sábado, 26 de dezembro de 2015

A falência moral de suas excelências.

Nunca, na história de nosso país, a falência moral de personalidades da vida pública brasileira nos envergonhou tanto.
Já convivemos com Malufs e Collors da vida. Já vivemos os anões do orçamento.
Mas nunca, nunca mesmo, a falência moral destes senhores chegou a um nível tão baixo como no presente momento da vida pública brasileira.
Para qualquer lugar que se olhe, quem tem um pingo de vergonha na cara, se sente enojado.
Olha-se para um senado e vemos na cadeira principal um calhorda como Renan. E eLLe está lá com a ajuda da maioria de seus pares.
Olha-se para a Câmara e vemos um punhado de bandidos com broche de parlamentar, sendo regiamente pagos como o esforço do nosso trabalho, arrancado de nossos bolsos por impostos escorchantes.
Olha-se para a cadeira máxima do poder e vemos uma anta burra, prepotente e mau caráter a falar em nome de todos nós brasileiros, envergonhando-nos, todas as vezes em que abre a latrina mundo a fora, não só pela ignorância que a acomete, mas por colocar o Brasil na situação vexatória em que nos encontramos.
Olha-se para a Suprema Corte e se vê um bando de cretinos fantasiados de magistrados, fingindo-se de donos de cultura legal invejável, portando-se como vagabundos que agem em nome de uma causa.
Manifestacoes Marco BrasiliaNunca se sentiu tanta vergonha de vermos nosso país enfiado na lama em que se encontra.
Olha-se para um Brasil atual e vemos que há, em toda essa triste página de nossa história, um único culpado: O ELEITOR.
Nós, os mais velhos, arriscamos nossas vidas em busca do retorno da democracia. Lutamos pela liberdade de escolher nossos representantes e quem iria nos governar. Lutamos pela justiça igualitária.
Hoje, nós que empenhamos nossas vidas nessa tarefa nos perguntamos: Valeu a pena?
Valeu a pena termos lutado no passado para livrar o Brasil do comunismo vagabundo e criminoso se hoje, COM A DEMOCRACIA INSTALADA, este vagabundos estão no poder?
Valeu a pena berrar, em eleições passadas, alertando para o perigo que corria nossa democracia entregando o poder para esta quadrilha de assaltantes?
A resposta é difícil. Muito difícil. Principalmente para todos aqueles que se recusaram a entregar seus votos para estes bandidos.

O comportamento medíocre de Melandowski

levandowski petralha Melandowiski é um merdinha.
Nunca teria chegado ao posto que chegou se a petralhada não tivesse chegado ao poder. Seria o que sempre foi. Um juizinho de merda de São Bernardo.
E mesmo com a quadrilha de LuLLa chegando ao poder, Melandowski não foi indicado pelo seu inexistente saber jurídico, mas por receitas de bolinhos caseiros feitos na cozinha da parceira da primeira inútil do país.
Melandowski chamou a imprensa para "testemunhar" sua conversa com Dudu Cunha. Um idiota.
Este mesmo senhor não chamou a imprensa para se reunir com a feiticeira do Planalto em Portugal. nada disso. Fez escondidinho.
Este mesmo senhor não chamou a imprensa quando se reuniu, também às escondidas, com o porquinho Cardoso para tramar contra o próprio STF.
Também não chamou a imprensa quando se escondeu para dar satisfações para o Zé condenado, no andamento do Mensalão do LuLLa. Neste episódio, Melandowiski foi pego, por um destes acasos, por uma repórter que ouviu a conversinha suja do pau mandado do petismo na Suprema Porcaria.
Melandowiski é o retrato fiel da degradação moral que vive este país. DO GENTEDECENTE

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Renan, Piccianis, Paes e Cabral quebram código de ética do PMDB.


PMDB LogoDiz o CÓDIGO DE ÉTICA DO PMDB:
CAPÍTULO IV
SEÇÃO I
DAS INFRAÇÕES ÉTICAS DOS FILIADOS
Art. 10. Constituem infrações éticas dos filiados do PMDB:
I – a violação de qualquer dos deveres partidários;
II – improbidade administrativa praticada na gestão da coisa pública;
III – conduta pessoal indecorosa;
IV – notória e ostensiva hostilidade à legenda e atitudes desrespeitosas a dirigentes e lideranças partidárias;
V – incompatibilidade manifesta com os postulados e a orientação política do Partido;
VI – promover filiações em bloco que objetivem o predomínio de pessoas ou grupos estranhos ou sem afinidade com o Partido.
VII – desobediência às deliberações regularmente tomadas em questões consideradas fundamentais, inclusive pela bancada a que pertencer o ocupante de cargo legislativo e também os titulares de cargos executivos;
VIII – atentado contra o livre exercício do direito de voto, a normalidade das eleições, ou o direito de filiação partidária;
IX – improbidade no exercício de mandato parlamentar ou executivo, bem como no de órgão partidário ou de função administrativa;
Renan, Paes, os Piccinis e Sérgio Cabral quebraram, pelo menos, 6 artigos do Código de Ética do PMDB.
DEVERIAM SER EXPULSOS;

