quarta-feira, 22 de agosto de 2018

BOLSONARO E O EXERCITO DE MARAVILHOSAS GUERREIRAS ENGAJADAS EM SUA CAMPANHA

12 minHá 12 minutos
Uma pequena mostra de que possui um exército feminino! As mais lindas, inteligentes e engajadas! As 💄👉🏼👉🏼

‘Turnê’ de Bolsonaro é sucesso em SP

O PSDB está seriamente preocupado com o sucesso de público da visita de três dias de Jair Bolsonaro a cidades do interior de São Paulo. Um integrante do comando da campanha tucana em São Paulo atestou ao BR18: “Ele está juntando muita gente, muita gente mesmo”.
Esse aliado fez chegar à coordenação de Geraldo Alckmin que essa adesão nas cidades pelas quais Bolsonaro passa –Presidente Prudente, Araçatuba e São José do Rio Preto nos últimos dias– é epontânea. A recomendação, de novo, é que Alckmin reforce sua agenda em São Paulo. “Ainda assim, Bolsonaro pode até cair, mas não vai derreter”, disse o aliado. / V.M.

Posição do ‘candidato analógico’


A previsão do cientista político Murillo de Aragão, da Arko Advice, é de que vai dar Fernando Haddad e Jair Bolsonaro no segundo turno das eleições de outubro, com possibilidade menor de Geraldo Alckmin estar no páreo caso o eleitor decida pelo voto útil.
“Ele (Alckmin) tem fundamentos fortes, tem história para mostrar, mas que nunca soube mostrar. Ele é um candidato analógico e a sociedade é digital”, afirmou ele em evento do setor do aço em São Paulo nesta quarta, 22. DO BR18 ESTADÃO

Advogado que pediu impugnação de Bolsonaro é “militante tucano”

Rodrigo Âncora Luz, que pediu ao TSE a impugnação de Jair Bolsonaro, é militante tucano, registra Guilherme Amado no Globo, publicando uma foto do advogado fluminense ao lado do símbolo (com o número de chapa) do PSDB, para o qual aponta sorridente.
“Luz alega no pedido de impugnação que Bolsonaro não pode ser candidato porque a Constituição determina que réus não podem ocupar a linha sucessória. Pela analogia proposta pelo advogado ao TSE, réus — Bolsonaro é réu por apologia ao estupro — não poderiam ser candidatos a presidente.”

Bolsonaro quer atrair votos das mulheres e associar Marina ao PT

Assim como Marina Silva, Jair Bolsonaro quer atrair o voto das mulheres, registra a Folha.
Rejeitado por 43% do eleitorado feminino, segundo o Datafolha, o presidenciável do PSL prepara um discurso no qual a palavra solidariedade será central.
“Tentará falar às mulheres apelando à maternidade: iniciativas para crianças deverão estar no topo de suas prioridades retóricas.
(…) Como diz um aliado de Bolsonaro, a campanha concorda que é preciso ganhar votos para garantir a ida ao segundo turno. Aí entra Marina (…).”
A solução trabalhada será associar Marina a seu passado petista.
Esse trabalho se dará mais em manifestações públicas e rede sociais, nas quais Bolsonaro fará entradas ao vivo três vezes por semana para compensar seus segundos na TV, enquanto, no horário gratuito, ele apenas se apresentará como político honesto e ficha limpa.

