Sexta-feira, Dezembro 24, 2010
Dilma presenteará Guido Mantega com um porta-retrato com a foto da linda filha, para ser colocada na mesa de trabalho, para os subordinados saberem com quem estão falando quando ela aparecer no ministério. Guido Mantega pegou Ideli Salvatti e surpreenderá a colega com uma semana em um hotel cinco estrelas em Brasília. A ministra dos lambaris pegou Pedro Novais, ministro do turismo sexual e, muito criativa, regalará o octagenário taradão com o clássico "Sexo e Amor na Terceira Idade", de Robert Butler e Myrna Lewis. Novais pegou (no bom sentido, é claro) Maria do Rosário, secretária dos Direitos Humanos e passará às mãos da loura o livro "Honoráveis Bandidos - Um Retrato do Brasil na Era Sarney", que conta a saga do seu protetor político. A gaúcha dos direitos humanos tirou Aloizio Mercadante e lhe dará dois presentes: uma linda moldura para o diploma de doutor e o livro "O Falsificador de Da Vinci", de Thomas Swan. Podre de chique! Ou chique de podre? Mercadante saltitante e feliz com o amigo secreto Fernando Haddad entregará ao colega um Jogo dos Sete Erros, para ele brincar com a garotada do Enem, durante as férias de final de ano. O Fernandão do Lula não poderia ter pego um amigo melhor, Gilberto Carvalho, que receberá uma edição especial, em HD, do filme Dossiê Pelicano, uma justa homenagem ao seu expertise como urubu do PT. Carvalho pegou o porquinho José Eduardo Cardozo e o "regalo" será um belíssimo poster de Carlos Marulanda, o criador das FARC, por quem o futuro ministro da Justiça nutre uma efusiva simpatia, já manifestada em reuniões do Foro de São Paulo, onde costuma gritar palavras de ordem em favor do socialismo bolivariano....
Agora vocês sugerem os presentes ...
José Eduardo Cardozo pegou Alexandre Padilha que pegou Antônio Palocci. O porquinho quebrador de sigilos sorteou Paulo Bernardo que, por sua vez, terá que presentear Fernando Pimentel. O mineiro companheiro sorteou Mirian Belchior.
BLOG COTURNO NOTURNO
PAZ AMOR E VIDA NA TERRA " De tanto ver triunfar as nulidades, De tanto ver crescer as injustiças, De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto". [Ruy Barbosa]
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Franklin Martins ataca a liberdade de imprensa com argumentos imbecis.
Em entrevista ao Congresso em Foco, Franklin Martins, cuja obra mais famosa foi a carta onde ameaçava assassinar um diplomata estrangeiro, nos seus velhos tempos de terrorismo, soltou esta pérola, para atacar o que ele chama de "jornalões":
“O governo terminou com aprovação de 80%. Lula, 87%. E os jornais estão vendendo menos do que vendiam antes.”
Ele, melhor do que ninguém, entende de compra e venda de jornais. Montou uma imensa rede de compra de espaços jornalísticos em centenas de jornais pelo Brasil à fora, na base do "você publica a coluna do presidente, eu te dou anúncio da Caixa, do BB, da Petrobras, do PAC...". Ou seja: Franklin Martins transformou notícia em matéria paga. Gastou mais de R$ 10 bilhões em publicidade. Felizmente, o velho terrorista não conseguiu comprar os "jornalões". Pelo menos uns poucos deles. Se tivesse comprado, o controle social da mídia já teria sido implantado. Por fim, os "jornalões" estão vendendo menos não porque denunciaram as falcatruas do governo Lula e do seu partido apodrecido, mas sim porque surgiram outras mídias e outros canais além das bancas de jornal. Nunca os "jornalões" foram tão lidos através dos seus portais na internet e da blogosfera que repercute as notícias, dissecando-as e analisando-as sob todos os prismas. Franklin Martins é um pobre imbecil picado pelo messianismo de Lula. Acha que pode ameaçar de morte a liberdade de imprensa, assim como fez com um diplomata estrangeiro sequestrado nos seus tempos de terrorismo. Não passará. Aliás, já passou. Vai trabalhar onde, o Franklin? Com o Amorim? Os porcos se atraem para a mesma pocilga.
DO B. DO CEL
“O governo terminou com aprovação de 80%. Lula, 87%. E os jornais estão vendendo menos do que vendiam antes.”
Ele, melhor do que ninguém, entende de compra e venda de jornais. Montou uma imensa rede de compra de espaços jornalísticos em centenas de jornais pelo Brasil à fora, na base do "você publica a coluna do presidente, eu te dou anúncio da Caixa, do BB, da Petrobras, do PAC...". Ou seja: Franklin Martins transformou notícia em matéria paga. Gastou mais de R$ 10 bilhões em publicidade. Felizmente, o velho terrorista não conseguiu comprar os "jornalões". Pelo menos uns poucos deles. Se tivesse comprado, o controle social da mídia já teria sido implantado. Por fim, os "jornalões" estão vendendo menos não porque denunciaram as falcatruas do governo Lula e do seu partido apodrecido, mas sim porque surgiram outras mídias e outros canais além das bancas de jornal. Nunca os "jornalões" foram tão lidos através dos seus portais na internet e da blogosfera que repercute as notícias, dissecando-as e analisando-as sob todos os prismas. Franklin Martins é um pobre imbecil picado pelo messianismo de Lula. Acha que pode ameaçar de morte a liberdade de imprensa, assim como fez com um diplomata estrangeiro sequestrado nos seus tempos de terrorismo. Não passará. Aliás, já passou. Vai trabalhar onde, o Franklin? Com o Amorim? Os porcos se atraem para a mesma pocilga.
DO B. DO CEL
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
A ministra das piranhas e o ministro garanhão apresentam as credenciais antes de assumirem os postos.
