Morre o porco fedorento fidel castro
Anunciada a morte cerebral do tirano!
DO GRAÇANOPAISDASMARAVILHAS
PAZ AMOR E VIDA NA TERRA " De tanto ver triunfar as nulidades, De tanto ver crescer as injustiças, De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto". [Ruy Barbosa]
| Números revelam queda da força do 'aecismo' | |||
DO PORTAL MINAS 247 Apesar de ter vencido as eleições em Belo Horizonte, onde apoiou o candidato a reeleição Marcio Lacerda (PSB), vitorioso no primeiro turno, o senador tucano Aécio Neves foi derrotado no Estado nessas últimas eleições. Números indicam que seu partido, o PSDB perdeu força em Minas Gerais: das dez maiores cidades mineiras, que concentram 30% da população e 45% do PIB do Estado, os tucanos venceram apenas na capital e em Betim, tendo encolhido em todo o resto. Segundo o pesquisador da Fundação Getúlio Vargas Fabiano Angélico, a eleição demonstrou que "o aecismo está em declínio". De acordo com Fabiano, não será preciso aguardar o resultado do segundo turno para dimensionar o poder do PSDB e aliados nas maiores cidades do Estado. "Eles estão fora das quatro disputas que ocorrerão no final deste mês", diz o pesquisador. Os aecistas governarão uma população de 2,7 milhões – mais uma vez considerando as dez maiores cidades – enquanto os não aecistas estarão na governança de 3,2 milhões de pessoas. Nem na terra natal Curiosamente, o tucano não obteve bons resultados sequer na cidade de São João Del Rei – terra natal de sua família e de seu avô, Tancredo Neves. Pela primeira vez na história, o município a 180 quilômetros da capital mineira será administrado pelo PT. Eleito com 56,39% dos votos válidos, o petista professor Helvécio Luiz Reis obteve derrotou o peemedebista Nivaldo Andrade, que tentava a reeleição com o apoio entusiástico de Aécio Neves. - DO MEU ARARIPE |
NELSON MOTTALula achava que ministro do Supremo Tribunal Federal era cargo de confiança, da sua cota pessoal, deles esperava lealdade, fidelidade e gratidão. Mas os ministros que nomeou não sabiam disso, e estão fazendo o que tem que ser feito, a começar por Joaquim Barbosa.
O Estado de S.Paulo
Até as absolvições de Lewandowski e Dias Toffoli servem para legitimar, como minoria, as condenações que a maioria acachapante do STF impôs aos réus do mensalão, que foram defendidos pela seleção brasileira de advogados.
Data venia, com invejável coragem e sem medo do ridículo e do opróbrio, o ministro Lewandowski tem feito das tripas coração, ou vice-versa, e usado o seu notório saber jurídico para fechar a cadeia de comando do esquema em Delúbio Soares.
O ministro gosta de citações e poderia atualizar a frase do rei Luís XV, prevendo o caos e a destruição se seu reinado caísse, "Après moi, le deluge" (Depois de mim, o dilúvio), para "Après moi, le Delúbio". Porque, se chegasse a Dirceu, o dilúvio de lama levaria a Lula.
Afinal, se continuasse funcionando em silêncio, o esquema garantiria a hegemonia política absoluta do PT, com uma base de apoio de dar inveja a Chávez, e poderia manter o partido no poder por 20 anos. Totalmente autossustentável. Era o que todo mundo fazia, só que muito mais bem feito. Como professor de matemática, Delúbio sabia que os números fechavam - e tendiam ao infinito. Os oito anos de Lula, e mais oito de Dirceu, estariam assegurados. Se Roberto Jefferson ficasse calado.
Era um golpe no Estado e na democracia, como julgou o presidente Carlos Ayres Britto, ironicamente de um partido obcecado pelo golpismo, acusação com que responde a qualquer crítica.
Não era um projeto de enriquecimento pessoal, uma ladroagem das elites e da direita, mas uma audaciosa manobra política, digna de um grande estrategista como o capitão do time em que Lula era o técnico e o dono da bola, batia córner e cabeceava, dava os passes e fazia os gols, além de morder a canela dos adversários para proteger sua meta e defender os companheiros dos juízes, aos gritos.
Como não saberia quem patrocinava o time?
DO R.DEMOCRATICAoutubro 12, 2012