BOLSONARO INICIA HOJE VISITAS AO INTERIOR DE SÃO PAULO E CONCLUI AGENDA SÁBADO NA FESTA DO PEÃO EM BARRETOS

quarta-feira, agosto 22, 2018

O Presidenciável Jair Bolsonaro, líder das pesquisas eleitorais, estará a partir desta quarta-feira realizando um périplo pelo interior de São Paulo. Desembarca as 13 horas no Aeroporto de Presidente Prudente.
Na quinta-feira visitará Araçatuba e Glicério, que é a cidade onde Bolsonaro nasceu. Na sexta-feira, estará em São José do Rio Preto.
Este bloco de visitas de Jair Bolsonaro pelo interior paulista conclui-se no próximo sábado na já famosa e prestigiada Festa do Peão de Barretos, que reúne sempre milhares de pessoas.
Boicotado pela grande mídia, Bolsonaro faz uso intensivo das redes sociais e é por meio da internet que o Presidenciável se comunica com seus milhares de apoiadores. Em sua página do Facebook Bolsonaro deverá registrar em breve 6 milhões de seguidores e sua performance nessas redes inclui ainda Twitter, Youtube, Instagram, dentre outras.
Nesses deslocamentos de campanha Bolsonaro viaja sempre na classe econômica das aeronaves em não se furta em posar com eleitores em uma profusão selfies
Da mesma forma, nas salas de espera dos aeroportos o presidenciável é cumprimentado e abraçado por eleitores para fotografias.
Não deixa de ser um fato inaudito quando se sabe que seus oponentes do centrão costumam viajar de jatinhos particulares, embarcando em hangares reservados e evitando transitar pelos saguões dos aeroportos.

Lula vale menos que 1 dólar furado

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
O Dólar vai a sete (ou mais), se o Supremo Tribunal Federal cometer o desatino de mandar Sérgio Moro soltar Luiz Inácio Lula da Silva, no meio da campanha eleitoral. Os deuses do mercado avaliam o risco da insana libertação acontecer depois de 13 de setembro, quando o ex-petista (?) José Dias Toffoli assumir a Presidência da mais alta Corte do País. Tudo pode acontecer, já que ontem a segunda turma do STF manteve “soltinhos da silva” José Dirceu e J. Cláudio Genu (dois ilustres condenados no Mensalão)...
Do ponto de vista moral, um condenado por corrupção como Lula vale menos que um Dólar furado... Mas a subida brusca na cotação da moeda norte-americana frente ao irreal Real não pode ser apenas atribuída ao “Risco Molusco”. Porém existe uma motivação que a mídia picareta dificilmente terá coragem de abordar: a bandidagem organizada precisa faturar com a variação cambial para cima. Afinal, é preciso esquentar bilhões que foram “roubados” aqui e exportados para os paraísos fiscais.
Só um idiota da ingenuidade não percebe que o dinheiro público seqüestrado aqui, principalmente nos últimos 13 anos, retornou ao Brasil na fase pré-eleitoreira. Os recursos voltam maquiados como “investimentos” (supostamente mobiliários e, principalmente, imobiliários). Essa grana já opera no caixa dois. Uma parte será esquentada. Outra será lavada na compra descarada de votos, sobretudo nos bolsões periféricos de miséria, em parceria com traficantes de drogas, armas e os milicianos. É assim que 75% dos parlamentares esperam se reeleger.  
O Tribunal Superior Eleitoral tende a ratificar a inelegibilidade de Lula, com base na Lei da Ficha Limpa. Mesmo com Lula fora da eleição, porém Presodentro, especuladores amadores e profissionais ainda apostam se Lula terá condições de transferir um grande volume de votos ao seu “poste” Fernando Haddad. O herdeiro de Lula agora virou réu por improbidade administrativa em ação que apura superfaturamento na construção de ciclovia, em São Paulo...
A dúvida sobre o poderio de Lula, preso ou solto, colabora para tumultuar o processo eleitoreiro. A ”Zona” já está garantida, com plena insegurança jurídica, porque a “Justiça Eleitoral” resolveu descumprir a Lei do Voto Impresso para recontagem. Aguentemos a Eleitoragem 2018... A bandidagem que deve ser eleita novamente sairá do pleito mais rica e poderosa ainda... 

Eis a pretensa normalidade institucional de Bruzundanga ´- paraíso dos ladrões, assassinos e afins...

