PAZ AMOR E VIDA NA TERRA " De tanto ver triunfar as nulidades, De tanto ver crescer as injustiças, De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto". [Ruy Barbosa]
sábado, 31 de outubro de 2015
Entrevista, Carla Zambelli - Permaneceremos algemados, mesmo durante o feriadão, até que Cunha decida sobre o impeachment
ENTREVISTA
Carla Zambelli, Aliança Nacional dos Movimentos Democráticos
Via Face Time, iPhone
Vocês vão ficar aí, algemados, durante todo o feriadão ?
Estamos aqui, algemados na pilastra do Salão Verde da Câmara, há quatro dias. Vamos ficar aqui até que o presidente Eduardo Cunha decida sobre o pedido de impeachment.
Dá para aguentar ?
Está difícil. Não tem ninguém aqui. Estamos muito isolados e precisamos de mais apoio.
As pessoas parecem anestesiadas.
Sabemos que a indignação do povo é enorme, mas há muito desânimo, porque parece que as coisas não têm consequência.
Como tem sido a conversa com o Eduardo Cunha ?
Ele garantiu nossa presença. Neste final de semana, até autorizou o ingresso de familiares da gente, que não vemos há dias. Demos para ele as chaves das algemas e pedimos que ele só nos liberte quando decidir sobre o impeachment.
E os demais parlamentares ?
Você já publicou mensagens de vários deles, que nos visitam. Até o Chico Alencar, do PSOL, nos visitou.
E ?
Ele é de esquerda, não pensa como nós, mas disse que nos respeita. E disse que votará pelo impeachment. -DO POLIBIOBRAGA
Carla Zambelli, Aliança Nacional dos Movimentos Democráticos
Via Face Time, iPhone
Vocês vão ficar aí, algemados, durante todo o feriadão ?
Estamos aqui, algemados na pilastra do Salão Verde da Câmara, há quatro dias. Vamos ficar aqui até que o presidente Eduardo Cunha decida sobre o pedido de impeachment.
Dá para aguentar ?
Está difícil. Não tem ninguém aqui. Estamos muito isolados e precisamos de mais apoio.
As pessoas parecem anestesiadas.
Sabemos que a indignação do povo é enorme, mas há muito desânimo, porque parece que as coisas não têm consequência.
Como tem sido a conversa com o Eduardo Cunha ?
Ele garantiu nossa presença. Neste final de semana, até autorizou o ingresso de familiares da gente, que não vemos há dias. Demos para ele as chaves das algemas e pedimos que ele só nos liberte quando decidir sobre o impeachment.
E os demais parlamentares ?
Você já publicou mensagens de vários deles, que nos visitam. Até o Chico Alencar, do PSOL, nos visitou.
E ?
Ele é de esquerda, não pensa como nós, mas disse que nos respeita. E disse que votará pelo impeachment. -DO POLIBIOBRAGA
INSTITUIÇÕES CRIMINOSAS
Já
comentei aqui, brevemente, a pesquisa da CNT sobre a queda da confiança
popular nas várias instituições e a do Datafolha que mostra o abismo de
diferenças entre a opinião popular e a dos políticos. (V. o meu artigo http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/16126-2015-10-15-22-00-41.html e as fontes: http://imguol.com/blogs/52/files/2015/07/pesquisa-cntmda-128-relatorio-sintese.pdf ehttp://epoca.globo.com/tempo/filtro/noticia/2015/10/politicos-brasileiros-sao-mais-liberais-do-que-o-eleitorado-diz-pesquisa.html.)
O
confronto dos resultados leva a uma conclusão inexorável: no sistema
representativo brasileiro, os representantes não representam a vontade
dos representados.
Tampouco
a representam o poder executivo, os juízes, os comandantes militares e
outras excelências cujas opiniões majoritárias seguem as dos políticos,
não as do povo, o qual por isso mesmo, como se vê na pesquisa da CNT,
não confia em nenhuma dessas criaturas nem vê nelas os porta-vozes dos
seus interesses.
Pura e
simplesmente, não há um sistema representativo no Brasil. Há um sistema
de coleta de votos para candidatos pré-selecionados segundo os
interesses do grupo dominante e uma máquina de drenagem de impostos para
sustentar nos seus cargos os antagonistas diretos e cínicos do povo
brasileiro.
Por
isso mesmo, todo discurso anticorrupção que se baseie na defesa das
“nossas instituições” é uma fraude que tem de ser denunciada tanto
quanto a corrupção mesma.
Essas
instituições, cujo conjunto forma a “Nova República”, foram concebidas
justamente para isolar e proteger a elite governante, tornando-a
inacessível ao clamor popular.
Quem,
senão as belas “instituições”, deu ao executivo os meios de aparelhar o
Estado inteiro e fazer dele o instrumento dócil dos interesses
partidários mais sórdidos e criminosos?
Quem,
senão as “instituições”, permitiu que se elegesse uma presidente numa
eleição secreta e opaca, blindada antecipadamente contra qualquer
possibilidade de auditagem?
Quem,
senão as “instituições”, permitiu que o Estado se transformasse no
protetor de toda conduta marginal e criminosa, fazendo do Brasil o maior
consumidor de drogas do continente, o maior promotor de violência
contra os professores nas escolas e um dos recordistas mundiais de
assassinatos?
Quem,
senão as maravilhosas “instituições”, permitiu que um povo
majoritariamente conservador e apegado a valores cristãos fosse
representado na Câmara e no Senado por esquerdistas empenhados em fazer
tudo ao contrário do que esse povo quer?
Quem,
senão as sacrossantas “instituições”, permitiu que as escolas
infanto-juvenis se transformassem em academias de sexo grupal, quando
não em matadouros de professores, reduzindo as nossas crianças à
condição de imbecis violentos, prepotentes e hiper-erotizados que
anualmente tiram os últimos lugares nos testes internacionais mas
tirariam os primeiros se fosse concurso para ator pornô ou
cafajeste-modelo?
Quem,
senão as “instituições”, desarmou a população brasileira ao mesmo tempo
que, paparicando as Farc tão queridinhas do PT, permitia que os bandos
de criminosos se equipassem de armas melhores e mais potentes que as da
polícia?
Quem,
senão as “instituições”, deu aos criminosos que nos governam o poder de
burlar o quanto queiram o processo legislativo, legislando através de
decretos administrativos, portarias ministeriais e até regulamentos
departamentais?
