O governo estabeleceu que será de 540 reais – o mesmo valor definido para o salário mínimo de 2011 – o novo piso das aposentadorias. Para os benefícios com valor acima do piso, ficou definido que o índice de reajuste será de 6,41% – valor 0,5 ponto porcentual acima da inflação oficial (IPCA), que deve fechar, segundo a Pesquisa Focus, em 5,90% em 2010. As novas regras constam de portaria dos ministério da Previdência Social e da Fazenda publicada nesta segunda-feira no Diário Oficial da União. O reajuste dos aposentados é bem menor do que o concedido a parlamentares, de 61,83%, a presidente da República, de 133,96%, e a vice e ministros, de 148,63%, aprovado no fim do ano passado. O reajuste dos que recebem aposentadoria acima do piso, segundo nota do Ministério da Previdência, trará uma despesa adicional de 7,98 bilhões de reais ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em 2011, e favorecerá 8,7 milhões de pessoas. Já o aumento para os que recebem até um salário mínimo afetará 15,5 milhões de beneficiários e custará aos cofres públicos um acréscimo de 5,14 bilhões de reais.
A portaria também fixa as novas contribuições do INSS dos trabalhadores empregados, domésticos e trabalhadores avulsos. As alíquotas são de 8% para os que ganham até 1 106,90 reais; de 9% para quem ganha entre 1 106,91 reais e 1 844,83 reais; e de 11% para os que ganham entre 1 844,84 reais e 3 689,66 reais. Os novos valores valerão apenas para recolhimentos a partir de fevereiro. Os que serão efetuados ainda em janeiro, relativos aos salários de dezembro, ainda seguem a tabela anterior. A cota do salário-família passa a ser de 29,41 reais para o segurado com remuneração mensal não superior a 573,58 reais, e de 20,73 reais para o segurado com remuneração mensal superior a 573,58 reais e igual ou inferior a 862,11 reais. Já o auxílio-reclusão será devido aos dependentes do segurado cujo salário de contribuição seja igual ou inferior a 862,11 reais. O teto do salário de contribuição e do salário de benefício passa de 3 416,54 reais para 3 689,66 reais. O benefício pago aos seringueiros e seus dependentes terá valor de 1 080,00 reais.
(Informações do site da Veja)
PAZ AMOR E VIDA NA TERRA " De tanto ver triunfar as nulidades, De tanto ver crescer as injustiças, De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto". [Ruy Barbosa]
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
José de Abreu...acabou sem ministério....háháhá!!!
Zé Papagaio de Pirata
O ator José de Abreu grudou na Sebenta como um carrapato durante a campanha eleitoral.
Por inúmeras vezes foi fotografado sobre o ombro da CÃdidata tal um papagaio de pirata.
Puxou o saco e babou os ovos até não conseguir mais.
Tudo em busca da boquinha de Ministro da Cultura...
Doce ilusão...
Mas oras vejam...acabou preterido, nem a sua babação de ovos e muito menos as notas lançadas na imprensa dando como certa a indicação fizeram dele um ministro...
E eu pergunto....
E agora José?
.......
Dançou junto com o Ciro?
Huá huá huá!!!!
O ator José de Abreu grudou na Sebenta como um carrapato durante a campanha eleitoral.
Por inúmeras vezes foi fotografado sobre o ombro da CÃdidata tal um papagaio de pirata.
Puxou o saco e babou os ovos até não conseguir mais.
Tudo em busca da boquinha de Ministro da Cultura...
Doce ilusão...
Mas oras vejam...acabou preterido, nem a sua babação de ovos e muito menos as notas lançadas na imprensa dando como certa a indicação fizeram dele um ministro...
E eu pergunto....
E agora José?
.......
Dançou junto com o Ciro?
Huá huá huá!!!!
Emporcalhando os brasileiros
Editado por Andréa Haddad em 3/01/2011 às 11:32 hs.
(Giulio Sanmartini) Antes de começar quero registrar um comentário feito pelo meu caro leitor Magu no artigo Lula e Maradona: semelhanças nefastas (2/1/2011): “Vamos enterrar, pelo menos aqui no blog, esse imbecil. Falou-se dele por oito anos. Só dos erros, porque dos acertos não dá para contar nos nove dedos dele. Vai sobrar dedo. Molusco etílico, R.I.P. De minha parte, eu me recuso, a partir de 2ª, a continuar. Quiuspa! Já chega, gentes”.
Pois é Magu, não posso deixar de dar razão, mas quero que você entenda que não posso seguir esse caminho, haja vista que nos oito anos de governo Luiz Inácio Lula da Silva deixou uma peçonha residual que levará algum tempo para ser eliminada, como o lamentável caso Cesare Batista sobre o qual escrevo abaixo.
Giorgio Napolitano (1925, foto) é o 11° presidente da República Italiana, tomou posse no cargo em 15 de maio de 2006. Antes disso foi presidente da Câmara dos Deputados, ministro do Interior no governo Romano Prodi e senador vitalício desde 2005. Foi o primeiro Chefe de Estado, oriundo do Partido Comunista Italiano.
Napolitano como presidente vem se distinguindo pela seriedade, firmeza e ponderação com que age exercendo o poder moderador. É um dos raros homens públicos que será lembrado como uma pessoa de bem, sem uma jaça que o possa desabonar.
Portanto, sua breve e concisa observação sobre a decisão do presidente Lula em não conceder extradição a Cesare Battisti, não é composta de vãs palavras circunstanciais, mais de uma firme e inequívoca posição. Ele afirmou: “A decisão do presidente Lula suscitou um mim uma profunda contrariedade, amargura e decepção. É uma decisão incompreensível e baseada em motivações infundadas”.
Portanto, a atitude de Lula não emporcalha somente seu sujo nome, mas dos brasileiros como um todo. O governo italiano teve a ilusão que, após a posse, a presidente Dilma Rousseff fosse rever a decisão de Lula. Ledo engano.
O novo ministro da Justiça José Cardoso declarou não ter dúvida alguma que o “não” dado por Lula sobre a extradição foi correto, que tinha sido uma “decisão soberana”.
Mas ele não disse que nos encontros oficiais com os presidentes da Republica e do Conselho italiano, respectivamente, Giorgio Napolitano e Silvio Berlusconi, Lula tinha dado uma mensagem tranquilizadora. Como de hábito para Lula é muito fácil o dito ficar pelo não dito. Mas o pior é ver que Dilma Rousseff dá mostras que trilhará o mesmo caminho.
(Giulio Sanmartini) Antes de começar quero registrar um comentário feito pelo meu caro leitor Magu no artigo Lula e Maradona: semelhanças nefastas (2/1/2011): “Vamos enterrar, pelo menos aqui no blog, esse imbecil. Falou-se dele por oito anos. Só dos erros, porque dos acertos não dá para contar nos nove dedos dele. Vai sobrar dedo. Molusco etílico, R.I.P. De minha parte, eu me recuso, a partir de 2ª, a continuar. Quiuspa! Já chega, gentes”.
Pois é Magu, não posso deixar de dar razão, mas quero que você entenda que não posso seguir esse caminho, haja vista que nos oito anos de governo Luiz Inácio Lula da Silva deixou uma peçonha residual que levará algum tempo para ser eliminada, como o lamentável caso Cesare Batista sobre o qual escrevo abaixo.
Giorgio Napolitano (1925, foto) é o 11° presidente da República Italiana, tomou posse no cargo em 15 de maio de 2006. Antes disso foi presidente da Câmara dos Deputados, ministro do Interior no governo Romano Prodi e senador vitalício desde 2005. Foi o primeiro Chefe de Estado, oriundo do Partido Comunista Italiano.
Napolitano como presidente vem se distinguindo pela seriedade, firmeza e ponderação com que age exercendo o poder moderador. É um dos raros homens públicos que será lembrado como uma pessoa de bem, sem uma jaça que o possa desabonar.
Portanto, sua breve e concisa observação sobre a decisão do presidente Lula em não conceder extradição a Cesare Battisti, não é composta de vãs palavras circunstanciais, mais de uma firme e inequívoca posição. Ele afirmou: “A decisão do presidente Lula suscitou um mim uma profunda contrariedade, amargura e decepção. É uma decisão incompreensível e baseada em motivações infundadas”.
Portanto, a atitude de Lula não emporcalha somente seu sujo nome, mas dos brasileiros como um todo. O governo italiano teve a ilusão que, após a posse, a presidente Dilma Rousseff fosse rever a decisão de Lula. Ledo engano.
O novo ministro da Justiça José Cardoso declarou não ter dúvida alguma que o “não” dado por Lula sobre a extradição foi correto, que tinha sido uma “decisão soberana”.
