segunda-feira, 27 de junho de 2011

Cidadania x Corrupção - Vamos balançar a REDE e ganhar este jogo.

As confissões de Expedito Veloso - agora em áudio

Dossiê dos Aloprados

As gravações em que o aloprado revela os bastidores da montagem do dossiê que seria usado contra José Serra na campanha de 2006

Hugo Marques e Gustavo Ribeiro
Há duas semanas, VEJA publicou as confissões de Expedito Veloso, um dos envolvidos no escândalo dos aloprados – a tentativa de petistas comprarem um dossiê forjado para prejudicar o tucano José Serra nas eleições para o governo paulista de 2006. Em gravações obtidas pela revista, o ex-diretor do Banco do Brasil esclarece quem foram os patrocinadores de uma das mais sórdidas patranhas políticas do Brasil recente.
Veloso fez parte do grupo que que negociou o falso documento com uma dupla de empresários corruptos, os irmãos Darci e Luiz Antônio Vedoin. Esse grupo era encabeçado pelo então senador Aloizio Mercadante – que se aliou nessa empreitada, de maneira surpreendente, com o ex-governador de São Paulo Orestes Quércia, morto em 2010.
Convidado a falar numa comissão do Senado nesta terça-feira, Aloizio Mercadante deve tratar do escândalo oficialmente pela primeira vez.  Nesta segunda-feira, o ministro da Ciência e Tecnologia negou mais uma vez qualquer envolvimento com o episódio.
Durante um almoço com empresários em São Paulo, ele afirmou: “Eu vi uma nota que o Expedito publicou. Ele disse que nunca citou nomes, nunca falou de dinheiro, não tem nenhuma informação sobre isso, que a responsabilidade é dos jornalistas e da revista. Expedito nunca foi meu assessor, assim como Quércia nunca foi meu aliado”.
VEJA apresenta os trechos mais reveladores das confissões de Expedito Veloso:

Saiba quem é quem no escândalo do dossiê:
Expedito Veloso - ex-diretor do Banco do Brasil, analisou os documentos que seriam usados na fraude. Depois, arrependido pelo fato de o esquema não ter poupado colegas do partido, revelou detalhes do caso em conversas gravadas.
Hamilton Lacerda - um dos coordenadores da campanha de Aloizio Mercadante. Foi filmado no hotel onde estava o dinheiro que serviria para pagar o dossiê e procurou a revista IstoÉ para tentar divulgar o material.
Gedimar Passos - policial federal aposentado. Foi preso em flagrante em um hotel de São Paulo com 700.000 reais em dinheiro vivo. Era o encarregado de pagar pelo dossiê. Integrava a campanha à reeleição do presidente Lula em 2006.
Valdebran Padilha - tesoureiro informal do PT em Mato Grosso. Foi por intermédio dele que o comitê paulista negociou com os empresários mato-grossenses Darci e Luiz Antônio Vedoin. Foi preso em 2006 com Gedimar Passos. Era ele quem deveria receber o pagamento pelo dossiê. A polícia apreendeu com ele 1 milhão de reais.
Darci e Luiz Antônio Vedoin - empresários e líderes da máfia dos sanguessugas, vendiam ambulâncias superfaturadas. Ofereceram ao PT o falso dossiê para tentar incriminar o PSDB e cobraram 1,7 milhão de reais para falsificar documentos e conceder uma entrevista na qual acusariam José Serra de envolvimento com as fraudes no Ministério da Saúde.
FONTE REVISTA VEJA

PT INVENTA MISSÃO 'ESPECIAL' PARA CUSTEAR VIAGEM INTERNACIONAL PARA O DIVERTIMENTO E FOLGUEDOS DO LULA.


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi nomeado chefe de uma missão brasileira especial na África. O decreto com a nomeação foi publicado nesta segunda-feira no Diário Oficial da União.

