sexta-feira, 17 de julho de 2020

Incoerências em tempos de Kung Flu

Jornalismo Estratégico. Política, Economia e Poderes. Editor-Chefe: Jorge Serrão

sexta-feira, 17 de julho de 2020


Edição Atualizada do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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A pandemia tem servido de desculpa esfarrapada para muitas decisões sem a menor coerência, em nome da obediência absoluta a um “protocolo”. Você só entra no restaurante se estiver de máscara, mas na hora de comer e beber (lógico) tem de tirar a máscara. De que adiantou? Pois é...
Outra incoerência é no transporte público. Como manter o distanciamento social se somos forçados a andar em ônibus, metrôs, trens cheios – quando não superlotados? Só usar a dogmática “máscara salva!” não assegura a segurança dos carneirinhos.
O mesmo acontecerá na eleição de 15 de novembro. O Tribunal Superior Eleitoral definiu que o eleitor não usará a identificação digital, porque ofereceria risco de contaminação pelo Kung Flu. Então, como fica a dedada na urna eletrônica? Vamos usar o cotovelo?
A tal “Justiça Eleitoral” também segue intransigente em relação à impressão do voto para conferência. Embora seja uma lei aprovada, a tecnoburrocracia alega sempre “falta de recursos” para cumprir a legislação. Somos obrigados a confiar, dogmaticamente, no resultado das “dedadas eletrônicas.

O Presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, tuitou, para justificar: “A biometria foi suprimida porque identificar pela digital leva 70% mais tempo e pode gerar aglomeração. Além disso, o leitor biométrico estraga com álcool-gel. Tudo o que for possível fazer pela segurança do eleitor e do mesário será feito”.
Mais incoerência? Vários parques públicos foram abertos em várias cidades. O cidadão voltou a ter o “direito” de fazer exercícios físicos. Os carneirinhos são obrigados a usar máscaras. Mesmo que isto seja inconveniente e, pior ainda, não seja bom para a saúde, porque o “atleta” respira mais gás carbônico que o necessário, mesmo estando ao ar livre.
“Use máscara”... A extrema mídia reforça o discurso da Engenharia Social. Os carneirinhos tem de obedecer às ordens emanadas do poder público. Tudo em nome da suposta “Segurança Sanitária”. O condicionamento foi tão eficaz que, “acabada” a fase de pandemia, o rebanho tupiniquim continuará usando máscara. A maioria por paranóia. Muitos porque é fashion. Virou moda...
A crise coronaviriana ferrou com vários setores econômicos e tem grandes impactos sociais. A área educacional ficou ainda mais bagunçada. Estudantes sortudos foram obrigados a aturar aulas virtuais de muitos professores que não estavam preparados para a novidade tecnológica. Os azarados nem tiveram ensino à distância, porque no Brasil é ruim e caro o acesso à Internet.    
Quando voltamos “ao normal” teremos postos de saúde e hospitais melhores, com atendimento eficiente, principalmente no setor público? Melhor não responder, para não se aborrecer... O Brasil pouco aprende com problemas e erros. Certamente, repetirá pretensas “soluções” equivocadas. Tudo parece cuidadosamente planejado para não dar certo.
A turma está preocupada porque pode não haver festa de Natal, Ano Novo e Carnaval? Fiquem calmos porque, até o final de 2020, vai aparecer a vacina mágica que vai nos proteger do Kung Flu. O remédio funcionará? Pouco importa. Os governantes, autoridades de saúde e o lobby dos fabricantes dirão que o produto cura. O carneirinho só será obrigado, por força de lei, a tomar a vacina.
O roteiro está manjadíssimo. A pandemia serviu para realizar os testes de engenharia de controle social. Os carneirinhos tupiniquins foram aprovados com louvor. Estão prontinhos para a implantação de qualquer regime autoritário, não importa a ideologia. A maioria idiotizada obedece direitinho. As reações são pontuais e sem efeito em grande escala.
Por isso, foi bacana ouvir a notícia de que o Festival de Inverno de Campos do Jordão será no Verão, em janeiro de 2021... A narrativa comercial aceita tudo. Os carneirinhos vão na onda, e aceitam os novos hábitos (e os vícios também) nos novos tempos. Vamos que não vamos, ou do jeito que der... Haja termômetro digital e equipamentos de proteção individual...
A boa notícia é que Jesus está voltando... Mas só se for para o Flamengo... Ou para o Benfica... Depende do ponto de vista...
Carneirinhos, uni-vos... Aguardemos, de máscara... E vamos sobreviver aos vírus e bandidos, até o Dia do Abate Final...

quarta-feira, 15 de julho de 2020

É BOMBA! EM VÍDEO DEPUTADO EDUARDO BOLSONARO REVELA TUDO SOBRE A TRAMA DIABÓLICA DO CASO AYAN E A FARSA DA CPMI.

quarta-feira, julho 15, 2020


Vale a pena ver este vídeo do Deputado Federal Eduardo Bolsonaro desvendando toda a trama diabólica - mais uma - destinada a tisnar, de alguma maneira, o governo do Presidente Jair Bolsonaro e, além disso, levar a termo a tentativa de censurar as redes sociais.

Neste vídeo o Deputado Eduardo Bolsonaro traz à tona uma maquinação diabólica abrindo a porta da coxia desse teatro de horror em que se transformou a política nacional desde que Jair Bolsonaro assumiu a Presidência do Brasil eleito por sufrágio popular, afinal foram mais de 57 milhões de votos com os quais o povo brasileiro o conduziu ao Palácio do Planalto.

Ao longo de 50 anos de jornalismo jamais poderia imaginar que a política nacional chegasse a esta situação. O establishment inteiro utiliza os meios mais sórdidos e inconcebíveis para tentar de todas as formas impedir que o Presidente Jair Bolsonaro cumpra suas promessas de campanha, ou seja, que exerça seu mandato.

O que o Deputado Eduardo Bolsonaro revela é aterrador e inominável. Incrível é que entre os algozes do Presidente Bolsonaro estão muitos daqueles que o afagaram na campanha presidencial à cata de votos. Lograram sucesso. E agora, na cara dura, sem qualquer pejo, armam ciladas e arapucas, tramas diabólicas e mentiras cujo único objetivo é calar o avassalador apoio popular devotado ao Presidente Bolsonaro.

O conteúdo da narrativa do Deputado Eduardo Bolsonaro no vídeo acima explica tudo. Não deixe de ver! DO A.AMORIM

segunda-feira, 13 de julho de 2020

Ministro da Defesa vai processar Gilmar Mendes. Ministro do sTF disse que militares são genocidas.


