segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Cristina e Lula perdem, e Macri vence na Argentina; sinal de alento na América do Sul

E Luiz Inácio Lula da Silva, hein? Atravessou a fronteira, foi fazer campanha eleitoral na Argentina e foi derrotado. O populismo mixuruca e troglodita teve a sua primeira derrota importante. No dia 6 de dezembro, será a vez de Nicolás Maduro levar uma surra nas eleições parlamentares da Venezuela. Sim, a onda chegará aqui. Vamos ver quando. Ou melhor: a onda já está aí. Vamos lá.
Mauricio Macri, da “Mudemos”, uma coligação de centro-direita, venceu as eleições e toma posse como o novo presidente da Argentina no dia 10 de dezembro. Com quase 99% dos votos apurados, ele obteve 51,46% das preferências, contra 48,54% do peronista Daniel Scioli. Chegam ao fim 12 anos do reinado do kirchnerismo, liderado primeiro por Néstor Kirchner, que governou de 2003 a 2007 — morreu em 2010 —, e, depois, por sua mulher, Cristina.
A economia argentina enfrenta severas dificuldades, e a tarefa de Macri não será nada fácil. Não custa lembrar como o casal Kirchner ascendeu ao topo do poder. Carlos Menem, que comandou por dez anos (1989-1999), havia destruído a economia do país. Foi sucedido por Fernando De la Rúa, da União Cívica Radical, que ficou apenas dois anos no poder. Foi deposto em dezembro de 2001.
O país chegou a ter cinco presidentes em janeiro de 2002, até que assumisse Eduardo Duhalde, que entregou o poder para Néstor Kirchner, em maio de 2003. Um desses presidentes ficou apenas uma semana no cargo — Adolfo Rodríguez Saá —, mas entrou para a memória nacional como aquele que deu, até então, o maior calote da história na dívida externa: US$ 102 bilhões. A dívida só voltou a ser renegociada a partir de 2005.
Dos estertores do governo Menem até a saída de De La Rúa, o país viveu o que se chama o período da “Tragédia”. O PIB despencou 20%, e a renda per capita, em dólares, caiu 68%.
Isso explica a ascensão do casal Kirchner. A legalidade havia chegado ao seu grau zero, e Néstor acabou obtendo carta branca da sociedade para pôr ordem na bagunça. A economia, mesmo com as dificuldades enfrentadas pelo calote, teve uma notável recuperação.
Cristina não era uma outsider da política. Não era apenas “a esposa”. Tinha a sua própria trajetória, e havia quem dissesse que ela era muito mais articulada intelectualmente do que o marido. Mas é evidente que, ao fazer da mulher a candidata à sua sucessão, Néstor e família passavam a tratar a política como um assunto doméstico, privado.
Ela venceu a disputa e se reelegeu em 2011. Uma concepção autoritária de poder, intolerante com a oposição e avessa à liberdade de imprensa — que se percebia já em seu primeiro mandato de maneira, vamos dizer, larvar — se manifestou com força nos últimos quatro anos.
No período, a economia do país começou a patinar, mas a presidente investiu pesado nos chamados “programas sociais”, incluindo a sua própria versão do Bolsa Família, manipulou escancaradamente os índices de inflação e, ora vejam, passou a atacar as ditas “elites do país”, aproximando-se dos governos bolivarianos da América do Sul. Ou por outra: o assistencialismo agressivo servia a um projeto autoritário de poder.
O kirchnerismo resolveu criar a sua própria corrente dentro do peronismo. Em 2006, surge um movimento com características francamente fascitoides chamado “La Cámpora”, destinado a intimidar os adversários nas ruas, nos sindicatos, nas redes sociais, em todo lugar. O grupo tem características de milícia mesmo.
Cristina chegou a testar a hipótese de mudar a Constituição para tentar um terceiro mandato, mas a reação da sociedade argentina foi bastante negativa. Ficou claro que ela não conseguiria realizar o seu intento. A campanha eleitoral por lá seguiu o padrão terrorista a que se assistiu no Brasil: o candidato oficial, Daniel Scioli, acusava Macri de pretender destruir os programas sociais se eleito.
Cristina deixa o poder com uma sombra terrível a se projetar sobre a sua biografia. Atende pelo nome de Alberto Nisman, o promotor. Ele apareceu morto um dia antes de depor no Congresso e acusar a presidente de envolvimento numa operação para esconder a responsabilidade do Irã num atentando terrorista que, em 1994, matou 85 pessoas numa entidade judaica (Amia). Na Argentina, a começar da própria promotoria, ninguém acredita em suicídio.
Vamos ver. Surge uma nova esperança na Argentina. Macri não é peronista nem pertence à tradicional União Cívica Radical, de perfil mais social-democrata. O presidente eleito da Argentina está mais próximo do pensamento liberal. Terá uma pedreira pela frente. O peronismo, com suas múltiplas frentes e faces, indo da extrema direita à extrema esquerda, é um adversário sempre perigoso.
Que a América do Sul continue a mudar e aposente outros populismos mixurucas. No Brasil de 2014, o medo venceu a esperança. Na Argentina de 2015, a esperança venceu o medo. E Lula perdeu junto com Cristina.
Por: Reinaldo Azevedo

COBERTURA DA ELEIÇÃO ARGENTINA PELA GRANDE MÍDIA BRASILEIRA FOI RIDÍCULA E VERGONHOSA

segunda-feira, novembro 23, 2015

POVO NA RUA: Esta imagem é um fotograma de cena passada pelo canal colombiano NTN24, que deu um show de informação ao vivo que os leitores do blog puderam acompanhar. Muito melhor do que os canais de televisão brasileiros. A verdade é que a imprensa brasileira há muito tempo foi para o vinagre. Não dá mais para ler e assistir
Não tem preço ver o jornalismo chulé da grande imprensa nacional choramingando, tentando dourar a pílula e, como sempre, dizendo e escrevendo besteiras quando não descamba para a defesa da imundice comunista que infesta o continente latino-americano e o caribe alcançando a América Central.

