domingo, 14 de junho de 2020

OS SURFISTAS DO PICO IMAGINÁRIO NA ONDA DO "COVIDÃO" A CRIMINOSA MUTRETA DO SÉCULO

sábado, junho 13, 2020


O jornalista Guilherme Fiuza, que dispensa apresentação faz neste vídeo acima um inventário de todo esse calvário imposto ao povo brasileiro presos em suas residência por ordens de governadores e prefeitos. Trata-se de um fato apavorante, ou seja, tirante o Presidente Jair Bolsonaro, todo o resto dos políticos são psicopatas empoleirados em governos estaduais e prefeituras, ou na pior das hipóteses, já são agentes do PCC, o Partido Comunista Chinês. Aliás postei aqui no blog um texto que merece ser lido para compreender como esse troço foi tramado e mais um vídeo que também é esclarecedor.

Enfim. O povo brasileiro inteiro está sujeito aos humores desses picaretas e passa seus dias confinado esfregando as mãos com álcool gel e sufocado por uma ridícula máscara provavelmente tendo na sua etiqueta a procedência: "Made in China".

Incrível é que muitos empresários brasileiros parecem que também estão na folha de pagamento do PCC. E isso se vê nos seus procedimentos que revelam total engajamento nessa burlesca pandemia. Silentes e obedientes seguem à risca todas as absurdas determinações impostas por governadores e prefeitos que detonam a economia nacional com a criminosa paralisação de diversos segmentos industriais e comerciais dos grandes aos pequeninos. Afinal, sobrou até para o pipoqueiro de esquina.

Enfim. Este é o cenário macabro que apavora o povo brasileiro que levou aos poderes estaduais e municipais, nos âmbitos executivo e legislativo, essa gentalha sórdida que se lambuza nesse lodaçal de picaretagens variadas com dinheiro público, estado de coisa já dominado "covidão" em alusão ao Covid-19, o nome "científico" do vírus chinês.

Mas mil vezes melhor do que estes parágrafos que acabo de escrever é o conteúdo do vídeo aí acima do jornalista Guilherme Fiuza que faz uma análise concisa e certeira sem jogar nenhuma palavra fora. Não deixem de ver o vídeo e compartilhem esta postagem nas redes sociais clicando nos ícones logo abaixo desta postagem. DO A.AMORIM

Como escapar da Juristocracia?

