PAZ AMOR E VIDA NA TERRA
" De tanto ver triunfar as nulidades,
De tanto ver crescer as injustiças,
De tanto ver agigantarem-se os poderes
nas mãos dos maus, o homem chega
a desanimar-se da virtude,
a rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto".
[Ruy Barbosa]
ENTREVISTA
Darcisio Perondi, deputado Federal do PMDB do RS
O PSDB tem sido seu aliado no convencimento do deputado Eduardo
Cunha, para que toque adiante o pedido de impeachment contra Dilma
Roussef. Como fica agora ?
O PSDB pode ter inviabilizado todo nosso esforço, porque ao romper
publicamente com o presidente da Câmara, pedindo sua cassação, caiu fora
dos grupos de pressão que trabalhavam pelo impeachment. O que houve com os tucanos ?
Repitiram o que fizeramcom Lula, quando ele foi ameaçado de impeachment
por causa do Mensalão. Naquela ocasião, também fraquejaram.
O PSDB alega que Eduardo Cunha mentiu e que fez acordo com Dilma.
O caso do deputado é igual ao dos outros deputados que vão para o
Conselho de Ética. Isto não tem nada a ver com o impeachment. Cada coisa
é uma coisa. E quanto ao acordo com Dilma, seria importante que os
tucanos alinhassem fatos, coisa que não fizeram e nem têm como fazer,
porque isto é boataria de corredor. DO POLIBIOBRAGA
A bancada do PPS na
Câmara votou unida contra o Projeto de Lei 2960/20015, proposta do
governo Dilma Rousseff que, na prática, facilita a lavagem de dinheiro
remetido ilegalmente para fora do País. Em votação aperada, o projeto
foi aprovado por 230 votos a 213, com sete abstenções. A proposta segue
agora para votação no Senado.
Veja abaixo como votaram os parlamentares de cada partido: PPS Parlamentar – UF – Voto
Alex Manente SP Não
Arnaldo Jordy PA Não
Carmen Zanotto SC Não
Hissa Abrahão AM Não
Marcos Abrão GO Não
Moses Rodrigues CE Não
Raul Jungmann PE Não
Roberto Freire SP Não
Rubens Bueno PR Não
Sandro Alex PR Não
Total PPS: 10 DEM
Alberto Fraga DF Não
Alexandre Leite SP Não
Carlos Melles MG Não
Parlamentar UF Voto
Claudio Cajado BA Não
Efraim Filho PB Não
Eli Corrêa Filho SP Não
Elmar Nascimento BA Não
Felipe Maia RN Não
Hélio Leite PA Não
Jorge Tadeu Mudalen SP Não
José Carlos Aleluia BA Não
Mandetta MS Não
Marcelo Aguiar SP Sim
Mendonça Filho PE Não
Misael Varella MG Não
Moroni Torgan CE Não
Parlamentar UF Voto
Onyx Lorenzoni RS Não
Pauderney Avelino AM Não
Paulo Azi BA Não
Professora Dorinha Seabra Rezende TO Não
Rodrigo Maia RJ Sim
Total DEM: 21 PCdoB
Alice Portugal BA Sim
Angela Albino SC Sim
Carlos Eduardo Cadoca PE Sim
Chico Lopes CE Sim
Daniel Almeida BA Sim
Davidson Magalhães BA Sim
Parlamentar UF Voto
Jandira Feghali RJ Sim
Jô Moraes MG Sim
Luciana Santos PE Sim
Orlando Silva SP Sim
Rubens Pereira Júnior MA Sim
Wadson Ribeiro MG Sim
Total PCdoB: 12 PDT
Abel Mesquita Jr. RR Não
Afonso Motta RS Sim
Dagoberto MS Sim
Félix Mendonça Júnior BA Não
Flavio Nogueira PI Sim
Parlamentar UF Voto
Major Olimpio SP Não
Marcelo Matos RJ Sim
Mário Heringer MG Não
Pompeo de Mattos RS Sim
Sergio Vidigal ES Não
Subtenente Gonzaga MG Sim
Wolney Queiroz PE Sim
Total PDT: 12 PEN
André Fufuca MA Sim
Junior Marreca MA Sim
Total PEN: 2 PHS
Carlos Andrade RR Sim
Diego Garcia PR Sim
Total PHS: 2 PMDB
Alberto Filho MA Sim
Alceu Moreira RS Não
Aníbal Gomes CE Sim
Baleia Rossi SP Não
Cabuçu Borges AP Sim
Carlos Bezerra MT Sim
Carlos Henrique Gaguim TO Sim
Carlos Marun MS Sim
Celso Jacob RJ Sim
Celso Maldaner SC Sim
Darcísio Perondi RS Não
Dulce Miranda TO Sim
Edinho Araújo SP Sim
Edinho Bez SC Sim
Edio Lopes RR Sim
Eduardo Cunha RJ Art. 17
Elcione Barbalho PA Sim
Fabio Reis SE Sim
Fernando Jordão RJ Sim
Flaviano Melo AC Sim
Geraldo Resende MS Não
Hermes Parcianello PR Sim
Parlamentar UF Voto
Hildo Rocha MA Sim
Jarbas Vasconcelos PE Não
João Arruda PR Sim
João Marcelo Souza MA Sim
José Fogaça RS Não
José Priante PA Sim
Josi Nunes TO Sim
Laudivio Carvalho MG Não
Laura Carneiro RJ Abstenção
Lelo Coimbra ES Não
Leonardo Picciani RJ Sim
Leonardo Quintão MG Sim
Lindomar Garçon RO Sim
Parlamentar UF Voto
Lucio Mosquini RO Sim
Lucio Vieira Lima BA Sim
Manoel Junior PB Sim
Marcos Rotta AM Sim
Marx Beltrão AL Sim
Mauro Lopes MG Sim
Mauro Mariani SC Sim
Mauro Pereira RS Sim
Newton Cardoso Jr MG Sim
Osmar Serraglio PR Não
Osmar Terra RS Não
Pedro Chaves GO Sim
Rodrigo Pacheco MG Sim
Parlamentar UF Voto
Rogério Peninha Mendonça SC Sim
Ronaldo Benedet SC Sim
Roney Nemer DF Sim
Saraiva Felipe MG Sim
Sergio Souza PR Sim
Silas Brasileiro MG Sim
Simone Morgado PA Sim
Soraya Santos RJ Sim
Valdir Colatto SC Sim
Veneziano Vital do Rêgo PB Não
Vitor Valim CE Sim
Walter Alves RN Sim
Washington Reis RJ Sim
Parlamentar UF Voto
Zé Augusto Nalin RJ Sim
Total PMDB: 62 PMN
Dâmina Pereira MG Não
Hiran Gonçalves RR Sim