O lado sujo, hipócrita, venal e fascista de Barroso.

justitia nuaUma denúncia feita por Vera Magalhães, Coluna Radar da Veja, no meu ponto de vista, não teve por parte da imprensa e dos deputados, atingidos bem no meio dos chifres pela decisão safada da Suprema Porcaria, a devida e real importância.
Vou reproduzir a coluna e depois comento.
Da Coluna radar, Veja - escrita por Vera Magalhães:
Deputados apontam omissão em voto de Barroso
Por: Vera Magalhães 21/12/2015 às 11:11
Deputados pró-impeachment têm reclamado do voto do ministro Luís Roberto Barroso no STF, que foi o vencedor pelo fim do voto secreto para a eleição da comissão especial do impedimento.
O regimento da Câmara, no inciso III do artigo 188 trata de casos de votação secreta “para eleição do presidente e demais membros da Mesa Diretora, do presidente e vice-presidentes de Comissões Permanentes e Temporárias, dos membros da Câmara que irão compor a Comissão Representativa do Congresso Nacional e dos 2 (dois) cidadãos que irão integrar o Conselho da República e nas demais eleições”.

Quem é mais delinquente?

Na peça enviada ao STF pedindo o afastamento de Dudu Cunha da presidência da Câmara, o SELETIVO Janot chama Dudu Cunha de delinquente.
90% de suas justificativas para tal pedido se baseiam na acusação de que Dudu Cunha usa seu cargo de presidente da Câmara para atrapalhar as investigações.
Rodrigo Janot não é nem mais nem menos delinquente do que Dudu Cunha, por usar seu cargo de forma seletiva deixando de lado outros acusados em situação mais complicada que a de Dudu Cunha, não investigando quem deveria investigar e por se vender para o governo.
Rodrigo Janot é tão delinquente quanto Dudu Cunha.
Cassem o mandato de Janot.

Renan merece porrada!

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa
Renan Calheiros merece levar umas porradas todas as vezes em que puser as patas nas ruas.
merece ser execrado em praça pública. Merece ser xingado em restaurantes. Merece ser expulso de locais públicos. Merece ser sitiado em sua mansão de presidente do senado brasileiro.
RENAN MERECE CADEIA!
Logo após o resultado saído da vergonhosa atuação da Suprema Porcaria, em um espetáculo deprimente proporcionado pelo vernelhão Barroso, Renan se reuniu com vagabundos da esquerda maldita para afirmar o que vai no vídeo abaixo.
NÃO VOMITEM NO TECLADO.


Renan merece porrada!

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa
Renan Calheiros merece levar umas porradas todas as vezes em que puser as patas nas ruas.
merece ser execrado em praça pública. Merece ser xingado em restaurantes. Merece ser expulso de locais públicos. Merece ser sitiado em sua mansão de presidente do senado brasileiro.
RENAN MERECE CADEIA!
Logo após o resultado saído da vergonhosa atuação da Suprema Porcaria, em um espetáculo deprimente proporcionado pelo vernelhão Barroso, Renan se reuniu com vagabundos da esquerda maldita para afirmar o que vai no vídeo abaixo.
NÃO VOMITEM NO TECLADO.


PORRADA NESSE FILHO DA PUTA, LADRÃO DA PETROBRÁS.
FORA RENAN CANALHA!
DO GENTE DECENTE

Lewandowski, o militante anti-impeachment, confessa que Supremo “bolivarianou” mesmo!

Presidente do STF recebe o da Câmara a portas abertas, num ato de escancarada demagogia, mas faz uma confissão e tanto!

