quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

'VOLUME MORTO' DO JORNALISMO BRASILEIRO FAZ SELFIE COM A SUPOSTA 'PRESIDENTA"

Os alegres rapazes e raparigas da grande mídia brasileira fazem selfie com a "presidenta" no Palácio do Planalto. Foto de O Antagonista
O Antagonista anotou o seguinte sobre a foto que está aí acima:
“Os jornalistas que participaram do café da manhã com Dilma Rousseff aproveitaram para fazer um selfie. É o retrato de boa parte da imprensa brasileira: servil, provinciana e aduladora.”
Esta informação serve para corroborar o que tenho reiterado aqui neste blog, ou seja, que a esmagadora maioria dos jornalistas brasileiros, além de escrever muito mal, compõe o pelotão avançado do PT dentro das redações.
São esses tipos, formados nessas espeluncas denominadas cursos de jornalismo, mas que não passam de madraçais destinados à doutrinação comunista, que dominam as redações dos veículos da grande mídia.
São mais do que servis, provincianos e aduladores. Eles cumprem a missão delineada pelo Foro de São Paulo, mesmo aqueles que se se intitulam independentes. É que o cérebro desses jornalistas já foi lavado pelas escolas que, por sua vez, são também dominadas pelos andróides esquerdistas. 
Afinal, uma geração já foi formada sob a estrita orientação dos ideólogos do PT. 
O fato mais interessante é que esse neocomunismo do século XXI nem precisa mais exercer a censura sobre os veículos de mídia porque todos os textos, com raras exceções, são vazados na novilíngua do politicamente correto e levam água ao moinho da “engenharia social” que tem em vista detonar os direitos individuais.
Só para se ter ideia da poderosa influência dessa engenharia social dia desses o próprio site O Antagonista ao referir-se à seca que castigou São Paulo no ano passado, mencionou a “crise hídrica”. Eis aí um jargão politicamente correto cunhado nos laboratórios de engenharia social da ONU, União Européia e das universidades. As próprias áreas tecnológicas das universidades já foram contaminadas pelo pensamento politicamente correto, graças à ação dos ecochatos, ditos “ambientalistas”. Tanto é que entraram nas engenharias por meio do curso de Engenharia Ambiental. Não se fala mais de Engenharia Sanitária ou coisa que valha. Não é à toa que os “marinheiros” bóiam reluzentes nas raias da Olimpíada sobre o mar que banha o Rio de Janeiro.
Como se vê, ao banir a palavra “seca” que designa um fenômeno meteorológico que castiga o planeta de forma permanente e alternada em diversos pontos, “engenheiros sociais” e ambientalistas, procuram culpar os cidadãos ou a suposta incúria da companhia que administra os reservatórios, pela falta d’água. Diferente da “seca” a “crise hídrica” seria gerada pela ação humana, se é que me entendem.
No caso de São Paulo, esse designativo politicamente correto serve também para culpar o governo paulista que atualmente é exercido pelo PSDB. Tanto é que a idiotia politicamente correta chegou a erguer “instalações” sobre o leito seco das barragens destinadas a criar cenários para fotos e filmagens pelos veículos de mídia. 
Caso análogo refere-se à terminologia “volume morto” sempre mencionada no lugar de “reserva técnica” dos reservatórios que é o termo técnico adequado.
Na verdade, “volume morto” é aquele grupo de idiotas fazendo selfie com a Dilma. 
E para concluir: desafio todos aqueles jornalistas que aparecem na foto paparicando a Dilma a escrever um texto como este que vocês acabaram de ler a partir de uma fotografia e uma frase de três linhas.
Tenho dito! DO ALUIZIOAMORIM

Por favor, DIVULGUEM...ATENÇÃO BRASIL! DELEGADOS DA POLÍCIA FEDERAL FAZEM DENÚNCIA GRAVE CONTRA O GOVERNO DILMA!


segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

STF EM SUSPEIÇÃO

"Contribuir para a defesa da Democracia e da Liberdade, traduzindo um País com projeção de Poder e soberano, deve ser o nosso Norte." Por General Marco Antonio Felico da Silva
Não é de hoje e sem qualquer pudor que o STF vem sendo aparelhado pelos governos do PT, principalmente, tendo em vista a blindagem de Lula e da atual presidente em face da possível evolução da investigação do Petrolão atingí-los como criminosos em verdadeiro mar de lama que envergonha o País.
O último episódio dessa escabrosa novela desenvolveu-se durante e logo após a última sessão da mais alta corte do Poder Judiciário, julgando procedimento instaurado pela Câmara Federal, que representa a Nação, enfatizo, com o fito de dar seqüência a um pedido de impeachment, por crime de responsabilidade, da atual Presidente Dilma Roussef.
O ministro relator Edson Fachin, evitando principalmente a ingerência em outro Poder , o Legislativo, e respeitando suas normas internas, aprovou a continuidade do processo iniciado pelo Presidente da Câmara, sendo contestado e derrotado, ao final do julgamento, pela argumentação do Ministro Roberto Barroso. A Corte, então, por maioria, decidiu em favor do governo, revertendo o voto do relator Edson Fachin.
Análises publicadas na Mídia, entre elas a da coluna 'VEJA Bem', com Felipe Moura Brasil (http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil), desmascaram, de forma irrefutável, o voto oral e escrito do Ministro Barroso sobre o rito de impeachment, taxando-o de ¨argumentação fraudulenta¨, pois, baseada em adulterações e omissões do que está escrito na Lei e no regimento interno da Câmara. Fraude aceita, passivamente, pela maioria dos juizes coadjuvantes.
Porém, o mais contundente, e que confirma o que denunciamos quase diariamente, foi a entrevista, logo após o término da sessão, à Rádio Jovem Pan, do Ministro Gilmar Mendes, dirigindo-se duramente aos seus pares do Tribunal. Afirmou Gilmar Mendes: "Lembra que eu tinha falado do risco de cooptação da Corte? Eu acho que nesse caso isso ocorreu... diante desse quadro de grave crise de corrupção, nós vamos ficar fazendo artificialismos jurídicos para tentar salvar, colocar um balão de oxigênio em alguém que já tem morte cerebral". E prossegue, acusando o aparelhamento do STF: "É claro que há todo um projeto de bolivarização da Corte. É evidente que, assim como se opera em outros ramos do Estado, também se pretende fazer isso no Tribunal e, infelizmente, ontem (17/12) nós demos mostras disso...oTribunal acabou chancelando uma política fisiológica"
Enquanto isso ocorre às claras e comprovadamente, o País continua ladeira abaixo, pleno de descalabros de toda sorte, incluso com a permanência de uma presidente rejeitada pela grande maioria da população, ilegitimada, desacreditada, pois, inepta e mentirosa, com índices econômicos cada vez mais preocupantes e contínua grave crise política e social (cerca de 6000 desempregos diários, inflação em alta, recessão cavalar, rebaixado pelas agências de investimentos, falência da infra-estrutura, caos na educação e na saúde), gerando desconfiança, insegurança e instabilidade geral.
E, irritantemente, ainda há gente que se diz preocupada com o País, acreditando em instituições sólidas, poderes harmônicos, legalidade e sistema democrático com equilíbrio político a base de freios e de contrapesos. Estes ou não tem o necessário discernimento pra acompanhar o que ocorre no Brasil ou apoiam o esquizofrênico governo que, infelizmente, aí está a desgovernar.
Esta é uma mensagem enviada pelo Instituto Endireita Brasil.
Visite o nosso site: www.emdireitabrasil.com.br
Receba nossas mensagens enviando um email para: emdireitabrasil-subscribe@yahoogrupos.com.br e entrando para o nosso grupo.
Lembre-se sempre:
"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim".
Se você estiver de acordo com a opinião ou mensagem, pedimos-lhe reenviar para seus contatos. O Brasil agradece. 
Enviado por: evaldo.g.c@gmail.com
DO LILICARABINA

sábado, 2 de janeiro de 2016

“O Ridículo do Ano”

Dilma resolve me tirar do abismo metafísico.
Então lá vou eu…
Artigo da presidente publicado na Folha deste dia 1º já disputa o troféu do “Ridículo do Ano”; texto repete mentiras grotescas e promessas eleitorais já descumpridas, que continuarão a não se cumprir
Por Reinaldo Azevedo

