terça-feira, 1 de novembro de 2016

COMUNISTAS ATENTAM CONTRA O BRASIL

Da esquerda para a direita: Lindbergh Farias (investigado), Patrus Ananias (investigado), Valeska Zanin (filha de investigado), Gleisi Hoffman (ré), Rogério Sottilli (assessor de investigado), Valdir Pires, Fábio Konder Comparato, Paulo Sérgio Pinheiro, Maria Victoria Benevides, Fernando Morais (biógrafo dos jatinhos da Odebrecht), Celso Antonio Bandeira de Mello, Emiliano José, Marilena Chauí, Lula (denunciado), Cristiano Zanin (advogado de denunciado e genro de investigado), Celso Amorim, Roberto Amaral, Elenita Sipahy e Aitan Sipahy.
Os comunistas continuam ameaçando o povo brasileiro. Agora estão anunciando um “Observatório" para monitorar as ações do Ministério Público, do Poder Judiciário e da Polícia Federal contra Lula, segundo informa o site O Antagonista.
COMENTO E ANALISO: Trata-se, evidentemente, de um ação criminosa que atenta contra as instituições do Estado. Depois de tudo que a aconteceu a partir da descoberta da roubalheira na Petrobras e suas ramificações nas estruturas do Estado brasileiro, causa espécie esse tipo de acinte à lei e à ordem, ou seja, uma organização dos comunistas que se levanta contra o Estado brasileiro sem qualquer reação das autoridades constituídas.
O objetivo desse atentado é tentar salvar Lula das malhas da lei, já que o ex-presidente foi denunciado em três inquéritos ligados à Operação Lava Jato.
Assim, sem o mínimo pudor, na cara dura, comunistas mentirosos e vigaristas, o que já é um redundância, se arvoram na condição de vestais invocando uma superioridade moral que não têm e nunca tiveram. Isto é, portanto, a expressão mais bem acabada de que os esquerdistas, socialistas, comunistas e similares são psicopatas. A psicopatia é uma doença mental incurável que requer o internamento dos psicopatas em hospício de segurança máxima.
Mas depois que os comunistas conseguiram acabar com os hospícios essa gente chegou às instâncias máximas dos órgãos do Estado. Aqui no Brasil Lula e Dilma chegaram à Presidência. Nos Estados Unidos Hussein Obama chegou à Casa Branca e projeta, como Lula, colocar na Presidência da República uma maluca, psicopata e imoral. O modus operandi dos comunistas é similar em qualquer ponto do planeta.
Claro, a grande mídia, também em nível global, jamais vai se referir a esses psicopatas como comunistas. Afinal, transformaram essa palavra num tabu e portanto escamoteiam dando a impressão que os comunismo não exista mais, ainda que aqui mesmo no Brasil hajam partidos comunistas como o PCdoB que declara a funesta ideologia na própria sigla. Outros escamoteiam, como o PT, Partido dos Trabalhadores ou Rede Sustentabilidade da Marina da Selva.
O Brasil e os brasileiros só se livrarão dessa maldição quando forem proscritos para sempre os partidos comunistas. Como disse certa vez Olavo de Carvalho, não precisa prender nem bater nessa gente, basta proibir que exerçam qualquer função pública. DO A.AMORIM

PERIGO: A POLÍTICA DO CHICOTE E O ATAQUE À PF


segunda-feira, 31 de outubro de 2016

INVASÃO NAS ESCOLAS: JN TRANSFORMA HERÓI EM VILÃO


Ruth de Aquino e "A guerra dos juizecos, chefetes e senadorecos"

Epoca

Renan pode morrer pela boca. E pela arrogância. Fala demais, se altera demais, seu riso é falso demais