Lula vai representar o governo brasileiro na XVII Sessão Ordinária da Assembleia Geral da União Africana, em Guiné Equatorial. O evento trata do "Empoderamento da Juventude para o Desenvolvimento Sustentável" e começa nesta terça-feira. Do portal da RBS/DC

MEU COMENTÁRIO: O quê que é isso? Cáspite! 'Empoderamento da Juventude para o Desenvolvimento Sustentável' na Guiné Equatorial? Estão de brincadeira. Isso é pura gozação. Falar em desenvolvimento sustentável no continente africano onde imperam as ditaduras mais cruéis do planeta só pode ser coisa do PT e sua verborragia politicamente correta e cretina.
Esses idiotas não estão autorizados em abençoar tiranias em nome do Brasil nem utilizar o dinheiro público com viagens nababescas destinadas aos divertimentos e folguedos do Lula. 
Vão trabalhar vagabundos!
DO BLOG DO ALUIZIO AMORIM

SINCERAS CONDOLÊNCIAS, Taubaté, Campinas e Sorocaba !...

“ MATAR não significa apenas destruir o corpo físico de alguém...”

Estão de luto as cidades de Taubaté, Campinas e Sorocaba e, com elas, todos nós, brasileiros; nosso brio, nosso senso de humanidade e de patriotismo. Os eleitores dessas importantes e tradicionais cidades devem estar arrependidos das escolhas feitas nas urnas democráticas, dessa democracia por cuja volta os políticos tanto lutaram e que vem sendo por eles mesmos flagrantemente sabotada e desonrada !

“Roubando a merenda” das bocas das crianças e desviando recursos destinados à compra de remédios, os dois desumanos, o prefeito municipal de Taubaté e a primeira “dama’ (veja-se definição em Michaellis ) estão “matando” milhares de crianças, filhos de pais financeiramente carentes e que teriam na merenda escolar um meio de
mitigar a própria fome .

Médicos de Sorocaba deixando unidades “às moscas”, não comparecendo aos plantões e privando crianças, idosos, parturientes e acidentados da assistência que lhes assegura a Constituição...Qual Constituição !?...A Assistência Médica pública, que já é precária, torna-se ausente.

Ao receberem seus salários praticaram esses “médicos”, de certa forma, um crime de apropriação indébita, posto que o pagamento que lhes foi feito resultou de causa inexistente !...E quais os responsáveis por essa unidades médicas, estavam (e talvez ainda estejam... acéfalas ?... pensar que os acusados já foram soltos, simplesmente porque a prisão temporária venceu. Como é leniente o nosso código
penal, cuja revisão se torna inadiável ! E os esforços da Polícia Federal deixam de cumprir seu objetivo, por conta da fragilidade das leis !...

Em Campinas, o escândalo da SANASA, inclusive com a prisão do vice- prefeito, envolvimento da primeira dama e empresários, já ouvidos e liberados, valendo lembrar que não existe corrupto sem corruptor.
Vários estão foragidos. Um caso de violação flagrante dos direitos individuais a pretexto de combater a corrupção. Será que esses “doutores mercenários” não têm filhos ou familiares doentes ?!...

Onde estão os tribunais de contas, que não identificam e coíbem essas falcatruas ? O Estado de São Paulo tem mais que 500 municípios e certamente a maioria tem o mesmo problema . Se medidas saneadoras fossem adotadas, com tolerância zero, determinação, rigorosa punição
dos culpados e ressarcimento dos valores roubados, certamente o Brasil seria o melhor, dentre os países, pois potencial

O que se vê é que temos uma Polícia Federal, que
identifica e denuncia os culpados que, ao final , tornam-se impunes, em função da leniência de nossas autoridades, dos “hábeas corpus”, dos múltiplos recursos habilmente usados por exímios advogados bem pagos,
das procrastinações e das prescrições delas resultantes.

Há que se revisar o Código Penal, em que pese a reação dos advogados, aos quais não interessa a condenação em segunda instância, que inibiria aqueles recursos. Será necessário recapitularmos todos os casos que terminaram em “pizza”, após processos demorados e volumosos, que custaram fortunas aos cofres públicos ?!.. Enquanto
isto ladrões de Galinha, frutas e roupas de varal, continuam sendo presos, inclusive autores de furtos famélicos ...