Por: Reinaldo Azevedo
Ricardo Lewandowski, presidente do Supremo, resolveu se comportar como presidente do PT e teve, nesta quarta, uma atitude claramente hostil com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que havia lhe pedido uma audiência. Ele concedeu. Mas abriu as portas para a imprensa, num gesto escancaradamente demagógico. Jornalistas lembraram um precedente de Itamar Franco quando presidente. Falso. Digo mais adiante por quê.
Nota logo à partida: Lewandowski pode pensar sobre o deputado o que quiser. Eu, por exemplo, acho que Cunha tem de ser cassado. Mas o presidente do Supremo tem deveres decorosos com o homem que preside uma das Casas do Poder Legislativo. Enquanto Cunha não for cassado, tem de ser respeitado pelo comandante da corte suprema do país em razão de seu papel  institucional.
Não foi o que se viu. Quem abriu as portas do tribunal não foi o magistrado que preza a transparência, mas o militante anti-impeachment, papel que não lhe cabe. Ora, o doutor fala com advogados de criminosos presos, a portas fechadas — ou não fala? Por que não pode fazê-lo com o presidente de uma das Casas do Legislativo?
A propósito: Lewandowski já pediu audiência ao comando do Congresso para tratar do aumento do Judiciário e outros benefícios. Já imaginaram se as portas se abrem, e flagramos lá o herói anti-Cunha a cuidar do pão deles de cada dia? A demagogia é um dos últimos estágios da vigarice intelectual.
De toda sorte, o comportamento beligerante foi útil para que saibamos o que está em jogo. Mais: LEWANDOWSKI TAMBÉM FEZ UMA CONFISSÃO SOBRE O VOTO DE ROBERTO BARROSO, SEU AMIGO DE SIMPATIAS PARTIDÁRIAS. A imprensa deixa passar porque está de tal sorte cegada pelo “anticunhismo” que não consegue enxergar um estupro institucional. Vamos lá.
A audiência
Cunha foi ao Supremo pedir celeridade na divulgação do acórdão da votação que estabeleceu, atropelando a Constituição e as leis, o rito do impeachment. Cunha lembrou que o fato de a maioria dos ministros ter vetado o voto secreto e a comissão avulsa deixava dúvidas sobre a eleição e funcionamento de outras comissões na Câmara.
Eis, então, e, neste sentido, foi bom a audiência ter sido aberta, que Lewandowski diz uma coisa sensacional. Defendendo o voto absurdo de Barroso, o presidente do Supremo disse não haver dúvida nenhuma — é mesmo? — sobre o que foi votado: segundo ele, a proibição de comissão avulsa, a indicação dos membros por vontade dos líderes e o voto obrigatoriamente aberto valem apenas para a comissão do… impeachment!!!
Entendi! Isso quer dizer que o senhor Barroso, de forma clara e deliberada, com a concordância da maioria, resolveu ser mesmo um legislador “ad hoc”. Vale dizer: o Supremo não tomou uma decisão em tese, pautada por princípios e fundamentos. A Corte resolveu mesmo criar uma legislação para o caso específico — e, por óbvio, então, da forma como se fez, para beneficiar Dilma. Lewandowski foi literal: “O voto do ministro Barroso deixa bem claro que a decisão se refere à comissão do impeachment, não se refere a outras comissões”.
Vergonha!
Quanto à celeridade, o presidente do Supremo resolveu falar dos prazos regimentais. Os ministros têm até 19 de fevereiro para liberar seus votos, e o tribunal, até 60 dias para divulgar o acórdão, sem contar o período do recesso.
Ok. Estou entre aqueles que acham que a demora conta contra Dilma Rousseff — aliás, ela também. Até porque, como na Ilíada, nuvens negras se formam no horizonte, e há uma grande possibilidade de que seus raios caiam sobre o cocuruto presidencial.
O caso Itamar
Quando Itamar Franco era presidente, o então senador Antônio Carlos Magalhães (DEM-BA), que estava na oposição, anunciou ter um calhamaço de denúncias contra o governo. Disse que o entregaria ao chefe do Executivo. Itamar recebeu o senador, mas abriu as portas para a imprensa.
O paralelo com o que fez Lewandowski é descabido. Cunha não foi ao ministro para entregar supostas denúncias, numa linha de confronto. Apenas cumpriu um ritual que, de resto, a elegância até pede. Mas o presidente do Supremo, hoje um dos esbirros do governo Dilma, resolveu surfar na impopularidade de Cunha. Ao fazê-lo, não desprestigiou um deputado enrolado, mas afrontou o Poder Legislativo, pondo-se, como de hábito, de joelhos diante do governo petista.
Ah, não tenho como esquecer os apelos emocionados que Lewandowski fazia em benefício dos réus do mensalão, lembrando, a todo instante, a condição humana dos condenados. Como se nota, nem sempre ele tem aquele coração de manteiga.
Encerro
Achei excelente o conjunto da obra. Lewandowski deixou claro que o juiz isento desapareceu para dar lugar ao militante de uma causa. E confessou que o julgamento no STF foi mesmo uma, digamos, bolivarianada: ministros decidiram apoiar uma regra inventada para servir a um único propósito: tentar manter Dilma no poder, contra o que dispõe a Lei 1.079.
A isso se resume o gesto heroico de Lewadowski.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

CHICANA DE BARROSO PODE CUSTAR-LHE O CARGO DE MINISTRO DO SUPREMO. DECISÃO DO STF SOBRE RITO DO IMPEACHMENT ESTÁ BASEADA NUMA VIGARICE, NUMA MISTIFICAÇÃO CRIMINOSA.