Quem,
senão as “instituições”, permitiu que ONGs de quadrilheiros armados
fossem não só financiadas com gordas verbas federais mas se
beneficiassem de toda sorte de privilégios ao ponto de tornar-se
integrantes extra-oficiais do aparelho de Estado?
Quem,
senão as “instituições”, permitiu que o Parlamento se superlotasse de
pseudo-representantes eleitos sem votos, pela mágica dos acordos
interpartidários – um artifício que, por si, já basta para fazer do
sistema representativo inteiro uma palhaçada?
Releiam
a Constituição de 1988, o Estatuto da Criança e do Adolescente, a
legislação eleitoral, etc. etc. e digam se o descalabro dos governos
petistas já não estava todo lá em germe, apenas aguardando a
oportunidade macabra de saltar do papel para a realidade.
Sob
qualquer aspecto que se examine, as instituições que pesam sobre nós são
indefensáveis. Fazer de conta que a roubalheira comunopetista atenta
contra elas, ou constitui um risco para elas, é inverter a realidade das
coisas. A roubalheira tudo deve a essas instituições. Elas são as mães e
protetoras do crime institucionalizado.
Por isso é que todo movimento soi-disant de oposição que se concentre exclusivamente num pedido deimpeachment
da Sra Dilma Rousseff, em vez de exigir a imediata destituição de todos
os astros e estrelas do sistema, é um erro na melhor das hipóteses; na
pior, um engodo proposital.
Depois
de quarenta anos de monopólio esquerdista da mídia, das universidades,
dos movimentos de rua, das verbas oficiais, dos cargos públicos e de
tudo quanto existe; depois de políticas insanas que levaram o Brasil a
tornar-se o país mais assassino e o maior consumidor de drogas do
continente; depois da completa destruição da alta cultura e do sistema
educacional no país; depois dos maiores episódios de corrupção da
história universal; depois do desmantelamento da agricultura nacional
por grupos de invasores financiados pelo Estado; depois da expulsão de
milhares de brasileiros das suas terras, para dá-las a ONGs
indigenistas, depois de tudo isso o "resgate da nacionalidade" há de
constituir-se da simples remoção da sra. Dilma Rousseff da presidência
da República? Será que os oposicionistas se uniram ao PT no empenho de
gozar da nossa cara? DO ALUIZIOAMORIM
REPORTAGEM-BOMBA DE 'VEJA' REVELA OS "CHAVES DE CADEIA" QUE CERCAM LULA, O FALSO MITO.
A reportagem-bomba de
Veja desta semana faz um inventário da decadência política de Lula. Este
blog há pelo menos uma década no ar sempre interpretou o suposto
prestígio de Lula como fruto de um poderoso esquema de marketing
político. Isto durou até que explodiu a Operação Lava Jato que fez
jorrar uma torrente de roubalheiras. O mito Lula foi feito na base de
muita grana procedente dos cofres estatais. Essa dinheirama foi ‘lavada’
- pasmem - pelos maiores empresários brasileiros e seus asseclas, tanto
aqueles incrustados na Petrobras como em outros órgãos estatais. O que
veio à luz por meio da Operação Lava Jato ainda pode ser apenas a ponta
do iceberg. A corrupção geral e irrestrita, o propinoduto, o avanço nos
cofres públicos que começa pelos cartões corporativos com gastos sem
limite e secretos, levam a crer que Lula e seus sequazes, dentre eles
mega empresários, explodiram os cofres estatais como fazem as quadrilhas
de bandidos que explodem caixas eletrônicos para roubar o dinheiro.
Lula é um mito de pés de barro. Lula não é e nunca foi a
“liderança carismática”, delineada na sociologia de Max Weber no que concerne ao conceito de "tipo ideal" de dominação política. Bom, mas essa é outra história. Weber é uma espécie de filósofo maldito para o esquerdismo delirante. Poucos até hoje se aventuraram pela senda weberiana.
“liderança carismática”, delineada na sociologia de Max Weber no que concerne ao conceito de "tipo ideal" de dominação política. Bom, mas essa é outra história. Weber é uma espécie de filósofo maldito para o esquerdismo delirante. Poucos até hoje se aventuraram pela senda weberiana.
Lula,
reafirmo, é o resultado de um poderoso esquema de marketing político
montado com recursos financeiros sem limite captados nas burras
estatais, ou seja, o dinheiro auferido pelo recolhimento de um turbilhão
de impostos. Cada um dos brasileiros honestos, que trabalham, que
estudam, que ralam no dia a dia por conseguinte são os financiadores sem
direito a qualquer dividendo dessa orgia diabólica que detonou o Plano
Real e trouxe de volta a praga da inflação. O dinheiro auferido pelos
cidadãos derrete na primeira semana após o recebimento dos salários. O
Real foi brutalmente desvalorizado. Igual ao que aconteceu na Venezuela
onde o Bolivar não vale mais nada.
OS BASTIDORES SOMBRIOS
Apesar
disso tudo se vê uma verdadeira guerra nas sombras do poder que une o PT
e os mega empresários para manter intocável esse esquema maldito que
infelicita o povo brasileiro. Não fosse a Operação Lava Jato, os
procuradores federais e o juiz Sérgio Moro, esse esquema estaria
funcionando a todo vapor, sofrendo metaformoses variadas de forma a
manter a ilusão de que tudo estaria normal. E, mesmo com a descoberta de
boa parte dessa roubalheira, seus atores, mesmo aqueles que estão na
cadeia, continuam lutando com afinco para de uma forma ou de outra
tentar sufocar o império da lei que tipifica o Estado Moderno. Essa
tentativa corresponde a algo planejado minimamente, tendo em vista o
golpe mortal na incipiente república brasileira. Essa gentalha deseja na
verdade um Estado totalitário do tipo cubano, onde o ditador pode tudo
inclusive eliminar seus oponentes.
Neste
ponto tem de ser acrescentado o aspecto ideológico-político que permeia
todo esse teatro de horror: o comunismo. Desta feita o "neocomunismo"
posto em marcha pelo PT do Lula, pelo chavismo de Nicolás Maduro, na
Venezuela; pela ditadura do tiranete Rafale Correa no Equador ou pelo
esquema bolivariano do índio cocaleiro Evo Morales ou, ainda, pela bruxa
Cristina Kirchner que transformou a Argentina, outrora um país
próspero, numa Nação caloteira. O efeito mais dramático de toda essa
loucura que os mega empresários tupiniquins também são atores tem neste
momento a Venezuela como emblema. Nesse país que um dia foi de
abundância e prosperidade o povo sofre com a escassez de alimentos e
seus principal líder da oposição é prisioneiro político. Por trás disso
tudo o vulto solerte e dissimulado do Foro de São Paulo, a organização
comunista fundada por Lula e Fidel Castro em 1990.