O ministério de Dilma estréia com dois escândalos. Ideli Salvatti (PT-SC), futura ministra da Pesca, mesmo recebendo auxílio-moradia e apartamento funcional em Brasília, extorquiu os cofres públicos cobrando contas de hotel na sua verba de representação. Hotel de onde? Brasília. Informou que foi engano de um assessor. Ora, ora, ora. Depois de oito anos no Senado, mantendo praticamente a mesma equipe de assessores, haveria um engano tão grave? Dirão que a futura ministra devolveu o dinheiro. O problema é que, se não fosse descoberta, jamais devolveria. A pergunta que fica é: tendo um ministério em suas mãos, como fará a gestão do dinheiro público? Está totalmente sob suspeita. O mesmo ocorre com o deputado Pedro Novais, do PMDB, que pagou uma orgia para um grupo de amigos em um motel com o dinheiro da sua verba indenizatória. Descoberto, também informou que devolveu o dinheiro. Se não houvesse investigação e denúncia da imprensa, jamais devolveria. O Ministério do Turismo, que será comandado por ele, tem um orçamento de R$ 4 bilhões. Quando em São Paulo, não se sabe para quê já que é deputado federal pelo Maranhão, o futuro ministro só se hospeda no Emiliano, um dos mais finos hotéis da cidade. E cobra tudo dos cofres públicos. Está lá no site da Câmara. O PT e o PMDB estão cada vez mais parecidos. Parece que estão dormindo juntos, no mesmo hotel. Ou motel.
DO B.DO CEL
DO B.DO CEL
Na hora de negociar o salário mínimo, a CUT sai de férias.
DO COTURENO NOTURNO
Ninguém encontra um só diretor da CUT, na hora em que Lula está arrochando 47 milhões de brasileiros com um salário mínimo que, em R$ 540,00, vai ficar abaixo da inflação que acaba de ser corrigida para cima. A pelegada da Central Única dos Traíras já está curtindo as benesses de ser governo, com os bolsos cheios.
COMENTO:
QUE OTIMO PROS FILIADOS, OS CHEFÕES FICAM COM OS MILHÕES E ELES COM AS MIGALHAS,ATÉ MESMO EM UM MOMENTO COMO ESTE QUE ERA OBRIGAÇÃO DELA DEFENDER OS TRABALHADORES, FOGE DA RESPONSABILIDADE, O MESMO ACONTECE COM A UNE ETC... ATÉ QUANDO BRASILEIROS DE FIBRA SUPORTAREMOS ESTA CARGA?
Ninguém encontra um só diretor da CUT, na hora em que Lula está arrochando 47 milhões de brasileiros com um salário mínimo que, em R$ 540,00, vai ficar abaixo da inflação que acaba de ser corrigida para cima. A pelegada da Central Única dos Traíras já está curtindo as benesses de ser governo, com os bolsos cheios.
COMENTO:
QUE OTIMO PROS FILIADOS, OS CHEFÕES FICAM COM OS MILHÕES E ELES COM AS MIGALHAS,ATÉ MESMO EM UM MOMENTO COMO ESTE QUE ERA OBRIGAÇÃO DELA DEFENDER OS TRABALHADORES, FOGE DA RESPONSABILIDADE, O MESMO ACONTECE COM A UNE ETC... ATÉ QUANDO BRASILEIROS DE FIBRA SUPORTAREMOS ESTA CARGA?
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Lula, um líder sem grandeza.
Quarta-feira, Dezembro 22, 2010
O triste espetáculo que Lula está dando no final dos seus oito anos apenas cristaliza o fato de que ele conseguiu ser reconhecido como um grande líder, mas um líder sem grandeza. A história e os cemitérios estão cheios deles. O simples fato de Lula mandar assessores darem entrevistas ameaçadoras e deselegantes dizendo que ele pode voltar e, não satisfeito, informar que " a gente nunca deve dizer não" já demonstra a sua pequenez ética e moral. Ontem, Lula esbravejou que tem poder de veto, sem nem ao menos avaliar os motivos pelos quais as verbas do PAC foram reduzidas no Orçamento, pela relatora petista. O que vale é que ele disse que não cortaria e, imaginem, como é que o autoritário Lula, o arrogante Lula, o ditatorial Lula poderia voltar atrás, mesmo que o PT, do qual é presidente de honra, como se honra existisse lá, esteja recomendando? Ora, isto seria uma derrota pessoal e, para não tê-la, o Brasil que se exploda nas mãos da Dilma que, afinal de contas, é apenas a sua agregada. Melhor assim, inclusive, pois o plano parece ser este, com a conivência da ungida. Com a terra arrasada fica mais fácil o milagreiro mentiroso e charlatão voltar para tanger o seu rebanho. No entanto, o momento mais impressionante desta despedida de Lula é a sua intenção declarada de apagar o Mensalão da história. É um ataque sem precedentes ao Legislativo e ao Judiciário, uma afronta à democracia. Lula, à época, deveria ter sido cassado pela sua confissão pública de que usou caixa dois para se eleger, fora toda podridão da compra de apoios políticos com dinheiro do Tesouro. Fatos comprovados por provas testemunhais e documentais. Foi a partir dali que Lula, reeleito, passou a se considerar um semideus, acima do bem e do mal. E somente a sua covardia congênita impediu que fizesse passar o terceiro mandato, coisa que, hoje, sem dúvida alguma, ele faria, dado à sua resistencia em sair com os seus onze caminhões de dentro do Planalto. Nestes últimos dias, além de soltar o assassino Battisti, Lula ainda vai aproveitar cada segundo para dar provas de um poder que se esvai entre os dedos e que, para este líder sem grandeza, está sendo uma dolorosa e merecida experiência. Que sangre e suma daqui. Faltam somente 9 dias.
