quarta-feira, 9 de abril de 2014

Governo Dilma descendo a ladeira


Reduzida a previsão do PIB, ampliada a previsão de inflação, falta de fé na Copa e na própria presidente: 2014 se comprovando infernal para o petismo.

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A economia brasileira segue tropeçando e se complicando em 2014. Segundo matéria do Valor Econômico, os analistas do mercado financeiro elevaram suas expectativas para a inflação e reduziram o crescimento econômico do país, que seguirá sofrendo com o que a imprensa vem chamando de “pibinho”. Para 2015, os números também pioraram.
A mediana das projeções para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu pela quinta semana consecutiva, de 6,30% para 6,35%, um nível bem próximo do teto do intervalo da meta a ser perseguida pelo BC, de 6,5%. A projeção para 2015 também subiu, de 5,80% para 5,84%. Na leitura em 12 meses, a expectativa para o avanço do IPCA cedeu pela segunda semana, de 6,14% para 6,07%.
Fundo Monetário Internacional (FMI) também já reduziu pela metade a previsão de crescimento brasileiro em 2014. Em abril de 2013, apostava-se em um PIB de 4% para esse ano; doze meses depois, esse número caiu para 1,8%. A inflação também deve subir, ficando perto do teto estabelecido pelo governo.
De acordo com o fundo, a economia brasileira sofre com restrições de oferta doméstica, especialmente de infraestrutura, e com um contínuo baixo crescimento do investimento privado, que se reflete na perda de competitividade e na baixa confiança dos empresários.
A inflação deste ano, segundo o FMI, deve ficar em 6,2%, perto do teto da meta do governo. Pelo sistema de metas de inflação em vigor no Brasil, o indicador pode variar entre 2,5% e 6,5%. Já o desemprego deve ter uma pequena alta, passando dos 5,4% de 2013 para 5,6% este ano e para 5,8% em 2015.
Com a economia dando claros sinais de fracasso dia após dia, o jornal britânico Financial Times publicou um texto crítico ao governo Dilma, lembrando que a presidente orgulhava-se de sua “nova matriz” de política econômica – com juros baixos, câmbio depreciado e incentivos fiscais -, mas que o modelo acabou revelando-se um fiasco.
Credibilidade em xeque, crescimento frágil e o rebaixamento pela agência de classificação de risco Standard & Poor´s (S&P) também são lembrados pelo “FT”, que afirma: “a maioria dos economistas acredita que o governo começou a tropeçar em 2012, após o início da crise da zona do euro”.
O periódico britânico aponta que, a partir daquele momento, o governo brasileiro promoveu uma redução de juros sem precedentes — a taxa chegou ao piso histórico de 7,25% em 2012 — e adotou medidas heterodoxas de combate à inflação, como forçar a Petrobras a praticar internamente preços menores que os do mercado internacional e medidas para redução de tarifas de energia.
A confiança do mercado na presidente é tão baixa que, a cada queda sofrida por ela nas pesquisas eleitorais, as estatais se valorizam mais no Ibovespa. Na última segunda-feira (07), Petrobras, Eletrobras e Banco do Brasil chegaram a avançar 3,42%, 3,62% e 1,57% respectivamente com suas ações ordinárias.
Apesar dessa queda, a presidente ainda seria reeleita na disputa desse ano, mas as eleições caminham para uma indefinição cada vez maior. Além de todos os problemas econômicos causados pelo seu governo, Dilma nem sequer conseguiu cumprir uma de suas principais promessas eleitorais de 2010: a construção de 6.000 creches.
Quando iniciou seu quarto ano de mandato, em janeiro, Dilma havia inaugurado apenas 223 creches – 3,7% do total prometido. O total de obras listadas, mesmo as que ainda não saíram do papel, também estava abaixo do previsto: 5.257.
Os dados integram o amplo levantamento feito pelo site de VEJA e pela ONG Contas Abertas nos balanços oficiais do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2 disponibilizados pelo governo federal.
A Copa do Mundo também tende a ser um agravante para a popularidade da presidente. A pouco mais de dois meses da competição, mais da metade da população brasileira acredita que o evento trará mais prejuízos do que benefícios ao país. Com os muitos bilhões investidos em estádios e um legado cada vez mais reduzido, os brasileiros vêm se mostrando mais pessimistas.
“O brasileiro não é bobo. Mudou da água para o vinho o que foi prometido em 2007 [ano da eleição à sede]. Não se imaginava que teria tantos problemas com orçamento, com redução brutal do investimento com mobilidade urbana, por exemplo. Não há legado”, disse Fernando Ferreira, diretor da Pluri Consultoria, especializada em marketing esportivo.