O ministro da Defesa, general Fernando Azevedo, vai reunir os comandantes das Forças Armadas e a AGU, porque quer tocar processos criminal e cível contra o ministro Gilmar Mendes, STF.

A informação é do Estadão de hoje.

Gilmar Mendes, sábado, disse que os militares cometem genocídio no caso da pandemia do vírus chinês. O ministro também acusou todo o governo Bolsonaro.

O general tirou nota no sábado mesmo e disse estar “indignado” com o que ele considera serem “acusações levianas” do ministro do Supremo.

Os comandantes e Azevedo passaram o domingo conversando por telefone para traçar uma estratégia de reação à fala de Gilmar.

sábado, 11 de julho de 2020

Lula seria o ideal para o MEC


sexta-feira, 10 de julho de 2020

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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A maioria esmagadora de ejaculadores precoces que só lê o título e emite opinião abalizada sem ler e interpretar a matéria vai ficar pt da vida comigo. O maravilhoso mundo da Internet é assim mesmo. Mas a tese é invencível e inegável: Lula seria o ideal para o MEC.
Não importa quem o Presidente Jair Bolsonaro nomeará Ministro da Educação. Dificilmente, o novo titular do MEC conseguirá fazer o que precisa ser feito. A demanda brasileira exige prioridade máxima para o ensino de qualidade a partir da pré-escola. O ensino básico também deveria ser a estrela máxima, em articulação direta com os municípios, e não por mera interferência estatal, com determinações de cima para baixo, de Brasília para o resto do País.
O ideal tem pouca chance de se tornar realidade. A única alternativa para o correto acontecer seria a extinção do MEC. Além desta proposta ser muito ousada, a Turma do Mecanismo jamais deixaria a extinção acontecer. O MEC é o setor mais aparelhado ideologicamente de todo o Governo Federal. Além da hegemonia esquerdista, a pasta é um dos maiores orçamentos da União. Sem cometer injustiça, não erra quem afirma que gasta-se muito, porém gasta-se mal. Alguém duvida que o ensino é de baixa qualidade no Brasil?
A Constituição vilã de 1988 consagra a lamentável farsa da “Educação” brasileira. Nela está sovieticamente definido que a Educação e a Saúde são deveres do Estado. Isto é um erro! Mera demagogia retórica. Educação é dever da sociedade, das famílias. Até porque o conceito correto de Educação é: Ensino de qualidade + formação moral familiar. Lamentavelmente, isso é mal praticado (ou nem praticado) no Brasil. E, para piorar, o MEC tem a pretensão de comandar a “Educação” no País. Pura mentira!
No modelo em vigor, o nome mais adequado para ministro da Educação é Luiz Inácio Lula da Silva. O ex-Presidente é o retrato fiel do sistema educacional tupiniquim. Por algum tempo, Lula se vangloriou de não ter estudado, mas ter chegado ao poder com sua esperteza. Depois, descobriu que ganhava mais posando de “vítima do sistema”. Tipo: Não estudou porque “não deixaram”. Apesar de não ter qualificação, ensino superior, Lula tem “Doutorado”. Tem vários diplomas de “Doutor Honoris Causa” concedido pela demagogia acadêmica nacional e transnacional. O MEC aparelhado pela esquerda teria o maior prazer de obedecer a um ministro tipo Lula. Pena que Bolsonaro não vai nomeá-lo.
O Presidente pode até ficar muito pt da vida com a crítica. Mas o Ministério da Educação foi um dos mais lamentáveis desempenhos da administração Jair Bolsonaro. Jogou-se mais tempo e recursos fora com uma batalha ideológica inútil – que não será vencida na prática. Narrativa x narrativa é igual a zero à esquerda. A única saída sensata seria ignorar a estrutura do MEC e botar a pré-escola e o ensino básico para funcionar, na parceria direta com as escolas – que deveriam ser transformadas em unidades de gestão transparente, com CNPJ.
O lockdown na pandemia impactou nosso modelo educacional. Falando francamente, demonstrou que tudo está muito errado. No Brasil, ainda confundimos Ensino à Distância com Distância do Ensino. Como temos uma Internet de merda (cara e ineficiente) temos imensa dificuldade de praticar uma Educação 4.0. Apesar dessa imperdoável deficiência estrutural, mesmo no esquema “meia-boca”, a garotada recebe “aulas virtuais”. Antes, muitos nem aula tinham, por falta de professor.
Fala sério... Se tivesse gestor de verdade no comando do MEC desde o primeiro dia da posse, Bolsonaro já devia ter posto a Telebrás para funcionar e focar na Internet de qualidade para as escolas públicas e privadas (a distinção entre uma e outra é burra, ideológica. Escola é escola!). As empresas de Telecomunicação também deveriam ser incentivadas a atender a esta prioridade educacional. Infelizmente, a  coisa ficou na promessa, no papo furado, na batalha inútil dos ministros contra o inimigo interno que não vai deixar de aparelhar o MEC – a não ser que o ministério fosse extinto.
Nomear Lula seria a saída para acabar de vez com o MEC. Pena que Bolsonaro não vai aproveitar a oportunidade, em meio à crise educacional permanente. Azar da infância e juventude do Brasil, condenada à ignorância. A rotina macabra segue plena. Vamos que não vamos...
Apesar de quem estiver no MEC, as escolas devem retomar com as aulas presenciais a partir de setembro, com a promessa de programas de recuperação e reforço de ensino, inclusive com o ensino à distância que ainda é, na realidade, a distância do ensino. Repito: vamos que não vamos...
Infelizmente, brasileiro apenas finge que aprende alguma coisa com a crise permanente. Na verdade, aprende nada. Repete erros ou recicla bobagens anteriores, como se fossem novidades. Insisto: Vamos que não vamos.
Protesto relevante