A presidente Dilma Rousseff não gosta quando tiro férias — ou, vá lá, ao menos um período de descanso. Assídua leitora do blog, quando percebe que eu diminuo o ritmo para conciliar nas areias da praia “o ser contra o não ser universal”, ela chama seus estafetas: “Vamos lá, cutuquem aquele preguiçoso!”. E aí ocorre de ela fazer coisas como a deste 1º de janeiro.
Dilma assina na Folha o texto que vai disputar, neste 2016, o troféu “O Ridículo do Ano”. A íntegra está aqui. Eu doido para me dedicar aos uivos da “felicidade diabólica”, como escreveu Clarice, e lá vem a governanta a nos lembrar que 2015 só vai acabar quando ela deixar o Palácio do Planalto. Ela me arranca dos abismos da metafísica. E talvez eu não a perdoe principalmente por isso.
De saída, cumpre notar: a presidente manda dizer que, mesmo injustiçada, leitor, não está brava nem com você nem comigo. No fim das contas, sabem como é, Dilmãe nos abraça, apesar das nossas malcriações. Escreve ela: “Mesmo injustamente questionada pela tentativa de impeachment, não alimento mágoas nem rancores. O governo fará de 2016 um ano de diálogo com todos os que desejam construir uma realidade melhor”.
A primeira parte da declaração nada mais é do que a linguagem balofa e pouco severa que marca fins e começos de ano. A segunda já embute uma ameaça: haverá diálogo com quem quiser construir uma realidade melhor; se diálogo não houver, então é porque a outra parte é do tipo que quer construir uma… realidade pior! O raciocínio é um brocado do pensamento autoritário que, não obstante, quer-se muito tolerante. Na Coreia do Norte, em Cuba ou na China, governantes dialogam com os que desejam “uma realidade melhor”. Só mandam matar os que lutam em favor do contrário.
O artigo se resume a uma cascata que passaria, fosse ela ainda candidata, por mera bobagem eleitoreira. Ocorre que esta senhora tomou posse há exatamente um ano. E está a descumprir cada uma das palavras empenhadas justamente porque o diagnóstico que fez da crise em 2014 era mentiroso. E, para espanto de um mínimo de bom senso, a petista o repete agora. E isso nos dá, então, a certeza de que, enquanto continuar a ocupar a cadeira presidencial, só o abismo nos espreita.
É evidente que não esperava que Dilma admitisse os crimes fiscais que cometeu e os erros grosseiros de operação de política econômica, contra advertências as mais sensatas feitas até por quem está no campo governista, como é o caso de Delfim Netto, para citar um nome. Mas chega a ser acintoso que a governante que vai nos garantir dois anos seguidos de recessão (2015 e 2016), depois de um outro com crescimento de 0,1% (2014), afirme o seguinte:
“Foi um ano no qual a necessária revisão da estratégia econômica do país coincidiu com fatores internacionais que reduziram nossa atividade produtiva: queda vertiginosa do valor de nossos principais produtos de exportação, desaceleração de economias estratégicas para o Brasil e a adaptação a um novo patamar cambial, com suas evidentes pressões inflacionárias.”
Não há uma só verdade na passagem. A “queda vertiginosa” das commodities se deu em 2012. Ainda que tivesse acontecido posteriormente, seria só um elemento a agravar o abismo fiscal em que ela própria e Guido Mantega nos meteram ao implementar uma política em que despesa crescia continuamente acima da receita. Isso para não falar nas oportunidades perdidas de operar reformas essenciais, enquanto o outro abismo, o da crise política, ainda não nos espreitava. Ao contrário: Dilma, seguindo os passos de Lula, demonizava as políticas de austeridade, acusando-as de conspirar contra os interesses populares.
Já lembrei aqui e o faço de novo: em dezembro de 2012, o Instituto Lula e uma entidade francesa ligada às esquerdas promoveram um seminário na França. A nossa mestra deu um pito em Angela Merkel e ofereceu o modelo brasileiro como alternativa. Em janeiro de 2013, há meros três anos, esse portento da raça disse o seguinte em rede nacional de rádio e TV:
“Aliás, neste novo Brasil, aqueles que são sempre do contra estão ficando para trás, pois nosso país avança sem retrocessos, em meio a um mundo cheio de dificuldades. Hoje, podemos ver como erraram feio, no passado, os que não acreditavam que era possível crescer e distribuir renda.
Os que pensavam ser impossível que dezenas de milhões de pessoas saíssem da miséria. Os que não acreditavam que o Brasil virasse um país de classe média. Estamos vendo como erraram os que diziam, meses atrás, que não iríamos conseguir baixar os juros nem o custo da energia, e que tentavam amedrontar nosso povo, entre outras coisas, com a queda do emprego e a perda do poder de compra do salário. Os juros caíram como nunca, o emprego aumentou, os brasileiros estão podendo e sabendo consumir e poupar. Não faltou comida na mesa, nem trabalho. E nos últimos dois anos, mais 19 milhões e 500 mil pessoas, brasileiros e brasileiras, saíram da extrema pobreza.”