Refiro-me aos textos escritos e vociferados nos microfones das redes de televisão sobre a vitória da oposição na Argentina. A Folha de S. Paulo, como sempre, está quase de luto e procura chifres em cabeça de burro. Tenta aplacar a evidente porrada que o Foro de São Paulo levou no pleito argentino. Apressou-se, por exemplo, em informar que a Dilma irá à posse de Maurício Macri, o presidente eleito. 

O Estadão, velho de guerra, também não perde para a indigitada Folha e tascou com destaque no seu site que as classes populares temem perder as bolsas-esmola. Tá bom.

Entretanto, no decorrer da campanha eleitoral fecharam-se em copas. Isso era o indicador mais preciso de que o kircherismo estava com os dias contados. Só voltaram a cobrir a campanha argentina em cima do lance. A correspondente de 
O Globo informou que o clima era favorável ao candidato de Cristina Kirchner. Os institutos de pesquisa, como sempre, largaram pesquisas afirmando que Daniel Scioli, o candidato de Kirchner, seria o vitorioso. 

Portanto, analisando rapidamente o que rolou na grande mídia nacional, dá para se compreender porque jornalões e revistas semanais bóiam adoidado nas bancas. Afinal, os leitores encontram nos blogs e sites independentes e até mesmo nas redes sociais as informações que mais se aproximam da verdade dos fatos. Além de tudo não precisam gastar dinheiro comprando esse jornalismo chulé, velho, carcomido, antigo. Os diletos rapazes e raparigas da dita grande mídia continuam com suas patas fincadas nos albores do século passado. Viram o tempo passar na janela e não se deram conta. 

Muitos se mantêm nessa posição porque são idiotas mesmo. Outros porque mamam nas tetas estatais e estão vendo que mais dia menos dia o PT e suas franjas se reduzirão, no máximo, a partidos nanicos. A fonte vai secar mais do que a Cantareira. Se os Procuradores da Operação Lava Jato investigarem bem teremos o prazer e a satisfação inaudita de ver a cassação dos registros partidários da escumalha esquerdista. DO ALUIZIOAMORIM

domingo, 22 de novembro de 2015

'Não faltou lei. Faltou governo', diz senador que investigará tragédia de Mariana