Total PMN: 2 PP
Afonso Hamm RS Não
Aguinaldo Ribeiro PB Sim
Arthur Lira AL Sim
Beto Rosado RN Sim
Conceição Sampaio AM Abstenção
Covatti Filho RS Não
Parlamentar UF Voto
Dilceu Sperafico PR Não
Dimas Fabiano MG Sim
Eduardo da Fonte PE Sim
Esperidião Amin SC Não
Ezequiel Fonseca MT Sim
Fernando Monteiro PE Sim
Guilherme Mussi SP Sim
Jair Bolsonaro RJ Não
Jerônimo Goergen RS Não
Jorge Boeira SC Não
José Otávio Germano RS Não
Julio Lopes RJ Sim
Lázaro Botelho TO Sim
Parlamentar UF Voto
Luis Carlos Heinze RS Não
Luiz Fernando Faria MG Sim
Marcelo Belinati PR Não
Missionário José Olimpio SP Não
Nelson Meurer PR Sim
Odelmo Leão MG Não
Paulo Maluf SP Sim
Renzo Braz MG Não
Ricardo Barros PR Sim
Roberto Balestra GO Não
Roberto Britto BA Sim
Sandes Júnior GO Abstenção
Simão Sessim RJ Sim
Parlamentar UF Voto
Toninho Pinheiro MG Sim
Waldir Maranhão MA Sim
Total PP: 34 PR
Alfredo Nascimento AM Sim
Altineu Côrtes RJ Sim
Anderson Ferreira PE Sim
Bilac Pinto MG Sim
Cabo Sabino CE Abstenção
Capitão Augusto SP Não
Clarissa Garotinho RJ Não
Dr. João RJ Não
Giacobo PR Sim
Gorete Pereira CE Sim
João Carlos Bacelar BA Sim
Jorginho Mello SC Não
José Rocha BA Sim
Laerte Bessa DF Sim
Lincoln Portela MG Abstenção
Lúcio Vale PA Sim
Luiz Cláudio RO Sim
Luiz Nishimori PR Sim
Marcio Alvino SP Sim
Marcos Soares RJ Não
Miguel Lombardi SP Sim
Milton Monti SP Sim
Paulo Feijó RJ Sim
Parlamentar UF Voto
Paulo Freire SP Não
Remídio Monai RR Não
Silas Freire PI Abstenção
Tiririca SP Sim
Wellington Roberto PB Sim
Total PR: 28 PRB
Alan Rick AC Não
André Abdon AP Sim
Beto Mansur SP Sim
Carlos Gomes RS Não
Celso Russomanno SP Sim
César Halum TO Sim
Parlamentar UF Voto
Cleber Verde MA Sim
Fausto Pinato SP Não
Jhonatan de Jesus RR Não
Jony Marcos SE Sim
Marcelo Squassoni SP Sim
Márcio Marinho BA Não
Roberto Alves SP Não
Roberto Sales RJ Não
Ronaldo Martins CE Não
Rosangela Gomes RJ Não
Sérgio Reis SP Não
Tia Eron BA Sim
Vinicius Carvalho SP Não
Parlamentar UF Voto
Total PRB: 19 PROS
Ademir Camilo MG Sim
Ariosto Holanda CE Sim
Domingos Neto CE Sim
Dr. Jorge Silva ES Não
Givaldo Carimbão AL Sim
Hugo Leal RJ Sim
Leônidas Cristino CE Sim
Rafael Motta RN Não
Ronaldo Fonseca DF Não
Valtenir Pereira MT Sim
Vicente Arruda CE Sim
Parlamentar UF Voto
Total PROS: 11 PRP
Alexandre Valle RJ Sim
Juscelino Filho MA Não
Marcelo Álvaro Antônio MG Não
Total PRP: 3 PSB
Adilton Sachetti MT Não
Átila Lira PI Não
Bebeto BA Não
César Messias AC Não
Danilo Forte CE Não
Fabio Garcia MT Não
Fernando Coelho Filho PE Não
Flavinho SP Não
Gonzaga Patriota PE Não
Heitor Schuch RS Não
Heráclito Fortes PI Não
Janete Capiberibe AP Não
JHC AL Não
João Fernando Coutinho PE Não
José Reinaldo MA Não
Jose Stédile RS Não
Júlio Delgado MG Não
Keiko Ota SP Não
Leopoldo Meyer PR Não
Luciano Ducci PR Não
Luiz Lauro Filho SP Não
Luiza Erundina SP Não
Marinaldo Rosendo PE Não
Pastor Eurico PE Não
Paulo Foletto ES Não
Rodrigo Martins PI Não
Stefano Aguiar MG Não
Tadeu Alencar PE Não
Tenente Lúcio MG Não
Tereza Cristina MS Não
Valadares Filho SE Não
Vicentinho Júnior TO Sim
Parlamentar UF Voto
Total PSB: 32 PSC
Edmar Arruda PR Não
Eduardo Bolsonaro SP Não
Erivelton Santana BA Não
Irmão Lazaro BA Sim
Marcos Reategui AP Sim
Professor Victório Galli MT Não
Raquel Muniz MG Sim
Silvio Costa PE Sim
Takayama PR Não
Total PSC: 9 PSD
Alexandre Serfiotis RJ Não
Átila Lins AM Sim
Cícero Almeida AL Não
Danrlei de Deus Hinterholz RS Não
Delegado Éder Mauro PA Não
Diego Andrade MG Sim
Evandro Roman PR Não
Fábio Faria RN Sim
Felipe Bornier RJ Não
Fernando Torres BA Sim
Francisco Chapadinha PA Não
Goulart SP Sim
Herculano Passos SP Sim
Parlamentar UF Voto
Heuler Cruvinel GO Não
Indio da Costa RJ Não
Irajá Abreu TO Sim
Jaime Martins MG Não
João Rodrigues SC Não
Joaquim Passarinho PA Não
José Nunes BA Sim
Júlio Cesar PI Sim
Marcos Montes MG Não
Paulo Magalhães BA Sim
Rogério Rosso DF Sim
Sérgio Brito BA Sim
Silas Câmara AM Sim
Parlamentar UF Voto
Sóstenes Cavalcante RJ Não
Total PSD: 27 PSDB
Alexandre Baldy GO Não
Alfredo Kaefer PR Não
Antonio Imbassahy BA Não
Arthur Virgílio Bisneto AM Não
Betinho Gomes PE Não
Bonifácio de Andrada MG Não
Bruno Araújo PE Não
Bruno Covas SP Não
Caio Narcio MG Não
Carlos Sampaio SP Não
Parlamentar UF Voto
Célio Silveira GO Não
Daniel Coelho PE Não
Delegado Waldir GO Não
Domingos Sávio MG Não
Eduardo Barbosa MG Não
Eduardo Cury SP Não
Elizeu Dionizio MS Não
Fábio Sousa GO Não
Geovania de Sá SC Não
Giuseppe Vecci GO Não
Izalci DF Não
João Campos GO Não
João Castelo MA Não
Parlamentar UF Voto
João Gualberto BA Não
João Paulo Papa SP Não
Jutahy Junior BA Não
Lobbe Neto SP Não
Luiz Carlos Hauly PR Não
Mara Gabrilli SP Não
Marcus Pestana MG Não
Mariana Carvalho RO Não