O desastre tucano

Geraldo Alckmin se frustrou com o resultado das pesquisas.
Diz o Estadão:
“A equipe do tucano não esperava que ele aparecesse colado em Bolsonaro, nem mesmo à frente de Marina, mas avaliava que ele teria um patamar de largada mais próximo dos dois dígitos – 8% ou 9% – no cenário sem Lula, após o anúncio do sua aliança com o Centrão e a participação em sabatinas, entrevistas e eventos de campanha.”
O que surpreende não é o desempenho desastroso de Geraldo Alckmin, e sim que o PSDB esperasse algo melhor dele.

Marina contra manter Lula nas pesquisas

Não é só Jair Bolsonaro que se queixa de os institutos de pesquisa manterem o nome de Lula em seus levantamentos. Hoje, no Recife, Marina Silva fez o mesmo.
Para a presidenciável da Rede –e ex-ministra da gestão do condenado–, manter Lula nas pesquisas de intenção de voto “fragiliza muito” a escolha do eleitorado.
“Ninguém está acima da lei numa democracia e não se pode ter dois pesos e duas medidas. Estamos em um processo eleitoral, faltando poucos dias para a finalização desse processo, e ainda temos uma situação que fragiliza muito a decisão dos eleitores.”

PESQUISA DATAFOLHA BOLSONARO LIDERA COM 22%

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo". É o primeiro levantamento do Datafolha realizado depois dos registros das candidaturas na Justiça Eleitoral.

Cenário com Haddad

Lula está preso em Curitiba, condenado em segunda instância no caso do triplex no Guarujá. Pela Lei da Ficha Limpa, ele está inelegível.
O caso está sendo analisado pelo ministro Luís Roberto Barroso e será decidido pelo TSE depois de ouvir a defesa de Lula, a favor do registro da candidatura.
Em razão desse quadro jurídico, o Datafolha pesquisou outro cenário, com o atual candidato a vice na chapa de Lula, Fernando Haddad.
Nesse cenário, o resultado seria:
  • Jair Bolsonaro (PSL): 22%
  • Marina Silva (Rede): 16%
  • Ciro Gomes (PDT): 10%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 9%
  • Alvaro Dias (Podemos): 4%
  • Fernando Haddad (PT): 4%
  • João Amoêdo (Novo): 2%
  • Henrique Meirelles (MDB): 2%
  • Vera (PSTU): 1%
  • Cabo Daciolo (Patriota): 1%
  • Guilherme Boulos (PSOL): 1%
  • João Goulart Filho (PPL): 1%
  • Eymael (DC): 0%
  • Branco/nulos/nenhum: 22%
  • Não sabe: 6%

Sobre a pesquisa

  • Margem de erro: dois pontos percentuais para mais ou para menos
  • Quem foi ouvido: 8.433 eleitores em 313 municípios
  • Quando a pesquisa foi feita: de 20 e 21 de agosto
  • Registro no TSE: protocolo nº BR 04023/2018
  • O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro;
  • 0% significa que o candidato não atingiu 1%; traço significa que o candidato não foi citado por nenhum entrevistado

terça-feira, 21 de agosto de 2018

Vejam Exército de Jovens nas ruas por Bolsonaro no Poder " Eleições 2018


Bolsonaro planeja ‘lives’ no horário eleitoral

Jair Bolsonaro disse hoje ao Estadão que vai fazer uso de “lives” nas redes sociais, no horário eleitoral, para compensar os menos de 15 segundos que tem de campanha na TV.
“Em 15 segundos, vou conseguir falar falar um pouquinho de mim. Tá bom demais”, disse o presidenciável.
“Há uma ideia de que, segunda, quarta e sexta, quando há propaganda para presidente, quando começar, sempre nesse horário da noite, a gente fazer um live e chamar o eleitor”, acrescentou.