A
reportagem de Veja não chega a estabelecer esse nexo político-ideológico
que vincula a bancarrota do Brasil e de seus vizinhos aos desígnios do
Foro de São Paulo que continua operando sem parar.
OS FARSANTES DA MÍDIA
Mas não
é apenas Veja que tem passado ao largo deste aspecto. Sobretudo a sua
editoria internacional, mas toda a grande mídia controlada pelos
esbirros do Foro de São Paulo. Dentre esses veículos de mídia mesmo
assim ainda é a revista Veja que tem feito revelações importantes e que
obriga os demais veículos de comunicação a pautarem determinados
assuntos.
O
sucesso dessa empreitada que tem em mira transformar o Brasil numa nova
Cuba ou Venezuela, se deve sobretudo ao jornalismo farsante que não tem
pejo em mentir, escamotear informações pondo em marcha a deletéria
máquina do denominado “marxismo cultural” que tem em mira esfarelar a
liberdade individual. Ao atingir esse desiderato emerge, enfim, um
estado totalitário quando se estabelecerá de forma oficial o contubérnio
entre as esferas pública e privada. Por isso os empresários grandalhões
estão nessa parada.
No que
se refere a Lula, a reportagem bomba de Veja dá uma palhinha em seu
site. Mas isso não é tudo sem o nexo político-ideológico que subjaz ao
enredo dessa opereta de terror.
Transcrevo
um aperitivo do conteúdo da reportagem-bomba de Veja que chega às
bancas neste sábado que abre o feriadão. Vale a pena conferir. Mas
lembrem-se de estabelecer aquilo que denomino neste meu texto de “nexo
político-ideológico". Leiam:
![]() |
| Nos bastidores: Lula, de camiseta dentro do Palácio do Planalto seguindo Berzoíne e Dilma. Foto: Veja. |
O FALSO MITO E AS VERDADES
Oito
anos na Presidência da República fizeram de Lula um mito. Ele escapou
ileso do escândalo do mensalão, bateu recorde de popularidade,
consolidou o Brasil como um país de classe média e elegeu uma quase
desconhecida como sua sucessora. Os opositores reconheciam e temiam seu
poder de arregimentação das massas. O líder messiânico, o novo pai dos
pobres, o protagonista do primeiro governo popular da história do Brasil
encontra-se atualmente soterrado por uma montanha de fatos pesados o
bastante para fazer vergar qualquer biografia - até mesmo a de Lula.
Investigações sobre corrupção feitas pela Polícia Federal e pelo
Ministério Público vão consistentemente chegando mais perto de Lula. Ele
próprio é foco direto de uma dessas apurações. Do seu círculo familiar
mais íntimo ao time vasto de correligionários, doadores de campanha e
amigos, o sistema Lula é formado predominantemente por suspeitos, presos
e sentenciados. Todos acusados de receber vantagens indevidas de
esquemas bilionários de corrupção oficial.
O mito
está emparedado em verdades. Lula teme ser preso, vê perigo e
conspiradores em toda parte, até no Palácio do Planalto. Chegou
recentemente ao ex-presidente um raciocínio político dividido em duas
partes. A primeira dá conta de que sua derrocada pessoal aplacaria a
opinião pública, esse monstro obstinado, movido por excitação, fraqueza,
preconceito, intuição, notícias e redes sociais. A segunda parte é
consequência da primeira. Com a opinião pública satisfeita depois da
punição a Lula, haveria espaço para a criação de um ambiente mais
propício para Dilma Rousseff cumprir seu mandato até o fim. Nada de
novo. A política é feita desse material dúctil inadequado para moldar
alianças inquebrantáveis e fidelidades eternas.
Os
sinais negativos para Lula estão por toda parte. Uma pesquisa do Ibope a
ser divulgada nesta semana mostrará que a maioria da população
brasileira condena a influência de Lula sobre Dilma. Some-se a isso o
contingente dos brasileiros que até comemorariam a prisão dele, e o
quadro fica francamente hostil ao ex-presidente. O nome de Lula e os de
mais de uma dezena de pessoas próximas a ele são cada vez mais
frequentes em enredos de tráfico de influência, desvios de verbas
públicas e recebimento de propina. Delator do petrolão, o doleiro
Alberto Youssef disse que Lula e Dilma sabiam da existência do maior
esquema de corrupção da história do país. Dono da construtora UTC, o
empresário Ricardo Pessoa declarou às autoridades que doou dinheiro
surrupiado da Petrobras à campanha de Lula à reeleição, em 2006. O
lobista Fernando Baiano afirmou que repassou 2 milhões de reais do
petrolão ao pecuarista José Carlos Bumlai, amigo de Lula e tutor dos
negócios dos filhos do petista. Baiano contou aos procuradores que,
segundo Bumlai, a propina era para uma nora do ex-presidente. A relação
de nomes é conhecida, extensa e plural - dela faz parte até uma amiga
íntima de Lula. A novidade agora é que a lista foi reforçada por um novo
personagem. Não um personagem qualquer, mas Luís Cláudio da Silva, um
dos filhos do ex-presidente. O cerco está se fechando DO ALUIZIOAMORIM
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
Cardozo acha que um Lula da Silva tem o direito de escolher a hora de ser intimado
No último dia do governo Lula, o chanceler Celso Amorim presenteou com passaportes diplomáticos quatro filhos e três netos do chefe. Para justificar a sabujice ilegal, que atendeu a um pedido verbal do pai amantíssimo e avô extremoso, Amorim invocou uma norma que permite ao ministro das Relações Exteriores premiar com o documento “pessoas que devam portá-lo em função do interesse do país”.
Passados quase cinco anos, José Eduardo Cardozo reiterou nesta quinta-feira que também os ministros de Dilma acreditam que todos são iguais perante a lei, mas Lula e seus descendentes são mais iguais que os outros. Num país governado por gente séria, o Ministério da Justiça teria tanto a ver com enrascadas em que metem parentes de um ex-presidente da República quanto a torcida do Flamengo com a seleção de hóquei sobre a grama do Paquistão.