Max Filho ES Não
Miguel Haddad SP Não
Nelson Marchezan Junior RS Não
Nilson Leitão MT Não
Otavio Leite RJ Não
Parlamentar UF Voto
Paulo Abi-Ackel MG Não
Pedro Cunha Lima PB Não
Pedro Vilela AL Não
Raimundo Gomes de Matos CE Não
Ricardo Tripoli SP Não
Rocha AC Não
Rodrigo de Castro MG Não
Rogério Marinho RN Não
Rossoni PR Não
Samuel Moreira SP Não
Silvio Torres SP Não
Vanderlei Macris SP Não
Total PSDB: 48
Parlamentar UF Voto PSDC
Aluisio Mendes MA Sim
Luiz Carlos Ramos RJ Sim
Total PSDC: 2 PSL
Macedo CE Sim
Total PSL: 1 PSOL
Chico Alencar RJ Não
Edmilson Rodrigues PA Não
Glauber Braga RJ Não
Ivan Valente SP Não
Jean Wyllys RJ Não
Parlamentar UF Voto
Total PSOL: 5 PT
Adelmo Carneiro Leão MG Sim
Afonso Florence BA Sim
Ana Perugini SP Sim
Andres Sanchez SP Sim
Angelim AC Sim
Arlindo Chinaglia SP Sim
Assis Carvalho PI Sim
Assis do Couto PR Sim
Benedita da Silva RJ Sim
Beto Faro PA Sim
Bohn Gass RS Sim
Caetano BA Sim
Carlos Zarattini SP Sim
Chico D Angelo RJ Sim
Enio Verri PR Sim
Gabriel Guimarães MG Sim
Givaldo Vieira ES Sim
Helder Salomão ES Sim
Henrique Fontana RS Sim
João Daniel SE Sim
Jorge Solla BA Sim
José Airton Cirilo CE Sim
José Guimarães CE Sim
José Mentor SP Sim
Parlamentar UF Voto
Leo de Brito AC Sim
Leonardo Monteiro MG Sim
Luiz Couto PB Sim
Luiz Sérgio RJ Sim
Luizianne Lins CE Sim
Marco Maia RS Sim
Marcon RS Sim
Margarida Salomão MG Sim
Maria do Rosário RS Sim
Moema Gramacho BA Sim
Nilto Tatto SP Sim
Odorico Monteiro CE Sim
Padre João MG Sim
Parlamentar UF Voto
Paulão AL Sim
Paulo Pimenta RS Sim
Paulo Teixeira SP Sim
Pedro Uczai SC Sim
Pepe Vargas RS Sim
Professora Marcivania AP Sim
Reginaldo Lopes MG Sim
Rubens Otoni GO Sim
Ságuas Moraes MT Sim
Sibá Machado AC Sim
Toninho Wandscheer PR Não
Valmir Assunção BA Sim
Valmir Prascidelli SP Sim
Parlamentar UF Voto
Vander Loubet MS Não
Vicente Candido SP Sim
Vicentinho SP Sim
Wadih Damous RJ Sim
Waldenor Pereira BA Sim
Weliton Prado MG Não
Zé Carlos MA Sim
Zé Geraldo PA Sim
Zeca Dirceu PR Sim
Zeca do Pt MS Sim
Total PT: 60 PTB
Adalberto Cavalcanti PE Sim
Parlamentar UF Voto
Adelson Barreto SE Não
Antonio Brito BA Sim
Arnaldo Faria de Sá SP Não
Arnon Bezerra CE Sim
Eros Biondini MG Não
Jorge Côrte Real PE Sim
Josué Bengtson PA Não
Luiz Carlos Busato RS Não
Nelson Marquezelli SP Sim
Nilton Capixaba RO Sim
Pedro Fernandes MA Sim
Ricardo Teobaldo PE Sim
Ronaldo Nogueira RS Sim
Parlamentar UF Voto
Sérgio Moraes RS Não
Walney Rocha RJ Sim
Zeca Cavalcanti PE Sim
Total PTB: 17 PTC
Brunny MG Sim
Uldurico Junior BA Não
Total PTC: 2
PTdoB
Luis Tibé MG Sim
Pastor Franklin MG Sim
Total PTdoB: 2 PTN
Bacelar BA Sim
Christiane de Souza Yared PR Não
Delegado Edson Moreira MG Sim
Renata Abreu SP Abstenção
Total PTN: 4 PV
Dr. Sinval Malheiros SP Sim
Evair de Melo ES Sim
Evandro Gussi SP Sim
Fábio Ramalho MG Sim
Leandre PR Não
Sarney Filho MA Sim
Victor Mendes MA Não
William Woo SP Não
Total PV: 8 REDE
Alessandro Molon RJ Não
Aliel Machado PR Não
Eliziane Gama MA Não
João Derly RS Não
Miro Teixeira RJ Não
Total REDE: 5 Sem partido
Cabo Daciolo RJ Não
Total S.Part.: 1 Solidariedade
Augusto Carvalho DF Não
Aureo RJ Não
Benjamin Maranhão PB Não
Carlos Manato ES Não
Expedito Netto RO Não
Ezequiel Teixeira RJ Não
Fernando Francischini PR Não
Genecias Noronha CE Sim
Mainha PI Sim
Paulo Pereira da Silva SP Sim
Total Solidaried: 10 Fonte: CENIN – Coordenação do Sistema Eletrônico de Votação da Câmara dos Deputados
O texto a seguir é a íntegra doeditorial do jornal O Estado de S. Paulo.
Numa sala daquele grande prédio no bairro Limão, em São Paulo, que
abriga o Estadão, ainda restam alguns jornalistas que sabem escrever e
dizer a verdade. Todavia, com a Lei da Mordaça sancionada pela Dilma, decerto daqui para frente a seção dos editoriais poderá ser ocupada pela editoria de gastronomia.
O
editorial em destaque diz respeito a uma cartilha editada pelo PT, por
meio da qual essa agremiação dirigente do Foro de São Paulo tenta fazer
crer que uma tomada elétrica é o mesmo que um focinho de porco. Em
outras palavras, o PT tenta se salvar e sai atirando ferozmente contra
tudo e contra todos, particularmente contra a Operação Lava Jato, o Juiz
Sergio Moro, o Ministro do STF Gilmar Mendes. Obviamente sabe o PT que
seus desafetos não irão se valer da Leia da Mordaça, como o editor deste
blog e demais jornalistas de verdade não farão se lhes chamarem de
feios. Sim, porque não teria cabimento fazer uso de uma lei espúria que
todos os verdadeiros democratas e defensores da liberdade de imprensa
deploram. E isto já é o suficiente para comprovar que a censura à
imprensa foi restaurada no Brasil sob reinado petista. Todavia, difícil
no entanto é calar 90% da população brasileira.
