PAZ AMOR E VIDA NA TERRA
" De tanto ver triunfar as nulidades,
De tanto ver crescer as injustiças,
De tanto ver agigantarem-se os poderes
nas mãos dos maus, o homem chega
a desanimar-se da virtude,
a rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto".
[Ruy Barbosa]
Desde
sexta-feira, 24 de abril, um grupo de cidadãos inconformados com nossa
situação política está em marcha em defesa da nossa liberdade. Estão
caminhando de São Paulo a Brasília, com um manifesto e uma pauta de exigências, das quais a primeira é o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Chegarão lá dia 27 de maio.
O pessoal do Movimento Brasil Livre
merece todo o meu respeito e admiração. Estão percorrendo mais de 1000
km para que os políticos, a imprensa e a população em geral se dêem
conta do surrealismo em que se transformou nossa República. O Le Monde e o The Guardian se interessaram pelo movimento. A Folha de S.Paulo
também fez uma matéria. Com a honestidade intelectual que a
caracteriza, compara a Marcha à Coluna Prestes! Mas eles não querem nem
saber e estão a cada dia avançando e juntando gente por onde passam.
Saíram da Praça Panamericana, em 24 de
abril. Chegaram a Jundiaí no dia 25 à tarde. Fizeram um evento na Praça
da Matriz na manhã do dia 26 e seguiram até Vinhedo. Hoje, 27, houve um
evento em Valinhos e eles caminharam até Campinas. Em cada lugar por
onde passam, mais e mais pessoas se unem à Marcha pela Liberdade. A
programação desta terça-feira, 28, é um evento às 13h, na Praça das
Bandeiras, em Sumaré, e outro às 19h, na Praça do Trabalhador, em
Americana.
O brasileiro sempre foi um povo de pouquíssimos espantos. No país
dos absurdos, o ponto de exclamação deixou de fazer parte dos hábitos
nacionais. Quando se imaginava que o Brasil estava mesmo condenado à
falta de estupefação, o juiz Sérgio Moro horrorizou todo mundo em
novembro de 2014. O magistrado ressuscitou o assombro ao colocar o
baronato da construção civil para dormir nos colchonetes da carceragem
da Polícia Federal, em Curitiba. Com seus mandados de prisão, Moro
transformou a Operação Lava Jato num ponto fora da curva.
28.abr.2015
- Por 3 votos a 2, a segunda turma do STF (Supremo Tribunal Federal)
concedeu nessa terça-feira (28) liberdade ao empreiteiro Ricardo Pessoa,
dono da UTC, que foi preso pela Polícia Federal por suspeita de
participação na operação Lava Jato. O Supremo também pode determinar que
ele cumpra prisão domiciliar. Além dele, oito acusados de participação
no esquema de corrupção na Petrobras, seis executivos e dois
funcionários de empreteiras também poderão cumprir a pena em casa Leia maisPedro Ladeira/Folhapresss
Antes
que o pasmo fizesse aniversário de cinco meses, a 2ª turma do STF
tratou de puxar o ponto de volta para perto da curva. Em decisão
apertada —três votos contra dois— o Supremo transferiu
nove empreiteiros dos colchonetes do PF’s Inn para os lençois de linho
egípcio da prisão domiciliar. Restituiu-lhes o conforto às vésperas de
prestarem depoimentos sobre o assalto aos cofres da Petrobras.
Restaurou-se a anormalidade, tão normal no Brasil quanto as escamas no
peixe.
A decisão do STF foi tomada numa sessão em que se julgou um
pedido de habeas corpus formulado pela defesa de Ricardo Pessoa.
Trata-se do dono da UTC, apontado pelos operadores da Lava Jato como
coordenador do cartel que tomou de assalto a Petrobras. Como o mandado
que levara Pessoa à cadeia incluía os nomes de outros oito empreiteiros,
o STF decidiu estender o linho egípcio para os demais.
Relator do
processo, o ministro Teori Zavascki anotou em seu voto que “a sociedade
tem justificadas e sobradas razões para se indignar” com a
petrorroubalheira. Acrescentou que as pessoas têm motivos para “esperar
uma adequada resposta do Estado, no sentido de identificar e punir os
responsáveis.”
Porém, prosseguiu Zavascki, “a sociedade saberá
também compreender que a credibilidade das instituições, especialmente
do Poder Judiciário, somente se fortalecerá na exata medida em que for
capaz de manter o regime de estrito cumprimento da lei, seja na apuração
e no julgamento desses graves delitos, seja na preservação dos
princípios constitucionais da presunção de inocência, do direito a ampla
defesa e do devido processo legal.”
Na opinião de Zavascki,
avalizada pelos colegas Gilmar Mendes e Dias Toffoli, as razões
invocadas por Sérgio Moro para ordenar as prisões dos empreiteiros
perderam a razão de ser. Como os executivos afastaram-se formalmente dos
postos que ocupavam nas empresas, não teriam como reincidir nos crimes.
