domingo, 12 de maio de 2019

Trombas d’água contra o Crime

domingo, 12 de maio de 2019


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Já deu para perceber que o Mecanismo do Crime Institucionalizado fará de tudo para não deixar Jair Messias Bolsonaro e seu vice Antônio Hamilton Mourão governarem. A banda podre do Legislativo, a facção inescrupulosa do Judiciário, as bestas traidoras no Executivo e a extrema mídia estão unidas no processo de sabotagem ao projeto de crescimento econômico, combate à corrupção, melhora da segurança e redesenho estatal brasileiro.
O objetivo estratégico é manter a hegemonia criminosa. A intenção tática é não permitir o desmonte do aparelho ideológico vigente há mais de 40 anos. Mas a missão principal é impedir reformas estruturantes para inviabilizar a atuação dos segmentos que se organizam para promover as mudanças estruturais essenciais ao pleno desenvolvimento do Brasil como Nação educada, honesta, soberana e democrática (com plena Segurança do Direito).
É fundamental ter clareza de que o Governo de Bolsonaro é de transição. A gestão dele não pode ser vista como um fim nela mesma. Os segmentos esclarecidos da sociedade não podem cair na armadilha fácil da crítica ansiosa e destrutiva à administração federal. O Presidente também não tem o direito de agir de modo simplório no trato da coisa pública. Seu dever é assumir o papel de líder, encorajador e executor das mudanças. Neste papel, não pode, em nenhum momento, abaixar a cabeça para quaisquer sabotadores e criminosos nos três poderes.  
Bolsonaro e Mourão terão de colocar em prática uma Política de Tolerância Zero contra o Mecanismo do Crime Institucionalizado. Só que o enfrentamento hercúleo terá de ser feito com calma, firmeza e inteligência. Já que uma ofensiva em bloco é inviável, dado ao aparelhamento criminoso da máquina estatal, a ofensiva terá de escolher alguns alvos prioritários a serem neutralizados imediatamente. É fundamental se antecipar aos tentáculos organizados do Mecanismo. Em vez de tsunami, é mais fácil e recomendável uma série de trombas d’água (bem concentradas) contra lideranças das organizações criminosas.
O Governo Bolsonaro/Mourão está próximo de completar seu primeiro semestre. Ainda teremos mais sete até o fim do mandato. O Mecanismo posa de forte, porém não está preparado para ofensvas pontuais sobre seus operadores táticos. Por isso, o governo não pode mais perder tempo com “tretas” internas. Também não pode ficar comprando guerras que alimentam e fortalecem os inimigos - principalmente aqueles aparelhados na máquina estatal e nos seus aparelhos ideológicos. Os intensos fogos amigos deram aos inimigos a impressão de fragilidade que assanhou a bandidagem institucionalizada.
A maioria honesta da população brasileira não tem direito de cair em desânimo. É fundamental parar de futricas e manifestações negativas nas redes sociais. Todos devemos colaborar  com a maioria do Governo que deseja enfrentar, de verdade, os inimigos do Brasil e seus agentes conscientes. Aos amigos do Brasil, tudo. Aos inimigos, todos os rigores da Lei.
Só assim o Brasil conseguirá ser pacificado e efetivamente democratizado, para promover as reformas estruturantes que permitirão as mudanças estruturais, no prazo mais realista possível, viabilizando a retomada do crescimento para o desenvolvimento político, econômico e social.
Tsunâmica? Já se especula que o “tsunami” a que Bolsonaro fez referência é uma greve de caminhoneiros programada para esta segunda-feira, dia 13 de maio. Será?

Releia o artigo: Tsunami trará lagosta ou lixo?

Em tempo: Feliz Dia das Mães! Exceto para quem pensa e age como filho de chocadeira...
Na Televisão: Neste domingo, às 22 horas, na Rede Gospel, estaremos com o Desembargador Laércio Laurelli em mais um imperdível programa Direito e Justiça em Foco. Assistam sem moderação!