Enquanto a editoria de gastronomia do Estadão não sequestra a seção dos editorais, aproveite para ler:
ARREGANHOS DO DESESPERO
Enquanto
Lula corre contra o tempo e age nos bastidores na tentativa de
convencer Dilma a adotar uma “nova política econômica” que preserve o
potencial eleitoral do PT – quer dizer, dele próprio –, seu partido
decide, a pretexto de se defender, partir para o ataque a tudo e a todos
que representam ameaça a seu projeto de poder. Recorrendo ao velho
hábito de usar as palavras para obter efeito exatamente contrário ao que
elas significam, a direção nacional do partido está distribuindo
milhares de cópias de um texto intitulado Em defesa do PT, da Verdade e
da Democracia, que já é mentiroso a partir do título porque não defende
coisa alguma. Ao contrário, dedica-se, em suas 34 páginas, a atacar
ferozmente a Operação Lava Jato, o juiz Sergio Moro, o ministro do STF
Gilmar Mendes, os tucanos, a imprensa, acusando a todos de, com base em
óbvias mentiras, estarem empenhados numa campanha para “eliminar o
partido da vida pública brasileira”.
O
PT chegou ao poder mitificando sua identificação com os pobres e os
estratos sociais marginalizados da vida econômica, de modo a, por meio
de marota simbiose, compartilhar o papel de vítima numa sociedade
dominada por opressores perversos, as famosas elites. E foi assim que
ressurgiu – exumado dos despojos da luta de classes retratada pela ótica
do marxismo-leninismo – o argumento central do discurso lulopetista, o
do “nós” contra “eles”. Um discurso que não mudou nem com a ascensão de
Lula à Presidência e que, como se vê, é revigorado no momento em que o
PT, tendo malogrado na tentativa de criar o Paraíso na Terra com seu
voluntarismo vesgo, percebe toda a extensão de sua vulnerabilidade
política, social e, acima de tudo, moral.
É
hora, portanto, de dramatizar o papel de vítima exposta à sanha
demolidora daqueles que “mentem sob a proteção da toga, nos mais altos
tribunais, afrontando a consciência jurídica da nação em rede nacional
de TV. Mentem sob a impunidade parlamentar, disseminando o ódio nas
redes sociais. Mentem sob a proteção da autonomia funcional, forjando
procedimentos investigatórios sem base alguma, apenas para produzir
manchetes”.
O
tom do documento é patético. Essa chamada “cartilha” destinada a
fornecer argumentos à militância petista na áafirma que “desde a
campanha eleitoral de 2014 adversários escolheram as investigações da
Operação Lava Jato para insistir em criminalizar” o PT, com o objetivo
de “cassar o registro do partido” por temerem “a quinta derrota
consecutiva nas eleições”. Como se a vitória petista nas eleições
municipais do próximo ano e na presidencial de 2018 fosse favas
contadas.
Descontados
os exageros que devem ser debitados ao desespero, concretamente
motivado pela decadência do apoio popular ao PT, não se pode relevar a
gravidade do flagrante desrespeito às instituições democráticas embutido
no discurso da liderança petista. Sente-se o PT, com sua vocação
autoritária, no direito de julgar o Poder Judiciário de acordo com suas
próprias conveniências, chegando ao absurdo de afirmar que seus
dirigentes que respondem a denúncias de corrupção têm sido condenados
“sem provas”. Disseram isso por ocasião do julgamento do mensalão e
repetem agora. Ora, se é o PT quem sabe quais culpas resultam provadas
ou não perante os tribunais, para que servem os tribunais? Seria, então,
o caso de o partido que está no governo criar um comissariado para
substituir um dos Três Poderes da República, integrado por magistrados
incompetentes ou mal-intencionados que não sabem distinguir inocentes de
culpados?
Para
o PT está tudo errado no trabalho dos delegados, procuradores e juízes
federais – em especial Sergio Moro, a personificação de Satanás –,
porque os petistas pegos com a boca na botija estão sendo mandados para a
cadeia. E tudo isso é consequência – ataca o PT – da forma como
procuradores, delegados e juízes manipulam a “autonomia funcional de que
dispõem”. Em sua enorme soberba e arrogância, os sobas petistas creem
que, só pelo fato de estarem no poder, tudo podem e jamais deveriam ser
contrariados por “subalternos”. Subestimaram a força de instituições
enraizadas na consciência democrática da Nação. DO ALUIZIOAMORIM
"Suas
Excelências" articulando todos os tipos de sacanagens. Eles perderam o
resto da vergonha, se é que algum dia a tiveram. Todos, com as mínimas
exceções de sempre estão acumpliciados com o PT. Foto: Diário do Poder
Brasileiros
que enviaram dinheiro ao exterior sem declaração à Receita Federal
poderão “repatriar” esses recursos mediante pagamento de multa camarada.
O projeto, aprovado esta noite pela Câmara dos Deputados, faz parte do
“ajuste fiscal” do governo. O objetivo é aumentar a arrecadação.
O
texto aprovado prevê anistia a uma série de crimes a quem
voluntariamente declarar os recursos enviados ao exterior e pagar, em
multa e Imposto de Renda, um percentual de 30% sobre o valor.
Para
facilitar a aprovação do texto diante das críticas a essa anistia, o
relator da proposta, deputado Manoel Junior (PMDB-PB), retirou do rol de
delitos que poderiam ser perdoados a associação criminosa e o caixa 2.
Deverá
ser perdoado quem regularizar valores provenientes de crimes como
sonegação fiscal, evasão de divisas, falsidade ideológica, falsificação
de documento, sonegação de contribuição previdenciária e operação de
câmbio não autorizada. Também não serão punidos crimes de descaminho e
lavagem de dinheiro.
A
oposição alega que o projeto garante impunidade para criminosos. O
líder do PPS, Rubens Bueno (PR), diz que não há meios de assegurar que o
patrimônio “repatriado” tenha origem lícita, já que seria necessária
uma investigação para rastrear a origem desses recursos. Do site Diário do Poder
Líder do Democratas no Senado Federal, Ronaldo Caiado
(GO) pediu, nesta quarta-feira (11) apoio dos produtores rurais de todo
o País ao movimento dos caminhoneiros. O senador tratou do tema durante
entrevista ao programa “Mercado e Companhia”, do Canal Rural, quando
fez duras críticas à tentativa de intimidação do governo à manifestação
dos motoristas com a edição da Medida Provisória 699/2015. Caiado
enalteceu a característica solidária da classe e a importância de se dar
suporte a um movimento que vai ao encontro do que maioria da população
brasileira quer: o impeachment da presidente Dilma.
