PAZ AMOR E VIDA NA TERRA " De tanto ver triunfar as nulidades, De tanto ver crescer as injustiças, De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto". [Ruy Barbosa]
quarta-feira, 10 de abril de 2019
Resultado positivo é o que importa
quarta-feira, 10 de abril de 2019
O
Presidente Jair Bolsonaro está articulando como nunca politicamente. No
entanto, ele deveria ter certeza de que, tão ou mais fundamental que negociar,
o que necessita é apresentar resultados concretos. O que vai melhorar o nível
de emprego? O que vai dar qualidade à gestão da Educação? Sérgio Moro ao menos
já indicou o que é básico para combater o crime e a corrupção. O foco
monocórdico na reforma da Previdência é um erro estratégico. Infelizmente, o
governo não acredita nisto...
O 'ESTABLISHMENT' E SEUS OPERADORES NA GRANDE MÍDIA NÃO ESTÃO BÊBADOS MAS ESTÃO CERCANDO FRANGO. HORA DO PRESIDENTE JAIR BOLSONARO ENTRAR EM AÇÃO!
quarta-feira, abril 10, 2019
Dia desses alguns desses endinheirados donos de galinheiros que adoram ditaduras islâmicas para onde exportam carne de frango conseguiram gerar pautas destinadas a detonar o Presidente Jair Bolsonaro. Inclusive escrevi um artigo sobre esses galinheiros aqui no blog provando que essas pautas têm um objetivo apenas: desgastar de algum jeito o Governo Bolsonaro.
E mais: atender a ordem do movimento globalista cujo objetivo é intervir no livre comércio. Não é à toa, por exemplo, que desejam subjugar o comércio brasileiro de carne de frango aos países islâmicos. Depois da carne de franco surgirão outras iniciativas dos globalistas impondo regras para as nossas importações. Groso modo é esta a jogada.
O globalismo é o esquema que sempre foi sonhado pelo movimento comunista. Só os idiotas do jornalismo brasileiro descuram essa realidade escancarada. E não só isso, apoiam esse esquema que ameaça a nossa condição de Nação independente.
Em boa medida não estava errado, ainda que não seja expert no assunto da postagem. Tanto é que o site "Rural Business', no ar há 28 anos, e uma referência no que respeita ao noticiário relativo ao agronecócio, publicou no seu canal do Youtube um vídeo, por sinal muito bem elaborado (nível profissional) esclarecendo a realidade do comércio internacional brasileiro de carne de frango.
O vídeo enfocando a análise formulada pelo site Rural Business inclusive foi postado pelo próprio Presidente Jair Bolsonaro em sua página do Facebook e também no seu próprio canal no Youtube. A matéria demonstra em números a realidade do fatos, conforme vocês podem conferir vendo o vídeo que é bem sintético e esclarecedor.
É por estas e outras que se vê a forma torpe como age o establishment em nível local e internacional. E, por outro lado, também se nota como o Presidente Jair Bolsonaro parece estar cercado de inimigos por todos os lados, inclusive dentro do próprio governo, incluindo-se aí as malditas empresas estatais, como a Petrobras.
Refiro-me à política de preços dos combustíveis ditados por um punhado de burocratas estatais encastelados na Petrobras. Todavia este é um assunto para uma próxima postagem.
No momento o establishment e seus sequazes das redações estão literalmente 'cercando frango', embora estejam de cara limpa, como se diz na gíria. DO A, AMORIM
terça-feira, 9 de abril de 2019
A tática de alguns ministros do STF
Joaquim Falcão denuncia a tática de alguns ministros do STF para esconder suas culpas:
“A tática de alguns ministros, a minoria, é sempre a mesma. Quando não cumprem e politizam os prazos processuais e ferem o regimento do próprio Supremo. Quando sentem medo com o avançar das investigações por parte da mídia, das redes sociais, do Ministério Público e da Receita Federal. Quando veem vídeos e fotos que expressam ligações perigosas com réus ou interessados em seus votos.
Usam sempre da mesma tática. Tentam transformar a crítica, a
desaprovação social e jurídica de seu comportamento individual em ameaça
ao Supremo. Não é. Tentam confundir o joio com o trigo. O ministro com a
instituição. Ministro não é Supremo. Comportamento de ministro não é
comportamento do Supremo.”
Jair Bolsonaro ainda tem 39% de ótimo ou bom em São Paulo, e é aprovado por 57% dos paulistas.
É preciso lembrar, porém, que ele foi eleito com 68% dos votos no Estado, e que se tornou bem mais popular nos meses sucessivos DO O ANTAGONISTA
“A tática de alguns ministros, a minoria, é sempre a mesma. Quando não cumprem e politizam os prazos processuais e ferem o regimento do próprio Supremo. Quando sentem medo com o avançar das investigações por parte da mídia, das redes sociais, do Ministério Público e da Receita Federal. Quando veem vídeos e fotos que expressam ligações perigosas com réus ou interessados em seus votos.
A opinião dos paulistas
salvar BrasilÉ preciso lembrar, porém, que ele foi eleito com 68% dos votos no Estado, e que se tornou bem mais popular nos meses sucessivos DO O ANTAGONISTA
"Justiça nota zero", por José Nêumanne
terça-feira, 9 de abril de 2019
"Justiça nota zero", por José Nêumanne

Mobilização a favor da Lava Jato na Paulista domingo 7 de abril revelou
atual paixão nacional: contra cúpula do Judiciário. Foto: Sebastião
Moreira/EFE
Apesar de não haver batido o recorde da participação de cidadãos nas
ruas, ocorrido nas manifestações de mais de milhão contra a má gestão do
Estado e a favor da deposição da então presidente Dilma Rousseff entre
2013 e 2016, impressionou a multidão que foi à Paulista domingo contra o
Supremo Tribunal Federal (STF) em geral e, em especial, seu ministro
Gilmar Mendes. Fotos e vídeos circulando em perfis sociais não permitem
definir quantos manifestantes se reuniram vestidos de verde e amarelo e
empunhando bandeiras. Isso se deve parcialmente à preguiça de plantões
de domingo e em parte ao desprezo que meios de comunicação e autoridade
policial devotam à cidadania desorganizada e desamparada. Ao não prestar
o serviço relevante à sociedade divulgando a contabilidade das massas
indóceis a Polícia Militar deixa esses cálculos à mercê da parcialidade
dos militantes que as convocam. E também revela o medo que seus chefes,
da alta hierarquia no Estado, têm da indignação das pessoas que vão às
ruas protestar – pânico que, por sinal, não disfarça um desdém
criminoso.