Emenda à MP 870 reedita lista VIP da Receita...A MEDIDA DOS BANDIDOS


Onyx Lorenzoni disse a O Antagonista que a emenda apresentada por Eduardo Braga para restringir os poderes da Receita Federal foi “respaldada em análise técnica” da consultoria legislativa.
Na verdade, o documento é puramente político e atende aos interesses dos poderosos.
Num trecho, diz claramente que o objetivo é impedir que o fiscal da Receita compartilhe com o MPF e a PF “indícios de crimes não tributários”, justificando a regra no vazamento recente “de investigações contra membros do Poder Judiciário e seus parentes”.
Trata-se de uma referência clara a reportagens citando achados da Receita sobre patrimônio de Gilmar Mendes e sua esposa. Desde 2017, um ‘grupo de elite’ do órgão promove apuração de indícios de crimes envolvendo agentes públicos.
Faz isso através de um software que agrega informações de bases de dados variadas. Os indícios coletados são enviados aos órgãos de investigação. Ou seja, os auditores não investigam nada.
Mas isso não importa. O importante é restabelecer a chamada cultura da ‘lista VIP’ – formada por ‘pessoas politicamente expostas’ que, em vez de serem escrutinadas com mais vigor, passam a desfrutar de proteção.

EM MENSAGEM AO POVO BRASILEIRO PRESIDENTE BOLSONARO DESTACA IMPORTÂNCIA DA LIBERDADE NA INTERNET E LAMENTA A PERDA DE TEMPO PARA DESMENTIR INVENÇÕES DA GRANDE MÍDIA

domingo, maio 12, 2019

Em sua página do Facebook que conta com mais de 10 milhões de seguidores o Presidente Jair Bolsonaro postou uma mensagem especial ao povo brasileiro em que ressalta a importância da liberdade, sobretudo na internet. Além disso lamenta o desperdício de tempo dele próprio e de sua equipe com a infausta tarefa de desmentir as "invenções" da grande mídia e da oposição com a finalidade de desestabilizar o governo. Leiam: 

Infelizmente, temos que passar grande parte do tempo desmentindo invenções que partem da mídia e da oposição para desestabilizar o atual governo. Todos sabemos que seria assim, há um interesse gigantesco na máquina pública e não é por preocupação com o futuro do país.
Hoje, graças a Deus, temos a internet, que possibilitou que a população pudesse observar mais de perto e ter maior influência nas decisões, como sempre deveria ter sido. Isso frustra qualquer pretensão ruim, por isso tentam desanimá-los a todo custo. Se tornou o maior obstáculo.
O Brasil de sempre, com os velhos vícios, levou os brasileiros a uma situação caótica, com pobreza, violência e desemprego. O establishment quer o de sempre porque não sente as consequências de suas ambições. Nós vamos mudar o Brasil porque não fazemos parte do establishment!
Por isso precisamos cada vez mais que todos vocês estejam incluídos nesse processo, cobrando, inclusive, do governo. Queremos reproduzir os valores da população brasileira e resgatar nossa identidade como Nação. Só assim, juntos, conseguiremos mudar de vez o futuro do Brasil!
Por isso também ressalto a necessidade de garantir a liberdade nessa importante ferramenta que é a internet, para que nunca mais a população seja afastada do que acontece no cenário político brasileiro e outras liberdades sejam atacadas às sombras. DO A.AMORIM

sábado, 11 de maio de 2019

OS DITOS 'PODEROSOS' ESPERNEIAM. MAS OLAVO DE CARVALHO TEM TANTA RAZÃO QUE INFLUIU E MUDOU O CURSO DA HISTÓRIA DO BRASIL.

sábado, maio 11, 2019



No vídeo acima o youtuber LiloVlog em seu canal do Youtube faz uma análise das capas das revistas Veja e IstoÉ que foram às bancas neste final se semana dedicadas a enxovalhar Olavo de Carvalho. E, como se diz na gíria, ninguém chuta cachorro morto! Vale a pena ver.
O extraordinária vitória eleitoral de Jair Bolsonaro que o levou à Presidência da República é um legítimo ponto de inflexão na política brasileira. Nunca houve nada parecido na história do Brasil desde o golpe da Proclamação da República quando a camarilha golpista derrubou a Monarquia. Portanto, há 130 anos o povo brasileiro vem sendo manipulado pelos herdeiros dos golpistas de 1889.  Esse poder transmitido por tradição hereditária de forma ininterrupta por mais de um século só foi quebrado na eleição presidencial de 2018 que levou Jair Bolsonaro à Presidência da República.

O fato é um acontecimento inaudito porque detonou o esquema do poder político até então intocável. E o mais interessante de tudo isso é que essa verdadeira revolução foi incruenta. Não precisou da violência e muito menos da mainstream media. Foi levada a termo por sucessivas manifestações populares convocadas por meio das redes sociais na internet. Não houve também nenhum processo de agitação que caracterizam, por exemplo, as mobilizações esquerdistas.