“Como um líder do setor rural peço apoio da classe ao movimento dos
caminheiros duramente agredido pelo governo. A solidariedade é uma
característica dos representantes do campo no Brasil e seria uma grande
injustiça deixar desassistidos esses cidadãos que tiveram a coragem de
ir às ruas e pedir o que é clamor da população: o impeachment da
presidente Dilma. Produtores rurais, peço que coloquem seu maquinário
nas ruas e se juntem aos caminhoneiros. É inaceitável o governo
perseguir e tentar amedrontar essas manifestações legítimas de quem foi
enganado por um governo mentiroso, corrupto e incompetente”, disse
Caiado.
Caiado considerou autoritária e absurda a MP que estipula multas de
até R$ 20 mil para quem participar e organizar manifestações como a dos
caminhoneiros. “Vejam o desespero do governo. Penaliza o caminhoneiro,
age de forma truculenta e ditatorial contra um movimento autônomo de
quem foi enganado e luta pela sua sobrevivência. Essa MP surgiu para
punir diretamente esse movimento ao mandar prender caminhões, impedir
por 10 anos financiamentos de veículos e cassar a carteira de motorista
dos caminhoneiros”, comentou.
“O governo não vai conseguir intimidar cidadãos que têm o direito
constitucional de se manifestar. Esse grande movimento feito por
caminheiros e jovens aqui em Brasília acampados em frente ao Congresso é
um gesto patriótico que tenho a certeza será em breve reconhecido”,
pontuou.
Dilma, com o apoio dos ministros que integram o chamado “núcleo duro”
do governo, tenta transformar o Brasil em uma versão agigantada da
Venezuela, onde a democracia existe apenas e tão somente no dicionário. A
MP editada pela presidente é truculenta e não repete o comportamento do
PT em relação às manifestações organizadas pelos “companheiros” contra
os adversários políticos. Que ao PT falta competência em questões de
governança e coerência todos sabem, mas não se pode aceitar uma medida
autoritária que afronta o estado democrático de Direito. Saiba mais
A MP 699/2015 altera o Código de Trânsito Brasileiro ao determinar
multas que ultrapassam R$ 5 mil para o uso de veículos com finalidade de
bloquear estradas. A multa pode chegar a R$ 20 mil aos organizadores
desse tipo movimento, caso dos caminhoneiros. A norma ainda estabelece
suspensão da carteira de motorista por 12 meses e de financiamentos para
compra de veículos por até dez anos. DO UCHO.INFO
O
filho do presidente Nicolás Maduro, Efraim Antonio Campos Flores, foi
preso na manhã de ontem no Haiti com 800 quilos de cocaína em uma
operação coordenada pela agência antidrogas dos Estados Unidos (DEA) e
pela Procuradoria Federal do Distrito Sul de Nova York, segundo
informações do governo americano obtidas por VEJA.com O site de Veja disse que ele e o primo já estão na cadeia, serão julgados e cumprirão pena nos EUA. O
próprio presidente da Venezuela pode estar envolvido no tráfico
internacional e poderá ser capturado e preso em Caracas, tal como
fizeram marines americanos que levaram o presidente Manuel Noriega para
prisões dos EUA.
Campos Flores é sobrinho da primeira-dama Cilia Flores e foi criado por
ela e por Maduro desde criança. No momento da prisão, ele estava na
companhia de seu primo Francisco Flores de Freitas. Eles foram presos em
Porto Príncipe, quando desembarcavam com a droga que havia sido
despachada da Venezuela e tinha como destino o México e os Estados
Unidos. Os venezuelanos foram extraditados para os Estados Unidos e estão desde ontem em um presídio federal. 11 de novembro de 2015
A
feminista Sara Winter, conhecida nacionalmente
por participar de protestos a favor do aborto e participar de programas de TV
defendendo a liberdade de decisão das mulheres sobre suas escolhas, publicou
em sua página no Facebook dois relatos sobre mudanças significativas de opinião
em relação aos temas que fazem parte dos principais debates na sociedade. No
primeiro artigo, Sara Winter expressa que após seu primeiro aborto, se arrependeu
amargamente, e que após engravidar novamente decidiu levar a gestação até o fim,
e agora é contra o aborto. Com o nascimento do filho, a feminista disse que
decidiu também expor sua opinião contra a ideologia de gênero, que prega que
uma pessoa pertence ao gênero que escolher, não ao qual nasceu. Junto com a
corajosa exposição de sua mudança de opinião sobre o aborto, Sara pediu perdão
às pessoas que se sentiram ofendidas com sua postura ao longo dos anos sobre o
tema: “Eu me arrependi de ter abortado e hoje peço perdão. Meu texto começa
assim. Porque é a síntese de tudo o que eu sinto. Amanhã faz um mês que meu
bebê nasceu e minha vida ganhou um novo sentido. Estou escrevendo isso enquanto
ele dorme sereno no meu colo. É a melhor sensação do mundo”, escreveu a
feminista. “A minha experiência de ter quase perdido a vida, de ter tido
sequelas, pesadelos horríveis e de quase ter perdido meu bebê me tornou uma
mulher contra o aborto. Isso mesmo,
eu Sara Winter, sou contra o aborto.”
Sobre
a ideologia de gênero, Sara expressou o que parece ser o entendimento da
maioria das pessoas sobre o tema: “Eu não acredito que uma pessoa possa se
identificar com um gênero e a partir de então pertencer a ele. Ou seja, essa
ladainha de ‘eu sou mulher porque me sinto mulher’, eu não acredito e não
apoio. Pra mim mulher é quem nasce com vagina e homem é quem nasce com pênis. Atenção
aqui: eu não tenho absolutamente nada contra pessoas transexuais, eu só não
acredito que trocar de roupas, colocar silicone e fazer a transição com
hormônios e cirurgia possa mudar o gênero de alguém”, escreveu.
Em
relação à forma de escrita adotada por muitos ativistas, Sara Winter destacou
que é contra, pois sob um pretexto de inclusão resulta na exclusão de outros:
“Meu filho é filho. Eu não concordo mais com essa besteira de filhx, e ficar
usando o x (linguagem inclusiva), até porque é uma linguagem elitista. É
difícil de ler, de entender e explicar para as pessoas”, opinou.
Confira
trechos do relato da feminista Sara Winter sobre o aborto:
“EU
ME ARREPENDI DE TER ABORTADO E HOJE PEÇO PERDÃO. Meu texto começa assim. Porque
é a síntese de tudo o que eu sinto. Amanhã faz um mês que meu bebe nasceu e
minha vida ganhou um novo sentido. Estou escrevendo isso enquanto ele dorme
sereno no meu colo. É a melhor sensação do mundo.
“Eu
ensaiei este texto milhares de vezes durante meses na minha mente e talvez ele
não saia tão brilhante como eu gostaria que saísse, mas o mais importante que
gostaria de que chegasse a vocês é que, por favor, mulheres que estão
desesperadas para abortar, pensem muito, eu me arrependi muito, não quero o
mesmo destino pra vocês.
“Eu
sou feminista e sempre serei. Isso significa que eu quero e luto pra que
mulheres tenham os mesmos direitos e acesso a políticas públicas específicas [...]