domingo, 22 de novembro de 2015

'Há risco de desastres ainda maiores', diz senador que investigará tragédia de Mariana
Ricardo Ferraço (PMDB-ES) critica sucateamento do órgão responsável por monitorar as barragens de resíduos de mineração no país: 'Desorganização do governo chegou a nível de colapso'
Por: Laryssa Borges, de Brasília
22/11/2015
 Senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES)
Senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES): 'Não é falta de lei. É falta de governo, é falta de Estado'(Waldemir Barreto/Ag. Senado)
A gente olha para aquelas barragens e parecem barragens que crianças fazem nas praias.
São barragens feitas do próprio rejeito
Pouco depois das 16 horas do dia 5 de novembro, o distrito histórico de Bento Rodrigues, na cidade mineira de Mariana, foi varrido do mapa por uma enxurrada de 62 bilhões de litros de lama resultantes do rompimento de uma barragem da mineradora Samarco. Outros sete distritos de Mariana foram afetados. Doze pessoas morreram e moradores da região continuam desaparecidos. A fauna do rio Doce foi praticamente aniquilada e não há estimativa segura sobre a possibilidade de revitalização da bacia hidrográfica da região. Em Brasília, a quase 700 quilômetros de distância da tragédia, a presidente Dilma Rousseff nada fez de concreto - sobrevoou a região do acidente apenas uma semana depois do rompimento das barragens. No Congresso, a esfacelada base aliada trava uma briga de foice para, nas eternas discussões sobre um futuro marco regulatório da mineração, amealhar um naco dos bilionários royalties do setor: nenhum interesse real em ampliar a fiscalização das mineradoras, generosas doadoras nas últimas campanhas eleitorais. Duas semanas depois do pior desastre ambiental de que se tem notícia no país, o Serviço Geológico do Brasil mapeia com preocupação os estragos do mar de lama. Na Câmara dos Deputados, há mobilizações tímidas em torno de uma CPI e uma comissão externa foi criada. No Senado, também um conjunto de parlamentares se propõe a mapear os estragos e responsabilidades do desastre. Para o relator desse grupo, Ricardo Ferraço (PMDB-ES), a tragédia era "anunciada", já que governo e mineradoras se eximem ano após ano de fazer políticas estruturadas para o setor.
A tragédia foi negligência do governo federal? Ainda que não tivéssemos nenhuma informação precisa a respeito do nível de fragilidade das barragens de rejeito no Estado de Minas Gerais, essa é uma tragédia anunciada porque existem leis, um marco legal. A Lei 12.234, de setembro de 2010, estabelece todos os deveres, responsabilidades e diretrizes de barragens e detalha a responsabilidade evidente da companhia e do órgão público. Para mim nessa tragédia está caracterizada como uma omissão mútua. É claro que houve falha e omissão por parte da empresa e também por parte do órgão fiscalizador.
O Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) está sucateado há anos. O Departamento Nacional de Produção Mineral é um órgão falido, abandonado e não tem recebido por parte do governo qualquer atenção para que ele possa cumprir suas tarefas. Ao DNPM foi dada uma missão e não foram dados os meios para que ele pudesse cumprir a sua missão. Não é falta de lei. É falta de governo, é falta de Estado.
O DNPM não tem sequer gasolina para fiscais vistoriarem as barragens. O órgão sofreu ao longo do tempo uma brutal desidratação. O DNPM foi abandonado e hoje pode ser classificado como 'a pão e mexerica', como se diz popularmente. Isso é surpreendente porque a presidente da República, se não conhece, deveria conhecer a realidade desses fatos, já que foi ministra de Minas e Energia e chefe da Casa Civil. Deveríamos ter um DNPM equipado, mas o desmonte do Estado brasileiro coordenado pelos governos do PT desmontou tantos outros órgãos como esse. É bom que se diga que esses órgãos têm sido dirigidos por indicações políticas, são acordos partidários e políticos que dominam as principais diretorias dele. O DNPM não é um órgão que tem sido respeitado dada a sua importância. Só investiram 1,3 milhão de reais em fiscalização este ano.
O diretor de fiscalização da atividade minerária do DNPM, Walter Lins Arcoverde, chegou a dizer que o órgão não dá atestado de estabilidade. O DNPM classificava essa barragem da Samarco como barragem de baixo custo porque é gerenciada por uma empresa de classe global, as duas maiores mineradoras do mundo - a australiana BHP e a brasileira Vale. É evidente que houve uma falha inaceitável. Qualquer coisa que essas companhias façam para mitigar os efeitos e as consequências disso será muito pouco perto do prejuízo que estamos enfrentando em razão da deterioração do Rio Doce, que é uma das mais importantes bacias do Brasil. É impressionante como uma presidente da República que, além de ministra de Minas e Energia, teve seu fiel escudeiro Giles Azevedo como secretário nacional de Produção Mineral, não saiba o nível de deterioração e de ausência de capacidade do DNPM de cumprir a tarefa de fiscalizar. A prova desse sucateamento do DNPM é o próprio orçamento dele. A desorganização do Estado brasileiro está chegando a um nível de colapso.
O que o senhor achou dos valores preliminares das multas impostas à Samarco? Ficou comprovado o desleixo em relação a uma estratégia de contingência. Em caso de um acidente deste acontecer, quais são os melhores recursos para que vidas humanas fossem poupadas? Há menos de um ano houve um acidente dessa natureza no Canadá - até então o maior acidente do mundo - mas o volume de material sólido e a água e rejeitos em Minas é duas vezes e meia o acidente no Canadá. Historicamente temos o problema também de que grande parte dessas multas não são efetivadas. O governo federal dispõe de 30 bilhões de reais em multas por crimes ambientais, das quais para apenas para 5 bilhões de reais não há mais recursos. Ou seja, o governo sequer consegue cobrar as multas que pratica.
A presidente Dilma tem recebido críticas porque, ao liberar o saque do FGTS para vítimas em Mariana, classificou o episódio como "desastre natural" para fins de resgaste do benefício. É precipitado a presidente da República baixar um decreto considerando isso um acidente natural. Se é natural, não é culpa de ninguém? Com base em que esse decreto da presidente da República foi estruturado? Não é possível neste momento isentar quem quer que seja da apuração e da atribuição de responsabilidades. O leite está derramado. A lama está derramada.
Sempre que o Congresso começa a discutir o marco regulatório da mineração, o foco é a partilha de royalties, e não políticas de mitigação de danos ou de proteção ambiental. O Código de Mineração está tramitando há pelo menos cinco anos. Ele está derrapando, andando de lado lá na Câmara e não tem considerado questões estratégicas do setor de mineração. Ele tem olhado para a questão do quinhão, do quanto que é meu e do quanto que é seu. Essa discussão não está sendo séria. Esse puxa e estica é o que dominou a cena desse código, que adormece na Câmara dos Deputados à luz da necessidade de ser revistado. Mas sejamos sinceros, não é um problema de lei porque o problema das barragens não é um problema específico do Código.
A lei é suficiente? É um problema de lei? Acho que não. O que não faltam no Brasil são leis. O problema é a efetividade dessas leis. O fato objetivo é que a mineração no Brasil é olhada como uma coisa meio que marginal, acessória, ainda que seja uma atividade que gerou no ano passado 80 bilhões de dólares e ainda que haja responsabilidades, porque essas empresas pagam o royalty de mineração, o Cfem (Compensação Financeira pela Exploração dos Recursos Minerais), e parte desse Cfem deveria ir para o órgão exatamente para estruturar essas políticas.
O Cfem não está sendo pago. De 2009 a 2011, as empresas deveriam ter recolhido ao DNPM 160 milhões de reais de Cfem. Desembolsaram apenas 23% disso. Não repassam por desorganização, por sonegação, porque ninguém gosta de pagar imposto, porque o órgão não fiscaliza. A coisa é tão grave que o DNPM, por ausência de meios, fazia fiscalização por amostragem. Eles iam nas barragens de empresas menores, mais vulneráveis, porque imaginavam que em empresas de classe global, como a Samarco, estariam cuidando adequadamente.
Os presidentes da Vale e da BHP devem ser chamados à responsabilidade? Acho que sim. A Samarco tem dono, a Vale e a BHP. Além dos donos, tem um corpo executivo que precisa responder por essas coisas. Não queremos nos precipitar porque o presidente da Vale não tem responsabilidade no dia a dia da empresa. Mas simbolicamente evidentemente ele tem que ser chamado à responsabilidade.
Que tipo de trabalho a comissão externa do Senado fará em relação à tragédia de Mariana? A gente olha para aquelas barragens e parecem barragens que crianças fazem nas praias. São barragens feitas do próprio rejeito. A comissão vai diagnosticar o cenário das barragens, verificar por que os acidentes aconteceram e se propõe a fazer estudos para apontar caminhos para que esse tipo de tragédia não aconteça. Isso que aconteceu nessas barragens pode ser a ponta do iceberg porque, se essas barragens estavam com esse nível de fragilidade, e temos 660 barragens cadastradas no DNPM, qual é a real situação dessas barragens de rejeitos Brasil afora? Qual a garantia de que não vai acontecer de novo? Nada é tão ruim que não possa piorar. O que aconteceu é ruim, mas o que pode acontecer é muito pior. A tragédia que aconteceu tem uma dimensão inaceitável, mas precisamos ter a dimensão que pode acontecer mais tragédias. Não há hipótese de não esclarecermos todos esses fatos. Precisamos de respostas para o que aconteceu. É preciso que a gente avalie o grau de compensação que a companhia está atribuindo às cidades, às pessoas, às vidas humanas que foram ceifadas. Queremos avaliar tudo o que aconteceu, a capacidade da empresa, a atuação dela e a extensão do dano ambiental.
Não foi infeliz a Samarco dizer que não é o caso de pedir desculpas pela tragédia? Acho que a empresa está errando desde o começo em sua estratégia de relacionamento com a comunidade. Com as pessoas e lideranças da região há uma reclamação só: é como se a empresa achasse que está fazendo o máximo e não tivesse a compreensão para entender que o máximo que ela fizer é o mínimo para poder justificar isso que é injustificável. Acidentes acontecem, mas acidentes desse tipo não podem acontecer. Não tem porque acontecer.
Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/ha-risco-de-desastres-ainda-maiores-diz-senador-que-investigara-tragedia-de-mariana DO LILICARABINA