Essas manifestações começaram em 2013 e culminaram com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff em 2016. Foram sucessivas manifestações populares, as maiores já registradas na história do Brasil sem qualquer apoio da grande mídia. Pelo contrário, a mainstream media como principal operadora dos governos comunistas passados tratava de boicotar esses eventos históricos.
O FENÔMENO OLAVO DE CARVALHO
Pela primeira vez na história do Brasil está germinando um movimento conservador sem que haja a coordenação planejada de líderes políticos com mandato parlamentar ou qualquer apoio de grupos econômicos.
O único nome levado a público inscrito em cartazes e faixas empunhados pelos manifestantes referia-se apenas ao filósofo, jornalista e escritor Olavo de Carvalho que muito antes dessas manifestações já estava morando nos Estados Unidos. Olavo vive nos Estados Unidos há mais de uma década e se transformou num ícone do conservadorismo brasileiro e é conhecido internacionalmente.
Dono de uma copiosa obra literária político-filosófica e lecionando filosofia por meio de seus cursos pela internet Olavo de Carvalho, praticamente sozinho,  boicotado pela grande mídia acabou se transformando na maior personalidade política e intelectual brasileira em termos literári e filosófico tendo tido o privilégio de sentar ao lado direito do Presidente Jair Bolsonaro em Washington, na histórica reunião na Embaixada do Brasil, parte da programação da viagem do Presidente Bolsonaro aos Estados Unidos quando foi recebido pelo Presidente Donald Trump.
O que escrevi até aqui são fatos. E esses fatos incomodam o establishment, categoria da filosofia política em inglês que, grosso modo, conceitua o ajuntamento dos poderosos que controlam a ordem ideológica, econômica, política e legal que constitui uma sociedade ou um Estado. Em grande medida normalmente atingem esses seus objetivos. Mas a história está aí para comprovar que nem sempre os projetos do establishment se concretizam, E este é o caso recente ocorrido no Brasil com a eleição do Presidente Jair Bolsonaro.
E quando isso acontece os operadores do establishment são acionados. Dentre eles, o principal, que são os veículos da dita grande mídia. Por isso, as duas antigas e outrora influentes publicações nacionais, as revistas Veja e IstoÉ, sem mais ter o que publicar para denegrir o Governo do Presidente Jair Bolsonaro, decidiram levar a público em suas capas ilustrações abjetas e nojentas na tentativa de enxovalhar e ridicularizar justamente Olavo de Carvalho.
Sim, porque Olavo é o maior intelectual brasileiro da atualidade, o mais arguto analista político da história do Brasil e que conseguiu sozinho levar a complexa reflexão política e filosófica para as ruas, a ponto de populares levantarem as  faixas e cartazes com um dístico simples e objetivo: Olavo tem Razão. Algo que de fato nunca se viu antes em nossa história, ou seja, que um intelectual desprovido de cargo público, de mandato parlamentar, de qualquer poder e riqueza, além de desprezado pela grande mídia, ter tamanha influência nos rumos da história política do Brasil.
E tudo isso eviscera a realidade e revela que a dita 'elite brasileira', o establishment, a maioria dos ditos 'poderosos' não passam de ignorantes vulgares, de simples criminosos que se vangloriam de sua suposta esperteza. A eles se deve a persistência histórica da ruína do Brasil iniciada com o golpe da Proclamação da República.
Já, a Olavo de Carvalho, se deve a compreensão por parte da maioria do povo brasileiro sobre esta triste realidade e suas causas. E foi esta maioria de repente esclarecida pela copiosa obra literária, filosófica e jornalística de Olavo de Carvalho que contribuiu muito para pavimentar o caminho de Jair Messias Bolsonaro à Presidência da República.
Configura-se portanto uma ruptura no curso da História do Brasil derivada de um acontecimento eleitoral. E o acontecimento não pode ser apagado. Já integra o curso da nossa História, enquanto a obra de Olavo de Carvalho já é e continuará a ser referência obrigatória para quem quiser entender o Brasil e os contextos filosófico e político do século passado e do presente, bem como as injunções políticas, sobretudo a dita 'guerra cultural' desencadeada pelo movimento comunista internacional e nacional. DO A.AMORIM

Tsunami trará lagosta ou lixo?

sábado, 11 de maio de 2019

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Muita gente ficou intrigada com a previsão antecipada pelo Presidente Jair Bolsonaro de que, na semana que vem, “vamos enfrentar um tsunami”. Ficou no ar a impressão de que o problema a ser resolvido é com alguém da equipe governamental. Ou será que vem alguma “novidade” na guerra, sem tréguas, que o Legislativo e o Judiciário resolveram promover contra o Executivo.
Não importa... O importante é que Bolsonaro conseguiu identificar o maremoto antes de estourar na praia. Tomara que o Presidente tenha achado, também, a solução prévia do problema. Se for assim, o tsunami vai render muita chateação pela repercussão que o “desastre” deverá ganhar na extrema mídia. No entanto, dependendo da abordagem e do tratamento que o governo der, tudo pode não passar de uma “marolinha”.