A disputa entre o Legislativo e o Judiciário descambou para uma linguagem vulgar, quase chula, graças a um presidente do Senado que tem nas costas 11 inquéritos no Supremo Tribunal Federal. Onze! É dose. Nove deles relacionados a corrupção na Petrobras, investigada pela Lava Jato. Renan Calheiros pode ter herdado de José Sarney a capacidade de ressuscitar. Mas não herdou a serenidade e a capacidade de aglutinar. O alagoano é muito mais destemperado que seu padrinho maranhense. Pragueja. Se pensa que pode varrer malas, documentos e malfeitos, dele e de seus colegas, para baixo do tapete, é bom repensar, porque a batalha verbal pode lhe valer a derrota na guerra. Ex-amante da morena mineira com quem teve uma filha e a quem pagava pensão com suposta ajuda de uma empreiteira, Renan pode morrer pela boca. E pela incontinência e arrogância. Fala demais, se altera demais, manobra demais. Seu riso com os dentinhos de fora é falso demais. Tudo demais. Não se iludam com a apregoada paz que juntou na sexta-feira Michel Temer, Cármen Lúcia e Renan Calheiros numa sala para discutir a violência no Brasil. Não passa de trégua de primeira instância, provisório cessar-fogo. Não existem pontos em comum entre o presidente do Senado e a presidente do Supremo Tribunal Federal. Fingem um convívio pacífico em nome da República. É questão de tempo para isso estourar. A disputa não começou agora. O juiz Sergio Moro já tinha dito que o Congresso “deve mostrar em que lado se encontra”. Moro defende o projeto de dez medidas anticorrupção propostas pelo Ministério Público e assinadas por mais de 2 milhões de eleitores. Renan pressiona o Senado a aprovar projeto para coibir “abusos de autoridade”. De que lado Renan está? O projeto estava engavetado no Senado havia mais de cinco anos. Quem é o relator do projeto? O senador Romero Jucá. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu a prisão de Jucá. Quem é o autor do projeto, datado de 2009? O atual ministro da Defesa de Michel Temer, Raul Jungmann. Nesse cenário de House of cards, a PF deslancha a Operação Métis – deusa grega da astúcia, prudência e virtudes – e prende quatro policiais legislativos que, autorizados por Renan, fizeram varredura eletrônica em casas de senadores como Fernando Collor e Gleisi Hoffmann e do ex-presidente Sarney. Uma das varreduras foi no escritório do ex-genro do ex-senador Lobão Filho, no Maranhão. Usou-se verba pública para buscar grampos em locais não oficiais, fora da responsabilidade do Senado. Com um objetivo aparente, porém não confessado: atrapalhar a Lava Jato. Renan explode. Chama o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, de “chefete” de polícia que “dá bom dia a cavalo” e pressiona Temer a dispensá-lo. Acusa a Polícia Federal de mais “fascista” que a polícia da ditadura militar. (Renan não gostaria que chamassem a polícia do Senado de “milícia particular” – seria uma clara injustiça). O senador denunciou “arreganhos, truculência, intimidação”. Fez o mesmo. Investiu contra o “juizeco de primeira instância” Vallisney de Souza Oliveira, de Brasília, que autorizou a ação da PF no Senado. Discreto e com um blog de poesias suas e de outros autores, Vallisney recebeu uma solidariedade de alta patente: da presidente do STF, Cármen Lúcia. “Onde um juiz for destratado, eu também sou. Qualquer um de nossos juízes é”, disse Cármen, sem entrar no mérito da operação em si e sem citar Renan. Na quinta-feira, o ministro do STF Teori Zavascki suspendeu a Operação Métis da PF, acolhendo o argumento de que só o Supremo poderia investigar os senadores. As maletas antigrampo do Senado foram remetidas ao STF. Renan comemorou, com “fé na Justiça”. E saudou “a harmonia entre as instituições”. Logo quem. Renan poderia ter defendido, com elegância, a soberania do Congresso contra policiais federais. Mas seu temperamento explosivo e seu passado de ficha discutível acabam por torná-lo um alvo nas redes sociais, que erguem a bandeira #forarenan. Todos sabem que renunciou em 2007 para se livrar da cassação. E foi absolvido, em votação secreta no Senado, da acusação de ter suas contas particulares pagas por um lobista. Estamos cheios já de foros privilegiados. Cármen Lúcia também é contra. Estamos cheios de castas políticas que legislam em causa própria e querem cortes nas aposentadorias sem mexer em suas mordomias vitalícias, imorais e passadas a herdeiros. Estamos cheios de nepotismo e do “você sabe com quem está falando”. No dia 3 de novembro, o STF julgará uma ação que impede réus com processos no Supremo de ocupar cargos da linha sucessória da Presidência da República. Renan se encaixa exatamente nesse perfil. Mais um episódio, talvez o final de uma temporada. O que acontecerá? DO J.TOMAZ

Prejuízos com ocupações de escolas: ENEM, TSE e os próprios alunos sem aulas

Invasões em escolas incentivadas por Lula e a esquerda custou R$ 3 milhões ao contribuinte, informa Gilmar Mendes. Mas o prejuízo citado é de apenas do remanejamento de locais de votações.
Ocorreu outros prejuízos: os alunos deixaram de estudar atrasando o ano letivo.
Depredações e roubos nas escolas ( roubaram computadores, pincharam as paredes das escolas, quebraram cadeiras, portas, equipamentos)
Somente o Estado de São Paulo, teve um prejuízo de três milhões. O levantamento foi feito considerando 81 escolas, das quais 72 foram, segundo a secretaria de Educação de São Paulo, “vandalizadas e furtadas”. O órgão destacou que a avaliação é parcial e o valor deve aumentar. De acordo com a administração estadual, das cerca de 200 escolas tomadas pelos estudantes.
O ocupação de escolas foi uma ação política organizada pelo PSOL e pelo PT.
Além de danificar e destruir objetos da secretaria da escola, das salas de coordenação, de mediação e de equipamentos de festas, foram furtados, computadores,  notebooks, radiocomunicadores.
Termina hoje o prazo para desocupação das escolas ou o ENEM será cancelado nessas localidades
Termina hoje (31) o prazo dado pelo Ministério da Educação (MEC) para que os estudantes deixem as escolas, universidades e institutos federais ocupados em protesto contra medidas tomadas pelo governo federal. Caso isso não ocorra, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) será cancelado nessas localidades.
De acordo com o último balanço da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) são 1.177 locais ocupados em todo o país. Não há um balanço nacional oficial. Os números locais, no entanto, são diferentes. É o caso do Paraná, por exemplo, onde a Ubes diz que há 843 estabelecimentos. enquanto a Secretaria de Educação fala em 491
AGU diz que poderá cobrar Enem dos estudantes em escolas ocupadas
Advocacia-Geral da União (AGU) diz que poderá cobrar os prejuízos aos cofres públicos causados pela ocupação de unidades de ensino programadas para receber a aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), de acordo com nota divulgada pelo órgão.
De acordo com o último balaço do Ministério da Educação (MEC), 182 locais de prova estão ocupados por estudantes em protesto contra a Medida Provisória do Novo Ensino Médio e a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/2016, que estabelece um limite de gastos para a União para os próximos 20 anos.
O MEC deu prazo até 31 de outubro para os estudantes deixarem os locais. Caso isso não ocorra, o exame será cancelado nessas escolas e institutos federais. Segundo a pasta, cerca de 95 mil candidatos poderão ser afetados.
De acordo com a AGU, a maior preocupação é com a própria realização do Enem, marcada para os dias 5 e 6 de novembro. A ideia é cobrar dos responsáveis o valor pago por cada nova prova aplicada. O Enem tem um custo de R$ 90 por participante.
A AGU também estuda o ajuizamento de ações por eventual prejuízo ao patrimônio, caso seja constatada depredação das instituições de ensino. O órgão diz que, em conjunto com outros órgãos, vai trabalhar para identificar os responsáveis. Equipes de advogados públicos estarão de plantão até a realização do exame.
 