SOB AS BAIONETAS DA POLÍCIA DO PT E DO PMDB O MOVIMENTO BRASIL LIVRE LEVANTA O ACAMPAMENTO EM FRENTE AO CONGRESSO NACIONAL E AVISA QUE A LUTA CONTINUA PARA DERRUBAR DILMA, LULA E SEUS SEQUAZES.


O acampamento em frente ao Congresso Nacional chegou ao fim. Resistimos às ameaças petistas, resistimos aos ataques frequentes de linhas auxiliares do governo como MTST e CUT, resistimos ao cansaço, ao suor, ao frio e ao calor, e resistimos sempre pacificamente. A polícia conseguiu tirar o acampamento da frente do Congresso Nacional, mas jamais conseguirá tirar a idéia e o sonho de um Brasil livre, justo e próspero. As bandeiras e os valores que se instalaram em Brasília no último mês vão continuar lá, incomodando cada político corrupto que acha que se livrou de nós hoje. E Fica a promessa: voltaremos. E voltaremos cada vez maiores e mais fortes. Agradecemos a todo mundo que ajudou e nos deu uma força. A luta por um Brasil livre vai continuar. Não desistam, brasileiros.
Posted by Movimento Brasil Livre on Sábado, 21 de novembro de 2015
Neste video postado nesta noite de sábado no Facebook, Fernando Holiday, um dos líderes do Movimento Brasil Livre (MBL) explica que sob as baionetas da Polícia Legislativa, sob o comando de Renan Calheiros e Eduardo Cunha - leia-se PT - tiveram que levantar o acampamento que haviam erguido em vigília permanente para exigir o impeachment da Dilma na frente do Congresso Nacional.
Os andróides comunistas travestidos de jornalistas que editam os jornalões e seus portais fizeram de tudo para diminuir a presença dos manifestantes acampados na frente do Congresso. Entretanto, O Globo, abriu uma fotografia gigante em seu portal para mostrar o momento em que os jovens do MBL eram cercados pela polícia do PT. CLIQUE SOBRE A IMAGEM PARA VÊ-LA AMPLIADA
Brasília foi bafejada pelo hálito podre dos comunistas acumplicidados com o PMDB, o lixo político subserviente do PT. Mas o MBL não foi apenas expulso pelo PMDB, PT e PSB. Nos bastidores o vulto sinistro dos mega empresários nacionais, leia-se Bradesco, Itau, o grupo BRF presidido pelo Abílio Diniz, Grupo Gerdau, Rede Globo, RBS, Folha de S. Paulo e demais esbirros 'boliburgueses', ou seja, 'burgueses bolivarianos', como qualificam os ricaços donos da economia lá na Venezuela que se aliaram aos bolivarianos, emblema do neocomunismo instalado na América Latina pelo Foro de São Paulo. No Brasil ocorre a mesma coisa. Esse Foro é uma organização comunista fundada por Lula e Fidel Castro em 1990, destinada a sequestrar a democracia e a liberdade em toda a América do Sul, Caribe e América Central e tem o apoio da esmagadora maioria dos jornalistas da grande mídia. São esses andróides que sofreram lavagem cerebral nos cursinhos fajutos de jornalismo que promovem a brutal desinformação do povo brasileiro.

