quarta-feira, 21 de outubro de 2015

O povo reagindo: Lula, Pixuleco e confusão em Teresina

Hoje, Lula foi a Teresina, para receber o título de cidadão teresinense (pois é). O Pixuleco o acompanhou:
Como de praxe, petistas atacaram o boneco e criaram uma confusão com os manifestantes do Movimento Brasil e do Vem Pra Rua, como mostra o vídeo abaixo:
 

Reinaldo Azevedo ‘manda recado’ a Renan Calheiros após ele tentar proibir manifestantes contra..


segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Manifestação por impeachment de Dilma 'trambique' fecha avenida Faria Lima

UOL
Márcio Neves/UOL
  • 19.out.2015 - Protesto do Vem pra Rua bloqueou uma das vias da avenida Faria Lima
    19.out.2015 - Protesto do Vem pra Rua bloqueou uma das vias da avenida Faria Lima
Um protesto pedindo o impeachment da presidente Dilma Rousseff fecha a avenida Brigadeiro Faria Lima na tarde desta segunda-feira (19). A manifestação organizada pelo Vem Pra Rua saiu do Largo da Batata, na zona oeste de São Paulo, e deve seguir pela avenida Nove de Julho. 
Em uma série de manifestações organizadas nesta semana em várias capitais do país, o grupo pede que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), encaminhe o pedido pelo afastamento de Dilma.
Márcio Neves/UOL
Por volta das 19h30, protesto anti-Dilma bloqueava avenida Brigadeiro Faria Lima no sentido Itaim Bibi
Às 19h30, o protesto fechava todas as pistas da Faria Lima no sentido Itaim Bibi nas proximidades da avenida Rebouças.
Além de gritarem versos como "Natal sem Dilma", os manifestantes colhem assinaturas para o projeto de Lei deiniciativa popular intitulado "10 medidas contra a corrupção", criado pelo Ministério Público Federal. Entre as medidas, há um anteprojeto de lei para transformar em hediondos os crimes de corrupção que envolvam altos valores elevando a pena máxima de 12 para 25 anos.
A Polícia Militar informou que só liberará a estimativa dos presentes após o final do protesto. A manifestação segue pelas avenidas Brigadeiro Faria Lima e 9 de Julho, encerrando-se na praça Nossa Senhora do Brasil, na avenida Brasil.
O Vem pra Rua também realiza protestos nesta segunda-feira em Maceió (AL), Porto Alegre (RS), Recife (PE), São Carlos (SP) e Vitória (ES). Até 26 de outubro, estão agendadas manifestações em Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Natal (RN), São José do Rio Preto (SP), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Recife, Rio de Janeiro (RJ) e Sorocaba (SP).DO JTOMAZ

VÍDEO: MANIFESTAÇÃO PRÓ-IMPEACHMENT DA DILMA AGITA O LARGO DO BATATA EM SÃO PAULO NESTA SEGUNDA-FEIRA.


Os movimentos de oposição ao PT e pró-impeachment da Dilma deram a largada neste domingo em São Paulo conforme noticiei aqui no blog de uma série de manifestações todos os dias às 19 horas. Ontem foi no espaço do MASP. Na av. Paulista.
Hoje, segunda-feira, segundo informa O Antagonista, a manifestação realizou-se no Largo do Batata, conforme mostra o vídeo acima.
Neste segundo dia já se constata uma manifestação maior. Enquanto isso Brasília ferve pois nesta-terça-feia, amanhá, 20 de outubro, o pedido de impeachment da lavra dos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Jr. será desovado na Câmara dos Deputados.
E, como noticiei aqui no blog, a palavra de ordem que se espalha pelo Brasil inteiro é "Natal Sem Dilma" DO ALUIZIOAMORIM

Começou agora: Sinal vermelho para Dilma

O Antagonista
Imagem do movimento pelo impeachment na Avenida Paulista. A partir de agora, os protestos ocorrerão todos os dias até Dilma Rousseff cair.