Neste link, há matéria acerca de 210 médicos catarinenses que entregaram
carta ao governo, tomando posição contra a estupidez importada da China
e fomentada pela coalizão do mal - é possível fazer o download da carta:

quinta-feira, 9 de julho de 2020

PANDEMIA DO VÍRUS CHINÊS ENTRA EM DECLÍNIO NO BRASIL

quinta-feira, julho 09, 2020

O texto que segue é da jornalista Paula Leal da Revista Oeste e a confirmar-se o prognóstico dos especialistas a pandemia do vírus chinês ou Covid 19 na sua nomenclatura científica estaria se estabilizando, ou seja, houve uma estabilização do número de mortes decorrentes dessa peste comunista.
Todavia notícias com esta são rarefeitas no âmbito de grande mídia a mostrar, como já me referi aqui no blog em minhas análises, a predileção midiática por manter a curva de mortalidade para cima. 
Oxalá que o tal pico dessa pandemia comuno-chinesa esteja de fato se estabilizando e o Brasil possa voltar à normalidade antes que seja tarde demais. Aliás foi o próprio Presidente Jair Bolsonaro a advertir, quando a peste chinesa fez suas primeiras vítimas. A tese do nosso Presidente era tomar todas as medidas necessárias porém não descurando do aspecto econômico, haja vista que milhares de empregos já foram detonados, sobretudo aqueles gerados pelos pequenos e médios negócios.
Seja como for, o fato é que segundo esta reportagem da Revista Oeste o tal pico da pandemia já estaria se estabilizando. Quem quiser ver os gráficos que ilustram esta matéria deve clicar no link ao final desta postagem que leva o leitor ao texto original. É uma ótima notícia! Leiam: 
Para avaliar o real impacto do coronavírus sobre o número de mortes no país, é importante analisar o excesso de mortalidade, ou seja, o número de mortes acima da média histórica. Dados do Registro Civil informam que em 2019, no período entre 16 de março (data da primeira morte oficialmente confirmada por covid-19 no Brasil) e 7 de julho, morreram 368.724 pessoas por causas naturais, ou seja, decorrentes de doenças e problemas de saúde que fazem o corpo humano parar de funcionar (estão fora da lista as mortes por causas externas — assassinatos, suicídios, acidentes, traumas). Em 2020, no mesmo período, morreram 388.386 pessoas de causas naturais. Uma diferença de 19.662 mortes entre um ano e o outro.
O que isso significa? Significa que, na comparação do número de mortes por causas naturais entre este ano e o ano passado, morreram mais pessoas por dia no Brasil. Em maio, o mês do pico de mortes durante a pandemia, a mortalidade chegou a aumentar quase 25% no país.
Entretanto, a boa notícia é que desde o final de junho a mortalidade em excesso está se reduzindo. De acordo com informações do Registro Civil, em 23 de junho foi a primeira vez, desde meados de fevereiro deste ano, em que morreram menos pessoas de causas naturais em 2020 do que em 2019. Foram 3.382 mortes em 23 de junho de 2019 contra 3.374 mortes no mesmo dia em 2020.
Para o médico cardiologista Juliano Lara Fernandes, formado pela Unicamp, com doutorado na FMUSP e MBA em Gestão de Sistemas de Saúde pela FGV, a data é um marco importante para analisar os efeitos da covid-19 no Brasil. “Esse excesso de mortes ter zerado é um dos marcadores mais fortes de que o ciclo de mortalidade da pandemia já está em um nível muito baixo.”
Pneumonia e septicemia
“na conta da covid-19”
Nesta terça-feira, 7, o país registrava 65.687 mortes por covid-19. Por que então essa diferença de 19.662 mortes entre um ano e o outro, segundo dados do Registro Civil? Onde foi parar o registro dos outros 46.025 óbitos?
Para Fernandes, duas hipóteses podem explicar a questão: 1) superestimativa de mortes por covid-19; 2) as pessoas estão saindo menos de casa e, portanto, expondo-se menos ao risco de morrer de outras causas.
O médico explica que, apesar de não existir comprovação, doenças como a pneumonia podem ter “caído na conta da covid-19” neste ano. Em 2019, ainda considerado o intervalo entre 16 de março e 7 de julho, houve 73.988 mortes por pneumonia enquanto neste ano foram registradas 51.315 mortes, ou seja, 22.673 mortes por pneumonia a menos em 2020 do que no ano anterior. Outro número que chama atenção são os casos de septicemia, em que a pessoa morre por infecção generalizada. Em 2019, foram registradas 54.609 mortes enquanto em 2020 foram “só” 42.729 mortes, uma diferença de 11.880 mortes. “O paciente que teve septicemia em 2020 mas testou positivo para covid-19 entra na conta da doença”, diz Fernandes.
Ainda, não é normal uma variação tão grande entre essas causas de morte de um ano para o outro. No caso da pneumonia, por exemplo, se considerar o número de mortes registradas entre 2016 e 2018, a variação média anual é de 3,4% entre um ano e o outro, de acordo com o Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde. No caso da septicemia, a variação média anual é de 5,3%. Já no comparativo entre 2019 e 2020, apesar de considerar apenas o período entre março a julho, os porcentuais já estão bem acima das médias anuais – a pneumonia teve uma redução de 30,6% e a septicemia reduziu 21,75%. Por isso, é possível que existam distorções nas estatísticas sobre as causas de mortalidade no país que impactam diretamente nos números divulgados pelos órgãos oficiais.
É pouco provável que mesmo após a pandemia o Brasil tenha condições de avaliar em detalhes o que realmente aconteceu. “No final do ano, teremos uma visão melhor. Mas minha impressão é que a diferença [de mortes entre um ano e o outro] vai se diluir tanto que graficamente será muito pequena”, diz Fernandes. Por enquanto, os gráficos registram o retrato da pandemia dos últimos quatro meses. O saldo — 19.662 mortes a mais do que no mesmo período do ano passado. Do site da Revista Oeste DO A.AMORIM