A
ministra Carmen Lúcia, vencida na ilustre companhia do colega Celso de
Mello, decano do STF, contrapôs às teses de Zavaschi um argumento tão
singelo quanto avassalador. “Testemunhas ainda podem ser reinquiridas.
Como não existe mulher quase grávida, não existe instrução [de
inquérito] quase acabada. Quando finalizar a instrução, esse quadro pode
mudar.”
Ante o argumento de Zavascki de que os presos não estavam
sendo soltos, mas transferidos para a prisão domiciliar, Carmen Lúcia
recordou que, em casa, os empreiteiros terão acesso a telefone, internet
e a outras formas de comunicação. Der resto, o fato de os executivos
estarem formalmente afastados das respectivas empresas não impede que
continuem mandando e, sobretudo, desmandando por baixo dos panos.
A
lógica linear do raciocínio de Cármen Lúcia não foi capaz de reverter o
placar. Natural. O brasileiro não resistiria a tanto espanto. Ele já
está acostumado com o Brasil da anormalidade —um país em que sempre
existiu a corrupção só de um lado.
A CPI dos Anões do Orçamento,
por exemplo, identificou os parlamentares corruptos. Mas fechou os olhos
para os corruptores. A consultoria fictícia de PC Farias atraiu para as
arcas clandestinas de Fernando Collor o dinheiro de empresários
graúdos. Alguns tiveram seus 15 segundos de má-fama. Mas nenhum teve de
dar muitas explicações. Estava entendido que aquilo tudo era normal. Era
a maneira de fazer negócios.
Só de raro em raro consegue
prosperar no Brasil a ideia de que o corruptor é tão culpado quanto o
corrupto. Agora mesmo, sob Dilma Rousseff, o governo se esforça para
retirar as empreiteiras da fogueira. Alega-se que desonestas são as
pessoas, não as empresas. Sustenta-se, de resto, que a ruína das
empreiteiras atrapalha o desenvolvimento do país e o bom andamento das
obras.
Nos autos da Lava Jato, a propina é pecado. Nos hábitos
nacionais, trata-se de uma das mais normais anormalidades da história
nacional. No papelório do processo, Ricardo Pessoa é o chefão do cartel
que trocou contratos na Petrobras por propinas. Na defesa sustentada
oralmente da tribuna do Supremo pelo advogado Alberto Toron, o
todo-poderoso do cartel é apenas um bom marido, um bom pai, um ótimo
avô. Uma pessoa cuja liberdade não oferece o mais remoto risco à
sociedade. Sendo assim, nada mais normal do que restaurar a
anormalidade. Os doutores soltam fogos. DO JOSIASDESOUZA-UOL
Postado por
Polibio Braga
on
4/28/2015 06:03:00 PM
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Teori Zavascki, o mais novo "herói do povo brasileiro". O PT e as
empreiteiras já podem entronizar sua foto nas galerias de honra de cada
um. Ele já tinha libertado Renato Duque a pedido de Lula, mas agora
resolveu afrontar a moralidade pública com mais libertações de bandidos
do Petrolão. A votação foi apertada no STF. Surpresa, mesmo, foi o voto
de Gilmar Mendes. De Teori e Toffoli não se esperava outra coisa.
Por 3 votos a 2, a segunda turma do STF (Supremo Tribunal
Federal) concedeu nessa terça-feira liberdade ao empreiteiro Ricardo
Pessoa, dono da UTC, e mais oito empreiteiros que foram presos pela Polícia
Federal por suspeita de participação na operação Lava Jato.
Teori, Toffoli e Mendes não respeitaram sequer os sucessivos habeas corpus negados por Sérgio Moro e pelo TRF de Porto Alegre.
O principal empreiteiro solto é o presidente do Clube do Bilhão, Quando
ele ameaçou delatar todo mundo, recebeu de Lula, de Dilma e do PT, a
promessa de que seria solto em seguida pelo STF.
Foi o que aconteceu hoje.
A decisão do STF é um escândalo e uma provocação.
Os empresários devem usar tornozeleira após deixar a
prisão e cumprirão prisão domiciliar.
Os votos favoráveis à soltura foram dos
ministros Teori Zavascki, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, e os contrários de
Cármen Lúcia e Celso de Mello.
Os demais empresários que serão soltos são Agenor
Franklin Medeiros, diretor-presidente da área internacional da OAS; Erton
Medeiros Fonseca, diretor de negócios da Galvão Engenharia; João Ricardo Auler,
presidente do Conselho de Administração da Camargo Corrêa; José Ricardo
Nogueira Breghirolli, apontado como contato do doleiro Alberto Youssef com a
OAS, Mateus Coutinho Sá Oliveira, funcionário da OAS; Sérgio Cunha Mendes, vice-presidente executivo da
Mendes Júnior; Gerson Almada,
vice-presidente da empreiteira Engevix;
e José Aldemário Pinheiro Filho, presidente da OAS.