Manifestantes pressionam para que PMDB rompa com o governo do PT e apoie o impeachment de Dilma Rousseff.
Veja a imagem no site O Antagonista

sábado, 17 de outubro de 2015

A cota de Renan no petrolão


ASSOCIADOS O presidente do Senado, Renan Calheiros (acima),  e trecho do depoimento do lobista Fernando Baiano (abaixo). Mais de US$ 50 milhões escoaram pelo duto da corrupção (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)
Trecho do depoimento do lobista Fernando Baiano. Mais de US$ 50 milhões escoaram pelo duto da corrupção (Foto: Geraldo Bubniak/AGB/Estadão Conteúdo)
Desde seu início, a Operação Lava Jato gera conversas tensas no gabinete do presidente do Senado, Renan Calheiros, do PMDB. Com seus aliados, Renan já temeu o que poderia surgir da Transpetro, subsidiária da Petrobras comandada durante 11 anos por seu afilhado Sérgio Machado. Recentemente, o foco de suas preocupações se transferiu para os depoimentos prestados pelo lobista Fernando Soares, o Baiano, no acordo de delação premiada. Há quase nove meses preso em Curitiba, Fernando Baiano revelou nas últimas semanas a extensão da influência de líderes do PMDB na Petrobras. Mais especificamente, Baiano contou que parte da propina obtida em contratos da estatal com empresas privadas era direcionada a Renan Calheiros.
A área de atuação de Baiano era a diretoria Internacional da Petrobras, em que Nestor Cerveró e, em seguida, Jorge Zelada reinaram graças ao apoio do PMDB. Baiano contou aos investigadores que, no segundo mandato de Lula, foi avisado por Silas Rondeau, então ministro das Minas e Energia, que Cerveró passaria a ser copatrocinado pelo PMDB do Senado, do qual Silas era soldado e Renan general. A partilha da propina pelos contratos na área Internacional deveria, portanto, contemplar também o PMDB do Senado, como determina o fisiologismo brasileiro. Um dos negócios desse novo acordo, que beneficiou Renan, foi a partilha na contratação da empresa Samsung Heavy Industries, em 2006, para a construção de um navio-sonda para a Petrobras: o Petrobras 10000, adquirido pela estatal por US$ 586 milhões, para ser utilizado na exploração de petróleo em águas profundas, em campos adquiridos pela empresa em Angola, na África. A Petrobras se deu mal. Os poços explorados se mostraram secos. A propina, no entanto, não tinha nada a ver com esses percalços. Foi paga.
Quando Zelada assumiu a Diretoria Internacional, em 2008, por indicação da bancada do PMDB na Câmara, Baiano passou a manter contato com o deputado Eduardo Cunha, conforme narrou em sua delação. E diz ter pagado propina a Cunha. O Ministério Público Federal já rastreou mais de US$ 50 milhões em pagamentos de comissão por esses contratos. É tanto dinheiro, durante tantos anos, que até o insaciável PMDB ficou satisfeito. No acordo de delação, Fernando Baiano detalha que foi avisado que o PMDB do Senado tinha direito a seu quinhão. Os senadores Renan Calheiros e Jader Barbalho deveriam receber US$ 6 milhões pelo negócio da sonda. Fernando Baiano detalhou os pagamentos. Contou que não pagou diretamente a Renan. De suas mãos, o dinheiro desviado da Petrobras trilhou dois caminhos. Parte foi direcionada a outro lobista, Jorge Luz. Paraense, Luz é um veterano da arte de unir Petrobras, empresas privadas e políticos bem posicionados. Consolidou sua carreira, no governo Lula, pela influência de outro chefe do PMDB, o senador Jader Barbalho, atual aliado de Renan em batalhas no Congresso. Jorge e seu filho, Bruno Luz, cuidaram de pagar Renan em contas no exterior. A parte operacional ficava por conta de um gerente de contas na Suíça, em especial dos bancos PKB e Pictet.