Um tsunami possível? Um leitor anônimo do Alerta Total cantou uma pedra possível. Bolsonaro pode extinguir o COAF e criar um novo sistema para identificar as movimentações financeiras dos cleptocratas. Seria bom para que se parasse de banalizar o crime de lavagem de dinheiro. Hoje é o COAF quem decide se é crime ou não movimentar R$ 10 mil, R$ 10 Milhões ou R$ 100 milhões... O mercado vai pirar se Bolsonaro criar um novo COAF todinho para o Sérgio Moro...
Bolsonaro tem de cumprir seu papel: tomar decisões. Se acertar, ótimo. Se errar, precisa corrigir a mancada o mais depressa possível. Governar é isto... Quem morre de véspera é Peru de Natal. Vamos aguardar que tipo de lagosta ou pedaço de lixo o tsunami trará para a praia do Palácio do Planalto...

PRESIDENTE JAIR BOLSONARO DIVULGOU VÍDEO DEMONSTRANDO QUE CORTE DE 30% NAS VERBAS DESTINADAS ÀS UNIVERSIDADES É MENTIRA.VEJAM:



sábado, maio 11, 2019


O Presidente Jair Bolsonaro publicou o vídeo acima em que esse professor e vereador explica a contradição entre o que o Governo Federal decidiu em termos de contingenciamento das verbas destinadas às Universidades, ou seja, um corte emergencial tendo em vista situação financeira precária herdada pelo atual Governo.

Todavia, como se constata não é o que a grande mídia tem alardeado.DO A.AMORIM

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Ah, esses "garantistas". UMA OVA...OS DEFENSORES DE CORRUPTOS...

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Quando a lei existe para proteger o crime, escreve J. R. Guzzo em sua coluna  na Veja da próxima semana ("Garantistas"), defender a lei é defender o criminoso:

Você sabe o que é um “garantista”? É muito provável que já tenha ouvido falar, pois a Justiça, as leis e o Código Penal passaram a ser conversa de botequim no Brasil desde que a Operação Lava-Jato começou a incomodar a sério um tipo de gente que jamais tinha sido incomodado na vida. Cinco minutos depois de ficar claro que o camburão da polícia podia, sim senhor, levar para o xadrez empreiteiros de obras públicas, gigantes da alta ou baixa política e milionários viciados em construir fortunas com o uso do Tesouro Nacional, já estava formada uma esquadra completa de cidadãos subitamente preocupados com a aplicação da lei nos seus detalhes mais extremos — ou melhor, a aplicação daquelas partes da lei que tratam dos direitos dos acusados da prática de crimes. É essa turma, justamente, que passou a se apresentar como “garantista”. Sua missão, segundo dizem, é trabalhar para que seja garantido o direito de defesa dos réus até os últimos milímetros. Seu princípio essencial é o seguinte: todo réu é inocente enquanto negar que é culpado.

Essa paixão pela soberania da lei, que chegou ao seu esplendor máximo com os processos e as condenações do ex-presidente Lula, provavelmente nunca teria aparecido se o direito de defesa a ser garantido fosse o dos residentes no presídio de Pedrinhas, ou em outros resorts do nosso sistema penitenciário. Esses aí podem ir, como sempre foram, para o diabo que os carregue. Mas a criminalidade no Brasil subiu dramaticamente de classe social quando a Justiça Federal, a partir da 13ª Vara Criminal do Paraná, resolveu que corrupto também estava sujeito às punições do Código Penal. O código dizia que corrupção era crime, claro, mas só dizia — o importante, mesmo, era o que não estava dito. Você sabe muito bem o que não estava dito: que corrupção é crime privativo da classe “A” para cima, e, como gente que vive nessas alturas nunca pode ir para a cadeia, ficavam liberadas na vida real as mil e uma modalidades de roubar o Erário que a imaginação criadora dos nossos magnatas vem desenvolvendo desde que Tomé de Souza entrou em seu gabinete de trabalho, em 1549.
Outra classe, outra lei. Descobriu-se, desde que o Japonês da Federal apareceu para levar o primeiro ladrão top de linha da Petrobras, que no Brasil o direito de defesa deveria estar acima de qualquer outra consideração. Quem defende um corrupto, na visão do “garantismo”, deve ter mais direitos do que quem o acusa. Não se trata, é óbvio, de ficar dizendo que a acusação é obrigada a provar que o réu cometeu o crime. Ou que todo mundo é inocente “até prova em contrário”. Ou que ninguém é culpado enquanto estiver recorrendo da sentença. Ou que é proibido linchar o réu, ou dar à opinião pública o direito de condenar pessoas — e outras coisas que vêm sendo repetidas há mais de 200 anos. Nada disso está em dúvida. O que se discute, no atual combate à corrupção, é outra coisa: é a ideia automática, em nome do direito de defesa, de usar a lei para desrespeitar a lei. É compreensível que os criminosos se sirvam das leis para adquirir o direito de praticar crimes sem punição? Quando fica assim, não se pode conseguir nada melhor, realmente, em matéria de tornar a lei uma ficção inútil.