No entanto, as imagens publicadas apenas na rede mundial dos
computadores não deixam dúvida de que é notória a irritação que se
espalha pela Nação ante a indiferença por seus anseios de parte da
cúpula do Judiciário, que se esmera em sabotar e ridicularizar os
esforços de agentes da lei. Estes veem seu longo e penoso trabalho se
perder no latinório vulgar dos togados. Parte da explicação desse
divórcio se explica, mas não se justifica, pela nomeação pelas
autoridades, tratada com preguiça e desídia pelo Legislativo, de
julgadores dos tribunais superiores, em especial do Supremo. Em
exercício de mera demonstração de conta de padaria, constatei na semana
passada, em artigo publicado no Estado, que, como está definido no título, Dos 11 do Supremo, só 2 são juízes concursados
(Página 2, 3/04/19). Nem é preciso fazer soma similar para revelar essa
constatação no Superior Tribunal de Justiça (STJ), no Tribunal Superior
do Trabalho (TST) e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Para refrear a tentação de quem, na certa, argumentará que assim a lei
prevê, este autor avisa desde já que esta é apenas uma informação, sem
adiantar juízo nenhum de valor. Serve tão somente para facilitar a
compreensão do leigo – grei à qual este escriba pertence – em relação ao
evidente divórcio existente entre sentenças lavradas por juízes jovens,
bem preparados e em contato com a vida real de lar e rua e seu
desmanche nos julgamentos de turmas e plenários das chamadas altas
cortes, viciadas pelo corporativismo dos quintos (legais) de corporações
profissionais ou funcionais com assento nos pináculos do Poder que se
define como “justo”.
A atual composição do Supremo Tribunal Federal (STF) é o exemplo maior
desse desajuste. O presidente Dias Toffoli foi reprovado em dois
concursos públicos para a magistratura e subiu da condição de
advogadinho do PT para advogadão-geral da União e daí para o ápice da
carreira. Lula, que o nomeou, preencheu mais duas vagas com Cármen Lúcia
e Lewandowski. Dilma, em um mandato e meio, mandou para o topo mais
quatro (!): Fachin (que manifestou apoio à candidatura da petista),
Rosa, Fux e Barroso, num total de sete pelo PT. Outros quatro chegaram
ao ápice da carreira pelas mãos de Sarney, Collor, Fernando Henrique e
Temer.
Nem sempre essa composição distorcida foi patrulhada pela turba. Esse
ódio, ao contrário, foi destilado exatamente da lua de mel vivida entre o
STF e a opinião pública durante o julgamento da Ação Penal 470,
cognominada de mensalão pelo delator da devassa, Roberto Jefferson, dono
do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) de nossos dias. A popularidade
gozada pelo relator do processo, Joaquim Barbosa, e a impopularidade com
que o povão marcou o revisor, Ricardo Lewandowski, foram substituídas
no momento em que a Operação Lava Jato começou a incluir tucanos entre
seus denunciados, acusados e réus. Foi isso que fez Gilmar Mendes, que
foi advogado-geral de FHC, acionar o dispositivo dos habeas corpus a
granel. A atuação do procurador, que perdoa em vez de denunciar, como
seria mais próprio de sua origem, chegou a extremos como o de
desqualificar os ex-colegas em ações de combate à corrupção, jogando no
lixo tradições judiciais ancestrais, tais como a renúncia ao julgamento
por suspeição e a acusação insultuosa, genérica e indiscriminada sem
nomes nem provas.
O conjunto da obra do mato-grossense inspirou o jurista Modesto
Carvalhosa a encaminhar ao Senado em 14 de março um requerimento a seu
presidente, Davi Alcolumbre (DEM-AP), para abrir um processo de
impeachment contra ele. Como já jogou um balde de gelo na fogueira que
poderia ser ateada no outro lado da Praça dos Três Poderes, o varão da
fronteira terminou sendo no domingo 7 de abril o destinatário do recado
da multidão na manifestação referida no início deste texto.
Carvalhosa, aliás, também é autor de proposta mais ambiciosa, pregando
uma Constituinte exclusiva com mandatários impedidos de concorrer a
cargos públicos até o cumprimento de uma quarentena. Esta teria mais
efeito genérico do que o caso específico do tempestuoso ministro que se
considera “supremo”. A falta de prática e o parti pris de
advogados e procuradores, mais numerosos na atual composição, dada como
a pior da História, poderia, por exemplo, ser substituída pelo tal
“notório saber”, expressão constitucional vaga, que poucos senadores são
capazes de entender por falta de prática, exigindo prestação de
concursos públicos para a magistratura e, à falta disso, currículo
equivalente ao cargo. Providência mais urgente seria a de pôr fim à
vitaliciedade do posto, limitando-o, por exemplo, a um mandato dos
senadores que os sabatinam: oito anos.
Nem a urgente revogação da “PEC da bengala”, outra forma de mudar ocupantes das cadeiras no STF, porém, bastará para garantir o caput do
artigo 5.º da Constituição federal, que reza: “todos são iguais perante
a lei”. O inciso LVII deste artigo preceitua que “ninguém será
considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória”
e tem provocado uma guerra em que ele é interpretado de forma elástica,
tornando-se mais um deslize semântico do que um impasse jurídico.