O agravante é que, se 2014 está sendo difícil, com ou sem reeleição, 2015 tem tudo para ser mais complicado ainda
DO IMPLICANTE

Deputada denuncia Gilberto Carvalho como arrecadador de propina: " você era conhecido como o homem do carro preto". Petista teria extorquido pai da deputada.





A deputada federal Mara Gabrilli (PSDB-SP) afirmou nesta quarta-feira (9), durante audiência pública na Comissão de Segurança da Câmara, que o atual ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, recolhia dinheiro de propina em Santo André durante o governo do ex-prefeito da cidade Celso Daniel, assassinado em 2002.

Carvalho estava presente à audiência, para a qual foi convocado pelos deputados da comissão. Mara Gabrilli disse que o próprio pai teria sido extorquido e que Carvalho era conhecido como o "homem do carro preto". "O senhor sempre foi conhecido como o homem do carro preto, e eu não falo isso porque eu li, eu falo isso porque eu vi. O homem do carro preto era o homem que pegava os recursos extorquidos de empresários e levava para o [ex-presidente do PT] José Dirceu", disse a deputada.
Gilberto Carvalho rechaçou de imediato as acusações e negou envolvimento em um suposto esquema. "A senhora nunca me viu num carro preto, a senhora nunca presenciou nada, eu não a conhecia. Eu conheci a sua irmã, Rosângela, que foi falar na prefeitura, depois da  morte do Celso. A senhora não pode afirmar isso", contestou Carvalho.
O ministro foi convocado pela Comissão de Segurança para falar sobre acusações do ex-secretário-nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior. No livro "Assassinato de  Reputações", lançado recentemente, ele diz que Carvalho chegou a confessar a ele, Tuma Júnior, que era responsável por recolher propina de um esquema de corrupção em Santo André a fim de abastecer campanhas eleitorais do PT.
O assassinato de Celso Daniel em 2002 levou o Ministério Público de São Paulo a concluir que a morte foi encomendada após descoberta do suposto esquema de corrupção. A Polícia de São Paulo, no entanto, concluiu que houve um crime comum.
Na audiência da Câmara, Mara Gabrilli cobrou explicações do ministro sobre o caso. "O senhor é um ministro de estado e o senhor não fala disso? Isso não incomoda o senhor, que era braço direito desse prefeito?", questionou a deputada. A deputada também perguntou por que Carvalho não pediu ao Supremo Tribunal Federal que acelerasse o processo que investiga Sérgio Sombra, suposto coordenador do esquema. "A senhora conhece uma coisa chamada independência entre os poderes?", questionou Gilberto Carvalho.
O ministro afirmou que a morte de Celso Daniel faz doer "muito a alma". Disse também que que, à época do assassinato, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi a Brasília para conversar com o então presidente Fernando Henrique Cardoso, para solicitar a entrada da Polícia Federal no caso. Relatou também ter procurado o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, para pedir uma investigação isenta.

Dossiês

Durante a audiência, Carvalho também negou que tivesse participado da elaboração de dossiês, durante o governo Lula, para atingir adversários políticos. Em seu livro, Tuma Júnior relata que materiais com falsas acusações eram produzidos pelo Ministério da Justiça e Polícia Federal, com aval do Planalto, para desmoralizar quem desagradasse ao governo. Um dos alvos teria sido o atual governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB).
"Quero que ele prove se eu tive alguma conversa com ele falando alguma coisa de dossiê. Vai ter que provar. Porque não é assim, não posso chegar e dizer que tal pessoa pediu isso se ela não pediu. Não pedi nunca ao senhor Tuma e a ninguém que fosse produzido dossiê, até porque não considero isso uma forma adequada de luta política", afirmou o ministro.
Ele afirmou que não leu o livro de Tuma Júnior, mas voltou a dizer que irá processar o ex-secretário. "A meu juízo, ele combina fatos reais com uma série de inverdades, para dar validade a essas inverdades. Mas o que eu quero dizer é que eu nego peremptoriamente, e vamos nos encontrar no momento adequado, que eu julgar adequado, na Justiça", declarou. Ele disse que ainda não moveu uma ação judicial por considerar que não chegou o momento adequado. (G1)