Ricardo Pessoa estava preso desde a deflagração da sétima
fase da Lava Jato, em novembro do ano passado, e é apontado como o líder do
"clube" de empreiteiras que se reuniram para a formação de cartel,
segundo o Ministério Público. Também é acusado pelo Ministério Público de ter
participado de um esquema de pagamento de propina a ex-diretores da estatal
para auxiliar no fechamento de contratos.
A soltura representa uma derrota no STF do juiz Sergio
Moro, que julga os casos da Lava Jato em primeira instância. Os pedidos de
habeas corpus dos outros empreiteiros investigados na Lava Jato estavam sendo
negados pelo Supremo até o momento. Os ministros do tribunal alegavam que os
recursos ainda deveriam passar pela análise das instâncias inferiores como STJ
(Superior Tribunal de Justiça) e o TRF4 (Tribunal Regional Federal da 4ª
Região). O pedido julgado hoje já foi analisado e rejeitado por estas
instâncias DO POLIBIOBRAGA
Dilma e Edinho: tesoureiro foi promovido a ministro da Propaganda do governo
Felipe Moura Brasil
Edinho Silva, tesoureiro da campanha de Dilma Rousseff em 2014,
repassou mais de R$ 16 milhões a uma gráfica fantasma de Beckembauer
Rivelino de Alencar e Muller de Alencar, irmãos do jornalista governista
Kennedy Alencar. A apuração é do site O Antagonista, em excelente trabalho investigativo movido pela denúncia
da Operação Lava Jato contra a Gráfica Atitude, usada pelo tesoureiro
do PT João Vaccari Neto para lavar dinheiro do Petrolão.
Ao checar as despesas com gráficas da campanha eleitoral de Dilma
Rousseff através dos dados apresentados ao TSE pelo PT, chamou a atenção
a quantia exorbitante de 16.677.616 reais recebida pela gráfica VTPB
Ltda. O dinheiro foi repassado diretamente por Edinho Silva, como se pode ver neste recibo de 1.401.187 reais:
“Transação efetuada com sucesso por Edson Antonio Edinho Silva”
A VTPB está registrada na rua Atílio Piffer, 29, Casa Verde, São Paulo,
como se pode ler numa das notas fiscais apresentadas pelo PT ao TSE:
Neste endereço, no entanto, Mario Sabino encontrou apenas um pequeno galpão deserto.
Fotografia da fachada foi tirada nesta segunda-feira, às 13:06.
Sabino afirmou que “é uma portinha num prédio de dois andares. Nunca
houve uma gráfica ali, segundo o vizinho, Cícero. A portinha está
cerrada há anos”. O Antagonista verificou então o histórico da gráfica VTPB na Junta Comercial de São Paulo. “Ela
foi aberta em 21 de julho de 2008, com sede na Avenida Ipiranga, 1071,
conjunto 206, no centro de São Paulo. O objeto social era ‘Comércio
varejista de jornais e revistas. Agenciamento de espaços para
publicidade, exceto em veículos de comunicação.’ O nome popular para
isso é banca de jornais. Os titulares da empresa eram Beckembauer Rivelino de Alencar Braga (domiciliado em Campo Belo, Minas Gerais), e Muller de Alencar Castro Braga (domiciliado em São Paulo, Capital, na rua Dona Ana Barros, 320, Bloco A, apto. 73, Jardim Sônia).” Repito: ambos os titulares - Muller e Beckembauer – são irmãos de Kennedy Alencar. “O capital de 50.000 reais era dividido meio a meio.
“Em 4 de junho de 2009, Muller retira-se da sociedade e entra no seu
lugar Wilker Correa Almeida – que, atenção, fornece o mesmíssimo
endereço de domicílio de Muller.
Em 9 de novembro de 2011, houve uma redistribuição de capital.
Beckembauer passa a contar com 49.500 reais. Ou seja, torna-se
praticamente o único dono da VTPB.” Agora é que vem a jogada: “Pouco
antes do início da segunda campanha de Dilma Rousseff, em 25 de julho
de 2014, houve uma alteração da atividade econômica da empresa. No
objeto social, a VTPB passou a incluir ‘Sede para impressão de material
para uso publicitário, edição integrada à impressão de cadastros, listas
e outros produtos gráficos.’ O nome popular disso é material de
campanha eleitoral. A sede é mudada para a rua Atílio Piffer, 29, Casa
Verde, São Paulo. Endereço, por assim dizer, mais adequado para uma
gráfica do que a Avenida Ipiranga.”