Talvez nem fosse necessário observar, mas o fato é que não há uma só corrente do pensamento econômico que assegure ser impossível crescer e distribuir renda. Esses são os inimigos imaginários que o PT combateu, enquanto destruía a economia do país. E, como se nota, as “conquistas” das quais se jactava a presidente, que havia acabado de selar o desastre no setor elétrico, foram para o ralo.
O tom do artigo deste 1º de janeiro de 2016 repete a ladainha mentirosa, arrogante e autorreferente dos tempos em que o desastre estava contratado, sim, mas ainda não havia se manifestado. É estupefaciente que um país que está na iminência de ganhar o selo de “grau especulativo” da terceira grande agência de classificação de risco seja exibido pela presidente como exemplo do destino de investimentos estrangeiros.
O artigo, levado em conta apenas o texto, é menos do que nada e não tem a menor importância. Considerado o contexto, estamos diante de um indício de que viveremos, infelizmente, dias turbulentos.
A presidente decidiu fazer de conta que a realidade é apenas uma narrativa distorcida pela má vontade de seus adversários. E esse costuma ser um dos caminhos de diabólicas infelicidades.
01/01/2016

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Oliver: Os intocáveis

VLADY OLIVER
Feliz 2015. Não. Eu não me enganei de ano, não. Refiro-me mesmo a este ano, desastre anunciado que ainda não acabou em nosso lombo combalido e com batatas. No apagar das luzes é que vemos que, por aqui, todos os gatos são pardos. Aqueles do puxadinho do PT no judiciário que o digam. Jaques, o Wagner, que eu nem faço questão de saber com quantos “ques” se escreve, é o mesmo que, no apagar das luzes, também tenta uma medida desesperada para juntar no mesmo balaio o senador Aécio Neves e o Randolfe, tudo no mesmo saco de propinas do PT e sua gangue.
Tudo é muito pior do que parece, meus caros. Pegos em flagrante pilhagem, acham os bandidos do Planalto que podem dar uma canetada, uma pedalada, uma dissimulada qualquer como cortina de fumaça para suas atuações calhordas na coisa pública, tentando tirar o foco da roubalheira em que se meteram, com força e com vontade.
Não estou aqui para defender os novos acusados, mas para denunciar um método. Um método que conta com vigaristas de turno espalhados por toda a imprensa para dar amplitude e divulgação a coisas que não fazem o menor sentido. Se todos forem culpados, que punam-se todos. O que não dá é para culpar um Cunha ou um Renan de véspera, enquanto os apartamentos da quadrilha petralha, acobertados por uma grande construtora denunciada na Lava Jato, continuam soltinhos da Silva, faltando só um dedinho para explodirem como escândalo na tal “mídia”, aparelhada até a medula. É um mimo.
A turba que faz o linchamento por antecipação de Cunhas e companhia – más companhias, diga-se – é a mesma que confere ao chefe da gangue – o Barba Brahma – o status de “ex-presidente” intocável. Aliás, são todos intocáveis nessa esquerda nojenta, não é mesmo? Como vão esconder o fato de que a Polícia Federal já tem denúncias substanciosas contra todos eles? Tirando mais de cem milhões do orçamento dos policiais? Mandando o japonês embora do cargo? Fingindo um caos na saúde para aprovar as CPMFs no lombo dos incautos? Tenha paciência.
Ver este método em ação no “jornalismo da forma geral” e na televisão abolivarianada em particular é uma coisa que me enche de vergonha. Não acho que tenha me aprimorado profissionalmente na vida para desaguar nesse troço insano e insalubre que tentam nos vender como jornalismo tupi-guaraná por aqui. Acho que estes ilustres senhores morreram e não sabem. Estão podres, fedendo no ar. Não se deram conta que suas elegantes demonstrações de desprezo com a verdade desembocam numa internet que tudo vê, que tudo enxerga e tudo alcança.
Está ficando cada dia mais patético ver essa gentinha coxa tentando flanar sobre a carne seca. Os Chicos Buracos e a tentativa torpe de roubar as estatuetas da festa. O semi-analfabeto que amealha quase trinta títulos de “Doutor Honoris Causa” outorgados por universidades que não valem o que o gato enterra. É uma farsa justificando a outra, meus caros. A esquerda justificando a roubalheira com os argumentos mais torpes e medíocres. O talibanismo a serviço do Estado. O país falindo e essa gente rumbeira pedalando suas bicicletinhas mancas em nossa realidade combalida.
Interessa para essa esquerda que estejamos no caos, meus caros. É no caos que fica mais fácil empurrar goela abaixo da nação as “medidas de exceção” que essa gente precisa para gerar aqui um comunismo de tanga e se eternizarem no poder, que é do que se trata a missão calhorda dessa gente. Faltou combinar com os russos. E como tem russo hoje no país. O país inteiro tá russo. Só está faltando mesmo é invadir a croácia dessa mamulenga e dar-lhe um sonoro pé no traseiro, para começarmos a nossa perestróika tropical por aqui.
Vai ter que ser em breve. Eu quero é ver o oco, como diriam os Raimundos. Vou ver o oco todo em 2016. Questão de tempo. De mau tempo, como sempre venho afirmando. DO AUGUSTO NUNES