 
Este vídeo que foi postado pelo sempre excelente jornalista Augusto Nunes e viraliza agora pelas redes sociais é aquilo que se pode qualificar como "prova material de um crime". Sim, o efeito criminoso e devastador perpetrado, vejam só, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), para impedir o impeachment da Dilma se deu pelas mãos de Luís Roberto Barroso, ao qual se atribui qualidades de jurista emérito e que faz parte da cota do PT. Barroso materializou a chicana.
Nas minhas contas este vídeo não é só um libelo contra a Corte Suprema, mas por certo instruirá recurso apropriado com vistas à revisão da desastrada e criminosa decisão do Supremo que invadiu seara alheia ao arvorar-se na condição de legislador.
A intervenção de Barroso para construir a chicana não é apenas deplorável mas passível de ação judicial destinada a afastá-lo do Supremo. Transcrevo o comentário do jornalista Augusto Nunes, que está entre os poucos jornalistas brasileiros que sabem escrever e não mentem. Leiam:
Sempre caprichando na pose de quem recitava de fraldas artigos e incisos da Constituição, o ministro Luís Roberto Barroso resolveu mostrar, na sessão em que o Supremo Tribunal Federal embaralhou o processo de impeachment, que usa as horas livres do recesso para decorar normas que regulamentam as atividades dos demais Poderes. Conseguiu apenas confirmar que, para impedir o desmoronamento da argumentação mambembe, é capaz de sonegar informações essenciais e mentir publicamente.
─ Alguém poderia imaginar que o Regimento Interno da Câmara pudesse prever alguma hipótese de votação secreta legítima ─ concede o doutor em tudo na abertura do vídeo de 1min57. ─ Eu vou ao Regimento Interno da Câmara dos Deputados e quando vejo os dispositivos que tratam da formação de comissões, permanentes ou temporárias, nenhum deles menciona a possibilidade de votação secreta.
─ Vossa Excelência me permite? ─ ouve-se o cerimonioso aparte de Teori Zavascki.
─ Pois não ─ autoriza o professor de impeachment.
─ Salvo engano meu, há um dispositivo, sim, do Regimento Interno, artigo 188, inciso III ─ prossegue Teori. ─ Diz que a votação por escrutínio secreto far-se-á para eleição do presidente e demais membros da Mesa Diretora, do presidente e vice-presidente de comissões permanentes e temporárias, dos membros da Câmara que irão compor a comissão representativa…
Teori faz uma pausa para virar a página. Barroso, que acompanha a leitura que está terminando, tenta interrompê-la:
─ Sim, mas olha aqui…
─ … e dos cidadãos que irão integrar o Conselho… ─ continua Teori.
As sobrancelhas simetricamente arqueadas e os cílios enfileirados realçam o sobressalto de Barroso com a aproximação do perigo. Então, confisca a palavra e recomeça a leitura do inciso III, cuja íntegra aparece na no vídeo do Portal Vox que escancara a pilantragem togada: para esconder a fraude, o juiz esperto amputa as quatro palavras finais do texto: E NAS DEMAIS ELEIÇÕES.
Animado com a rendição balbuciada pelo confuso Teori, Barroso declama outra falácia:
─ Considero portanto que o voto secreto foi instituído por uma deliberação unipessoal e discricionária do presidente da Câmara no meio do jogo.
Conversa fiada. O Brasil decente é que considera uma infâmia o que Barroso fez para ganhar o jogo. O trecho do Regimento Interno foi guilhotinado por uma deliberação pessoal e discricionária de um servidor público que é pago pelo povo para defender a lei. Coisa de vigarista. Da coluna de Augusto Nunes/Veja

Ciclismo fiscal pode virar a marca da era Dilma

Josias de Souza

Dona de uma personalidade opaca, Dilma Rousseff tornou-se uma presidente à procura de um estilo. Falta-lhe uma marca. Não por muito tempo. Se depender do senador Acir Gurgacz (PDT-RO) a presidente logo ganhará uma marca que vale por uma tatuagem —a marca da irresponsabilidade fiscal.
Relator da prestação de contas do governo Dilma de 2014, Gurgacz sugere que a peça seja aprovada. Repetindo: o senador propõe que o Congresso jogue no lixo o parecer do Tribunal de Contas da União que recomenda a rejeição das contas de madame. De novo: o companheiro deseja que Parlamento faça vista grossa para pedaladas que espetaram R$ 57 bilhões na tesouraria de bancos públicos.
A justificativa do senador é uma primorosa: “Temos 14 Estados que, nesse ano de 2014, não cumpriram a meta fiscal. Estados governados por vários partidos. Por isso a importância de fazermos um relatório baseado na legalidade, na Constituição e não só baseado no presidente atual mas na condição de gestão dos governos.''
O que Gurgacz afirmou, com outras palavras, foi o seguinte: “Além da presidente da República, 14 governadores descumpriram a Lei de Responsabilidade Fiscal em 2014. A farra, por generalizada e suprapartidária, merece perdão. Há na praça 13 governadores que honraram seus compromissos, evitando aderir ao ciclismo fiscal. Fizeram papel de bobos. Merecem receber uma lição.”
A bela iniciativa de gastar o dinheiro do contribuinte para remunerar auditores capazes de auxiliar o Congresso na sua nobre tarefa de fiscalizar o Executivo não sobreviverá às sucessivas desmoralizações do TCU. Com o parecer de Gurgacz, o órgão revela-se, mais do que inútil, irrelevante.
Confirmando-se o perdão a Dilma, o Congresso pode começar a pensar na transformação da sede do TCU em alguma outra coisa –talvez uma prisão de segurança máxima para abrigar os corruptos, única corporação que se desenvolve no setor público além dos ciclistas fiscais.