Ou seja: o objeto social da VTPB foi mudado no período eleitoral, a fim
de poder emitir notas fiscais de serviços de impressão de folhetos e
afins. “No
dia 14 de agosto de 2014, apenas 19 dias depois da alteração do objeto
social, a VTPB emitiu a primeira nota para a campanha de Dilma Rousseff,
no valor de 148.000 reais. Só naquele mês, foram emitidas mais oito. No
total, foram 2.104.931 reais.” O Antagonista conclui:
“Em campanha eleitoral, lavar dinheiro com gráficas é fácil. Elas podem
imprimir alguns milhares de panfletos (ou nem mesmo unzinho, se a
gráfica for só um nome na junta comercial) e emitir notas fiscais
registrando que foram impressos milhões. Quem vai controlar? É o Lava
Gráfica.” Eu questiono: A imprensa não comprada vai questionar Edinho Silva, Beckembauer Rivelino e Dilma Rousseff
A oposição vai emparedar o PT Lava Jato neles! 27/04/2015 - DO R.DEMOCRATICA
A atriz Letícia Sabatella é quase tão
conhecida pelo seu engajamento político como por sua atuação na Rede
Globo, a mídia “capitalista” e “golpista” (sinônimos, segundo seus
próprios companheiros da esquerda radical). Em entrevista
ao Estadão hoje, mostrou como pretende fazer de tudo para permanecer na
vanguarda… do atraso. É a típica esquerdista caviar, que vive em seu
mundinho, em sua bolha, e posa de “consciente” contra os “alienados” –
aqueles que aderiram ao “sistema”.
Após desprezar as manifestações populares
que lotaram as ruas do Brasil em março e abril, que denotariam uma
“sombra coletiva terrível, racista, fascista, homofóbica e egoísta”, a
atriz enalteceu o MST e colocou a solução dos problemas nacionais na tal
“reforma política”, leia-se: o projeto petista de substituir a
democracia representativa pela direta, como aquela existente na
Venezuela (país que deveria ser idolatrado pela atriz, mas que sem
dúvida jamais seria escolhido como local para se viver, ao contrário da
França ou mesmo os Estados Unidos, sempre odiados no discurso).
Não acho que Sabatella seja
necessariamente hipócrita, ainda que claramente incoerente. Creio que
seu perfil combina mais com o da alienação, ironicamente o que ela
diagnostica na classe média trabalhadora hoje revoltada com o governo
Dilma. Sem embasamento teórico adequado, a atriz deixa sua autoimagem de
defensora dos oprimidos falar mais alto do que os fatos, e precisa crer,
de forma romântica, numa “solução mágica”, numa utopia igualitária.
Assim, ela ataca todo o “sistema”, os “egoístas” e “insensíveis” que só
pensam em ganhar mais, enquanto fecha ótimos cachês com o próprio
“capeta” capitalista.
Quando a atriz resolve dar pitaco sobre
educação, sai de baixo! Para ela, informação se obtém na internet, o que
torna as escolas obsoletas. Logo, o modelo de escolas conteudistas é
ultrapassado, e o ideal seria transformar as escolas em espaço para
“cidadania”, para a “formação do pensamento”. Em outras palavras:
esqueça a função da escola de instruir e transmitir conteúdo objetivo, e
vamos abraçar com vontade a estratégia de Paulo Freire e Gramsci para
“reformar a humanidade”, o que, na prática, significa apenas doutrinação
ideológica para produzir papagaios marxistas (alguns poderão até chegar
ao estrelato na Globo).
Ninguém deveria levar a sério a opinião
política ou ideológica de um ator ou uma atriz, pois não há
absolutamente nada que garanta seu conhecimento ou sabedoria sobre tais
tópicos. Infelizmente, não é assim que as coisas funcionam. A fama
obtida como ator ou atriz permite uma ampla audiência para a divulgação
de agendas políticas e ideológicas, quase sempre absurdas.
Por isso é preciso rebater as baboseiras
desses famosos, pois elas influenciam a população, que mistura as bolas e
presta atenção na mensagem só porque veio de alguém famoso. Não se
ligam que para atuar não é preciso ter conhecimento político ou
econômico algum. Algumas vezes basta ter um rosto bonito e saber mentir
bem, metamorfoseando-se em diferentes personagens de acordo com o
roteiro.
A bancada do PSDB na Câmara pretende
apresentar na próxima semana, “entre terça e quarta-feira”, o pedido de
impeachment da presidente Dilma Rousseff por crime de responsabilidade,
com base nas chamadas pedaladas fiscais, e por suposta omissão da
petista no esquema de corrupção da Petrobras. O líder do partido na
Câmara, Carlos Sampaio (SP), disse que apresentará o parecer dos
deputados ao presidente da legenda, senador Aécio Neves (MG) mas entende
que já há elementos suficientes para conseguir o impedimento da
presidente.
