sexta-feira, 24 de outubro de 2014

SEDE DE VEJA ATACADA POR TERRORISTAS DO PT

Sede da revista Veja sendo atacada pela milícia terrorista do PT nesta noite em São Paulo. Clique sobre a imagem para vê-la ampliada.
Eis agora a comprovação do que tenho afirmado aqui no blog há quase uma década. O PT é um partido comunista radical, violento e que deseja transformar o Brasil numa república bolivariana no estilo da Venezuela.
O ataque à sede do Grupo Abril, que edita a revista Veja na noite desta sexta-feira, por uma milícia bolivariana do PT, é mais uma afronta ao Estado de Direito Democrática, sobretudo à liberdade de imprensa.
Um bando de psicopatas do PT pichou e depredou o prédio que abriga a redação da revista Veja, porque a revista publicou em sua edição que foi às bancas nesta sexta-feira, a reportagem-bomba revelando que Lula e Dilma sabiam tudo sobre a escandalosa roubalheira na Petrobras, segundo delatou o doleiro Alberto Youssef, o operador financeiro do petrolão.
Mais um motivo para nunca mais votar em ninguém do PT. Entretanto, uma pequena parcela de jornalistas, entre os quais este blogueiro, vem alertando há anos sobre realidade dos fatos que muitos não acreditaram e outros fingiram de forma oportunista não acreditar.
Espero que esse assalto ao Grupo Abril e às revista Veja sirva, de uma vez por todas, para que todos os brasileiros saibam que a nossa democracia, a nossa liberdade corre sério risco estando o Brasil nas mãos desses psicoptas do PT.
A informação do ataque à sede da revista Veja foi noticiada pela Folha de S. Paulo, esse jornal que ignorou o furo de reportagem de Veja, sobre o envolvimento de Lula e Dilma com a roubalheira da Petrobras, enquanto outros veículos de comunicação dera a matéria.
A Folha de S. Paulo tornou-se um panfleto do PT. Entretanto, nenhum brasileiro decente e democrata vai atacar a Folha de S. Paulo.
Particularmente, eu Aluizio Amorim, jornalista e advogado, estarei sempre defendendo a liberdade de imprensa, inclusive a liberdade da Folha de S. Paulo de fazer o que faz. Entretanto, a liberdade de imprensa me faculta o direito constitucional de criticar a Folha como qualquer outro veículo de comunicação.
Quem não quer a liberdade de imprensa é o PT que, estranhamente, a Folha de S. Paulo defende, não só defende, divulga e mistifica informações em favor de Lula, Dilma e seus sequazes.
DO ALUÍZIOAMORIM

VEJA SE ESGOTA NAS BANCAS E LANÇA TIRAGEM EXTRA NESTE SÁBADO

veja edição extra

O DEPOIMENTO EM AUDIO DE YOUSSEF EM QUE ELE DIZ QUE LULA LOTEOU A PETROBRAS

Abaixo, o depoimento de Alberto Youssef que não estava protegido por sigilo de Justiça, em que ele afirma que Lula loteou a Petrobras entre  os aliados.





MERCADO AVISOU QUE AÉCIO NEVES SUBIU! Divulgue este banner com os resultados dos principais trackings. Estamos na frente, rumo à vitória, com Aécio Presidente.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Os trackings, pesquisas diárias feitas em série, por telefone, acertaram no primeiro turno. Os institutos erraram feio. Não vamos deixar que pesquisas manipuladas desestimulem a nossa militância. A verdade está nos trackings. E os trackings mandaram avisar: é Aécio Presidente! 
DO CELEAKS COTURNONOTURNO

Dilma ignora seus próprios critérios, faz ataque absurdo à VEJA, demonstra pouco apreço pela liberdade de imprensa e parece tentada a brincar de Chávez que quase fala português. Ou: Tentando intimidar o Jornal Nacional