Existe, naturalmente, muita gente que tem uma argumentação honesta, inteligente e sensata em favor do direito de defesa — uma garantia essencial para proteger o cidadão da injustiça e das violências da autoridade pública. Mas é claro que o problema não está aí. O problema começa quando essas garantias da lei passam a ser usadas como incentivo ao crime. O mandamento supremo dos “garantistas” determina que é indispensável fazer a “defesa absoluta da lei”. Não importa quais venham a ser as consequências de sua aplicação; o que está escrito tem de ser obedecido. Mas quem realmente ameaça a lei, em primeiro lugar, é o crime, e não quem quer punir o criminoso. Quando a lei, na realidade prática, existe para proteger o crime, pois foi escrita com esse objetivo, defender a lei passa a ser defender o criminoso. Vêm daí, e de nenhum outro lugar, a quantidade abusiva de recursos em favor do acusado, a litigância de má-fé e a elevação da chicana, ou seja, da sacanagem aberta, ao nível de “advocacia”.
“Garantista” em guerra contra a Lava-Jato, em português claro, é quem joga esse jogo. Seu foco mais ativo são os escritórios de advocacia milionários que se especializam na defesa de corruptos. Seus anjos preferidos são os tribunais superiores. O mais valioso deles é a banda podre do STF. DO O.TAMBOSI

MANIPULANDO O CONGRESSO NACIONAL O 'ESTABLISHMENT' E OS COMUNISTAS TENTAM CRIAR UMA CRISE PARA EMPAREDAR O PRESIDENTE BOLSONARO E IMPEDIR AS REFORMAS

sexta-feira, maio 10, 2019

Dando uma zapeada pelos sites da extrema-imprensa na manhã desta sexta-feira chega-se à conclusão que o establishment, o ajuntamento criminoso que conspira contra o Brasil e o povo brasileiro desde o movimento do golpe da República em 1889, resolveu partir para o tudo ou nada contra o Governo do Presidente Jair Bolsonaro. Sem falar no fato de que seus principais operadores, os jornalistas da grande mídia, cunharam há um bom tempo designativo para esse grupo que sempre se moveu nas sombras próximas ao núcleo do poder estatal: centrão.

O tal "centrão" é tão centrista no que tange à política que nunca se abalou com a ascensão ao poder dos comunistas. Aliás, nada melhor para essa gente do dito 'centrão" que um governo esquerdista apoiado por toda a grande mídia garantindo o controle da opinião pública. Na vizinha Venezuela o 'centrão' também existe. Na época do coronel do Exército Hugo Chávez, o 'centrão' era qualificado como 'boliburgueses", ou seja, burgueses bolivarianos, empresários, banqueiros, e assemelhados que viram na ditadura chavista uma boa forma de pilhar os cofres estatais. Deu no que deu, a destruição completa daquele país.

Guardada as devidas proporções é o mesmo que ocorreu no Brasil. Os mega empresários brasileiros foram os aliados de primeira hora de Lula e seus sequazes. Inclusive transitavam alegres dentro do Palácio do Planalto participando daquelas reuniões do dito "conselhão".

O epílogo dessas tramoias que unem centrões e boliburgueses com os comunistas é sempre igual: destruição completa do país onde ocorre esse conluio. Haja vista para um fato evidenciado quando se consumou o fim da ex-URSS - União das Repúblicas Socialistas. Começaram a circular no Ocidente, principalmente na Europa, os tais "milionários" russos. E os menos avisados se perguntavam: mas como pode milionários russos se a Rússia era comunista? E o que dizer dos atuais milionários chineses da China comunista da atualidade?