COMENTO: NÃO VAI MESMO, SE MEXER CHEGA A ELE O PRINCIPAL PERSONAGEM DAQUELA ASSALTO AOS COFRES PUBLICOS, A DIVULGAÇÃO PELA MIDIA, AS CPIS AS RADIOS E TELEVISÃO, FOI TÃO EXTENSA, COM DOCUMENTAÇÃO E DEPOIMENTOS TÃO FARTOS, QUE É PRATICAMENTE IMPOSSÍVEL ELE CONVENCER ALGUÉM DO CONTRARIO, COM CERTEZA ELE NÃO VAI MEXER NESTE. LIXO
O triste espetáculo que Lula está dando no final dos seus oito anos apenas cristaliza o fato de que ele conseguiu ser reconhecido como um grande líder, mas um líder sem grandeza. A história e os cemitérios estão cheios deles. O simples fato de Lula mandar assessores darem entrevistas ameaçadoras e deselegantes dizendo que ele pode voltar e, não satisfeito, informar que " a gente nunca deve dizer não" já demonstra a sua pequenez ética e moral. Ontem, Lula esbravejou que tem poder de veto, sem nem ao menos avaliar os motivos pelos quais as verbas do PAC foram reduzidas no Orçamento, pela relatora petista. O que vale é que ele disse que não cortaria e, imaginem, como é que o autoritário Lula, o arrogante Lula, o ditatorial Lula poderia voltar atrás, mesmo que o PT, do qual é presidente de honra, como se honra existisse lá, esteja recomendando? Ora, isto seria uma derrota pessoal e, para não tê-la, o Brasil que se exploda nas mãos da Dilma que, afinal de contas, é apenas a sua agregada. Melhor assim, inclusive, pois o plano parece ser este, com a conivência da ungida. Com a terra arrasada fica mais fácil o milagreiro mentiroso e charlatão voltar para tanger o seu rebanho. No entanto, o momento mais impressionante desta despedida de Lula é a sua intenção declarada de apagar o Mensalão da história. É um ataque sem precedentes ao Legislativo e ao Judiciário, uma afronta à democracia. Lula, à época, deveria ter sido cassado pela sua confissão pública de que usou caixa dois para se eleger, fora toda podridão da compra de apoios políticos com dinheiro do Tesouro. Fatos comprovados por provas testemunhais e documentais. Foi a partir dali que Lula, reeleito, passou a se considerar um semideus, acima do bem e do mal. E somente a sua covardia congênita impediu que fizesse passar o terceiro mandato, coisa que, hoje, sem dúvida alguma, ele faria, dado à sua resistencia em sair com os seus onze caminhões de dentro do Planalto. Nestes últimos dias, além de soltar o assassino Battisti, Lula ainda vai aproveitar cada segundo para dar provas de um poder que se esvai entre os dedos e que, para este líder sem grandeza, está sendo uma dolorosa e merecida experiência. Que sangre e suma daqui. Faltam somente 9 dias.
COMENTO: NÃO VAI MESMO, SE MEXER CHEGA A ELE O PRINCIPAL PERSONAGEM DAQUELA ASSALTO AOS COFRES PUBLICOS, A DIVULGAÇÃO PELA MIDIA, AS CPIS AS RADIOS E TELEVISÃO, FOI TÃO EXTENSA, COM DOCUMENTAÇÃO E DEPOIMENTOS TÃO FARTOS, QUE É PRATICAMENTE IMPOSSÍVEL ELE CONVENCER ALGUÉM DO CONTRARIO, COM CERTEZA ELE NÃO VAI MEXER NESTE. LIXO
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
A festa desavergonhada
21/12/2010
às 5:45
O governador do Rio, Sérgio Cabral, organizou ontem na Praça da Apoteose, a festa ”Obrigado, presidente Lula: o povo do Rio agradece”, que contou, é evidente, com a presença do homenageado, em mais um dos espetáculos psicanalíticos da chamada Síndrome da Inveja do Próprio Pênis. Lula discursou.
“Se juntar todos os presidentes da história deste País, duvido que tenham subido 10% dos morros que nós subimos nos últimos quatro anos”.
Foi a parte amena da festa desavergonhada. Todo o resto muito pior.
Lula, que está no palanque desde a fundação do PT, aproveitou para fazer campanha eleitoral antecipada, desta feita para a Prefeitura do Rio. E já prometeu se esforçar para reeleger Eduardo Paes. E o fez no seu estilo, negando que estivesse fazendo o que estava fazendo:
“Daqui a dois anos, tem eleição. Eu não posso falar, mas vou estar aqui para manter essa dupla coordenando o Rio. Para não permitir que venha outra pessoa atrapalhar o nosso projeto”.
Em nenhum país do mundo democrático um presidente da República se refere a oposicionistas, que disputam eleições segundo as regras do jogo e legitimam os governos, como “aqueles que atrapalham”. Mas ele pode porque tudo lhe convém e tudo lhe é permitido. Politicamente, este senhor é uma monstruosidade ética.
Mais uma vez, Lula se referiu ao mensalão como se fosse uma conspiração. E contou quem eram os seus interlocutores de confiança:
“Lembro que fui a uma reunião e disse ao presidente [José] Sarney e ao Renan [Calheiros]: ‘digam a eles que querem me derrubar, que eu não vou fazer que nem o Getúlio [Vargas], não vou me matar. Não vou fazer como João Goulart, não vou renunciar. Eles vão ter que me derrotar nas ruas desse país, nos bairros desse país, nas favelas desse país. Vocês viram o que aconteceu comigo em 2005. A história vai julgar se tudo o que aconteceu foi verdade ou inventado.”
O “eles” de seu discurso era a imprensa, que voltou a apanhar no palanque:
“Quando a gente lê determinados jornais fica pensando que eles não estão falando do Brasil. Porque tem gente que não tira a bunda de uma cadeira, de uma sala com ar refrigerado e fica julgando as coisas que acontecem nesse país sem saber.”