Renan frauda conteúdo de acórdão do STF sobre CPI para tentar impedir que se investigue a Petrobras. Ou: O método de pensamento que prova não haver diferença entre Schopenhauer, Gabrielli e um jegue


As disputas políticas são normais. A baixaria não! é preciso que uma coisa fique clara, sem meios tons: o governo esta tentando acabar com a CPI como um instrumento de investigação de atos inerentes ao poder público. É uma prerrogativa do Congresso que está indo para o lixo. Os partidos de oposição e senadores independentes resolveram recorrer ao Supremo para garantir a instalação da CPI exclusiva da Petrobras. Já escrevi a respeito do assunto às 17h41 de ontem e expus a jurisprudência do Supremo. E é justamente a esse assunto que quero voltar. Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado, fraudou, não sei se de forma culposa ou dolosa, trecho do acórdão do habeas corpus 71.039-5 — de que foi relator o então ministro Paulo Brossard — que trata justamente da natureza da CPI, de sua abrangência e da inclusão de temas que não estão no requerimento original.
É evidente que a única decisão constitucional de Renan era mandar instalar a CPI e pronto! É uma garantia constitucional. Mas ele decidiu fazer feitiçaria e enviar a questão para a decisão da CCJ. Ao acatar os argumentos da CPI governista, aquela do fim do mundo, que quer investigar tudo o que se mexe no mundo oposicionista, Renan escreveu (o que vai abaixo é imagem do documento):
documento Renan
Trata-se, lamento!, de uma fraude do conteúdo do acórdão. Renan está tentando editar o que escreveu Paulo Brossard. Comparem o que vai em itálico (acima) com o que Brossard realmente escreveu:
Acórdão sobre CPI 1
 Acórdão sobre CPI2
Como se nota, em nenhum momento, o texto de Brossard autoriza que se vá pendurando qualquer coisa num requerimento de CPI. Ao contrário: a redação do acórdão deixa clara justamente a necessidade de haver o fato determinado e repudia que uma CPI seja pau para toda obra. Se, no curso da investigação, aparecerem outros fatos, que se somem — mas serão necessariamente conexos.
É preciso que se tenha claro que se está fraudando o conteúdo de um documento público. O argumento de que se podem meter no mesmo balaio a Petrobras e eventuais irregularidades em São Paulo, Minas e Pernambuco porque, afinal, tudo é dinheiro público é o mesmo mecanismo pelo qual se conclui não haver diferença entre a Sharon Stone de “Instinto Selvagem” (está internada em São Paulo, tadinha!) e, deixem-me ver, André Vargas tentando explicar as suas relações com Alberto Youssef: afinal, ambos pertencem à raça humana, têm um coração, dois rins e são animais aeróbios — além de mamíferos, como os porcos e os morcegos. A depender do critério que se escolha, não existe diferença entre Schopenhauer, José Sérgio Gabrielli e um jegue.
O que o STF vai decidir é se a CPI, prevista na Constituição como prerrogativa do Poder Legislativo, pode ser cassada por uma maioria parlamentar de ocasião. Se o Supremo decidir que sim, uma hora alguém cismará de cassar uma prerrogativa do próprio tribunal. Já houve gente tentada a fazê-lo, não é mesmo?
Por Reinaldo Azevedo

terça-feira, 8 de abril de 2014

Momento histórico da democracia do Brasil.



Entrega do mandado de segurança pela CPI da Petrobras, no STF. Da esquerda para direita: Ranfolfe Rodrigues (PSOL), Cristovam Buarque (PDT), Pedro Taques (PDT), Rodrigo Rollemberg (PSB), José Agripino Maia (DEM, ao fundo), Pedro Simon(PMDB), Antonio Imbassahy (PSDB), Aécio Neves(PSDB), Jarbas Vasconcelos(PMDB), Aloysio Nunes(PSDB), Paulinho da Força(SDD), Domingos Sávio(PSDB), Álvaro Dias(PSDB) e Mendonça Filho (DEM). Foto de Orlando Brito.