No grotão desgovernado pelo lulopetismo, Cardozo mandou às favas a altivez, curvou-se à vontade do chefão e interpelou o diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello, por ter perturbado numa hora imprópria o sossego do caçula envolvido em histórias muito mal contadas. De joelhos, o campeão do servilismo quer saber por que Luís Cláudio Lula da Silva recebeu às 11 da noite a intimação para abrir o bico sobre o caso da compra de uma medida provisória.
O ministro acha que a PF agiu “fora do procedimento usual”. Poderia ter feito a gentileza de traduzir o besteirol em juridiquês: “fora do procedimento usual” quer dizer “fora do horário de expediente (e sem a autorização do intimado)”. Todos os cidadãos podem receber essa espécie de visita indesejada a qualquer momento. Menos os Lula da Silva: tal sobrenome exige que os tiras solicitem uma audiência e torçam para que a agenda não esteja atulhada de reuniões suspeitas.
Essa gente precisa estudar Processo Penal urgentemente, sugere o comentarista Nobile, que oferece aos bacharéis de quinta categoria a seguinte lição: “No procedimento criminal, que envolve desde a fase de investigação e inquérito, as intimações podem ser feitas a qualquer hora do dia e da noite, inclusive aos domingos e feriados. É no processo civil que há restrições de horário (das seis às vinte horas), salvo autorização judicial expressa (artigo 172, parágrafo II, do Código de Processo Civil). Portanto, os agentes federais agiram RIGOROSAMENTE dentro da lei”.
Se subserviência exacerbada algum dia virar crime, Cardozo não escapará de uma intimação. Tomara que a PF marque a entrega para o meio da madrugada. Ele receberá os agentes da lei as mesuras de quem sabe que tem culpa no cartório.DO A,NUNES
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
Lava Jato: ex-deputado Pedro Corrêa é condenado a 20 anos de prisão
Segundo a acusação, ex-presidente do PP embolsou 11,7 milhões de reais em propina – inclusive durante o julgamento do mensalão, quando foi condenado pelo STFPor Laryssa Borges e Macela Mattos,
de Brasília
Veja.com
Pedro Corrêa
(Jose Varella/CB/D.A Press/VEJA)
O juiz federal Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, condenou nesta quinta-feira o ex-deputado e ex-presidente do Partido Progressista (PP) Pedro Corrêa a 20 anos, 7 meses e 10 dias de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no escândalo do petrolão. Também foi condenado o ex-assessor do parlamentar Ivan Vernon, a cinco anos e 16 dias por lavagem de cerca de 390.000 reais.
Conforme revelou VEJA, Pedro Corrêa começou a negociar um acordo de delação premiada com o Ministério Público para levar novos nomes à Lava Jato. Ele já disse aos procuradores, por exemplo, que o ex-presidente Lula e a presidente Dilma Rousseff não apenas sabiam da existência do petrolão como agiram pessoalmente para mantê-lo. Corrêa também contou que o esquema nasceu numa reunião realizada pula do PP e dos petistas José Dirceu e José Eduardo Dutra - à época, ministro da Casa Civil e presidente da Petrobras. Em pauta, a nomeação de Paulo Roberto Costa para a diretoria de Abastecimento da Petrobras.
Conforme a Lei 12.850/2013, em caso de delação firmada depois da sentença, a pena pode ser reduzida até a metade ou admitida a progressão de regime.
Segundo a acusação, Corrêa embolsou 11,7 milhões de reais em propina. Em apenas uma das 72 práticas de corrupção penalizadas pela Justiça, o ex-parlamentar recebeu 2,03 milhões de reais. "O mais perturbador em relação a Pedro Correa consiste no fato de que recebeu propina inclusive enquanto estava sendo julgado pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal na Ação Penal 470 [julgamento do mensalão], havendo registro de recebimentos até outubro de 2012", disse Moro. "Nem o julgamento condenatório pela mais Alta Corte do país representou fator inibidor da reiteração criminosa, embora em outro esquema ilícito. Agiu, portanto, com culpabilidade extremada, o que também deve ser valorado negativamente. Considerando cinco vetoriais negativas, de especial reprovação, fixo, para o crime de corrupção ativa, pena de cinco anos de reclusão", completou.
Na sentença, Moro determina ainda o confisco criminal dos bens do ex-deputado, até que ele reponha aos cofres da Petrobras o valor de 11,7 milhões de reais. Pedro Corrêa foi descrito pelo Ministério Público como "um dos responsáveis pela distribuição interna do PP", sendo que ele próprio embolsou propina para si e para a filha, a ex-deputada Aline Corrêa. A arrecadação de recursos ilícitos pela família Corrêa incluía a atuação do assessor parlamentar Ivan Vernon, o uso de uma funcionária fantasma e a participação de funcionários do extinto gabinete do ex-congressista. O ex-presidente do PP visitou o escritório de Youssef pelo menos 23 vezes entre 2011 e 2013, segundo as investigações.
O homem da mala - O ex-auxiliar do doleiro Alberto Youssef Rafael Ângulo Lopes, que fechou acordo de delação premiada, foi condenado a prestar serviços à comunidade, está proibido de fazer viagens ao exterior e deve permanecer em casa com tornozeleira eletrônica entre as 10 horas da noite e as 6 horas da manhã. Na decisão de Moro, foram absolvidos o filho de Pedro Correa, Fábio Correa, e a nora Márcia Danzi. Em depoimento ao juiz Moro em agosto, o mensaleiro eximiu a família de culpa e disse que seus parentes não tinham nenhum envolvimento com o petrolão.
Em depoimento ao juiz Sergio Moro, Ângulo Lopes disse que a propina ao ex-parlamentar chegava a até 200.000 reais por mês. A acusação estima que Corrêa e auxiliares embolsaram cerca de 40 milhões de reais em dinheiro sujo entre 2004 e 2014. Na planilha de propinas do delator, os repasses de dinheiro sujo a políticos eram anotados com a abreviatura "band", em referência a "bandidos".
O doleiro Alberto Youssef, por sua vez, afirmou em juízo que políticos do Partido Progressista receberam repasses mensais de até 750.000 reais em propina, a partir de dinheiro desviado na Petrobras, durante a campanha eleitoral de 2010. Entre os beneficiários, segundo o delator, estava Pedro Corrêa. "[Pedro Corrêa] Como um dos artífices do esquema criminoso desde o início, tinha total conhecimento dos detalhes, inclusive de que a propina era paga com base em percentual dos recursos obtidos pelas empreiteiras nos contratos com a Petrobras, estes por sua vez decorrentes de cartel e ajuste fraudulento de licitações", disse Moro na sentença. 29/10/2015
Filho de Lula sai de festa do pai e é intimado em casa pela PF às 23h
Festa de aniversário de 70 anos do ex-presidente Lula, na terça-feira,
em São Paulo
Ricardo Stuckert/Instituto Lula
Por Mônica Bergamo
FSPA Polícia Federal bateu às portas do apartamento de Luis Cláudio Lula da Silva, filho do ex-presidente da República, às 23h de terça-feira (27) para intimá-lo a depor nesta quinta no inquérito que apura irregularidades na Operação Zelotes. O episódio, mantido até agora em segredo, enfureceu o entorno do ex-presidente.