Lula acha que uma bunda muito agitada é sinal de pensamento inquieto e percuciência. A gente começa a entender melhor a composição do atual ministério e também do próximo.
A festa estava, enfim, à altura do anfitrião, Sérgio Cabral, que fez as vezes de apresentador do evento. É aquele rapaz que pretende erradicar o crime do Brasil legalizando-o. Já defendeu a descriminação das drogas, do aborto e do jogo e considera hipócritas e insinceros os que não concordam com ele.
Lula e Cabral num mesmo ambiente dá em quê? Comenteram o primeiro crime eleitoral de 2012!
Por Reinaldo Azevedo
às 5:45
O governador do Rio, Sérgio Cabral, organizou ontem na Praça da Apoteose, a festa ”Obrigado, presidente Lula: o povo do Rio agradece”, que contou, é evidente, com a presença do homenageado, em mais um dos espetáculos psicanalíticos da chamada Síndrome da Inveja do Próprio Pênis. Lula discursou.
“Se juntar todos os presidentes da história deste País, duvido que tenham subido 10% dos morros que nós subimos nos últimos quatro anos”.
Foi a parte amena da festa desavergonhada. Todo o resto muito pior.
Lula, que está no palanque desde a fundação do PT, aproveitou para fazer campanha eleitoral antecipada, desta feita para a Prefeitura do Rio. E já prometeu se esforçar para reeleger Eduardo Paes. E o fez no seu estilo, negando que estivesse fazendo o que estava fazendo:
“Daqui a dois anos, tem eleição. Eu não posso falar, mas vou estar aqui para manter essa dupla coordenando o Rio. Para não permitir que venha outra pessoa atrapalhar o nosso projeto”.
Em nenhum país do mundo democrático um presidente da República se refere a oposicionistas, que disputam eleições segundo as regras do jogo e legitimam os governos, como “aqueles que atrapalham”. Mas ele pode porque tudo lhe convém e tudo lhe é permitido. Politicamente, este senhor é uma monstruosidade ética.
Mais uma vez, Lula se referiu ao mensalão como se fosse uma conspiração. E contou quem eram os seus interlocutores de confiança:
“Lembro que fui a uma reunião e disse ao presidente [José] Sarney e ao Renan [Calheiros]: ‘digam a eles que querem me derrubar, que eu não vou fazer que nem o Getúlio [Vargas], não vou me matar. Não vou fazer como João Goulart, não vou renunciar. Eles vão ter que me derrotar nas ruas desse país, nos bairros desse país, nas favelas desse país. Vocês viram o que aconteceu comigo em 2005. A história vai julgar se tudo o que aconteceu foi verdade ou inventado.”
O “eles” de seu discurso era a imprensa, que voltou a apanhar no palanque:
“Quando a gente lê determinados jornais fica pensando que eles não estão falando do Brasil. Porque tem gente que não tira a bunda de uma cadeira, de uma sala com ar refrigerado e fica julgando as coisas que acontecem nesse país sem saber.”
Lula acha que uma bunda muito agitada é sinal de pensamento inquieto e percuciência. A gente começa a entender melhor a composição do atual ministério e também do próximo.
A festa estava, enfim, à altura do anfitrião, Sérgio Cabral, que fez as vezes de apresentador do evento. É aquele rapaz que pretende erradicar o crime do Brasil legalizando-o. Já defendeu a descriminação das drogas, do aborto e do jogo e considera hipócritas e insinceros os que não concordam com ele.
Lula e Cabral num mesmo ambiente dá em quê? Comenteram o primeiro crime eleitoral de 2012!
Por Reinaldo Azevedo
O patrono de Lula
Editado por Andréa Haddad em 21/12/2010 às 12:51 hs.
(Giulio Sanmartini) Em agosto desse ano, o presidente Lula foi questionado pela pedagoga Renata Mendes dos Santos sobre o que seria feito em relação à educação do País, onde as verbas não são repassadas corretamente e o direito à educação básica é restrito a tão poucas crianças.
A resposta do presidente, como sói, foi confusa e evasiva: “As verbas para a educação já são repassadas de forma republicana, tanto para a rede estadual quanto para a municipal. Este é o princípio adotado para o Fundeb, que distribui recursos da educação de acordo com as necessidades de cada município e estado. Além do Fundeb, os demais programas do MEC, como alimentação escolar, dinheiro direto na escola e livros didáticos, distribuem os recursos sem nenhuma discriminação. O governo vem fortalecendo o pacto federativo. Por isso, lançamos o plano de ações articuladas que busca identificar as necessidades educacionais de cada unidade da federação para poder auxiliá-las na superação de suas deficiências. Quanto à aplicação dos recursos federais, cabe à população estar atenta”.
Fato é que, entre as realizações desse governo, daquelas que não foram registradas em cartório, Lula deixará o país na lamentável situação de ter 14 milhões de analfabetos e 50 milhões de pessoas que não compreendem o que acabaram de ler nem conseguem somar dois mais dois.
A situação do Brasil no ranking do PISA- Programa Internacional de Avaliação de Alunos- que confere como está a Educação em 65 países do mundo é vergonhoso. O método de avaliação do PISA procura responder três perguntas básicas:
1. Os alunos estão preparados para enfrentar os desafios do futuro?
2. Os estudantes conseguem analisar, raciocinar e se comunicar com eficiência?
3. Estão capacitados para continuar o aprendizado pelo resto da vida?
Para responder essas perguntas e colocar os países num ranking de excelência, o PISA levou em consideração a performance dos estudantes em Leitura, Matemática e Ciências. Pois é, o Brasil ocupa 53° posição, isto é, está na lama. No ensino universitário, tão exaltado por Lula e pelo ministro “ficante” Fernando Haddad, a coisa não vai melhor. Num ato circense, no final de novembro, em uma solenidade somente com teor simbólico, o presidente e o ministro da Educação, entregaram oficialmente 30 campi de 15 institutos federais tecnológicos e 25 campi de 15 universidades federais, em uma inauguração simultânea.