A vigarice protagonizada por Barroso para barrar o impeachment

Sempre caprichando na pose de quem recitava de fraldas artigos e incisos da Constituição, o ministro Luís Roberto Barroso resolveu mostrar, na sessão em que o Supremo Tribunal Federal embaralhou o processo de impeachment, que usa as horas livres do recesso para decorar normas que regulamentam as atividades dos demais Poderes. Conseguiu apenas confirmar que, para impedir o desmoronamento da argumentação mambembe, é capaz de sonegar informações essenciais e mentir publicamente.
─ Alguém poderia imaginar que o Regimento Interno da Câmara pudesse prever alguma hipótese de votação secreta legítima ─ concede o doutor em tudo na abertura do vídeo de 1min57. ─ Eu vou ao Regimento Interno da Câmara dos Deputados e quando vejo os dispositivos que tratam da formação de comissões, permanentes ou temporárias, nenhum deles menciona a possibilidade de votação secreta.
─ Vossa Excelência me permite? ─ ouve-se o cerimonioso aparte de Teori Zavascki.
─ Pois não ─ autoriza o professor de impeachment.
─ Salvo engano meu, há um dispositivo, sim, do Regimento Interno, artigo 188, inciso III ─ prossegue Teori. ─ Diz que a votação por escrutínio secreto far-se-á para eleição do presidente e demais membros da Mesa Diretora, do presidente e vice-presidente de comissões permanentes e temporárias, dos membros da Câmara que irão compor a comissão representativa…
Teori faz uma pausa para virar a página. Barroso, que acompanha a leitura que está terminando, tenta interrompê-la:
─ Sim, mas olha aqui…
─ … e dos cidadãos que irão integrar o Conselho… ─ continua Teori.
As sobrancelhas simetricamente arqueadas e os cílios enfileirados realçam o sobressalto de Barroso com a aproximação do perigo. Então, confisca a palavra e recomeça a leitura do inciso III, cuja íntegra aparece na no vídeo do Portal Vox que escancara a pilantragem togada: para esconder a fraude, o juiz esperto amputa as quatro palavras finais do texto: E NAS DEMAIS ELEIÇÕES.
Animado com a rendição balbuciada pelo confuso Teori, Barroso declama outra falácia:
─ Considero portanto que o voto secreto foi instituído por uma deliberação unipessoal e discricionária do presidente da Câmara no meio do jogo.
Conversa fiada. O Brasil decente é que considera uma infâmia o que Barroso fez para ganhar o jogo. O trecho do Regimento Interno foi guilhotinado por uma deliberação pessoal e discricionária de um servidor público que é pago pelo povo para defender a lei. Coisa de vigarista. DO AUGUSTONUNES

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

República podre: relator recomenda aprovação das contas criminosas de Dilma.