Luis Claudio tinha acabado de sair da festa de aniversário do pai com a mulher, Fátima, que está grávida de seis meses. Na celebração estava também a presidente Dilma Rousseff.
Pouco depois de chegar em seu apartamento, nos Jardins, o porteiro do prédio em que mora interfonou avisando que agentes da PF estavam no térreo e o esperavam para fazer a intimação.
Ele buscou orientação de advogados e desceu para assinar o documento
O advogado de Luis Cláudio, Cristiano Martins, confirma o episódio. "Na minha opinião, infelizmente é mais um excesso que se verifica neste caso", diz ele. "Uma intimação neste horário só poderia ser feita com autorização judicial expressa."
O advogado foi à polícia, narrou ocorrido e pediu cópia integral do inquérito, afirmando precisar de mais tempo para que o cliente possa fazer um depoimento formal. O fato tem tudo para piorar ainda mais a relação entre Lula e Dilma. A família do petista está chateada com ela por acreditar que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, não se mobiliza para evitar abusos da PF em relação a ele e a seus filhos.
Para integrantes do PT, a polícia fez uma ação proposital depois ser criticada pela conduta que adota na operação que também investiga Luis Cláudio. 29/10/2015-DO R.DEMOCRATICA
AGRESSÃO FASCISTA 3 – Ente os truculentos, assessores de Wyllys e de Jandira, maconheiros e tiazinha espetadeira do PSOL
Pelo visto, o regime ideal dessa gente é o fascismo maconheiro, integrado por maconheiros fascistasAcreditem, senhoras e senhores: na tropa de choque fascista, que cercou o MBL, havia assessores dos deputados Jean Wyllys (PSOL-RJ), cada vez mais um mero empregadinho do PT, e Jandira Feghali (PCdoB-RJ). Não só: vejam este vídeo.Por Reinaldo Azevedo
Veja.com
Observem aí uma tiazinha que faz cara de sonsa. Ela estava com um instrumento pontiagudo na mão ferindo os manifestantes do Brasil Livre. Foi identificada pela Polícia Legislativa como servidora e militante do PSOL — o principal esbirro com o qual PT conta hoje em dia. Renan Santos, como se vê, foi ferido nas costas, embora protegido por uma camisa e uma camiseta.
Aliás, a trajetória desse partido é curiosa. Quando rompeu com o petismo, havia poucas denúncias de roubalheira contra os companheiros. As divergências eram basicamente ideológicas. Hoje que o PT está mergulhado na lama, os psolentos se apresentam como linha auxiliar.
Wyllys não me surpreende. Eu já tinha apurado ontem, junto a fontes na Polícia Legislativa, que ele estava estimulando os índios a ir disputar espaço com o MBL. Parece que os silvícolas de calção Adidas não caíram na conversa.
Willys tem um ódio patológico do MBL. Tanto que confessou ter apresentado um requerimento para ouvir um representante do grupo na CPI dos Crimes Cibernéticos com o objetivo de “enquadrá-los”. Certamente a coisa ficou pior depois que ele resolveu provocar Kim Kataguiri, e o rapaz o chamou para um debate público. Ele saiu correndo. Seu negócio é fazer fofoca em redes sociais e engravidar jornalistas amigas — pelo ouvido…
Kataguiri foi considerado pela Time um dos 30 jovens mais influentes do mundo. Wyllys é apenas o deputado do PSOL mais influente no PT.
E Jandira? Ainda me lembro desta senhora, há coisa de dois meses, a gritar que havia sido agredida pelo deputado Roberto Freire (PPS-SP). É claro que não aconteceu. Nesta quarta, lá estava a sua turma, em meio os tontons-macoutes, que distribuíam porradas também em mulheres. Sabem como é…
Jandira deve achar que mulher só é mulher quando de esquerda. Se for uma liberal, pode tomar porrada de macho covarde.
Não custa lembrar que, na noite de terça, representantes da União da Juventude Socialista, do PCdoB, já haviam tentado puxar brigam com os acampados.
Maconha
Sim, caros! Os agressores também chegaram ali para fumar a erva maldita — em meio, como eu já disse, às crianças. Depois de distribuir seus tabefes, alguns deles resolveram fazer seu cigarro e dar uma relaxada.
O regime ideal dessa gente, pelo visto, é o fascismo maconheiro, integrado por maconheiros fascistas. 28/10/2015 - DO R.DEMOCRATICA
AGRESSÃO FASCISTA 2 – Grávidas, crianças e menores agressores entre os terroristas
MTST aprendeu com outro movimento terrorista, o Hamas, a usar os mais frágeis como carne queimada da sua “luta”. Ou: Não ousem deter a marcha dos pacíficos!
Veja.com
Todo movimento de caráter terrorista tem suas inspirações. Não seria diferente com o MTST. Uma das referências de grupos dessa natureza é o Hamas, que costuma misturar mulheres e crianças a terroristas armados, de sorte que uma eventual reação dos agredidos tende a fazer vítimas entre os mais fracos. Aí a canalha pode sair carregando o corpo de uma criancinha para acusar o adversário de truculento.
Observem que, nas invasões e atos violentos promovidos pelo MTST em São Paulo, sempre há crianças e mulheres na linha de frente. Não foi diferente em Brasília. Em meio aos fortões truculentos que o general Guilherme Boulos mandou para espancar o MBL, estavam, acreditem, grávidas e crianças.
Contam-me os agredidos que uma parte ao menos da tropa de choque era composta de jovens menores de 18 anos. O que a canalha queria? Simples! Que o outro lado reagisse e que aparecessem grávidas e crianças machucadas. Assim como o Hamas delira a cada vez que tem um cadáver infantil, os contínuos morais de Boulos poderiam sair por brandindo as suas vítimas.
Estava na cara que isso iria acontecer. É impressionante que a Polícia Militar do Distrito Federal e que a Polícia do Legislativo não tenham se antecipado para impedir o confronto.