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DO J.RORIZ

domingo, 30 de outubro de 2016

Populistas autoritários, vergonha do país: Lula e Dilma não votam.

As duas figuras mais nefastas da política brasileira não votam hoje. Antidemocráticos desde o berço, os destruidores do país fogem das urnas, assim como fogem da população. Que não passem perto de postos de gasolina (lembrem-se de Mussolini):
Os dois últimos ex-presidentes eleitos, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Dilma Rousseff (PT) decidiram não votar neste segundo turno das eleições municipais. O PT não participa mais da disputa nas duas cidades onde eles poderiam votar: São Bernardo do Campo (SP) e Porto Alegre (RS).
A informação oficial é de que Lula decidiu não comparecer às urnas hoje porque tem 71 anos, completados na última quinta-feira, dia 27. Conforme as regras do Tribunal Superior Eleitoral, o voto é facultativo para as pessoas acima dos 70 anos. Segundo apurou o Broadcast, contudo, a decisão do ex-presidente seria uma forma de protesto ao atual cenário político no Brasil.
A manhã foi tranquila em frente ao prédio onde ele mora, em São Bernardo. Nem ele nem familiares foram vistos. Somente seguranças do petista entraram e saíram do condomínio.
Na cidade que é governada, desde 2008, pelo petista Luiz Marinho, considerado afilhado político do ex-presidente, o candidato do PT, Tarcísio Secoli, ficou em terceiro lugar na disputa do primeiro turno. Disputam a prefeitura de São Bernardo neste segundo turno, no domicílio eleitoral de Lula, os candidatos Alex Manente, do PPS, que teve 28,41% dos votos no primeiro turno, e Orlando Morando, do PSDB, com 45,07%. Ambos já foram votar.
Belo Horizonte. Já a ex-presidente Dilma não votou no segundo turno da eleição em Porto Alegre, onde tem domicílio eleitoral, pois, segundo a assessoria da petista, está em Belo Horizonte, onde foi visitar a mãe. 
No primeiro turno a ex-presidente apoiou publicamente e participou da campanha de Raul Pont (PT), que ficou em terceiro lugar com 16% dos votos. A votação de Dilma foi marcada por tumultos depois que um juiz proibiu a presença da imprensa na sessão onde a ex-presidente vota.(Estadão). DO O.TAMBOSI

O Brasil sobreviverá! Tomara que os corruptos, não!

 


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Sabe aquelas sofisticadas maletas de espionagem, que fazem escutas telefônicas e varreduras ambientais para descobrir se existe grampo telefônico ilegal? A Polícia Federal tem duas, de última geração, para investigações especiais. Agora como Freud pode explicar que a inconstitucional “Polícia Legislativa” disponha de 12 destes equipamentos que só são disponibilizados com autorização de órgãos do governo dos Estados Unidos da América?
Arapongagens, espionagens e extorsões à margem da lei são “negócios” comuns em Brasília e adjacências. Certamente, rendem informações privilegiadas e comprometedoras que favorecem políticos e empresários que têm acesso ou que podem pagar pelo serviço sujo de investigação da vida alheia. Existem transnacionais de “consultoria em segurança” especializadas até na arte de forjar documentos, obtidos com quebras ilegais de sigilos, que se transformam em “provas” para condenações judiciais.
A máquina de jagunçagem, que tem tentáculos públicos e privados, é uma das maiores preocupações da cúpula do Judiciário. Não só porque muitos processos correm risco de anulação porque usam provas obtidas de forma ilegal. Mas sim porque magistrados de cortes superiores, primeira instância e até membros do Ministério Público, são os principais alvos de monitoramento eletrônico pelas gangs do crime institucionalizado. As informações ilegalmente obtidas servem para inimagináveis chantagens nos bastidores.
É por tudo isso que o caso Renan Callheiros assume uma dimensão de extrema gravidade institucional. O poder do senador alagoano é tão imenso que, nos bastidores do Supremo Tribunal Federal, ontem se especulava que pelo menos dois ministros (José Dias Toffoli e/ou Luís Roberto Barroso) tenderiam a “pedir vistas” do processo que vai decidir, na próxima quinta-feira (dia 3), se réus em processos podem continuar ocupando cargos na linha de sucessão do Presidente da República. Se a votação não se efetivar, o beneficiário direto é Renan Calheiros – alvo de uns 12 processos. Segue a pergunta enigmática: “Quem tem medo do Renan Cabeleira?”
Não dá para tolerar que seja cometida uma desigualdade de tratamento entre Eduardo Cunha e Renan Calheiros. O poderoso evangélico, dono do domínio “Jesus.com”, responsável maior pelas articulações que efetivaram o impeachment de Dilma Rousseff, simplesmente foi afastado da Presidência da Câmara porque era réu e segundo na linha sucessória do Palácio do Planalto (depois do vice-Presidente). Renan, que é o terceiro na fila, deveria receber o mesmo tratamento dado ao Malvado Favorito que agora experimenta o cárcere gelado em Curitiba.
Se o STF amarelar na decisão, protelando-a em nome de uma “governabilidade” que não existe, estará contribuindo para agravar a gravíssima crise institucional brasileira, cada vez mais em ritmo de ruptura. Se Renan for poupado, ficará claro que é realmente mais poderoso que a maioria pode supor. Também ficará evidente que Cunha foi alvo do rigor seletivo. Agora é o momento do Supremo agir com a firmeza demonstrada pela sua presidente Carmem Lúcia. Ela tem sinalizado tolerância zero com a corrupção e os desmandos anti-republicanos.
Brasília já está apavorada com a colaboração premiada feita por 75 executivos da Odebrecht, sobretudo a do seu ex-presidente Marcelo Odebrecht. As denúncias, em 300 anexos, não poupariam ninguém. Sobraria até para o Presidente Michel Temer, sem falar nos ex Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. Também mexeriam com os poderosos presidenciáveis tucanos Aécio Neves, José Serra e Geraldo Alckmin. Isto sem falar naqueles peemedebistas que dirigem a Nova República desde 1985, como Romero Jucá, Geddel Vieira Lima, Moreira Franco. Outros enrolados seriam o ex-prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes e seu amigão, o ex-governador fluminense Sérgio Cabral Filho.
O conjunto de denúncias da Odebrecht tem um potencial tão destrutivo para a governança do crime institucionalizado no Brasil que a revista Veja até captou e deu destaque a um comentário feito pelo juiz federal Sérgio Fernando Moro, responsável pela maior parte dos processos gerados pela Lava Jato. Moro teria comentado: “Espero que o Brasil sobreviva”.
O Brasil tem potencial para sobreviver e se desenvolver de verdade. No entanto, isto só será plenamente possível se ocorrer uma mudança estrutural da máquina estatal. Não bastam meras reforminhas, que mais prejudicam o interesse público. É necessária uma faxina geral com um enxugamento legal que elimine o regramento excessivo, os infindáveis recursos judiciais e a prática hedionda do rigor seletivo (quando leis, regras e normas valem para uns, mas não para outros, em situações parecidíssimas de julgamento).
O aprimoramento institucional brasileiro só será efetivo com uma inédita Intervenção Cívica Constitucional, após amplo debate democrático. Qualquer outra medida, que não promova a mudança estrutural, será paliativa e beneficiará a máquina criminosa que opera a pleno vapor e tenta até se reinventar para sobreviver na Era Pós-Delação Premiada. Golpes legislativos podem quebrar a autonomia de magistrados. Também podem conceder anistias aos corruptos. É bom ficar de olho aberto...
A esperança dos brasileiros de bem e do bem é que o Brasil sobreviva e prospere, mas que os corruptos acertem suas contas com as leis humanas e divinas.
Aguenta, sim...
Tubarão Renan
Espantoso
Perdendo a calma

