoal e discricionária do presidente da Câmara no meio do jogo.
Conversa
fiada. O Brasil decente é que considera uma infâmia o que Barroso fez
para ganhar o jogo. O trecho do Regimento Interno foi guilhotinado por
uma deliberação pessoal e discricionária de um servidor público que é
pago pelo povo para defender a lei. Coisa de vigarista. Da coluna de Augusto Nunes/Veja
Dona
de uma personalidade opaca, Dilma Rousseff tornou-se uma presidente à
procura de um estilo. Falta-lhe uma marca. Não por muito tempo. Se
depender do senador Acir Gurgacz (PDT-RO) a presidente logo ganhará uma
marca que vale por uma tatuagem —a marca da irresponsabilidade fiscal.
Relator
da prestação de contas do governo Dilma de 2014, Gurgacz sugere que a
peça seja aprovada. Repetindo: o senador propõe que o Congresso jogue no
lixo o parecer do Tribunal de Contas da União que recomenda a rejeição
das contas de madame. De novo: o companheiro deseja que Parlamento faça
vista grossa para pedaladas que espetaram R$ 57 bilhões na tesouraria de
bancos públicos.
A justificativa do senador é uma primorosa:
“Temos 14 Estados que, nesse ano de 2014, não cumpriram a meta fiscal.
Estados governados por vários partidos. Por isso a importância de
fazermos um relatório baseado na legalidade, na Constituição e não só
baseado no presidente atual mas na condição de gestão dos governos.''
O
que Gurgacz afirmou, com outras palavras, foi o seguinte: “Além da
presidente da República, 14 governadores descumpriram a Lei de
Responsabilidade Fiscal em 2014. A farra, por generalizada e
suprapartidária, merece perdão. Há na praça 13 governadores que honraram
seus compromissos, evitando aderir ao ciclismo fiscal. Fizeram papel de
bobos. Merecem receber uma lição.”
A bela iniciativa de gastar o
dinheiro do contribuinte para remunerar auditores capazes de auxiliar o
Congresso na sua nobre tarefa de fiscalizar o Executivo não sobreviverá
às sucessivas desmoralizações do TCU. Com o parecer de Gurgacz, o órgão
revela-se, mais do que inútil, irrelevante.
Confirmando-se o
perdão a Dilma, o Congresso pode começar a pensar na transformação da
sede do TCU em alguma outra coisa –talvez uma prisão de segurança máxima
para abrigar os corruptos, única corporação que se desenvolve no setor
público além dos ciclistas fiscais.
Sempre caprichando na pose de quem recitava de fraldas artigos e
incisos da Constituição, o ministro Luís Roberto Barroso resolveu
mostrar, na sessão em que o Supremo Tribunal Federal embaralhou o
processo de impeachment, que usa as horas livres do recesso para decorar
normas que regulamentam as atividades dos demais Poderes. Conseguiu
apenas confirmar que, para impedir o desmoronamento da argumentação
mambembe, é capaz de sonegar informações essenciais e mentir
publicamente.
─ Alguém poderia imaginar que o Regimento Interno da Câmara pudesse
prever alguma hipótese de votação secreta legítima ─ concede o doutor em
tudo na abertura do vídeo de 1min57. ─ Eu vou ao Regimento Interno da
Câmara dos Deputados e quando vejo os dispositivos que tratam da
formação de comissões, permanentes ou temporárias, nenhum deles menciona
a possibilidade de votação secreta.
─ Vossa Excelência me permite? ─ ouve-se o cerimonioso aparte de Teori Zavascki.
─ Pois não ─ autoriza o professor de impeachment.
─ Salvo engano meu, há um dispositivo, sim, do Regimento Interno,
artigo 188, inciso III ─ prossegue Teori. ─ Diz que a votação por
escrutínio secreto far-se-á para eleição do presidente e demais membros
da Mesa Diretora, do presidente e vice-presidente de comissões
permanentes e temporárias, dos membros da Câmara que irão compor a
comissão representativa…
Teori faz uma pausa para virar a página. Barroso, que acompanha a leitura que está terminando, tenta interrompê-la:
─ Sim, mas olha aqui…
─ … e dos cidadãos que irão integrar o Conselho… ─ continua Teori.
As sobrancelhas simetricamente arqueadas e os cílios enfileirados
realçam o sobressalto de Barroso com a aproximação do perigo. Então,
confisca a palavra e recomeça a leitura do inciso III, cuja íntegra
aparece na no vídeo do Portal Vox que escancara a pilantragem togada:
para esconder a fraude, o juiz esperto amputa as quatro palavras finais
do texto: E NAS DEMAIS ELEIÇÕES.
Animado com a rendição balbuciada pelo confuso Teori, Barroso declama outra falácia:
─ Considero portanto que o voto secreto foi instituído por uma
deliberação unipessoal e discricionária do presidente da Câmara no meio
do jogo.