Toffoli, Celso, Gilmar, Lewandowski e Marco Aurélio aceitam a leitura
dos advogados que lutam para esticar as autorizações para prisão de
condenados às calendas do “trânsito em julgado” (última sentença nas
quatro instâncias existentes na prática na barafunda jurisdicional
cabocla). Segundo o sofisma, “considerado culpado” significa “preso”.
Contra ela votam Cármen Lúcia, Fachin, Fux, Barroso e Alexandre. Rosa
concorda com os primeiros, mas, como os últimos, acha que jurisprudência
não é publicação periódica para durar tão pouco. Há, ainda, quem lembre
bem que “sentença penal condenatória” é dada após segundo grau, no qual
decisão colegiada já define a natureza factual do delito, interrompendo
a presunção da inocência e só restando ao condenado recursos de
natureza processual.
Fala-se muito na eventual libertação de Lula com a provável vitória dos “garantistas”. E agora, adiada sine die a
sessão marcada para 10 de abril, vem à tona mais uma prova de como os
infindáveis recursos prejudicam as garantias do cidadão. O Tribunal de
Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) confirmou a vitória do cantor João
Gilberto sobre a Universal, que incorporou a EMI-Odeon, gravadora em que
este gravou seus três primeiros LPs. Em setembro de 2018, João acusou o
selo de ter esvaziado o patrimônio da EMI para não pagar o que lhe
devia. O músico, apontado como o mais importante intérprete da Bossa
Nova, vive em penúria e agora viu reconhecido seu direito à indenização
que cobra. Esse valor mais do que bastaria para sanear as finanças do
lançador de Desafinado. E o depósito dificilmente criaria qualquer dano ao patrimônio de uma empresa do porte da devedora.
No entanto, como lembrou no domingo 7 o colunista da Folha de S.Paulo Ruy
Castro, “ainda cabe recurso e João Gilberto, 87 anos, terá de se
transformar em Matusalém para ver os R$ 173 milhões que a Justiça
determinou a seu favor.” Como se sabe, a contagem de tempo no livro mais
lido de todas as eras não é igual à atual e a possibilidade de João
atingir os 969 anos atribuídos ao filho de Enoque, pai de Lamaleque e
avô de Noé é zero à esquerda, não os usados no título do texto de Ruy, Uma questão de zeros.
Esta, na certa, é a nota que merece nossa Justiça em aplicação da
igualdade de direitos entre um gênio da música brasileira e seu devedor.
*Jornalista, poeta e escritor
STJ condena desembargador do CE à perda do cargo e prisão
Ele foi punido por vender liminares em plantões judiciais no Ceará
09/04/2019 - 07:46Por Agência Brasil Brasília
A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) condenou o desembargador Carlos Rodrigues Feitosa, do Tribunal de Justiça do Ceará, a 13 anos, oito meses e dois dias de prisão, em regime fechado, pelo crime de corrupção passiva. Em outra ação penal, ele foi condenado à pena de três anos, dez meses e 20 dias de reclusão pelo crime de concussão.
Feitosa foi denunciado por corrupção, em razão da venda de decisões liminares durante plantões judiciais no Ceará. Como efeito das duas medidas, ele foi condenado à perda do cargo de desembargador. Feitosa estava aposentado compulsoriamente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) desde setembro de 2018.
Investigações
De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), entre 2012 e 2013 o desembargador cearense e seu filho, o advogado Fernando Feitosa, integravam esquema criminoso, com o objetivo de receber vantagem ilícita em troca da concessão de decisões de soltura em benefícios de réus presos.
Segundo o MPF, o comércio de decisões judiciais nos plantões de fim de semana era discutido por meio de aplicativos como o WhatsApp, com a intermediação do filho do desembargador.
Ainda de acordo com a denúncia, os valores pelas decisões de concessão de liberdade nos plantões chegavam a R$ 150 mil. Entre os beneficiados pela concessão de habeas corpus, estariam presos envolvidos em crimes como homicídios e tráfico de drogas.
Defesa
A defesa dos réus argumentou que a troca de mensagens sobre a venda de decisões e as comemorações pelas solturas era uma espécie de brincadeira entre amigos e de mera simulação de atos de corrupção. A defesa também buscou afastar a caracterização da autoria do crime de corrupção passiva.
O relator da ação penal, o ministro do STJ Herman Benjamin, destacou que as provas colhidas nos autos mostram que a negociação feita por meio de grupos de mensagens era real, coincidia com os plantões do magistrado e tinha resultado favorável àqueles que se propuseram a participar das tratativas.
Segundo o ministro, em períodos próximos aos plantões do desembargador, houve grandes movimentações financeiras e aquisição de bens por parte do magistrado e de seu filho, sem a comprovação da origem e do destino dos valores e com o processamento de forma a impossibilitar a sua identificação.
“Tenho que a movimentação bancária a descoberto nas datas próximas àquelas dos plantões é prova irrefutável da corrupção passiva”, afirmou Herman Benjamin.
Comércio
Para o ministro do STJ, o desembargador “fez do plantão judicial do Tribunal de Justiça do Ceará autêntica casa de comércio”, estabelecendo um verdadeiro leilão das decisões.
“Além da enorme reprovabilidade de estabelecer negociação de julgados, pôs indevidamente em liberdade indivíduos contumazes na prática de crimes, alguns de periculosidade reconhecida, ocasionando risco a diversas instruções de ações penais em curso no primeiro grau e expondo a sociedade a perigo.”
No caso do filho do desembargador, o ministro destacou que o trabalho de advocacia do réu “se limitava a vender decisões lavradas pelo pai”, sendo Fernando Feitosa o responsável por fazer a publicidade da venda de liminares.