A outra parte da comissão foi paga por meio do deputado federal Aníbal Gomes, do PMDB cearense. Parlamentar de pequena expressão, Gomes é um notório auxiliar de Renan. No caso dos negócios com a Petrobras, era seu emissário à sede da Petrobras, onde esteve 45 vezes desde 2007, e ao gabinete de Silas Rondeau no ministério, onde ia pelo menos duas vezes por semana. Aníbal Gomes e Renan são investigados em inquérito no Supremo Tribunal Federal desde março, quando o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa mencionou a dupla como beneficiária de negócios na estatal. O Ministério Público Federal notou uma curiosa prática de Gomes, típica de quem “esquenta” dinheiro de origem ilícita. Nas declarações de Imposto de Renda, Gomes dizia ter R$ 1,3 milhão em espécie no ano de 2010 e R$ 1,8 milhão em 2014.
Como ÉPOCA revelou em março de 2014, Baiano era um dos lobistas mais poderosos em atuação na estatal, com bom trânsito entre as multinacionais do setor, tanto no Brasil quanto no exterior. No mundo dos interesses que gravita ao redor da Petrobras, Fernando Baiano nunca foi um mero operador de partidos políticos, muito menos exclusivo do PMDB, como confirmaram a ÉPOCA quatro fontes diferentes. Em dado momento da atuação do petrolão, no entanto, os interesses partidários bateram a sua porta. Baiano já conhecia políticos, é óbvio, de trabalhos anteriores na esfera carioca. Na partilha da propina do petrolão, esquadrinhada pela Operação Lava Jato, ele passou a cuidar da distribuição do suborno para a bancada do PMDB e, em um segundo momento, atendeu também a parlamentares do PT. Chegou a representar o estaleiro OSX, do empresário Eike Batista. Baiano disse ter pagado R$ 2 milhões ao empresário José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pela obtenção de contratos do pré-sal para o OSX. O negócio deu errado, mas Baiano pagou porque Bumlai disse que precisava honrar compromissos de Fábio Luiz da Silva, um dos filhos de Lula.
Baiano resistiu por muito tempo a contar o que sabe. Ficou mais propenso a delatar políticos depois de ser condenado a 16 anos de prisão e pagamento de R$ 2 milhões de multa, em agosto. Pelo acordo de delação premiada, Baiano se comprometeu a devolver R$ 13 milhões, um valor que surpreendeu pelos milhões que movimentou no esquema. O advogado de Fernando Baiano disse que não pode comentar os termos da delação. Por meio de sua assessoria, Renan afirmou que não conhece Fernando Baiano e que não autorizou o deputado Anibal Gomes a falar “em meu nome em qualquer circunstância. Quanto a Jorge Luz, conheço, mas não o vejo há mais de dez anos”.  O deputado Anibal Gomes (PMDB) afirma que conheceu Baiano “há uns quatro anos, em um restaurante”, mas nunca o encontrou. “Eu conheço melhor o doutor Jorge Luz. Mas jamais tratei de valores, de negócios ou de nenhuma relação comercial com nenhum dos dois. Nem direta nem indiretamente”, disse. “Minha relação com o senador Renan Calheiros é a mesma que tenho com outros senadores do partido. Nunca recebi valores em nome do senador.” Advogados de Jorge Luz não conseguiram “respostas” do cliente sobre o assunto. DA REVISTAÉPOCA