sexta-feira, 3 de julho de 2020

Lava Jato começa a pegar tucanos paulistas


sexta-feira, 3 de julho de 2020

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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Demorou muito, mas finalmente a lerdíssima Lava Jato chegou a alguém poderoso da cúpula dos tucanos. A Polícia Federal despertou, cedinho, a família do senador José Serra. São alvos a filha dele Verônica e o marido dela. Todos foram denunciados por usarem uma sofisticada rede de empresas sediadas no exterior para lavar dinheiro de propina paga pela Odebrecht em compensação pelas obras do Rodoanel Sul. O lobista internacional José Amaro Pinto Ramos também entra na dança. O ricaço Ronaldo Cezar Coelho, ex-tesoureiro do PSDB, é outro alvo ilustre.
Por enquanto, foi só uma ação para apreensão e busca de documentos. Não houve prisões. Mas não será fácil escapar dos eventuais fatos e provas revelados na delação de “Paulo Preto” (sempre negado como operador do esquema tucano de corrupção). Mais difícil ainda será fugir das anotações concretas do chamado “Departamento de Operações Estruturadas” da Odebrecht. No momento em que a força-tarefa da Lava Jato sofre os maiores questionamentos sobre sua atuação, coincidência ou não, os até então intocáveis tucanos são atacados. Faz parte...
O nome da operação da PF? “Revoada”... Conforme as investigações, R$ 40 milhões de reais revoaram dos cofres da empreiteira, para offshores (empresas em paraísos fiscais), indo pousar em bancos da Suíça. As provas ganham robustez pela colaboração das autoridades suíças. Agora, não importa a demora para que a Lava Jato chegasse a peixes-grandes como o senador e ex-governador Serra. Ainda há muitas suspeitas a serem apuradas sobre outros esquemas tucanos denunciados e que podem ainda estar em vigor - há mais de 20 anos.
Os tucanalhas, que festejavam a perseguição aos primos petralhas, agora, vão reclamar do “rigor seletivo”. Mais importante que a repressão tardia seria uma grande mobilização da sociedade para exigir transparência sobre os negócios de contratação de obras, serviços e contratação indireta de pessoal com a administração pública. A Lava Jato e tantas outras operações da PF passam, mas o “Mecanismo” continua o mesmo, reinventando-se a cada picaretagem revelada. Esta rotina macabra é que precisa mudar no Brasil da corrupção sistêmica, da impunidade e da injustiça.
A “Revoada” é um importante espetáculo policial-judicial. Mas, na verdade, é apenas mais um dos muitos que ainda virão por aí. O caminho está escancarado e manjado para pegar a lavagem de dinheiro por políticos cujas famílias enriquecem de maneira fora do normal. A fiscalização real da coisa pública precisa ser aprimorada. Depois que a sujeira vem à tona, fica sempre a pergunta no ar: Por que os chamados “tribunais de contas” e outros supostos organismos de controle não flagraram as falcatruas antes? Eis a falha gravíssima que precisa ser corrigida.
Os políticos continuam “roubando”. Eis o fato lamentável. É preciso cortar as asas dos principais corruptos. Triste é ver um Supremo Tribunal Federal mais focado em perseguir seus críticos do que cuidar da punição exemplar aos vagabundos da coisa pública.  

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Auxílio emergencial extra permitirá pouso suave, diz Paulo Guedes

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Ministro quer pagamento escalonado
Serão pagas duas parcelas de R$ 600
Ideia é alongar o efeito por 3 meses
Paulo Guedes na Câmara dos Deputados; ministro tem estratégia para progredir do auxílio emergencial para o Renda Brasil

O ministro da Economia, Paulo Guedes, acredita que com as duas parcelas extras de R$ 600 do auxílio emergencial, anunciadas na 3ª feira (30.jun.2020), seja possível fazer uma aterrissagem perfeita do atual sistema para o programa Renda Brasil, que é o nome provisório do futuro programa que vai aglutinar todos benefícios federais.

Guedes sugeriu ao presidente Jair Bolsonaro que prorrogasse o auxílio emergencial no valor total de mais duas parcelas de R$ 600 (além das 3 que já foram pagas). O benefício, chamado por alguns dentro do governo de “coronavoucher”, foi criado para mitigar o efeito da pandemia entre os brasileiros mais carentes. Pouco mais de 60 milhões de pessoas receberam.
Havia 1 temor dentro do governo: como interromper esse pagamento de maneira que o impacto não fosse devastador para a parcela da sociedade que ficou sem renda por causa do longo período de distanciamento social? Guedes então decidiu usar as parcelas extras do benefício para fazer uma escala decrescente até ser possível a transição para o Renda Brasil.
O problema é que a lei só permitia a prorrogação do auxílio se fosse mantido o valor de R$ 600 por mês. Mesmo que fossem pagas mais 3 ou 4 parcelas de R$ 600, seria 1 baque para os beneficiários pararem de receber de 1 mês para o outro, pois o Renda Brasil terá possivelmente pagamentos na faixa de R$ 200 a R$ 300.
A ideia então é fazer os pagamentos das duas parcelas de R$ 600 da seguinte forma:
  • R$ 500 no início do 1º mês;
  • R$ 100 no fim do 1º mês;
  • R$ 300 no início do 2º mês;
  • R$ 300 no fim do 2º mês;
  • Total = R$ 1.200 (em 2 meses).
Guedes tem dito que esses pagamentos serão suficientes para atravessar 3 meses. O Poder360 pediu que o ministro explicasse:
Poder360 – Por que se fala em cobrir 3 meses se tudo será pago em 2 meses?
Paulo Guedes – Com R$ 500 no início do 1º mês você viveu 1 mês.
Sim, mas do ponto de vista estritamente cronológico, os R$ 1.200 serão pagos em 2 meses, certo?
Sim. Como requer a lei. Mas com R$ 100 no último dia e R$ 300 no primeiro dia [do 2º mês], você viveu o 2º mês com R$ 400.
Observe que com duas de R$ 600 você só cobre 2 meses que seriam pagos no dia 1º [de cada mês].
Com o mesmo gasto, cobrimos 3 meses em vez de 2. E vamos reduzindo os pagamentos devagar.
E aí entra o Renda Brasil [novo programa social que vai unificar todos os benefícios federais]?
Exato. Temos 3 meses de tempo para aterrissarmos suavemente. Em vez de 2 meses e 1 desabamento de R$ 600 para R$ 200 (ou para o valor que for o novo benefício do Renda Brasil; estamos pensando num valor entre R$ 200 e R$ 300). Será uma aterrissagem perfeita, em vez de 1 pouso abrupto. DO J.TOMAZ

sexta-feira, 26 de junho de 2020

Bolsonaro: auxílio deve ter novas parcelas de R$ 500, R$ 400 e R$ 300

25 Jun 2020 - 21h45Por Agência Brasil

Bolsonaro: auxílio deve ter novas parcelas de R$ 500, R$ 400 e R$ 300 - Crédito: ReproduçãoO presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (25) que o auxílio emergencial vai pagar um adicional de R$ 1,2 mil, que serão divididos em três parcelas."Vamos partir para uma adequação. Deve ser, estamos estudando, R$ 500, R$ 400 e R$ 300", afirmou o presidente durante sua live semanal nas redes sociais. Ele estava ao lado do ministro da Economia, Paulo Guedes, que também confirmou que a terceira parcela do auxílio emergencial, no valor de R$ 600, começa a ser paga no sábado (27).

Ao todo, o programa atende a cerca de 60 milhões de pessoas, e é destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados, como forma de fornecer proteção emergencial no enfrentamento à crise causada pela pandemia do novo coronavírus (covid-19).

"Estávamos em R$ 600, o auxílio, e à medida que a economia começa a se recuperar, e começa a andar novamente, as pessoas vão devagar se habituando [com a redução do valor]", afirmou Guedes.