Para o advogado, a Corte Especial fixou a pena do advogado em 19 anos e quatro meses de reclusão, em regime inicial fechado.
terça-feira, 9 de abril de 2019
"Governos do PT deram R$ 30,7 bilhões a 4 países"
A lista de países que mais
receberam financiamentos do BNDES nos governos Lula e Dilma mostra onde foi
parar o dinheiro que teria feito a diferença em áreas miseráveis do País. E
tudo para garantir contratos sem licitação para a Odebrecht, na maior parte dos
casos. Apenas quatro países - Angola, Argentina, Venezuela e República
Dominicana - levaram do Brasil US$ 8 bilhões em financiamentos sem retorno.
Pior: o avalista do empréstimo é o governo brasileiro, ou seja, o contribuinte.
Pagando em dobro
O contribuinte pagará tanto o que o BNDES tomou do Tesouro para
financiar a Odebrecht lá fora quanto o calote do países financiados.
R$ 12,6 bilhões no lixo
Lula mandou o BNDES dar R$12,6 bilhões do Tesouro para financiar obras
da Odebrecht em Angola. O prejuízo é o dobro desse valor.
Dinheiro salvador
Somente a bolivariana Venezuela aplicou um beiço de US$ 1,5 bilhão no
Brasil. Equivalem a R$ 5,7 bilhões que salvariam vidas no Nordeste.
Fonte: Claudio Humberto DO DEMAIS
terça-feira, 9 de abril de 2019
Não é fácil para flamenguista
posar para foto com “vascaíno” em semana de decisão do campeonato carioca...
Mas, na verdade, o outro torce pelo Corinthians e pelo Fluminense – o que não
deixa de ser um cruzmaltino enrustido...
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício
Mantiqueira
A grande maioria de nós, brasileiros, é ingrata e injusta.O novo governo
está prestes a completar cem dias.
O nosso querido Mito esteve cinco dias em Davos, dois em Brumadinho, sete
nos Estados Unidos da América, três no Chile e cinco em Israel. Ufa!
Tirante os sábados e domingos e o carnaval, sentado em sua mesa de
trabalho ficou cerca de vinte dias.É óbvio que não conseguiu resolver problemas
criados durante quarenta anos! A fogueira das vaidades comeu solta! A quase
totalidade da classe política está inCãosolável. Não conseguiu chantagear o
Presidente da República. Nada de “articulações”!
É verdade que os implantadores da Nova Ordem Mundial conseguiram nomear
um “mágico” que tirou da cartola a desastrosa reforma da (im)previdência. Levou
no bico sua excelência o Presidente que passou a defender o indefensável. Tirou
o foco das promessas de campanha; isentar do Imposto sobre a Renda rendimentos
de até cinco mil reais mensais; lutar contra o desemprego e contra a
burocracia.
Tenho certeza de que o novo governo está no caminho certo, lendo os
raivosos artigos da imprensa nacional e estrangeira. Toda vendida.
Pela ordem e sem medo de cometer injustiças, o jornal El País é o que
mais baba veneno contra Bolsonaro. Em seguida vem o diário argentino La Nación.
Os articulistas deste último são desinformados além de guardarem um rancor
contra o Brasil. “Como o país dos macaquitos pode ir melhor que nosotros?”
A República Argentina é um país maravilhoso mas sofreu “desastres” que a
mantém subserviente ao Fundo Monetário Internacional. Em primeiro lugar , Perón
liquidou a livre iniciativa. Mandou queimar o Jockey Club para humilhar as
“zelites”.
Continua “governando” mesmo depois de morto. Para mal dos pecados,
perderam a Guerra das Malvinas. Um exército pode tudo, menos perder uma guerra.
Depois da execração pública dos militares, chegou-se a era do roubo
desenfreado.
A Lei da Convertibilidade, um peso igual a um dólar, terminou de
forma caótica. Na época o único economista lúcido que dizia as verdades foi
José Luis Espert, pouco simpático, e hoje pré candidato à presidência.
Carlos Maurício Mantiqueira é um
livre pensador.
Bolsonaro desperta e volta a ser Bolsonaro: “Se tivermos que intervir na Venezuela, iremos e ponto final”
Guilherme Santiago | 08/04/2019 | 7:32 PM | GOVERNO
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Falou como um verdadeiro comandante da Nação. É assim que se fala, presidente!
Em entrevista para Augusto Nunes, Bolsonaro falou que todas “as possibilidades estão sobre a mesa” e que os EUA estariam na “vanguarda” de uma suposta ação militar.“Quem está na vanguarda é os Estados Unidos. O Trump falou que todas as possibilidades estão na mesa. O que são todas as possibilidades? São todas as possibilidades. Ponto final.” declarou o presidente.