É lamentável, sim, mas também é muito instrutivo que isso tenha acontecido. Evidencia quem quer o quê no Brasil e com quais armas.
Os manifestantes do MBL, no entanto, fizeram a coisa certa: a resistência pacífica. Apanharam, sim, e bastante. E não bateram. Os que se encarregaram de fazer um cordão de isolamento, muito especialmente, levaram chutes nas costas, nas pernas, porradas na cabeça… E aguentaram firmes. São pacíficos. E assim continuarão.
Mas digo uma coisa aos fascistas: não ousem deter a marcha dos pacíficos. Não ousem despertar a cólera dos bons.
Um dos líderes da safadeza do MTST, ora vejam!, quando percebeu que o MBL nem cederia nem responderia às agressões — o que deixou a nu a truculência dos vermelhos —, pediu arrego. E disse a seguinte frase indecorosa para um dos coordenadores do Brasil Livre: “Pô, vocês resistiram demais; era para vocês terem saído!”
Entenderam?
Boulos aposta na pouca disposição de luta daqueles a quem quer intimidar. Mas vai quebrar a cara.
A propósito: por que ele próprio nunca aparece para os confrontos? Ah, sabem como é, os chefes da extrema esquerda têm de ser preservados para quando chegar o governo revolucionário.
É asqueroso 28/10/2015- DO R.DEMOCRATICA
AGRESSÃO FASCISTA 1 – Soldados de Guilherme Boulos atendem a chamamento de líder petista e partem pra porrada
Sibá Machado, leia bem: vagabunda é sua política, vagabunda é sua concepção de democracia, vagabunda é sua deformação intelectual, vagabundo é seu autoritarismo, vagabunda é sua truculência, vagabunda é sua inteligência.
A agressão aos integrantes do Movimento Brasil Livre e do Vem Pra Rua, que estão acampados nos gramados do Congresso, liderada pelo MTST, começou nesta terça-feira quando, aos berros, o deputado Sibá Machado (AC), líder do PT na Câmara, proclamou:
“Eu vou juntar gente e botar vocês pra correr da frente do Congresso. Bando de vagabundos! Vocês são vagabundos. Vamos pro pau com vocês agora!”.
Estava dada a senha. Denunciei neste blog e no Jornal da Manhã, da Jovem Pan, que havia diminuído substancialmente a segurança oferecida aos campados pela Polícia Legislativa. Mais ainda: é evidente que a Polícia Militar do Distrito Federal também deveria estar de prontidão.
Muito bem! Guilherme Boulos, o chefão do MTST, um movimento que recorre a práticas terroristas, mobilizou a sua tropa de assalto. Os truculentos fascitoides chegaram em ônibus fretados e foram literalmente cercando os defensores do impeachment. Já se apresentaram explodindo bombas e rojões, desferindo xingamentos contra os integrantes do MBL e do Vem Pra Rua, chamando-os para a porrada.
Integrantes do Movimento Brasil Livre formam linha de resistência, sentados: atrás, os fascistas de vermelho
Os vídeos e fotografias que estão na página do MBL no Facebook deixam muito claro quem são os agredidos e quem são os agressores. Os integrantes do MBL formaramm uma linha, sentados no chão, enquanto a corja avançava e descia porrada.
Se o MBL e o Vem pra Rua estão lá acampados em defesa do impeachment, que o MTST ocupe um lugar e se manifeste contra. É do jogo democrático. Mas, obviamente, não é isso o que eles querem. Querem guerra.
Então não ouvimos Wagner Freitas, presidente da CUT, dizer dentro do Palácio do Planalto, que se entrincheiraria, armado, para defender o mandato de Dilma? Ela ouviu e não o repreendeu. A cada vez que a própria presidente pronuncia a palavra “golpe”, está estimulando os Boulos da vida a soltar os seus fascistas.
É impressionante que isso tenha acontecido. Parte da imprensa é, de algum modo, responsável. Em vez de ver na ocupação pacífica dos gramados do Congresso o exercício da democracia, foi cobrar satisfações do Poder Legislativo: “Por que permitiu o acampamento?”. Você já viram o jornalismo pregando a repressão, deixem-me ver, aos black blocs?
Denúncia contra Sibá
A imunidade parlamentar não dá a Sibá Machado o direito de incitar a violência. A imunidade parlamentar não dá a Sibá Machado o direito de fazer ameaças. A imunidade parlamentar não dá a Sibá Machado o direito de chamar o povo brasileiro de vagabundo.
Vagabunda é sua política.
Vagabunda é sua concepção de democracia.
Vagabunda é sua deformação intelectual.
Vagabundo é seu autoritarismo.
Vagabunda é sua truculência.
Vagabunda é sua inteligência.
Há pessoas decentes na Câmara com coragem de recorrer ao Conselho de Ética para acusar este senhor de quebra do decoro parlamentar?
Que fique claro: de hoje em diante, o que quer que aconteça de ruim contra qualquer um dos defensores do impeachment, os responsáveis estão desde já nominados: Sibá Machado, Lula, Dilma, José Eduardo Cardozo, Rui Falcão e todos aqueles que pretendem chamar o exercício da democracia de golpe.
A propósito: acrescentem aí também o Chico Buarque e o Luis Fernando Verissimo. Aliás, sobre eles cabe a frase com que o De Gaulle brindou o marechal Pétain, herói da Primeira Gerra, que aceitou ser o títere do regime nazista de Vichy: a velhice pode ser um naufrágio.
Essa dupla já morreu. Só falta que seja enterrada pelos fatos. 28/10/2015 -DO R.DEMOCRATICA
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
BATE-PAUS DE LULA ATACAM MANIFESTANTES DO MBL ACAMPADOS DIANTE DO CONGRESSO EM PROTESTO PRÓ-IMPEACHMENT
![]() |
| Momento do ataque dos bate-paus do PT contra os manifestantes do MBL. Foto: Veja |
Um grupo de integrantes do MTST (movimento dos sem-teto) atendeu nesta quarta-feira ao chamado do líder do PT
na Câmara, Sibá Machado (AC), para atacar - inclusive, fisicamente - os
jovens acampados em frente ao Congresso Nacional para protestar pela
abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Nesta
terça, Sibá conclamou grupos aliados do PT a "botar para correr" os
manifestantes pró-impeachment. "Eu vou juntar gente e vou botar vocês
para correr daqui da frente do Congresso. Bando de vagabundos, vocês são
vagabundos. Vamos para o pau com vocês agora", disse, aos berros, da
tribuna da Casa, após se irritar com uma faixa do Movimento Brasil
Livre.