Lula, como é sabido, é o chefe geral e irrestrito do Foro de São Paulo, principalmente depois que o assassino Fidel Castro virou um morto vivo. 
O MBL vai desistir de continuar lutando? Não! Nem o MBL nem os demais movimentos democráticos que lutam bravamente para impedir a cubanização e/ou a venezuelização do Brasil e por isso têm o apoio de mais de 90% dos brasileiros.

Na página do MBL no Facebook abaixo da postagem do vídeo, há o seguinte texto:

"O acampamento em frente ao Congresso Nacional chegou ao fim. Resistimos às ameaças petistas, resistimos aos ataques frequentes de linhas auxiliares do governo como MTST e CUT, resistimos ao cansaço, ao suor, ao frio e ao calor, e resistimos sempre pacificamente.
A polícia conseguiu tirar o acampamento da frente do Congresso Nacional, mas jamais conseguirá tirar a idéia e o sonho de um Brasil livre, justo e próspero. As bandeiras e os valores que se instalaram em Brasília noúltimo mês vão continuar lá, incomodando cada político corrupto que acha que se livrou de nós hoje. E Fica a promessa: voltaremos. E voltaremos cada vez maiores e mais fortes.
Agradecemos a todo mundo que ajudou e nos deu uma força.
A luta por um Brasil livre vai continuar. Não desistam, brasileiros."
DO ALUIZIOAMORIM

sábado, 21 de novembro de 2015

Polícia retira manifestantes à força do Congresso Nacional - 21/11/2015


Sindicatos de servidores do judiciário preparam a vingança sobre veto

Leandro Mazzini
Os servidores do judiciário preparam a vingança sobre o veto ao reajuste no Congresso Nacional.
Planejam divulgar outdoors, folders e anúncios em jornais com fotos dos parlamentares que mantiveram o veto da presidente Dilma ao aumento salarial de até 58%.
Os alvos são, em especial, os “traidores'': que votaram no projeto de reajuste na Câmara e Senado, e mantiveram o veto na sessão de quarta. A campanha do SindJus em Brasília e de sindicatos nos Estados pela aprovação ultrapassou R$ 18 milhões.
O plano segue à risca a carta intimidadora que sindicatos entregaram aos parlamentares: quatro anos de mídia negativa para quem votasse contra as categorias.
Faixas com os dizeres “traidores'' e “enganadores'' serão expostas por servidores nos terminais de embarque e desembarque do aeroporto de Brasília. DO COLUNAESPLANADA

Esqueça a sexta-feira 13 - GUILHERME FIUZA

O GLOBO - 21/11

A presidente, que foi guerrilheira e declarou horror à censura, acaba de aprovar lei apunhalando liberdade de expressão


O massacre de Paris levou a Europa ao estado de guerra, e o mundo ao estado de alerta. Mas o Brasil só pode se indignar com um dos mais graves atentados terroristas da história da humanidade se lamentar primeiro a ruptura da barragem em Minas Gerais. Esse incrível dilema parece coisa do demônio, porque, como dizia Hélio Pellegrino, o demônio é burro. Só ele poderia, em meio ao sangue e à dor, sacar a calculadora.

O ser humano se choca e se revolta com o que quiser. O ser desumano decide o que deve chocar e revoltar os outros. Ele é imune ao sentimento. Perplexidade, medo e morte não atrapalham seus cálculos politicamente corretos. Sua bondade e seu altruísmo estão à venda na feira por 1,99. E acabam de produzir uma façanha: o país voltou a ter uma Lei de Imprensa igualzinha à da ditadura militar. Sancionada pelo governo da esquerda bondosa (1,99).

A presidente da República, que foi guerrilheira e declarou seu horror à censura, acaba de aprovar uma lei apunhalando a liberdade de expressão. Não deve ter ligado o nome à pessoa. A nova Lei do Direito de Resposta impõe aos veículos de comunicação prazos e ritos sumários para defender-se dos supostos ofendidos — uma mordaça, dado o risco de jornais e TVs terem que passar a veicular editoriais dos picaretas do petrolão, por exemplo. Este é, e sempre foi, o plano dos petistas amigos do povo em defesa da verdade: falar sozinhos.

É uma lei inconstitucional, e o Supremo Tribunal Federal terá que se manifestar sobre isso. Claro que a independência do Supremo vem sendo operada pelo governo popular segundo a mesmíssima tática progressista — onde progresso é você assinar embaixo do que eu disser. A democracia brasileira está, portanto, numa encruzilhada — e só Carolina não viu.

Carolina e os convertidos, que não são necessariamente comprados. Fora as entidades e cabeças de aluguel, existe a catequização sem recibo. Estudantes de escolas públicas e privadas do país inteiro enfrentam provas — vestibular inclusive — onde a resposta certa é aquela em que o governo do PT é virtuoso e os antecessores são perversos. O nome disso é lavagem cerebral, e os resultados estão aí: em qualquer cidade brasileira há estudantes sofrendo bullying ideológico da maioria catequizada. Essa é a verdadeira tropa de choque (ou exército chinês) dos companheiros que afundaram o Brasil sem perder a ternura.