sábado, 29 de outubro de 2016

Modesto Carvalhosa: A milícia de Calheiros e o abuso de poder

 Nenhum outro corpo policial pode existir na República. Se não fosse assim, cada órgão de poder criaria a sua “polícia” própria, como a que existe no Senado

 Publicado no Estadão
A prisão, no recinto do Senado Federal, do chefe da sua milícia – o Pedrão – e três de seus companheiros põe à mostra até que ponto os donos daquela Casa, nas últimas décadas, a tornaram um feudo para a prática de grandes crimes e de refúgio de notórios corruptos. Para tanto os sucessivos presidentes do outrora respeitável Senado da República formaram uma milícia, totalmete à margem do sistema constitucional, a que, pomposamente, denominaram “Polícia Legislativa”, também alcunhada de “Polícia do Senado”.
Não se podem negar a esse agora notório exército particular relevantes trabalhos de inteligência – do tipo CIA, KGB –, como a célebre violação do painel de votações daquele augusto cenáculo, ao tempo do saudoso Antônio Carlos Magalhães e do lendário José Roberto Arruda, então senador e depois impoluto governador do Distrito Federal. E nessa mesma linha de sofisticação tecnológica a serviço do crime – agora de obstrução de Justiça – a milícia daquela Casa de Leis promove “varreduras”, nos gabinetes e nos solares e magníficos apartamentos onde vivem esses varões da República, a fim de destruir qualquer prova de áudio que porventura possa a Polícia Federal obter no âmbito das investigações instauradas pelo STF.
Acontece que o poder de polícia só pode ser exercido pelos órgãos instituídos na Carta de 1988, no seu artigo 144, e refletidos nos artigos 21, 22 e 42, dentro do princípio constitucional de assegurar as liberdades públicas. Assim, somente podem compor o organograma da segurança pública constitucional a Polícia Federal (incluindo a Rodoviária e a Ferroviária) e as Polícias Civis e Militares dos Estados (incluindo o Corpo de Bombeiros).
Nenhum outro corpo policial pode existir na República. Se não fosse assim, cada órgão de poder criaria a sua “polícia” própria, como a que existe no Senado. Também seriam criadas tais forças marginais nos tribunais superiores e nos Tribunais de Justiça dos Estados, nas Assembleias Legislativas, nos Tribunais de Contas, nas Câmaras Municipais, cada um com seu exército particular voltado para contrastar e a se opor aos órgãos policiais que compõem o estrito e limitado quadro de segurança pública estabelecido na Constituição.
Cabe, a propósito, ressaltar que todos os órgãos policiais criados na Carta Magna de 1988 estão submetidos à severa jurisdição administrativa do Poder Executivo, da União e dos Estados, sob o fundamento crucial de que nenhum ente público armado pode ser autônomo, sob pena de se tornar uma milícia. Nem as Forças Armadas – Exército, Marinha e Aeronáutica – fogem a essa regra de submissão absoluta ao Ministério da Defesa, pelo mesmo fundamento.
E não é que vem agora o atual chefe da nossa Câmara Alta declarar textualmente que a “polícia legislativa exerce atividades dentro do que preceitua a Constituição, as normas legais e o regulamento do Senado”? Vai mais longe o ousado presidente do Congresso Nacional, ao afirmar que o Poder Legislativo foi “ultrajado” pela presença, naquele templo sagrado, da Polícia Federal, autorizada pelo Poder Judiciário. Afinal, para o senhor Renan, o território do Senado é defendido pela chamada polícia legislativa. Ali não pode entrar a Polícia Federal, ainda mais para prender o próprio chefe da milícia – o Pedrão.
E com esse gesto heroico o preclaro chefe do Congresso Nacional proclama mais uma aberração: o da extraterritorialidade interna.
Como se sabe, a extraterritorialidade é concedida às embaixadas estrangeiras que se credenciam num país e ali têm instalada a sua representação diplomática. Trata-se, no caso, da extraterritorialidade externa, que garante a inviolabilidade da embaixada e a imunidade de jurisdição de seus membros, em tempos de paz e de guerra.
Mas não para aí a extraterritorialidade interna proclamada pelo grande caudilho do Senado. As palacianas residências e os apartamentos dos senadores e senadoras tampouco podem ser violadas pela Polícia Federal. Trata-se de um novo conceito de Direito Internacional Público inventado pelo grande estadista pátrio: a noção de extraterritorialidade estendida. Ou seja, o domicílio de um representante do povo é incólume às incursões da Polícia Federal autorizadas pelo Poder Judiciário.
Foi o que ocorreu em agosto, quando o ilustre marido de uma senadora do Paraná foi preso na residência do casal e dali foram retirados documentos comprometedores. A reação foi imediata: marido de senadora, estando na casa onde com ela coabita, não pode ser ali preso, pois se trata de espaço extraterritorial interno estendido!
E assim vai o nosso país, que não para de andar de lado em matéria de instituições republicanas. E o fenômeno é impressionante. Basta o sr. Calheiros declarar que o território do Senado é inviolável para que a tese seja acolhida por um ministro do Supremo, numa desmoralização do próprio Poder Judiciário, que se autodesautoriza, na pessoa do ilustre magistrado de primeiro grau que acolheu as providências da Polícia Federal no território livre do Senado Federal.
E, last but not least, o senhor das Alagoas, não contente com o reconhecimento da legitimidade de sua milícia e da extraterritorialidade interna, por força do despacho do ministro Teori Zavascki, propõe-se, com o maior rompante, próprio dos destemidos senhores medievais, a cercear as atividades da Polícia Federal, do Ministério Público e do Poder Judiciário, sob a égide do abuso do poder, para, assim, livrar-se, ele próprio, e liberar dezenas de representantes do povo no Congresso do vexame das “perseguições políticas” que se escondem nos processos por crime de corrupção, que nunca praticaram, imagine!
E vivam o foro privilegiado, a futura Lei de Abuso de Autoridade e os demais instrumentos e interpretações, omissões e postergações do STF, que, cada vez mais, garante a impunidade desses monstros que dominam o nosso Congresso Nacional, sob o manto de lídimos representantes do povo brasileiro.
Que vexame, que vergonha! DO A.NUNES