Bolsonaro diz que ‘esperava mais’ de pesquisa

No Rio, Jair Bolsonaro disse que ficou satisfeito com o resultado da pesquisa do Ibope em que lidera com 20% no cenário sem Lula, mas acrescentou que “esperava mais”, relata o Estadão.
Segundo o presidenciável do PSL, os números indicam que ele está “no caminho certo”, apesar de ele não acreditar muito em pesquisas.
Bolsonaro, porém criticou a inclusão de Lula no levantamento.
“O cenário com o Lula não existe. Vamos respeitar as leis. Está errado botar o Lula lá, ele está condenado em segunda instância. Me surpreende institutos de pesquisa fazerem pesquisa com o nome de um presidiário, condenado em segunda instância. Isso é um escracho.”

Eurasia: Bolsonaro e Haddad no 2º turno



Na visão da Eurasia, consultoria internacional especializada em riscos políticos, as últimas pesquisas mostraram a consolidação de Jair Bolsonaro na liderança da corrida eleitoral e a tendência de disputa do segundo turno entre ele e um candidato petista, provavelmente Fernando Haddad. Para a Eurasia, Bolsonaro roubou parte dos votos tucanos em Estados em que o PSDB foi bem em 2014, enquanto Lula, mesmo preso e impedido de participar do pleito, tem condições de transferir votos a Haddad, que também deverá ser beneficiado com a propaganda na TV.
“A base de Bolsonaro parece ter se solidificado. Não apenas seu apoio espontâneo é de 15%, mas 70,7%
dos apoiadores de Bolsonaro dizem que seu apoio a ele ‘definitivamente não mudará'”, diz o relatório enviado pela  Eurasia aos clientes, segundo o site InfoMoney. Isso sugere que essa eleição tem dois polos fortes: Bolsonaro em um lado e o PT liderado por Lula no outro, que tem grande potencial para elevar Fernando Haddad na campanha.” / J.F.

Moraes: ‘Cada macaco no seu galho’


O ministro Alexandre de Moraes, do STF, deu seu parecer nesta terça, 21, sobre a recomendação do Comitê de Direitos Humanos da ONU para que o Brasil garanta ao ex-presidente Lula o direito de ser candidato à eleição mesmo preso. Segundo ele, a recomendação não possui “efetividade jurídica alguma”, informa o Broadcast Político.
Ao destacar que o comitê solicita a adoção de “todas as medidas necessárias”, Moraes comentou: “Todas as providências sempre foram tomadas, aplicando a legislação. E o TSE vai aplicar a legislação. Como diria minha vó: cada macaco no seu galho.” DO 18BR - ESTADÃO

O estabilishment contra Jair Bolsonaro

terça-feira, 21 de agosto de 2018

PT e PSDB são irmãos de uma mesma família política: o socialismo. A acusação feita pelo PT de que o PSDB era de direita é similar a um irmão que, ao se irritar, xinga a mãe, se esquecendo de que é filho do mesmo ventre. É por isso que, hoje, o inimigo comum da esquerda representada por petistas e tucanos chama-se Jair Bolsonaro. Artigo de Bruno Garschagen, via Gazeta do Povo:


Eis o fato que gerou discussão na semana passada: o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC) afirmou em entrevista à rádio Jovem Pan que, na hipótese de o candidato Geraldo Alckmin do PSDB não passar para o segundo turno, ele e o seu partido poderiam apoiar o candidato do PT, Fernando Haddad, contra o candidato Jair Bolsonaro, do PSL.

Por parte do PSDB, o apoio numa eleição presidencial não será novidade. Em 1989, após Mario Covas fracassar no primeiro turno, o partido apoiou Lula contra Fernando Collor de Mello no segundo turno (Lula perdeu). A possibilidade existe, mas, dadas as circunstâncias atuais, creio que o segundo turno que se desenha será entre Geraldo Alckmin e Jair Bolsonaro. Nesse caso, o PT apoiaria o candidato do PSDB?