Pensemos, se é que existimos (cogito, ergo sum...) e ajamos, com determinação e objetivismo.

Álvaro Ramos
DO BLOG LILICARABINA

Mercadante quer contratar hackers para o seu ministério. Para quem fez o Dossiê dos Aloprados, a companhia é perfeita.

Do Estadão:

O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, minimizou nesta segunda-feira, 27, os ataques cibernéticos sofridos pelo governo na semana passada e abriu até a possibilidade de chamar hackers para trabalhar para o ministério, em projetos de transparência de dados e de sites. Ele disse que os danos dos ataques "foram muito pequenos", sem a violação de dados relevantes. "Existem dois tipos de operadores. Os hackers são os jovens talentosos e criativos que eu, inclusive, quero levar para o Ministério. Quero convidá-los para um 'hacker's day'", disse. Leia mais aqui. 
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Enquanto isso, a Polícia Federal e a ABIN montam operações para prender os criminosos cibernéticos... Este é o ministro da Ciência e da Tecnologia do Brasil. Está bom ou querem mais?
DO B. DO CEL

Brasil. Vinde a nós todos os assassinos e genocidas!!!


 Começa o julgamento dos Genocidas do Khmer Vermelho no Camboja.

E a corte internacional de Haia emite ordem de prisão para Mulamá Cagadafi e seu filho, por crimes contra a humanidade e genocídio.
AE!!!! Seus genocidazinhos malvadinhos.
O governo brasileiro através de sua representação diplomática e de seu ministro da justiça. Está de portas abertas para recebe-los como refugiados políticos de seus países e ainda dará asilo e posterior cidadania brasileira para todos.

Vinde a nós todos os bandidos, terroristas, assassinos e genocidas, aqui vocês serão chamados de ativistas e ficarão impunes de seus crimes !!!
E se algum de vocês tiver curso superior em direito, poderá até ser nomeado para ser ministro em um certo tribunal superior deste Brasil. 
DO B. O MASCATE

Ideli solta uma nota aloprada.

Vejam a nota oficial que a ministra das Relações Institucionais soltou sobre o seu envolvimento no Dossiê dos Aloprados, conforme denúncia da Revista Veja:

"NOTA DE ESCLARECIMENTO

A respeito da reportagem publicada na última edição da Revista Veja intitulada “Ministério dos Aloprados”, tenho a informar:

1 - Nunca elaborei nem participei da confecção de dossiês políticos; ( a ministra não descarta ter participado do planejamento, apenas afirma que não operou diretamente)

2 - Conforme declarou o ministro Aloísio Mercadante é falaciosa a tentativa de me envolver na participação da elaboração do suposto dossiê citado pela revista Veja; ( se Mercadante afirma que Ideli não participou e o Dossiê dos Aloprados existiu, o ministro sabe quem participou)

3 - Não participei de reuniões que tivessem como tema a elaboração de material contra o candidato ao Governo do Estado de São Paulo, José Serra, no ano de 2006. Na condição de Líder da Bancada do Partido dos Trabalhadores no Senado fui chamada ao gabinete do então Líder do Governo, Aloísio Mercadante, para uma reunião em setembro do mesmo ano para tratar de um depoimento que seria dado ao Conselho de Ética do Senado; ( novamente, a ministra não nega que tenha participado de "qualquer reunião", deixando em aberto que pode ter participado do planejamento e da busca de recursos para pagamento)

4 - Naquela ocasião, como bem declarou o ministro Aloísio Mercadante, apenas expressei que o Conselho de Ética não seria o fórum adequado para debater tal assunto; ( a senadora poderia informar qual seria o fórum adequado? E qual seria o tal assunto?)