Doença é a corrupção. A Lava Jato é o remédio

Em dezembro de 2014, o advogado Modesto Carvalhosa transformou a entrevista ao programa Roda Viva (assista abaixo) numa aula magna sobre a praga da corrupção apadrinhada pelos donos do poder — talvez a obra mais repulsiva entre as tantas obscenidades institucionalizadas por Lula e expandidas por Dilma Rousseff. Ao longo de 90 minutos, Carvalhosa lancetou tumores escancarados pelo Petrolão e mostrou como extirpá-los.
Com a bravura de quem lida desde a juventude com adversários de alta periculosidade, o jurista intimorato demoliu a argumentação malandra dos insones com o instrumento legal da delação premiada e desmoralizou os que insistem em neutralizar a Operação Lava Jato com rabulices de porta de cadeia e chicanas de quinta categoria. Carvalhosa provou que o que prejudica a governabilidade não é o combate à corrupção, mas a impunidade dos corruptos.
Achar o contrário, comparou, é culpar o remédio por estragos provocados pela doença. A Lava Jato é solução, não problema. Não pode terminar antes que seja devassada a última catacumba, não pode ser interrompida antes que sejam identificados todos os integrantes da quadrilha formada por bandidos de estimação de qualquer governo. É o que ensina o artigo publicado no Estadão deste sábado por Modesto Carvalhosa, e reproduzido pela coluna.
O texto demonstra que existe no Congresso uma milícia fantasiada de “Polícia Legislativa”. A operação autorizada pela Justiça Federal teve como alvo um bando de jagunços cuja existência insulta a Constituição e reafirma a desfaçatez do cangaceiro disfarçado de presidente do Senado. “Eu acredito na Justiça”, disse Renan Calheiros ao saber da decisão do ministro Teori Zavascki que, na prática, estendeu a imunidade parlamentar à guarda pretoriana a serviço de parlamentares enredados em bandalheiras multimilionárias.
Tal frase só será endossada pelo Brasil decente quando o Supremo Tribunal Federal tratar como se deve um prontuário ambulante. É o que acaba de fazer  Modesto Carvalhosa. DO A.NUNES