Mas ele não disse que nos encontros oficiais com os presidentes da Republica e do Conselho italiano, respectivamente, Giorgio Napolitano e Silvio Berlusconi, Lula tinha dado uma mensagem tranquilizadora. Como de hábito para Lula é muito fácil o dito ficar pelo não dito. Mas o pior é ver que Dilma Rousseff dá mostras que trilhará o mesmo caminho.
Alô, imprensa!
Alô, plantonistas de São Bernardo do Campo! O falecido acordou e já foi ao banheiro? Abanou para vocês da janelinha? Não? Putz, então o país vai entrar em crise. Fiquem de olho e nos avisem! Ai que saudades, né Cristiana Lobo e Kennedy Alencar?
B.DO CEL
B.DO CEL
O negócio dele é com ditadores.
Segunda-feira, Janeiro 03, 2011
Marco Aurélio Garcia é um expert em relacionamento com ditadores assassinos como Fidel Castro e com outros que seguem pelo mesmo caminho, como Evo Morales e Hugo Chávez. Coube a ele interpretar que a presença do embaixador da Itália na posse de Dilma Rousseff foi uma prova de que não existe crise entre os governos. No que foi imediatamente secundado pelo novo Ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota que, ao concordar com o dinossauro Garcia, dá provas de que será um Amorim com alguns centímetros e quilos a mais. A diplomacia italiana é muito melhor do que a brasileira. Imaginemos se o embaixador italiano não tivesse ido à posse da Dilma. Garcia seria o primeiro a colocar o Brasil no papel de vítima, vendendo ao mundo uma Itália raivosa e vingativa, que estaria atacando a soberania brasileira e cometendo uma grosseria imperdoável. A Itália, ao contrário, agiu com naturalidade, deixando os dois imbecis totalmente desarmados. A partir de hoje, a democracia italiana começa a tomar as suas decisões e, para isso, tem o apoio de toda a comunidade européia, que articula um protesto conjunto contra a decisão brasileira. A especialidade de Marco Aurélio Garcia é com ditadores, de preferência aqueles com acusações de assassinatos na biografia. Quando tem que manter relações com democracias, ele não consegue perceber que a truculência e a grossura não fazem parte das melhores tradições diplomáticas.
DO COTURNO NOTURNO
Marco Aurélio Garcia é um expert em relacionamento com ditadores assassinos como Fidel Castro e com outros que seguem pelo mesmo caminho, como Evo Morales e Hugo Chávez. Coube a ele interpretar que a presença do embaixador da Itália na posse de Dilma Rousseff foi uma prova de que não existe crise entre os governos. No que foi imediatamente secundado pelo novo Ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota que, ao concordar com o dinossauro Garcia, dá provas de que será um Amorim com alguns centímetros e quilos a mais. A diplomacia italiana é muito melhor do que a brasileira. Imaginemos se o embaixador italiano não tivesse ido à posse da Dilma. Garcia seria o primeiro a colocar o Brasil no papel de vítima, vendendo ao mundo uma Itália raivosa e vingativa, que estaria atacando a soberania brasileira e cometendo uma grosseria imperdoável. A Itália, ao contrário, agiu com naturalidade, deixando os dois imbecis totalmente desarmados. A partir de hoje, a democracia italiana começa a tomar as suas decisões e, para isso, tem o apoio de toda a comunidade européia, que articula um protesto conjunto contra a decisão brasileira. A especialidade de Marco Aurélio Garcia é com ditadores, de preferência aqueles com acusações de assassinatos na biografia. Quando tem que manter relações com democracias, ele não consegue perceber que a truculência e a grossura não fazem parte das melhores tradições diplomáticas.
DO COTURNO NOTURNO
domingo, 2 de janeiro de 2011
Itália pode retaliar Brasil com veto a acordo militar
02/01/2011 - 08h29
FELIPE SELIGMAN
DE BRASÍLIA
O Brasil poderá sofrer a primeira consequência diplomática por ter decidido não extraditar o terrorista italiano Cesare Battisti daqui a menos de duas semanas.
Veja a cronologia do caso Cesare Battisti
Lula nega extradição de Battisti e governo critica Itália
Governo afirma que Battisti vai ficar no Brasil como imigrante
Leia íntegra da nota da Presidência sobre concessão de refúgio
Amorim diz que decisão de não extraditar foi 'soberana'
Defesa da Itália afirma que Lula cometeu crime de responsabilidade ao manter Battisti
Ministro italiano da Defesa diz que 'se realizou a pior previsão' sobre caso Battisti
No próximo dia 11, o Parlamento italiano deve votar a aprovação de um acordo de cooperação militar firmado entre Brasil e Itália que prevê o desenvolvimento de projetos para a construção de navios de patrulha oceânica, fragatas e embarcações de apoio logístico.
Esse é o último passo para que a negociação possa sair do papel. Em recente entrevista à imprensa italiana, o ministro da Defesa, Ignazio La Russa, afirmou que tudo o que o governo italiano podia fazer em relação ao acordo há havia sido feito e que o "resto cabe ao Parlamento".
Antes mesmo da decisão oficial de manter Battisti, ele disse que "ninguém deveria imaginar que um 'não' à extradição de Cesare Battisti não teria consequências". "Eu consideraria isso um grande dano às relações bilaterais", completou.
Ao fechar a negociação, em junho de 2010, o ministro da Defesa brasileiro, Nelson Jobim, afirmou que a parceira intensificaria "as relações com a Itália, de forma a estabelecer entendimentos em diversos setores, tanto na área de Defesa, como nas de ambiente e de cultura", afirmou, então.
BATTISTI
Boa parte das críticas à decisão do Brasil de manter Cesare Battisti no Brasil saíram de parlamentares que, agora, terão de analisar o acordo militar em questão.
No último dia de 2010, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu não extraditar Battisti ao entender que, se ele voltasse à Itália, poderia sofrer perseguição ou discriminação por sua atuação política durante os anos de chumbo na Itália, durante a década de 1970.
Lula contrariou o que havia dito o STF (Supremo Tribunal Federal), que entendeu não haver essa possibilidade e autorizou o envio de Battisti ao seus país, onde ele foi condenado à prisão perpétua por envolvimento na morte de quatro pessoas.
Battisti, porém, nega participação nos assassinatos e diz sofrer perseguição política. Ele havia obtido refúgio político do então ministro da Justiça, Tarso Genro, mas o ato foi posteriormente anulado pelo próprio Supremo.
A decisão do governo brasileiro de mantê-lo no Brasil fez com que a Itália chamasse de volta seu embaixador no Brasil, ato que representa o primeiro sinal de um possível rompimento diplomático entre dois países.
A mesma reação também havia ocorrido quando o Tarso concedeu ao italiano o status de refugiado.
TIRO NO PÉ
Autoridades brasileiras acreditam que a reação da Itália, contudo, não deve passar disso. Consideram que uma possível retaliação do governo italiano poderia ser um "tiro no pé", já que existem diversos pedidos de extradição feitos pela Itália para o Brasil e que, normalmente, são concedidos.
Além disso, o caso ainda precisará passar por nova análise do Supremo Tribunal Federal, antes que Battisti seja posto em liberdade.
Existe a chance, portanto, de o tribunal novamente anular o ato de Lula, caso venha a considerá-lo ilegal.
Alguns ministros avaliam que o presidente não poderia ter usado o mesmo argumento de Tarso, de que ele pode ser mesmo perseguido na Itália, pois o Supremo já descartou essa hipótese.
Outros porém, segundo a Folha apurou, acreditam que o presidente da República pode se opor ao que diz o Supremo Tribunal Federal, já que o primeiro analisa o caso politicamente, enquanto o segundo o faz de forma técnica.
COMENTARIO DE UM INTERNAUTA:
É cômico o LULA querer dar lições ao Sistema Judiciário Italiano. Um semi-analfabeto. que sequer possui um diploma de 2º. grau e que se orgulha da própria ignorância. Que se diz trabalhador, mas a única coisa que fez na vida foi não trabalhar. A imagem do brasileiro que nunca foi boa, hoje está pior ainda, graças a mais um ato de ignorância explícita desse indivíduo. LULA, vá para casa e nos faça um grande favor: ESCONDA-SE, NÃO PONHA A CARA NEM NA JANELA DO SEU APARTAMENTO.
FELIPE SELIGMAN
DE BRASÍLIA
O Brasil poderá sofrer a primeira consequência diplomática por ter decidido não extraditar o terrorista italiano Cesare Battisti daqui a menos de duas semanas.
Veja a cronologia do caso Cesare Battisti
Lula nega extradição de Battisti e governo critica Itália
Governo afirma que Battisti vai ficar no Brasil como imigrante
Leia íntegra da nota da Presidência sobre concessão de refúgio
Amorim diz que decisão de não extraditar foi 'soberana'
Defesa da Itália afirma que Lula cometeu crime de responsabilidade ao manter Battisti
Ministro italiano da Defesa diz que 'se realizou a pior previsão' sobre caso Battisti
No próximo dia 11, o Parlamento italiano deve votar a aprovação de um acordo de cooperação militar firmado entre Brasil e Itália que prevê o desenvolvimento de projetos para a construção de navios de patrulha oceânica, fragatas e embarcações de apoio logístico.