domingo, 14 de junho de 2020


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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O Brasil necessita de uma urgente Repactuação Político-Jurídica, junto com uma Depuração Democrática e um Enxugamento e Consolidação da Excessiva Legislação. Estes defeitos estruturais inviabilizam a governabilidade, o crescimento econômico, a sobrevivência das empresas em um livre mercado, a legítima atividade política e a liberdade dos cidadãos. Só assim será viável uma trégua para o fim da guerra de todos contra todos os poderes.
É urgente resolver as causas essenciais do conflito institucional no Brasil. É preciso restabelecer, de realidade e não na letra morta da Constituição, o equilíbrio e independência entre os três poderes. A atuação hipertrofiada do Judiciário não deve coagir, restringir, submeter e substituir as funções essenciais do Executivo e do Legislativo. Também não pode ficar inventando regrinhas para tutelar o poder Militar – que é um sustentáculo natural da Nação.
O Brasil enfrenta uma gravíssima e perigosa aberração institucional, com a judicialização da legítima atividade Política. Nem as eleições (processos de escolha) são livres. Dependem da tutela de um órgão que deveria ser meramente administrativo, mas que ganhou dimensão judiciária. Justiça eleitoral é uma aberração democrática. Do mesmo jeito que é o voto obrigatório. Sem falar no dogma de um sistema de votação eletrônico sem direito à recontagem do voto impresso (porque os juízes do Tribunal Superior Eleitoral se recusaram a cumprir uma Lei aprovada pelo Congresso Nacional). Magistrados descumprem a lei e nada acontece?
Fala muito sério. Estamos em um Manicômio Judiciário escancarado. Supremo Tribunal Federal, Superior Tribunal de Justiça, Tribunal Superior Eleitoral (que se batiza de “Justiça Eleitoral”) e Conselho Nacional de Justiça são coletivos não eleitos, cujas ordens emanadas mandam no Povo (justamente quem tem o Poder Instituinte, Originário). É legítimo que isto ocorra? Claro que não é!
Na narrativa e interpretação da juristocracia tupiniquim, Executivo, Legislativo e as Forças Armadas foram submetidas a uma “Didadura Judiciária”. Isto é “loucura, loucura” (para roubarmos uma terminologia do presidenciável em ejaculação precoce Luciano Huck). E não tem quem consiga impedir os abusos de poder ou corrigir os erros ululantes. Tão ou mais grave ainda, os poderosos togados no poder não aceitam críticas, muito menos o livre debate sobre problemas estruturais tão graves no Estado Capimunista Brasileiro.
Vale insistir: O esquisito paradoxo precisa ser resolvido. Uma Nação que se pretenda democrática, livre e soberana não pode sobreviver sob uma ditadura da cúpula da Corte Constitucional, equivocadamente chamada de “cúpula do Judiciário” (apenas porque o Presidente do STF também é o mesmo do Conselho Nacional de Justiça – supostamente o órgão interno que “fiscaliza” o Judiciário como um todo). Os membros do STF são indicados politicamente. Têm mandato “vitalício” (até 75 anos de idade).
A Juristocracia é uma permissividade gerada pela debilidade e interpretação leviana da Constituição de 1988. O defeito acontece porque a legítima atuação Política foi corrompida e desmoralizada. O equilíbrio entre os poderes se transformou em ficção no Brasil, porque os segmentos esclarecidos da sociedade foram omissos, incompetentes e covardes, aceitando a hegemonia do Mecanismo do Crime Institucionalizado. `Por isso, é crucial retomar a soberania do Poder Instituinte, para redesenhar o modelo institucional e reinventar o Brasil.
O paradoxo é terrível. Não dá para jogar com o excesso de duvidosas regras em vigor. Também não dá para partir para a ignorância e implantar uma “contraditadura” com os mesmos instrumentos. O Mecanismo continuaria vivo e atuante. É fundamental romper com ele. Só que não existem pré-condições maduras para a mudança brusca, nem urgente. O debate é estúpido, radicalóide, destituído da essência realmente democrática. Enquanto nada acontece, a demagógica juristocracia reina, quase absoluta.
A politicagem só cuida da alternância entre aqueles poucos que ocupam os privilegiados espaços de poder, usufruindo de uma máquina parasitária e perdulária, na qual crimes são praticados em meio a um festival excessivo de regras. Por isso, já passou da hora de definirmos “qual Brasil desejamos” do ponto de vista estratégico. Sem o norte estratégico do Projeto de Nação fica difícil definir a Nova Constituição enxuta, principiológica e fácil de ser cumprida, sem necessidade de infindáveis “interpretações supremas”.