Pense duas vezes, portanto, antes de se horrorizar com a carnificina da sexta-feira 13 em Paris. Sempre haverá alguém ao seu lado, ou na sua tela, para denunciar o seu elitismo. E para te perguntar por que você não se choca com a violência em Beirute. E para te ensinar que os próprios europeus são os culpados de tudo. Não adianta discutir — como já foi dito, o demônio é burro. Mas se você achar que isso é cerceamento da liberdade, não conte para ninguém: é mesmo. Trata-se da censura cultural, uma prima dissimulada da censura estatal (a da Lei de Imprensa).

A censura cultural se alimenta desses dilemas estúpidos — sempre buscando um jeito de colar no inimigo o selo de “conservador”, palavra mágica. No Brasil, quem é contra a indústria de boquinhas estatais do PT é conservador — e os que conservam as boquinhas são progressistas. Quem era contra o monopólio estatal da telefonia era conservador (neoliberal, elitista etc.). O monopólio foi quebrado, gerou um salto histórico de inclusão social, mas o sindicalismo petista que tentou conservar esse monopólio é que é progressista. Conservadores são os que acabaram com a conservação.

Jornalistas que criticam as malandragens fisiológicas da esquerda são conservadores — e para realçar o maniqueísmo, claro, vale inventar. O perfil de Carlos Alberto Sardenberg na Wikipédia, por exemplo, foi reescrito com algumas barbaridades por um computador progressista do Palácio do Planalto. O perfil do signatário deste artigo também foi enriquecido com algumas monstruosidades. Depois de retiradas, surgiu ali um editorial sobre “polêmicas” com o PT (que continua lá). Cita um vice-presidente do partido que acusou este signatário de maldizer os pobres e sua presença nos shoppings e aeroportos. Naturalmente, é o partido dele quem ameaça a presença dos pobres nos shoppings e nos aeroportos, com a pior crise econômica das últimas décadas — e com seu tesoureiro preso por desviar dinheiro do povo. Mas esses detalhes conservadores não estão no verbete.

Como se vê, a verdade tem dono. Se você não quer problema com a patrulha, leia a cartilha direito. E, se possível, diga que os 130 mortos pelo Estado Islâmico em Paris não são nada perto da matança nas periferias brasileiras (use à vontade a calculadora do demônio). Pronto, você está dentro. Aí, pode falar de tudo. Lula, por exemplo, disse a Roberto D’Ávila que passou cinco anos sem dar entrevista para não interferir no governo. Procede. Esse que você ouviu falando pelos cotovelos devia ser o palestrante da Odebrecht.

Guilherme Fiuza é jornalista

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Lula é vaiado no "Dia da Consciência Negra". Baianos lavaram a alma dos brasileiros.

Leia Mais:http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,lula-e-vaiado-em-evento-em-salvador,10000002575
Assine o Estadão All Digital + Impresso todos os dias
Siga @Estadao no Twitter
Lula e seus puxa-sacos tentaram minimizar o protesto.
O demagogo populista, sempre adulado pelas redações emporcalhadas de sabujos ideológicos, foi vaiado no bairro Liberdade, que é a maior concentração populacional negra de Salvador. O fato é que o tiranete não engana mais ninguém, embora considere os brasileiros idiotas. Acabou, tiranete. Já vai tarde:
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi vaiado na tarde desta sexta-feira, 20, ao participar de um evento em comemoração ao Dia Nacional da Consciência Negra, na Liberdade, bairro de maior concentração populacional negra de Salvador (BA). Já no início da fala, com mais de duas horas de atraso, ao cumprimentar os presentes, de cima de um trio elétrico, Lula ouviu uma sonora vaia, seguida de reclamações relacionadas à crise financeira e à corrupção no País. 

Alguns gritavam a sua indignação com a volta da inflação e o desemprego. "Se soubesse que ele estaria aqui, eu não viria. O País em crise, os pobres passando dificuldade e esse cara aqui jogando conversa fora. Que falta de consciência. E ainda colocou aquela mulher na presidência", esbravejava Janete Costa dos Santos, de 25 anos, referindo-se à presidente Dilma Rousseff.
Lula tentou reverter a situação de descontentamento popular enumerando algumas conquistas obtidas pela comunidade negra durante o governo do PT. 
"Tenho consciência de que o que já foi feito são conquistas. Uma das grandes conquistas foi o estatuto da igualdade racial. Nesse século 21 tivemos momentos importantes na nossa história. Eu duvido que qualquer cientista político faça pesquisa para ver se em qualquer momento do País havia tantos negros e negras nas universidades", ressaltou, destacando as políticas públicas implementadas pelo PT, em benefício dos afrodescendentes.
"Eu sei que tem gente que não gosta da gente, sei que tem divergência. Queria que as pessoas que discordem de nós, colocassem a mão na cabeça e pensassem no que eram as negras e os negros antes do PT nesse País", disse, e reforçou que "nunca na história desse País o negro teve oportunidade de ser médico, engenheiro e não só ajudante de pedreiro nas grandes capitais ou empregadas domésticas. 
Em seguida, o ex-presidente admitiu que ainda há muito a ser feito". "O movimento negro precisa estudar quais são as conquistas que a gente deseja, pois a luta do povo é infinita", Ele se despediu como se estivesse em campanha: "Um abraço a todos e até a vitória".  (Estadão).DO ORLANDOTAMBOSI

Capital do país vira terra de ninguém: “Estamos armados e se houver retirada vai ser uma carnificina”


“Vamos resistir. Estamos armados e se houver isso (retirada) vai ter uma carnificina aqui”, afirmou