Abaixo a entrevista concedida por Aécio Neves, no STF:

O grande e real responsável pelo que está acontecendo se chama Lula da Silva



Há um ponto, porém, que é crucial. Dilma Rousseff é uma miragem, um avatar mal feito, uma realidade virtual que não consegue sequer falar de modo coerente. O grande e real responsável pelo que está acontecendo se chama Lula da Silva, o presidente de fato que governa do seu gabinete das sombras. Por ele corrompeu-se, mentiu-se, fraudou-se, arrebentou-se a Petrobras. Tudo foi feito a seu favor. Ele não sabia? Impossível. Por que suas desculpas esfarrapadas são piores que as do seu seguidor André Vargas e todo mundo acredita? Por que ninguém o denuncia e o chama para depor no Congresso? Porque ele é intocável? Estão todos envolvidos em suas maracutaias? Temem sua popularidade? De todo modo, se a oposição não tirar a coroa da cabeça do rei o corpanzil petista se fortalecerá ainda mais. Afinal, sem Lula da Silva ou o Barba, como o chamou Romeu Tuma Junior, o PT não existe. Falta algum corajoso entender e mostrar isso.
Maria Lucia Barbosa é socióloga
DO GRAÇANOPAISDASMARAVILHAS

O vídeo de Padilha e um recado ao Youtube



Abaixo, segue o vídeo em que o então ministro da Saúde, Alexandre Padilha, empresta seu apoio à reeleição de André Vargas (PT-PR) para a Câmara Federal. O primeiro arquivo foi retirado.
Tão logo eu o publique de novo, sei que vão recorrer ao Youtube para que o vídeo saia do ar. Nesses casos, o site pode até suspender o meu canal.
Acho que o Youtube tem de fazer a devida diferenciação entre um blog jornalístico e o uso comercial de um vídeo autoral ou algo do gênero. O que vai abaixo tem INTERESSE JORNALÍSTICO. Afinal:
a: o ministro da Saúde dá seu apoio ao deputado;
b: esse mesmo deputado é flagrado pela Polícia Federal metido num esquema que, tudo indica, é criminoso dentro do… Ministério da Saúde;
c: o apoio do ministro ao candidato foi público; não se trata de superexposição da vida privada. O assunto é político.
d: tirar o vídeo do ar caracteriza uma clara censura ao trabalho jornalístico.

Um vídeo curto, que vale milhões de… palavras (no mínimo)! Padilha, então ministro da Saúde, pede voto para Vargas, aquele deputado que usava o ministério para sua “independência financeira”

MENOS DE UMA HORA DEPOIS DA PUBLICAÇÃO DESTE POST, O VÍDEO FOI RETIRADO DO AR. VALE DIZER: OS PETISTAS QUEREM ESCONDER QUE ALEXANDRE PADILHA, ENTÃO MINISTRO DA SAÚDE, ERA CABO ELEITORAL DE ANDRÉ VARGAS, QUE USAVA O MINISTÉRIO DA SAÚDE PARA FAZER A SUA “INDEPENDÊNCIA FINANCEIRA”. MANTENHO O POST MESMO ASSIM E O ESPAÇO DO VÍDEO.
Pois é… Encontrei o vídeo no perfil de Diogo Mainardi no Twitter. Como vocês sabem, a parceria principal entre o ainda deputado André Vargas (PT-PR) e o doleiro Alberto Youssef se dava no Ministério da Saúde, que era comandado pelo companheiro Alexandre Padilha, que vai disputar o governo de São Paulo.
Muito bem! Os entendimentos eram para fechar um contrato de R$ 150 milhões!!! Uma parte, de R$ 31 milhões, já tinha sido assinada por Padilha — que, como costuma acontecer com os Chapeuzinhos Vermelhos, não sabia de nada.
Vejam este vídeo. Façam uma cópia antes que tirem do ar. Aí a gente vê Padilha, com todas as letras, a pedir votos para Vargas.
Reproduzo a fala convicta de Padilha:
“Aqui no Paraná, vote em André Vargas para deputado federal. Defendeu Lula. Vai defender Dilma”.
Ô se vai!!! Segundo Youssef, o Ministério da Saúde, de Padilha, era a “independência financeira” de Vargas! Amigo é coisa pra se guardar, né?
Por Reinaldo Azevedo