Perdeu, Dudu.

Dudu Cunha perdeu a guerra contra a quadrilha. É burro, apesar de muitos glorificarem a sua, digamos, esperteza política.
Um sujeito esperto não colocaria carros de luxo em nome de uma empresa chamada jesus.com. Um sujeito esperto não daria o mole que deu em relação às tais contas na Suíça. Um sujeito esperto receberia toda a propina ao vivo. Em cores. De preferência em dólares carregados em mochilas.
Aposto: Vai ser muito difícil que a Lava-jato prove o destino de mais de 50% de toda a grana recebida pela quadrilha de LuLLa, graças à santa mochila do MOCH.
Dudu perdeu o timing. Perdeu a vez. Perdeu o momento exato que só os espertos conseguem enxergar.
O partido-quadrilha de LuLLa é uma quadrilha. Azeitada. Organizada. Milionária. Especializada em diversas atividades. Roubar grana pública é sua excelência. Enlamear reputações, com ou sem motivos, uma outra.
Enfrentar esta quadrilha sem ter a noção exata do que eLLes são capazes, é o mesmo que enfiar a cabeça em um muro de concreto armado. É a certeza de que se vai arrebentar com os devidos e charmosos chifres.
Aqui e ali se diz que Dudu Cunha está se acertando com a quadrilha. Se Dudu fosse esperto não estaria fazendo isso. Tudo o que ele exige em troca para se manter no poder, vaza no dia seguinte para os jornais. Todo mundo sabe de tudo o que ele trata nos escombros. Enquanto eLLe se esconde em conchavos em hangares, Janot vai recebendo ordens expressas de tocar o barco cada vez mais veloz e incisivamente, agora sem sigilo, o que é garantido, no caso de Dudu, pela constituição. E Teori, aceitou. Por que Dudu? Por que?
O partido-quadrilha tem, em relação à ele, um único e claro objetivo. Derrubá-lo. Sem dó. Sem piedade. E, se possível, sem qualquer chance de defesa. ELLes agem assim até mesmo com falsos dossiês. Imagina tendo motivos e provas, como se apresenta nesta situação.
É inegável a colaboração de Cunha para a perda de poder da quadrilha de LuLLa na Câmara. É inegável a sua colaboração em muitos assuntos que dizem respeito à todos nós. É inegável que a Câmara, sob sua direção, passou a ser, digamos, mais representativa daquilo que dela se deseja.
Mas é inegável também, o mal que eLLe fez ao Brasil dando, para a quadrilha, a chance de uma recomposição de forças, além claro, de se mostrar um dos integrantes, NÃO O PIOR, da quadrilha que assaltou a Petrobrás. Esses caras não aprendem.
Em 2005 um LuLLa semi-morto, quase impinchado, teve a prestimosa ajuda de tucanos para se salvar do impeachment. Recuperado, partiu para destruição dos cretinos.
Se os tucanos não fossem tão burros, teriam impinchado o canalha em 2005. Teria acabado ali o criminoso projeto de poder do petismo bandido que se ensaiava através do MENSALÃO DO LULLA. Não teríamos hoje, uma incompetente dirigindo os destinos da nação. Provavelmente não estaríamos vivendo o desgraçado momento que vivemos.
Recentemente dona Dilma andava chorando pelos cantos do Castelo dos Horrores, tal a complicada situação em que vivia. Pensou em renunciar. LuLLa sentava o cacete neLLa todo santo dia. Temeu seriamente pelo impeachment. Bastou que recuperasse um pouquinho só de força e vejam o que ela está fazendo.
E não tenha dúvidas, Dudu: Se eLLa se recuperar, um pentelhésimo mais que seja por conseguir se afastar mais um pouco de um processo de impeachment, através da sua recusa em aceitar o pedido formulado por Bicudo, estejas certo:
Não demorará um mês para que você e sua família passem a desfrutar das mordomias do SPA Lava-jato.
E, passados os anos, estou certo de que você se arrependerá amargamente por ter feito com a dona Dilma, o mesmo que os tucanos fizeram com LuLLa.
Acorda, falso malandro!
Só lhe restam duas saídas.
Uma pela porta dos fundos, de preferência disfarçado para não ser reconhecido.
Outra pela porta da frente com o devido reconhecimento de grande parcela dos brasileiros, sem disfarces e de cabeça ainda erguida, atendendo aos desejos de mais de 70% da população brasileira que, de sacocheio@, quer se ver livre desta quadrilha.
Basta, para isso, que você faça valer o slogan de seu chato programinha de rádio onde você dizia com aquele "ar de indignação":
"NOSSO POVO MERÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉCE RESPEITOOOOOOO!".
Eduardo Cunha Respeito
Então, Dudu, respeite esse povo brasileiro que não tem outra alternativa democrática de fazer valer seus desejos que não seja a representação parlamentar da qual você faz parte e que preside.
IMPINCHA A ANTA, MALANDRO. DO GENTEDECENTE

As fraudes para Dilma foram concentradas em Minas. Estouraram na campanha de Pimentel. Não tem como esconder. MPF pede cassação do governador-laranja.