Na sabatina realizada recentemente pelo BTG Pactual, questionado sobre esse cenário hipotético, Haddad disse veladamente que o PT poderia apoiar Alckmin.

Haddad lembrou que em São Paulo a aliança circunstancial entre petistas e tucanos ocorreu quando havia um inimigo em comum. Em 1998, na eleição para o governo estadual, Martha Suplicy, candidata do PT derrotada no primeiro turno, apoiou Covas no segundo turno contra Paulo Maluf (PPB). Covas venceu. Em 2000, na eleição para a prefeitura, a situação se inverteu: perante a derrota no primeiro turno de seu candidato Alckmin, Covas e o PSDB apoiaram Martha no segundo turno contra Maluf. Martha venceu.

Há dois aspectos anteriores que parecem ter marcado o espírito e o coração de FHC para sempre em relação a Lula e ao PT: ideologia e apoio no início da carreira política. Sociólogo socialista, este pleonasmo vicioso, e intelectual marxista, FHC foi treinado e formado na Universidade de São Paulo (USP). Na USP trabalhou sob orientação do professor socialista Florestan Fernandes, que fundou a sociologia crítica no Brasil e, em 1986, filiou-se ao PT e elegeu-se deputado federal pela primeira vez (em 1990 foi reeleito).

Quando, em 1978, FHC disputou a sua primeira eleição como candidato ao Senado pelo MDB, contou com o apoio de Lula, na época uma importante liderança sindicalista no ABC paulista. Na época, a proximidade e a identificação entre ambos foram tão grandes que os dois planejaram a criação de um novo partido, que só não vingou porque Lula tinha urgência, FHC não. Antes que uma nova sigla fosse criada, FHC queria Lula no MDB.

Em 1979, FHC disputou contra Leonel Brizola a representação no Brasil da Internacional Socialista em um encontro realizado em Viena. Brizola venceu e FHC iniciou um processo de conversão à social-democracia que, anos mais tarde, resultaria na criação do PSDB.

PT e PSDB são irmãos de uma mesma família política: o socialismo. A acusação feita pelo PT de que o PSDB era de direita é similar a um irmão que, ao se irritar, xinga a mãe, se esquecendo de que é filho do mesmo ventre. É por isso que, hoje, o inimigo comum da esquerda representada por petistas e tucanos chama-se Jair Bolsonaro. Precisamente por essa razão é que, num cenário em que Bolsonaro consiga passar para o segundo turno, os dois partidos se unirão a outras siglas de esquerda que são seus satélites, e às oligarquias que formam o centrão, para apoiar o candidato de um ou de outro que vá para a segunda volta. O objetivo maior será derrotar o candidato do PSL, que vem angariando cada vez mais apoio em extratos distintos da sociedade brasileira.

Não é só entre os políticos que o movimento contrário a Bolsonaro está em curso. A posição de FHC faz parte de uma reação que vem sendo expressa por jornais, revistas, esquerdistas de várias matizes, de artistas a youtubers, temerosos da eleição do candidato do PSL.

No mês passado, o comediante de esquerda Gregório Duvivier dedicou um programa inteiro do seu Greg News na HBO para atacar Bolsonaro. Fez um roteiro para tentar transmitir a ideia de que o candidato do PSL é o cão (armado) chupando manga. Pior: durante 20 minutos, tentou convencer a sua audiência de que Bolsonaro é, para o Brasil, pior do que Hitler foi para a Alemanha. Com mais de 1,2 milhão de visualizações, o vídeo teve mais descurtidas (90 mil) do que curtidas (86 mil).

Toda essa exasperação faz lembrar o temor da esquerda americana em relação à Donald Trump durante a campanha presidencial de 2016.