Lava Jato: a delacao do fim do mundo - Revista Veja

Revista Veja,  sábado, 29 de outubro de 2016
Lava Jato: a delação do fim do mundo
O acordo da Odebrecht a ser assinado com o Ministério Público envolve os ex-presidentes Dilma e Lula, o atual, Michel Temer, tucanos de alta plumagem, como José Serra, Aécio Neves e Geraldo Alckmin, peemedebistas fortemente ligados a Temer, como o senador Romero Jucá e o ministro Geddel Vieira Lima, e os dois principais nomes do PMDB no Rio de Janeiro: o prefeito Eduardo Paes e o ex-governador Sérgio Cabral.
As revelações de setenta executivos da Odebrecht prometem implodir o mundo político — e até o juiz Sergio Moro faz votos de que “o Brasil sobreviva”VEJA desta semana mostra as dimensões superlativas e o potencial explosivo da delação premiada de 75 executivos da empreiteira Odebrecht, incluindo seu ex-presidente Marcelo Odebrecht.
Distribuído em mais de 300 anexos – 300 novas histórias sobre a corrupção no Brasil –, o acordo a ser assinado com o Ministério Público envolve os ex-presidentes Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva, o atual, Michel Temer, tucanos de alta plumagem, como José Serra, Aécio Neves e Geraldo Alckmin,.
E ainda peemedebistas fortemente ligados a Temer, como o senador Romero Jucá e o ministro Geddel Vieira Lima, e os dois principais nomes do PMDB no Rio de Janeiro: o prefeito Eduardo Paes e o ex-governador Sérgio Cabral.
As revelações na delação da empreiteira, que faturou 125 bilhões de reais em 2015 e reuniu 400 advogados para costurar o acordo, levam procuradores da força-tarefa da Lava Jato a constatar que “se os executivos comprovarem tudo o que dizem, a política será definida como a.O. e d.O. — antes e depois da Odebrecht”.
O sempre comedido juiz federal Sergio Moro também dá dimensão da turbulência que se aproxima ao comentar: “Espero que o Brasil sobreviva”.
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Lava Jato: As revelações de setenta executivos da Odebrecht prometem implodir o mundo político — e até o juiz Sergio Moro faz votos de que “o Brasil sobreviva”
O PRÍNCIPE - Marcelo Odebrecht: os segredos da relação entre o poder e o dinheiro (Heuler Andrey/AFP)
VEJA desta semana mostra as dimensões superlativas e o potencial explosivo da delação premiada de 75 executivos da empreiteira Odebrecht, incluindo seu ex-presidente Marcelo Odebrecht. Distribuído em mais de 300 anexos – 300 novas histórias sobre a corrupção no Brasil –, o acordo a ser assinado com o Ministério Público envolve os ex-presidentes Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva, o atual, Michel Temer, tucanos de alta plumagem, como José Serra, Aécio Neves e Geraldo Alckmin, peemedebistas fortemente ligados a Temer, como o senador Romero Jucá e o ministro Geddel Vieira Lima, e os dois principais nomes do PMDB no Rio de Janeiro: o prefeito Eduardo Paes e o ex-governador Sérgio Cabral. As revelações na delação da empreiteira, que faturou 125 bilhões de reais em 2015 e reuniu 400 advogados para costurar o acordo, levam procuradores da força-tarefa da Lava Jato a constatar que “se os executivos comprovarem tudo o que dizem, a política será definida como a.O. e d.O. — antes e depois da Odebrecht”. O sempre comedido juiz federal Sergio Moro também dá dimensão da turbulência que se aproxima ao comentar: “Espero que o Brasil sobreviva”. DO DIPLOMATIZZANDO

EPORTAGEM-BOMBA DE 'ISTOÉ' EM EDIÇÃO ESPECIAL PARA BELO HORIZONTE REVELA OS FANTASMAS DO PT ZANZANDO NO COMITÊ DE KALIL

A capa da edição especial de IstoÉ sobre o segundo turno da eleição municipal de Belo Horizonte
A revista semanal IstoÉ, que chegou às bancas neste final de semana, teve uma edição nacional e outra especial para Belo Horizonte, com uma reportagem-bomba revelando que o candidato a prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, do PHS, não consegue explicar a origem de 2,2 milhões que doou à própria campanha. Segundo IstoÉ, Kalil estaria iludindo o eleitor e se apresentando como um grande gestor, mas suas empresas desprezam os direitos dos trabalhadores e acumulam dívidas milionárias.
Além dos problemas financeiros apontados por IstoÉ, a campanha de Kalil está cercada de muitos mistérios.