Esse é o último passo para que a negociação possa sair do papel. Em recente entrevista à imprensa italiana, o ministro da Defesa, Ignazio La Russa, afirmou que tudo o que o governo italiano podia fazer em relação ao acordo há havia sido feito e que o "resto cabe ao Parlamento".
Antes mesmo da decisão oficial de manter Battisti, ele disse que "ninguém deveria imaginar que um 'não' à extradição de Cesare Battisti não teria consequências". "Eu consideraria isso um grande dano às relações bilaterais", completou.
Ao fechar a negociação, em junho de 2010, o ministro da Defesa brasileiro, Nelson Jobim, afirmou que a parceira intensificaria "as relações com a Itália, de forma a estabelecer entendimentos em diversos setores, tanto na área de Defesa, como nas de ambiente e de cultura", afirmou, então.
BATTISTI
Boa parte das críticas à decisão do Brasil de manter Cesare Battisti no Brasil saíram de parlamentares que, agora, terão de analisar o acordo militar em questão.
No último dia de 2010, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu não extraditar Battisti ao entender que, se ele voltasse à Itália, poderia sofrer perseguição ou discriminação por sua atuação política durante os anos de chumbo na Itália, durante a década de 1970.
Lula contrariou o que havia dito o STF (Supremo Tribunal Federal), que entendeu não haver essa possibilidade e autorizou o envio de Battisti ao seus país, onde ele foi condenado à prisão perpétua por envolvimento na morte de quatro pessoas.
Battisti, porém, nega participação nos assassinatos e diz sofrer perseguição política. Ele havia obtido refúgio político do então ministro da Justiça, Tarso Genro, mas o ato foi posteriormente anulado pelo próprio Supremo.
A decisão do governo brasileiro de mantê-lo no Brasil fez com que a Itália chamasse de volta seu embaixador no Brasil, ato que representa o primeiro sinal de um possível rompimento diplomático entre dois países.
A mesma reação também havia ocorrido quando o Tarso concedeu ao italiano o status de refugiado.
TIRO NO PÉ
Autoridades brasileiras acreditam que a reação da Itália, contudo, não deve passar disso. Consideram que uma possível retaliação do governo italiano poderia ser um "tiro no pé", já que existem diversos pedidos de extradição feitos pela Itália para o Brasil e que, normalmente, são concedidos.
Além disso, o caso ainda precisará passar por nova análise do Supremo Tribunal Federal, antes que Battisti seja posto em liberdade.
Existe a chance, portanto, de o tribunal novamente anular o ato de Lula, caso venha a considerá-lo ilegal.
Alguns ministros avaliam que o presidente não poderia ter usado o mesmo argumento de Tarso, de que ele pode ser mesmo perseguido na Itália, pois o Supremo já descartou essa hipótese.
Outros porém, segundo a Folha apurou, acreditam que o presidente da República pode se opor ao que diz o Supremo Tribunal Federal, já que o primeiro analisa o caso politicamente, enquanto o segundo o faz de forma técnica.
COMENTARIO DE UM INTERNAUTA:
É cômico o LULA querer dar lições ao Sistema Judiciário Italiano. Um semi-analfabeto. que sequer possui um diploma de 2º. grau e que se orgulha da própria ignorância. Que se diz trabalhador, mas a única coisa que fez na vida foi não trabalhar. A imagem do brasileiro que nunca foi boa, hoje está pior ainda, graças a mais um ato de ignorância explícita desse indivíduo. LULA, vá para casa e nos faça um grande favor: ESCONDA-SE, NÃO PONHA A CARA NEM NA JANELA DO SEU APARTAMENTO.
sábado, 1 de janeiro de 2011
Posse de Dilma tem público de jogo da querida Lusa paulista
por Redação Mídia@Mais em 2 de janeiro de 2011 Opinião - Brasil
Esperávamos 500 mil”, diz o PM, algo desolado. Mas a verdade é que a “chuva” espantou os outros 497 mil apoiadores não-remunerados da presidente Dilma, e a grande festa da nova líder popular precisou se contentar com um público digno da tradicional Portuguesa de Desportos: 3 mil gatos pingados.
Diferente de Dilma, contudo, o time de futebol paulista é alvo de recorrentes chacotas pelo fato de nunca lotar o próprio estádio. Diz o folclore popular que sua torcida inteira caberia dentro de um Fusca. Mas duvida-se honestamente que algum jornalista fará piada parecida com Dilma. Qualquer pessoa que saiba ler e raciocinar minimamente, por outro lado, já percebeu que a monstruosa popularidade, tanto de Lula, quanto da nova presidente, parece se desmanchar toda vez que é posta à prova – por uma garoinha, ou por um feriado prolongado. O fato é que, mais uma vez, ficamos esperando aparecerem os 87% de apoiadores dos petistas no poder. Metade deles sumiu na hora de votar em Dilma, e quase ninguém se lembrou de que hoje era dia da sua posse. Será que faltou cachê, ou não havia nenhum Fusca disponível?
Veja aqui mais detalhes sobre a festa da democracia a qual o povo esqueceu de aparecer e não deixe de notar que o redator de O Globo até se esforça, lançado mão do vigoroso verbo “aglomerar” para ver se apimenta um pouco a notícia
Esperávamos 500 mil”, diz o PM, algo desolado. Mas a verdade é que a “chuva” espantou os outros 497 mil apoiadores não-remunerados da presidente Dilma, e a grande festa da nova líder popular precisou se contentar com um público digno da tradicional Portuguesa de Desportos: 3 mil gatos pingados.
Diferente de Dilma, contudo, o time de futebol paulista é alvo de recorrentes chacotas pelo fato de nunca lotar o próprio estádio. Diz o folclore popular que sua torcida inteira caberia dentro de um Fusca. Mas duvida-se honestamente que algum jornalista fará piada parecida com Dilma. Qualquer pessoa que saiba ler e raciocinar minimamente, por outro lado, já percebeu que a monstruosa popularidade, tanto de Lula, quanto da nova presidente, parece se desmanchar toda vez que é posta à prova – por uma garoinha, ou por um feriado prolongado. O fato é que, mais uma vez, ficamos esperando aparecerem os 87% de apoiadores dos petistas no poder. Metade deles sumiu na hora de votar em Dilma, e quase ninguém se lembrou de que hoje era dia da sua posse. Será que faltou cachê, ou não havia nenhum Fusca disponível?
Veja aqui mais detalhes sobre a festa da democracia a qual o povo esqueceu de aparecer e não deixe de notar que o redator de O Globo até se esforça, lançado mão do vigoroso verbo “aglomerar” para ver se apimenta um pouco a notícia
EXTRA: VERMELHÃO COBRE BRASÍLIA NO LUGAR DAS CORES DA BANDEIRA DO BRASIL. E ANOTEM: COMEÇA AGORA UMA LUTA PELA MANUTENÇÃO DA DEMOCRACIA E DA LIBERDADE!
Sábado, Janeiro 01, 2011
ALUIZIO AMORIM
Impressionante esta foto da posse da Dilma no momento em que fala para uma claque organizada pelo PT. As cores da bandeira brasileira praticamente sumiram, dando lugar ao vermelhão comunista.
Como já afirmei na minha mensagem de feliz ano novo em post mais abaixo, vamos precisar de muita energia e determinação para manter de pé os últimos pilares que seguram a frágil democracia brasileira que vem sendo pisoteada pela maldição esquerdista.
O único fato positivo dessa pantomima esquerdóide e ridícula que minimiza, quando não ignora as cores da nossa bandeira na posse presidencial (arhg!), derramando o vermelhão da desgraça da tirania comunista é a saída de Lula do Palácio do Planalto o que já é uma assepsia.
De resto, pelo que se constata, não há qualquer entusiasmo espontâneo e patriótico da Nação nesse ritual macabro que entrega o Brasil à sanha da escória política.
Os democratas brasileiros terão de lutar duramente para evitar uma guinada do país à tirania esquerdista. O Congresso está dominado pela denominada base de apoio que Lula preparou. E a primeira coisa que tentarão fazer é impor à censura à imprensa sob o eufemismo controla social da mídia.
E não se espantem. Essa legislação que está pronta deverá contar com o apoio maciço de deputados e senadores da base aliada. A eles, especialmente, essa lei da mordaça representa um maná. O parlamento, pela sua natureza institucional é o Poder da República mais aberto ao crivo da Nação e sobretudo da imprensa. Esta é a questão crucial. Com a mordaça os trambiqueiros poderão agir com muito mais desenvoltura não é mesmo? O futuro da democracia brasileira, por isso, está em jogo. Ainda mais com esse arremedo de Oposição que temos.