E continuou:
“Vamos supor que haja uma invasão militar lá. A decisão vai ser minha, porém vou ouvir o Conselho de Defesa Nacional e o Parlamento. A Venezuela não pode continuar como está.” DO D.DO BRASIL
segunda-feira, 8 de abril de 2019
segunda-feira, 8 de abril de 2019 PERFIL: Quem é o novo ministro da Educação, Abraham Weintraub Nome desconhecido no setor, o agora ex-secretário-executivo da Casa Civil é economista e professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Geralda Doca e Gustavo Maia O Globo O economista Abraham Weintraub durante evento no período de transição do governo de Jair Bolsonaro Foto: Divulgação/PR BRASÍLIA – Anunciado nesta segunda-feira como o novo ministro da Educação, Abraham Bragança de Vasconcellos Weintraub é mais um neófito na política a integrar o primeiro escalão do governo do presidente Jair Bolsonaro. Nome desconhecido no mercado, o agora ex-secretário-executivo da Casa Civil é economista e professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Abraham e o irmão, o jurista e assessor-chefe-adjunto de Bolsonaro, Arthur Weintraub, foram apoiadores de primeira hora do candidato à Presidência, antes do posto "Ipiranga", o ministro da Economia, Paulo Guedes. Eles foram apresentados a Bolsonaro pelo ministro da Casa Civil e deputado federal licenciado, Onyx Lorenzoni (DEM-RS). O parlamentar conheceu os irmãos em um seminário internacional da Previdência realizado em março de 2017 no Congresso. Ele se apaixonou pelas ideias dos dois. Em seguida, convidou a dupla para participar da elaboração do plano de governo de Bolsonaro. O novo ministro fundou em 2015 o Centro de Estudos em Seguridade (CES), que se apresenta como uma associação civil sem fins lucrativos fundada por professores dos cursos de Atuária e Contabilidade da Unifesp. A "missão" do centro é, segundo informou seu site oficial, "a excelência científica e técnica em Seguridade" e o desenvolvimento de pesquisas aplicadas e de difusão de conhecimento especializado para a promoção da sustentabilidade e governança na área. No ano passado, o CES foi a única instituição a apoiar a realização da Cúpula Conservadora das Américas, evento idealizado pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho do presidente. Abraham e Arthur palestraram sobre economia, em dezembro do ano passado. – Eu e meu irmão vamos contar como foi a nossa experiência em aplicar a teoria de Olavo de Carvalho em, democraticamente, lidar com o marxismo cultural – disse o novo ministro, na ocasião. Weintraub, que segundo Bolsonaro possui "ampla experiência em gestão e o conhecimento necessário para a pasta", disse ainda que tentaria responder na palestra a duas questões: onde o Brasil vai estar em 2050 e a trilha que será preciso percorrer até la. Destacou por diversas vezes que será preciso derrotar o comunismo para que o país volte a crescer e lembrou ter lido "A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo", do alemão Max Weber, citando a teoria do "choque de civilizações", do cientista político americano Samuel P. Huntigton. – Quando caiu o muro de Berlim, um monte de goiaba falou que o comunismo acabou. Agora que o Jair Bolsonaro ganhou, o PT está derrotado. Podemos estar tranquilos? Não podemos. Essa turma vai voltar para a casa, eles são inteligentes. O meu inimigo é igual ou tão mais forte do que eu, senão eu sou um trouxa – disse Abraham À plateia, a única vez em que se referiu à educação foi quando disse que “precisamos vencer o marxismo cultural nas universidades”. Aliado leal de Bolsonaro Durante os mais de três meses no Palácio do Planalto, como secretário-executivo da Casa Civil, o "número dois" da pasta, Abraham costumava almoçar diariamente no refeitório do prédio. Quase sempre acompanhado do irmão, ele chamava atenção nos corredores do Planalto por trajar um colete, em geral bege, sobre a camisa social. Chefe de Abraham até esta segunda-feira, Onyx divulgou uma declaração por escrito dizendo que o recém-nomeado para comandar o MEC "é um homem com uma sólida formação", economista, conhece gestão, além de ser professor concursado da Unifesp e familiarizado com a iniciativa privada. – Foi uma das pessoas que muito cedo acreditou na candidatura de Jair Bolsonaro. Foi, junto com muitas outras pessoas, um dos formuladores do plano de governo de Bolsonaro e é uma pessoa muito importante nas tomadas de decisões de rumo do nosso governo – disse Onyx. Para o ministro, o presidente ganha com um "aliado leal" e capaz no MEC, "um administrador competente e honesto que sabe que a educação brasileira precisa ser transformada para verdadeiramente ser o caminho para que crianças e adolescentes possam construir uma vida melhor para si e para suas famílias". Mestre em administração na área de finanças pela Faculdade Getulio Vargas (FGV), em 2013, ele foi chamado de "doutor" por Bolsonaro no anúncio feito pelas redes sociais. Quase uma hora e meia depois, o presidente se corrigiu e disse que o indicado para chefiar o MEC fez o mestrado e um MBA Executivo Internacional em finanças reconhecido por escolas no Brasil, China, Holanda, Estados Unidos e México. Ele completou a graduação em Ciências Econômicas pela Universidade de São Paulo (USP) em 1994. Para além da formação acadêmica, Abraham relata em seu currículo ter sido executivo do mercado financeiro, "com mais de vinte anos de experiência". Atuou, segundo ele, como sócio em uma gestora de investimentos, como diretor estatutário do Banco Votorantim e como CEO da Votorantim Corretora no Brasil e da Votorantim Securities, nos Estados Unidos e na Inglaterra, "além de ter sido economista-chefe por mais de dez anos". Como professor, ele destacou como uma de suas "maiores satisfações pessoais" o que classificou como "boa receptividade dos alunos" ao método e a abordagem de ensino que adota. "Após lecionar (Microeconomia) apenas três semestres na Unifesp, quando ofereci a matéria sobre Mercado Financeiro, mais de 10% dos alunos (Ciências Contábeis, Atuariais, Administração, Economia e R.I.) de todo o campus de Osasco (SP) tentou (sic) se matricular", escreveu Abraham, na seção referente a "outras informações relevantes". Familiares no trabalho Em carta direcionada ao departamento de Contabilidade, na qual respondia a acusações de nepotismo por trabalhar na mesma faculdade que seu irmão, Arthur, e sua mulher, Daniela, Weintraub afirmou ter se inscrito em dois concursos da Unifesp, tendo sido aprovado no de Contabilidade "apenas