Mais lama sob o Planalto e o PT. Agora a denúncia envolve o Banco Schahin, a Petrobrás, Celso Daniel e chantagem sobre Lula


  
Banqueiro teria atendido pedido de Lula e do PT para pagar chantagem de R$ 1 bilhão feita pelo empresário Ronan Maria Pinto, do ABC, que saberia demais sobre o assassinato do ex-prefeito Celso Daniel.
O banco Schahin foi beneficiado pela Petrobrás em vários contratos de uma subsidiária e mais tarde foi assumido pelo BMG, um dos envolvidos no Mensalão. A lama corre solta sob o Palácio do Planalto e sob os pés do PT.

Empenhadas em impedir investigações do Congresso sobre a Petrobrás, a presidente Graça Foster e até a presidente Dilma Roussef, o PT e seus aliados, já envolvidos até a medula nos casos de Pasadena, da holandesa SBM e também o "legado" deixado pelo ex-diretor Paulo Roberto Costa, preso na Operação Lava-Jato, tem mais um pepino para administrar:

-Trata-se da relação entre a estatal e o grupo Schahin, do empresário Salim Schahin, que obteve contratos de cerca de R$ 10 bilhões com arrendamentos de plataformas.

. Reportagem deste fim de semana da revista Veja, aponta que a Schahin cresceu na Petrobras depois uma negociação intermediada pelo publicitário Marcos Valério, segundo o mesmo afirmou em depoimento secreto ao Ministério Público. Este caso tende a crescer nos próximos dias e deve ser o próximo cavalo de batalha da oposição, em sua cruzada para instalar a CPI da Petrobras. Schahin teria sido o responsável por fazer cessar uma suposta chantagem do empresário Ronan Maria Pinto, do ABC paulista, contra integrantes do Partido dos Trabalhadores.
Sob os holofotes, ele já vinha despertando a atenção de parlamentares. Há poucos dias, um requerimento apresentado pelo deputado Carlos Magno, de Rondônia, foi aprovado pela comissão de fiscalização e controle. O motivo: a empresa, do empresário Salim Schahin, foi condenada em cerca de R$ 1 bilhão num processo arbitral em razão do rompimento de uma barragem, a de Apertadinho, que estava sob sua responsabilidade, em Rondônia.
“Como já confirmado por esta Comissão, o grupo Schahin e seus acionistas são prestadores de serviços e arrendatários de plataformas e navios para a Petrobras, em contratos que perfazem um valor global superior a 10 bilhões de reais”, diz o texto do requerimento.
“Com essa condenação o impacto financeiro sobre o grupo Schahin pode afetar sua situação financeira, fazendo com que o mesmo pare de performar seus contratos com a Petrobras”.

. Antes dessa condenação, a Schahin já havia sofrido outro revés, com a intervenção no Banco Schahin, instituição financeira que acabou sendo incorporada pelo BMG. 
 08.04.2014