“Um
dos maiores problemas que tive contato com o feminismo nesses meus 3 anos e
meio de militância foi o INCENTIVO AO ABORTO. Não estamos falando de pessoas
que militam para que o aborto seja legalizado, estamos falando aqui, de
mulheres que organizam grupos online para DISTRIBUIÇÃO DE CYTOTEC (misoprostol
– droga abortiva proibida no Brasil). Estamos falando de mulheres brancas e de
classe média que se unem para comprar essa droga para outras mulheres,
inclusive meninas menores de idade. Estamos falando de mulheres que incentivam
o abortamento e acreditam que o método é uma forma de empoderamento da mulher. Eu
caí nessa ladainha. Eu quase morri.
“Uma
feminista me deu a droga, e eu, num momento de desespero, abortei. A mesma
feminista sequer me avisou sobre o pós-procedimento, mais conhecido como
CURETAGEM. Não me deu qualquer suporte emocional, qualquer ombro amigo. Dez
dias depois eu sangrei até quase morrer e tive sequelas gravíssimas.
“Ironia
do destino ou não, quem me ajudou foi um HOMEM que de pró-feminista não tinha
nada.
“Eu
não estou falando que toda feminista faz isso, veja bem, mas muitas fazem e
essas são a escória irresponsável do movimento, e que na minha opinião deveriam
ser presas por tráfico de drogas e tentativa de homicídio. Isso não aconteceu
apenas comigo, isso acontece todos os dias. O aborto clandestino não é seguro.
“Eu
recebi um laudo médico de que se eu desejasse engravidar novamente teria de
fazer ANOS E ANOS de tratamento. Fiquei arrasada, um arrependimento terrível
tomou conta de mim [...]
“Sete
meses depois de abortar eu engravidei novamente. Essa foi a maior felicidade da
minha vida. Mesmo sabendo que o progenitor não iria me ajudar com absolutamente
nada, Deus me deu uma segunda chance.
“Infelizmente
por conta do aborto meses antes, minha gravidez foi de alto risco nos primeiros
meses. O medo de perder meu bebê me assombrava todos os dias. Tive
sangramentos, tive que ficar de repouso por dias, interromper todas as minhas
atividades, foi um verdadeiro martírio.
“O
tempo todo eu pensava: ‘Por que aquela feminista que me deu cytotec não me
falou que eu poderia morrer tomando isso?’, se eu que sou ativista feminista e
tenho acesso à internet era completamente ignorante no assunto, imaginem
mulheres que não têm esse mesmo privilégio?
“Eu
escrevi algumas vezes isso no meu perfil pessoal e fui atacada por feministas
que me chamaram de pró-vida, e disseram que a decisão foi minha de abortar e
que eu estou sujando o movimento contanto isso. Mas as pessoas precisam saber
da verdade. O feminismo deveria se concentrar mais em salvar mulheres do
que colocar a vida delas em risco. [...]
“A
minha experiência de ter quase perdido a vida, de ter tido sequelas, pesadelos
horríveis e de quase ter perdido meu bebê me tornou uma mulher CONTRA O ABORTO.
Isso mesmo, eu Sara Winter, sou CONTRA O ABORTO. [...]
“Para
as pessoas que não têm um pingo de vergonha na cara e têm me mandado mensagens
e comentários chamando meu filho de ESTUPRADOR, eu imploro que parem. Uma
criança não tem nada a ver com as atitudes ou passado da mãe. PAREM. Meu filho
merece todas as energias positivas do mundo e merece crescer de maneira
saudável fisicamente e mentalmente. Não façam mal a ele.
“Para
todas as pessoas que eu possa ter vindo a ofender sobre o assunto de aborto, eu
peço, sem qualquer ressentimento: me perdoem.”
Sara
Winter, 14 de outubro de 2015.
Confira
a íntegra do relato dela sobre a ideologia de gênero:
MEU
FILHO É XY E SOU MUITO FELIZ COM ISSO
“Algumas
pessoas têm comentado aqui na page sobre o que eu acho da teoria de gênero. Quero
deixar claro que há mais de um ano eu mudei minha concepção de gênero. Eu não
acredito que uma pessoa possa se identificar com um gênero e a partir de então
pertencer a ele. Ou seja, essa ladainha de ‘eu sou mulher porque me sinto
mulher’, eu não acredito e não apoio. Pra mim mulher é quem nasce com vagina e
homem é quem nasce com pênis.
Nos tempos de militância
“ATENÇÃO
AQUI: eu não tenho absolutamente nada contra pessoas transexuais, eu só não
acredito que trocar de roupas, colocar silicone e fazer a transição com
hormônios e cirurgia possa mudar o gênero de alguém.
“Cada
pessoa é livre para acreditar no que quiser e eu acredito nisso. E se pessoas
transexuais se sentem melhor e mais confortáveis assim, pois que assim sejam e
merecem respeito e segurança, mesmo que eu ou qualquer outro não acredite na
teoria de gênero.
“Não
se ‘vira’ mulher quando se passa batom, coloca silicone e começa a falar fino.
Ser mulher é MUITO MAIS DO QUE ISSO. Assim como duvido muito que uma mulher que
coloque roupas largas e corte o cabelo terá privilégio que homens têm, como
ganhar um salário 30% maior, ter mais segurança na rua...
“Portanto,
meu filho é filhO. Eu não concordo mais com essa besteira de filhx, e ficar
usando o x (linguagem inclusiva), até porque é uma linguagem elitista. É
difícil de ler, de entender e explicar pras pessoas. [...]
Eu
não comecei a pensar assim depois que tive meu filho, há mais de um ano; eu não
acredito em teoria de gênero, mas nunca comentei publicamente pois eu tinha
MEDO de retaliação das outras feministas. Hoje, não tenho mais.
Líder do PPS na Câmara dos Deputados, Rubens Bueno (PR) antecipou na
noite de terça-feira (10) que caso a presidente Dilma Rousseff insista
em editar medida provisória para punir os caminhoneiros que protestam
contra o seu governo, o partido atuará, em conjunto com a oposição e
dissidentes da base, não apenas para derrubar a proposta, mas para
anistiar os profissionais que forem atingidos pela intimidação
descabida, enquanto esta estiver em vigor.
“Se a presidente Dilma resolveu criminalizar os movimentos sociais,
deveria ter enviado ao Congresso um projeto de lei para tratar de
matéria criminal. Em vez disso, usando de subterfúgio, resolveu, pelo
que foi anunciado pelo ministro Eduardo Cardozo (da Justiça), pegar um
atalho por MP para aumentar o valor de infrações de trânsito. Se
confirmada, trata-se de uma medida covarde e antidemocrática”, criticou o
deputado.
A presidente Dilma, lembrou Rubens Bueno, afirmou que bloquear
estradas é crime. “Se é crime, por que não enviou um projeto de lei?