Felipe Porto, um dos coordenadores do “Acampamento Patriota”, que defende o “Fora Dilma” , afirmou que não há chances de que o movimento deixe o local de forma pacífica.
“Os manifestantes estão armados e não sairão do gramado na Esplanada dos Ministérios” disse
Porto, que se apresenta como jornalista, chamou de heróis os policiais que foram presos nesta quinta-feira após atirarem contra integrantes da Marcha das Mulheres Negras.
No gramado do Congresso há pelo menos quatro grupos distintos acampados, todos pedem a saída imediata da presidente Dilma Rousseff.
O grupo de Felipe é composto, na sua maioria ex-militares e ex-policiais. Por isso, afirmam, estão armados legalmente.
O governador do DF, Rodrigo Rollemberg, se reuniu com os presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), para tentar articular a retirada de todos os acampamentos.
Porto diz que o objetivo do grupo é fazer uma “deposição total dos Três Poderes”.
Não defendemos a intervenção militar e sim a intervenção popular”, afirmou. Questionado sobre como funcionaria essa deposição, Porto disse que com o apoio do Exército.
O grupo de Felipe é o mesmo responsável pela manifestação de domingo, dia 15 de novembro, para “defender a pátria”. Ele disse que apesar de poucos adeptos o grupo tem condições de “chamar reforço armado” caso haja confronto. DO DIARIODOBRASIL

BOMBA, BOMBA, BOMBA!! ROLLEMBERG PATROCINA E DÁ ABRIGO A MOVIMENTOS SOCIAIS EM APOIO A PRESIDENTE DILMA Escrito

por Redação Radar Publicado: 16 Novembro 2015

Militantes da UNE e do MST que vieram a Brasília com o objetivo de defender a manutenção do mandato da presidente Dilma Rousseff, estavam acomodados confortavelmente dentro do Clube dos Bombeiros Militares a pedido de Rollemberg. O grupo de 500 pessoas teve comida, sombra e água fresca servidas a vontade. Adivinha quem pagou a conta?
                                                                 
LETRA Depois de arrochar nos impostos contra a população sob a alegação da falta de dinheiro e de endurecer o jogo contra os servidores públicos grevistas que voltaram ao trabalho, sem conseguir o pagamento dos seus reajustes pelos mesmos motivos alegados, o governador Rodrigo Rollemberg resolveu gastar uma boa grana para manter até ontem à noite, dentro do Clube de Subtenentes e Sargentos dos Militares do Corpo de Bombeiros, localizado na beira da orla do Lago Sul, 500 militantes dos movimentos sociais que vieram a Brasília para organizar uma passeata em defesa do mandato da presidente Dilma Rousseff.
Em contrapartida, o governo socialista de Brasília teria feito um mimo a direção do Clube prometendo dispensar a venda pelo espaço invadido sobre a orla do Paranoá que custariam alguns milhões de reais, bem como as multas impostas por suposto danos ao meio ambiente. Uma estrutura foi montada dentro do clube com kits para os acampados, café da manhã, almoço, lanche e jantar. Doze ônibus para translado foram colocados à disposição.
A ajuda de Rollemberg ao grupo político partidário foi vista como uma afronta à população trabalhadora que paga por um transporte caro, que não tem atendimento digno nos hospitais, que passa fome por não poder pagar o preço exorbitante do prato de comida nos restaurantes comunitários e que vem pagando caro pelos seguidos malfeitos dos gestores do dinheiro publico.
BOMBEIRO
Os manifestantes da UNE (União Nacional dos Estudantes) e integrantes do MST e da CUT chegaram de vários estados na quarta-feira passada para o 41º Congresso da UBES (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas), ocorrido no Parque da Cidade. No dia seguinte, eles saíram em passeata em direção ao Congresso Nacional.
Os manifestantes se declaram contra o impeachment da presidenta Dilma e pela saída de Eduardo Cunha da Presidência da Câmara dos Deputados. Vieram para contrapor o “Movimento Pro- Impeachment” realizado por 2 mil pessoas em frente ao Congresso Nacional’,neste feriado da Proclamação da República.

Durante a permanência do “Movimento Pró- Dilma” em Brasília, o Governo Rollemberg se incumbiu de tomar todas às providências oferecendo comida farta e boa acomodação no Clube de Subtenentes e Sargentos do Corpo de Bombeiros. O clube tem como presidente licenciado o bombeiro e deputado distrital Roosevelt Vilela Pires do PSB, mesmo partido do governador.
Na sexta-feira, o governador fez questão de visitar os manifestantes pró-Dilma, alojados no clube. Os mais de 1.000 sócios criticaram o fato de a diretoria ter abrigado militantes políticos partidários dentro de um clube de uso exclusivo dos militares e de seus familiares.
O presidente em exercício do Clube, Jair Dias Francisco, em uma nota postada pelo blog (www.bombeirosdf.com.br) e nos grupos de whatsApp formados por bombeiros militares, explicou que o espaço foi cedido, atendendo a um pedido do governador e que o clube não bancou nenhuma despesa. Na nota o dirigente confirma que Rollemberg esteve pessoalmente no clube em visita aos manifestantes.
Jair confessa ainda ser muito difícil negar um pedido do governador, “já que estamos passando por uma fase em que vários clubes estão sofrendo fiscalização de todas as formas, inclusive perdendo parte dos seus terrenos e sofrendo pressões para a compra dos terrenos que não são legalizados!!”, postou ele nos grupos. Ele cita o clube dos servidores da Câmara dos Deputados – Ascade, que terá que pagar 48 milhões em várias parcelas de 48 mil reais como regra valida para todos os clubes que invadiram terrenos na orla.
“Nós estamos próximos ao Governo e estamos levando nossas demandas que até agora estão sendo bem aceitas”, justifica. Jair Dias critica: “Infelizmente temos amigos que não pensam em nossa casa, preferem desagregar e tentar disputar espaços sem pensar nas consequências e estão sendo muito infelizes, pois podem prejudicar o vínculo que estamos construindo”.
Da Redação Radar.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