Atualmente, estamos no Regime Togado. O Brasil opera sob Intervenção Judasciária. E o STF também não é Poder Moderador. É fundamental restabelecer a Democracia (Segurança do Direito Natural). Executivo, Legislativo e Militares reféns de uma Oligarquia Judiciária não-eleita popularmente vai mergulhar o País em mais conflitos, diferenças e desavenças que podem degenerar em desestruturação econômica e violência, até a desintegração do Brasil.
Se é isso que a maioria quer, então, vamos organizar a “suruba”, lançando um edital público para escolher quem colonizar os brasileiros com mais competência e menos sofrimento aparente...

Releia: Quais são os limites do STF?

E também: Bolsonaro consegue liderar a pacificação?   




sábado, 13 de junho de 2020

Quais são os limites do STF?


sábado, 13 de junho de 2020


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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Uma importante dúvida brasileira do momento é: Quais são os limites do Supremo Tribunal Federal? Não é possível crer que o STF não tenha limites. E não vale o papo demagógico de que a Constituição delimita o Supremo. Na verdade, alguns ministros têm induzido a Suprema Corte a exercer um poder extraconstitucional. Tudo a partir da produção de narrativas interpretativas sobre os artigos dúbios ou propositalmente não regulamentados da Carta de 88.
O Hiper STF é uma deformação do arremedo de regime democrático brasileiro. Na realidade, uma democracia apenas formal, na letra fria de uma Constituição prolixa, mal regulamentada e que dá margem às variadas interpretações narrativas, nas peças monocráticas ou no espetáculo do plenário, dos 11 supremos magistrados claramente simpatizantes da ideologia “progressista” (termo usado para esconder o esquerdismo, o socialismo ou o comunismo). Assim, temos um STF que milita politicamente e judicializa a política, a partir da “provocação” de parlamentares e partidos políticos.
O Alerta Total defende, insistentemente, que o Presidente Jair Bolsonaro assuma o protagonismo do processo de pacificação institucional no Brasil. Acontece que, excetuando alguns discursos (talvez nem tão sinceros) do ministro-presidente José Dias Toffoli, os membros do STF têm dado seguidas indicações, em decisões e manifestações públicas, de que desejam impor a palavra final sobre as decisões do Executivo e do Legislativo. O Presidente tem de liderar uma maioria parlamentar para restabelecer o equilíbrio da relação com a mais alta Corte Constitucional.
O esquisito paradoxo precisa ser resolvido. Uma Nação que se pretenda democrática, livre e soberana não pode sobreviver sob uma ditadura da cúpula da Corte Constitucional, equivocadamente chamada de “cúpula do Judiciário” (apenas porque o Presidente do STF também é o mesmo do Conselho Nacional de Justiça – supostamente o órgão interno que “fiscaliza” o Judiciário como um todo). Os membros do STF são indicados politicamente. Têm mandato “vitalício” (até 75 anos de idade). Recebem super salários e podem comer lagosta e provar as melhores bebidas em seus eventos espetaculares, dentre outras mordomias.
A cada decisão suprema, fica evidente que o poder dos 11 togados não tem limites. O agravamento da judicialização da política (ou da politicagem) corrompe e radicaliza a legítima atividade Política no Brasil. Comodamente, os ministros do STF alegam que são apenas “provocados” pelos partidos e parlamentares. O problema é que isso se transformou em um perigoso vício institucional, no qual quase todas as decisões do Executivo e algumas do Legislativo são revogadas judicialmente.
A mais recente decisão suprema bota fogo no parquinho dos quartéis. Provocado por um partido do Foro de São Paulo e da internacional socialista, o PDT, para que “defina os limites das Forças Armadas, o ministro Luiz Fux (próximo Presidente do STF) decidiu, em liminar: “A chefia das Forças Armadas é poder limitado, excluindo-se qualquer interpretação que permita sua utilização para indevidas intromissões no independente funcionamento dos outros poderes”.
Sabe que reação isto gera nos meios militares? Entre os oficiais na reserva, a bronca é livre. Nas redes sociais, o bicho vai pegar... Já os Generais na ativa, estrategicamente, nada falarão.