5 - Por fim, destaco que minha atuação partidária é absolutamente alheia ao contexto político em que estaria envolvida a divulgação do suposto dossiê detalhado na reportagem da revista Veja; ( a senadora, à época, estava no meio do seu mandato e não concorria a nada; como líder do governo, é óbvio que o tema estava dentro do contexto onde atuava, tanto é que orientou Mercadante para que não depussesse no Conselho de Ética) 

Ideli Salvatti
Ministra de Relações Institucionais da Presidência da República" 


Por fim, a acusação da Veja é clara e não foi desmentida: " Ideli era parte importante do esquema: foi ela quem procurou jornalistas para oferecer o falso dossiê contra Serra. O material serviria para derrubar a candidatura do tucano ao governo de São Paulo, o que favoreceria Mercadante."
DO COTURNO NOTURNO

Fome dois ponto zero

Quem achava que o conto de fadas do filho do Brasil e da primeira presidenta já tinha chegado ao seu final feliz, enganou-se.

Essa história emocionante não para de nos proporcionar desfechos surpreendentes.

A reabilitação política do nosso Delúbio, o heróico sobrevivente do mensalão, não foi nada. A FAO, órgão da ONU para agricultura e alimentação, acaba de anunciar seu novo diretor-geral: o brasileiro José Graziano.

Graziano ficou conhecido como uma das figuras mais badaladas do início do governo Lula. Era o responsável pela implantação do famoso programa Fome Zero, idealizado para ser o carro-chefe do governo popular.
O programa foi muito bem sucedido na missão de fazer chegar a todos os brasileiros o slogan Fome Zero.

O único problema do genial plano de José Graziano foi a constatação de que ele era inexeqüível.

Talvez por esse detalhe, Graziano tomou posse com Lula em 2003 e em 2004 já não era mais ministro.

E não foi mais nada nos oito anos de governo Lula, continuando a não ser nada no nascente governo Dilma. Como se vê, as credenciais do professor Graziano com seu Fome Zero permaneceram decisivas ao longo dos anos. Nem o Ministério da Pesca lhe foi oferecido.

E eis que a FAO elege José Graziano seu diretor-geral. Quem destacou as razões da escolha, em nota oficial, foi sua própria madrinha, Dilma Rousseff. Eis o atributo principal:

“Sua reconhecida contribuição na formulação da bem-sucedida estratégia governamental de assegurar o direito dos povos à alimentação”.
Ou seja: José Graziano vai dirigir o braço da ONU para a alimentação do mundo com base na experiência do Fome Zero – o programa imaginário que o próprio Lula jamais ousou voltar a mencionar em seus inúmeros palanques.

Moral da história: companheiro que está no sereno – não perca as esperanças! O governo popular trabalha, dia e noite, por uma boquinha para você.
Ou até, quem sabe, uma bocarra.

E viva o grande banquete das Nações Unidas, onde os amigos dos amigos nunca passam fome. 

DO B. RESISTENCIA DEMOCRATICA

PMDB do Senado pressiona e Ideli luta para blindar o “irrevogável” companheiro Mercadante