Bolsonaro também disse que espera que a economia possa ser retomada e defendeu a reabertura das atividades comerciais. "A gente apela aos governadores e prefeitos, com a responsabilidade que é pertinente de cada um, que comecem a abrir o mercado, abrir para funcionar", afirmou. Balanço mais recente do Ministério da Saúde registra um total de 1.228.114 de pessoas infectadas e quase 55 mil óbitos provocados pela covid-19.



quinta-feira, 25 de junho de 2020

MOVIMENTOS CONSERVADORES VOLTAM ÀS RUAS DE FLORIANÓPOLIS NESTA QUINTA-FEIRA CONTRA O LOCKDOWN DECRETADO PELO PREFEITO QUE PARALISOU A CAPITAL CATARINENSE

quinta-feira, junho 25, 2020

Diversos movimentos conservadores de Florianópolis prometem ir às ruas nesta quinta-feira, dia 25 de junho, para cobrar dos vereadores o veto ao decreto do lockdown imposto pelo Prefeito Gean Loureiro que voltou a paralisar a capital catarinense.

O Prefeito Gean Loureiro é do DEM, conhecida agremiação política operadora do establishment, ou seja, um dos 33 partidos políticos que fazem do Brasil o campeão de agremiações partidárias todas elas recebendo vultosa verba pública.

O decreto autoritário do Prefeito tem um impacto profundo na vida da população de Florianópolis no que tange à segurança e à saúde. Além disso esse prefeitinho fechou todos os shoppings, enfim, todos os estabelecimentos, como restaurantes, bares e lanchonetes seguindo à risca os ditames do establishment que faz uso e abuso da pandemia comunista chinesa, o tal comunavírus.

Quem possui razoável nível de informação sabe que essa pandemia é um sermão encomendado, sabe que tudo isso tem objetivo político para imobilizar o Governo do Presidente Jair Bolsonaro. É um esquema político sórdido que pouco está se importando com a saúde do povo brasileiro. Essa gentalha do establishment quer é destruir o Brasil transformando nosso país num nova Venezuela, para reinar eternamente no poder!

Esta é que é a verdade que a grande mídia local e nacional escamoteia na cara dura! Sim, porque os meios midiáticos fazem parte desse esquema diabólico que está destruindo a economia nacional. Pretendem inclusive prorrogar mandatos já que sabem que essa escumalha atualmente no poder jamais será reeleita.

Para esses velhacos da política brasileira o que importa é restabelecer a roubalheira dos cofres públicos que foi estancada pelo Governo do Presidente Jair Bolsonaro. Aliás já entrou no noticiário político-policial nacional o termo "Covidão", ou seja denúncias de manipulação de verba pública destinada a combater a pandemia chinesa.

A propósito deve-se assinalar que entidades empresariais parecem alheias à desgraça que se abate sobre o povo de Florianópolis. E isto, por si só, é um mistério que mais cedo ou mais tarde haverá de se revelar.  DO A.AMORIM

terça-feira, 23 de junho de 2020

O SILÊNCIO MISTERIOSO DOS EMPRESÁRIOS E COMERCIANTES FACE À NEFASTA AÇÃO DOS TIRANETES DA PANDEMIA CHINESA

terça-feira, junho 23, 2020

 


Neste vídeo um dos poucos jornalistas da dita "grande mídia", Guilherme Fiuza que comenta e analisa a tal pandemia do vírus chinês, sobretudo, seu manejo pelas ditas "autoridades". Lembrem-se que por decisão do STF, o combate à peste comunista chinesa ficou a cargo de governadores e prefeitos, em mais uma ação para tentar imobilizar o Presidente Jair Bolsonaro. A ele cabe apenas, por meio do Ministério da Saúde, subvencionar com verbas milionárias governadores e prefeitos.

Nesta segunda-feita foi anunciado que o gigantesco hospital de campanha do Pacaembu em São Paulo será desativado, um projeto milionário que incluía tablets para cada um dos pacientes. Vazio, esse gigantesco hospital de campanha será simplesmente fechado por falta de pacientes, a mostrar que há, no mínimo, muito mistério em torno dessa tal pandemia.

Mas a grande mídia não para de tocar o terror dia e noite insistindo no "fique em casa". Igualmente os comunistas e assemelhados são os maiores propagadores do confinamento. Agora, sem mais nem menos, o Prefeito de Florianópolis decidiu que a partir de amanhã será retomado o esquema que fecha shoppings e restringe diversas atividades comerciais. E ai de quem for apanhado na rua sem usar aquela ridícula e ineficaz máscara chinesa. Praias nem pensar.

E o que fizeram os veículos de mídia locais? Ora, publicaram apenas os releases da Prefeitura. E ainda querem cobrar pelo acesso aos seus sites na internet. Não há uma linha que questione essa inusitada investida da autoridade municipal que terá um brutal impacto na economia prejudicando justamente os trabalhadores. Vem aí uma onda de desemprego jamais imaginada!

Além do indecoroso silêncio midiático local não se ouve um pio das entidades representativas do empresariado. Um tremendo mistério, haja vista que pela lógica da economia deveria haver algum tipo de posicionamento. Mas não se ouve um pio.

Prevalece então a campanha "fique em casa" sem qualquer contestação o que nos leva a imaginar que por trás de todo esse silêncio obsequioso à tirania haja uma misteriosa alternativa para os empresários de todos os ramos comerciais e industriais. Menos para nós pobres mortais.

Portanto, creio que o vídeo do competente jornalista Guilherme Fiuza postado acima contribua de alguma forma para que algum líder empresarial, algum senador ou deputado saia da toca.

Se imaginam que esse manejo da pandemia poderá prorrogar mandatos além de propiciar outras vantagens correlatas, se enganam. Nenhum desses tiranetes da pandemia chinesa será reeleito.

Pedro Corrêa entrega Lula: "Vi muita corrupção e convivi com muitos corruptos. Mas nunca assisti tanta roubalheira quanto no governo de Lula e do PT. Foi o maior assalto aos cofres públicos da história"

terça-feira, 23 de junho de 2020

O ex-deputado pernambucano Pedro Corrêa teve sete mandatos e está há sete anos no xilindró. Foi figura importante no Mensalão e no Petrolão, escândalos comandados por Luiz Inácio Lula da Silva, o maior ladrão da história do Brasil