Jair Bolsonaro, Hamilton Mourão e o General Fernando Azevedo (Ministro da Defesa) assinaram uma nota assim resumida: “As Forças Armadas não aceitam tomada de poder por outro poder por conta de julgamentos políticos”. 

As polêmicas sobre o artigo 142 da Constituição são absolutamente inúteis. Apenas incendeiam o já radicalizado ambiente político – no qual as decisões  togadas têm ditado as ordens, em completo desvio de função institucional.
As confusões são dispensáveis porque, na hora em que “der merda”, os militares vão agir da maneira legítima e legalista para qual foram “estoicamente” preparados desde a Academia das Agulhas Negras até o Doutoramento em Ciência Militar.
Resumindo: Não vale a pena perder tempo polemizando sobre a decisão liminar de Fux, que tende a ser ratificada, assim que for colocada em votação aberta no plenário do Supremo. O papel e o meio digital aceitam tudo. A realidade demanda responsabilidade ética, moral e legal dos comandantes dos vários poderes – inclusive do Militar, diretamente subordinado ao Presidente da República.
O mais importante é que, ao acionar o STF para enquadrar os militares liminarmente, a esquerdopatia revolucionária passa o recibo de que tem medo de uma eventual reação das forças armadas no ambiente politicamente hostil e extremamente judicializado, por ironia, no País da insegurança jurídica, da impunidade e das mais variadas injustiças.
Os irresponsáveis, que vivem em outra dimensão, apostam, a cada passo meticulosamente dado, na radicalização que pode mergulhar o Brasil em mais violência e em mais divisões artificiais, até atingirmos o “patamar” de secessão (antigo interesse da Oligarquia Transnacional que nos controla de fora para dentro).
Os militares já cansaram de avisar que não aceitam esse cenário de desintegração nacional. Se tiverem condições (ou não), do jeito que der e vier, repetimos, eles vão agir se “der merda”. A maioria dos Generais, com certeza, não deseja o pior. Mas, se for o caso, se o “inimaginável acontecer”, foram preparados para tomar as providências institucionais cabíveis.
Apostar no contrário, uma inação das Forças Armadas, é risco de desonrosa e desmoralizante derrota... O tempo será o senhor da razão ou do caos... A conferir...
Não haverá golpe militar e nem contra Bolsonaro. O Tribunal Superior Eleitoral não vai cometer o desatino de cassar, sem motivo objetivo e razão, a chapa Bolsonaro/Mouirão... A conferir...
Em todo caso, a Velhinha de Taubaté, amante fiel do Negão da Chatuba, acredita piamente que o STF não foi infectado pelo vírus da burrice esquerdopata... A conferir...
Aproveitando a ocasião, já tem gaiato querendo fazer uma vaquinha para doar máscaras de Dart Vader para a turma do Supremo – que, lamentavelmente, é motivo e piada e revolta nacional. Pelo menos protege contra a COVID-19?! Não é?...
Voltando a pergunta inicial, precisamos debater, com serenidade: Quais os reais limites do Supremo Tribunal Federal? As respostas ajudarão bastante no esforço para proposição de uma Nova Constituição enxuta, principiológica e realmente democrática, fácil de ser cumprida, sem necessidade de interpretação permanente pelos 11 togados do STF.

sexta-feira, 12 de junho de 2020

Bolsonaro consegue liderar a pacificação?