Conversa fiada. O Brasil decente é que considera uma infâmia o que
Barroso fez para ganhar o jogo. O trecho do Regimento Interno foi
guilhotinado por uma deliberação pessoal e discricionária de um servidor
público que é pago pelo povo para defender a lei. Coisa de vigarista. DO AUGUSTONUNES
O relator é
um pedetista de nome impronunciável (Acir Gurgacz), que merece o
desprezo de todos os brasileiros honestos. Contrariando frontalmente o
TCU, que rejeitou as contas de Dilma por unanimidade, ele quer
aprová-las com uma ou outra ressalva. Esta é mesmo uma República de
bandidos, como disse um dos editoriais do Estadão:
O relator
das contas de 2014 da presidente Dilma Rousseff na Comissão Mista de
Orçamento (CMO), senador Acir Gurgacz (PDT-RO), apresentou nesta
terça-feira parecer em que defende a aprovação com ressalvas do
demonstrativo financeiro do governo federal. A medida contraria a
recomendação aprovada por unanimidade pelo Tribunal de Contas da União
(TCU), em outubro, pela rejeição das contas de Dilma.
Na
avaliação do TCU, a presidente descumpriu no ano passado a Lei de
Responsabilidade Fiscal (LRF) ao atrasar repasses a bancos públicos com a
intenção de maquiar a situação fiscal do país - as manobras ficaram
conhecidas como pedaladas fiscais. Já o senador pedetista considerou que
não houve desrespeito à legislação e que as pedaladas não consistiam em
operações de crédito. Segundo ele, a inadimplência proposital nos
pagamentos acabou ou está sendo quitada, configurando, assim, como uma
"mera formalidade" e não como um crime.
O
relatório de Gurgacz ainda precisa ser votado pela CMO, o que deve
ocorrer até março do próximo ano. Depois, o texto tem que passar pelo
plenário do Congresso. A oposição contava com uma eventual reprovação
das contas para dar força ao processo de impeachment contra a
presidente.
No
parecer, o senador também fez a seguinte ressalva: a situação econômica
de 2014 impediu que houvesse o cumprimento de cenários econômico-fiscal
traçados pelo governo, o que fragilizou a transparência da execução
orçamentária.
Questionado
sobre o parecer do tribunal, Gurgacz insinuou que a corte agiu de
maneira política quando votou unanimemente pela rejeição. "Por que tem
que prevalecer a posição do TCU, que é um órgão que assessora o
Congresso? Enfim, como não encontramos o vínculo de responsabilidade da
presidente e como os argumentos do tribunal não são relevantes o
suficiente para levar à rejeição, nosso relatório conclui pela aprovação
das contas, porém com ressalvas. Meu relatório está menos politizado do
que o relatório do TCU, deveria ser o contrário", afirmou Acir Gurgacz.
O relator
afirmou que, além da manifestação do TCU, também se embasou nas defesas
feitas pelo Banco do Brasil, pela Caixa Econômica, pelo BNDES, em
juristas de universidades brasileiras, técnicos da Advocacia-Geral da
União, consultores legislativos, entre outros.
O senador
também apresentou uma série de recomendações para serem seguidas, de
agora em diante, pela administração pública federal, estadual e
municipal. Entre elas, defendeu a adoção de um cronograma de médio prazo
para quitar o passivo dos restos a pagar. Em relação às pedaladas, ele
afirmou que o governo discute com o tribunal um cronograma de pagamento.
"O
passado não se conserta, não há como retroagir. Mas precisamos pensar
nos futuros presidentes da República e governadores de Estado", afirmou,
ao citar que, em 2015, quatorze Estados governados pelos mais diversos
partidos não cumpriram a meta fiscal. "Minha preocupação não é rejeitar
ou aprovar as contas de um presidente, estamos pensando no país",
destacou.
O relator
também destacou que os decretos não numerados assinados por Dilma e
pelo vice-presidente Michel Temer em 2014 não são ilegais. Segundo ele,
havia previsão na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e da Lei
Orçamentária Anual (LOA) do ano passado para editar esses decretos sem a
aprovação do Congresso. (Veja.com).
A revista
Isto é, através da colunista Débora Bergamasco, publicou uma notícia
hoje que não é exatamente uma notícia […] e sim um belo presente de
natal para todos os brasileiros.
A coluna informa que Teori Zavascki, ministro do Supremo Tribunal Federal e relator da Lava Jato, comentou em uma roda de amigos : “O PT e o PMDB vão acabar”
Débora informou que a declaração aconteceu durante um almoço em Porto Alegre.
Entre uma taça e outra de vinho, o ministro Teori demonstrava com espanto com a magnitude, a profundidade e o número de pessoas envolvidas nos casos de corrupção apurados por esta investigação.
Diante das informações que ele já possui, a afirmativa foi clara: “Não sobrará pedra sobre pedra” DO DBRASIL