Beijinho no ombro, massa cinzenta na bunda e o desmonte da nação


Com a devida licença daquele famoso e gazeteiro comunista de botequim, “nunca antes na história deste país” a população foi tão achincalhada em seus direitos mais básicos, como é o caso do acesso à educação de qualidade.
Levando-se em conta que a única especialidade da esquerda é socializar o caos, os esquerdopatas tupiniquins estão a cumprir fielmente a cartilha burra e retrógrada de Havana.
Apostam em uma luta de classes para instalar no País um regime totalitarista, mas enquanto isso não acontece preferem emprenhar o cotidiano com polêmicas descabidas, que servem para esconder as infindáveis roubalheiras oficiais.
A polêmica do momento, à qual os palacianos em breve cunharão a própria marca, envolve a funkeira Valesca Popozuda, que em prova de Filosofia aplicada a alunos do ensino médio de Taquatinga, no Distrito Federal, foi incensada à condição de pensadora contemporânea.
O responsável – na verdade é um irresponsável – que criou a questão alegou depois da repercussão do caso que tudo foi pensado para provocar polêmica. Não contente com a dimensão do seu desvario, o tal professor confirmou que Valesca Popozuda é, sim, uma pensadora contemporânea.
E justificou a sandice do próprio raciocínio com a tese de que a funkeira conseguiu criar uma polêmica nacional com a música “Beijinho no Ombro”.
A considerar como válida (sic) a tese esdrúxula do professor, nessa barafunda chamada Brasil um pensador é aquele que consegue provocar polêmica, não importando a capacidade de raciocínio e muito menos a lógica do pensamento. Isso significa que um jumento qualquer – refiro-me aos quadrúpedes, pois a zootecnia mostra que há jumentos bípedes também – que decidir tirar uma soneca na rampa do Palácio do Planalto certamente será elevado à categoria de pensador contemporâneo. Até porque, a imprensa há de entender que o jumento provocou uma enorme polêmica ao impedir o acesso de seus iguais ao centro do poder.
Alguém que consegue enxergar Valesca Popozuda como pensadora contemporânea por certo levou um coice no cérebro e perdeu a capacidade cognitiva do raciocínio.
Como o próprio nome artístico da pensadora do momento sugere, toda popozuda tem a massa cinzenta instalada na bunda, parte do corpo feminino que há séculos é pre
No momento em que mulheres aceitam que a inteligência seja auferida no quadril – sendo que quanto maior o derrière, mais impressionante e cobiçada é a qualidade do tutano – não devem reclamar as representantes do sexo feminino que têm a bunda na alça de mira da cobiça do universo masculino. Até porque, o machismo tropical já demonstrou ao longo do tempo sua obsessão pela inteligência do sexo oposto.
O mais impressionante nesse imbróglio educacional não é postura burra do professor ao defender a sua criação, possivelmente a única a ser comentada nacionalmente em toda a carreira, mas a reação da funkeira popozuda, que alega ter o direito de ser uma pensadora.
Valesca foi mais longe e nas redes sociais escreveu que trabalhará muito para fazer jus ao título de pensadora. Ou seja, a bunda da popozuda tende a crescer ainda mais, até porque nessa louca Terra de Macunaíma o QI de uma mulher está diretamente relacionado ao tamanho do quadril. Não era assim, mas de uns tempos para cá a coisa mudou de figura. E de lugar também.
Sou do tempo em que a inteligência não frequentava lugares tão baixos como a bunda, mas reconheço que a situação atual aponta para o futuro nada sombrio de um país que é refém da ignorância do povo, algo que só interessa aos políticos profissionais e totalitaristas.
Como toda pessoa desprovida de inteligência e conhecimento, Valesca Popozuda tenta minimizar a polêmica abusando do populismo. A “pensadora” afirma que é preciso se preocupar com temas mais importantes, como a defesa de um salário digno para os professores.
Fico pensando se prospera essa ideia absurda da pensadora contemporânea e a funkeira, acreditando no inacreditável, decide concorrer a uma vaga na Academia Brasileira de Letras. Lá, na sisuda ABL, Popozuda será obrigada a fazer do fardão acadêmico uma espécie de burka da própria bunda, quer dizer, dos neurônios, não podendo dessa forma exibir aos colegas da “intelligentsia” nacional os seus dotes intelectuais.
Por isso, caríssimas e diletas leitoras, com derrière pequeno ou grande, mole ou duro, caído ou em pé, não levem a ferro e fogo se alguém passar a mão na sua bunda, porque num país em que a degradação corre à solta, o que seria abuso sexual agora não passa de afago na massa cinzenta.
Só não aceite um pé na bunda do namorado, marido ou companheiro, pois essa atitude violenta e nada inteligente pode provocar traumatismo cerebral.
E viva a bunda, porque os neurônios caíram em desgraça!
(*) Ucho Haddad é jornalista político e investigativo, analista e comentarista político, cronista esportivo, escritor e poeta.
08/04/2014 
DO RDEMOCRATICA 

FMI reduz perspectiva de crescimento do Brasil a 1,8% em 2014


Em relatório divulgado em janeiro, projeção para este ano era de 2,3% de expansão.
Menor demanda interna, gargalos de infraestrutura e inflação estão entre os problemas do país 
Veja.com
FMI também revisou para baixo sua perspectiva para o PIB em 2015 para 2,7% (Ueslei Marcelino/Reuters)