Em novembro daquele ano, um mês antes de Trump se eleger presidente, escrevi que estava convencido de que o candidato do Partido Republicano venceria a eleição. Não o fiz por torcida ou apantomancia, mas por aquilo que chamei de Escala de Desespero Esquerdista. A medição funcionava da seguinte maneira: quanto maior a aflição mais elevada era a chance de vitória de Trump; quanto maior o temor da vitória mais elevada era a agressividade.

Em relação a Bolsonaro no Brasil tem se dado fenômeno similar. Muito se escreveu sobre semelhanças e diferenças entre Bolsonaro e Trump, mas, creio, as semelhanças são mais evidentes e mais profundas se compararmos a reação da esquerda daqui nesta eleição com a reação da esquerda de lá na eleição de dois anos atrás.

A intensidade e agressividade dos ataques contra Bolsonaro aumentaram nos últimos meses à medida que o candidato se consolidava como líder nas pesquisas de intenção de voto. A dois meses da nossa eleição, por diversão, venho usando a mesma Escala de Desespero Esquerdista para monitorar o comportamento da esquerda e das oligarquias. Se a Escala se revelar mais uma vez eficaz, os ataques contra Bolsonaro vão aumentar assim como as chances dele passar para o segundo turno contra o candidato do PT ou do PSDB. DO O.TAMBOSI

Em busca da transparência total eleitoral


terça-feira, 21 de agosto de 2018


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
O espectro da roubalheira eleitoreira ronda Bruzundanga. A eleição 2018 é um Golpe Prévio. Tudo por dolo da tal “Justiça Eleitoral”. Com a imperdoável conivência de vários ministros do Supremo Tribunal Federal,  o Tribunal Superior Eleitoral mandou descumprir a Lei do Voto Impresso para conferência e recontagem física do voto eletrônico. Eis a DEMO-Cracia (um regime dos infernos). Tudo mais que injusto e perfeito para a governança do Crime Institucionalizado.
É um paradoxo canalha. Sabemos em quem votamos, porém quem garante que a dedada realmente se converte na escolha? Quem assegura que não existe fraude na hora da totalização do resultado final? É deplorável viver sob regime de insegurança eleitoreira, no Brasil da corrupção, injustiça e impunidade. Combinando a ignorância da maioria do eleitorado com a possibilidade real de compra direta de votos, temos a falência de um modernoso mecanismo para escolha de representantes “fake”. Em suma, não temos transparência total eleitoral.
Não dá para perder tempo com resultados duvidosos e sempre indutores de “pesquisas” ou enquetes eleitoreiras. As realizadas até agora têm uma novidade e uma constante canalhice. O fato novo é que a manipulação não consegue esconder a expressiva intenção de voto em Jair Bolsonaro. O “mito” é um fenômeno da mobilização eficiente nas redes sociais da Internet. A safadeza é que os percentuais podem estar subestimados. Outra safadeza descarada é medir a intenção de votos em um candidato-fake, um “presidiário” que não tem condições legais, muito menos morais, de disputar a eleição presidencial de 2018.
Já passou da hora de uma discussão contundente sobre a Reforma Política. Dificilmente, será promovida pelo futuro Congresso com muitos picaretas reeleitos e pouca renovação efetiva. As mudanças só acontecerão se houver muita pressão da parte honesta da sociedade. A facção criminosa quer deixar tudo como sempre esteve... Basicamente, o Brasil tem de implantar o voto distrital (que baratearia o custo da campanha feita próxima do eleitor), a possibilidade de candidaturas independentes dos partidos-cartórios e a recontagem pelo voto impresso que já é lei (embora a “Justiça Eleitoral” não queira cumprir).
É esse mínimo necessário para uma reforma política que precisamos conquistar. Vamos escancarar o debate, ou vamos apenas ficar naquela inútil “torcida” sobre quem vai ganhar a eleição? No ritmo que a cousa desanda, fica a certeza de que o grande perdedor será o eleitor, como de péssimo vício. A conquista da transparência total eleitoral depende da reforma política correta. Tudo mais é pura eleitoragem.