A senhora Dilma Rousseff, dublê de presidente e candidata, passou de todos os limites. Ela se esqueceu de que existe uma Constituição no país. No horário eleitoral do PT, acusou a revista VEJA de praticar “terrorismo eleitoral”. Referindo-se à reportagem da revista, segundo a qual o doleiro Alberto Youssef afirmou à Justiça e ao Ministério Público que Dilma e Lula sabiam da roubalheira da Petrobras, afirmou a governanta:
“Não posso me calar frente a esse ato de terrorismo eleitoral articulado pela revista ‘Veja’ e seus parceiros ocultos. Uma atitude que envergonha a imprensa e agride a nossa tradição democrática. Sem apresentar nenhuma prova concreta e mais uma vez baseando-se em supostas declarações de pessoas do submundo do crime a revista tenta envolver diretamente a mim e ao presidente Lula nos episódios da Petrobras, que estão sob investigação da Justiça”.
Então vamos ver todas as falhas em que incorre a senhora presidente, que fala como candidata, e a candidata, que tem a pretensão de falar como presidente:
1. Quem tem parceiros ocultos na subimprensa é o governo federal, que financia veículos de comunicação, especialmente os chamados blogs sujos. O pior é que esse financiamento é feito com dinheiro público, com a publicidade da administração direta e das estatais.
2. No debate da Jovem Pan-UOL-SBT, Dilma levou ao ar a acusação de que Sérgio Guerra, ex-presidente do PSDB, já morto, também teria recebido dinheiro do esquema. A acusação havia acabado, então, de ser publicada por Monica Bergamo na Folha. Atento, um assessor de Dilma lhe contou a história, e ela, claro!, a usou contra Aécio. Nesse caso, garanto que Dilma não viu nada de errado. Certamente acha que a jornalista estava apenas cumprindo a sua função. A propósito: os parceiros ocultos do PT que agora censuram a reportagem de VEJA não reclamaram quando a Folha publicou o texto com a acusação contra o tucano.
3. O que envergonha a imprensa, senhora candidata-presidente e senhora presidente-candidata, é dispor de uma informação e não publicá-la com receio de seu efeito eleitoral. É a senhora que disputa o poder, não a VEJA. A revista não tem a obrigação de servir às suas conveniências.
4. Youssef é do submundo do crime? Pois é. Ocorre que ele operava em parceria com diretores da Petrobras nomeados por Lula e que permaneceram no cargo em parte do seu governo. Diga-me, senhora presidente: como é que pessoas do submundo do crime conseguiram se apoderar da maior estatal do país? Quem as indicou?
Dilma foi adiante e afirmou: “Com das outras vezes, [a revista] vai fracassar no seu intento criminoso. A Justiça livre desse país seguramente vai condená-la por esse crime. Ela e seus cúmplices vão falhar. O povo brasileiro é inteligente para discernir a mentira da verdade”. Disse ainda: “O povo brasileiro dará a resposta à ‘Veja’ e seus cúmplices nas urnas, e eu darei a resposta a eles na Justiça”.
A Justiça é, sim, o lugar para aqueles que se sentem ofendidos, senhora presidente-candidata, senhora candidata-presidente. Tente lá demonstrar o crime cometido por VEJA e tente demonstrar por que a decisão tomada pela revista é diferente daquela tomada pela Folha em relação a Sérgio Guerra — procedimento que a senhora endossou, tanto que citou o texto em debate.
Não falo em nome da VEJA porque escrevo aqui o que quero. Mas não e difícil demonstrar que a senhora e seu partido estão atacando a reputação da revista. Se sou a VEJA, vou, sim, à Justiça contra a presidente e a desafio a provar que é mentira o que foi publicado. E que fique claro: a revista publicou que, no curso da delação premiada, Yousseff disse à Polícia Federal e ao Ministério Público que Dilma sabia do que estava em curso na Petrobras.
Dilma emite um péssimo sinal: se reeleita presidente, parece que ela não está disposta a uma convivência civilizada com a imprensa independente, com aquela imprensa que não tem “parceiros ocultos”, financiados por dinheiro público.
Tudo indica que Dilma quer agora brincar de um Hugo Chávez que quase fala português. Não é um bom caminho. Se ela acha que é, resta o quê? A luta, não é mesmo, moçada?
PS – Toda a gritaria de Dilma tem um único objetivo imediato: intimidar o Jornal Nacional para que ele não noticie o que já se sabe do depoimento de Youssef — que é o fato. VEJA só o noticiou.
Por Reinaldo Azevedo

Recado aos jovens e idosos: não vamos destruir os sonhos de mudança

Vídeo em que faço um apelo aos jovens e idosos para que votem, mesmo sem obrigação, pois o país vive uma encruzilhada e é o futuro de todos em jogo.