Gugacz: merece o desprezo nacional.
O relator é um pedetista de nome impronunciável (Acir Gurgacz), que merece o desprezo de todos os brasileiros honestos. Contrariando frontalmente o TCU, que rejeitou as contas de Dilma por unanimidade, ele quer aprová-las com uma ou outra ressalva. Esta é mesmo uma República de bandidos, como disse um dos editoriais do Estadão:
O relator das contas de 2014 da presidente Dilma Rousseff na Comissão Mista de Orçamento (CMO), senador Acir Gurgacz (PDT-RO), apresentou nesta terça-feira parecer em que defende a aprovação com ressalvas do demonstrativo financeiro do governo federal. A medida contraria a recomendação aprovada por unanimidade pelo Tribunal de Contas da União (TCU), em outubro, pela rejeição das contas de Dilma.
Na avaliação do TCU, a presidente descumpriu no ano passado a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) ao atrasar repasses a bancos públicos com a intenção de maquiar a situação fiscal do país - as manobras ficaram conhecidas como pedaladas fiscais. Já o senador pedetista considerou que não houve desrespeito à legislação e que as pedaladas não consistiam em operações de crédito. Segundo ele, a inadimplência proposital nos pagamentos acabou ou está sendo quitada, configurando, assim, como uma "mera formalidade" e não como um crime.
O relatório de Gurgacz ainda precisa ser votado pela CMO, o que deve ocorrer até março do próximo ano. Depois, o texto tem que passar pelo plenário do Congresso. A oposição contava com uma eventual reprovação das contas para dar força ao processo de impeachment contra a presidente.
No parecer, o senador também fez a seguinte ressalva: a situação econômica de 2014 impediu que houvesse o cumprimento de cenários econômico-fiscal traçados pelo governo, o que fragilizou a transparência da execução orçamentária.
Questionado sobre o parecer do tribunal, Gurgacz insinuou que a corte agiu de maneira política quando votou unanimemente pela rejeição. "Por que tem que prevalecer a posição do TCU, que é um órgão que assessora o Congresso? Enfim, como não encontramos o vínculo de responsabilidade da presidente e como os argumentos do tribunal não são relevantes o suficiente para levar à rejeição, nosso relatório conclui pela aprovação das contas, porém com ressalvas. Meu relatório está menos politizado do que o relatório do TCU, deveria ser o contrário", afirmou Acir Gurgacz.
O relator afirmou que, além da manifestação do TCU, também se embasou nas defesas feitas pelo Banco do Brasil, pela Caixa Econômica, pelo BNDES, em juristas de universidades brasileiras, técnicos da Advocacia-Geral da União, consultores legislativos, entre outros.
O senador também apresentou uma série de recomendações para serem seguidas, de agora em diante, pela administração pública federal, estadual e municipal. Entre elas, defendeu a adoção de um cronograma de médio prazo para quitar o passivo dos restos a pagar. Em relação às pedaladas, ele afirmou que o governo discute com o tribunal um cronograma de pagamento.
"O passado não se conserta, não há como retroagir. Mas precisamos pensar nos futuros presidentes da República e governadores de Estado", afirmou, ao citar que, em 2015, quatorze Estados governados pelos mais diversos partidos não cumpriram a meta fiscal. "Minha preocupação não é rejeitar ou aprovar as contas de um presidente, estamos pensando no país", destacou.
O relator também destacou que os decretos não numerados assinados por Dilma e pelo vice-presidente Michel Temer em 2014 não são ilegais. Segundo ele, havia previsão na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e da Lei Orçamentária Anual (LOA) do ano passado para editar esses decretos sem a aprovação do Congresso. (Veja.com).

sábado, 19 de dezembro de 2015

Presentão de natal para os brasileiros. Ministro do STF declara: “É o fim do PT e do PMDB”


A revista Isto é, através da colunista Débora Bergamasco, publicou uma notícia hoje que não é exatamente uma notícia […] e sim um belo presente de natal para todos os brasileiros.
A coluna informa que Teori Zavascki, ministro do Supremo Tribunal Federal e relator da Lava Jato, comentou em uma roda de amigos : “O PT e o PMDB vão acabar”
Débora informou que a declaração aconteceu durante um almoço em Porto Alegre.
Entre uma taça e outra de vinho, o ministro Teori demonstrava com espanto com a magnitude, a profundidade e o número de pessoas envolvidas nos casos de corrupção apurados por esta investigação.
Diante das informações que ele já possui, a afirmativa foi clara: “Não sobrará pedra sobre pedra” DO DBRASIL

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Prefeitos de capitais assinam carta pró-Dilma; saiba quem são para nunca mais votar neles

16 de dezembro de 2015

Nem neles, nem em seus aliados. No ano que vem, haverá eleições municipais. Daremos o troco.

Esta é a nossa arma e é tudo que eles mais temem: a exposição, mostrando exatamente quem são. Esse tipo de documento muitas vezes é assinado na base do “ah, ninguém vai ligar, logo mais todo mundo esquece mesmo”. Será?
 