ACUADOS PELA ESMAGADORA MAIORIA DOS BRASILEIROS PARLAMENTARES VOLTAM A DEBATER IMPEACHMENT DA DILMA

Segundo o site Diário do Poder, o impeachment da Dilma voltou com toda a força no Congresso Nacional. Até mesmo o senador socialista ex-ministro da governanta, Fernando Bezerra (PSB-PE) pediu agilidade na votação das contas do governo Dilma de 2014, rejeitadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU). De acordo com o parlamentar, o Congresso tem que deliberar sobre as contas até o final do ano, pois só assim o impeachment da presidente Dilma Rousseff poderá ser debatido "aberta e constitucionalmente".
Historicamente ligado ao PT, o senador - que foi ministro da Integração Nacional no primeiro governo Dilma - criticou a paralisia do governo e disse não acreditar que isso seja "suficiente para recuperar o País", mas o debate é necessário para reunir esforços e tirar o Brasil da "trajetória de mais um ano de retrocesso e estagnação econômica”.
Nesta mesma linha, o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha, segundo o Diário do Poder, também foi incisivo ao afirmar que o impeachment deverá entrar na pauta ainda neste ano. Tanto é que negou nesta quinta-feira (19) que tenha dito a aliados que a decisão dos pedidos de impeachment da presidente Dilma ficará para 2016. Em entrevista coletiva nesta tarde, o peemedebista afirmou que despachará ainda este ano os pedidos de saída da petista protocolados na Casa. Do site Diário do Poder - DO ALUIZIOAMORIM

'Impeachment será decidido este ano', diz Cunha

O Presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB/RJ), no plenário da Câmara, em Brasília, nesta quinta-feira (19). Cunha determinou que todas as comissões que estivessem funcionando naquele momento fossem suspensas
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB/RJ)(GUSTAVO LIMA/Agência Brasil)
Depois de ser alvo de uma rebelião iniciada por deputados de oposição, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), fez um aceno aos opositores de Dilma Rousseff e anunciou nesta quinta-feira que "com certeza absoluta" dará uma resposta aos pedidos de impeachment da petista ainda neste ano.
A declaração foi dada uma semana depois que o PSDB rompeu com Eduardo Cunha e passou a tomar frente da pressão pelo afastamento dele do comando da Casa. Alegando, oficialmente, não estarem convencidos sobre as explicações dadas pelo peemedebista acerca das denúncias de envolvimento no escândalo de corrupção da Petrobras, os tucanos romperam com Cunha motivados também pela irritação com a demora sobre o posicionamento acerca do impeachment de Dilma.
Acusado pela Procuradoria-Geral da República de envolvimento no petrolão e alvo de um processo que pode resultar em sua cassação, Cunha vinha negociando com governo e oposição para se manter no cargo - como presidente da Casa, ele tem a prerrogativa de decidir sozinho sobre o andamento dos pedidos de impeachment. Ao passo que a oposição rompeu com o peemedebista, as negociações de Cunha com o Planalto esquentaram.
Ao negar as especulações de que a decisão ficaria somente para 2016, ele foi taxativo: "Eu não falei isso para ninguém. Com certeza absoluta será decidido neste ano. Não tem nada que ficar para 2016, tanto que essa semana eu decidi quatro [pedidos], e decido mais provavelmente hoje ou segunda. Não há nenhuma mudança em relação a isso", disse.
Nesta quinta-feira, o peemedebista foi vaiado em plenário por deputados que condenaram as manobras de seus aliados para barrar os trabalhos no Conselho de Ética, que o investiga. Aos gritos de "vergonha" e "Fora, Cunha", a sessão acabou esvaziada e foi concluída sem a votação de uma medida provisória. O presidente da Câmara, ao comentar o episódio, atacou o PT: "Os meus adversários querem, aos gritos, tentar obter depois da eleição aquilo que não obtiveram. Tem uns do PT que afirmam que tentam o golpe contra eles, mas tentam dar o mesmo golpe", disse.
Sobre o episódio, Cunha afirmou que a "Casa não vai ser conduzida debaixo de grito" e que declarou que há uma "série de irregularidades" em seu processo que podem ser alvo de recursos no próprio âmbito legislativo ou no Supremo Tribunal Federal. "Houve violações regimentais e cerceamento de defesa", disse, repetindo críticas sobre o relator do processo no Conselho de Ética, Fausto Pinato (PRB-SP), e a condução dos trabalhos no Conselho de Ética. "Para mim, a decisão do plenário é absolutamente irrelevante. Tudo que iria acontecer ou deixaria de acontecer seria facilmente derrubado pelas aberrações que foram feitas desde o início da manhã", continuou. Cunha negou ter ficado constrangido nesta quinta-feira e creditou o episódio a um "processo político" comandado por opositores. "Já estou vivenciando esse processo há um tempo e nada disso vai mudar meu comportamento", afirmou.DA VEJA