porque os outros quatro candidatos não apareceram no dia". Sua mulher também teria sido aprovada por falta de interessados na vaga. "É de amplo conhecimento que muitos concursos em Contabilidade e Atuariais acabam não recebendo nenhum interessado, dado que um bom profissional que atue nessas áreas (ou afins a essas) pode receber uma remuneração muito acima da oferecida pela Unifesp", escreveu o professor. Segundo ele, seu salário na universidade era de "pouco mais de R$ 3 mil por mês", mas, "graças ao nosso sucesso profissional, não dependemos disso para manter nossos filhos". Na mesma mensagem, ele afirma que seu pai, médico e professor da USP durante a ditadura militar, foi perseguido por denunciar o desaparecimento de alunos. "Ele nunca foi militante, porém, após 'sumirem' alguns de seus alunos, fez comentários depreciativos à ditadura. Na semana seguinte, havia um jipe da Aeronáutica em frente a nossa casa, procurando-o. Nosso pai teve que se esconder por um bom tempo na casa de um amigo com imunidade diplomática. Vários livros em casa sumiram e eu cresci com medo em comentar aspectos negativos dos 'donos' do poder." 08/04/2019
Nome desconhecido no setor, o agora ex-secretário-executivo da Casa Civil é economista e professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
Geralda Doca e Gustavo Maia
O Globo

O economista Abraham Weintraub durante evento no período de transição do governo de Jair Bolsonaro
Foto: Divulgação/PR
BRASÍLIA – Anunciado nesta segunda-feira como o novo ministro da Educação, Abraham Bragança de Vasconcellos Weintraub é mais um neófito na política a integrar o primeiro escalão do governo do presidente Jair Bolsonaro. Nome desconhecido no mercado, o agora ex-secretário-executivo da Casa Civil é economista e professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Abraham e o irmão, o jurista e assessor-chefe-adjunto de Bolsonaro, Arthur Weintraub, foram apoiadores de primeira hora do candidato à Presidência, antes do posto "Ipiranga", o ministro da Economia, Paulo Guedes. Eles foram apresentados a Bolsonaro pelo ministro da Casa Civil e deputado federal licenciado, Onyx Lorenzoni (DEM-RS). O parlamentar conheceu os irmãos em um seminário internacional da Previdência realizado em março de 2017 no Congresso. Ele se apaixonou pelas ideias dos dois. Em seguida, convidou a dupla para participar da elaboração do plano de governo de Bolsonaro.
O novo ministro fundou em 2015 o Centro de Estudos em Seguridade (CES), que se apresenta como uma associação civil sem fins lucrativos fundada por professores dos cursos de Atuária e Contabilidade da Unifesp. A "missão" do centro é, segundo informou seu site oficial, "a excelência científica e técnica em Seguridade" e o desenvolvimento de pesquisas aplicadas e de difusão de conhecimento especializado para a promoção da sustentabilidade e governança na área.
No ano passado, o CES foi a única instituição a apoiar a realização da Cúpula Conservadora das Américas, evento idealizado pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho do presidente. Abraham e Arthur palestraram sobre economia, em dezembro do ano passado.
– Eu e meu irmão vamos contar como foi a nossa experiência em aplicar a teoria de Olavo de Carvalho em, democraticamente, lidar com o marxismo cultural – disse o novo ministro, na ocasião.
Weintraub, que segundo Bolsonaro possui "ampla experiência em gestão e o conhecimento necessário para a pasta", disse ainda que tentaria responder na palestra a duas questões: onde o Brasil vai estar em 2050 e a trilha que será preciso percorrer até la. Destacou por diversas vezes que será preciso derrotar o comunismo para que o país volte a crescer e lembrou ter lido "A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo", do alemão Max Weber, citando a teoria do "choque de civilizações", do cientista político americano Samuel P. Huntigton.
– Quando caiu o muro de Berlim, um monte de goiaba falou que o comunismo acabou. Agora que o Jair Bolsonaro ganhou, o PT está derrotado. Podemos estar tranquilos? Não podemos. Essa turma vai voltar para a casa, eles são inteligentes. O meu inimigo é igual ou tão mais forte do que eu, senão eu sou um trouxa – disse Abraham
À plateia, a única vez em que se referiu à educação foi quando disse que “precisamos vencer o marxismo cultural nas universidades”.
Aliado leal de Bolsonaro
Durante os mais de três meses no Palácio do Planalto, como secretário-executivo da Casa Civil, o "número dois" da pasta, Abraham costumava almoçar diariamente no refeitório do prédio. Quase sempre acompanhado do irmão, ele chamava atenção nos corredores do Planalto por trajar um colete, em geral bege, sobre a camisa social.
Chefe de Abraham até esta segunda-feira, Onyx divulgou uma declaração por escrito dizendo que o recém-nomeado para comandar o MEC "é um homem com uma sólida formação", economista, conhece gestão, além de ser professor concursado da Unifesp e familiarizado com a iniciativa privada.
– Foi uma das pessoas que muito cedo acreditou na candidatura de Jair Bolsonaro. Foi, junto com muitas outras pessoas, um dos formuladores do plano de governo de Bolsonaro e é uma pessoa muito importante nas tomadas de decisões de rumo do nosso governo – disse Onyx.
Para o ministro, o presidente ganha com um "aliado leal" e capaz no MEC, "um administrador competente e honesto que sabe que a educação brasileira precisa ser transformada para verdadeiramente ser o caminho para que crianças e adolescentes possam construir uma vida melhor para si e para suas famílias".
Mestre em administração na área de finanças pela Faculdade Getulio Vargas (FGV), em 2013, ele foi chamado de "doutor" por Bolsonaro no anúncio feito pelas redes sociais. Quase uma hora e meia depois, o presidente se corrigiu e disse que o indicado para chefiar o MEC fez o mestrado e um MBA Executivo Internacional em finanças reconhecido por escolas no Brasil, China, Holanda, Estados Unidos e México. Ele completou a graduação em Ciências Econômicas pela Universidade de São Paulo (USP) em 1994.
Para além da formação acadêmica, Abraham relata em seu currículo ter sido executivo do mercado financeiro, "com mais de vinte anos de experiência". Atuou, segundo ele, como sócio em uma gestora de investimentos, como diretor estatutário do Banco Votorantim e como CEO da Votorantim Corretora no Brasil e da Votorantim Securities, nos Estados Unidos e na Inglaterra, "além de ter sido economista-chefe por mais de dez anos".