DO RODRIGOCONSTANTINO-VEJA

A resposta de VEJA - Sobre a fala da presidente no horário eleitoral


A presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição, ocupou parte de seu horário eleitoral para criticar VEJA, em especial a reportagem de capa desta semana. Em respeito aos nossos leitores, VEJA considera essencial fazer as seguintes correções e considerações:
1) Antecipar a publicação da revista às vésperas de eleições presidenciais não é exceção. Em quatro das últimas cinco eleições presidenciais, VEJA circulou antecipadamente, no primeiro turno ou no segundo.
2) Os fatos narrados na reportagem de capa desta semana ocorreram na terça-feira. Nossa apuração sobre eles começou na própria terça-feira, mas só atingiu o grau de certeza e a clareza necessária para publicação na tarde de quinta-feira passada.
3) A presidente centrou suas críticas no mensageiro, quando, na verdade, o cerne do problema foi produzido pelos fatos degradantes ocorridos na Petrobras nesse governo e no de seu antecessor.
4) Os fatos são teimosos e não escolhem a hora de acontecer. Eles seriam os mesmos se VEJA os tivesse publicado antes ou depois das eleições.
5) Parece evidente que o corolário de ver nos fatos narrados por VEJA um efeito eleitoral por terem vindo a público antes das eleições é reconhecer que temeridade mesmo seria tê-los escondido até o fechamento das urnas.
6) VEJA reconhece que a presidente Dilma é, como ela disse, “uma defensora intransigente da liberdade de imprensa” e espera que essa sua qualidade de estadista não seja abalada quando aquela liberdade permite a revelação de fatos que lhe possam ser pessoal ou eleitoralmente prejudiciais.
24.10.2014

A ERA PT

Por João Alves

O pobre não entrava na faculdade. O que o PT fez? Investiu na Educação?
Não, tornou a prova mais fácil.
Mesmo assim, os negros continuaram a não conseguir entrar na faculdade. O que o PT fez? Melhorou a qualidade do ensino médio?
Não, destinou 30% das vagas nas universidades públicas aos negros que entram sem fazer as provas.
O analfabetismo era grande. O que o PT fez? Incentivou a leitura?
Não, passou a considerar como alfabetizado quem sabe escrever o próprio nome.
A pobreza era grande. O que o PT fez? Investiu em empregos e incentivos à produção e ao empreendedorismo?
Não. Baixou a linha da pobreza e passou a considerar classe média quem ganha R$300,00.
O desemprego era pleno. O que o PT fez? Deu emprego?
Não. Passou a considerar como empregado quem recebe o bolsa família ou não procura emprego. A saúde estava muito ruim. O que o PT fez? Investiu em hospitais e em infraestrutura de saúde, criou mais cursos na área de medicina?
Não. Importou um monte de cubanos que sequer fizeram a prova para comprovar sua eficiência e que aparentemente nem médicos são. (Um já foi identificado como capitão do exército cubano)
Alguém ainda duvida que esse governo é uma tremenda mentira?

AÉCIO EMBALA, BOLSA SOBE, DÓLAR CAI. Pesquisas de tracking e denúncias contra Dilma aumentam as chances do tucano.