Prefeitos---Dilma-Rousseff
No ano que vem, haverá eleições municipais e é importante que divulguemos os nomes desses prefeitos que, por motivos político-partidários, assinaram uma carta em defesa de Dilma Rousseff e contra o impeachment. Ok, direito deles. Mas também é nosso direito divulgar esses nomes e não votar nunca mais em nenhum deles, nem em seus aliados.
No ano que vem, eles pedirão seus votos, seja para a própria reeleição ou para aliados, braços-direitos etc. Não nos esqueçamos disso. E vamos responder na urna!
Vejamos a lista (por ordem alfabética):
Alcides-BernalAlcides Bernal, Campo Grande/MS
Partido: PP
Carlos-Amastha
Carlos Amastha, Palmas/TO
Partido: PP
Carlos-Eduardo-Alves
Carlos Eduardo Alves, Natal/RN
Partido: PDT
Clecio-Luis
Clecio Luis, Macapá/AP
Partido: PSOL
Edivaldo-Holando-Junior
Edivaldo Holando Junior, São Luis/MA
Partido: PDT
Eduardo-Paes
Eduardo Paes, Rio de Janeiro/RJ
Partido: PMDB (ex-PV, PFL, PTB e PSDB)
Fernando-Haddad
Fernando Haddad, São Paulo/SP
Partido: PT
Gustavo-Fruet-Curitiba
Gustavo Fruet, Curitiba/PR
Partido: PDT (ex-PMDB e PSDB)
José-Fortunati
José Fortunati, Porto Alegre/RS
Partido: PDT
Luciano-Cartaxo
Luciano Cartaxo, João Pessoa/PB
Partido: PSD (ex-PT)
Marcus-Alexandre
Marcus Alexandre, Rio Branco/AC
Partido: PT
Paulo-Garcia
Paulo Garcia, Goiânia/GO
Partido: PT
Roberto-Claudio
Roberto Claudio, Fortaleza/CE
Partido: PDT (ex-PSB)
Teresa-Surita
Teresa Surita, Boa Vista/RR
Partido: PMDB (ex-PDS, PSDB e PPS)
Repassem e divulguem! E também prestem atenção em seus partidos atuais, cobrem os políticos locais da mesma legenda sobre isso!

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

DENÚNCIA: Vice-prefeito de Belo Horizonte acusa Mercadante de tentar comprar votos do PSB contra o impeachment



O vice-prefeito de Belo Horizonte, Délio Malheiros (PV-MG) , acusou o ministro da Educação, Aloizio Mercadante (PT-SP), de condicionar repasses para a cidade em troca de votos do PSB contra o impeachment.
Veja o vídeo abaixo:


 A denúncia gravíssima foi feita pelas redes sociais do vice-prefeito e secretário de Meio Ambiente da cidade. DOREAÇABLOG

Polícia rastreia ligações de ex-diretor da Odebrecht para Instituto Lula

Assessor de Lula combinava com ex-diretor da Odebrecht as respostas que o instituto daria à imprensa sobre as relações do ex-presidente com a empreiteira
Por Hugo Marques, Robson Bonin
e Pieter Zalis
VEJA
Alexandrino Alencar ligou 16 vezes para o endereço de trabalho de Lula. PF ainda encontrou 58 ligações de ex-diretor da empreiteira para um assessor de Lula
(Vagner Rosário/VEJA)
Preso pela Operação Lava Jato em junho, o ex-diretor da Odebrecht Alexandrino Alencar atuava em parceria com o ex-presidente Lula para tentar desmoralizar a cobertura da imprensa sobre o petrolão e as investigações do Ministério Público Federal sobre as relações do petista com a empreiteira. Perícia realizada pela Polícia Federal no iPhone de Alexandrino revela que um dos assessores de Lula, José Chrispiniano, era o responsável por informar o ex-diretor da empreiteira sobre cada passo dado pelo Instituto Lula ao divulgar notas oficiais e versões favoráveis ao ex-presidente e à empreiteira. Entre janeiro e junho desse ano, Chrispiniano e Alexandrino Alencar trocaram 58 telefonemas.
O ex-diretor da Odebrecht também telefonou 16 vezes para o Instituto Lula. No auge das revelações das relações comerciais de Lula com a Odebrecht, em abril, o assessor de Lula e Alexandrino se encontraram em São Paulo. Alexandrino chegava a dar a palavra final sobre alguns dos textos que o instituto iria divulgar à imprensa.

No aplicativo de mensagens usado por Alexandrino, os investigadores também encontraram várias conversas entre o assessor de Lula e o ex-diretor. Em uma das trocas de mensgaens, ocorrida em abril deste ano, Chrispiniano relata para Alexandrino a resposta que enviaria à imprensa sobre reportagens que mostravam a relação de proximidade de Lula e a Odebrecht. "Gostei muito", diz Alexandrino. Em outro trecho, Alexandrino diz ao assessor de Lula que o "chefe ligou p..." ao ler uma reportagem sobre as relações da empreiteira com Lula.
Não fica claro se Alexandrino se refere a Marcelo Odebrecht ou Lula, a quem ele também costumava chamar de "chefe". Ainda no mesmo mês, o assessor de Lula combina com Alexandrino as respostas que deveriam ser enviadas a VEJA, sobre os pagamentos milionários da empreiteira pelas palestras do ex-presidente Lula.