Nunca pensei que assistiria o PT criminalizando protestos de
trabalhadores”, questionou o líder do PPS.
Para Rubens Bueno, a presidente Dilma, num ato como esse, atenta
contra a livre manifestação do povo brasileiro. “Creio que é uma manobra
arriscada que pode colocar o seu governo, de uma vez por todas, fora da
pista”, comparou o parlamentar.
Segundo a intenção do governo, a multa para quem fizer os bloqueios
nas estradas aumentará de R$ 1.915 para R$ 5.746. Os organizadores de
manifestações poderão ser multados em R$ 19.154.
“Estamos atentos e não iremos admitir qualquer tipo de medida que
impeça os brasileiros de se manifestar. O Brasil não é Venezuela e Dilma
e o PT deveriam saber disso”, finalizou Rubens Bueno.
Perdida e sem poder de mando, Dilma ingressou na perigosa seara em
que o contraditório é rechaçado de qualquer forma, como se o Brasil já
existisse como uma ditadura comunista. O direito à manifestação é
garantido pela Constituição Federal, portanto nada pode ser feito contra
os caminhoneiros, desde que não seja violado o direito de ir e vir dos
cidadãos nas rodovias brasileiras.
Os caminhoneiros, antes da deflagração do movimento, garantiram o
livre trânsito de carros de passeio, ônibus e caminhões que transportam
produtos perecíveis, medicamentos e material médico-hospitalar. Ou seja,
não por parte dos manifestantes a intenção deliberada de fechar as
estradas do País, mas de protestar contra um governo criminoso,
incompetente, corrupto, perdulário e paralisado.
Se os petistas palacianos entendem que a forma sugerida por Dilma é a
mais acertada para lidar com quem protesta contra o governo, que medida
idêntica seja tomada contra os manifestantes que, financiados pelo PT,
interditam a Avenida Paulista, em São Paulo, via de acesso aos dez mais
importantes hospitais da cidade.
A grande questão é que o governo petista de Dilma Rousseff está em
processo de deterioração contínua e os estafetas presidenciais tudo
fazem para salvar o que não tem salvação. Poderiam ao menos termo um
momento de lucidez e consciência, garantindo aos caminhoneiros os mesmos
direitos conferidos aos manifestantes contratados pelo partido para
infernizar a vida dos paulistanos. Porém, é impossível exigir coerência e
bom senso de uma legenda que acertadamente já foi comparada a uma
organização criminosa.
O calendário das
eleições municipais de 2016 foi aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral
(TSE), nesta terça-feira, 10. No próximo ano vão ser disputados o comando das
prefeituras de todo o país e a composição das câmaras municipais.
As principais mudanças são
motivadas por adaptação às regras aprovadas recentemente pelo Congresso
Nacional, que alteraram o prazo para início da campanha e a data-limite para
candidatos se filiarem às legendas pelas quais pretendem concorrer, por exemplo.
Prazo de
filiação
Mudou a data para os candidatos
se filiarem a partidos pelos quais pretendem concorrer. Nas eleições de 2014,
eles tinham que se filiar com pelo menos um ano de antecedência. Agora, poderão
ingressar na legenda seis meses antes, até o fim de março.
Convenções
partidárias
As convenções partidárias para
escolha dos candidatos, deverão ocorrer entre 20 de julho e 5 de agosto. Até
então, ocorriam entre 10 e 30 de junho.
Início da
campanha
Em 2016, a campanha começará
oficialmente em 16 de agosto, ao contrário das eleições de 2014, quando os
candidatos podiam pedir votos somente a partir de 6 de julho.
Propaganda
no rádio e na TV
A propaganda no rádio e na
televisão começa a ser transmitida em 26 de agosto. Em 2014, os programas
começaram a ser exibidos em 19 de agosto.
Primeiro
e segundo turnos
O primeiro turno da disputa
eleitoral está marcado para 2 de outubro, primeiro domingo do mês. O segundo
turno, somente em cidades com mais de 200 mil eleitores, será 30 de outubro,
último domingo do mês. Nos dois dias, a votação começa às 8 horas e termina às
17 horas, horário em que também começa a apuração.
A jornalista paranaense Joice Hasselmann não integra
mais os quadros da TVeja, a rede de TV da revista Veja na Internet. Em
uma rede social (www.facebook.com/joicehasselmann), Joice fez um longo
desabafo explicando os motivos que a levaram a sair do grupo Abril e
explicou os novos projetos aos quais irá se dedicar. A partir do momento
em que a informação começou a circular nas redes sociais, a jornalista
começou a receber dezenas de manifestações de apoio, principalmente pela
sua atuação em defesa do impeachment da presidente Dilma (PT).
Veja a seguir a íntegra do post de despedida de Joice.
“Olá pessoal! Hoje é dia de comunicado importante, de adeus e de
anúncio de projeto novo. Vamos por partes. Já corre nas Redes Sociais
que eu, Joice Hasselmann, já não estou mais em TVEJA, a TV do site de
VEJA, que tenho orgulho de ter criado do zero. Como a internet é espaço
livre e tem muita desinformação sobre o assunto, vamos aos fatos reais,
em respeito a vocês, meus milhares de seguidores, guerreiros, que
debatem comigo, diariamente, os problemas e soluções para nosso país.
Sim, não faço mais parte de VEJA. O ciclo se encerrou. É hora de
projeto novo. Tenho muito carinho por TVEJA, a primeira TV com grande
fixa na internet, que tive a honra de criar, de pensar, de batizar os
programas, de desenvolver o slogan, de adaptar o estúdio, enfim, de
carregar esse piano por muito tempo com um pequeno e competente time de
colunistas, que rapidamente se engajaram no projeto. Não é segredo que
até um passado recente eu fazia todos os programas de TVEJA, de seis a
dez vídeos por dia, sozinha ou junto com um dos meus competentes
parceiros de VEJA, que no início eram poucos. Entrevistei os maiores
nomes da política do Brasil, debatemos nosso país, enfrentamos com o som
da verdade e coragem as mazelas da corrupção e abrimos espaço para
todas as vozes. Fizemos a maior cobertura eleitoral da história da
internet. Uma deliciosa maratona. Lembro com carinho do dia da eleição
em que fiquei 12 horas no ar ininterruptamente. Uau! Foi incrível! Um
trabalho de tanta garra que mereceu a Carta ao Leitor de VEJA (a imagem
que está acima), o mais nobre espaço da revista. Fomos “A Vitória de
VEJA nas eleições”, um reconhecimento da revista pelo trabalho
realizado.
Esse tempo de 1 ano e 3 meses foi momento único de interação e de
criação de um novo veículo. Isso já está feito e é um legado que tenho
orgulho de deixar. Mas essa missão eu já cumpri. Agora, no momento das
maiores crises que o país enfrenta (ética, econômica e política) é
preciso ir além. É preciso dar um passo maior. É preciso interagir mais
com os milhares de seguidores que me acompanham, com meu público e
tratar de novos temas, com mais profundidade e mantendo a espinha ereta e
o coração tranquilo. A limitação de um espaço, agora reduzido, também
limita o debate, a interação, o enfrentamento. E repito, é preciso ir
além.