O tracking BTG aponta Aécio com 52,5% e Dilma com 47,5%. O tracking do Itaú segue a mesma tendência, dando Aécio com 53% e Dilma com 47%. O tracking tucano aponta o candidato do PSDB com 53,5% e a petista com 46,5%. E a pesquisa Sensus, dando Aécio 9 pontos à frente de Dilma animou os investidores e confirmou as pesquisas internas, fazendo a Bolsa subir e o dólar perder valor.
No último pregão antes do segundo turno da eleição presidencial, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em alta de 2,42%, aos 51.940 pontos. Após iniciar o dia instável, o pregão chegou a marcar alta de 4,65%, mas perdeu intensidade ao longo da tarde. Segundo analistas, o movimento foi reflexo, em grande parte, da divulgação de uma nova pesquisa eleitoral, que aponta vantagem ao candidato Aécio Neves. 
Mesmo com o avanço, a Bovespa acumula queda de 6,79% nesta semana. Já o câmbio fechou em queda de 2,18%, a R$ 2,456 para compra e R$ 2,458 para venda. Ao longo do dia, a divisa chegou a recuar 2,6% (para R$ 2,46). Assim, a oscilação da divisa chegou a ser a maior desde o dia 6 de outubro, logo após o primeiro turno das eleições, quando a moeda registrou queda de 3,88% durante o dia. Na semana, o dólar acumula alta de 1,1%. Na quinta-feira, por exemplo, a divisa chegou a fechar a R$ 2,510 - na maior cotação desde dezembro de 2008.
De acordo com dados compilados pela Bloomberg, o real apresenta nesta sexta-feira a maior valorização frente ao dólar no mundo entre as 31 principais moedas no mundo. Segundo Raphael Figueredo, analista da Clear Corretora, a semana foi marcada por muita volatilidade, com os investidores preocupados com as incertezas eleitorais. - E essa incerteza acaba se refletindo no câmbio, como um reflexo da Bolsa, e no preços das ações das companhias, em especial, a Petrobras - diz Figueredo.
Segundo Hersz Ferman, da Elite Corretora, a alta da Bolsa e a queda do dólar refletem em parte os ajustes depois da forte queda de ontem e as notícias positivas para Aécio Neves. Hoje, cita Ferman, houve a divulgação de uma pesquisa, que mostra vantagem para o candidato tucano. Além disso, reportagem da revista "Veja" desta semana liga o ex-presidente Lula e a candidata à reeleição Dilma Rousseff à operação Lava-Jato, da Polícia Federal.
- Ontem, houve um movimento exagerado na Bolsa e no dólar, o que ajudou a descolar completamente do cenário externo. Então, hoje está ocorrendo um ajuste. Ao mesmo tempo, saíram notícias positivas para o candidato da oposição, o que acaba ajudando no humor do mercado. Mas as pesquisas eleitorais estão mostrando muita divergência, o que acaba aumentando a volatilidade da Bolsa, com movimentos fortes de alta e de queda - explicou Ferman.(Globo) DO CELEAKS
 

AMANTE DE LULA É CONDENADA


O boletim n° 4 do DataNunes constata: com 53% dos votos válidos, Aécio está 6 pontos à frente de Dilma. E vai ampliar a vantagem com a bala de prata revelada por VEJA

O boletim n° 4 do DataNunes constata: com 53% dos votos válidos, Aécio Neves está 6 pontos percentuais à frente de Dilma Rousseff, que não passou de 47%. A redução da distância entre os dois candidatos foi provocada pela ampliação do contingente de eleitores indecisos. Tal retração decorreu de acusações infamantes e outras torpezas disseminadas pelos devotos da seita que tem em Lula seu único deus e enxerga em Dilma a nada santa padroeira dos bandidos de estimação.
Os eleitores reticentes voltarão a engrossar o eleitorado de Aécio depois do debate transmitido pela Globo nesta sexta-feira, a partir das dez da noite. À farta munição de que dispõe o candidato da oposição acaba de juntar-se uma bala de prata calibre 45: a edição de VEJA que está chegando às bancas. Amparada num depoimento do doleiro Alberto Yousseff, preso no Paraná, a reportagem de capa informa que Lula e Dilma sabiam das tenebrosas transações nas catacumbas da Petrobras.
No primeiro turno, o desempenho de Aécio no debate promovido pela Globo garantiu-lhe a chegada à etapa decisiva. A reprise da performance vai tornar ainda mais retumbante a vitória sobre o bando para o qual o único crime hediondo é perder a eleição. Dilma não afundará sozinha: como os videntes de acampamento cigano não criam juízo, vem aí o segundo naufrágio dos institutos de pesquisa. 
DO AUGUSTONUNES