No material analisado pela Polícia Federal, Alexandrino também conversa com o deputado federal Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians e amigo de Lula. O deputado se diz "um soldado" da Odebrecht e mostra que também fazia a ponte da empreiteira com Lula. Numa troca de mensagens de março, Alexandrino fala com o deputado sobre uma reunião com Lula. "O instituto ainda não confirmou a reunião de sexta-feira, estou cobrando. Se não puder, pode ser segunda-feira?", pergunta Alexandrino ao deputado. "Pode", diz Sanchez que então sugere que a reunião com Lula seja no sábado. "Não sei, acho difícil porque acho que vai pro sítio", diz Alexandrino, possivelmente se referindo ao sítio usado por Lula em Atibaia. Em outra conversa, o deputado petista e Alexandrino falam sobre o doleiro Adir Assad, também preso na Lava Jato: "Como chama o doleiro?", pergunta Sanchez. "Assad", responde o ex-diretor.
Alexandrino foi preso na 14ª fase da Lava Jato, junto com o dono da empreiteira, Marcelo Odebrecht. O ex-diretor é acusado de ser o responsável por organizar com o doleiro Alberto Youssef o esquema de pagamento de propina no exterior para os corruptos do petrolão. Alexandrino era o diretor mais próximo do ex-presidente Lula. As investigações do petrolão já revelaram conversas telefônicas em que o ex-presidente Lula trata com o ex-diretor dos movimentos da Odebrecht para tentar evitar a prisão do seu então presidente Marcelo Odebrecht.
Outro lado - Por telefone, o assessor do Instituto Lula José Chrispiniano se recusou a explicar a natureza de suas relações com o ex-diretor da Odebrecht. "Não vou falar nada, não. Se quiser perguntar, pergunte por escrito", disse o assessor, que também não quis responder se atuava a mando do ex-presidente Lula ao combinar com o empreiteiro a redação das notas oficiais divulgadas pelo instituto. O deputado petista Andrés Sanchez também não quis comentar o conteúdo do relatório da Polícia Federal. "Sobre Lava Jato só falo pessoalmente e com gravador na mesa", disse o deputado.

Relatório da PF mostra fotos do assessor José Chrispiniano e do deputado Andrés Sanchez
(Reprodução/VEJA) 14/12/2015

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Fiesp e Ciesp apoiarão impeachment da presidente Dilma .

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SÃO PAULO - O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, anunciou na tarde desta segunda-feira que tanto a federação quanto o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) são a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff. É a primeira vez que duas das principais entidades de classe do empresariado no Brasil se posicionam em bloco e oficialmente sobre o processo de impedimento de um presidente.
- Por esta situação que chegamos na economia e com esta crise política causada pela total falta de credibilidade do governo, por falta de confiança do governo, de investimentos parados, o país à deriva, nessas circunstâncias e o que nós observamos por parte da senhora presidente não é atitude no sentido de solucionar, no sentido de reduzir gastos, de reduzir desperdício. Pelo contrário. É a vontade de aumentar os impostos, penalizando mais ainda a sociedade, as empresas, a competitividade, as pessoas. Então somos a favor do andamento do processo de impeachment. - afirmou Skaf em coletiva de imprensa pouco depois da tomada de decisão unânime dos conselheiros das entidades.
Skaf afirmou que a posição foi adotada com base em uma pesquisa de opinião feita com 1.113 donos ou gestores de indústrias de São Paulo, ouvidos entre os dias 9 e 11 de dezembro. O levantamento mostrou que 91% dos respondentes são pessoalmente a favor do impedimento de Dilma, 5,9% são contrários ao afastamento da presidente e 3,1% não responderam.
Quando perguntados sobre o posicionamento oficial da sua empresa, 85,4% disseram que a companhia é favorável ao impeachment, 4,9% são contrárias e o respondente não soube informar o posicionamento da empresa em 9,7% dos casos. Em relação à Fiesp, 91,9% disseram que a entidade tem que se posicionar sobre a questão, enquanto 8,1% opinaram que não.
A sondagem foi feita pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, que disparou cerca de 8.395 questionários para empresas cadastradas e contabilizou as respostas recebidas. A amostra da pesquisa é composta por 73% de empresas pequenas, 22% de médias e 5% de grandes e não expressa exatamente a distribuição de portes das empresas paulistas.
A federação, que representa 153 mil indústrias paulistas, já vinha criticando abertamente a política econômica da gestão Dilma, inclusive com a veiculação de anúncios em jornais com os nomes e contatos de deputados que se posicionaram a favor da recriação da CPMF.
Em 1992, ao longo do processo de impeachment contra o Collor, a organização não tomou partido. Na antevéspera da votação no plenário da Câmara que abriu procedimento contra o presidente, o recém-empossado presidente da Fiesp, Carlos Eduardo Moreira Ferreira, disse que apoiava pessoalmente a cassação do então presidente, mas não falava pela entidade. Agora a decisão é tomada com meses de antecedência em relação ao desfecho do processo contra a petista. Essa, no entanto, não é a primeira vez em que a Fiesp adota um posicionamento político. Na eleição de 1989, o então presidente da instituição Mário Amato disse que, se o candidato à presidente Lula vencesse o pleito, haveria um êxodo de 800 mil empresários do país.