Precisamos, como nunca antes neste país, de muita energia e força para evitar a venezuelização do Brasil.
E a liberdade e a democracia são bens inegociáveis.
ALUIZIO AMORIM
Impressionante esta foto da posse da Dilma no momento em que fala para uma claque organizada pelo PT. As cores da bandeira brasileira praticamente sumiram, dando lugar ao vermelhão comunista.
Como já afirmei na minha mensagem de feliz ano novo em post mais abaixo, vamos precisar de muita energia e determinação para manter de pé os últimos pilares que seguram a frágil democracia brasileira que vem sendo pisoteada pela maldição esquerdista.
O único fato positivo dessa pantomima esquerdóide e ridícula que minimiza, quando não ignora as cores da nossa bandeira na posse presidencial (arhg!), derramando o vermelhão da desgraça da tirania comunista é a saída de Lula do Palácio do Planalto o que já é uma assepsia.
De resto, pelo que se constata, não há qualquer entusiasmo espontâneo e patriótico da Nação nesse ritual macabro que entrega o Brasil à sanha da escória política.
Os democratas brasileiros terão de lutar duramente para evitar uma guinada do país à tirania esquerdista. O Congresso está dominado pela denominada base de apoio que Lula preparou. E a primeira coisa que tentarão fazer é impor à censura à imprensa sob o eufemismo controla social da mídia.
E não se espantem. Essa legislação que está pronta deverá contar com o apoio maciço de deputados e senadores da base aliada. A eles, especialmente, essa lei da mordaça representa um maná. O parlamento, pela sua natureza institucional é o Poder da República mais aberto ao crivo da Nação e sobretudo da imprensa. Esta é a questão crucial. Com a mordaça os trambiqueiros poderão agir com muito mais desenvoltura não é mesmo? O futuro da democracia brasileira, por isso, está em jogo. Ainda mais com esse arremedo de Oposição que temos.
Precisamos, como nunca antes neste país, de muita energia e força para evitar a venezuelização do Brasil.
E a liberdade e a democracia são bens inegociáveis.
QUE O SR VÁ PARA O INFERNO
sábado, 1 de janeiro de 2011
A Herança de Dilma
Lula vai embora deixando uma dívida de 1.400 Trilhão. Aumentou a dívida em 1 trilhão e gastos com cartão corporativista em 267 milhões.
Cláudio Humberto - Desde 1º de janeiro de 2003 e até o final de outubro deste ano, o governo Lula gastou R$ 350 milhões com cartões corporativos. Em 2010 a conta já ultrapassa R$ 71 milhões, segundo dados do Portal da Transparência. Só a Presidência da República consumiu quase R$ 16 milhões com cartões, este ano, em gastos ''sigilosos''. Em 2007 (R$ 76 milhões) e 2010, o governo gastou mais R$ 70 milhões com cartões. A média diária de gastos do governo com cartões corporativos em 2010 é de R$ 215 mil, o dobro da média dos últimos oito anos (R$ 111 mil). Em abril, a conta dos cartões corporativos do governo Lula totalizava R$ 11 milhões. Até novembro, o total pulou para R$ 71 milhões. Durante o primeiro mandato de Lula, cartões corporativos nos custaram R$ 78,4 milhões. No segundo mandato, triplicou: R$ 267 milhões.
Os brasileiros, vão pagar muito caro pela atitude perdulária do governo Lulla, que não está conseguindo pagar os juros dessa "Dívida trilhardária" tendo que engolir um "spread" (taxa de juros) muito caro para refinanciar os "papagaios", sem deixar nenhum benefício essencial (Educação, Saúde, Segurança e Saneamento) para o povo, mas apenas DIVIDAS A PAGAR por todos os brasileiros, que pagam seus impostos.
COMENTÁRIOS
A GASTANÇA DESORDENADA DA "NOMENKLATURA" ATRAVÉS DOS CARTÕES CORPORATIVOS DARIAM PARA OFERECER UMA CASA À CADA BRASILEIRO CARENTE OU CONSTRUIR VÁRIOS HOSPITAIS
PLÁSTICAS, BOTOX, VINHOS CAROS, LUXOS VARIADOS, COMPRAS DE BRINQUEDOS E DE JÓIAS - TUDO ISTO PAGO PELO CONTRIBUINTE E NA MAIOR HIPOCRISIA, SEM QUE HOUVESSE OPOSIÇÃO, AINDA SE ESTABELECEU QUE ESTES GASTOS ENVOLVIAM SEGURANÇA PRESIDENCIAL
CHEGA LULA
FOI MUITO ABUSO
MUITA FALTA DE RESPEITO COM SEU POVO
QUE O SR VÁ PARA O INFERNO, SE É QUE JÁ NÃO ESTÁ NELE!
Marverde - Blog da Resistência Democrática
A Herança de Dilma
Lula vai embora deixando uma dívida de 1.400 Trilhão. Aumentou a dívida em 1 trilhão e gastos com cartão corporativista em 267 milhões.
Cláudio Humberto - Desde 1º de janeiro de 2003 e até o final de outubro deste ano, o governo Lula gastou R$ 350 milhões com cartões corporativos. Em 2010 a conta já ultrapassa R$ 71 milhões, segundo dados do Portal da Transparência. Só a Presidência da República consumiu quase R$ 16 milhões com cartões, este ano, em gastos ''sigilosos''. Em 2007 (R$ 76 milhões) e 2010, o governo gastou mais R$ 70 milhões com cartões. A média diária de gastos do governo com cartões corporativos em 2010 é de R$ 215 mil, o dobro da média dos últimos oito anos (R$ 111 mil). Em abril, a conta dos cartões corporativos do governo Lula totalizava R$ 11 milhões. Até novembro, o total pulou para R$ 71 milhões. Durante o primeiro mandato de Lula, cartões corporativos nos custaram R$ 78,4 milhões. No segundo mandato, triplicou: R$ 267 milhões.
Os brasileiros, vão pagar muito caro pela atitude perdulária do governo Lulla, que não está conseguindo pagar os juros dessa "Dívida trilhardária" tendo que engolir um "spread" (taxa de juros) muito caro para refinanciar os "papagaios", sem deixar nenhum benefício essencial (Educação, Saúde, Segurança e Saneamento) para o povo, mas apenas DIVIDAS A PAGAR por todos os brasileiros, que pagam seus impostos.
COMENTÁRIOS
A GASTANÇA DESORDENADA DA "NOMENKLATURA" ATRAVÉS DOS CARTÕES CORPORATIVOS DARIAM PARA OFERECER UMA CASA À CADA BRASILEIRO CARENTE OU CONSTRUIR VÁRIOS HOSPITAIS
PLÁSTICAS, BOTOX, VINHOS CAROS, LUXOS VARIADOS, COMPRAS DE BRINQUEDOS E DE JÓIAS - TUDO ISTO PAGO PELO CONTRIBUINTE E NA MAIOR HIPOCRISIA, SEM QUE HOUVESSE OPOSIÇÃO, AINDA SE ESTABELECEU QUE ESTES GASTOS ENVOLVIAM SEGURANÇA PRESIDENCIAL
CHEGA LULA
FOI MUITO ABUSO
MUITA FALTA DE RESPEITO COM SEU POVO
QUE O SR VÁ PARA O INFERNO, SE É QUE JÁ NÃO ESTÁ NELE!
Marverde - Blog da Resistência Democrática
AS PROMESSAS DE DILMA
O GLOBO
Ao longo da campanha eleitoral, Dilma Rousseff fez muitas promessas. Algumas foram bem vagas, como "melhorar todo o sistema de saúde" do Brasil. Já outras, específicas - como "construir cinco refinarias" - podem ser fiscalizadas e cobradas pelos eleitores no dia a dia. O GLOBO fez uma lista do que a então candidata prometeu. E, ao longo do governo, o site vai acompanhar o andamento de cada projeto.
SAÚDE
Melhorar todo o sistema de saúde.
Fazer 500 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) 24 horas.
Construir 8.600 unidades básicas de saúde em todo o país.
Universalizar o SUS, garantindo mais recursos para o programa, e ampliar o número de profissionais.
Implantar o cartão do SUS, com o registro do histórico dos atendimentos.
Ampliar o Saúde da Família.
Ampliar as Farmácias Populares.
Ampliar o Brasil Sorridente.
Ampliar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
Valorizar práticas preventivas.
Garantir atendimento básico, ambulatorial e hospitalar altamente resolutivo em todos os estados.
Melhorar a gestão dos recursos.
Distribuir gratuitamente remédios para hipertensão e diabetes, usando o programa Aqui tem Farmácia Popular.
Implantar rede de prevenção de câncer em todo o país.
Ampliar a rede de atendimento para gestantes e crianças de até um ano. Criar clínicas especializadas, maternidades de alto e baixo riscos, UTIs neonatais e ambulâncias do Samu com mini-UTI para bebês, articulando essa rede ao Samu-Cegonha.