O caso brasileiro repete de forma absolutamente igual, ou seja, o conluio de empresários, banqueiros e os ditos "operadores do mercado" com os comunistas. Mas como os brasileiros são muito "criativos", o ajuntamento de milionários com os comunistas é denominado "centrão".

Mas o que causa espécie à maioria do povo brasileiro é o atual protagonismo político dos militares que durante a dita "revolução de 1964" e, principalmente depois que entregaram o poder aos civis, foram alvo de uma campanha difamatória sistemática, especialmente pelos jornalistas da grande mídia.

Mas, como se diz, o mundo dá voltas! Com a ascensão de Jair Bolsonaro à Presidência da República, um capitão do Exército reformado, os militares retornaram ao poder. Vários oficiais reformados ocupam cargos ministeriais e o próprio Vice-Presidente de Bolsonaro é o general da reserva Hamilton Mourão, enquanto outros militares estão em postos chave do Governo.

Desta feita, porém, esses militares fustigados no passado pela grande mídia agora, de repente, passaram a ser os queridinhos dos jornalistas. E este é um baita mistério!

E isso está evidenciado pelo comportamento midiático. O foco de todos os ataques dos jornalistas é contra o Presidente Jair Bolsonaro. Tanto é que nesta sexta-feira a capa da revista IstoÉ ridiculariza o filósofo, escritor e jornalista Olavo de Carvalho.

Em contrapartida publica uma reportagem tocando o pau no Presidente Jair Bolsonaro e elogiando os militares, afirmando que "enquanto o governo patina no desenvolvimento de projetos e segue desarticulado no Congresso para a aceleração das reformas, a caserna trabalha sem alarde e faz a diferença".

Tamanho cinismo nunca vi em meus 48 anos de jornalismo! Principalmente pela a afirmação dessa revista que acusa o Presidente Jair Bolsonaro de desarticulação no Congresso, quando se sabe que "desarticulação" é um eufemismo muito conveniente para esconder a verdade: o achaque, o toma-lá dá-cá vergonhoso que impera desde sempre no Congresso Nacional! Uma vergonha, um crime que tem de ser combatido.

Aliás, está no pacote de propostas do Presidente Jair Bolsonaro de não se submeter ao toma lá-dá-cá. Resta saber qual será a reação dos militares e dos quase 60 milhões de eleitores que levaram Jair Bolsonaro à Presidência da República e daqueles grupos ruidosos que defendiam uma "intervenção militar" e que sumiram do mapa. DO A.AMORIM

“Só no Brasil preso por corrupção indulta presos por corrupção

Só no Brasil

”, diz Josias de Souza.
Ele se refere ao indulto de Michel Temer, que foi corroborado pelo STF na mesma hora em que ele se entregava à polícia.
“O Brasil tornou-se um país esquisito, no qual um preso por corrupção, réu em seis ações criminais, vira benfeitor de larápios com o beneplácito da Suprema Corte. Espanto! O preso assiste à confirmação de um decreto que assinou com o propósito deliberado de perdoar 80% das penas e 100% das multas impostas aos mais variados tipos de criminosos (…).
O Supremo não se constrange em referendar a extensão do indulto aos condenados por peculato, concussão, corrupção passiva, corrupção ativa, tráfico de influência, fraudes contra o sistema financeiro, lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa.”

Bolsonaro engole sapos

Jair Bolsonaro reuniu-se com a bancada do PSL ontem à noite, como antecipamos.
Segundo o Valor, “o presidente lamentou ter cedido às pressões de partidos do Centrão para desmembrar o Ministério do Desenvolvimento Regional (…). Bolsonaro lembrou que aceitou recriar as pastas porque teria a garantia de que o Coaf ficaria sob o comando de Sergio Moro.”
E mais:
“Durante a conversa, Bolsonaro ‘abriu o jogo’ e lamentou estar ‘engolindo sapo por se ver obrigado a aceitar indicações de partidos’ para a composição da Esplanada dos Ministérios.” SÓ ACEITA SE QUISER MEU PRESIDENTE...VC TEM A FORÇA DO POVO...

Bolsonaro diz esperar que plenário reverta decisão que tirou Coaf da Justiça

quinta-feira, 9 de maio de 2019


Órgão combate lavagem de dinheiro, e comissão do Congresso decidiu transferir Coaf para Ministério da Economia.

Plenário da Câmara ainda analisará tema e, depois, o do Senado.