O PSDB aguarda um parecer do professor
Miguel Reali, antes de anunciar uma decisão sobre o tema. Tucanos como o
ex-presidente Fernando Henrique Cardoso se posicionaram contrários ao
pedido de impeachment. No entanto, Sampaio afirma que o protagonismo da
decisão é da bancada na Câmara. “Respeitamos a posição do ex-presidente
Fernando Henrique e dos ex-senadores que discordam, mas a Casa que
decide é a Câmara. A bancada tem clareza de que o momento enseja o
impeachment. As motivações dadas tanto no petrolão com a omissão dela
(presidente Dilma) como nas pedaladas fiscais, com o comportamento dela,
são elementos necessários”, disse Sampaio que afirma ter apoio de 95%
da bancada, embora não tenha apresentado um levantamento preciso.
Alguns notáveis juristas já crêem haver fundamentos legais para o impeachment, dentre eles Ives Gandra Martins (leiam aqui) e Modesto Carvalhosa (entrevista aqui).
O Ministério Público Federal conseguiu bloquear aproximadamente
R$ 1,4 milhão no exterior que estavam em contas de parentes de Nestor
Cerveró, ex-diretor da Área Internacional da Petrobras acusado de
envolvimento nos crimes investigados pela Operação Lava Jato. O
Blog obteve a informação de que um país estrangeiro confirmou nesta
semana o bloqueio de 305,9 mil libras esterlinas, o que na cotação desta
quarta-feira (22) era pouco menos de R$ 1,4 milhão. A suspeita é de que
o dinheiro seja fruto de desvios da estatal. Segundo um
procurador ligado ao caso, o MP descobriu que a esposa de Cerveró fez
transferências internacionais -- do Brasil para o exterior -- para uma
conta no nome da irmã e de um cunhado. A suspeita do investigador
é de que a conta fosse encerrada em breve, motivando, assim, o pedido
de bloqueio até que sejam dissipadas as dúvidas sobre a origem do
dinheiro. O Ministério Público Federal não dará outras informações sobre o caso até que as investigações sejam concluídas. O
ex-diretor da Área Internacional da Petrobras é acusado de receber mais
de US$ 40 milhões em propinas no esquema revelado pela Lava Jato. Réu
em duas ações penais, ele é também investigado pelo MPF do Rio de
Janeiro no caso relacionado à compra da refinaria de Pasadena, no Texas. Procurado
pelo blog, o advogado de Cerveró, Edson Ribeiro, informou que ainda não
tinha sido informado sobre o bloqueio e, por isso, não poderia
comentá-lo. “Só quando for oficial”, diss DO Matheus Leitão-G1
O Dr. Lula da Silva,
considerado patrocinador e “figura carismática” da esquerda
sul-americana, anda cada vez mais desarvorado. Não é para menos. O velho
malandro já percebeu que o brasileiro não engole mais suas patranhas de
provedor da luta de classes e “patrono da causas populares” – um mito
que se esfrangalhou desde que a nação entendeu, pela exacerbação dos
escândalos em evidência, que o finório politiqueiro não passa de um
abastado burguês do tipo “novo rico”, aboletado em apartamento de luxo,
com triplex em balneário da moda, a se fartar de taças de Romanée-Conti
(vinho de banqueiros internacionais, US$ 12.500 a garrafa) e proteger
amigas dispendiosas (ainda que mantidas com as rebarbas da grana
pública). De
fato, mais que desarvorado o doutor Lula, diante da adversa realidade
política e social que se lhe apresenta como irreversível, tornou-se um
caso clássico de histeria, manifesta nas suas encenações de arroubos e
gestos convulsivos e na contínua explosão da voz roufenha a proferir
ameaças radicais – sintomas inequívocos do que o psiquiatra Charcot
chamava de “simulação neurótica”. No resumo da opereta, fingindo não
perceber a crescente escala de indignação que toma conta do país contra
os seus atos criminosos, o manda-chuva do PT, na sua insensatez autista,
parece repetir a fala do tirano Muammar Kaddafi antes de morrer a
pauladas pelas mãos da população líbia enfurecida depois de anos de
privações, mentiras e muita demagogia: “Mas vocês… Esperem!… Por que
vocês querem me matar?”. Recentemente,
num ato público em que se apresentava como “defensor da Petrobras”,
empresa falida pela ação fraudulenta do partido de sua propriedade, o
PT, Lula, para intimidar os manifestantes contrários, ameaçou colocar o
“Exército de Stédile” nas ruas, vale dizer, os milhares de militantes
profissionais do MST, CUT e da famigerada UNE, além dos milhares de
milicianos recrutados em Cuba, Venezuela, Haiti, Angola e Guiné
Equatorial, todos a compor um exército armado de milicianos que se aloja
no Brasil mantido pela grana bilionária saqueada dos cofres de empresas
como a Petrobras. (Aliás,