Articular uma rede integrada pública e privada, custeada pelo SUS, para tratar dependentes de crack. O SUS deverá dar acompanhamento psicossocial após a internação.
Dar atenção a programas de saúde mental, especialmente para tratamento de alcoolismo e dependência de drogas.
Acabar com as filas para exames e atendimentos especializados.
Criar cursos de capacitação para quem atende à população.
Ter autossuficiência científica na produção de fármacos.
Ampliar a fabricação de genéricos.
PROGRAMAS SOCIAIS E DE INCLUSÃO
Erradicar a miséria e conduzir os brasileiros ao padrão da classe média, melhorando a vida de 21,5 milhões de pessoas que vivem na pobreza absoluta.
Continuar reduzindo as desigualdades.
Ampliar programas, em especial o Bolsa Família, e implantar novos.
Ampliar o Bolsa Família para famílias sem filhos.
Ampliar as iniciativas de promoção de igualdade de direitos e oportunidades para mulheres, negros, populações indígenas, idosos e setores discriminados.
Lutar pela inserção plena de portadores de deficiências.
EDUCAÇÃO E QUALIFICAÇÃO
Aumentar para 7% do PIB os investimentos públicos em educação.
Erradicar o analfabetismo.
Dar prioridade à qualidade da educação.
Construir seis mil creches e pré-escolas.
Dar bolsa de estudos e apoio para que os alunos não abandonem a escola.
Dar especial atenção à formação continuada de professores para os níveis fundamental e médio.
Possibilitar que os professores tenham, ao menos, curso universitário e remuneração condizente com sua importância.
Manter um piso salarial nacional para professores.
Equipar as escolas com banda larga gratuita.
Construir mais escolas federais.
Proteger as crianças e os jovens da violência, do assédio das drogas e da imposição do trabalho em detrimento da formação escolar e acadêmica.
Construir escolas técnicas em municípios com mais de 50 mil habitantes ou que sejam polos de regiões.
Criar o ProMédio, programa de bolsa de estudo em instituições de ensino médio técnico, nos moldes do Universidade para Todos (ProUni).
Criar vagas em escolas privadas também por meio de financiamento com prazos longos e juros baixos. Se o aluno formado prestar serviço civil, terá desconto grande, chegando a 100% se for técnico de saúde.
Garantir a qualificação do ensino universitário, com ênfase na pós-graduação.
Expandir e interiorizar as universidades federais.
Ampliar o ProUni.
CIÊNCIA E TECNOLOGIA
Fazer a inclusão digital, com banda larga em todo o país.
Transformar o Brasil em potência científica e tecnológica.
Dar ênfase à formação de engenheiros.
Expandir recursos para pesquisa e ampliar as bolsas da Capes e e do CNPq.
Ampliar o registro de patentes.
Privilegiar as pesquisas em biotecnologia; nanotecnologia; robótica; novos materiais; tecnologia da informação e da comunicação; saúde e produção de fármacos; biocombustíveis e energias renováveis; agricultura; biodiversidade; Amazônia e semiárido; área nuclear; área espacial; recursos do mar; defesa.
ESPORTE E LAZER
Construir seis mil quadras poliesportivas em escolas públicas com mais de 500 alunos.
Cobrir quatro mil quadras existentes.
Investir na formação de atletas até 2014.
Construir 800 complexos esportivos, culturais e de lazer, em todos os lugares do país.
Ampliar o Bolsa Atleta e valorizar o profissional de educação física.
Criar o Sistema Nacional de Incentivo ao Esporte e ao Lazer.
COPA E OLIMPÍADAS
Fazer dos dois eventos um instrumento de inclusão social de crianças e jovens.
Qualificar jovens e adultos para atender às demandas criadas pela Copa do Mundo de 2014.
HABITAÇÃO
Vencer o déficit habitacional nesta década.
Contratar a construção de mais dois milhões de moradias no programa Minha Casa, Minha Vida.
Incluir eletrodomésticos e móveis na segunda fase do Minha Casa, Minha Vida.
Continuar a democratizar o acesso à terra urbana e a regularizar propriedades nos termos da lei.
Criar uma diretoria ou superintendência na Caixa Econômica Federal para investir em habitação rural.
URBANIZAÇÃO
Investir na prevenção de enchentes no país.
Gastar R$ 11 bilhões em drenagem e proteção de encostas, para combater o problema da ocupação em áreas de risco.
Universalizar o saneamento.
Investir R$ 34 bilhões em obras de abastecimento de água e saneamento básico.
Empenhar-se para promover uma profunda reforma urbana, que beneficie prioritariamente as camadas mais desprotegidas da população.
SEGURANÇA E DEFESA
Construir 2.883 postos de polícia comunitária.
Fazer novo modelo de segurança inspirada nas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) do Rio.
Continuar e ampliar o Programa Nacional de Segurança Pública (Pronasci), a Bolsa-Formação e o Territórios da Paz.
Estimular políticas de segurança integradas entre estados, municípios e União.
Incrementar investimentos em infraestrutura nas áreas com maior índice de violência.
Fazer uma reforma radical no sistema penitenciário e mudar as leis processuais penais.
Reequipar as Forças Armadas e fortalecer o Ministério da Defesa.
Fortalecer a Polícia Federal e a Força Nacional de Segurança Pública.
Dar mais capacitação federal às áreas de fronteira e inteligência.
Ampliar o controle das fronteiras para coibir a entrada de armas e de drogas.
Comprar dez veículos aéreos não tripulados produzidos em Israel.
Lutar contra o crime organizado, especialmente a lavagem de dinheiro, e o roubo de cargas.
TRANSPORTE E INFRAESTRUTURA
Modernizar o transporte público nas grandes cidades.
Investir R$ 18 bilhões em obras de transporte público.
Implantar transporte seguro, barato e eficiente.
Ampliar o aeroporto Galeão-Tom Jobim, com a conclusão do terminal 2 e melhorias no terminal 1.
Fazer novos aeroportos em Goiânia, Cuiabá e Porto Seguro (BA).
Ampliar os aeroportos Afonso Pena (Curitiba) e Guarulhos.
Fazer nova pista no aeroporto de Confins (Belo Horizonte).
Construir o aeroporto de São Gonçalo do Amarante (RN).
Fazer o trem de alta velocidade entre Rio e São Paulo.
Expandir e construir metrôs nas principais aglomerações urbanas.
Ampliar o Trensurb, em Porto Alegre.
Duplicar as rodovias BR-116 e BR-386, no Rio Grande do Sul.
Estender a rodovia BR-110 (RN).
Duplicar e melhorar as estradas Manaus-Porto Velho, Cuiabá-Santarém, BR-060 (em Goiás), BR-470 (em Santa Catarina), BR-381 (de Belo Horizonte a Governador Valadares, em Minas) e BR-040 (de Belo Horizonte ao Rio).
Concluir a Via Expressa em Salvador.
Ampliar e modernizar os portos de Salvador, Vitória, Itaqui (MA), Suape (PE) e Cabedelo (PB).
Fazer 51 grandes obras viárias, como novos corredores de transporte, mais metrô e veículos leve sobre trilhos.
Eliminar os gargalos que limitam o crescimento econômico, especialmente em transportes e condições de armazenagem.
Investir em transporte de carga.
EMPREGO E RENDA
Continuar reajustando o salário-mínimo acima da inflação.
Criar as condições para repetir a criação de 14 milhões a 15 milhões de empregos com carteira assinada.
Fazer do Brasil um país de pleno emprego.
Manter diálogo com os sindicatos para definir as grandes linhas das políticas trabalhistas.
Combater o trabalho infantil e degradante, especialmente as manifestações residuais de trabalho escravo.
Dar atenção especial ao acesso de jovens e pessoas de segmentos mais discriminados ao mercado formal de trabalho.
IMPOSTOS
Reduzir a zero os tributos sobre investimentos para aumentar a taxa de crescimento do país.
Reduzir os impostos cobrados de empresas de ônibus, com obrigação de repasse do benefício para o preço das passagens.
Reduzir os impostos sobre empresas de saneamento para impulsionar mais obras de água e esgoto.
Reduzir os tributos sobre energia elétrica.
Reduzir os impostos sobre a folha de pagamento das empresas para estimular a geração de mais empregos.
Possibilitar a devolução imediata do crédito de ICMS às empresas exportadoras.
Incentivar uma reforma para simplificar os tributos, mesmo que seja de forma fatiada.
Trabalhar para acabar com a guerra fiscal entre os estados.
Defender a desoneração da folha de salários. Para não prejudicar o financiamento à Previdência, o Tesouro faria a compensação.
Trabalhar para garantir a devolução automática de todos os créditos a que as empresas têm direito. Possibilitar a devolução imediata do crédito de ICMS às empresas exportadoras.