É que seu companheiro de chapa, o candidato a vice-prefeito Paulo Lamac é um ex-petista que se bandeou para a Rede de Marina Silva, em razão da implosão do PT em decorrrência das roubalheiras e corrupção reveladas pela Operação Lava Jato, sendo que Lula, o chefão petista, já é réu em três processos.
Por baixo dos panos Alexandre Kalil tem o apoio do PT pelas mãos do governador Fernando Pimentel. O vice na chapa de Kalil, Paulo Lamac, tem como “padrinho” Pimentel, que o lançou na política mineira.
A jogada no PT nessa história é a possibilidade de Lamac, no caso de vitória de Kalil, assumir a Prefeitura. A expectativa petista é que Kalil poderia ser condenado em segunda instância na Justiça Federal em decorrência de processo a que responde por não ter recolhido o INSS dos trabalhadores de suas empresas.
A eleição em Belo Horizonte, segundo o Ibope, estaria muito equilibrada. Houve um inusitado crescimento da campanha de Alexandre Kalil nos últimos dias mas as mais recentes pesquisas sugerem um equilíbrio em nível de virada a favor do tucano João Leite.
Faço a seguir a postagem da primeira parte da reportagem-bomba de IstoÉ que faz estremecer Belo Horizonte, com link ao final para leitura completa. Leiam: 
FANTASMAS PETRALHAS EM BH
As mais recentes pesquisas revelam que a disputa pela Prefeitura de Belo Horizonte (MG) chega na reta final absolutamente indefinida. Depois de promover uma campanha marcada pela agressividade e pela absoluta falta de compromisso com a verdade, o candidato do PHS, Alexandre Kalil, ex-presidente do Clube Atlético Mineiro, passou a última semana contabilizando uma enorme perda de votos. De acordo com o Ibope divulgado na quinta-feira 27, ele perdeu dois pontos percentuais das intenções de voto em apenas sete dias. Kalil e o tucano João Leite estão em empate técnico. O primeiro, segundo o Ibope, soma 39% e Leite cresceu para 36%. “É natural que logo depois do primeiro turno houvesse um crescimento da candidatura de Kalil devido ao seu maior tempo de exposição no horário eleitoral nesse segundo turno. Mas, nos últimos dias, o eleitor passou a verificar que o candidato é uma fraude montada por marqueteiros”, analisa o cientista político André Ventura. De fato, na última semana, ficou claro que os fatos desmentem as falas do candidato do PHS. Ele não consegue sequer explicar de onde vêm os recursos destinados à sua campanha e até esconde o fato de receber “clandestinamente” o apoio do PT.
BALANÇA E PODE CAIR
Nos debates do segundo turno, o tucano desafiou Kalil a explicar a origem de R$ 2,2 milhões que ele próprio destinou à sua campanha. Trata-se de uma quantia enorme para o dono de duas empreiteiras que se encontram atoladas em dívidas, até com a Prefeitura de Belo Horizonte, e que colecionam uma série de processos por continuamente desrespeitar os direitos trabalhistas, inclusive tomando recursos dos funcionários e não repassando-os ao FGTS e ao INSS, como denunciaram diversos antigos empregados. Em sua declaração de Imposto de Renda, apresentada à Justiça Eleitoral, Kalil declarou ser dono de um patrimônio avaliado em R$ 2,7 milhões, incluindo sociedade em alguns imóveis, quatro motos Harley Davidson, um Mercedes e um Land Rover. Como poderia, então, alguém que tem um patrimônio de R$ 2,7 milhões doar, em espécie, R$ 2,2 milhões para a campanha? Quando indagado por João Leite, Kalil nada respondeu. Assessores, no entanto, fizeram chegar a jornais e rádios de Belo Horizonte que o candidato do PHS havia vendido um imóvel para obter os recursos declarados no TSE. Na quarta-feira 26, ISTOÉ perguntou a Kalil qual seria a origem dos recursos. No email encaminhado à campanha, a reportagem questiona que imóvel teria sido vendido, qual o valor da venda, o nome do comprador e o cartório em que fora registrada a negociação. Até o fechamento dessa edição, nenhuma resposta havia sido dada. Na quinta-feira, procuradores do TRE de Minas afirmaram à ISTOÉ que, nos próximos dias, independentemente do resultado da eleição, Kalil e o PHS terão que justificar a origem dos R$ 2,2 milhões. “As contas da campanha precisam ser transparentes e o eleitor tem que saber de onde vem o dinheiro gasto pelos candidatos”, disse o procurador. “Ele pode até vencer a eleição, mas se não comprovar a legalidade da campanha corre o risco de não tomar posse”. Continue LENDO AQUI - DO A.AMORIM