O Fundo Monetário Internacional (FMI)
reduziu nesta terça-feira sua projeção de crescimento econômico para o Brasil em 2014 a 1,8%, ante 2,3% previstos no início do ano. Em seu relatório "Perspectiva Econômica Global", o FMI ainda revisou para baixo sua perspectiva sobre a atividade econômica brasileira para 2015, de 2,9% para 2,7%. Em 2013, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 2,3%, considerado um baixo ritmo. O próprio relatório Focus, do Banco Central, preparado a partir da análise de dezenas de analistas de mercado, já diminuiu de 2% para 1,63% sua estimativa para o crescimento econômico do ano desde janeiro.
Segundo o FMI, a economia brasileira está sendo afetada pelas restrições de oferta no mercado interno, especialmente em infraestrutura, e pelo contínuo fraco crescimento do investimento privado. Também pesa a "perda de competitividade e a baixa confiança empresarial". O órgão internacional também chamou a atenção para a inflação no país, que tem se mantido elevada e próxima do teto da meta oficial (6,5%) e cada vez mais distante de seu centro (4,5%). A estimativa do FMI é que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) feche 2014 a 5,9% e 2015 a 5,5%.
O FMI também projetou que o déficit em conta corrente do Brasil ficará em 3,6% do PIB em 2014 e em 3,7% em 2015. O aumento do endividamento do país e a política fiscal duvidosa, aliados ao baixo crescimento econômico, fizeram com que a agência de classificação de risco Standard & Poor's rebaixasse o rating soberano do Brasil no mês passado.
Ainda segundo o relatório, a recuperação global vai se fortalecer este ano conforme a produção em economias avançadas se recupera. Contudo, o FMI alertou para os riscos crescentes em economias emergentes, assim como fez a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) nesta terça-feira.
O órgão estimou também um crescimento menor para a economia mundial, de 3,9% para 2014 e 3,6% para ano que vem. Em sua opinião, é preciso elevar a capacidade produtiva mundial e evitar um período prolongado de crescimento lento.
08.04.2014
DO R.DEMOCRATICA 

Gim Argello no TCU: o Congresso Nacional mergulhará ainda mais na lama da corrupção?



Dilma e Argello, trocando favores e ameaçando a integridade do TCU.
O protesto dos servidores públicos.
O Tribunal de Contas da União (TCU) é um órgão auxiliar do Congresso Nacional. Entre as suas competências, destacam-se a apreciação anual das contas da Presidência da República, fiscalizar a aplicação dos recursos públicos e apurar denúncias apresentadas por qualquer cidadão, partido político, associação ou sindicato sobre irregularidades ou ilegalidades na aplicação de recursos federais.
O Congresso Nacional começa a analisar a indicação, feita pela Presidente Dilma Rousseff, do senador Gim Argello para o TCU. É uma indicação descabida, fruto de uma negociata em que o PTB cedeu os seus segundos no horário eleitoral em troca, entre outras coisas, desta vaga no tribunal.
Vejam, abaixo, a ficha de Gim Argello, o indicado de Dilma, publicada pelo Transparência Brasil. O Congresso Nacional não pode descer tão baixo. Ontem os funcionários do TCU e de diversos órgãos públicos fizeram um protesto contra a nomeação. Será que o povo terá que invadir o Congresso de novo?
TJ-DFT Vara do Distrito Federal - Ação Popular nº 2002.01.1.034497-2 - Foi responsabilizado pela criação irregular de cargos comissionados na Câmara Legislativa do Distrito Federal, configurando desvio de finalidade e violação aos princípios da isonomia e da moralidade administrativa. A Justiça decretou a nulidade do ato do então presidente e determinou ressarcimento ao erário. Na segunda instância, foi mantida sua responsabilização por ato lesivo ao erário, mas foi isentado do ressarcimento por se tratar de verba alimentar: TJ-DFT Apelação Cível nº 0034497-03.2002.807.0001. O parlamentar ainda recorre ao STJ: REsp 1352498/2012.

STF - Inquérito nº 3746/2013 - É alvo de inquérito que apura lavagem de dinheiro por movimentações financeiras atípicas.
STF - Inquérito nº 3723/2013 - É alvo de inquérito que apura peculato e corrupção ativa.
STF - Inquérito nº 3592/ 2013 - É alvo de inquérito que apura peculato.
STF - Inquérito nº 3570/ 2012 - É alvo de inquérito que apura crime eleitoral.
STF - Inquérito nº 3059/ 2010 - É alvo de inquérito que apura crime da Lei de Licitações.
STF - Inquérito nº 2724/ 2008 - É alvo de inquérito que apura apropriação indébita, peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
DO CELEAKS

Campanha Nacional. Chegou a hora. Militares da reserva, ativa e médicos iniciam movimento.