Informatizar o sistema de tributos para alargar a base da arrecadação e diminuir as alíquotas.
ADMINISTRAÇÃO
Combater a corrupção.
Ter critérios tanto políticos quanto técnicos para preencher cargos públicos.
Concretizar, com o Congresso, as reformas institucionais, como a política e a tributária.
Não promover a reforma da Previdência, mas pode ser feito um "ajuste marginal".
Fazer o PAC 2, com mais força nas áreas de habitação, saúde, educação e segurança.
Estimular a parceria entre os setores público e privado.
CONTAS PÚBLICAS
Não fazer ajuste fiscal (o clássico, com corte indiscriminado de gastos), mas não abandonar a estabilidade ou o controle de despesas.
Fazer uma reforma do Estado para dar mais transparência ao governo e eficácia no combate à corrupção.
Elevar a poupança e o investimento público, estimulando também o investimento privado.
MACROECONOMIA E FINANÇAS
Manter o controle da inflação.
Manter o câmbio flutuante.
Trabalhar para reduzir fortemente os juros. Para isso, reduzir a dívida líquida em relação ao PIB para cerca de 30% em 2014.
INDÚSTRIA
Agregar valor às riquezas do país e produzir tudo o que for possível no Brasil.
Expandir a indústria naval.
Construir cinco refinarias, uma delas a Abreu e Lima (PE), com tecnologia de ponta.
Defender a abertura de capital da Infraero, mantendo controle estatal.
Rever o marco regulatório da mineração, para aumentar a arrecadação de royalties.
PEQUENAS EMPRESAS
Criar um ministério para pequenas e médias empresas.
Fortalecer a política de microcrédito.
Ampliar o limite de enquadramento no Super Simples e no Microempreendedor individual.
Estimular e favorecer o empreendedorismo, com políticas tributárias, de crédito, ambientais, de suporte tecnológico, de qualificação profissional e de ampliação de mercados.
PETRÓLEO
Defender tratamento diferenciado aos estados produtores na distribuição de royalties do petróleo.
Usar os recursos do pré-sal em educação, saúde, cultura, combate à pobreza, meio ambiente, ciência e tecnologia.
Com os recursos do pré-sal, tornar o Brasil a quinta maior economia do mundo.
Não privatizar a Petrobras e o pré-sal.
OUTRAS FONTES DE ENERGIA
Fazer uma política com ênfase na produção de energia renovável e na pesquisa de novas fontes limpas. Construir parques eólicos.
Desenvolver o potencial hidrelétrico do país.
Ampliar a liderança mundial do Brasil na produção de energia limpa.
Expandir o etanol na matriz energética brasileira e ampliar a participação do combustível na matriz mundial.
Incentivar a produção de biocombustíveis.
MEIO AMBIENTE
Reduzir em 80% o desmatamento na Amazônia.
Ter tolerância zero com desmatamento em qualquer bioma.
Incentivar o reflorestamento em áreas degradadas.
Antecipar o cumprimento da meta de reduzir as emissões de gases do efeito estufa em 36% a 39% até 2020.
Dar prioridade à economia de baixo carbono, consolidando o modelo de energia renovável.
Considerar critérios ambientais nas políticas industrial, fiscal e de crédito.
REFORMA AGRÁRIA E AGRICULTURA
Reduzir as invasões no campo.
Não compactuar com invasões de prédios públicos e propriedades, mas não reprimir manifestações de sem-terra quando forem simples reivindicações.
Intensificar e aprimorar a reforma agrária para dar centralidade à estratégia de desenvolvimento sustentável, com a garantia do cumprimento integral da função social da propriedade.
Ampliar o financiamento para o agronegócio e a agricultura familiar.
Assegurar crédito, assistência técnica e mercado aos pequenos produtores. Ampliar o programa de compra direta de alimentos do agricultor familiar, passando de 700 mil para 1,2 milhão de contemplados. Ao mesmo tempo, apoiar os grandes produtores, que contribuem para o superávit comercial.
Incluir dois milhões de famílias de pequenos agricultores e assentados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).
Dar mais apoio científico e tecnológico a organismos como a Embrapa.
IRRIGAÇÃO
Fazer 54 obras para melhorar os indicadores de saúde das comunidades ribeirinhas da Região Norte.
Construir sistemas de irrigação no Sul, no Sudeste e no Centro-Oeste.
Continuar a transposição das águas do Rio São Francisco.
FAMÍLIA E RELIGIÃO
Não mandar ao Congresso ou sancionar qualquer legislação que impacte a religião, como legalização do aborto e casamento homossexual.
Tratar o aborto como questão de saúde pública, atendendo às mulheres que tenham abortado e enfrentem risco de morrer.
Sancionar o projeto de lei complementar 122 (que criminaliza a homofobia) apenas nos artigos que não violem a liberdade de crença, de culto e de expressão e as demais garantias constitucionais individuais.
Fazer da família o foco principal de seu governo.
Não promover iniciativas que afrontem a família.
Fazer leis e programas que tenham a família como foco.
Defender a convivência entre as diferentes religiões.
Manter diálogo com as igrejas.
CULTURA
Fortalecer o Sistema Nacional de Cultura.
Ampliar a produção e o consumo de bens culturais com base na diversidade brasileira.
Dar meios e oportunidades à criatividade popular.
Ampliar os pontos de cultura e outros equipamentos.
Implantar o Vale Cultura.
Fortalecer a indústria do audiovisual nacional e regional em articulação com outros países, sobretudo do Sul.
Aperfeiçoar os mecanismos de financiamento da cultura.
Fortalecer a presença cultural do Brasil no mundo e promover o diálogo com outras culturas.
MÍDIA E LIVRE EXPRESSÃO
Não censurar conteúdo e rejeitar qualquer tentativa de controlar a mídia.
Dar garantia irrestrita da liberdade de imprensa, de expressão e de religião.
Expandir e fortalecer a democracia política, econômica e social.
Fortalecer as redes públicas de comunicação e estimular o uso intensivo da blogosfera.
Ampliar o acesso aos meios de informação e comunicação por meio de internet, TV aberta e novas tecnologias.
POLÍTICA EXTERNA
Ampliar a presença internacional do Brasil, defendendo a paz, a redução de armamentos e uma ordem econômica e política mais justa.
Permanecer fiel aos princípios de não intervenção e direitos humanos.
Defender a democratização de organismos multilaterais como a ONU, o FMI e o Banco Mundial.
Manter a política de Lula, com diversificação de parceiros comerciais.
Manter olhar especial para a África.
Continuar a integração sul-americana e latino-americana e a cooperação Sul-Sul.
Prestar solidariedade aos países pobres e em desenvolvimento.
COMENTO:
OLHA LÁ SRA PRESIDENTE, VÊ SE NÃO ESCORREGA, VAMOS ESTAR DE OLHO, ACOMPANHAMENTO E COBRANDO, ITEN POR ITEN, PROMESSA É DIVIDA E DEVE SER PAGA.
Ao longo da campanha eleitoral, Dilma Rousseff fez muitas promessas. Algumas foram bem vagas, como "melhorar todo o sistema de saúde" do Brasil. Já outras, específicas - como "construir cinco refinarias" - podem ser fiscalizadas e cobradas pelos eleitores no dia a dia. O GLOBO fez uma lista do que a então candidata prometeu. E, ao longo do governo, o site vai acompanhar o andamento de cada projeto.
SAÚDE
Melhorar todo o sistema de saúde.
Fazer 500 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) 24 horas.
Construir 8.600 unidades básicas de saúde em todo o país.
Universalizar o SUS, garantindo mais recursos para o programa, e ampliar o número de profissionais.
Implantar o cartão do SUS, com o registro do histórico dos atendimentos.
Ampliar o Saúde da Família.
Ampliar as Farmácias Populares.
Ampliar o Brasil Sorridente.
Ampliar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
Valorizar práticas preventivas.
Garantir atendimento básico, ambulatorial e hospitalar altamente resolutivo em todos os estados.
Melhorar a gestão dos recursos.
Distribuir gratuitamente remédios para hipertensão e diabetes, usando o programa Aqui tem Farmácia Popular.
Implantar rede de prevenção de câncer em todo o país.
Ampliar a rede de atendimento para gestantes e crianças de até um ano. Criar clínicas especializadas, maternidades de alto e baixo riscos, UTIs neonatais e ambulâncias do Samu com mini-UTI para bebês, articulando essa rede ao Samu-Cegonha.
Articular uma rede integrada pública e privada, custeada pelo SUS, para tratar dependentes de crack. O SUS deverá dar acompanhamento psicossocial após a internação.
Dar atenção a programas de saúde mental, especialmente para tratamento de alcoolismo e dependência de drogas.
Acabar com as filas para exames e atendimentos especializados.
Criar cursos de capacitação para quem atende à população.
Ter autossuficiência científica na produção de fármacos.
Ampliar a fabricação de genéricos.