sexta-feira, 12 de junho de 2020

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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O grande manicômio judasciário a céu aberto em que se transformou o Brasil vive momentos surreais. O povo segue bestificado no meio de uma pandemia que ainda matou menos que o esperado pelos pregadores de catástrofes. Os poderosos dirigentes públicos seguem na guerra de destruição institucional, com previsão de agravamento da judicialização da atividade política, que é a ameaça mais concreta contra os princípios democráticos (que temos no papel, mas não na vida real).
Aproveitando que hoje se comemora o Dia dos Namorados, vale advertir que os brasileiros estão flertando com o autoritarismo. O abuso de autoridade é a pedra de toque hedionda da nossa guerra de todos contra todos os poderes. Os limites de cada um são desafiados e desrespeitados o tempo todo. É urgente “Discutir a Relação”. Só que os amantes do caos não demonstram sincera vontade de pacificação. A tendência é que a pancadaria fique mais intensa e saia de controle.
A insanidade institucional é assustadora e perigosa. A coisa fica mais grave e fora de controle quando a sociedade também é contaminada pelo vírus do cinismo e do ceticismo político. Recebendo em dia seus salários pagos pelo povo, os “poderosos” sentem-se acima de tudo e de todos, enquanto brincam de teatrinho no palco do inferno. Os personagens do Executivo, Legislativo e Judiciário apostam na radicalização. O resultado tende a ser socialmente catastrófico. A maioria da população, na luta pela sobrevivência, está de saco superlotado.
A “oposição” segue no terceiro turno da eleição de 2018, focada unicamente em derrubar o Presidente da República. Conta com a colaboração permanente da extrema mídia carente das verbas oficiais perdidas. Senadores e deputados também jogam na ofensiva, aproveitando que o governo, até agora, não comprovou capacidade real de articulação política para obter vitórias no parlamento. O namoro com o Centrão é volúvel e cheio de riscos de traição – como em governos anteriores. No discurso, (ainda) não tem aliança com corrupção.
As redes sociais da Internet refletem o clima de periculosidade. Os extremos (a favor e contra o governo) se manifestam radicalmente, quase sempre em ritmo de intolerância, ódio e violência. São raras as opiniões equilibradas, focadas em soluções para o Brasil. A prevalência é do “achismo” combinado com agressões permanentes ao “inimigo”. Os debates são falsos. O diálogo é de agressão. O bate boca leva a lugar algum.
O maior pecado do governo do Presidente Bolsonaro é na comunicação. A massa fanática que votou em Bolsonaro se mantém fiel. Só que os segmentos mais esclarecidos que deram voto ao “Mito” começam a vacilar. Alguns já pularam do barco – principalmente na classe média/alta. Muitos apoiadores do Presidente se sentem “inseguros” e “desprotegidos” diante da crescente recuperação ofensiva da “oposição” (que parecia completamente perdida), com apoio de quem se considera membro da cúpula do Poder Judiciário.
Bolsonaro é o mesmo que sempre foi. Não engana ninguém. Os militares que o apoiaram e estão com ele no poder sabem muito bem disso. A “oposição” também sabe. Por isso, toda a ação é para forçar Bolsonaro a radicalizar e cometer alguma extrapolação que possa ser judicializada para tirá-lo do poder antes do tempo previsto. O triste é que o Presidente tem caído feito patinho na armadilha dos inimigos e opositores. O comportamento de Bolsonaro e de vários de seus colaboradores próximos retroalimenta a guerra de todos contra todos.
Bolsonaro é quem terá de liderar o processo de pacificação. A pergunta fatal é: Será que ele consegue? Se não conseguir, o maior prejudicado será ele mesmo. No momento, está ameaçadíssimo o processo de transição do Capimunismo para o Capitalismo, com pregações conservadoras. O “progressismo” tem tirado muito proveito da belicosidade de Bolsonaro e seus “seguidores” mais próximos. O Governo tem de agir mais, realizar mais, e não criar áreas de tensão. O conflito beneficia a esquerdalha – que vive de radicalização. Como é que Bolsonaro e seus próximos não enxergam este fato óbvio ululante, e caem na armadilha da narrativa esquerdopata?
Os Generais que elegeram Bolsonaro – chegaram e ocupam o poder junto com ele – têm o dever de aplicar tudo que aprenderam no Doutorado em Ciências Militares. Por enquanto, a estratégia está falhando. Às vezes, fica até a impressão de que ela não existe. Parece que tudo é apenas tática errática no exercício do poder real. Enquanto isso, a Turma do Mecanismo promove suas “aproximações sucessivas”, cada vez mais bem sucedidas, judicializando a política (ou a politicagem, se preferir).
Se o jogo ficar empatado, o prejudicado é o Brasil. A Turma do Mecanismo não quer mudança: deseja que tudo fique como sempre esteve. O povo, que deseja reformas e mudanças, teve sua  capacidade de mobilização reduzida com as medidas de isolamento praticadas na pandemia (que não tem data para acabar). A Turma do Mecanismo ainda não encontrou motivos jurídicos objetivos para incriminar Bolsonaro. Mas seguirá tentando... Até conseguir...
Bolsonaro tem a responsabilidade de liderar o processo de pacificação. Só ele pode ter sucesso neste sentido, pois isso não é papel do Legislativo (espaço legítimo do quebra-pau democrático), nem do Judiciário (a quem cabe apartar os conflitos legais). Todo abuso de autoridade precisa ser denunciado e reprovado imediatamente. Embora a galera goste, Bolsonaro não pode, nem deve, abusar do poder. Se fizer, acaba derrubado.
Ao Presidente só resta tomar atitudes equilibradas, inteligentes, frias e calculistas, fechando mais a boca e agindo estritamente dentro da lei e da ordem. Bolsonaro precisa contar até 13, antes de partir para a ignorância verbal. Nada resolve tirar a Secom do Palácio do Planalto, transferindo para o recriado Ministério das Comunicações, se o Presidente não colocar estratégia em sua comunicação pessoal. O estilo Bolsonaro é bacana para seguidores fanáticos do “Mito”. Só que é uma droga para o Governo. Talkey?
O tempo ruge, Presidente... O tempo vai passando... O Brasil acima de tudo tem de se tornar realidade (com ou sem apoio do Centrão). Do contrário, até o Acima de Todos não conseguirá produzir o milagre da sustentação do Governo. Os “deuses” do Judasciário seguem na concorrência desleal contra Ele... Talkey?
Se Bolsonaro e seus Generais falharem na transição, o caminho ficará escancarado para o retorno esquerdista (disfarçado de centro ou centrão), o que pode acirrar conflitos que podem levar o Brasil a uma fragmentação, a uma secessão, como é o desejo da Oligarquia Transnacional que nos controla porque deixamos...
Resumindo: O jogo é bruto. É geopolítico. Não é para inocentes amadores... É para estrategista de verdade... E a margem para erro é pequena...  