Aécio debaterá na TV Globo com uma ex-Dilma

Campanha presidencial 2014200 fotos

1 / 200
23.out.2014 - Manifestantes fazem ato pelo voto nulo na praça da Sé, no centro de São Paulo, na tarde desta quinta-feira (23) Cris Faga/Fox Press Photo/Estadão Conteúdo
Na noite desta sexta-feira, a TV Globo exibirá o último debate presidencial da sucessão de 2014 —Dilma ‘53%’ Rousseff X Aécio ‘47’ Neves. O telespectador que não quiser fazer papel de bobo precisa assistir antes ao debate levado ao ar pela mesma emissora em outubro de 2010. Nessa época, o tucano favorito para fazer de Dilma a próxima presidente da República era José Serra. As cenas estão disponíveis na internet. Nelas, soam cinco compromissos e declarações de Dilma:
Economia: AspasPequenas“Sabe por que aumentou arrecação [tributária]? A gente, que crescia 2,5%, às vezes zero, esse ano estamos crescendo. A discussão é se é 7%, 7,5% ou 8%. Quando isso acontece, você arrecada mais sem aumentar impostos.”
Corrupção: “Malfeito, você pode ter certeza que em qualquer lugar onde houver impunidade ou não houver investigação ele vai ocorrer. É importante investigar e punir doa a quem doer e atinja a quem atingir.”
Educação: “Não há como fazer qualidade da educação sem pagar bem o professor. [...] Por isso, farei da campanha para pagamento de salário dos professores uma das questões fundamentais ao meu governo. Pagar bem o professor é o grande desafio que nós temos nos próximos anos, para além de qualquer outra coisa. A educação não irá pra frente se não remunerar o professor.”
Segurança: “O governo federal sempre disse: ‘Não é comigo, segurança pública é com os Estados. Não acho isso. Eu tenho um compromisso: é tão grave o problema da segurança pública que a União é obrigada a fazer uma política em cooperação com os Estados e municípios. E isso significa, primeiro, melhorar as polícias civis e militares dos Estados. [...] Considero que também tem de dar condições para os Estados montarem centros de referência, tanto na área da investigação quanto na área da perícia criminal. [...] Proponho também a criação de polícias comunitárias, principalmente nos bairros populares.”
Saúde: “De fato, temos um problema sério de qualidade da saúde no Brasil. Temos, sim, e se a gente não reconhecer que tem, a gente não melhora. Assumo o compromisso de melhorar a saúde. Primeiro, jogando o peso do governo federal na fiscalização da qualidade da prestação do serviço. Depois que a gente aumentar os valores dos repasses para Estados e municípios, nós vamos ter que completar a estrutura do SUS. O SUS é incompleto.”
Costuma-se dizer que o brasileiro não tem memória. Bobagem. O que o patrício não tem mesmo é curiosidade. Quem se preocupa em rever a maravilha que Dilma pretendia vir a ser em 2010 percebe que ela se tornou em 2014 uma personagem pior do que já foi. Quem vê no tucano Aécio Neves uma opção ainda mais precária pode manter o voto na oponente dele. Mas fará isso sem passar por bobo, consciente de que optou por uma ex-Dilma.
Na economia, aquele crescimento chinês superior a 7% com que Lula eletrificou sua “poste” virou estagnação. As manchetes sobre corrupção não conseguem mudar de assunto. Mudam, no máximo, de corrupto. Não há vestígio de campanha presidencial em defesa dos contracheques dos professores. A segurança continua sendo feita integralmente de insegurança. E o SUS ainda é o mais extraordinário ponto de partida para construir algo inteiramente novo em matéria de saúde pública. Caos não falta.
DO JOSIASDESOUSA