segunda-feira, 6 de outubro de 2014

GRANDE MANIFESTO DE INTELECTUAIS DEFENDE ALIANÇA AÉCIO-MARINA

Antes de terminar o domingo da eleição, um grupo de intelectuais que no primeiro turno apoiaram Aécio Neves e Marina Silva divulgou um curto manifesto de defesa da união entre os dois. Gestado nos dias anteriores, a nota poderia ter o mesmo texto, mudando os personagens de posição, qualquer dos dois que passasse ao segundo turno.
São pensadores de várias origens e atividades, poetas, atores, professores universitários, escritores e líderes de ONGs, que saem na frente de um movimento que pode se tornar explícito a qualquer momento. Há entre eles os cientistas políticos Francisco Weffort (fundador do PT, rompido com o partido desde os anos 1990) e José Álvaro Moisés, o
historiador Bóris Fausto e o filósofo José Arthur Gianotti (tucano), o economista José Eli da Veiga (apoiador de Marina Silva), e o poeta Antonio Cícero, entre muitas outras personalidades.
Até as 22h15 deste domingo (5), a iniciativa contava com 167 assinaturas.
LEIA, A SEGUIR, A ÍNTEGRA DA CARTA E A LISTA DE NOMES:
Apoiamos Aécio Neves porque a sociedade brasileira quer mudanças. Porque é preciso dar um basta à conivência com a corrupção e aos retrocessos que marcaram a ação do governo nos últimos anos: a confusão entre partido e Estado e a cooptação de organizações da sociedade civil.
Porque a democracia requer valores republicanos e exige o respeito às diferenças políticas, culturais e individuais. Apoiamos Aécio Neves porque a estabilidade e o crescimento econômicos são condições indispensáveis para que a redução das desigualdades seja efetiva, e a retomada do desenvolvimento seja sustentável. (Do site da Folha de São Paulo)
1. Abílio A. Baeta Neves ­ Professor titular da UFRGS
2. Adilson Simonis ­ Professor titular da USP
3. Adriano Pires ­Economista
4. Alberto Aggio ­Professor titular da Unesp
5. Alessandro Ventura ­ Arquiteto
6. Alexandre Salles ­Economista
7. Alexandre Schwartsman ­ Economista
8. Álvaro de Souza ­ Empresário
9. Amarildo Virgulino ­ Economista
10. Amilcar Baiardi ­ Professor titular da UFBA
11. Ana Paula Vescovi ­ Economista
12. André Medici ­ Economista
13. Antonio Cícero ­ Poeta
14. Antonio Marcio Buainain ­ Professor do IE/Unicamp
15. Antonio Octavio Cintra ­ Cientista político
16. Aron Belinky ­ Administrador
17. Barby de Bittencourt Martins ­ Socióloga
18. Beatriz Bracher ­ Escritora
19. Beatriz Cardoso ­ Educadora
20. Bolívar Lamounier ­ Cientista politico
21. Bolívar Moura Rocha ­ Advogado
22. Boris Fausto ­ Historiador
23. Breno Raigorodsky ­ Publicitário
24. Carlos Ari Sundfeld ­Advogado
25. Carlos de Almeida Vieira ­ Médico
26. Carlos Dranger ­ Arquiteto
27. Carlos Eduardo Lessa Brandão ­ Engenheiro
28. Carlos Henrique de Brito Cruz ­ Prof. titular da Unicamp
29. Carlos Pereira ­ Cientista político
30. Carolina Learth ­ Engenheira
31. Celia Fix Korbivcher ­ Psicanalista
32. Cesar Borges de Souza ­ Empresário
33. Claudia Romano ­ Economista
34. Cleonice Ferreira da Cunha ­ Arquiteta
35. Clóvis Cavalcanti ­ Economista
36. Clóvis Panzarin ­ Economista
37. Dalberto Adulis ­ Administrador
38. Decio Zylbersytajn ­Professor titular da USP
39. Dora Fix Ventura ­ Biopsicóloga
40. Dora Kaufman ­ Economista
41. Edmar Bacha ­ Economista
42. Edson Teófilo ­ Economista
43. Eduardo Felipe Matias ­ Advogado
44. Eduardo Giannetti ­ Economista
45. Eduardo Portella ­ Escritor
46. Eduardo Viola ­ Professor titular da UnB
47. Elizabeth Castanheira P. Costa ­ Consultora
48. Eneida Orenstein Ende ­ Auditora Fiscal
49. Estela Neves ­ Arquiteta
50. Eunice Ribeiro Durhan ­Professor titular da USP
51. Evandro Carlos Ames ­ Economista
52. Everardo Maciel ­Tributarista
53. Fábio Akira Nakayama Ohia ­Engenheiro
54. Felipe Massao Kuzuhara ­Economista
55. Fernando Furriela ­ Advogado
56. Fernando Schuler ­ Advogado
57. Flávio Dias Barbosa ­ Engenheiro
(...)
63. Guilherme Aranha Coelho ­ Advogado
64. Guilherme Dias ­ Economista
65. Guilherme Doin ­ Advogado
66. Guilherme Lima ­ Economista
67. Gustavo Franco ­ Economista
68. Hamilton Dias de Souza ­ Advogado
69. Hans Michael van Bellen ­ Prof. Associado da UFSC
70. Helena Sampaio ­ Antropóloga
71. Helena Severo ­ Produtora cultural
72. Helio Mattar ­ Empreededor social
73. Heloisa Helena Jardim Almeida ­ Comerciante
74. Henrique Wittler ­ Engenheiro
75. Isaías Coelho ­ Economista
76. Itiberê Muarrek ­Economista
77. Ivonne Maggie ­ Antropóloga
78. Jeferson Moura ­ Sociólogo
79. Joana Setzer ­ Advogada
80. Joaquim Francisco de Carvalho ­ Engenheiro
81. José Álvaro Moisés ­ Professor titular da USP
82. José Arthur Giannotti ­ Professor titular da USP
83. José Eli da Veiga ­ Professor titular da USP
84. José Roberto Afonso ­ Economista
85. José Roberto Mendonça de Barros ­ Economista
86. Jurandir Craveiro ­ Publicitário
87. Leandro Piquet ­ Professor titular da USP
88. Lia Zatz ­ Escritora
89. Lino de Macedo ­ Educador
90. Livia Barbosa ­ Antropóloga
91. Lourdes Sola ­ Professora titular da USP
92. Luciano Ramos ­ Cientista social
93. Lucio Gomes Machado ­ Arquiteto
94. Luis Fernando Laranja da Fonseca ­ Médico Veterinário
95. Luis Fernando M. Coutinho ­ Empreendedor
96. Luis Otávio Furquim ­ Advogado
97. Luiz Carlos Pereira da Silva ­ Locutor TV
98. Luiz Felipe Lampréia ­ Diplomata
99. Luiz Sergio Henriques ­ Tradutor
100. Maína Celidonio ­ Economista
101. Marcilio Marques Moreira ­Advogado
102. Marco Polo Buonora ­ Geólogo
103. Marcos Cavalcanti ­ Professor COPPE/UFRJ
104. Marcos Egydio ­ Engenheiro agrônomo
105. Marcos Jank ­ Economista
106. Marcos José Mendes ­ Consultor Legislativo Senado
107. Marcos Nóbrega ­ Professor Adjunto da UFPE
108. Marcus Melo ­ Cientista político
109. Margarida do Amaral Lopes ­ Mediadora
110. Maria Alice Rufino ­ Psicóloga
111. Maria Angela D´Incao ­ Socióloga
112. Maria Eduarda Marques ­ Historiadora
113. Maria Helena Guimarães Castro ­ Educadora
114. Maria Inês Fini ­ Educadora
115. Maria Nelma Gaburro ­ Funcionária Pública
116. Mariana Castanheira P. Costa ­ Jornalista
117. Marília de Almeida Maciel Cabral ­ Advogada
118. Mário Brockman Machado ­ Cientista político
119. Mario Roitman ­ Empresário
120. Maristela Bernardo ­ Jornalista
121. Mariza Abreu ­ Educadora
122. Marta Dora Grostein ­ Professora titular da USP
123. Monica Baumgarten de Bolle ­ Economista
124. Monika Naumann ­ Engenheira Florestal
125. Patrícia Castanheira P. Costa ­ Jornalista
126. Paulo Cabral de Araújo Neto ­ Arquiteto
127. Paulo César Brito ­ Ator
128. Paulo Francini ­ Engenheiro
129. Paulo Gonzaga Mibielli de Carvalho ­ Economista
130. Pedro Malan ­ Economista
131. Peter Knight ­ Economista
132. Philippe Reischtul ­ Economista
DO ALUIZIOAMORIM