Como professor, ele destacou como uma de suas "maiores satisfações pessoais" o que classificou como "boa receptividade dos alunos" ao método e a abordagem de ensino que adota. "Após lecionar (Microeconomia) apenas três semestres na Unifesp, quando ofereci a matéria sobre Mercado Financeiro, mais de 10% dos alunos (Ciências Contábeis, Atuariais, Administração, Economia e R.I.) de todo o campus de Osasco (SP) tentou (sic) se matricular", escreveu Abraham, na seção referente a "outras informações relevantes".
Familiares no trabalho
Em carta direcionada ao departamento de Contabilidade, na qual respondia a acusações de nepotismo por trabalhar na mesma faculdade que seu irmão, Arthur, e sua mulher, Daniela, Weintraub afirmou ter se inscrito em dois concursos da Unifesp, tendo sido aprovado no de Contabilidade "apenas porque os outros quatro candidatos não apareceram no dia". Sua mulher também teria sido aprovada por falta de interessados na vaga.
"É de amplo conhecimento que muitos concursos em Contabilidade e Atuariais acabam não recebendo nenhum interessado, dado que um bom profissional que atue nessas áreas (ou afins a essas) pode receber uma remuneração muito acima da oferecida pela Unifesp", escreveu o professor.
Segundo ele, seu salário na universidade era de "pouco mais de R$ 3 mil por mês", mas, "graças ao nosso sucesso profissional, não dependemos disso para manter nossos filhos".
Na mesma mensagem, ele afirma que seu pai, médico e professor da USP durante a ditadura militar, foi perseguido por denunciar o desaparecimento de alunos.
"Ele nunca foi militante, porém, após 'sumirem' alguns de seus alunos, fez comentários depreciativos à ditadura. Na semana seguinte, havia um jipe da Aeronáutica em frente a nossa casa, procurando-o. Nosso pai teve que se esconder por um bom tempo na casa de um amigo com imunidade diplomática. Vários livros em casa sumiram e eu cresci com medo em comentar aspectos negativos dos 'donos' do poder."
08/04/2019
A conta do sucesso ou do fracasso
segunda-feira, 8 de abril de 2019
Show do Mourão em Harvard
“Todos os instrumentos são
imperfeitos. O músico é que tem o desafio de encontrar a afinação”. (Paulo
Moura, Músico)
Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Governantes
raramente são maestros. Poeticamente, pode-se afirmar que os governos,
com
certeza, são instrumentos imperfeitos. Afiná-los, parece missão quase
impossível.
O caso brasileiro é mais grave ainda. Os governos são submetidos à
estrutura e
modelagem do Estado-Ladrão. Se Freud não explica, Serginho Cabral não
deixa
qualquer dúvida. Assim, não é fácil lidar com governos cuja ação e
resultado
são afetados pelo crime, pelo desperdício, pela gastança e pela
incompetência. Boa gestão é raridade. Ponto fora da curva. A rotina é o
abismo.
Avaliar o
sucesso ou o fracasso de um governo não deveria ser um trabalho simples. Exceto
no Brasil, onde o vício da crítica destrutiva costuma falar mais alto. Meter o
pau na gestão Bolsonaro é lugar comum para a maioria da mídia extrema. Um
Presidente que se rotulou de direita (será que ele realmente é) se torna um
alvo fácil de quem, até agora, não aceita sua vitória eleitoral. Parece que a
campanha de 2018 ainda não acabou... Parece?... A turma no governo também
precisa colaborar para afastar tal impressão...
No evento
acadêmico para abordar o Brasil, na Universidade norte-americana de Harvard, o
vice-Presidente Antônio Hamilton Mourão, mais uma vez, produziu uma análise
correta da situação dos primeiros 100 dias do governo dele e do Bolsonaro: “Se
o nosso governo falhar, errar demais –porque todo mundo erra -, mas se errar
demais, não entregar o que está prometendo, essa conta irá para as Forças
Armadas. Daí a nossa extrema preocupação”.
O negócio
agora é bem diferente daquele “regime militar” que a extrema mídia sempre
lembra de esculhambar. O Governo de Bolsonaro e Mourão é um regime que tem
militares em vários pontos-chave, mas que chegou ao poder pela legitimidade do
voto direto. Talvez, até por isso, os oficiais na ativa e da reserva estejam se
atribuindo uma responsabilidade ainda maior com o sucesso da administração.
O jogo não
é fácil. Os militares já sabem que não podem cair na armadilha de acreditar que
a tecnoburocracia resolverá os problemas estruturais do Estado e do Governo num
passe de mágica com a cenetinha do Diário Oficial. Além disso, já descobriram
que não se pode demorar para solucionar problemas, porque a paciência do
eleitorado é muito curta. Assim, só resta
ao time de Bolsonaro acertar depressa e, acima de tudo, divulgar a
comprovação daquilo que realmente melhorou.
A presente
guerra de comunicação é mais complexa que a turma de Bolsonaro poderia imaginar
e planejar. Por isso, o Presidente já determinou mudanças que podem ser
benéficas. O fundamental, no entanto, é ter a clareza de que não adianta criar
um esquema de comunicação se o governo não tiver, realmente, resultado
verdadeiro para comunicar.
Por isso,
nas reuniões desta semana, Bolsonaro deverá centrar na cobrança aos ministros.
Quem mostrou serviço, fica. Do contrário, sai... Será simples, assim... Não tem
outro jeito, nem jeitinho... A máquina e a mídia continuarão jogando contra...
A base parlamentar continuará oferecendo dificuldades para negociar facilidades...
O Presidente terá de demonstar muito equilíbrio emocional... As “caneladas
verbais” devem ser evitadas e dadas só em casos de extrema necessidade...
O
mais
importante é que os governantes constatem que a conta do sucesso ou do
fracasso
será paga, de verdade, pelo eleitorado... Por isso, os erros banais
podem não
ser tão facilmente tolerados e perdoados pela população. Os próximos 100
dias
não serão monótonos... É hora de acertar... É hora de apresentar uma
agenda de realizações possíveis... Enfim, é hora de governar de verdade,
com todo empenho e transparência.