quinta-feira, 11 de junho de 2020

Supremo chefia acima do Presidente eleito?

quinta-feira, 11 de junho de 2020


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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A Nova República de 1985 é um travesti. A Turma do Mecanismo tenta vesti-la como uma linda mulher, cujo livro de cabeceira é um conto de fadas: a Constituição de 1988. Só que o regime Capimunista é um Traveco corrupto, sem moral, nem ética. Bruzundanga é um País subdesenvolvido com vocação para colônia de exploração por cafetões da Oligarquia Transnacional. A chance de construir um Brasil próspero e divino é uma utopia que alguns otários ainda perseguem.
Existe uma saída remota de reinventar uma Nação. Os segmentos esclarecidos da sociedade já trabalham nela. A Nova Constituição do Brasil deve ter pelo menos um artigo que garanta a fiscalização direta das contas públicas pelo povo. O cidadão eleitor deve ter acesso aberto, via informática, para reclamar aos órgãos de controle, fiscalização e aos ministério público sobre gastos públicos considerados equivocados ou com indícios de irregularidades ou crimes – sobretudo corrupção. Um dia chegaremos neste “patamar”...
Por isso, foi excelente a recomendação do Tribunal de Contas da União para que os gastos com publicidade e propaganda passem a ser detalhados na Internet, em site único e de fácil acesso, com informações sobre órgãos contratantes e valores pagos mensalmente. Na realidade, isto deveria valer para todos as despesas públicas na União, Estados e municípios. Exceto em algumas despesas de Segurança Nacional, o resto deveria ser aberto aos olhos do público, conforme a transparência prevista até na atual Constituição que precisa ser revista, urgentemente. 
A recomendação de exposição aberta das contas deveria ser uma obrigação. Não só para gastos de publicidade. Mas para qualquer gasto público. A fiscalização seria direta pelo povo. O órgão ou servidor que agir erradamente tomaria pau on line. Seu ato poderia ser revisto por bom senso. Ou poderia ser processado administrativa ou criminalmente, sem maiores delongas judiciais. Transparência total é a saída para mudar o modelo estatal brasileiro.
A crise institucional é uma guerra real e sangrenta. A crise política é artificial. Insiste-se no golpe contra a chapa presidencial eleita em 2018. O Tribunal Superior Eleitoral não tem motivo material, nem moral, nem legal, para cassar a chapa Bolsonaro/Mourão. Narrativa opera na base da mentira, do factóide. A Verdade é a Realidade Universal Permanente. O ilegítimo terceiro turno eleitoral tem de acabar. É hora de pacificação. Ou o Brasil derreterá com a crise econômica e a guerra institucional.
Há 550 dias de governo, o Presidente Bolsonaro deu muitas caneladas que poderiam ser evitadas. O Congresso Nacional tenta o velho jogo clientelista e patrimonialista do toma-lá-dá-cá. O Presidente, carente de base política, começa a ceder, mas prometendo não repetir a bandalheira de governos anteriores. A conferir como será a relação com o Centrão...
O pau come solto. E, na guerra de todos contra todos, quem desequilibra a balança é a cúpula do Judiciário. Os membros do STF e de todos os poderes devem baixar a bola e entender que o momento institucional e econômico do Brasil é gravíssimo. É hora de jogar pela pacificação. Se os EUA entrarem em ritmo de "guerra civil", aqui, a periferia, arderá em chama antes. Até chineses e árabes, que podem se beneficiar de bons negócios em meio aos conflitos, correm risco de prejuízos, diante da insegurança institucional.
A pandemia do Kung Flu bagunçou o Brasil. Governadores e prefeitos exageraram em medidas de lockdown que praticamente paralisaram e desorganizaram a atividade produtiva. Empresas quebram. Demissões aumentam. A turma que vivia na economia informal também foi afetada como a ordem de “Fiquem em Casa”. A cadeia de consumo foi quebrada. Retomá-la será dureza. Literalmente... O dinheiro sumiu. Mas tão ruim quanto isso foi a perda da liberdade e o desrespeito aos direitos civis.
Esta é a polêmica que interessa à sociedade brasileira. Antes da eleição de Bolsonaro, o povo já se revoltava contra as informações falsificadas que a extrema mídia estadodependente, representativa de uma oligarquia canalha, sempre vendeu. A facilitação de acesso ás redes sociais gerou a circulação de informações fora do padrão do establishment. O sistema é contestado. Tudo e todos são criticados. Problema é que a oligarquia progressista alega que é “fakenews” tudo que não parte de seus veículos tradicionais. Os conceitos estão corrompidos. Esta é a mentira das mentiras...
Reclama-se da guerra de informação e contrainformação. Juristas falam de testes para aferição do abuso do direito de opinar. Na verdade, a livre opinião não pode praticar crime, nem incitar ao cometimento de crime. No mundo real, a mentira se neutraliza e anula com a prevalência da verdade. E não com investigações e processos judiciais dignos da mais escrota Gestapo (a Polícia estatal Nazista – que agia por motivação política e ideológica). A Liberdade de Expressão prevalece, exceto se houver uma objetiva falsidade da afirmação ou “malícia real”.
O STF terá de resolver o gravíssimo problema do inquérito sobre supostas fakenews – mas que foi muito além desta falsidade. Eventuais ministros atingidos, ou o próprio STF, deveriam ter apresentado a denúncia à PGR para tomar as providências. Na prática, não vale inventar outra narrativa, o STF abusou de seu poder e usurpou o papel do MPF. Nem ofensas em massa e difusa justificam o inquérito supremo “afanado” dos promotores e procuradores.
Fala sério: Este inquérito secreto do STF não poderia ter existido. É um corpo estranho ao papel da Corte Suprema. Tem de ser extinto. Se for aceito, institui a Ditadura do Abuso de Poder. Supremo cuida da Constituição. Precisa mais poder?
O artigo 43 do regimento do STF é Constitucional. Ele se aplica para inquéritos sobre questões dentro do STF, e não fora da Corte. É claramente ilegítimo, inconstitucional, abuso de poder, um inquérito (secreto) para investigar supostas fake news, mas ampliando para outros crimes. O STF decidirá o assunto brevemente...

O primeiro voto, do relator Luiz Edson Fachin, foi assim interpretado por Roberto Jefferson: “O voto de Fachin, hoje, coloca os ministros do supremo acima do Chefe de Estado do Brasil. Quando seu voto invoca a última palavra sobre a Constituição, que esses ministros têm interpretado de maneira abstrata, esses homens nomeados, aviltam o poder Soberano do povo, o VOTO”.
Não bastasse toda confusão política, econômica, judiciária ainda temos de suportar o absurdo fato de o Estado querer obrigar um indivíduo saudável a usar máscaras sem comprovação de eficácia. O Congresso Nacional aprovou tamanha monstruosidade. Ainda bem que, uma hora, todas as máscaras vão cair. Kung Flu vai embora, e vamos aguardar pela próxima pandemia.
Problema Global
O presidente Bolsonaro twittou para condenar o fato de um maluco ter invadido a Rede Globo, com uma faca, para ver a Renata Vasconcellos no dia do aniversário dela de 48 primaveras:
“Repudio completamente qualquer ato de violência contra profissionais da imprensa, o que vai na contramão de nossa defesa histórica e irrestrita da liberdade de expressão e de informação, seja a favor ou contra qualquer governo”.
Depois que a bela presença de Renata Vasconcellos demoveu o invasor da Rede Globo de cometer algum desatino, com a faca que ameaçava uma repórter, só temos duas saídas: Reprovar o fato criminoso. E pedir voto para Renata ser a próxima Mulher Maravilha.