OS 35 MILHÕES QUE LEVARAM AÉCIO AO SEGUNDO TURNO CALARAM OS CÚMPLICES DO EMBUSTE FORJADO POR UM GETÚLIO DE PICADEIRO

Aécio Neves começou a cruzar a fronteira do segundo turno no momento em que ignorou o palavrório de marqueteiros poltrões, assumiu o comando da própria campanha, declarou guerra à corrupção impune e se transformou no candidato do Brasil indignado com o clube dos cafajestes no poder. Os 35 milhões de brasileiros que votaram no candidato do PSDB desmontaram o embuste forjado por Lula e seus cúmplices para desfigurar a paisagem eleitoral enfim escancarada pelas urnas.  Confiantes no triunfo da mentira, Dilma e seus devotos estão com cara de Felipão depois daquele jogo contra a Alemanha.
Além do Getúlio Vargas de picadeiro e da protetora de bandidos que finge combater, os 34% obtidos por Aécio derrotaram os blogueiros canalhas, os parteiros de boatos infamantes, os assassinos da honra alheia, os comerciantes da base alugada, os colunistas sabujos, os analistas de araque, os milicianos da esgotosfera e os fabricantes de profecias encomendadas. Ao longo desse duelo com a tribo dos sem-vergonha, o senador mineiro também ministrou uma aula de tenacidade, coragem e altivez aos aos aliados pusilânimes e eleitores que se vergam a malandragens tramadas por qualquer Maquiavel de chanchada.
Candidatos confrontados com tantos reveses sucessivos costumam sucumbir ao desânimo. Aécio não parou de sonhar com a arrancada improvável ─ e sobreviveu à epidemia de descrença. Depois do índice que alcançou neste 5 de outubro, a credibilidade dos institutos de pesquisa não é superior à de uma bola de cristal. Mas os ibopes da vida são duros na queda, e os videntes de acampamento cigano não se emendam. Logo estarão de volta, prontos para ampliar o acervo de equívocos bisonhos e/ou suspeitíssimos, sempre amplificados com bandas e fanfarras  por jornais e emissoras de televisão.
Quem continuar caindo no conto da pesquisa tem o dever de acreditar que existem duendes, que Dilma é uma sumidade como oradora e que Lula está escrevendo um livro. Anotem: nas usinas de porcentagens, a candidata a mais um mandato vencerá a disputa do segundo turno da primeira do primeiro ao último minuto da campanha. Só será derrotada por Aécio no dia da eleição.DO A.NUNES-REV VEJA

Jarbas Vasconcelos migra de Marina para Aécio


Eleito deputado federal para a próxima legislatura, o ainda senador pernambucano Jarbas Vasconcelos apressou-se em anunciar seu apoio a Aécio Neves tão logo ficou constatado que sua candidata, Marina Silva, não fora para o segundo turno. Ele diz que buscará a adesão do que chama de “PMDB sadio” à candidatura presidencial do tucano. Vai abaixo a nota divulgada por Jarbas na noite passada:
estrelinha
É público e conhecido que sou opositor do governo do PT. Um governo que acumula problemas. Problemas tão graves que colocam em risco tudo aquilo que a população brasileira construiu nos últimos vinte anos.
O Governo Dilma Rousseff bagunçou as contas públicas, permitiu que a inflação voltasse a assombrar os trabalhadores e é tolerante, conivente e até cúmplice da corrupção que hoje toma conta de todas as esferas da administração federal. É o que nos revelam as recentes investigações da Polícia Federal sobre a roubalheira bilionária na Petrobras, sem falar no uso e abuso político dos Correios, do escândalo do Mensalão – para ficar apenas nesses casos.
Apoiei, desde a primeira hora, a candidatura do ex-governador Eduardo Campos e, depois, com a tragédia do dia 13 de agosto de 2014, defendi a ascensão imediata da ex-ministra Marina Silva. Fiz isso por acreditar que ambos representavam o caminho para iniciar um novo ciclo na política do Brasil.
Hoje, o povo brasileiro  referendou o caminho de mudança, ao levar o País ao segundo turno das eleições presidenciais. Não podemos titubear e nem nos dividir.  O candidato Aécio Neves demonstrou força e determinação para chegar ao segundo turno. Aécio representa a possibilidade real de virarmos a página de um ciclo que se esgotou – socialmente, economicamente e politicamente.
Aécio tem história. É um homem afável, preparado, correto, que já provou que sabe governar. É um gestor experiente e articulado. Aécio é um líder político com a generosidade e a sensibilidade de governar para todos.
É diante dessa reflexão que, sem um pingo de hesitação, declaro meu apoio ao Aécio Neves e ao seu projeto para o Brasil. Nesta segunda-feira (6), irei a Brasília, onde já me engajarei em sua campanha.
Jarbas Vasconcelos

O FUTURO DO BRASIL VOLTA ÀS MÃOS DOS BRASILEIROS. AÉCIO NEVES É O TIMONEIRO DESSA VIAGEM DE VOLTA À DEMOCRACIA, À LIBERDADE E AO DESENVOLVIMENTO COM PAZ E SEGURANÇA!