Em entrevista exclusiva, rompendo um silêncio de quase sete anos de prisão, o ex-deputado Pedro Corrêa Neto, também ex-presidente nacional do PP, afirma que a prisão de Lula foi a maior afirmação da justiça brasileira. "Tive sete mandatos de deputado desde a época de Figueiredo, vi muita corrupção e convivi com muitos corruptos, mas nunca assisti tanta roubalheira quanto no Governo de Lula e do PT em geral. Foi o maior assalto aos cofres públicos da história", afirmou.
Corrêa não assume, categoricamente, que Lula é ladrão, mas suspeita do seu patrimônio, dando a entender ser fruto das corrupções em seu Governo. "Ele declarou uma poupança de R$ 12 milhões. De onde veio esse dinheiro? Eu não roubei, o dinheiro que arrecadei foi para campanhas, inclusive de Lula, que foi pobre e mudou de vida muito rápido. Eu venho de uma família rica, diferente dele", afirmou.
Corrêa assume que cometeu ilegalidades ao arrecadar dinheiro da Petrobrás, mas que não estava envolvido da arrecadação do mensalão. Entre as declarações do ex-parlamentar, ele também assume que a sua delação premiada foi fundamental para prisão do ex-presidente Lula.
“Eu digo que ele (Lula) sabia de tudo, pois ele sabia que íamos para a Petrobrás para arrecadar recursos, para poder financiar o partido. Ele sabia que o fundo partidário não dava. Na campanha dele de 2006, nós pedimos dinheiro a ele. E ele falou que "Paulinho" (Paulo Roberto, presidente da Petrobrás) tinha dito a ele que a gente estava bem de dinheiro. Mas o José Janene arrecadava sempre dinheiro e passava pro PT através do Delúbio Soares”, disse.
Perguntado sobre a sua relação e o que achava do ex-ministro e ex-juiz Sérgio Moro, Corrêa diz que ele perdeu o seu respeito ao aceitar o cargo. “Ele condenou Lula, que era o principal opositor de Bolsonaro. Ele foi para um governo que não sabia para onde estava indo. Eu não votaria em Bolsonaro porque ele é assim. Eu sei quem ele é. E Moro saiu mal, saiu batendo no presidente”, afirmou. 
Veja abaixo a sua íntegra:

O senhor se sente injustiçado?
Em relação à prisão da lava jato, sim. Não tenho mais nada a ver com a Lava Jato. Estou preso por conta da minha condenação no Mensalão. Fui condenado a 7 anos, dois meses e sete dia e estou preso há 6 anos, seis meses e 17 dias. Eu já deveria estar solto faz tempo, mas por uma incompreensão do ministro Roberto Barroso, que não quer cumprir uma decisão do colegiado do Supremo, que decidiu que o decreto do ex-presidente Temer era constitucional e que ele tinha autoridade para fazê-lo, que me deu o indulto, apesar de eu não ter podido pagar a multa. A multa era de 900 mil reais. Quando o juiz mandou para a vara de execuções, ele corrigiu para 1,6 milhão e hoje está em 3,5 milhão. Se eu tivesse o dinheiro que dizem que eu tenho eu já teria pago.
O senhor foi acusado de roubar. Mas o senhor roubou?
Eu não vou dizer a você que eu não tenha cometido nenhuma ilegalidade. Eu cometi. Eu era presidente do partido e eu arrecadei muito dinheiro da Petrobrás e etc. O Mensalão eu não fazia parte da arrecadação, eu pedi como sempre pedia aos empresários amigos. O pessoal da Lava Jato diz que nós arrecadamos R$ 400 milhões, que não é verdade. Porque esse dinheiro tinha que ter passado em algum banco, em algum lugar... e na verdade não teve isso. O Youssef, que foi preso, que arrecadava dinheiro da Petrobrás nesse caso. Isso era uma coisa comum. A Petrobrás sempre fez isso, em todos os governos. Por ter ligações com usinas, eu fazia parte da bancada do açúcar, então eu arrecadava dinheiro do Sindicato do Açúcar e usineiros.
Esse dinheiro que o senhor fala – de R$ 400 milhões – foi destinado para a campanha de Lula também?
Claro. Para todos os partidos. O Youssef arrecadava para todos os partidos. No final, Paulo Roberto Costa queria ser presidente da Petrobrás e queria fazer uma bancada. Então se ligou a vários partidos. Quando nós indicamos o nome dele pra diretoria de abastecimento, foi aceito com muita facilidade, com exceção do presidente da Petrobrás. Pois o ex-diretor dizia que dava "1 milhão e tanto" para o presidente da Petrobrás. E isso ficou provado. E teve uma encrenca grande para nomear o Paulo Roberto. O presidente Lula teve que intervir nessa questão.
O PT criou aquela imagem da ética e dos bons costumes. O senhor que conviveu de perto, o que pode dizer?
O PT, como todo partido que foi para a presidência, quis montar uma base aliada para garantir a administração, a partir do Mensalão. O PT não estava preparado para ser Governo. Lula estava, mas o PT, não. Eles acharam que tinham que colocar a companheirada toda deles nos cargos. Aí colocaram gente incompetente. Sindicalistas, gente que não tinha noção de gestão pública. Esse povo gerou essa corrupção tão grande, a maior do País. Se envolveu num mar de lama.
Por que os lulistas acham que Lula não é corrupto?
É essa coisa de achar que ele é a tábua de salvação. Eles sabem que não tem outra liderança. Haddad e esses outros não existem. Lula está velho, sem saúde e não tem outro. Eles estão com medo de Ciro, que Ciro vá ser o novo Bolsonaro da próxima eleição. Eu pensava que pudesse ser Moro. Mas quando Moro foi ministro ele perdeu o respeito a nação, pois não podia ter sido ministro de Bolsonaro, um governo que ele mesmo ajudou a construir.
Dizem que a sua delação premiada foi fundamental para a prisão de Lula. É verdade?
É. Tanto é que se você pegar a sentença da condenação de Lula, o Moro usa a minha delação em 25% dela. E se for pegar o TRF4, os desembargadores citam longamente a minha delação. Eu digo que ele sabia de tudo, pois ele sabia que íamos para a Petrobrás para arrecadar recursos, para poder financiar o partido. Ele sabia que o fundo partidário não dava. Eu conversei diversas vezes com ele sobre isso, fazíamos reunião de 15 em 15 dias. Eu, ele e Zé Dirceu falamos várias vezes. Eu me lembro, por exemplo, que na campanha dele de 2006 pedimos dinheiro a ele. E ele falou que "Paulinho" (Paulo Roberto, presidente da Petrobrás) tinha dito a ele que a gente estava bem de dinheiro. Mas o José Janene arrecadava sempre dinheiro e passava para o PT através do Delúbio Soares.
Com quem o senhor ficou preso e dividiu a cela?
Zé Dirceu, Delúbio Soares, Pedro Henry, Valdemar Costa Neto, Zé Genuíno... vivíamos todos lá dentro. O banheiro era coletivo, tinha uma cortina e pronto. Isso era na Papuda. Depois fui para o Cotel e depois para Canhotinho. Fiquei até abril e depois fui para a Polícia Federal em Brasília. Em seguida parti para da Curitiba, onde estava Marcelo Odebrecht, esse pessoal todo. Na PF, eu dormia na cama e Marcelo no chão. Era um cara que não tinha nada dessa coisa de rico. O negócio era fazer exercício, era oito horas de exercício.
Quando vocês receberam a notícia da prisão de Lula?
Eu estava em Recife. Eu saí no dia 1 de março de 2017 porque eu não aguentava mais ficar em pé. Eu me internei quatro vezes. Mas eu já estava em casa quando vi a prisão de Lula. Acho que ele foi preso um ano depois da eleição. E achei justa a prisão dele, porque ele tinha que pagar. Ia ser diferente dos outros? Ele deixou os amigos dele na mão. Deixou Zé Dirceu, Palocci, todo mundo se lascar. E aí botou Dilma e nada chegava nele. Chegou nele e chegou na Dilma. Quando fui fazer minha delação, eu avisei a todo o pessoal o que eu ia falar. Eles disseram que iam prender meu filho, minha nora e minha filha. Então, eu tinha que falar. Fiz delação e ele sabia de tudo. Eu apresentei todos os documentos que eu tinha, de valores, transferências, projetos aprovados Petrobrás, fotos de reunião com o presidente Lula... e outras coisas.
Lula é um homem rico hoje?
Não sei. Mas certamente ele é mais rico que eu. Ele disse que tem R$ 12 milhões numa conta e eu não tenho nem um tostão. Meu patrimônio todo não é nem R$ 6 milhões. Não sei como o dinheiro dele se multiplica tanto. Acho que todo diz um dinheiro dele dá luz a outra nota de cem. Já os filhos, eu não sei.
Por que o senhor silenciou por tanto tempo?
Talvez eu escreva um livro. Eu fui deputado por 28 anos. Minha vida foi toda política. E acho que o País precisa de pacificação. Não sei para onde o país vai. Antes existia um acirramento na campanha, mas depois parava. Agora, não sei é porque a esquerda não aceita a vitória a direita, mas tem destruído as pessoas e desestabilizado o governo. Hoje, as pessoas tem medo de tomar atitudes no governo e amanhã estar depondo na Polícia Federal, estar com o rosto estampado nas páginas dos jornais.
Nesse governo Bolsonaro tem corrupção?
Eu não sei. Sei que Bolsonaro nunca recebeu nada de Mensalão nem Lava Jato. Jair só recebia uma cota de selo do fundo partidário. O deputado tinha uma cota de 10 mil selos por mês, que naquela época correspondia a R$ 20 mil. Mas Jair queria mandar 500 mil cartas, então não tinha jeito. Mas aí eu arranjava para ele mais 30 mil selos, pelo fundo partidário. Dinheiro vivo, ele não queria. Ele dizia para dar para outra pessoa, pois ele não precisava. A campanha dele era barata, só gastava com selo para mandar santinho.
Então a oposição nunca vai pegar Bolsonaro em caso de corrupção?
Eu não acredito, pois ele nunca recebeu nada, pelo menos no período que estive à frente do PP.
Por qual motivo o senhor está sem a tornozeleira?
Estava ferindo minha perna, pois sou diabético. Tive até que fazer cirurgia. Tem um despacho da juíza autorizando-me a retirar. O dermatologista disse que eu não posso usar em nenhuma das pernas, pois causa ferimento.
O que o senhor diz sobre Supremo não ter dado andamento ao processo de sua liberdade?
O Supremo não aceita crítica. Acho que essas coisas de dizer que vai estuprar filha de ministro é um absurdo e tem que combater. Mas eles se acham deuses. Ele sequer se adequa ao que decidiram. Eu tive direito a indulto de Dilma e Temer e eles não consideraram. Meu processo foi para as mãos do Barroso, ele perdeu por 7 a 4 no Plenário e mesmo assim ele não cumpre. Ele está sentado em cima do meu processo. Sou diabético, tenho preferência, sou idoso, estou preso e ele não decide. Eu vou entrar com uma medida para mostrar que ele tem que decidir. Isso é abuso de autoridade. Mas aí você vai reclamar do Supremo? Depois do Supremo, só Deus. Os caras são intocáveis.
Depois disso tudo, o senhor pensa em voltar à política?
Eu não sei, o futuro a Deus pertence. Estou com 72 anos e muitos eleitores meus já morreram (risos).
O senhor tem alguma mágoa com o ex-deputado Roberto Jefferson, que incluiu seu nome na Lava Jato?
Eu tinha uma ligação estreita com ele, era meu amigo. E quando ele foi acusado de receber aquele dinheiro do funcionário dos Correios, eu estava indo para Brasília com Severino Cavalcanti e tinha um recado que Roberto Jefferson queria falar comigo. E aí fui à casa dele, e ele me pediu pra eu falar com Severino para dar mais tempo a ele, pois ele iria se defender. E eu falei que Severino ia dar esse tempo. Mas eu disse para ele: "Roberto, vê bem o que você falar. Só diga o que você tiver certeza de que é verdade." E ele disse: "Esse filho da p*** do José Dirceu quer me jantar e antes de ele me jantar eu vou almoçar ele". Ele estava com muita raiva do PT. Eu até falei com Zé Dirceu, mas Dirceu disse: "Se der o governo a Roberto, mesmo assim ele não fica satisfeito". E aí estava nessa confusão. Quando foi no outro domingo, eu vi no jornal que Roberto tinha colocado meu nome. Eu quebrei todos os meus sigilos, mas não adiantou. Joaquim Barbosa não aceitou e me meteu na história. Imaginou que eu tivesse uma relação obscura com o PT e foi isso. Então, fiquei com mágoa de Roberto Jefferson e não quero conversa com ele.
O senhor foi condenado e preso por Sérgio Moro. É verdade que o senhor fazia ele descontrair e até rir com suas reações inusitadas?
Sim. Eu sou um sujeito brincalhão e todo mundo diz que sou simpático. Todo gordinho é simpático. E eu tive duas passagens com Moro. Uma foi em relação a testemunha que era de Limoeiro, um negociante de gado. Só que ele tinha morrido e eu não sabia. Aí chegou na audiência e Moro reclamou do advogado, pois o cara estava morto. Só que eu disse que a testemunha era muito importante para mim. Eu disse que em Pernambuco tinha um pai de santo que iria fazer uma sessão de materialização e a gente ia ouvir a testemunha (risos). Aí Moro deu uma risada que nunca tinha dado. Ele perdeu a compostura. E sempre passou a me cumprimentar. E a outra vez foi que ele mandou um recado dizendo que poderia fazer a audiência com Lula, quando fui ser testemunha contra ele. Foi muita confusão, o advogado me chamava de "meia testemunha" e eu pedi a palavra e disse que não ia aceitar isso e chamei o advogado de "um quarto de advogado". E aí foi o carnaval maior do mundo. Então, o Moro sempre conversava comigo. Agora, perdeu o meu respeito quando ele aceitou ser ministro da Justiça. Ele condenou Lula, que era o principal opositor de Bolsonaro. Ele foi para um governo que não sabia para onde estava indo. Eu não votaria em Bolsonaro porque ele é assim. O pessoal está achando que Jair vai abrir contra o Supremo, mas não vai. Pode vir um trem carregado de dinamite, mas ele não abre. Eu sei quem ele é. E Moro saiu mal, saiu batendo no presidente... tiraram o COAF dele pois os parlamentares não gostam dele. Ele não conseguiu agradar. Ele não aprovou os projetos dele. Não acredito que o futuro político dele tenha sucesso. Pode ser deputado ou senador pelo Paraná, mas mais do que isso, não.J.TOMAZ