PROGRAMAS SOCIAIS E DE INCLUSÃO
Erradicar a miséria e conduzir os brasileiros ao padrão da classe média, melhorando a vida de 21,5 milhões de pessoas que vivem na pobreza absoluta.
Continuar reduzindo as desigualdades.
Ampliar programas, em especial o Bolsa Família, e implantar novos.
Ampliar o Bolsa Família para famílias sem filhos.
Ampliar as iniciativas de promoção de igualdade de direitos e oportunidades para mulheres, negros, populações indígenas, idosos e setores discriminados.
Lutar pela inserção plena de portadores de deficiências.
EDUCAÇÃO E QUALIFICAÇÃO
Aumentar para 7% do PIB os investimentos públicos em educação.
Erradicar o analfabetismo.
Dar prioridade à qualidade da educação.
Construir seis mil creches e pré-escolas.
Dar bolsa de estudos e apoio para que os alunos não abandonem a escola.
Dar especial atenção à formação continuada de professores para os níveis fundamental e médio.
Possibilitar que os professores tenham, ao menos, curso universitário e remuneração condizente com sua importância.
Manter um piso salarial nacional para professores.
Equipar as escolas com banda larga gratuita.
Construir mais escolas federais.
Proteger as crianças e os jovens da violência, do assédio das drogas e da imposição do trabalho em detrimento da formação escolar e acadêmica.
Construir escolas técnicas em municípios com mais de 50 mil habitantes ou que sejam polos de regiões.
Criar o ProMédio, programa de bolsa de estudo em instituições de ensino médio técnico, nos moldes do Universidade para Todos (ProUni).
Criar vagas em escolas privadas também por meio de financiamento com prazos longos e juros baixos. Se o aluno formado prestar serviço civil, terá desconto grande, chegando a 100% se for técnico de saúde.
Garantir a qualificação do ensino universitário, com ênfase na pós-graduação.
Expandir e interiorizar as universidades federais.
Ampliar o ProUni.
CIÊNCIA E TECNOLOGIA
Fazer a inclusão digital, com banda larga em todo o país.
Transformar o Brasil em potência científica e tecnológica.
Dar ênfase à formação de engenheiros.
Expandir recursos para pesquisa e ampliar as bolsas da Capes e e do CNPq.
Ampliar o registro de patentes.
Privilegiar as pesquisas em biotecnologia; nanotecnologia; robótica; novos materiais; tecnologia da informação e da comunicação; saúde e produção de fármacos; biocombustíveis e energias renováveis; agricultura; biodiversidade; Amazônia e semiárido; área nuclear; área espacial; recursos do mar; defesa.
ESPORTE E LAZER
Construir seis mil quadras poliesportivas em escolas públicas com mais de 500 alunos.
Cobrir quatro mil quadras existentes.
Investir na formação de atletas até 2014.
Construir 800 complexos esportivos, culturais e de lazer, em todos os lugares do país.
Ampliar o Bolsa Atleta e valorizar o profissional de educação física.
Criar o Sistema Nacional de Incentivo ao Esporte e ao Lazer.
COPA E OLIMPÍADAS
Fazer dos dois eventos um instrumento de inclusão social de crianças e jovens.
Qualificar jovens e adultos para atender às demandas criadas pela Copa do Mundo de 2014.
HABITAÇÃO
Vencer o déficit habitacional nesta década.
Contratar a construção de mais dois milhões de moradias no programa Minha Casa, Minha Vida.
Incluir eletrodomésticos e móveis na segunda fase do Minha Casa, Minha Vida.
Continuar a democratizar o acesso à terra urbana e a regularizar propriedades nos termos da lei.
Criar uma diretoria ou superintendência na Caixa Econômica Federal para investir em habitação rural.
URBANIZAÇÃO
Investir na prevenção de enchentes no país.
Gastar R$ 11 bilhões em drenagem e proteção de encostas, para combater o problema da ocupação em áreas de risco.
Universalizar o saneamento.
Investir R$ 34 bilhões em obras de abastecimento de água e saneamento básico.
Empenhar-se para promover uma profunda reforma urbana, que beneficie prioritariamente as camadas mais desprotegidas da população.
SEGURANÇA E DEFESA
Construir 2.883 postos de polícia comunitária.
Fazer novo modelo de segurança inspirada nas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) do Rio.
Continuar e ampliar o Programa Nacional de Segurança Pública (Pronasci), a Bolsa-Formação e o Territórios da Paz.
Estimular políticas de segurança integradas entre estados, municípios e União.
Incrementar investimentos em infraestrutura nas áreas com maior índice de violência.
Fazer uma reforma radical no sistema penitenciário e mudar as leis processuais penais.
Reequipar as Forças Armadas e fortalecer o Ministério da Defesa.
Fortalecer a Polícia Federal e a Força Nacional de Segurança Pública.
Dar mais capacitação federal às áreas de fronteira e inteligência.
Ampliar o controle das fronteiras para coibir a entrada de armas e de drogas.
Comprar dez veículos aéreos não tripulados produzidos em Israel.
Lutar contra o crime organizado, especialmente a lavagem de dinheiro, e o roubo de cargas.
TRANSPORTE E INFRAESTRUTURA
Modernizar o transporte público nas grandes cidades.
Investir R$ 18 bilhões em obras de transporte público.
Implantar transporte seguro, barato e eficiente.
Ampliar o aeroporto Galeão-Tom Jobim, com a conclusão do terminal 2 e melhorias no terminal 1.
Fazer novos aeroportos em Goiânia, Cuiabá e Porto Seguro (BA).
Ampliar os aeroportos Afonso Pena (Curitiba) e Guarulhos.
Fazer nova pista no aeroporto de Confins (Belo Horizonte).
Construir o aeroporto de São Gonçalo do Amarante (RN).
Fazer o trem de alta velocidade entre Rio e São Paulo.
Expandir e construir metrôs nas principais aglomerações urbanas.
Ampliar o Trensurb, em Porto Alegre.
Duplicar as rodovias BR-116 e BR-386, no Rio Grande do Sul.
Estender a rodovia BR-110 (RN).
Duplicar e melhorar as estradas Manaus-Porto Velho, Cuiabá-Santarém, BR-060 (em Goiás), BR-470 (em Santa Catarina), BR-381 (de Belo Horizonte a Governador Valadares, em Minas) e BR-040 (de Belo Horizonte ao Rio).
Concluir a Via Expressa em Salvador.
Ampliar e modernizar os portos de Salvador, Vitória, Itaqui (MA), Suape (PE) e Cabedelo (PB).
Fazer 51 grandes obras viárias, como novos corredores de transporte, mais metrô e veículos leve sobre trilhos.
Eliminar os gargalos que limitam o crescimento econômico, especialmente em transportes e condições de armazenagem.
Investir em transporte de carga.
EMPREGO E RENDA
Continuar reajustando o salário-mínimo acima da inflação.
Criar as condições para repetir a criação de 14 milhões a 15 milhões de empregos com carteira assinada.
Fazer do Brasil um país de pleno emprego.
Manter diálogo com os sindicatos para definir as grandes linhas das políticas trabalhistas.
Combater o trabalho infantil e degradante, especialmente as manifestações residuais de trabalho escravo.
Dar atenção especial ao acesso de jovens e pessoas de segmentos mais discriminados ao mercado formal de trabalho.
IMPOSTOS
Reduzir a zero os tributos sobre investimentos para aumentar a taxa de crescimento do país.
Reduzir os impostos cobrados de empresas de ônibus, com obrigação de repasse do benefício para o preço das passagens.
Reduzir os impostos sobre empresas de saneamento para impulsionar mais obras de água e esgoto.
Reduzir os tributos sobre energia elétrica.
Reduzir os impostos sobre a folha de pagamento das empresas para estimular a geração de mais empregos.
Possibilitar a devolução imediata do crédito de ICMS às empresas exportadoras.
Incentivar uma reforma para simplificar os tributos, mesmo que seja de forma fatiada.
Trabalhar para acabar com a guerra fiscal entre os estados.
Defender a desoneração da folha de salários. Para não prejudicar o financiamento à Previdência, o Tesouro faria a compensação.
Trabalhar para garantir a devolução automática de todos os créditos a que as empresas têm direito. Possibilitar a devolução imediata do crédito de ICMS às empresas exportadoras.
Informatizar o sistema de tributos para alargar a base da arrecadação e diminuir as alíquotas.
ADMINISTRAÇÃO
Combater a corrupção.
Ter critérios tanto políticos quanto técnicos para preencher cargos públicos.
Concretizar, com o Congresso, as reformas institucionais, como a política e a tributária.
Não promover a reforma da Previdência, mas pode ser feito um "ajuste marginal".
Fazer o PAC 2, com mais força nas áreas de habitação, saúde, educação e segurança.
Estimular a parceria entre os setores público e privado.