Os jornalões e as emissoras de TV estão tentando salvar os institutos de pesquisa, particularmente o Ibope e o DataFolha, quando repetem feitos papagaios que Aécio Neves surpreendeu levando a eleição para o segundo turno. Trata-se de uma estratégia para revestir de verdade uma armação sórdida, ou seja, que Aécio Neves estaria empacado na faixa de no máximo 20%. É claro que isso prejudicou de maneira brutal o candidato da oposição, pois desempenho ruim nas pesquisas afasta apoiadores, retira o candidato do topo do noticiário sobre a campanha e dá munição para que seja desidratado pelos "famosos” analistas políticos dos jornalões.
Só para se ter uma ideia, aqui em Santa Catarina os institutos davam Dilma disparada na frente e Aécio Neves teve uma vitória avassaladora, contabilizando 52,89% dos votos dos catarinenses. Já em São Paulo, também concediam à Dilma um índice generoso de quase 40%. Aécio em São Paulo obteve 49,79% dos votos contra 25,81% conferidos à Dilma.
Enquanto estou escrevendo estas linhas, os números ainda podem variar ligeiramente quando for encerrada a totalização dos votos. Mas esses índices servem como exemplo dessa barbaridade toda. Tanto é que em São Paulo, embalados pelos índices das pesquisas, os penas alugadas do PT nos jornalões e emissoras de TV se ocupavam em deixar transparecer que o PSDB paulista tinha abandonado Aécio Neves e espalhavam à farta a cizânia nas hostes oposicionistas. 
VOLTA POR CIMA
Por outro lado, depois que o acidente que matou Eduardo Campos aconteceu, a candidata Marina Silva foi elevada aos céus. O enterro do defunto Campos foi explorado de forma vergonhosa como um espetáculo político. Depois disso Aécio Neves foi praticamente abandonado pelos iluminados da grande imprensa nacional e passou a comer o pão que o diabo do PT amassou.
Só o fato de Aécio Neves não ter baixado a cabeça e acreditado em si mesmo já o qualifica para postular o mais alto cargo da Nação. Afinal, um Chefe de Estado, primeiro, tem de acreditar em si mesmo! Não pode ser um medroso, um tipo de personalidade fracote e titubeante. E nesse aspecto Aécio Neves deu pra matar. Ao invés de baixar a cabeça, mandou ver e não tirou o pé da estrada, enquanto os tarados ideológicos penas alugadas do PT se esmeravam em desqualificá-lo banindo-o, praticamente, do noticiário político enquanto os institutos de pesquisa, dentre eles os festejados 'Data Falha' e 'Ibopetralha', o lançavam ao fundo do poço.
E agora o resultado está aí. Aécio Neves deu a volta por cima, embora, a rigor, tenha sido vítima de um autêntico crime eleitoral. O erro das pesquisas - se é que se pode denominar essa coisa de erro - foi brutal, escandaloso, pérfido! 
Todavia, o resultado da “pesquisa da urna” está aí. Mesmo assim, a patrulha do PT que controla as redações da grande imprensa nacional não irá render-se à evidência. Há pouco dava uma olhada, por exemplo, na Globo News, e lá estavam os tais analistas políticos coordenados pela Lo Petralha, tendo na bancada o Rei do Camaroti, e aquela outra balofa de Brasília, a deitar falação. No mais estavam tentando ajustar os ponteiros, claro, em favor do PT, embora os resultados no Brasil inteiro sejam francamente contra o PT, de repúdio mesmo a esse partido do mensalão e do petrolão.
PENAS ALUGADAS
Por certo, agora virá a Falha de São Paulo, procurando chifre em cabeça de burro. Tentarão - aguardem - desqualificar Aécio Neves até não poder mais. Com mais de 40 anos de jornalismo eu sei muito bem o que estou dizendo. Os leigos, infelizmente, não lêem, e nem poderiam ler jornal ou ver televisão como nós jornalistas. Folha de S. Paulo, Estadão (tirante os editoriais) redes de televisão e rádios com raras e conhecidas exceções, estão completamente aparelhados pelos jornalistas militantes do PT. São eles que controlam tudo e perdem, inclusive, a noção do ridículo, como fez a Folha de S. Paulo na véspera da eleição ao abrir duas fotos enormes na capa, parte superior, para mostrar que um músico de subúrbio negara o cumprimento a Aécio Neves. E por aí vai. 
Se eu fosse o assessor da campanha de Aécio Neves, jamais deixaria que isso acontecesse. Compraria com prazer uma briga com essas ratazanas de redação de jornal. E como já afirmei inúmeras vezes aqui neste meu blog que divido com os milhares de leitores que me honram, redação de jornal, com raras exceções é composta de psicopatas, histéricos, maconheiros, depravados, vadios, picaretas, safados e mentirosos. Só para se ter uma ideia, a Federação Nacional dos Jornalistas e os sindicatos dessa categoria, estão todos vinculados à CUT. Essas entidades se constituem em valhacoutos de comunistas dinossauros até pelo aspecto físico. Um bando de idiotas totais. Sem falar nos cursos de jornalismo, antros de lavagem cerebral dos estudantes que depois acabam nas redações dos jornais para produzir esse monte de lixo asqueroso.
O POVO NÃO É BOBO
O resultado desse primeiro turno eleitoral caiu como uma luva. E isso, confesso, me alegra porque estou vendo que a grande maioria dos brasileiros já sentiu o cheiro de carne queimada. A ficha começou a cair. Leitores e telespectadores estão vendo as coisas com outros olhos. Importante é salientar que a internet, os blogs independentes e as redes sociais são uma bênção. E é por isso que os petralhas querem porque querem “controlar a mídia”. É por isso que criaram o tal “Marco Civil da Internet”. Eles querem impor a censura à mídia e, pasmem, para tanto têm o apoio da maioria dos jornalistas, da sua Federação e sindicatos. Jornalistas apoiando a censura é mais uma jabuticaba. Não passarão! O povo não é bobo, como dizia o velho refrão das passeatas do século passado. E não é bobo mesmo. Tanto é que o resultado das urnas dá um tremendo chega pra lá no PT.
Até aqui não falei na Marina Silva. Pois bem. Chegou a hora dela mostrar realmente a que veio. Se correr para os braços do Lula outra vez, estará liquidada politicamente para sempre. Quem pode lhe dar um sopro de vida política nesta altura do campeonato é Aécio Neves. Marina Silva, velha de guerra dos seringais sabe melhor do que ninguém como agem os comunistas. 
Em suma: temos pela frente uma nova eleição presidencial. Tudo zerado e espaços iguais em programas de televisão e debates, sem a aporrinhação de nanicos verdes, vermelhos e esquálidos.
O futuro do Brasil está nas mãos do povo brasileiro. Aécio Neves é o timoneiro.
DO ALUIZIOAMORIM