a propósito dos milhares de milicianos do Haiti que entraram no Brasil
pelas portas escancaradas do governo petista do Acre, muitos deles foram
flagrados, de porrete em mãos, nas manifestações de rua em “defesa da
Petrobras”, na frente da ABI, no Rio de Janeiro). Mas,
a verdade é que hoje, diante da decidida vontade da população
brasileira, o “Exército de Stédile”, no fundo comandado por Lula, é um
exército de merda, exército de merda, repito, e covarde. Tal qual o
exército dos 127 guerrilheiros comandados por Guevara nas selvas do
Congo, posto a correr, vergonhosamente, pelos 70 soldados do coronel
irlandês Mike Hoare, em 1965. De
minha parte, penso que não há o que temer do aparato miliciano açulado
por tipos como Stédile, um tigre de papel. Temível é a tropa de petistas
e simpatizantes escalada para tomar conta do STF, nomeadamente Luís
Roberto Barroso, Lewandowski, Dias Toffoli, Rosa Weber, Teori Zavascki
e, na ante-sala da Suprema Corte, o advogado Luiz Edson Fachin, venerado
pela CUT e o MST, uma gente capaz de livrar a cara de Zé Dirceu com
menos de um ano de cadeia e defender Cesare Battisti, o terrorista
condenado à prisão perpétua na Itália por matar quatro pessoas, entre
elas duas crianças. (*)
Ipojuca Pontes, ex-secretário nacional da Cultura, é cineasta,
destacado documentarista do cinema nacional, jornalista, escritor,
cronista e um dos grandes pensadores brasileiros de todos os tempos. DO R.DEMOCRATICA
Ao divulgar o balanço
da Petrobras, Aldemir Bendini, presidente da companhia, pediu
“desculpas em nome dos funcionários.” Disse que “há um sentimento de vergonha.”
A maior injustiça que se pode cometer com a estatal é acomodar nos
ombros do seu corpo funcional toda a responsabilidade pelo desastre
escancarado na escrituração tardia. Essa ruína tem nome(s): Lula e Dilma
Rousseff.
Por delegação de Lula, a Petrobras está sob a alçada de
Dilma desde a chegada do PT ao poder federal, em janeiro de 2003.
Primeiro, ela foi ministra de Minas e Energia, de cujo organograma pende
a estatal. Depois, acumulou as atribuições de supergerente da Casa
Civil com a presidência do Conselho de Administração da Petrobras. Em
seguida, como presidente da República, centralizou todas as funções
anteriores.
Lula e Dilma já disseram que não sabiam de nada sobre a
pilhagem que pôs a Petrobras de joelhos. Agora, além da piada da
cegueira, a dupla terá de arranjar uma lorota para justificar a
incompetência. Os números oficiais informam que a corrupção não foi o
maior problema da Petrobras. A inépcia gerencial foi sete vezes superior
à roubalheira.
Os auditores lançaram na coluna do passivo perdas
de R$ 50,8 bilhões. Desse total, R$ 6,194 bilhões referem-se ao câncer
das propinas escarafunchadas na Operação Lava Jato. Os outros R$ 44,63
bilhões viraram fumaça por conta da incúria administrativa. Nessa conta,
entram delírios nascidos da megalomania de Lula e do interesse em fazer
uns dinheirinhos para saciar os apetites do conglomerado partidário que
gravita na órbita do governo.
Cancelaram-se novas etapas da
refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, e do Comperj, no Rio. Foram
enviadas às calendas as refinarias companheiras do Ceará e do Maranhão,
prometidas pelo morubixaba do PT aos clãs Gomes e Sarney,
respectivamente.
Sob Lula, Dilma engolira todos esses
empreendimentos sem esboçar contrariedade. Se discordasse, teria sido
enviada ao olho da rua pelo chefe. Ou teria pedido o boné. Preferiu
ficar. Mais que isso: sucedendo o criador, optou por manter o discurso
triunfalista e as obras delirantes. Pior: escamoteou a movimentação dos
representantes da bancada do dinheiro na diretoria da Petrobras.
Admita-se,
para efeito de raciocínio, que o grosso do escândalo que carcome a
administração Dilma foi jogado no colo dela pelo antecessor. A criatura
teve uma chance de espantar a macumba do criador há pouco mais de um
ano. Em março de 2014, numa resposta ao Estadão, Dilma
informara em nota que, como presidente do Conselho Administrativo da
Petrobras, aprovara a compra da refinaria texana de Pasadena com base em
“informações incompletas'' deitadas sobre um “parecer técnica e
juridicamente falho'' pelo então diretor Nestor Cerveró.
Dias
depois, o juiz Sérgio Moro mandou a Polícia Federal prender Paulo
Roberto Costa, um ex-diretor da Petrobras que deixara a empresa sob
elogios da direção. Podendo associar-se a sério aos esforços para
lancetar o tumor, Dilma se deixou enquadrar por Lula e pela banda do PT
que traz um código de barras na lapela.