Muito barulho – O desembarque da petista Ideli Salvatti na Secretaria de Relações Institucionais parece não ter amainado a rebelião silenciosa que toma conta do PMDB. Escolhida para pela presidente Dilma Vana Rousseff para substituir o companheiro Luiz Sérgio Nóbrega (PT-RJ) no comando das articulações políticas, Ideli enfrentará na terça-feira verdadeira prova de fogo. Por mais que seus ex-colegas de Senado tenham lhe dispensado loas, a nova ministra deixou na Casa lembrança nada agradável. A de ser um “trator” ao defender os interesses do Palácio do Planalto.
Na terça-feira (28), Ideli Salvatti tentará a todo custo salvar a pele do ministro Aloizio Mercadante (PT-SP), de Ciência e Tecnologia, que durante audiência na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado certamente terá de explicar seu envolvimento no escândalo do Dossiê Cuiabá, cujos operadores foram chamados de “aloprados” pelo então presidente Luiz Inácio da Silva. O irrevogável Mercadante, que na Comissão debaterá sobre o tema “Economia e competitividade: a importância da inovação”, não terá como escapar do veneno oposicionista, que tenta estocar o Palácio do Planalto a qualquer custo.
Cada vez mais ávidos por cargos, o PMDB não tem perdido uma oportunidade sequer para pleitear cargos nos escalões inferiores da máquina federal. Presidente do Senado Federal, o experiente José Sarney disse, sem citar nomes, que “cada um [deve] se explicar naquilo que for acusado”. “Acho que a melhor formula é de cada um [Mercadante e Ideli] se explicar naquilo que for acusado. Não acho que deva haver restrição de nenhuma maneira para que a pessoa possa explicar. Se agiu corretamente, não há o porquê de não fornecer as explicações que o Congresso pede”, declarou o caudilho maranhense que se elegeu senador pelo PMDB do Amapá.
Conjunto de documentos apócrifos, o Dossiê Cuiabá foi a arma eleitoreira encontrada pelo PT para turbinar a candidatura de Aloizio Mercadante ao governo paulista, em 2006, e comprometer a de José Serra, que na corrida ao Palácio dos Bandeirantes acabou vencedor. Ao mesmo tempo, o golpe serviu para interromper o avanço de Geraldo Alckmin, que à época disputou contra Lula da Silva o direito de se instalar no Palácio dos Bandeirantes. A Polícia Federal entrou em ação e acabou prendendo, em um flat da capital paulista, alguns dos integrantes do esquema, que portavam R$ 1,7 milhão em espécie, dinheiro que, segundo depoimentos, seria usado no pagamento dos documentos.
Há nesse episódio que reacendeu nos últimos dias dois detalhes que merecem destaque. O primeiro deles se refere ao fato de até hoje o PT não ter esclarecido a origem do dinheiro apreendido pela Polícia Federal. O outro é que causa estranheza a declaração de José Sarney, pois o povo brasileiro continua aguardando uma explicação do presidente do Congresso Nacional a respeito dos bisonhos atos secretos, que, como esperado, acabaram na vala do esquecimento.
Para complicar a situação, os senadores peemedebistas Renan Calheiros e Romero Jucá, líderes do PMDB e do governo, respectivamente, não suportam o petista Aloizio Mercadante, que durante sua passagem pelo Senado Federal abusou da soberba.
FONTE UCHO.INFO

Deputada Myrian Rios diz que não deixaria seus filhos com um homossexual

.O vídeo de um discurso da deputada estadual e ex-atriz Myrian Rios (PDT-RJ) causou revolta na comunidade homossexual nesta segunda-feira. Postado na sexta-feira no Youtube, o vídeo mostra Myrian fazendo um discurso contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que criminaliza a homofobia. Para sustentar seu argumento, a ex-atriz associa o homossexualismo à pedofilia e diz que não gostaria que seus filhos ficassem a sós com um gay.
"Digamos que eu tenha duas meninas em casa e contrate uma babá que mostra que sua orientação sexual é ser lésbica. Se a minha orientação sexual for contrária e eu quiser demiti-la, eu não posso. O direito que a babá tem de querer ser lésbica, é o mesmo que eu tenho de não querer ela na minha casa. Vou ter que manter a babá em casa e sabe Deus até se ela não vai cometer pedofilia contra elas. E eu não vou poder fazer nada", disse a deputada estadual.


Ministro dos Esportes quer sigilo na Copa. Ele tem muito a esconder.

Depois do escândalo do Programa Segundo Tempo, com falcatruas que vão desde o roubo de merendas até o repasse de dinheiro para entidades de laranjas, o Ministério dos Esportes deveria ser o último a pedir sigilo nos orçamentos da Copa do Mundos e dos Jogos Olímpicos. Pois hoje o ministro da tapioca, Orlando Silva, está fazendo exatamente isso. Ao mesmo tempo, o site Contas Abertas mostra que o TCU já advertiu o Ministério dos Esportes de seríssimos problemas na administração de recursos, que levarão, novamente, o povo brasileiro a pagar o preço da sua incompetência. No Pan, foram mais R$ 3 bilhões. Quanto será na Copa 2014 e na Rio 2016? Mais R$ 30 bilhões? Leia aqui. 
DO B. DO CEL

Direitos humanos no campo: dois pesos, duas medidas.