sábado, 4 de outubro de 2014

Ibope, votos válidos: Dilma tem 46%, Aécio, 27%, e Marina, 24%

Pesquisa Ibope divulgada neste sábado (4) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto válidos na corrida para a Presidência da República:
- Dilma Rousseff (PT): 46%
- Aécio Neves (PSDB): 27%
- Marina Silva (PSB): 24%
- Pastor Everaldo (PSC): 1%
- Luciana Genro (PSOL): 1%
- Eduardo Jorge (PV): 1%
- Zé Maria (PSTU): 0%
- Rui Costa Pimenta (PCO): 0%
- Eymael (PSDC): 0%
- Levy Fidelix (PRTB): 0%
- Mauro Iasi (PCB): 0%
Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S.Paulo".
O Ibope ouviu 3.010 eleitores entre os dias 2 e 4 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 Datafolha - votos válidos: Dilma tem 44%; Aécio, 26% e Marina, 24%

DO G1

Irmão de ex-ministro carregava malas de dinheiro para doleiro

Investigação descreve ‘eficiente’ sistema de ‘delivery do caixa 2’ no esquema criado por alvo principal da Lava Jato
Ricardo Brandt e Mateus Coutinho - Estadão
O doleiro Alberto Youssef, alvo principal da Operação Lava Jato, usava o irmão de um ex-ministro, um agente da Polícia Federal e um condenado da Justiça por crimes financeiros e citado no escândalo do Mensalão para fazer o transporte dos valores em espécie dentro de malas, maletas e no próprio corpo para agilizar e dissuadir a lavagem de dinheiro e manter um “eficiente” sistema de “delivery” do caixa 2.
É o que afirmam o Ministério Público Federal e a Polícia Federal ao descrever o papel dos “mulas” da lavanderia criada por Youssef. Eles utilizavam voos comerciais, jatos particulares e carros blindados para transportar parte dos bilhões de reais que a organização criminosa denunciada movimentou entre 2009 e 2014, em associação com o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa – que virou delator no processo e decidiu contar o que sabe em troca de redução de pena.
“Youssef é líder de uma organização criminosa (…) especializada em operações à margem do sistema financeiro nacional formada por subordinados diretos, parceiros de confiança, ‘laranjas’ e ‘mulas’ que carregam os numerários”, informa em ação penal em que o doleiro é réu, na Justiça Federal do Paraná. Youssef também decidiu colaborar com a Justiça em troca de benefícios.
VEJA TRECHO DA DENÚNCIA DO MPF
Segundo a ação na Justiça Federal do Paraná, “apurou-se, nas ligações telefônicas, que Youssef (chamado de Beto) fala sobre transações e pagamentos que envolvem significativos valores monetários”. Só na conta da MO Consultoria, uma das empresas de fachada do doleiro, foram sacados em espécie R$ 322 mil de 2009 a 2013, descreve o MPF. “Vale reforçar que a MO Consultoria, com a finalidade única e exclusiva de dissimular a origem de recursos públicos desviados da obra da refinaria de Abreu e Lima”.
São quatro “mulas”: Rafael Ângulo Lopez (condenado na Operação Curaçao e investigado no Mensalão), Jayme Alves de Oliveira Filho (agente da PF lotado no Rio de Janeiro), Adarico Negromonte Filho (irmão do ex-ministro Mário Negromonte) e Carlos Rocha (doleiro ligado a outro grupo alvo da Lava Jato).
Do ponto de vista hierárquico, Rafael Ângulo Lopez, de 61 anos, identificado como Veio, é figura central desse departamento da lavanderia. Era ele quem controlava o cofre de Youssef quando ele não estava em São Paulo. Na sua sala, no escritório do doleiro, a PF apreendeu uma maleta com cerca de R$ 500 mil, mais R$ 1,3 milhão e US$ 20 mil no cofre.
“Esses valores em espécie eram transportados pelo denunciado, em voos domésticos, ocultados no corpo ou em alguma valise, pela utilização de aviões particulares ou, ainda, valendo-se de veículos blindados, de transporte de valores”, informa o processo.
CONFIRA OUTRO TRECHO DA DENÚNCIA DO MPF
O Ministério Público Federal chamou atenção para o fato de o réu ter cidadania espanhola e ser idoso como facilitadores para ele viajar com dinheiro à Europa em voos convencionais. A PF identificou ainda nos grampos da Lava Jato que Lopez e Youssef conversaram ou trocaram mensagem 160 vezes no período em que eram monitorados.
No dia 10 de setembro de 2013, por exemplo, o doleiro liga para Veio, às 13h38, e avisa que acabou de chegar a São Luiz (MA). O grupo negociava com o governo Roseana Sarney (PMDB) o pagamento adiantado de uma divida judicial (precatório) para a empresa Constran – alvo da Lava Jato. Youssef diz que irá passar para ele uma conta para depositar “7.000″ e que precisa ser entregue em espécie “1.000″ para “o mesmo cara de ontem, o Carlos”,
registra a PF. “Lopez pergunta então se deve reservar “300″ para amanhã, provavelmente referindo-se à R$ 300.000,00″, registram os agentes que consideram que 7 mil e 1 mil são R$ 7 milhões e R$ 1 milhão.
Lopez é reincidente dos crimes de colarinho branco e diretamente ligado ao escândalo do mensalão. Ele foi condenado em 2010 pela Operação Curaçao por gerir uma conta (Tremazul Cell Co) que movimentou entre maio de 2005 e julho de 2006 um total de US$ 2,7 milhões, em 175 operações.
No caso do Mensalão, seu nome apareceu ligado aos negócios do deputado federal José Janene (PP-PR), que morreu em 2010 e era réu do processo e suposto sócio de Youssef. Lopez também é cunhado de Enivaldo Quadrado, que no Mensalão foi condenado como proprietário da corretora Bônus-Banval, usada por Marcos Valério, operador da lavagem no caso de compra de apoio do Congresso.
Segundo anotam os agentes da PF na Lava Jato, desde essa época “Lopez já deveria trabalhar para Youssef”. Os agentes afirmam acreditar que a Bônus-Banval era do doleiro, não de Quadrado, agora qualificado como seu funcionário na Lava Jato.
Ex-ministro. Outro homem ligado indiretamente ao governo federal e suposto “mula” de Youssef é Adarico Negromente Filho, o Maringá, irmão do ex-ministro de Cidades Mário Negromonte. Seu nome está registrado em um dos 32 telefones apreendidos com o doleiro, em março deste ano. São ao todo 34 trocas de ligação e mensagem com Youssef, alvo dos grampos.
Uma das qualificações dos “mulas” tem a foto do irmão do ex-ministro, sobre a alcunha Maringá e ladeada pela observação: “transporte de dinheiro em espécie. Obs: irmão do ex-ministro Mário Negromonte”.
Em documentos apreendidos na sede de uma das empresas de Youssef, a GFD Investimentos – escritório de negócios do grupo em São Paulo – foi encontrada uma tabela de contabilidade com referências a “transferências” com o nome Maringá à frente. Para a PF, são os valores movimentados pelos transportadores e suas participações nos negócios.
Infiltrado. Um agente federal usava seu cargo para facilitar o transporte de dinheiro de Youssef. É Jayme Alves de Oliveira Filho, conhecido como Careca. Ele está lotado no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, e há suspeitas de que atuava também como informante do grupo.
A análise dos grampos apontou 66 conversas entre o doleiro e Careca. Numa delas, o policial teria levado dinheiro em espécie para um endereço em Belo Horizonte, onde funciona uma unidade da empresa UTC. A construtora incorporou a Constran – beneficiada no precatório do Maranhão – e é investigada na Lava Jato por ser sócia do doleiro em negócios na Bahia. O grupo UTC/Constran é também sócio da concessionária vencedora do leilão do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, em fevereiro de 2012. O grupo nega ilegalidades e diz não ser sócio do doleiro.
Careca foi citado também no depoimento da doleira Nelma Kodama, presa na Lava Jato e ex-namorada de Youssef e do doleiro Raul Srour – outro detido da operação – por ter sido o policial indicado pelo doleiro para vender informações privilegiadas da PF. Ela disse ter pago R$ 40 mil ao agente, que ela chama de Careca, para receber antecipadamente as perguntas de outra investigação em que ela seria inquirida no Rio.
Delivery. Além dos “mulas” usados para agilizar as entregas e dissuadir a polícia, a denúncia da Lava Jato afirma que Youssef montou um “eficiente e rápido sistema de entrega à domicílio” de dinheiro do câmbio negro. “Em que os valores eram levados por portadores de confiança na residência do cliente. Para tanto, os transportadores da moeda inclusive viajavam de avião, para que a ‘entrega’ chegasse mais rápida. ”
E que era esse um dos principais papeis de Lopez, o Veio, cunhado de Quadrado.
“Além de pessoa idosa (tem 61 anos), o que diminuía a suspeita sobre ele pelas autoridades, era pessoa de confiança com que Youssef possuía relacionamento de longa data”, registra a denúncia.
Outro fato destacado é que Youssef é piloto também e tinha comprado um helicóptero – apreendido na operação, na Bahia – e estava negociando a compra de um jato. Em uma das conversas interceptadas, ele comunica o interlocutor que está chegando em São Paulo em um jato particular. A PF registra que os materiais indicam que ele mesmo também fazia transporte de altos valores em espécie nesses voos.
COM A PALAVRA, A DEFESA
Procurada pela reportagem, a defesa de Rafael Ângulo Lopes, um dos réus da Lava Jato, acusado de colaborar com o esquema de Alberto Youssef, afirmou que não iria se manifestar sobre as escutas e os materiais apreendidos durante as investigações da Polícia Federal. O criminalista Adriano Sérgio Nunes Bretas, responsável pela defesa de Lopez, afirmou que só iria se manifestar sobre o caso nos autos do processo que tramita na Justiça Federal do Paraná.
A Polícia Federal, por sua vez, informou que as investigações sobre a participação do agente Jayme Alves de Oliveira Filho, que utilizava o apelido “Careca”, são sigilosas e ainda estão em andamento, por isso não iria comentar o caso.
O agente, que não é réu em nenhuma das ações decorrentes da Operação na Justiça Federal, foi orientado pela Polícia Federal a não se manifestar sobre a investigação.
A reportagem também tentou contato com o irmão do ex-ministro Mario Negromonte, Adarico Negromonte, acusado pela PF de realizar “transporte de dinheiro em espécie” para o esquema do doleiro Alberto Youssef. Durante a semana, a reportagem tentou contato com Adarico, mas seu telefone celular estava desligado. Contatado, o ex-ministro informou que ele estava passando por problemas de saúde. Negromonte disse também ainda que desde que a Lava Jato foi deflagrada Adarico não recebeu nenhuma notificação da Justiça. Ele não foi denunciado e não figura como réu em nenhuma das ações.