Quando
soube do tumulto causado pelos sem-teto, o deputado José Carlos Aleluia
(DEM-BA) foi até o local e flagrou uma mulher furando as costas de um
jovem do MBL.
"Fui ao
acampamento e presenciei (veja o vídeo abaixo) as cenas de intimidação e
até agressão por parte de militantes do MTST contra os manifestantes
pró-impeachment", escreveu Aleluia. "Estou agora encaminhando ofícios
aos presidentes de Câmara e Senado para que acionem as duas polícias
legislativas. É dever do Congresso manter a integridade física de
todos." Do site da revista Veja DO ALUIZIOAMORIM
“Corrupção no Brasil assusta o mundo” Chefe do Tribunal Penal Internacional, Haia, Países Baixos pede investigação internacional
PELA INCLUSÃO DOS CRIMES DE CORRUPÇÃO SISTÊMICA E FORMAÇÃO DE ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA NA JURISDIÇÃO DO TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL E PELA ABERTURA DE INVESTIGAÇÃO INTERNACIONAL SOBRE A OCORRÊNCIA DESTES CRIMES NO BRASIL.
Brasil
vira vergonha internacional e corte PENAL irá intervir. O pedido é
da Promotora Chefe do Tribunal Penal Internacional, Haia, Países Baixos.
“A corrupção do Brasil assunta o mundo”
CARTA PARA
S. Exa. FATOU BENSOUDA PROMOTORA CHEFE DO TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL
CONSIDERANDO
que, a Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948) proclama:
“Artigo III – Toda pessoa tem direito à vida, à liberdade e à segurança
pessoal.”
CONSIDERANDO que, por decorrência disso, também proclama: “Artigo XXV – Toda pessoa tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e a sua família saúde e bem estar. Inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis, e direito à segurança em caso de desemprego, doença, invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda dos meios de subsistência em circunstâncias fora do seu controle.”
CONSIDERANDO que a Convenção das Nações Unidas Contra o Crime Organizado (2000) elevou à condição de crimes transnacionais, a participação em um grupo criminoso organizado, a lavagem do produto do crime e a corrupção.
CONSIDERANDO que a Convenção das Nações Unidas Contra a Corrupção (2003) proclamou no seu Preâmbulo, “que a corrupção deixou de ser um problema local para converter-se em um fenômeno transnacional que afeta todas as sociedades e economias, faz-se necessária a cooperação internacional para preveni-la e lutar contra ela; (…)”
CONSIDERANDO que o Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional define como crimes contra a Humanidade, os atos praticados como parte de um ataque generalizado ou sistemático contra uma população civil e com conhecimento de tal ataque, que envolvam homicídio, extermínio, escravidão, deportação ou transferência forçada de polulações, perseguição a um grupo com identidade própria, desaparecimento de pessoas, apartheid e OUTROS ATOS DESUMANOS DE CARÁTER SIMILAR que causem intencionalmente grande sofrimento ou atentem gravemente contra a integridade física ou a saúde mental ou física.
CONSIDERANDO que o Ministério Público Federal, em declaração do Procurador da Operação Lava-Jato Deltan Dallagnol, postula que “Quem rouba milhões, mata milhões” , significando isso, no seu entendimento explícito, que o “parâmetro para lidar com a corrupção deve ser o crime de homicídio”.
CONSIDERANDO, que a corrupção na amplitude, profundidade e sistematicidade que está sendo evidenciada pela Operação Lava-Jato, no entendimento expresso do Procurador Deltan Dallagnol, “é um crime hediondo”, porque “ela rouba a comida, o remédio e a escola do brasileiro”.
CONSIDERANDO que existem evidências e já se torna notório que a corrupção sistêmica – que atinge cifras multibilionárias no Brasil – está muito longe de ser estancada e que o seu comando central não foi atingido pelas medidas repressivas em curso no país.
CONSIDERANDO o fato notório que, muitas das práticas criminosas que configuram a corrupção sistêmica neste país, já ganham foros de naturalidade, pela omissão ou obstaculização ativa das investigações e do devido processo do direito, por parte das autoridades competentes nas três esferas do Poder Executivo, Legislativo e Judiciário, e pela cultura de leniência e acomodação na delinquência, que se dissemina na sua esteira.
CONSIDERANDO que essa realidade fática, além da sua desumanidade ínsita, desafia a ordem jurídica internacional, e ameaça constituir-se no foco de uma grave instabilidade social neste país, com implicações continentais e desdobramentos estratégicos no concerto das nações.
CONSIDERANDO a necessidade de prevenir-se essa grave ameaça à paz no hemisfério ocidental, antes que os seus efeitos deletérios se tornem irreversíveis.
CONSIDERANDO, pelo assim exposto, que o caso-Brasil é paradigmático, para a inclusão do crime internacional de corrupção sistêmica, mediante formação de organização criminosa, e seus delitos conexos, na tipificação dos atos desumanos que causam sofrimento coletivo e prejuízos graves à saúde física e mental dos povos.
Os cidadãos brasileiros signatários submetem ao PROMOTOR do TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL petição no sentido:
1. QUE a Promotoria desenvolva os estudos e investigações cabíveis para a submissão, à jurisdição do Tribunal Penal Internacional, sob o título dos CRIMES CONTRA A HUMANIDADE, na qualidade de ATOS DESUMANOS DE CARÁTER SIMILAR, a corrupção sistêmica e em grande escala que, na forma de organização criminosa articulada e influente junto aos poderes de Estado, empresas públicas e privadas, órgãos de comunicação e associações civis, promova desvios criminosos e multibilionários de recursos estatais, para os fins de enriquecimento ilícito, expansão e perpetuação do seu projeto de poder à margem ou em fraude ao regular e legal funcionamento das instituições democráticas.
2. QUE a Promotoria conduza investigação independente sobre os crimes continuados e conexos de corrupção sistêmica e formação de organização criminosa que abalam a credibilidade das instituições e exaurem recursos públicos e privados em escala gigantesca, reduzindo a capacidade do Estado brasileiro em prover as necessidades básicas de segurança, saúde e educação da sua população, gerando sofrimento atroz pela: inefetividade da segurança pública, de par com as condições desumanas de superlotação no sistema carcerário; pela crise permanente do sistema público de atendimento de saúde, de par com as condições desumanas recorrentes do atendimento hospitalar em grandes unidades do sistema unificado de saúde pública; pela inefetividade do sistema escolar, gerando índices elevadíssimos de analfabetismo funcional, mesmo nas séries terminais da educação básica.