A cerimônia, segundo eles, marcou a conclusão de etapas importantes do plano de expansão da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, e o avanço do Programa de Expansão e Reestruturação das Universidades Federais (Reuni).
Todavia, em termos de qualidade, o ensino superior está também entre os últimos do mundo. Uma universidade para ser boa e estar entre as primeiras do mundo precisa de verba alta para pesquisas, posicionar-se na internacionalização de seus alunos e professores e cobrar anuidades dos estudantes. O acesso aos menos favorecidos é feito com distribuição de bolsas aos que realmente tem valor.
Uma situação bem diferente das duas melhores brasileiras, a USP (Universidade de São Paulo) e a Unicamp (Universidade de Campinas), onde a pesquisa engatinha, o número de estudantes estrangeiros é mínimo e os cursos são gratuitos. Portanto, não é difícil de entender o porque, no ranking das melhores universidades (2010), que a primeira esteja em 232º lugar e a outra em 248°. (Veja o ranking 2010).
Sugiro que a capa dos 6 volumes verdes, das realizações do governo Lula registradas em cartório, tenha a ilustração que segue no texto.
(Giulio Sanmartini) Em agosto desse ano, o presidente Lula foi questionado pela pedagoga Renata Mendes dos Santos sobre o que seria feito em relação à educação do País, onde as verbas não são repassadas corretamente e o direito à educação básica é restrito a tão poucas crianças.
A resposta do presidente, como sói, foi confusa e evasiva: “As verbas para a educação já são repassadas de forma republicana, tanto para a rede estadual quanto para a municipal. Este é o princípio adotado para o Fundeb, que distribui recursos da educação de acordo com as necessidades de cada município e estado. Além do Fundeb, os demais programas do MEC, como alimentação escolar, dinheiro direto na escola e livros didáticos, distribuem os recursos sem nenhuma discriminação. O governo vem fortalecendo o pacto federativo. Por isso, lançamos o plano de ações articuladas que busca identificar as necessidades educacionais de cada unidade da federação para poder auxiliá-las na superação de suas deficiências. Quanto à aplicação dos recursos federais, cabe à população estar atenta”.
Fato é que, entre as realizações desse governo, daquelas que não foram registradas em cartório, Lula deixará o país na lamentável situação de ter 14 milhões de analfabetos e 50 milhões de pessoas que não compreendem o que acabaram de ler nem conseguem somar dois mais dois.
A situação do Brasil no ranking do PISA- Programa Internacional de Avaliação de Alunos- que confere como está a Educação em 65 países do mundo é vergonhoso. O método de avaliação do PISA procura responder três perguntas básicas:
1. Os alunos estão preparados para enfrentar os desafios do futuro?
2. Os estudantes conseguem analisar, raciocinar e se comunicar com eficiência?
3. Estão capacitados para continuar o aprendizado pelo resto da vida?
Para responder essas perguntas e colocar os países num ranking de excelência, o PISA levou em consideração a performance dos estudantes em Leitura, Matemática e Ciências. Pois é, o Brasil ocupa 53° posição, isto é, está na lama. No ensino universitário, tão exaltado por Lula e pelo ministro “ficante” Fernando Haddad, a coisa não vai melhor. Num ato circense, no final de novembro, em uma solenidade somente com teor simbólico, o presidente e o ministro da Educação, entregaram oficialmente 30 campi de 15 institutos federais tecnológicos e 25 campi de 15 universidades federais, em uma inauguração simultânea.
A cerimônia, segundo eles, marcou a conclusão de etapas importantes do plano de expansão da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, e o avanço do Programa de Expansão e Reestruturação das Universidades Federais (Reuni).
Todavia, em termos de qualidade, o ensino superior está também entre os últimos do mundo. Uma universidade para ser boa e estar entre as primeiras do mundo precisa de verba alta para pesquisas, posicionar-se na internacionalização de seus alunos e professores e cobrar anuidades dos estudantes. O acesso aos menos favorecidos é feito com distribuição de bolsas aos que realmente tem valor.
Uma situação bem diferente das duas melhores brasileiras, a USP (Universidade de São Paulo) e a Unicamp (Universidade de Campinas), onde a pesquisa engatinha, o número de estudantes estrangeiros é mínimo e os cursos são gratuitos. Portanto, não é difícil de entender o porque, no ranking das melhores universidades (2010), que a primeira esteja em 232º lugar e a outra em 248°. (Veja o ranking 2010).
Sugiro que a capa dos 6 volumes verdes, das realizações do governo Lula registradas em cartório, tenha a ilustração que segue no texto.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
É o que dá não ler nem bula de remédio, Lula… Acaba falando besteira!
Lula vai deixando a Presidência da República — está acabando, está acabando… — sem abandonar algumas teses delinqüentes que marcaram a política externa brasileira. Uma delas pôde ser sintetizada numa fala repetida hoje no encontro com os militares:
“Estou convencido de que não haverá paz no Oriente Médio enquanto os Estados Unidos forem o tutor da paz”.
“Está convencido de que” porque fez a opção preferencial pela ignorância, porque não estuda. Na verdade, é quase o contrário disso: ai daquele que achar que Israel só faz o que os EUA querem e que o país não tomaria qualquer medida, qualquer mesmo, para se defender. E está certo. Não é de “destruição” que fala o lado de lá?