AÉCIO NEVES SUPERA MARINA E VAI PARA O SEGUNDO TURNO, APONTA PESQUISA CNT/MDA NA VÉSPERA DA ELEIÇÃO.

Na véspera do dia da eleição, pesquisa CNT/MDA divulgada neste sábado (4) mostrou Aécio Neves (PSDB) pela primeira vez à frente de Marina Silva (PSB) nas intenções de voto. O candidato tucano
subiu 4,2 pontos e agora tem 24% das intenções de voto, enquanto Marina caiu mais 3,8 pontos, para 21,4%. Enquanto isso, Dilma Rousseff (PT) se manteve com os mesmos 40,6% dos votos. A margem de erro é de 2,2 pontos.
Segundo a nota de divulgação do resultado, "a análise da evolução dos números das últimas pesquisas mostra tendência de crescimento de Aécio e queda de Marina, o que pode continuar até este domingo (5), dia da votação".
Entre os outros candidatos, Luciana Genro (PSOL) ficou com 1,1% das intenções de voto, seguida pelo Pastor Everaldo (PSC) com 0,8% e Levy Fidelix (PRTB) com 0,5%. Os outros candidatos pontuaram, juntos, 0,6%. Brancos e nulos somam 5,2% e 5,8% dos entrevistados não sabem ou não responderam.
Considerando apenas os votos válidos, o cenário para o primeiro turno fica: Dilma Rousseff com 45,6%; Aécio Neves com 27%; Marina Silva tem 24,1%; Luciana Genro aparece com 1,2%; Pastor Everaldo com 0,8%; Levy Fidelix tem 0,6%; e os outros  candidatos somam 0,7% das intenções de voto.
Em uma simulação de segundo turno, Dilma venceria Aécio Neves com uma vantagem de 5,2 pontos, com a petista atingindo 46% dos votos, contra 40,8% do tucano. Neste cenário brancos e nulos totalizam 9,7% e outros 3,5% dos entrevistados não sabem ou não responderam.
Já em uma disputa da petista contra Marina, Dilma venceria por 9,7 pontos, chegando a 47,6% das intenções, contra 37,9% da pessebista. Brancos e nulos representam 11,1% e 3,4% não sabem ou não responderam. Em um terceiro cenário (Marina contra Aécio), o tucano seria vencedor com 43% dos votos contra 37,1% de Marina. Para 15% dos entrevistas o voo seria branco ou nulo e 4,2% não sabem ou não responderam. Do site InfoMoney
DO ALUIZIOAMORIM