(Hoje em Dia) O procurador regional eleitoral Patrick Salgado, do Ministério Público Federal (MPF) em Minas, entrou nesta quinta-feira (18) com uma ação de investigação judicial eleitoral contra o governador e vice-governador eleitos de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT) e Antônio Andrade (PMDB). Na ação, o procurador pede a cassação do diploma do governador eleito. 
Conforme o Hoje em Dia informou no dia 25 de novembro, técnicos do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) verificaram falhas graves na prestação de contas do petista, entre elas uma extrapolação de gastos de R$ 10 milhões. De acordo com a ação do procurador, “a campanha de Pimentel e Andrade foi ilicitamente impulsionada por inaceitável abuso de poder econômico”, evidenciado “pela superação do limite de gastos e por adoção de um método dúbio de realização de despesas” 
Por maioria dos votos, a prestação de contas da campanha do governador foi desaprovada pelo TRE. É a primeira que um governador eleito enfrenta essa situação. A ação relata que teriam sido utilizadas duas estruturas de arrecadação e gastos, com a mesma pessoa no comando, que seriam a conta do candidato a governador e a conta do Comitê Financeiro Único do Partido dos Trabalhadores de Minas Gerais. “Este último realizou uma série de doações estimadas em favor do primeiro, o qual, por sua vez, doou ao Comitê Financeiro, ao longo de sua campanha, um total de R$ 13.754.500,00 por meio de transferências eletrônicas. 
Estabeleceu-se, nesse sentido, um incompreensível método de realização de despesas pelo Comitê Financeiro e adimplemento destas, ainda que de maneira indireta, pelo candidato que, assim, deixava de ser diretamente responsável por elas”, afirma o procurador eleitoral. Além disso, o parecer do órgão técnico do TRE-MG ainda apontou a existência de grande número de recibos emitidos fora do prazo, que, segundo a ação, apenas buscaram “legitimar de maneira extemporânea operações realizadas nos meses de outubro e setembro”, aliado ao fato de que “grande parte das doações realizadas pela conta do candidato ao Comitê Financeiro se deu após as eleições, ainda que uma quantia significativa tenha sido doada antes dela”. 
O inverso também ocorreu: “as doações do Comitê Financeiro ao candidato se concentraram predominantemente no período pós-eleitoral, estando registradas quase em sua totalidade nos dias 05 e 07 de outubro”. Para a PRE, “não se trata de apenas um erro formal, mas de falha grave, visto que o limite estabelecido para realização de gastos é uma forma de garantir a transparência da campanha eleitoral e propiciar a fiscalização plena. Ultrapassar um limite estabelecido pelo próprio Partido representa deslealdade do candidato perante a Justiça Eleitoral e os eleitores. Provoca desequilíbrio na disputa eleitoral, tendo em vista que os demais candidatos, em tese, submeteram-se às regras legais na obtenção de seus recursos”. DO  CELEAKS

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

REPORTAGEM-BOMBA DE 'VEJA' ARRASADORA REVELA QUE OPERAÇÃO LAVA JATO VAI EMERGIR. O ALVO É DILMA, LULA E EDUARDO CUNHA.

A reportagem-bomba de Veja, que chega às bancas neste sábado é devastadora e traz com exclusividade um fato que que fará deste final de semana o mais longínquo torturante para que tem culpa no cartório, isto é, para aqueles figuraços do Palácio do Planalto e adjacências que se julgam intocáveis.
Segundo a reportagem-bomba, a Lava Jato vai emergir. Tanto é que ilustra a capa de Veja um tubarão com dentes afiados rumo à superfície onde bóiam sorridentes e faceiros Dilma, Eduardo Cunha e Lula.
A reportagem assegura que os tenebrosos acordos pela impunidade feitos em Brasília não vão matar a esperança dos brasileiros de terem um país em que a justiça é para todos.
Portanto, essa novela tétrica e diabólica ainda terá o seu epílogo e isto pode ocorrer, quem sabe, já na próxima semana.
Além desta reportagem-bomba, Veja ainda traz com exclusividade que a delação do operador do PMDB arrastou Renan Calheiros e Delcídio Amaral para o escândalo do petrolão.
Por tudo isso, a reportagem-bomba de Veja desta semana é imperdível. Corram às bancas cedo porque a turma do PT por certo vai querer dar um jeito de fazer sumir a edição impressa das bancas.
Todavia, os assinantes digitais daqui a pouco já podem ler online essas agradáveis notícias. Os cidadão de bem deste Brasil que não perdem a esperança de ver a Justiça triunfar sobre a malta petista e seus sequazes que colocaram o Brasil no buraco e agora enviam a conta para o povo pagar.
Não passarão! Acertem os relógios.DO ALUIZIOAMORIM

Impeachment: data e local

A última chance do impeachment.
Aqui:

Vá Pra Rua

CUNHA: NÃO HÁ CHANCE DE DEFLAGRAR IMPEACHMENT AGORA


por

O presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha - Ailton de Freitas/01-10-2015 / Agência O Globo
BRASÍLIA e SÃO PAULO - O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou ontem a deputados de oposição que não há “a menor chance” de ele deferir um pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff na situação de fragilidade em que se encontra.
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A oposição deixou para protocolar na Câmara o novo pedido de impeachment, assinado conjuntamente pelos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal, apenas na próxima terça-feira.
Como a liminar do Supremo Tribunal Federal (STF) impediu a apresentação de recurso ao plenário da Câmara caso Cunha decidisse pelo arquivamento do pedido de impeachment, o presidente da Câmara concluiu não ter condições de bancar sozinho o afastamento de Dilma.
— Ele (Cunha) disse que não há a menor chance de deferir o pedido de impeachment nessa situação — lamentou ontem um deputado da oposição.
Em São Paulo, o líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio, acompanhou Bicudo, Reale e integrantes dos movimentos Fora Dilma ao cartório onde foi registrado o novo pedido de impeachment, já com as informações sobre as “pedaladas fiscais” de 2015.
Reale disse achar que as liminares concedidas pelo STF uma invasão do Judiciário sobre o Legislativo. Bicudo disse que a decisão atendeu à “escória do PT”. Representantes de movimentos contra Dilma disseram que farão protestos diários na cidade a partir de domingo.
Reale criticou o eventual acordo entre Cunha e o governo para evitar a cassação do deputado e o afastamento de Dilma:
— Isso enfraquece o país, não o pedido de impeachment. Enfraquece o nosso sentimento de moralidade, o respeito mínimo à ética e ao nosso sentimento de brasilidade.
Cunha avaliou junto a aliados que, se deferir um pedido de impeachment, o governo reagirá de forma avassaladora em todas as instâncias para derrubá-lo. Ele é suspeito de ter recebido propina em contas bancárias na Suíça.
Como sua melhor opção no momento é ganhar tempo, Cunha pretende esperar que o plenário do STF dê uma resposta final sobre o rito do impeachment para tomar qualquer decisão. Ele deve apresentar hoje ou no máximo na segunda-feira seu recurso à decisão liminar do STF.
Cunha disse que, só ontem, mais cinco pedidos de impeachment foram protocolados:
— Pedido de impeachment aqui é todo dia. Estão entrando tantos que daqui a pouco estou com 50 pedidos de impeachments de pendência. Se começar a entrar cinco por dia, é uma coisa absolutamente estranha.

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Juristas registram novo pedido de impeachment de Dilma

Novo documento apresentado em cartório nesta quinta inclui as chamadas pedaladas fiscais praticadas pela presidente em 2014 e 2015

Por Nicole Fusco
Veja.com
Juristas e movimentos pró-impeachmente registram novo documento pedindo a saída de Dilma num cartório em São Paulo
(Nicole Fusco/VEJA)
Os juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Júnior e a advogada criminalista Janaína Pachoal registraram num cartório de São Paulo, na manhã desta quinta-feira, um novo pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. A apresentação do documento foi acompanhada pelo líder do PSDB na Câmara, deputado Carlos Sampaio (SP), e pelos representantes de movimentos pró-impeachment Rogério Chequer, Kim Kataguiri e Marcello Reis.
O próximo passo será a entrega do documento para apreciação do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), nesta sexta-feira.
O documento é similar ao pedido de impeachment original assinado pelos juristas, mas foi ampliado com os recentes argumentos do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Ministério Público de Contas sobre as chamadas pedaladas fiscais de Dilma em 2014 e também em 2015.
No ato de registro do texto hoje, Miguel Reale Júnior comentou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu o rito estipulado pelo presidente da Câmara para tramitação dos pedidos de impeachment. Para ele, o Supremo invadiu o Regimento Interno da Câmara. "O presidente Eduardo Cunha está seguindo o que está estabelecido no Regimento e na tradição da Casa. O que o Supremo fez foi invasão", disse. Já Bicudo acredita que a corte decidiu de acordo com o PT.15/10/2015-DO R.DEMOCRATICA