O que significa a entrada de outros agentes? O Brasil, que se nega na ONU a condenar ditaduras sangrentas, não hesita um segundo em condenar Israel. Há dias, reconheceu na região as fronterias anteriores à Guerra de 1967. Foi avançadinho? Nem diga! Isso significa o quê? Nada! A menos que o Egito decida ficar com a Faixa de Gaza, e a Jordânia, com a Cisjordância. Tenham paciência! Não é assim! O atual Itamaraty defende mais atores no processo porque, assim, acredita que pode isolar Israel — e, aí sim, seria um grande perigo! Lula simplesmente não sabe o que diz. Como se considera um gênio da raça, fala a besteira que lhe dá na telha.
Sobre o “acordo” com Irã, afirmou algumas coisas:
“Antes de viajar, nós recebemos uma carta do presidente Obama que colocava algumas condições (para um acordo internacional)”.
“O presidente Ahmadinejad aceitou exatamente o termo que levamos e, por isso, assinou que estava disposto a sentar na mesa na comissão em Genebra”.
“Mesmo assim, os países do Conselho de Segurança (da ONU) resolveram punir o Irã. Por que? A única explicação é que era preciso punir o Irã porque o Brasil e a Turquia tinham se metido numa seara que não era a de país considerado emergente”.
“O que o Ahmadinejad assinou é exatamente aquilo que o presidente Obama colocou para nós dez dias antes de a gente viajar para o Irã”.
Encerro
Já desmontei essa farsa aqui à época. É mentira! A condição essencial de um acordo era que o Irã parasse de enriquecer urânio no país e permitisse a plena inspeção da ONU, o que o país nunca aceitou. Aliás, no dia seguinte ao “acordo”, deixou claro que não haveria qualquer mudança quanto a esse particular.
Lula tenta, como sempre, trapacear intelectualmente para justificar seu desastre, que mandou a diplomacia brasileira lá para o fim da fila aos olhos da comunidade democrática. Hoje o Brasil é muito apreciado porque fala fino com ditaduras que costumam apedrejar mulheres e falar grosso com seus próprios cidadãos — para lembrar o colecionador de jabutis alheios e agora irmão de ministra.
Por Reinaldo Azevedo
“Estou convencido de que não haverá paz no Oriente Médio enquanto os Estados Unidos forem o tutor da paz”.
“Está convencido de que” porque fez a opção preferencial pela ignorância, porque não estuda. Na verdade, é quase o contrário disso: ai daquele que achar que Israel só faz o que os EUA querem e que o país não tomaria qualquer medida, qualquer mesmo, para se defender. E está certo. Não é de “destruição” que fala o lado de lá?
O que significa a entrada de outros agentes? O Brasil, que se nega na ONU a condenar ditaduras sangrentas, não hesita um segundo em condenar Israel. Há dias, reconheceu na região as fronterias anteriores à Guerra de 1967. Foi avançadinho? Nem diga! Isso significa o quê? Nada! A menos que o Egito decida ficar com a Faixa de Gaza, e a Jordânia, com a Cisjordância. Tenham paciência! Não é assim! O atual Itamaraty defende mais atores no processo porque, assim, acredita que pode isolar Israel — e, aí sim, seria um grande perigo! Lula simplesmente não sabe o que diz. Como se considera um gênio da raça, fala a besteira que lhe dá na telha.
Sobre o “acordo” com Irã, afirmou algumas coisas:
“Antes de viajar, nós recebemos uma carta do presidente Obama que colocava algumas condições (para um acordo internacional)”.
“O presidente Ahmadinejad aceitou exatamente o termo que levamos e, por isso, assinou que estava disposto a sentar na mesa na comissão em Genebra”.
“Mesmo assim, os países do Conselho de Segurança (da ONU) resolveram punir o Irã. Por que? A única explicação é que era preciso punir o Irã porque o Brasil e a Turquia tinham se metido numa seara que não era a de país considerado emergente”.
“O que o Ahmadinejad assinou é exatamente aquilo que o presidente Obama colocou para nós dez dias antes de a gente viajar para o Irã”.
Encerro
Já desmontei essa farsa aqui à época. É mentira! A condição essencial de um acordo era que o Irã parasse de enriquecer urânio no país e permitisse a plena inspeção da ONU, o que o país nunca aceitou. Aliás, no dia seguinte ao “acordo”, deixou claro que não haveria qualquer mudança quanto a esse particular.
Lula tenta, como sempre, trapacear intelectualmente para justificar seu desastre, que mandou a diplomacia brasileira lá para o fim da fila aos olhos da comunidade democrática. Hoje o Brasil é muito apreciado porque fala fino com ditaduras que costumam apedrejar mulheres e falar grosso com seus próprios cidadãos — para lembrar o colecionador de jabutis alheios e agora irmão de ministra.
Por Reinaldo Azevedo
Na despedida, Lula "congelou"o salário mínimo. Na estréia, Dilma não mexeu um dedo para mudar o quadro.
O Orçamento de 2011, comandado pelo PT e debaixo das ordens de Lula e Dilma, não elevou a previsão de receitas para garantir um salário mínimo superior aos R$ 540. "Temos consciência de que o valor está aquém das necessidades e expectativas dos trabalhadores e aposentados. Porém, é inegável que a ação governamental tem se pautado no firme propósito de dar continuidade à política de ganhos reais com base no aumento do PIB (Produto Interno Bruto), sendo esta a melhor forma de conciliar a melhoria de renda das populações mais carentes com o objetivo de evitar desequilíbrios fiscais e previdenciários", informou o relatório, assinado pela senadora petista Serys Slhessarenko(MT), aquela mesmo que tem uma assessora que arranjou R$ 4 milhões em emendas para entidades fajutas. Com isso, o salário mínimo terá um aumento real de menos de dois reais para o próximo ano, prejudicando especialmente os aposentados e os trabalhadores mais pobres.
.................................................................................