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

VÍDEO DIVERTIDO: Cachorrinho com preferência eleitoral

Um eleitor muito dedicado treinou seu cãozinho para mostrar suas preferências eleitorais. Neste vídeo, os únicos momentos de paz do mascote são quando ouve o dono dizer que vai votar em Aécio Neves, candidato tucano à Presidência. Quando o homem afirma que votará em qualquer outro partido ou candidato, apenas rosnados!
Vejam a cena divertidíssima:

DO RSETTI

Denise Abreu mostra evidências incontestáveis da panfletagem “por fora” dos Correios para o PT


deniseabreu
Agora veremos um vídeo gravado pouco após o meio-dia desta sexta-feira, 3/10, mostrando as evidências do gravíssimo crime eleitoral cometido pelo PT a partir do uso dos Correios para envio de material da candidata Dilma sem chancela ou comprovante de que houve postagem oficial. A cortesia vem da candidata a deputada federal Denise Abreu (PEN) por São Paulo.
Aqui está o vídeo:



Belíssimo trabalho! Isso é o que se chama “pegar com a boca na botija”. E por favor, viralizem esse vídeo.
Para que você entenda toda a gravidade da situação, leia a matéria da Época Negócios, que explica mais este crime eleitoral do PT de forma claríssima:
Os Correios abriram uma exceção para o PT e distribuíram em São Paulo panfletos da presidente Dilma Rousseff sem chancela ou comprovante de que houve postagem oficial. A estampa, prevista em norma da própria estatal, serve para demonstrar que houve pagamento para o envio, de forma regular, da propaganda eleitoral. Sem ela, é difícil atestar que a quantidade de material distribuído corresponde ao que foi contratado pelo partido. O número declarado de panfletos distribuídos sem chancela dos Correios foi de 4,8 milhões.
A exceção para os petistas foi aberta a partir de um comunicado interno dos Correios em São Paulo, no qual a empresa autoriza, em caráter “excepcional”, a postagem dos folders na modalidade de mala postal domiciliária (MPD). A Diretoria Regional Metropolitana, responsável pelo aval, atribui a medida a um problema na impressão dos quase 5 milhões de peças. O órgão é chefiado por Wilson Abadio de Oliveira, afilhado político do vice-presidente da República, o peemedebista Michel Temer.
“Está autorizada, em caráter excepcional, na AGF (agência franqueada) Santa Cruz, a postagem de 4.812.787 folders da candidata às eleições 2014 Dilma Vana Rousseff”, diz o documento “Correios Informa” do dia 3 de setembro. “Devido a erro de produção gráfica, não foi confeccionada a respectiva chancela”, acrescenta o comunicado. Documento dos próprios Correios determina, como “requisito mínimo”, que cada santinho enviado pela mala direta domiciliária deve ter a chancela, com a descrição do nome e do CNPJ do candidato. Também deve constar o ano das eleições e a origem da postagem, entre outras inscrições.
Os santinhos foram remetidos para a Grande São Paulo e cidades do interior até o dia 12 de setembro, com mensagens regionalizadas. “Ela já faz mais por Campinas”, dizem os folhetos distribuídos na cidade, apresentando uma sorridente Dilma, ao lado de Temer e Lula. O impresso destaca realizações em programas federais como o Mais Médicos e o Brasil Sorridente. “Mais cuidados, mais investimentos, mais futuro. Campinas pode sempre contar comigo”, diz Dilma na propaganda.
A presidente aparece em desvantagem nas pesquisas de intenção de voto em São Paulo, maior colégio eleitoral do País, o que levou o PT a determinar um reforço da campanha no Estado.
Justiça Eleitoral
A distribuição dos panfletos regionalizados sem estampa oficial fez parte dos carteiros se rebelar, ameaçando não entregá-los. Além disso, motivou denúncia das entidades que os representam à Justiça Eleitoral, que cobrou explicações à estatal.
Carteiros informaram que, ao questionarem seus chefes sobre os panfletos de Dilma, enviados em caixas aos setores dos Correios, foram orientados pelos gestores dos centros de distribuição a entregá-los como estavam.
O Sindicato dos Trabalhadores dos Correios e Telégrafos (Sintect-ACS) em Campinas enviou carta ao diretor regional dos Correios no interior paulista, Divinomar Oliveira da Silva, filiado ao PT, cobrando esclarecimentos e providências urgentes quanto à distribuição.
“Ao contrário do que acontece com outros candidatos nas campanhas eleitorais, esse material da candidata Dilma está sendo distribuído aos carteiros sem qualquer chancela ou anotação que demonstre o pagamento por sua postagem, levando-nos a crer numa irregularidade eleitoral”, reclamaram os carteiros por escrito, ameaçando enviar representação ao Tribunal Superior Eleitoral.
“No mínimo, é estranho o que ocorreu, por se tratar de uma candidata e do volume de material enviado. Os carteiros estão acostumados a fazer a entrega de material com chancela. Como você vai ter controle de que estão entregando 4 milhões ou dez milhões. É como entregar uma carta sem o selo”, disse o coordenador-geral da entidade, Luís Aparecido de Moraes. A estatal disse que o pagamento foi à vista, com a emissão de recibos, e que a autorização “excepcional” está prevista em suas normas.
Os Correios são controlados pelo PT desde dezembro de 2010, com a nomeação por Dilma do sindicalista Wagner Pinheiro para a presidência da empresa. Ex-presidente da Petros, o fundo de pensão dos funcionários da Petrobras, Pinheiro é filiado ao PT do Rio De Janeiro. O partido assumiu o controle da empresa após a crise postal daquele ano, tirando a cadeira do PMDB. Com Pinheiro no comando, a empresa virou feudo do PT.
Resposta
Os Correios afirmam que o envio de material de campanha de Dilma Rousseff sem registros necessários ocorreu após pedido do PT para que o material de campanha não fosse perdido. “Excepcionalmente, quando, erroneamente, o material é impresso pela gráfica sem a chancela, para que a mala direta postal domiciliária não seja inutilizada, os Correios, após análise e pedido do cliente, autorizam em caráter extraordinário a postagem”, justificou em nota. O pagamento para o envio do material foi feito à vista e a empresa enviou as notas que comprovam.
Em comunicado enviado um dia após a publicação da matéria, a empresa afirmou que a entrega de material sem chancela está prevista no item 2.2.3, e seus subitens, do Manual de Comercialização e Atendimento, assim como no 3.1.1, alíneas “f” e “g” do Guia Comercial Eleições publicado pela empresa.
“A postagem de objetos nas condições citadas pela matéria ocorreu em várias situações no processo eleitoral de 2014, para candidatos de vários partidos, e, em todos os casos, os serviços foram prestados conforme previsto nas normas da empresa. Levantamento parcial demonstra que a entrega de material eleitoral nessas condições foi realizada para candidatos dos seguintes partidos: PSDB, PMDB, PT, PR, PROS, PTN, PP, PV, DEM, PT do B, PDT, PTN”, diz a nota dos Correios.
O controle das remessas é realizado na entrada, com “supervisão da quantidade e do valor pago”, informou a empresa. No transporte, afirma, são usadas malas e contêineres com identificação. Na entrega, haveria vistoria do recebimento da carga e de sua saída. “E as unidades de distribuição são informadas sobre a situação de exceção dos objetos.”
“Os Correios foram pagos pelo serviço de distribuição do material de campanha. Por tratar-se de serviço não continuado, não cabe a celebração de contrato, sendo realizados pagamentos a cada remessa”, informou, em nota, o comitê petista.
Agora, não há mais o que negar. Nenhum partido chegou tão baixo na história do Brasil em termos do uso desonesto da máquina a seu favor.  E olhem que ainda estamos aguardando a delação do doleiro Alberto Youssef, que promete ser ainda mais devastadora que a de Paulo Roberto Costa.
Belíssimo o trabalho de Denise Abreu, tendo a proatividade de coletar a evidência de uma fraude inaceitável. E mais importante ainda é o diálogo da candidata com o carteiro, mostrando que muitos deles são vítimas do aparelhamento, obrigados a se rebaixarem fazendo algo que não é de sua atribuição. Uma dica aos carteiros que não estão fechados com o partido: rebelem-se.
DO CETICISMOPOLITICO