3. QUE a Promotoria conduza investigação independente sobre os efeitos disruptivos dessa condição delinquencial do Estado brasileiro, identificando e responsabilizando pela autoria seus promotores mais proeminentes, reconhecidamente blindados e impunes no comando da organização criminosa que atua de dentro para fora e de fora para dentro do Estado brasileiro. Na certeza que, assim procedendo, contribuem para o aperfeiçoamento da ordem internacional e os prospectos da paz continental, firmam essa petição virtual, que será enviada pelos administradores do site CHANGE.ORG à apreciação de S. Exa. FATOU BENSOUDA, Promotora Chefe do Tribunal Penal Internacional, Haia, Países Baixos. DO PENSABRASIL
CONSIDERANDO que, por decorrência disso, também proclama: “Artigo XXV – Toda pessoa tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e a sua família saúde e bem estar. Inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis, e direito à segurança em caso de desemprego, doença, invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda dos meios de subsistência em circunstâncias fora do seu controle.”
CONSIDERANDO que a Convenção das Nações Unidas Contra o Crime Organizado (2000) elevou à condição de crimes transnacionais, a participação em um grupo criminoso organizado, a lavagem do produto do crime e a corrupção.
CONSIDERANDO que a Convenção das Nações Unidas Contra a Corrupção (2003) proclamou no seu Preâmbulo, “que a corrupção deixou de ser um problema local para converter-se em um fenômeno transnacional que afeta todas as sociedades e economias, faz-se necessária a cooperação internacional para preveni-la e lutar contra ela; (…)”
CONSIDERANDO que o Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional define como crimes contra a Humanidade, os atos praticados como parte de um ataque generalizado ou sistemático contra uma população civil e com conhecimento de tal ataque, que envolvam homicídio, extermínio, escravidão, deportação ou transferência forçada de polulações, perseguição a um grupo com identidade própria, desaparecimento de pessoas, apartheid e OUTROS ATOS DESUMANOS DE CARÁTER SIMILAR que causem intencionalmente grande sofrimento ou atentem gravemente contra a integridade física ou a saúde mental ou física.
CONSIDERANDO que o Ministério Público Federal, em declaração do Procurador da Operação Lava-Jato Deltan Dallagnol, postula que “Quem rouba milhões, mata milhões” , significando isso, no seu entendimento explícito, que o “parâmetro para lidar com a corrupção deve ser o crime de homicídio”.
CONSIDERANDO, que a corrupção na amplitude, profundidade e sistematicidade que está sendo evidenciada pela Operação Lava-Jato, no entendimento expresso do Procurador Deltan Dallagnol, “é um crime hediondo”, porque “ela rouba a comida, o remédio e a escola do brasileiro”.
CONSIDERANDO que existem evidências e já se torna notório que a corrupção sistêmica – que atinge cifras multibilionárias no Brasil – está muito longe de ser estancada e que o seu comando central não foi atingido pelas medidas repressivas em curso no país.
CONSIDERANDO o fato notório que, muitas das práticas criminosas que configuram a corrupção sistêmica neste país, já ganham foros de naturalidade, pela omissão ou obstaculização ativa das investigações e do devido processo do direito, por parte das autoridades competentes nas três esferas do Poder Executivo, Legislativo e Judiciário, e pela cultura de leniência e acomodação na delinquência, que se dissemina na sua esteira.
CONSIDERANDO que essa realidade fática, além da sua desumanidade ínsita, desafia a ordem jurídica internacional, e ameaça constituir-se no foco de uma grave instabilidade social neste país, com implicações continentais e desdobramentos estratégicos no concerto das nações.
CONSIDERANDO a necessidade de prevenir-se essa grave ameaça à paz no hemisfério ocidental, antes que os seus efeitos deletérios se tornem irreversíveis.
CONSIDERANDO, pelo assim exposto, que o caso-Brasil é paradigmático, para a inclusão do crime internacional de corrupção sistêmica, mediante formação de organização criminosa, e seus delitos conexos, na tipificação dos atos desumanos que causam sofrimento coletivo e prejuízos graves à saúde física e mental dos povos.
Os cidadãos brasileiros signatários submetem ao PROMOTOR do TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL petição no sentido:
1. QUE a Promotoria desenvolva os estudos e investigações cabíveis para a submissão, à jurisdição do Tribunal Penal Internacional, sob o título dos CRIMES CONTRA A HUMANIDADE, na qualidade de ATOS DESUMANOS DE CARÁTER SIMILAR, a corrupção sistêmica e em grande escala que, na forma de organização criminosa articulada e influente junto aos poderes de Estado, empresas públicas e privadas, órgãos de comunicação e associações civis, promova desvios criminosos e multibilionários de recursos estatais, para os fins de enriquecimento ilícito, expansão e perpetuação do seu projeto de poder à margem ou em fraude ao regular e legal funcionamento das instituições democráticas.
2. QUE a Promotoria conduza investigação independente sobre os crimes continuados e conexos de corrupção sistêmica e formação de organização criminosa que abalam a credibilidade das instituições e exaurem recursos públicos e privados em escala gigantesca, reduzindo a capacidade do Estado brasileiro em prover as necessidades básicas de segurança, saúde e educação da sua população, gerando sofrimento atroz pela: inefetividade da segurança pública, de par com as condições desumanas de superlotação no sistema carcerário; pela crise permanente do sistema público de atendimento de saúde, de par com as condições desumanas recorrentes do atendimento hospitalar em grandes unidades do sistema unificado de saúde pública; pela inefetividade do sistema escolar, gerando índices elevadíssimos de analfabetismo funcional, mesmo nas séries terminais da educação básica.
3. QUE a Promotoria conduza investigação independente sobre os efeitos disruptivos dessa condição delinquencial do Estado brasileiro, identificando e responsabilizando pela autoria seus promotores mais proeminentes, reconhecidamente blindados e impunes no comando da organização criminosa que atua de dentro para fora e de fora para dentro do Estado brasileiro. Na certeza que, assim procedendo, contribuem para o aperfeiçoamento da ordem internacional e os prospectos da paz continental, firmam essa petição virtual, que será enviada pelos administradores do site CHANGE.ORG à apreciação de S. Exa. FATOU BENSOUDA, Promotora Chefe do Tribunal Penal Internacional, Haia, Países Baixos. DO PENSABRASIL
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