Parlamentares impõem derrota a Moro e devolvem Coaf para Economia

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (9) esperar que os plenários da Câmara e do Senado revertam a decisão de uma comissão do Congresso que retirou o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Justiça.


Mais cedo, nesta quinta, a comissão mista responsável por analisar a medida provisória (MP) da reforma administrativa decidiu transferir o órgão para o Ministério da Economia.

A decisão não está em vigor. Isso porque, a partir de agora, caberá ao plenário da Câmara analisar o tema. O texto a ser aprovado será enviado para o Senado e, posteriormente, para sanção presidencial.

"Hoje, em comissão especial que analisa a MP sobre reestruturação do governo, uma das medidas tomadas pela comissão, que falta ser referendada pelo plenário, o que pode não acontecer, estão pegando o Coaf e levando do Ministério da Justiça, do Sergio Moro, e mandando lá para o Ministério da Economia, do Paulo Guedes", afirmou Bolsonaro.

"A gente espera que o plenário da Câmara e do Senado mantenha o Coaf lá no Ministério da Justiça porque é uma ferramenta muito forte na mão do nosso ministro Sergio Moro para combater a lavagem de dinheiro, a corrupção e entre outras medidas", acrescentou.

Se eventualmente Bolsonaro vetar algum trecho do texto aprovado pelo Congresso, os parlamentares terão de decidir, em seguida, se mantêm ou derrubam o veto.

De acordo com o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, Bolsonaro não vê "derrota" com a mudança do Coaf por considerar que foi uma "decisão soberana do Congresso".
Comissão aprova a volta do Coaf para o Ministério da Economia

Ao comentar nesta quinta-feira a decisão da comissão, o ministro da Justiça, Sérgio Moro, afirmou que a medida "não é muito favorável", mas não atrapalha atuação do órgão.

O conselho é uma unidade de inteligência financeira do governo federal que atua principalmente na prevenção e no combate à lavagem de dinheiro (crime que consiste na prática de disfarçar dinheiro de origem ilícita). 
"A intenção de trazer o Coaf para o Ministério da Justiça foi sempre a intenção de fortalecer o Coaf. Independentemente do que aconteça, vai ser essa a política do governo, sempre fortalecer o Coaf porque sabe que ele é um órgão estratégico. Hoje, de fato houve uma decisão não muito favorável a essa proposta do governo, mas independentemente do que aconteça, podem ter certeza de que a postura do governo vai ser sempre de fortalecimento desse órgão", disse Moro.
09.05.2019 DO R.DEMOCRATICA

quinta-feira, 9 de maio de 2019

quinta-feira, 9 de maio de 2019

O emedebista partiu em um carro, de sua residência, no bairro de Alto de Pinheiros, Zona Oeste, e seguiu rumo à sede da PF em São Paulo, na Lapa
Estadão

Temer se entrega na superintendência da Polícia Federal em São Paulo, para o cumprimento da prisão preventiva. Foto: Amanda Perobelli / Reuters

O ex-presidente Michel Temer (MDB) se entregou na tarde desta quinta-feira, 9, na superintendência da Polícia Federal em São Paulo, para o cumprimento da prisão preventiva no âmbito da Operação Descontaminação, braço da Lava Jato no Rio. O emedebista partiu em um carro, de sua residência, no bairro de Alto de Pinheiros, Zona Oeste, e seguiu rumo à sede da PF em São Paulo, na Lapa. Pouco antes da partida, chegou à casa o advogado do ex-presidente, Eduardo Carnelós.

Seus advogados pediram para que ele fique em uma Sala de Estado Maior no Quartel General da Polícia Militar, em São Paulo. A juíza substituta da 7ª Vara do Rio de Janeiro, Caroline Figueiredo, havia dado até 17h horas para que o emedebista se entregasse e encaminhou o pleito sobre o local da prisão à PF e ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região.

A defesa do ex-presidente apresentou há pouco um pedido de habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça. A relatoria do processo no STJ ainda não foi definida, mas há uma expectativa de que o habeas corpus seja encaminhado para o ministro Antonio Saldanha, segundo apurou o Broadcast Político.

A revogação da liminar que havia suspendido a prisão preventiva foi definida por 2 votos a 1 da turma de desembargadores. No julgamento, foram analisados a liminar concedida por Athié em março e o pedido, feito pelo Ministério Público Federal, para que a prisão fosse restabelecida. Athié, o relator, votou pela manutenção da liberdade dos dois, mas o desembargador Abel Gomes, que é o presidente da turma, votou pela prisão. Paulo Espírito Santo acompanhou o voto de Gomes.