CONTAS PÚBLICAS
Não fazer ajuste fiscal (o clássico, com corte indiscriminado de gastos), mas não abandonar a estabilidade ou o controle de despesas.
Fazer uma reforma do Estado para dar mais transparência ao governo e eficácia no combate à corrupção.
Elevar a poupança e o investimento público, estimulando também o investimento privado.
MACROECONOMIA E FINANÇAS
Manter o controle da inflação.
Manter o câmbio flutuante.
Trabalhar para reduzir fortemente os juros. Para isso, reduzir a dívida líquida em relação ao PIB para cerca de 30% em 2014.
INDÚSTRIA
Agregar valor às riquezas do país e produzir tudo o que for possível no Brasil.
Expandir a indústria naval.
Construir cinco refinarias, uma delas a Abreu e Lima (PE), com tecnologia de ponta.
Defender a abertura de capital da Infraero, mantendo controle estatal.
Rever o marco regulatório da mineração, para aumentar a arrecadação de royalties.
PEQUENAS EMPRESAS
Criar um ministério para pequenas e médias empresas.
Fortalecer a política de microcrédito.
Ampliar o limite de enquadramento no Super Simples e no Microempreendedor individual.
Estimular e favorecer o empreendedorismo, com políticas tributárias, de crédito, ambientais, de suporte tecnológico, de qualificação profissional e de ampliação de mercados.
PETRÓLEO
Defender tratamento diferenciado aos estados produtores na distribuição de royalties do petróleo.
Usar os recursos do pré-sal em educação, saúde, cultura, combate à pobreza, meio ambiente, ciência e tecnologia.
Com os recursos do pré-sal, tornar o Brasil a quinta maior economia do mundo.
Não privatizar a Petrobras e o pré-sal.
OUTRAS FONTES DE ENERGIA
Fazer uma política com ênfase na produção de energia renovável e na pesquisa de novas fontes limpas. Construir parques eólicos.
Desenvolver o potencial hidrelétrico do país.
Ampliar a liderança mundial do Brasil na produção de energia limpa.
Expandir o etanol na matriz energética brasileira e ampliar a participação do combustível na matriz mundial.
Incentivar a produção de biocombustíveis.
MEIO AMBIENTE
Reduzir em 80% o desmatamento na Amazônia.
Ter tolerância zero com desmatamento em qualquer bioma.
Incentivar o reflorestamento em áreas degradadas.
Antecipar o cumprimento da meta de reduzir as emissões de gases do efeito estufa em 36% a 39% até 2020.
Dar prioridade à economia de baixo carbono, consolidando o modelo de energia renovável.
Considerar critérios ambientais nas políticas industrial, fiscal e de crédito.
REFORMA AGRÁRIA E AGRICULTURA
Reduzir as invasões no campo.
Não compactuar com invasões de prédios públicos e propriedades, mas não reprimir manifestações de sem-terra quando forem simples reivindicações.
Intensificar e aprimorar a reforma agrária para dar centralidade à estratégia de desenvolvimento sustentável, com a garantia do cumprimento integral da função social da propriedade.
Ampliar o financiamento para o agronegócio e a agricultura familiar.
Assegurar crédito, assistência técnica e mercado aos pequenos produtores. Ampliar o programa de compra direta de alimentos do agricultor familiar, passando de 700 mil para 1,2 milhão de contemplados. Ao mesmo tempo, apoiar os grandes produtores, que contribuem para o superávit comercial.
Incluir dois milhões de famílias de pequenos agricultores e assentados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).
Dar mais apoio científico e tecnológico a organismos como a Embrapa.
IRRIGAÇÃO
Fazer 54 obras para melhorar os indicadores de saúde das comunidades ribeirinhas da Região Norte.
Construir sistemas de irrigação no Sul, no Sudeste e no Centro-Oeste.
Continuar a transposição das águas do Rio São Francisco.
FAMÍLIA E RELIGIÃO
Não mandar ao Congresso ou sancionar qualquer legislação que impacte a religião, como legalização do aborto e casamento homossexual.
Tratar o aborto como questão de saúde pública, atendendo às mulheres que tenham abortado e enfrentem risco de morrer.
Sancionar o projeto de lei complementar 122 (que criminaliza a homofobia) apenas nos artigos que não violem a liberdade de crença, de culto e de expressão e as demais garantias constitucionais individuais.
Fazer da família o foco principal de seu governo.
Não promover iniciativas que afrontem a família.
Fazer leis e programas que tenham a família como foco.
Defender a convivência entre as diferentes religiões.
Manter diálogo com as igrejas.
CULTURA
Fortalecer o Sistema Nacional de Cultura.
Ampliar a produção e o consumo de bens culturais com base na diversidade brasileira.
Dar meios e oportunidades à criatividade popular.
Ampliar os pontos de cultura e outros equipamentos.
Implantar o Vale Cultura.
Fortalecer a indústria do audiovisual nacional e regional em articulação com outros países, sobretudo do Sul.
Aperfeiçoar os mecanismos de financiamento da cultura.
Fortalecer a presença cultural do Brasil no mundo e promover o diálogo com outras culturas.
MÍDIA E LIVRE EXPRESSÃO
Não censurar conteúdo e rejeitar qualquer tentativa de controlar a mídia.
Dar garantia irrestrita da liberdade de imprensa, de expressão e de religião.
Expandir e fortalecer a democracia política, econômica e social.
Fortalecer as redes públicas de comunicação e estimular o uso intensivo da blogosfera.
Ampliar o acesso aos meios de informação e comunicação por meio de internet, TV aberta e novas tecnologias.
POLÍTICA EXTERNA
Ampliar a presença internacional do Brasil, defendendo a paz, a redução de armamentos e uma ordem econômica e política mais justa.
Permanecer fiel aos princípios de não intervenção e direitos humanos.
Defender a democratização de organismos multilaterais como a ONU, o FMI e o Banco Mundial.
Manter a política de Lula, com diversificação de parceiros comerciais.
Manter olhar especial para a África.
Continuar a integração sul-americana e latino-americana e a cooperação Sul-Sul.
Prestar solidariedade aos países pobres e em desenvolvimento.
COMENTO:
OLHA LÁ SRA PRESIDENTE, VÊ SE NÃO ESCORREGA, VAMOS ESTAR DE OLHO, ACOMPANHAMENTO E COBRANDO, ITEN POR ITEN, PROMESSA É DIVIDA E DEVE SER PAGA.
Demolindo o mito.
Chico de Oliveira, petista, sociólofo, fundador do Partido da Trambicagem e dele afastado, analisa a Era Nula, em entrevista ao Estadão. Abaixo, uma parte. Aqui, a íntegra.
Qual leitura o sr. faz dos oito anos do presidente Lula?
O balanço geral é mediado. Essa história de "nunca antes neste país" é conversa fiada. O País com Lula não está nada acima da média histórica de crescimento da economia brasileira. Nesse quesito, ele vai bem na comparação com o período do Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), em que o PIB (Produto Interno Bruto) foi fraco. O Brasil foi a segunda economia mundial a crescer sustentadamente durante um século. Mas foi um crescimento feito sem nenhuma distribuição de renda. A gestão do presidente Lula não diminuiu desigualdade nenhuma, isso é lenda criada a partir de muita propaganda. O que houve foi uma transferência de renda a partir do governo para os estratos mais pobres. Distribuição ocorre quando existe a mudança da renda de uma classe social para outra. Nesse sentido, não houve nenhum avanço.
O sr. vê traços autocráticos no presidente Lula?
Montado nessa popularidade, ele exagerou, à beira de se tornar autoritário. Foi além dos limites. Só duas pessoas no século 20 disseram, como ele, que eram a encarnação do povo: Adolf Hitler e Joseph Stalin.
DO B.DO CEL
Qual leitura o sr. faz dos oito anos do presidente Lula?
O balanço geral é mediado. Essa história de "nunca antes neste país" é conversa fiada. O País com Lula não está nada acima da média histórica de crescimento da economia brasileira. Nesse quesito, ele vai bem na comparação com o período do Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), em que o PIB (Produto Interno Bruto) foi fraco. O Brasil foi a segunda economia mundial a crescer sustentadamente durante um século. Mas foi um crescimento feito sem nenhuma distribuição de renda. A gestão do presidente Lula não diminuiu desigualdade nenhuma, isso é lenda criada a partir de muita propaganda. O que houve foi uma transferência de renda a partir do governo para os estratos mais pobres. Distribuição ocorre quando existe a mudança da renda de uma classe social para outra. Nesse sentido, não houve nenhum avanço.
O sr. vê traços autocráticos no presidente Lula?
Montado nessa popularidade, ele exagerou, à beira de se tornar autoritário. Foi além dos limites. Só duas pessoas no século 20 disseram, como ele, que eram a encarnação do povo: Adolf Hitler e Joseph Stalin.
DO B.DO CEL
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