ISTOÉ/Sensus: Aécio e Marina empatam


Novo levantamento mostra que candidato do PSDB chega ao dia do pleito com mais condições de avançar ao segundo turno do que a representante do PSB
A pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada entre a terça-feira 30 de setembro e a sexta-feira 3 indica que 14,4% dos eleitores admitem mudar de voto e que outros 9,4% ainda não definiram em quem votar para a sucessão presidencial. É esse universo de aproximadamente 35 milhões de eleitores que irá definir quem deverá enfrentar a presidenta Dilma Rousseff (PT) no segundo turno: Aécio Neves (PSDB) ou Marina Silva (PSB). A tendência, segundo Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus, é a de que o tucano passe para a fase final da disputa. “Os números mostram que Marina vem perdendo votos diariamente, em movimento contrário ao de Aécio, que em menos de um mês teve um crescimento de pontos percentuais no índice de intenção de voto”, diz Guedes. “Soma-se a isso o fato de que a perda de votos da candidata do PSB vem acompanhada de um aumento no seu índice de rejeição, o que representa uma dificuldade maior da candidata para obter o voto indeciso ou o voto mais volátil”, explica. O levantamento, realizado em 136 municípios de 24 Estados, mostra que o índice de eleitores que afirmam não votar em Marina de forma alguma saltou de 33% para 38,8% apenas nos últimos sete dias. No mesmo período, a rejeição ao tucano praticamente não variou.
De acordo com o levantamento, a presidenta Dilma Rousseff tem 37,3% das intenções de voto, Marina Silva 22,5% e Aécio Neves 20,6%. Nos últimos sete dias, a diferença entre Marina e Aécio caiu de 4,3 pontos percentuais para 1,9 ponto percentual. Os números apurados pela pesquisa ISTOÉ/Sensus confirmam a tendência mostrada pelas pesquisas internas feitas pelo comando das três principais candidaturas. No PT, o discurso oficial é o de buscar a vitória ainda no primeiro turno. Na prática, porém, o partido trabalha com o horizonte de uma disputa contra o tucano no segundo turno, reeditando a polarização PT/PSDB que vem marcando as campanhas presidenciais desde 1994. Foi esse o cenário que pautou a estratégia da candidata Dilma Rousseff no último debate antes do primeiro turno, realizado na noite da quinta-feira 2. A presidenta e o tucano acabaram sendo os principais protagonistas do embate. Marina Silva ocupou lugar bem mais discreto, ao contrário dos debates realizados no início de setembro, quando a ex-senadora acreana surfava nas ondas das pesquisas eleitorais.
No QG de Marina, o clima é de abatimento. No início da tarda da sexta-feira 3, pesquisas internas mostravam que Aécio e Marina continuavam em empate técnico, mas com ligeira vantagem para o senador mineiro. A candidatura de Marina também sofre com a divisão interna entre os “sonháticos” da Rede e os líderes do PSB. Só na semana passada, por exemplo, é que Marina procurou uma aproximação com as alianças feitas pelos socialistas em Estados importantes, como São Paulo. Às vésperas da eleição, correu para distribuir material de campanha ao lado do governador Geraldo Alckmin, que deverá vencer a disputa no maior colégio eleitoral do País ainda no primeiro turno. Foi tarde demais. Nem mesmo os militantes do PSB se entusiasmaram com a tarefa. Já entre os tucanos, a ordem é apostar em um forte corpo-a-corpo com o eleitorado, usando para isso um exército de prefeitos, vereadores e deputados. As pesquisas também demonstram que o maior número de eleitores indecisos está localizado na região Sudeste. Trata-se de mais uma dado que pode ser decisivo em favor da candidatura de Aécio Neves. O PSDB tem no Sudeste do País suas principais lideranças e maiores redutos eleitorais.
Para um provável segundo turno entre Dilma e Aécio, a pesquisa ISTOÉ/Sensus mostra uma vantagem inicial de 8,9% a favor da presidenta. Esse dado, de acordo com Ricardo Guedes, não representa nenhum tipo de tendência consolidada, embora a história recente não demonstre viradas entre o primeiro e o segundo turno. “Ao contrário de outras eleições, a candidata que vem liderando o primeiro turno tem um imenso índice de rejeição (39,1%). E isso é um impeditivo para a reeleição”, afirma Guedes. 
PESQUISA ISTOÉ/Sensus
Realização – Sensus
Registro na Justiça Eleitoral – BR- 00918/2014
Entrevistas – 2.000, em cinco regiões, 24 Estados e 136 municípios do País
Metodologia – Cotas para sexo, idade, escolaridade, renda e urbano e rural
Campo – de 30 de setembro a 3 de outro de 2014
Margem de erro - +/- 2,2%
Confiança – 95%
DO WELBI