Criticada pelo “erro” do sincericídio
da nota sobre Pasadena, a presidente recolheu a língua e liberou seus
operadores para negociarem o silêncio de Cerveró e de Paulinho. Com
isso, abriu mão de se tornar solução para continuar sendo parte do
problema. Por azar, Paulinho decidiu lutar pela redução de suas penas
com o suor do seu dedo. Foi imitado por outros 15 delatores.
Na
noite passada, ao informar que a Petrobras registrou prejuízo de R$
21,58 bilhões no ano de 2014, invertendo o lucro de R$ 23,6 bilhões que
amealhara em 2013, Aldemir Bendini construiu uma analogia aérea:
“Vejamos o caso de um desastre aéreo. É sempre através dele que se
aperfeiçoam as medidas de segurança. Vamos dizer que a gente passou por
um grande desastre. Isso servirá para que a gente invista cada vez mais
em governança.”
A imagem, por infeliz, remete a plateia à tragédia
aérea mais recente, aquela em que o copiloto Andreas Lubitz trancou o
piloto do jato da companhia Germanwings do lado de fora da cabine e
mergulhou o voo 4U9525 nas montanhas dos Alpes franceses, matando 150
pessoas. Se Dilma bobear, Lula ainda vai bater à sua porta para, num
desespero simulado, assumir o papel do piloto inocente. DO JOSIASDESOUZA-UOL
Nascida
em 22 de abril de 2009, a coluna convida os leitores a incluir na
celebração do 6° aniversário a leitura dos cinco versos finais de “A
Morte do Leiteiro”, do grande Carlos Drummond de Andrade:
DUAS CORES SE PROCURAM,
SUAVEMENTE SE TOCAM,
AMOROSAMENTE SE ENLAÇAM,
FORMANDO UM TERCEIRO TOM
A QUE CHAMAMOS AURORA.
O epílogo do poema é um resumo do Brasil deste singularíssimo 2015.
Justificadamente indignados, aflitos ou perplexos com os estragos
decorrentes das crises econômica, política, moral e institucional,
numerosos leitores e comentaristas ainda não vislumbram a luz que há por
trás das sombras: além de torná-la irreversível, a derrocada da
economia apressou a agonia da seita lulopetista.
Desemprego e inflação tiram o sono e o sossego, mas fazem à vista.
Acossados pela volta dos dois fantasmas, milhões de brasileiros enfim
enxergaram a devastação produzida por 12 anos de inépcia, embuste e
corrupção, fora o resto. Não será fácil pagar a conta da farra. Nâo
deixa de ser um consolo testemunhar o encerramento da festa bilionária
no grande clube dos cafajestes no poder.
Há seis anos, quando esta ilha se incorporou no Dia do Descobrimento
ao diminuto arquipélago ocupado pelo jornalismo independente, os
brasileiros decentes eram menos de 10% no universo das pesquisas de
opinião. Mas não nos rendemos. Os liberticidas patológicos fizeram o
diabo para exterminar a oposição real. Mas não capitulamos. “Vamos
ganhar porque temos razão”, aqui se repetiu incontáveis vezes, sobretudo
em momentos de compreensível pessimismo. E então se deu a brusca
mudança da paisagem.
Semanas depois da reeleição de Dilma Rousseff, o imenso viveiro de
abúlicos começou a despertar, milhões de conformados entenderam que o
espetáculo do cinismo fora longe demais. Hoje, os que sonhavam com o
poder absoluto e eterno só tapeiam 13% de fanáticos e desinformados que
acham “bom” ou “ótimo” o pior governo da história. Nas ruas, as
manifestações promovidas pela companheirada reúnem menos gente que
quermesse de lugarejo.
Nas pesquisas de opinião, Dilma coleciona recordes de impopularidade.
É difícil acreditar que completará o mandato. Lula já aparece abaixo de
Aécio Neves na disputa pela presidência. O bando para o qual os fins
justificam os meios é uma espécie em extinção. O país que presta agora é
muito maior que o outro. A noite que começou em 2003 vai chegando ao
fim.
Brindemos ao aniversário da coluna e também à tenacidade da
resistência democrática, amigos. Falta pouco para a consumação da
derrota definitiva da tribo fora da lei. Como nos versos de Drummond, o
horizonte claro/escuro anuncia a aproximação da aurora. DO A.NUNES
Os
números da Petrobras que vieram a público não derivam de uma tramoia
urdida pela oposição. Também não decorrem de alguma armação orquestrada
por adversários do estatismo. Aldemir Bendine, atual presidente da
empresa, que acompanhou a confecção do balanço, é um petista com extensa
folha de serviços prestados ao petismo. Foi posto na estatal para,
vamos dizer, arranjar as coisas: nem poderia ser inconvincente a ponto
de o mercado dar de ombros e considerar o balanço uma empulhação; nem
poderia ser, vamos dizer, de um realismo cru.