Do Diário do Pará:

O fazendeiro Dario Bernardes cansou de clamar por providências das autoridades para investigar os crimes de invasão, destruição de seus bens, sequestro de empregados da sua empresa e ameaças de morte que estão sendo feitas a ele por um grupo armado financiado por donos de serraria em Tailândia interessados na madeira das terras. No mês passado, os bandidos implantaram o terror na fazenda, mas ninguém foi preso e os crimes praticados, segundo Bernardes, sequer foram investigados. Indignado, ele decidiu chutar o pau da barraca, denunciando ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que estaria “marcado para morrer”.

O DIÁRIO teve acesso à carta enviada na semana passada ao ministro. Nela, o fazendeiro afirma que no Pará não são somente os colonos de assentamentos que são ameaçados e mortos. “Estas mesmas condições bárbaras e que não combinam com o Estado de Direito de nosso país também estão acontecendo comigo, meus funcionários, colaboradores e meu patrimônio”, garante Bernardes. Ele é dono da fazenda Santa Martha, localizada na área rural do município do Moju, distante 216 quilômetros da capital e 15 quilômetros da cidade de Tailândia, que é considerada até hoje uma das mais violentas do país e “faculdade de pistoleiros”. Bernardes diz na carta que a fazenda é toda documentada com titulação definitiva já reconhecida pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Instituto de Terras do Pará (Iterpa) e Conselho Nacional de Justiça (CNJ) como uma das 10 áreas totalmente legalizadas no Estado. 

O plano de manejo da área foi aprovado pelo Ibama e a fazenda já obteve o selo verde da FSC, uma entidade internacional que monitora o respeito ao meio ambiente. Mas a fazenda, que possui residências para os empregados, escola, igreja, ambulatório, oficina, estradas, plantio de seringueira, castanhais, pimenta-do-reino e diversas criações de animais, já sofreu vários ataques de um bando armado. A primeira invasão ocorreu em 2006. Ladrões de madeira disputavam as terras com outros grupos de invasores. Houve mortes no local. O governo estadual demorou para cumprir a reintegração de posse, permitindo que uma área de 16 mil hectares de floresta fosse destruída e toda a madeira roubada. O crime foi consumado com projetos fraudulentos aprovados na Secretaria de Meio Ambiente (Sema). 

Quase cinco anos depois, Bernardes revela na carta ao ministro que suas terras já sofreram três reintegrações de posse e “dezenas de mortes”. Ele diz que a polícia e o Ibama têm medo de entrar na área, alegando que o local é extremamente perigoso. Em novembro de 2010, durante emboscada dos pistoleiros, três veículos do fazendeiro foram destruídos e um motorista dele foi morto a tiros. Os criminosos até hoje não foram identificados. “Tenho dezenas de ameaças de morte”, desabafa. E conta que no dia 23 de maio passado, às 4h, um grupo de 40 homens encapuzados invadiu o que restou da vila e ateou fogo nas casas, destruindo veículos, tratores, equipamentos, casas e currais. Para completar, roubaram tudo que pudesse ser levado e a polícia “brincou de apurar somente para dar satisfação à imprensa”.

Em um trecho da carta, o fazendeiro pergunta ao ministro: “qual a diferença entre a minha pessoa, meus funcionários e o casal de ativistas?” Ele se refere a José Cláudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo, de Nova Ipixuna, mortos a tiros no dia 24 de maio no assentamento Praialta Piranheira. Bernardes completa: “por que não temos os mesmos direitos de proteção e apuração nos crimes cometidos? A diferença é que eles eram sindicalistas e já morreram. Será que precisarei ser assassinado para que alguma providência possa ser tomada?”
DO B. DO CEL