Enquanto isso, deputados e senadores de todos os os partidos aprovam um aumento absurdo para os próprios salários... Inclusive para a Dilma. Aí eles acham folga para colocar no Orçamento.
DO COTURNO NOTURNO
.................................................................................
Enquanto isso, deputados e senadores de todos os os partidos aprovam um aumento absurdo para os próprios salários... Inclusive para a Dilma. Aí eles acham folga para colocar no Orçamento.
DO COTURNO NOTURNO
domingo, 19 de dezembro de 2010
Compre uma ONG e se torne "sócio" do governo
ONGs de fachada são vendidas por até R$ 9 mil. CGU investiga crime
(MS, 19/12/2010, às 07:52:46)
Organizações não-governamentais (ONGs) orbitam nas tetas do Estado e, grosso modo, nenhuma sobreviveria sem recursos públicos, as sérias e, claro, as de fachada, possivelmente em maior número do que se pensa. A moda tem sido captar recursos dos Ministérios do Turismo e Cultura, geralmente destinados por emendas parlamentares, para planejar e organizar eventos festivos de mentirinha.
A Controladoria-Geral da União (CGU) descobriu no meio dessa maracutaia milionária praticada com o Orçamento da União uma nova tendência, a venda pela internet de ONGs e da variante chamada de organizações da sociedade civil de interesse público (OSCIPs).
Uma ONG prontinha para operar em Brasília pode sair por até R$ 9 mil parcelados. Uma OSCIP já é mais cara, por R$ 22 mil, como explica o suspeito site Vieira Consultoria: "São do tipo mais difícil de serem registradas pela complexidade em função de serem agências de desenvolvimento."
Na investigação, auditores do CGU simularam o interesse de negociar a compra de uma OSCIP. O proprietário da Vieira Consultoria, Antônio Carlos Travassos Vieira, ofereceu por R$ 22 mil um tal Instituto de Tecnologias Sociais. Os auditores receberiam, sem demora, a ata da assembleia da fundação da entidade de fachada, inscrição no CNPJ, certificado de OSCIP emitido pelo Ministério da Justiça e o contrato de cessão de direitos, com as alterações societárias.
De um modo geral, as ONGs e OSCIPs criadas para lesar os cofres públicos têm sedes em pequenos municípios de Goiás, como Alto Paraíso, onde fica o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, a pouco mais de 200 km de Brasília. Tais entidades de fachada têm como outra característica criminosa a utilização de "laranjas" para conseguir os recursos junto ao Governo Federal. Entre sócios, a CGU já identificou frentistas, caminhoneiros, cabeleireiras e auxiliares de escritório.
Somente dois "sócios" do governo, o Instituto Premium Avança Brasil, em Luziânia (GO), e o Instituto Educar e Crescer, em Brasília, levaram, juntos, R$ 19 milhões entre 2008 e outubro de 2010. Quem quer comprar uma ONG?
(MS, 19/12/2010, às 07:52:46)
Organizações não-governamentais (ONGs) orbitam nas tetas do Estado e, grosso modo, nenhuma sobreviveria sem recursos públicos, as sérias e, claro, as de fachada, possivelmente em maior número do que se pensa. A moda tem sido captar recursos dos Ministérios do Turismo e Cultura, geralmente destinados por emendas parlamentares, para planejar e organizar eventos festivos de mentirinha.
A Controladoria-Geral da União (CGU) descobriu no meio dessa maracutaia milionária praticada com o Orçamento da União uma nova tendência, a venda pela internet de ONGs e da variante chamada de organizações da sociedade civil de interesse público (OSCIPs).
Uma ONG prontinha para operar em Brasília pode sair por até R$ 9 mil parcelados. Uma OSCIP já é mais cara, por R$ 22 mil, como explica o suspeito site Vieira Consultoria: "São do tipo mais difícil de serem registradas pela complexidade em função de serem agências de desenvolvimento."
Na investigação, auditores do CGU simularam o interesse de negociar a compra de uma OSCIP. O proprietário da Vieira Consultoria, Antônio Carlos Travassos Vieira, ofereceu por R$ 22 mil um tal Instituto de Tecnologias Sociais. Os auditores receberiam, sem demora, a ata da assembleia da fundação da entidade de fachada, inscrição no CNPJ, certificado de OSCIP emitido pelo Ministério da Justiça e o contrato de cessão de direitos, com as alterações societárias.
De um modo geral, as ONGs e OSCIPs criadas para lesar os cofres públicos têm sedes em pequenos municípios de Goiás, como Alto Paraíso, onde fica o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, a pouco mais de 200 km de Brasília. Tais entidades de fachada têm como outra característica criminosa a utilização de "laranjas" para conseguir os recursos junto ao Governo Federal. Entre sócios, a CGU já identificou frentistas, caminhoneiros, cabeleireiras e auxiliares de escritório.
Somente dois "sócios" do governo, o Instituto Premium Avança Brasil, em Luziânia (GO), e o Instituto Educar e Crescer, em Brasília, levaram, juntos, R$ 19 milhões entre 2008 e outubro de 2010. Quem quer comprar uma ONG?
Lula aumentou em 14% a carga tributária. De cada R$ 100 produzidos, o governo petista embolsa R$ 37,10
.
Quando Lula recebeu o governo de FHC, a carga tributária era de 32,6%. Entrega para Dilma em 37,1%. Se Lula aumentou em 4,5 pontos percentuais a arrecadação, por qual motivo Dilma, com ampla maioria no Congresso, não aumentaria outros 2,9 pontos percentuais, elevando os impostos para 40% do PIB? Mesmo arrancando e lambendo os buracos dos olhos de quem produz, Lula não investiu mais do que FHC: ambos ficaram nos 0,7% do PIB, ao longo dos seus mandatos. Lula sai do governo com um agravante que, no futuro, passados os flashes e a compra da mídia, vai comprometer a sua biografia: o extraordinário aumento dos gastos públicos, que em vez de levar a riqueza econômica para os investimentos, transferiu a mesma para o bolso da burocracia improdutiva.