Fragilidade
A Rede Globo é muito competente na hora de fazer oposição.
Seus jornais locais definiram como pauta prioritária explorar o problema do DESEMPREGO.
Descobriram que a dificuldade na retomada da economia é a maior fragilidade do governo Bolsonaro - que poderia amenizar o problema desonerando empresas que contratarem desempregados imediatamente, conforme este Alerta Total já sugeriu em recente artigo...
Ou seja, só se quiser Bolsonaro só vai ficar refém dos efeitos do desemprego sobre sua imagem...
Fragilidade
A Rede Globo é muito competente na hora de fazer oposição.
Seus jornais locais definiram como pauta prioritária explorar o problema do DESEMPREGO.
Descobriram que a dificuldade na retomada da economia é a maior fragilidade do governo Bolsonaro - que poderia amenizar o problema desonerando empresas que contratarem desempregados imediatamente, conforme este Alerta Total já sugeriu em recente artigo...
Ou seja, só se quiser Bolsonaro só vai ficar refém dos efeitos do desemprego sobre sua imagem...
Recado do Carvalhosa
Jurista Modesto Carvalhosa, na manifestação da Avenida Paulista, dá o
recado correto aos sabotadores da Justiça no Brasil
Releia o artigo de domingo: Os próximos 100 dias de Bolsonaro
COM BOLSONARO PRESIDENTE POVO BRASILEIRO VOLTA A TINGIR NOSSAS CIDADES DE VERDE E AMARELO ENQUANTO O 'ESTABLISHMENT' PROMOVE UM FESTIM DOS DERROTADOS.
Neste vídeo do canal Folha Política no Youtube dá uma idéia do ânimo político do povo brasileiro que, com Jair Bolsonaro na Presidência do Brasil, readquiriu o protagonismo político. Na sequência, leiam o meu artigo especial.
As ruas das cidades do Brasil, neste domingo 7 de abril de 2019, voltaram a ser tingidas pelas cores verde e amarela do Pavilhão Nacional, a mostrar que o povo brasileiro não vai dar de barato a conquista consumada nas urnas no pleito presidencial de 2018 que levou Jair Messias Bolsonaro à Presidência da República. E isto comprova também o que tenho afirmado reiteradamente nas minhas análises é que a grande mídia não forma mais a opinião pública. Haja vista os conteúdos dos outrora grandes jornais brasileiros, dos programa de televisão e do rádio, todos eles concentrados em destruir a liderança inquestionável do Presidente Jair Bolsonaro. E, justo neste domingo, esses sequazes dos comunistas arranjaram até uma pesquisa destinada a desidratar a evidente popularidade do Presidente Bolsonaro.
Aliás, chegaram a terceirizar com a universidade de Harvard, nos Estados Unidos, um convescote esquerdista reunindo neste final de semana os perdedores da última eleição presidencial e velhos caciques políticos. Sabe-se quem esteve lá, porém não se sabe quem financiou esse festim dos derrotados.
Mas o que interessa é o ronco das ruas que neste domingo foi ouvido em alto e bom som. Em várias cidades brasileiras multidões se reuniram para exigir a CPI da Lava Toga e o impeachment dos Ministros do STF, como mostram à farta vídeos postados no Youtube e uma profusão de fotografias que viajam céleres pelas redes sociais.l
E, mais uma vez, quem mobilizou essas multidões em várias cidades brasileiras neste domingo não foi a grande mídia, muito menos partidos políticos, mas as redes sociais, sites e blogs independentes. O paradigma comunicacional neste século XXI não é mais a dita mainstream media.
No que concerne ao caso brasileiro o mote que mobiliza as pessoas num domingo a vestir verde e amarelo e sair às ruas está ancorado num fato que é a fé e a esperança no Governo do Presidente Jair Bolsonaro. O povo se sente de fato, pela primeira vez na história da República, como protagonista de um processo de mudança política e sabe que de fato foi ele, o povo, que levou Jair Bolsonaro para o Palácio do Planalto, que o carregou nos ombros pelas ruas inclusive no momento em que foi alvejado por uma facada. Todavia, em que pese os incréus, milagres acontecem. Jair Bolsonaro sobreviveu!
Portanto, as coisas não poderiam ser diferentes. E as manifestações de rua neste domingo deixaram um recado muito claro ao establishment e seus operadores das redações que povo brasileiro não arredou um milímetro no seu apoio ao Presidente Jair Bolsonaro. Podem fazer quantas pesquisas quiserem, elaborar as tramoias mais ridículas, as fake news mais caricatas, as histórias mais pérfidas. Nada disso dissolverá a fé, a expectativa, a certeza de que não haverá volta ao passado. Um acontecimento significativo como foi o pleito eleitoral que levou Jair Bolsonaro ao Palácio do Planalto e colocou o establishment na lona não acontece por acaso, muito menos dentro dos parâmetros da sorte e do azar.
Em suma, a última eleição presidencial no Brasil tem evidentemente um viés histórico sem paralelo na vida política brasileira desde o golpe da Proclamação da República. Essa percepção não é apenas apanágio restrito a politólogos, ela habita corações e mentes de uma miríade de brasileiros de todas as faixas etárias, de todas as condições econômicas, de todos os graus de instrução e até mesmo daqueles que por razões variadas não foram escolarizados.
Em síntese este é o ânimo político popular pós-eleitoral dominante que contrasta com os truques rasteiros do establishment por meio da grande mídia. Tanto é que sem recursos financeiros e midiáticos, sem nada, o dono da situação é pela primeira em nossa história simplesmente o povo. E o cacife político do Presidente Jair Bolsonaro deriva desse amplo arco de apoio multifacetado que é raro acontecer. DO A.AMORIM
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