CAMPANHA NACIONAL Pró-Brasil 2014 - Sem PT o Brasil é bem melhor.
  Rumo a 2014. Precisamos impedir a destruição de valores fundamentais como família, honestidade e honra.  Aliste-se nesse exército - Divulgue isso no facebook e twitter. A primeira fase dessa campanha alcançou mais de 66 mil compartilhamentos e 1.200 menções no Twitter. 
  Atenção, cada compartilhamento ou curtida é um compromisso de não votar em ninguém do PT ou base aliada. Continue a leitura aqui
DO MOVCC

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Juiz envia ao Supremo investigação sobre deputado André Vargas

A Justiça federal no Paraná decidiu remeter para o Supremo Tribunal Federal a parte da investigação da Operação Lava Jato que contém diálogos e mensagens do deputado federal André Vargas (PT-PR), vice-presidente da Câmara dos Deputados, com o doleiro Alberto Youssef.
Vargas anunciou nesta segunda-feira (7) que vai se licenciar do cargo. Mesmo assim, só o Supremo tem poderes para investigá-lo.
No despacho que encaminha parte da investigação ao Supremo, o juiz federal Sérgio Moro diz: "Revendo os autos constato que, entre os diversos fatos investigados, foram colhidos, em verdadeiro encontro fortuito de provas, elementos probatórios que apontam para relação entre Alberto Youssef e André Vargas, deputado federal".
Ainda segundo o despacho, é "prematura a afirmação de que tal relação teria natureza criminosa".
Pedro Ladeira/Sérgio Lima/Folhapress
O vice-presidente da Câmara, André Vargas (PT-PT), e o doleiro Alberto Youssef
O vice-presidente da Câmara, André Vargas (PT-PT), e o doleiro Alberto Youssef
O deputado viajou de Londrina (PR) a João Pessoa (PB) num jatinho pago pelo doleiro Alberto Youssef, conforme a Folha revelou na última quarta-feira. A viagem custa R$ 110 mil.
Mensagens de celular do deputado para o doleiro sugerem que um financiamento de R$ 31 milhões do Ministério da Saúde, para a produção de um medicamento, foi obtido por meio de "contatos políticos". A parceria foi assinada em dezembro do ano passado, quando o ministro era Alexandre Padilha (PT), candidato ao governo de São Paulo.
A informação de que um político teria ajudado o doleiro a conseguir o financiamento foi prestada por um dos sócios da Labogen, Leonardo Meirelles, que decidiu colaborar com a Polícia Federal. A Labogen, que estava quebrada, com dívidas de R$ 54 milhões, tornou-se parceira da EMS, o laboratório com o maior faturamento do país, de R$ 5,2 bilhões em 2012.
Em conversas reveladas pela revista "Veja" no último fim de semana, o deputado sugere que é sócio do doleiro. "Acredite em mim. Você vai ver o quanto isso vai valer. Tua independência financeira e a nossa também, é claro".
O doleiro foi preso no último dia 17 sob acusação de remessa ilegal de dólares para o exterior, lavagem de dinheiro, corrupção de funcionários públicos e financiamento ao tráfico de drogas.
A Folha revelou tanto o caso do jatinho quanto o da suposta influência política para obtenção do financiamento de R$ 31 milhões.
Vargas disse em pronunciamento na semana passada que encaminhou o pedido do doleiro como faz com outras demandas que chegam ao seu gabinete. Ele disse que é amigo de Youssef há 20 anos, mas não teve qualquer interferência nas fases posteriores da parceria com o Ministério da Saúde.
O advogado de Youssef, Antônio Augusto de Oliveira Basto, diz que a eventual influência política no financiamento obtido por Youssef "não é crime". "O lobby político é a coisa mais comum desse país. É usado por empresários, juízes e associação de trabalhadores. Pedir ajuda a político não é crime".
O Ministério da Saúde cancelou a parceria depois de questionamentos da reportagem da Folha e decidiu investigar as condições em que a parceria foi negociada.

Padilha diz apoiar o fim da parceria e a apuração.
DA FOLHA-SP