quarta-feira, 10 de junho de 2020

Transparência e autenticidade na gestão de marcas: desafiando as fake news


STJ bloqueia R$ 25 milhões de Helder Barbalho e mais sete alvos de operação da PF. A roubalheira é consequência do aval dado pelo STF - que soltou Lula, maior ladrão do Brasil - a governadores e prefeitos para torrar a grana do povo

quarta-feira, 10 de junho de 2020

O governador do Pará, Helder Barbalho

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) autorizou o bloqueio de R$ 25,2 milhões do governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), e de outros sete investigados da operação Bellum, deflagrada hoje pela Polícia Federal. A ação apura fraudes na compra de respiradores pelo governo do Estado. O valor é referente ao que foi gasto com a aquisição dos respiradores que acabaram não tendo uso.Segundo investigadores, também foi encontrado um relevante montante de dinheiro em espécie e o valor está sendo contado. Na casa de Peter Cassol, secretário-adjunto de Gestão Administrativa da Secretaria de Saúde do Pará, foram apreendidoscerca de R$ 748 mil. Após a operação, a assessoria de imprensa do governo do Pará informou que ele foi exonerado.O relator do caso no STJ, o ministro Francisco Falcão, destacou a participação de Barbalho na negociação e pagamento antecipado de R$ 25,2 milhões pelos equipamentos "imprestáveis para uso" Na decisão, o ministro afirma que há vários indícios de fraude à licitação e prevaricação contra o governador do Pará. Ele também não descarta o crime de corrupção.Falcão afirma que ocorreu "uma franca negociata entre o chefe do poder executivo" Helder Barbalho e o empresário André Felipe de Oliveira, dono da empresa SKN do Brasil, que participou da venda dos respiradores. Barbalho nega as acusações e afirmou que os recursos foram devolvidos ao Estado. Ele disse que está "tranquilo e à disposição para esclarecimentos". DO J.TOMAZ

O FEITIÇO PODE VIRAR CONTRA O FEITICEIRO? CORONAVÍRUS PODE TER EFEITO BUMERANGUE DETONANDO O PARTIDO COMUNISTA CHINÊS.




quarta-feira, junho 10, 2020



Ex-assessor do Presidente Donald Trump e ex-presidente do famoso site conservador norte-americano Breitbart, Steve Bannon possui um canal no Youtube dedicado a análises e entrevistas sobre a política norte-americana e internacional.

Desta feita, como vocês podem conferir no vídeo acima, Steve Bannon é entrevistado pela jornalista Simone Gau. O assunto, como não poderia deixar de ser gira em torno na pandemia do vírus chinês e sobre e a reação global, em especial dos Estados Unidos, bem como de todo o Ocidente e parte do Oriente. 

Afinal, a pandemia chinesa tem realmente um impacto geopolítico evidente a par de impor duro golpe nas economias de praticamente todos os países do mundo.

Este vídeo foi  publicado pelo site Epoch Times com legendas em português. Steve Bannon fala sobre a possibilidade de uma reação global não contra a China, mas sim contra o Partido Comunista Chinês, ou seja, uma grande operação para liquidar o PCC Chinês que escraviza a população chinesa e devolver o país ao seu povo.

Enfim, segundo as argumentações de Steve Bannon os países duramente afetados pela pandemia sino-comunista não irão dar de barato e partirão pra cima do PCC entregando a China ao seu povo. Em rápidas palavras este é o conteúdo do vídeo.DO A.AMORIM