Continuo caminhando junto com o público de VEJA, mas caminhando em frente para ampliar o debate com a nação brasileira.
Quero agradecer de coração aos meus queridos parceiros @augustonunes
@ricardosetti, @reinaldoazevedo, @villamarcoantonio, J.R Guzzo,
Eurípedes Alcântara, que me contratou e confiou em mim para esse
projeto, e as meninas mais talentosas que o site de VEJA já viu: Bruna
Fasano, Virgínia Falanghe, Beatriz França e Isabella Infantine. As
meninas da minha equipe.
Agradeço por esse tempo. Agradeço pela chance de ter feito algo novo. Agradeço aos colegas e até aos críticos.
Vamos em frente. A árvore que tem raízes verga, mas não quebra. Um beijo grande e me aguardem!”– DO FABIOCAMPANA
Seu protagonismo impede uma solução para a crise. Ele aposta no impasse como único meio de sobrevivência política
Marco Antonio Villa O Globo
Lula
voltou a ser o principal protagonista da cena política brasileira. No
último mês, não teve um dia sequer em que não ocupasse as manchetes da
imprensa. Viajou pelo Brasil — sempre de jatinho particular, pago não se
sabe por quem — e falou, falou e falou. Impôs uma reforma ministerial à
presidente, que obedeceu passivamente, como de hábito, ao seu criador.
Colocou no centro do poder um homem seu, Jaques Wagner, para controlar a
presidente, reestruturar o pacto lulista — essencialmente
antirrepublicano — com o Congresso e o grande capital e, principalmente,
para ser um escudo contra as graves acusações que pesam sobre ele, sua
família e amigos. Como
de hábito, não teve nenhum compromisso com a verdade. Vociferou contra
as investigações. Atacou a Polícia Federal, como se uma instituição de
Estado não pudesse investigá-lo. Ou seja, ele estaria acima das leis, um
cidadão — sempre — acima de qualquer suspeita, intocável. Apontou sua
ira contra o ministro da Justiça e tentou retirá-lo do cargo — e vai
conseguir, cedo ou tarde, pois sabe quão importante foi Márcio Thomaz
Bastos em 2005, quando transformou o ministro em seu advogado de defesa. O
ex-presidente, em exercício informal e eventual da Presidência,
declarou que o Brasil vive quase um Estado de exceção, simplesmente
porque a imprensa divulgou documentos sobre seus ganhos milionários nas
palestras e apresentou como dois filhos vivem em apartamentos em áreas
nobres de São Paulo sem pagar aluguel — uma espécie de Minha Casa Minha
Vida platinum, reservado exclusivamente à família Lula da Silva — e
teriam recebido quantias vultuosas sem a devida comprovação do serviço
prestado. Não deve ser esquecido que o Coaf justificou a investigação da
sua movimentação financeira como “incompatível com o patrimônio, a
atividade econômica e a capacidade financeira do cliente.” Lula
passou ao ataque. Falou em maré conservadora, que não admite ser
chamado de corrupto e que — sinal dos tempos — não teme ser preso. A
presidente da República, demonstrando subserviência, se deslocou em um
dia útil de trabalho, de Brasília para São Paulo, simplesmente para
participar da festa de aniversário do seu criador. Coisa típica de
República bananeira. Ninguém perguntou sobre os gastos de viagem de uma
atividade privada paga com dinheiro público. O país recebeu a notícia
naturalmente. E alguns ingênuos ainda imaginam que a criatura possa
romper com o criador, repetindo a ladainha de 2011. Mesmo
após as aterradoras revelações do petrolão, Lula finge que não tem
qualquer relação com o escândalo e posa de perseguido, de injustiçado.
Como se não fosse ele o presidente da República no momento da construção
e operação do maior desvio de recursos públicos da história do mundo.
Nas andanças pelo país, para evitar perguntas constrangedoras, escolhe
auditórios amestrados. Mente, mente, sem nenhum pudor. Chegou a
confessar cometeu estelionato eleitoral, em 2014, como se fosse algo
banal. O
protagonismo de Lula impede uma solução para a crise. Ele aposta no
impasse como único meio de sobrevivência, da sua sobrevivência política.
Pouco importa que o Brasil viva o pior momento econômico dos últimos 25
anos e que a recessão vá se estender, no mínimo, até o ano que vem.
Pouco importam os milhões de desempregados, a disparada da inflação, o
desgoverno das contas públicas. Em 1980, o então presidente do Sindicato
dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo não pensou duas vezes em
prorrogar a greve, mesmo levando-a à derrota — e aos milhares de
operários que tiveram os dias parados descontados nos salários —,
simplesmente para reabilitar sua imagem frente à base sindical, isto
porque, no ano anterior fechou acordo com a Fiesp sem que o mesmo fosse
aprovado pela assembleia, daí que passou a ser chamado pelos operários
de pelego e traidor. Em
setembro, Dilma chegou a balançar quando o PMDB insinuou que poderia
apoiar o impeachment. Lula entrou em campo e, se não virou o jogo,
conseguiu ao menos equilibrar a partida — isto na esfera da política,
não da gestão econômica. Tanto que a possibilidade de a Câmara dos
Deputados aprovar, neste ano, a abertura de um processo de impeachment é
nula. Por outro lado, o Congresso Nacional não aprovou as medidas que o
governo considera como essenciais para o ajuste fiscal. É um jogo cruel
e que vai continuar até o agravamento da crise econômica a um ponto que
as ruas voltarem a ser ocupadas pelos manifestantes. As
vitórias de Lula são pontuais, superficiais e com prazo de validade. As
pesquisas mostram que ele, hoje, é uma liderança decadente e com alto
grau de rejeição, assim como o PT. Mantém uma influência no centro de
poder que é absolutamente desproporcional ao seu real peso político. Tem
medo das consequências advindas das operações Lava-Jato e Zelotes. Mas
no seu delírio quer arrastar o país à pior crise da história
republicana. E está conseguindo. Tudo porque sabe que o impeachment de
Dilma é o dobre de finados dele e do PT. As
ações de Lula desmoralizam o Estado Democrático de Direito. Ele
despreza a democracia. Sempre desprezou. Entende o Estado como
instrumento da sua vontade pessoal. Mas, para sorte do Brasil, caminha
para o ocaso. Só não foi completamente derrotado porque ainda mantém
apoio de boa parte da elite empresarial, que, por sua vez, exerce forte
influência no Congresso e nas cortes superiores de Brasília. O grande
capital não sabe o que virá depois do PT. Na dúvida, prefere manter
apoio ao “seu” partido e ao “seu” homem de confiança, Lula. Marco Antonio Villa é historiador 10/11/2015 - DO R.DEMOCRATICA