................................................................................
Mesmo com esta carga tributária, não tenhamos esperança: a CPMF será aprovada em 2011 e retornará em 2012. Não para financiar a saúde. Para pagar o custeio da máquina pública.
Quando Lula recebeu o governo de FHC, a carga tributária era de 32,6%. Entrega para Dilma em 37,1%. Se Lula aumentou em 4,5 pontos percentuais a arrecadação, por qual motivo Dilma, com ampla maioria no Congresso, não aumentaria outros 2,9 pontos percentuais, elevando os impostos para 40% do PIB? Mesmo arrancando e lambendo os buracos dos olhos de quem produz, Lula não investiu mais do que FHC: ambos ficaram nos 0,7% do PIB, ao longo dos seus mandatos. Lula sai do governo com um agravante que, no futuro, passados os flashes e a compra da mídia, vai comprometer a sua biografia: o extraordinário aumento dos gastos públicos, que em vez de levar a riqueza econômica para os investimentos, transferiu a mesma para o bolso da burocracia improdutiva.
................................................................................
Mesmo com esta carga tributária, não tenhamos esperança: a CPMF será aprovada em 2011 e retornará em 2012. Não para financiar a saúde. Para pagar o custeio da máquina pública.
Licença para roubar.
Domingo, Dezembro 19, 2010
Fica cada vez mais claro que, para uma grande maioria do Parlamento, com raríssimas exceções, obter um mandato de vereador, deputado ou senador é adquirir, por um baixíssimo custo, uma licença oficial para roubar. No país da impunidade, passou a ser um investimento de ponta para marginais de todas as matizes: estelionatários, ladrões, achacadores, corruptos em geral. Em pouco tempo é fácil recuperar o que foi gasto na campanha eleitoral para comprar o mandato. Um deputado federal vai ganhar R$ 1,6 milhão por ano ou R$ 6,4 milhões em 4 anos. Não há como não sobrar R$ 2 milhões líquidos ao final do período. Isso que não estamos falando do principal: as emendas parlamentares que, como estamos vendo, enchem os bolsos de deputados com outros tantos milhões, no truque simples de trocar entre si, independente de legendas, as liberações, botando "laranjas" lá na ponta que recebem a grana, sacam em dinheiro vivo e, obviamente, devolvem grande parte para os políticos. Tem empresa de fachada que chega a ser pluripartidária para não chamar atenção.Tem petista, tucano, comunista, direitista, tem todo o tipo de marca e modelo de político fazendo este tipo de safadeza. Quase no fim da cadeia alimentar da corrupção, chegamos à venda do voto, fruto do trabalho competente dos lobistas de todas as indústrias. Quanto será que o Paulinho da Força dos Bingos cobrou adiantado para trazer o assunto da legalização dos jogos de volta? Ou alguém acha que, mesmo perdendo no plenário, o bandido de colarinho branco não embolsou uma bolada? Se ganhasse, seriam dezenas de milhões no bolso de um dos piores bandidos políticos da história deste país. Finalmente, chegamos à venda do voto da bancada, quando um grupo de políticos é comprado em bloco por grupos empresariais ou por setores da economia. Aí a coisa vira um jogo sem limites em termos de achaque aos cofres públicos. Por isso, não há melhor investimento para um corrupto do que virar político. A lucratividade é enorme, sob a proteção da imunidade parlamentar. No Brasil de hoje, ser diplomado como político, é receber uma licença para roubar.
do b, coturno noturno
Fica cada vez mais claro que, para uma grande maioria do Parlamento, com raríssimas exceções, obter um mandato de vereador, deputado ou senador é adquirir, por um baixíssimo custo, uma licença oficial para roubar. No país da impunidade, passou a ser um investimento de ponta para marginais de todas as matizes: estelionatários, ladrões, achacadores, corruptos em geral. Em pouco tempo é fácil recuperar o que foi gasto na campanha eleitoral para comprar o mandato. Um deputado federal vai ganhar R$ 1,6 milhão por ano ou R$ 6,4 milhões em 4 anos. Não há como não sobrar R$ 2 milhões líquidos ao final do período. Isso que não estamos falando do principal: as emendas parlamentares que, como estamos vendo, enchem os bolsos de deputados com outros tantos milhões, no truque simples de trocar entre si, independente de legendas, as liberações, botando "laranjas" lá na ponta que recebem a grana, sacam em dinheiro vivo e, obviamente, devolvem grande parte para os políticos. Tem empresa de fachada que chega a ser pluripartidária para não chamar atenção.Tem petista, tucano, comunista, direitista, tem todo o tipo de marca e modelo de político fazendo este tipo de safadeza. Quase no fim da cadeia alimentar da corrupção, chegamos à venda do voto, fruto do trabalho competente dos lobistas de todas as indústrias. Quanto será que o Paulinho da Força dos Bingos cobrou adiantado para trazer o assunto da legalização dos jogos de volta? Ou alguém acha que, mesmo perdendo no plenário, o bandido de colarinho branco não embolsou uma bolada? Se ganhasse, seriam dezenas de milhões no bolso de um dos piores bandidos políticos da história deste país. Finalmente, chegamos à venda do voto da bancada, quando um grupo de políticos é comprado em bloco por grupos empresariais ou por setores da economia. Aí a coisa vira um jogo sem limites em termos de achaque aos cofres públicos. Por isso, não há melhor investimento para um corrupto do que virar político. A lucratividade é enorme, sob a proteção da imunidade parlamentar. No Brasil de hoje, ser diplomado como político, é receber uma licença para roubar.
do b, coturno noturno
Assinar:
Postagens (Atom)