Com Blog do Magno Martins

segunda-feira, 22 de junho de 2020

Revisão da Bengala, reforma política e Nova Carta

segunda-feira, 22 de junho de 2020


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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O bem-sucedido gestor do fundo Alaska, Henrique Bredda, twittou uma provocação relevante, depois de citar cada uma das sete constituições brasileiras: “8ª, 20xx (mais liberdade, menos impunidade, menos impostos, menos burocracia, mais eficiência?)”. O empresário foi prontamente respondido pelo deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança: “Precisamos dessa oitava... E acho que já temos uma sociedade pronta para defendê-la”.
A discussão sobre a Nova Constituição merece entrar na prioridade das prioridades. A Constituição de 1988 se esgotou. Pior ainda: suas quase 500 páginas têm servido de base pseudo-jurídica para alimentar o caos institucional em que o Brasil foi mergulhado. O problema é que não se muda uma Constituição de repente, a não ser em caso de ruptura. Além disso, outorgar uma nova, sem um debate correto, pode gerar outro “monstrengo”. Não vale correr o risco.
É muito bom que sejam apresentadas sugestões do texto da Nova Carta enxuta, principiológica, e sem necessidade de interpretações supremas dos artigos. O próprio deputado Luiz Philippe lidera um grupo que trabalha na elaboração e proposição de um texto constitucional racional – que se aproxime, ao máximo, do estilo da longeva Constituição dos EUA. Tomara que não demore a se tornar público este hercúleo esforço. O debate, fundamental, só não interessa à Turma do Mecanismo, que fará de tudo para sabotar propostas diferentes da barafunda legal que temos hoje.
Antes da Nova Constituição, ajudaria muito se fosse aprofundado o debate para uma Reforma Política. Precisamos  corrigir nosso problema de falta de representatividade dos eleitos. O Voto Distrital seria um atalho para isto. O Poder local seria valorizado. Assim, a atividade política legítima surgirá a partir da base: os bairros. As campanhas ficarão próximas e infinitamente mais baratas. Também é fundamental a discussão para que possa disputar eleição o candidato independente de filiação partidária. Partidos devem ser livres para existir por quem os criar. O que não pode acontecer é financiamento deles com dinheiro público, como acontece hoje. Lula recebe “ajuda de custo” financiada pelo Fundão Eleitoral. Isto é escroto!
Antes da Nova Carta e da Reforma Política, temos uma outra urgência. É fundamental acabar com o desequilíbrio institucional gerado pelo excessivo poder extraconstitucional do STF, cujos membros produzem narrativas interpretativas sobre os artigos da Carta de 88. A maneira civilizada de resolver isto não é “fechar o Supremo” – como burramente alguns defendem nas manifestações. É mais fácil renovar a composição do STF, aprovando, no Congresso Nacional, a revisão da Lei da Bengala. Se voltar a valer o limite de 70 anos de idade para aposentadoria no serviço público, cinco ministros da Corte Suprema seriam substituídos imediatamente. A Turma do Mecanismo vai pirar porque é grande a chance disto acontecer.
Eis a solução “mais pacífica” para o caos institucional. Seria o começo do saudável processo de Repactuação Político-Jurídica. O Brasil não suporta mais um processo de fritura do Presidente da República. Bom ou ruim, Bolsonaro só deve deixar o poder no prazo legal para o qual foi eleito, no final de 2022. A narrativa golpista cresce de intensidade. Porém, tem tudo para não vingar, se o Presidente mantiver a popularidade e consolidar o efetivo apoio político no Congresso, sobretudo no Senado (que tem poder para mexer com ministro do STF).
Por tudo isso, é recomendável que os conservadores tomem tenência. É fundamental parar de chamar de “Bolsonarismo” o legítimo sentimento do povo brasileiro por mudanças. Rótulos imprecisos ou errados beneficiam os inimigos. Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão foram eleitos para fazer a transição da esclerosada Nova República para um regime realmente democrático. A janela de oportunidade aberta com a vitória conservadora na eleição de 2018 não pode ser perdida. O governo tem de agir com sanidade, inteligência e firmeza de propósito conservador e democrático.
O professor Olavo de Carvalho twittou, cedinho, um fato que deve ser considerado com seriedade: “A elite político burocrática sempre vai existir, mas chegou a hora de domá-la e forçá-la a trabalhar pelo bem do povo”. Como certeza, Olavo sabe que a oligarquia da Turma do Mecanismo não vai ceder facilmente.
Por isso, os segmentos esclarecidos da sociedade brasileira precisam parar de brincar de batalha ideológica nas redes sociais e partir para a pressão popular legítima em favor das reformas e mudanças estruturais. Twittadas como as do Henrique Bredda precisam se multiplicar. Que os bons se manifestem, antes que os maus se perpetuem na feitura da “festa”.

Releia o artigo: Dá para mexer na Lei da Bengala?

Rendez Vouz refeito
Acaba de ser Refeito o filme “Rendez Vous”, do Claude Lelouch. 
Lembra do famoso curta em que um piloto atravessa Paris a mil por hora, queimando sinais vermelhos o que lhe valeram sérios problemas na época, 1978.

No filme original, Lelouche colocou uma câmera presa na frente de sua Mercedes-Benz 450SEL 6.9, mais macia que um esportivo, e depois mixou o som de uma Ferrari pra acrescentar emoção.
Agora durante a pandemia, o remake foi filmado no circuito do Principado de Mônaco, totalmente autorizado, fechado, com a bênção do Príncipe Albert.
O carrão da vez é uma Ferrari vermelha pilotada pelo legítimo filho da terra, o piloto Charles Leclerc.
O mais legal é a ironia do final: o piloto tira a máscara, e a mocinha, também...
Confira no original: https://youtu.be/7nFTMtX5n_A