Polícia Federal comprova desvio de 37 milhões de reais nas obras da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.
Dinheiro foi repassado ao doleiro Youssef

  O doleiro Alberto Youssef em depoimento (VEJA)
Paulo Roberto Costa, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, deixou o cargo em 2012, mas o esquema de corrupção que ele montou continuou operando normalmente na estatal. A Polícia Federal já sabe que, de outubro de 2010 a dezembro de 2013, pelo menos 37,7 milhões de reais desviados da obra da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, foram repassados a empresas do doleiro Alberto Yousseff.
O golpe foi aplicado da seguinte maneira: para repassar o dinheiro desviado, o consórcio responsável pela obra, liderado pela empreiteira Camargo Correa, simulou a contratação de serviços da empresa Sanko Sider. Esta, por sua vez, simulou a contração de duas empresas de Alberto Youssef. Ninguém prestou serviço algum. O dinheiro, na prática, saiu dos cofres da Petrobras para os corruptos que se alimentavam no caixa da estatal.
Essa triangulação, feita para dificultar uma eventual investigação, para dar certo, precisava do aval da Petrobras. As normas da estatal obrigam todos os prestadores de serviço a possuírem uma certificação concedida pela própria empresa – uma forma de garantir que participem dos negócios apenas pessoas jurídicas idôneas. A polícia descobriu que a Sanko Sider, a intermediária entre a empreiteira e o doleiro, operou durante oito anos com um certificado obtido de forma fraudulenta.
Já se sabia que entre as fontes de corrupção da Petrobras estava a comercialização dos certificados. O que não se sabia é que mesmo depois de Paulo Roberto Costa ter deixado a estatal, em 2012, o esquema continuou operando. Os certificados precisam ser renovados todos os anos. As prestadoras de serviço são obrigadas a apresentar uma espécie de atestado de boa saúde financeira. A Sanko Sider, mesmo enfrentando graves problemas em seus balancetes, conseguiu a certificação em 2013, já sob a presidência de Graça Foster, apresentando documentos de uma outra empresa.
A fraude na emissão dos certificados que permitiam a contratação da Sanko Sider e o mapa do dinheiro desviado das obras da Petrobras para as empresas de fachada de Youssef fazem parte de um laudo recém-concluído por peritos da Polícia Federal e anexado nesta quinta-feira a um dos processo que o ex-diretor Paulo Roberto Costa responde na Justiça Federal do Paraná.
Os investigadores vão partir agora para a etapa mais importante da operação: descobrir o destino final do dinheiro. As pistas apontam para políticos e partidos aliados do governo, como o PT, o PMDB e o PP. Nesta quinta-feira, o doleiro Alberto Youssef assinou um acordo de delação premiada com a Justiça. Suas revelações são capitais nesta fase do processo. Youssef sabe o nome dos corruptos, os valores recebidos por cada um, o local onde o dinheiro foi entregue, a exata localização das contas abertas no exterior. E ele já se comprometeu a colaborar.DO RDEMOCRATICA

Revelações vão “chocar o país”, diz Youssef

Doleiro quer entregar os documentos que guardou em um lugar seguro por mais de uma década e que seriam as provas definitivas contra os corruptos e corruptores que atuavam na Petrobras
 Robson Bonin
Veja.com
O BANQUEIRO - Preso, Youssef quer revelar o caminho do dinheiro em troca da redução da pena. Na lista do doleiro, João Vaccari, o secretário de Finanças do PT, é um dos mais encrencados (VEJA)
Durante muito tempo, o doleiro Alberto Youssef e o engenheiro Paulo Roberto Costa formaram uma dupla de sucesso nos subterrâneos do governo. Enquanto Paulo Roberto usava suas poderosas ligações com os altos escalões do poder e o cargo na diretoria de Abastecimento da Petrobras para desviar milhões dos cofres da estatal, Youssef encarregava-se de gerenciar a bilionária máquina de arrecadação que era usada para abastecer uma trinca de partidos e corromper políticos importantes.
Paulo Roberto era o articulador, o cérebro da organização.
Youssef, o caixa, o banco.
Um apontava os caminhos para assaltar a estatal.
O outro era o encarregado dos malabarismos contábeis para fazer o dinheiro chegar aos destinatários da maneira mais segura possível, sem deixar rastros.

Em março deste ano, quando a Polícia Federal deflagrou a Operação Lava-Jato, que tinha o objetivo de desarticular um esquema de lavagem de dinheiro, a dupla caiu na rede. O que ninguém imaginava — nem mesmo os policiais — é que, a partir das informações dadas pelos dois criminosos, uma monumental engrenagem de corrupção, talvez a maior de todos os tempos, começaria a ruir.
VEJA revelou que Paulo Roberto Costa, o primeiro a assinar o acordo de delação com a Justiça, entregou às autoridades o nome de mais de trinta políticos envolvidos no esquema de corrupção na Petrobras, entre eles três governadores, seis senadores, um ministro de Estado e pelo menos 25 deputados federais, além de Antonio Palocci, o coordenador da campanha presidencial de Dilma Rousseff em 2010, que pediu 2 milhões de reais ao esquema.
O ex-diretor forneceu o nome dos corruptos que se locupletavam do dinheiro desviado e das empreiteiras que contribuíam com a arrecadação da propina — um golpe já considerado letal na estrutura da organização criminosa.
Se as revelações do ex-diretor — muitas ainda desconhecidas — já provocaram um cataclismo, o que está por vir promete um efeito ainda mais devastador.
Alberto Youssef, o caixa, decidiu seguir o parceiro e contar o que sabe. E, nas palavras do próprio doleiro, o que ele sabe “vai chocar o país”.
Além de confirmar que o dinheiro desviado da Petrobras era usado para sustentar três dos principais partidos da base aliada — PT, PMDB e PP —, Youssef se colocou à disposição para fechar o elo da cadeia de corrupção, fornecendo as contas no exterior, as datas de remessa e os valores repassados a políticos e autoridades que ele tinha como clientes.
Youssef disse às autoridades que, durante o tempo em que operou o banco da quadrilha, por quase uma década, tomou o cuidado de esconder em um local seguro documentos que mostram a origem e o destino das cifras bilionárias que movimentou.
É o que ele garante ser a verdadeira contabilidade do crime — um inventário que está escondido em um cofre ainda longe do alcance das autoridades brasileiras.
O acervo é tão completo que incluiria até os bilhetes das viagens que demonstrariam o que os investigadores já apelidaram de “money delivery”, o dinheiro entregue em domicílio.
DO RDEMOCRATICA
03.10.2014