“Tudo aqui, desde o início, tem rabo de jacaré, pele de jacaré e boca de jacaré. Não pode ser um coelho branco”, disse o desembargador Abel Gomes, ao votar pelo retorno de Temer e do coronel Lima à prisão da Lava Jato.

“Concedo a oportunidade de se apresentarem espontaneamente à Autoridade Policial Federal mais próxima dos seus domicílios até às 17:00 horas de hoje. Decorrido in albis esse prazo, determino que os mandados de prisão sejam imediatamente cumpridos pela Polícia Federal, atentando-se, quanto ao uso de algemas, para o disposto na Súmula Vinculante 11 do Supremo Tribunal Federal”, escreveu.

A juíza pede ainda em seu despacho uma consulta ao TRF2 e à Polícia Federal em São Paulo acerca da possibilidade de manter o ex-presidente preso em São Paulo, local de sua residência, com base no que dispõe o artigo 103 da Lei de Execução Penal, que trata da permanência do preso em local próximo ao seu meio social e familiar.O emedebista pediu para ficar em uma Sala de Estado Maior no Quartel General da Polícia Militar em São Paulo.

“Caso haja autorização por parte da 1ª Turma Especializada do Eg. Tribunal Regional Federal da 2ª Região para o cumprimento da prisão preventiva no Estado de São Paulo, oficie-se à Superintendência da Polícia Federal de São Paulo para que informe se tem condições de custodiá-lo.”, anotou.

No mesmo despacho, a juíza pede também a prisão de João Baptista Lima Filho, o coronel Lima, que seria o operador do esquema.
Operação Descontaminação

Temer e Coronel Lima foram presos preventivamente em 21 de março, na Operação Descontaminação, por ordem do juiz Marcelo Bretas, da 7.ª Vara Federal Criminal do Rio. Ambos foram libertados no dia 25 daquele mês por decisão liminar (provisória) do desembargador Antonio Ivan Athié, do TRF-2. A Descontaminação é desdobramento da Operação Lava Jato no Rio.

A investigação envolve obras na usina nuclear de Angra 3, operada pela Eletronuclear, em que teria havido desvios de R$ 1,8 bilhão, de acordo com o Ministério Público Federal.

A acusação teve como base depoimento do engenheiro José Antunes Sobrinho, dono da Engevix, que firmou acordo de delação premiada, e investigações sobre Angra 3. Temer é acusado de chefiar uma organização criminosa que teria negociado R$ 1,8 bilhão em propinas relacionadas às obras. As acusações são dos crimes de corrupção, peculato e lavagem de dinheiro. O emedebista é réu neste caso – em 2 de abril, Bretas abriu ações penais contra acusados na Descontaminação.
09 de maio de 2019DO R.DEMOCRATICA

Presidentes prisioneiros? Sem novidades...

quinta-feira, 9 de maio de 2019


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Rotina macabra no Brasil. O ex-Presidente Michel Temer vai preso novamente. O ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, embora aposte que conseguirá o regime prisional semiaberto, também já sabe que receberá condenação em um terceiro processo a que responde.
E o Presidente Jair Bolsonaro também entra para a galeria dos “prisioneiros”. Felizmente, não por corrupção. Infelizmente, o risco é enorme de que Bolsonaro fique refém dos parlamentares do “centrão”, obrigado a fazer algum toma-lá-dá-cá para aprovar a reforma da Previdência.
Todo Presidencialismo de Coalizão é uma prisão? No Brasil, tem sido... Se o Presidente não faz concessões aos deputados e senadores, a politicagem causa colisão na gestão da coisa pública. Bolsonaro não pode cair na cilada. Mas não é fácil escapar dela. A primeira dica para não entrar no jogo de extorsão é insistir na postura transparente de estadista.
No entanto, o maior perigo para Bolsonaro ainda é perder a guerra de comunicação. As tretas palacianas ganham mais destaque midiático que a agenda positiva. O governo ainda não comprovou competência em exibir suas realizações imediatas ao eleitorado ansioso por bons resultados. É preciso reforçar o staff com estrategistas de vivência profissional e política.
É fundamental parar de criar crises inúteis. O primeiro semestre de governo logo termina. Faltarão mais sete semestres para o Brasil dar certo. Erros primários são inaceitáveis e imperdoáveis.

Não pode dar mole, porque o Mecanismo reage e se reinventa. O STF já estendeu aos deputados estaduais imunidades dadas aos Congressistas. É a pizza de lagosta para tomar com vinho caríssimo e festejar a impunidade...