E as escolas continuam "ocupadas".

Por mim essa turma pode ficar dentro das escolas para o resto da vida, não altera em uma vírgula na minha vida.
Meus filhos já estão em outro patamar da vida e como não tenho netos, quero mais que se phodam.
Esse movimento "apartidário" conseguiu teleguiar a cabeça nada firme dessa molecada e está usando a falta de senso crítico desenvolvido e maturidade intelectual e política para satisfazer aos instintos mais burros dos tarados ideológicos da esquerda.
Após o pé na bunda que enfiaram na Jumenta, e o PT e seus satélites passaram a fazer parte da oposição, somando-se as investigações da lava jato e o vexame eleitoral da esquerda, com alguns próceres do partido na cadeia o que sobrou para os vermelhos é a manipulação da molecada.
Molecada que já vem sendo doutrinada faz algum tempo por militantes travestidos de professores que vem fazendo a cabecinha de vento dessa turminha fazendo-os acreditar que eles são revolucionários e irão mudar o mundo.
Já temos aí mais de um mês das tais "ocupações", ahh a esquerda, maquiam os nomes para dar alguma legitimidade para o movimento. Ocupação na força = invasão, simples assim. 
Bem, o que pega é que meia dúzia de vagabundos treleguiados assessorados por bandidos da esquerda tmaram de assalto as escolas e os sonhos e planos da turminha do bem que quer tocar a vida.
Com as escolas invadidas em nome da educação, a única coisa que não se tem nelas é...EDUCAÇÃO, pois é, falam que o tal movimento é pela educação mas não permitem quem quer estudar de exercer seu direito a ela. Um contra senso que explicita muito bem o caráter político das invasões. Estão fazendo o serviço sujo que era do PT e que o partido já não tem mais peito de fazer abertamente sob a possibilidade de ser extirpado da política.
O pior é assistir vídeos onde repórteres vão até as escolas invadidas e entrevistam os "ativistas" é nítido que essa molecada não tem ideia de nada e porra nenhuma, são simples papagaios de repetição de seus doutrinadores, não aguentam um debate argumentativo e quando percebem que estão se expondo partem para o ataque, e começam as agressões e palavras de ordem, até os jograis dos anos 50 estão de volta. Tudo na maior modernidade da jurássica esquerda embolorada e chata pracaraleo.
É certo que parcela dessa situação é culpa dos pais, tanto de um lado quanto de outro. 
O lado que está fora do movimento não se mobiliza e não cobra das autoridades o fim dessa bandalheira, e do lado dos "ocupantes", esses acreditam que seus rebentinhos são revolucionários e irão mudar o mundo. São daquela turma que passou o dever de educar para o estado.
Com a omissão da maioria e a ilusão da minoria, nada acontece e tudo fica como está.
Não tem governador ou prefeito com CULHÕES de peitar o MP e exigir um fim para essa esculhambação, não existe vontade política em pressionar em nome dos interesses dos alunos de verdade e quando o movimento perder força a conta vem para a população.
O que é pior é o tão ufanado ECA não ser colocado na mesa e cobrado dos responsáveis por essa molecada. Menores de idade, dias a fio dentro de uma escola sem a supervisão de adultos, e quando tem algum adulto é para doutrinar sem parar, estão atacando de forma cruel a formação dessa juventude, será mais uma geração perdida que em vez de crescerem como cidadãos preferem virar vagabundos ideológicos e perderem tempo precioso da vida fazendo de conta que estão na CUba dos anos 50.
Estão sendo manipulados por professores que nasceram depois da revolução CUbana, e ao final da ditadura no Brasil. Gentinha sem eira nem beira que não teve uma revolução para chamar de sua e agora se vingam do tempo phodendo a vida alheia.
O que mais me deixou perplexo foi ver ontem nos noticiários que escolas ocupadas onde deveriam ocorrer as votações do segundo turno das eleições não receberão as seções eleitorais por que os ocupantes que berram ser democráticos não querem que o exercício da democracia seja praticado em seus domínios. Até quando o estado vai se tornar refém dessa corja de aprendizes de bandidos? 
Até quando o estado vai atrapalhar a vida do cidadão para não contrariar os "interesses" de uma juventude idiota que pensa ser a dona do mundo?
E os cidadãos idosos que não tem acesso a informação ou dificuldade para isso, sair em busca de saber para onde sua seção eleitoral foi transferida para atender interesses obscuros?
Resultado, em seções que serão transferidas o índice de abstenções será enorme, escrevam aí, e os democráticos estudantes novamente atrapalhando a democracia.
Mas dentro desse movimento existem outros interesses bem subjetivos, do lado dos professores a situação é comoda, não estão trabalhando e estão recebendo sem serem pressionados pelo governo como quando estão em greve, uma espécie de greve por rebote.
E do lado das prefeituras e dos estados as "invasões" são uma forma de economizar em merenda, material, luz, limpeza e segurança das escolas. Muito comodo para os dois lados.
E no meio dessa insanidade os alunos, alunos de verdade, que tem planos para a vida, que o tempo é o senhor da vida deles, que fizeram de tudo para ao final deste ano partirem para as universidades e que seus diplomas talvez só ano que vem. Como ficam esses alunos? Quem vai responder por ter atrapalhado a vida de uma imensa maioria de famílias que se esforça para dar educação e senso de ética a seus filhos e  ao final são simplesmente jogados de lado por uma minoria obtusa ideologizada e maconhada que acredita que o que estão fazendo vai mudar a educação no Brasil. 
Pior que vai mudar sim, para muito pior.
Alunos de ensino médio falando em PEC 241, sem ao menos terem idéia do que seja essa proposta de emenda constitucional, que a propósito foi basicamente feita no governo da Jumenta, assim como o plano de educação que eles abominam, também feito no governo que foi defenestrado. 
O movimento é apartidário como pregam seus membros, porém se a Jumenta estivesse no poder a PEC e o plano de educação estariam implantados sem o pio de quem quer que seja dessa cambada.
E lá vai o Brasil mais uma vez perdendo o bonde da história...
Estamos às portas do ENEM, e aí?  Essa molecada vai estar apta a fazer o exame ou tentarão melar também as provas por alegarem que como estão no movimento não tiveram tempo para se prepararem e pau no cu do resto do Brasil?  Ou o ministério da educação vai dar um trabalhinho extra curricular valendo pontuação para o ENEM só para não prejudicar os valentes revolucionários de araque?
As grades das universidades públicas já foram rebaixadas o suficiente para atender a demanda dos cotistas e coitadistas alçados às universidades pelo populismo mambembe que o PT enfiou goela abaixo do país nos últimos treze anos. E com o ensino fundamental e médio que temos somados as greves e agora "ocupações" não duvido nada que em breve coloquem bolsa revolucionário com cotas em universidades públicas para atender a demanda de cretinos que estarão tão atrasados em relação a seus colegas que só chegarão ao ensino superior com os empurrões do paternalismo estatal.
Enquanto essa molecada inconsequente e burra faz de conta que está em uma revolução regada a muito sexo, drogas e doutrinação, a turminha diferenciada das escolas particulares está a todo vapor estudando e se preparando para a vida. 
A satisfação dos medíocres é phoder a vida dos que estão acima deles. Simples assim.

E quando essa palhaçada acabar, ainda teremos uns dias sem aulas para recuperação de tudo o que foi destruído pela horda de taradinhos manipulados ideológicos, o estado e as prefeituras irão gastar uma verba que poderia ser usada para a melhoria do ensino em reformas e compra de tudo o que foi destruído, e o pior...ROUBADO,
E o mártir morto em uma escola invadida do Paraná é culpa do estado, a esquerda já arrumou uma maneira de jogar esse cadáver para cima do estado, e até na assembléia legislativa levaram uma agitadorazinha menor de idade para esfregar essa nova verdade na cara dos despreparados e omissos deputados.
Digo uma coisa que digo aos meus filhos, se puderem sair do Brasil para tentar a vida em um país sério e estável que o façam, nós aqui na pocilga perdemos a mão da democracia, estamos vivendo no regime democrático na hora do voto e da bandalheira na hora dos direitos civis.
Pobre país, perdendo mais uma juventude para a mediocridade, e o mundo avança intelectualmente e nós aqui brincando de faz de conta.
E eu me pego pensando o quanto ajudei na luta pelo fim dos governos militares, pelas diretas já e pela retomada da democracia. Se eu soubesse que o Brasil iria virar essa merda que está, jamais moveria uma palha para mudar o país. Phodemos o Brasil!!!
Em tempo, um país sem prêmios Nobel, sem ter uma única universidade pública ranqueada entre as cem melhores do mundo precisa urgente de reformas na educação, mas reformas sérias pensando em futuro a médio e longo prazo. Enquanto a educação for tratada como moeda de troca ou trampolim ideológico continuaremos no terceiro mundo com uma população de jumentos atrasados e metidos a espertos. Os famosos "Nem nem". E PHOD@-SE -DO O MASCATE