E foi
esse misto de realismo e prudência industriada que produziu, ainda
assim, números espantosos: o prejuízo da Petrobras, no ano passado, foi
R$ 21,587 bilhões. O custo-corrupção, por enquanto, está em R$ 6,194
bilhões. A revisão dos ativos levou a uma baixa de R$ 44,636 bilhões. O
ano passado terminou com a empresa devendo R$ 351 bilhões. O
irrealismo, ou surrealismo, em que a empresa estava metida era de tal
ordem que o mercado internacional até que reagiu bem aos números. Talvez
aconteça o mesmo por aqui nesta quinta.
Atenção,
meus caros! A admissão desses números não decorreu de uma iniciativa
interna, dos comandantes da empresa, do governo, das autoridades
públicas responsáveis pela área. Tratou-se de uma imposição da
consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC) para continuar a auditar o
balanço.
Eis
aí o resultado de 12 anos de gestão petista. Como ignorar que o modelo
de eficiência e gestão da Petrobras, cantado em prosa e verso, permitiu
que a empresa se tornasse um covil, uma associação criminosa, um
valhacouto, um abrigo de larápios? E sempre caberá a pergunta óbvia e
obrigatória: onde mais?
E que
se note: a empresa não exibe esses resultados desastrosos apenas por
causa da corrupção. A ela se somam também a má gestão, as decisões
equivocadas, a tacanhice ideológica e a vigarice intelectual. A
Petrobras chega à pior situação de sua história — trata-se da petroleira
mais endividada do planeta — porque o petismo usou o preço do
combustível para compensar sua política econômica canhestra e caduca.
Agora mesmo, enquanto escrevo, a estatal vende combustível com prejuízo
em razão da questão cambial. Isso será corrigido?
É
preciso ir além. Dados os números, a empresa terá de vender ativos e,
por óbvio, não poderá arcar com as obrigações que lhe impõe o regime de
partilha do pré-sal. Mas a estupidez e a ideologia barata continuarão a
deitar a sua sombra sobre a racionalidade.
O
passado da Petrobras, mesmo com um encontro de contas, que acabará sendo
recebido até com boa-vontade pelo mercado, é esse que vemos, com tais
números. Mas que futuro aguarda a empresa brasileira? Basta olhar para o
mercado mundial de petróleo para constatar que o nacionalismo bocó,
misturado com a ladroagem mais nefasta, conduz a Petrobras à
inviabilidade.
Eu
poderia deixar barato, mas não vou, não. Dilma é a chefona do setor
energético — e também da Petrobras — há 12 anos. Está no 13º. Esta
senhora só admitiu que poderia haver algo de errado na empresa 15 dias
antes da eleição — e ainda o fez de modo obliquo. Em 2009, já
pré-candidata à Presidência, a então chefe da Casa Civil foi a público
para tentar implodir, e conseguiu, a CPI da Petrobras.
Vejam o vídeo abaixo. Eu transcrevo a sua fala em seguida.
“Eu
acredito que a Petrobras é uma empresa tão importante do ponto de vista
estratégico, no Brasil, mas também por ser a maior empresa, a maior
empregadora, a maior contratadora de bens e serviços e a empresa que,
hoje, vai ocupar cada vez mais, a partir do pré-sal, espaço muito
grande, né?, ela é uma empresa que tem de ser preservada. Acho que você
pode, todos os objetos, pelos menos os que eu vi da CPI, você pode
investigar usando TCU e o Ministério Público. Essa história de falar que
a Petrobras é uma caixa- preta… Ela pode ter sido uma caixa-preta em
97, em 98, em 99, em 2000. A Petrobras de hoje é uma empresa com um
nível de contabilidade dos mais apurados do mundo. Porque, caso
contrário, os investidores não a procurariam como sendo um dos grandes
objetos de investimento. Investidor não investe em caixa-preta desse
tipo. Agora, é espantoso que se refiram dessa forma a uma empresa do
porte da Petrobras. Ninguém vai e abre ação na Bolsa de Nova York e é
fiscalizado pela Sarbanes-Oxley e aprovado sem ter um nível de controle
bastante razoável”.
Nota:
Sarbanes-Oxley é o nome de uma lei dos EUA (formado a partir dos
respectivos sobrenomes de um senador e de um deputado), de 2002, que
estabelece mecanismos de transparência contábil para as empresas que
operam na Bolsa dos EUA.
Enquanto Dilma dizia essas coisas, os ratos corroíam a Petrobras.
Convenham: quando menos, Dilma deveria ser enviada para uma cadeia moral, não é mesmo?