O Mecanismo não mexe no próprio bolso

quarta-feira, 10 de junho de 2020

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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O esperto Jair Bolsonaro jogou ontem a arapuca, e a Turma do Mecanismo caiu, facilmente, na armadilha. O Presidente avisou que aceitaria ampliar o auxílio da pandemia, em qualquer valor desejável, desde que o Congresso Nacional de qual fonte de arrecadação sairá o dinheiro para custear o benefício, sem aumentar o já gigantesco déficit público e sem incorrer em crime de responsabilidade fiscal.
Será que os deputados e senadores aceitariam reduzir seus salários e seus gastos perdulários, para que sobrem recursos a serem remanejados para custear a ajuda federal aos detonados no bolso pelas medidas erradas de governadores e prefeitos na pandemia? Será que o pessoal do Poder Judiciário aceitaria fazer o mesmo sacrifício. Será que o resto do funcionalismo público toparia idêntica mexida no bolso, nas vantagens e privilégios?
Nem precisa perguntar de novo... A resposta é um não rotundo. Ninguém ou a maioria quase esmagadora na máquina estatal deseja mexer no próprio bolso, caso seja necessário raspar o tacho dos recursos públicos para amenizar a tragédia econômica já realizada pela estupidez pandemônica dos tecnocratas tupiniquins. A esquerdalha já iniciou a narrativa oportunista de que o Governo Federal “tem obrigação” de pagar os auxílios. O Ministério da Economia sinaliza que pode pagar mais uma duas parcelas. Parlamentares demagogos sugerem que o benefício seja estendido até o final do ano.
De onde vai sair o dinheiro? Essa é o novo desafio para o Governo e seus inimigos. O povo, sem grana, vai fazer mais pressão. É a tempestade mais que perfeita para aumentar o caos em uma pandemia que não tem data marcada para acabar no Brasil.   
Pandemia do Odorico
O genial Dias Gomes foi profético em 1973. O Bem Amado previu a pandemia. O Prefeito Odorico Paraguaçu, demagogo e corrupto, traçou uma estratégia com seu aspone Dirceu Borboleta para iludir o simplório povo de Sucupira – pequena cidade fictícia do litoral baiano, diante de um caos na saúde. O discurso inflamado e verborrágico de Odorico é atual. Só que foi ficção... Ou não?       

terça-feira, 9 de junho de 2020

PRESIDENTE JAIR BOLSONARO ESTAVA CERTO DESDE O PRIMEIRO DIA DA DITA PANDEMIA DO VÍRUS CHINÊS. O FATO É CORROBORADO AGORA PELA OMS.

terça-feira, junho 09, 2020


Na conclusão da reunião ministerial nesta terça-feira o Presidente Jair Bolsonaro fez um pronunciamento importante. Além do fato de que pôde comemorar as últimas afirmações da OMS - Organização Mundial da Saúde junto à ONU, que corroboram todas as suas assertivas a respeito do medicamento Cloroquina e, também, quanto ao fato de que suas advertências estavam corretas a respeito da adoção de medidas violentas como o lockdown, quarentenas e demais ações repressivas impostas por governadores e prefeitos. O Presidente Bolsonaro foi a primeira autoridade em nível global a fazer essas advertências.

Na verdade foi um tapa na cara da grande mídia useira e vezeira em espalhar o medo entre a população numa escalada de terror jamais vista na nossa história.

Aliás um vídeo que bomba no Youtube (vejam em seguida logo abaixo), antes mesmo dessa declaração recente da OMS mostra que em Genebra, onde está a sede da OMS, suíços curtem os primeiros raios de sol a céu aberto que marca a chegada do verão no Hemisfério Norte, livres, leves e soltos, sem uso de máscaras e sem qualquer obrigação do dito 'distanciamento social', que continua sendo imposto por prefeitos e governadores no Brasil inteiro.

Nunca é demais lembrar que essa pandemia do vírus chinês é um esquema do movimento comunista internacional destinada à criação de um governo totalitário global de sorte a detonar o Estado Nação. Aliás assunto que tenho amiúde analisado aqui no blog. Tanto é que todos os comunistas no mundo inteiro apoiam e defendem com unhas e dentes toda essa tragédia do confinamento de pessoas sadias em suas residências. Todos os comunistas - verdade - adoram o vírus chinês, afinal faz parte de uma estratégia política!

Enfim. É impossível não reconhecer que desde a primeira hora quando daquelas entrevistas do Mandetta Álcool Gel, títere do Sepulcro Caiado, o Presidente Jair Bolsonaro insistiu no fato de que esse confinamento da população brasileira iria detonar a economia nacional com reflexos dramáticos sobre justamente os mais pobres, algo pior ainda do que a própria peste chinesa.

Logo em seguida o Presidente Jair Bolsonaro anunciou a novidade do medicamento Cloroquina e foi impiedosamente atacado pelo jornalismo canalha da grande mídia que agora se fecha em copas depois que a própria Organização Mundial da Saúde admitiu que o confinamento de pessoas saudáveis não contribui para mitigar a dita "pandemia", na verdade um esquema político planejado e executado pelo Partido Comunista Chinês, conforme análise que postei aqui no blog. E a OMS, vejam só, também admitiu o uso da Cloroquina como medicamento ideal para debelar os primeiros sintomas do vírus sino-comunista.

E nunca é demais lembrar: o diabo é que a maioria da população brasileira é muito burra. E quando não é burra mesmo é oportunista. Boa parte busca no seu quinhão sobre cadáveres supostamente mortos por essa pandemia encomendada pelos comunistas. DO A.AMORIM


'DOLCE VITA' AO LADO DA OMS
 

AO VIVO: PRESIDENTE BOLSONARO FAZ REUNIÃO COM MINISTROS, GENERAL MOURÃO ...

Coletiva de Imprensa com técnicos do Ministério da Saúde sobre Covid-19