O impeachment nos céus do país

Faixas do MBL em defesa do impedimento de Dilma vão anunciar um futuro melhor. E, para tanto, vão convocá-los a ir às ruas no dia 13 de março

Por: Reinaldo Azevedo
Os políticos podem entrar em recesso, mas não o Movimento Brasil Livre. Neste dia 31, os que estiverem em praias do Litoral de São Paulo, do Rio e de Florianópolis verão aviões carregando faixas em defesa do impeachment e dando início à convocação para o megaprotesto do dia 13 de março de 2016.
O governo faz um esforço imenso para passar adiante a versão de que essa é uma agenda do passado. Ao contrário: a saída de Dilma vai assumindo uma urgência dramática. É mais atual do que nunca.
Na virada de 2015 para 2016, as faixas do MBL lembram que não faz mais sentido afirmar que está nascendo um novo Brasil nas ruas.
Já nasceu, pede respeito e sairá vitorioso.

'THE ECONOMIST' É UM EXEMPLO DA INEVITÁVEL DECADÊNCIA DA MÍDIA IMPRESSA

The Economist, dita importante revista britânica, como toda a mídia impressa tradicional está fadada a desaparecer. Mas enquanto agoniza a publicação começou a rastejar aos pés da vagabundagem comunista latino-americana. Vai ver que está sentindo falta de anúncios da Petrobras ou de outras estatais brasileiras que há 13 anos vêm sendo pilhadas pelo PT.
The Economist, mídia impressa agonizante.
Mas tudo o que vem da Europa unificada na maior jogada do movimento neocomunista pós-queda do Muro de Berlim é caca pura. Depois do advento da União Européia politicamente correta e multiculturalista a Europa passou a exportar apenas ferramentas de engenharia social para detonar o direito individual. A Europa se encontra sitiada pelos bárbaros liderados pelos tarados islâmicos. A Europa não é mais é mais aquela. Sua produção intelectual-cultural foi para o vinagre. Não cria mais nada, nem a moda, nem o cinema, nem a música, nem a literatura. Tecnologia? Zero! A única coisa que tem exportado são fanatismos variados dentre os quais o exercício da tolerância ante todas e quaisquer iniquidades. 
Um dos únicos modismos - nefastos sob todos os aspectos - ditados pela Europa é a idiotia do ciclismo e o culto ao islamismo. Ambos se equivalem. A finalidade é imobilizar os cidadãos retirando-lhes o direito de ir e vir, de usar automóvel ou qualquer veículo a motor, inclusive coletivos e até mesmo aviões e trens. Retirando-se o direito de ir e vir teremos o totalitarismo. Os andróides da UE querem que façamos todos o caminho de volta às cavernas com os pés e as mãos colados ao chão.
E The Economist não foge à regra. O correspondente da revista no Brasil recebeu uma pauta de Londres. Fazer uma matéria sobre o Brasil, prevendo o caos (pô, os suditos de S. Majestade não têm a mínima ideia do que rola de fato no Brasil) mas o texto não deveria dizer toda a verdade, ou seja, que a bandalha do PT fosse poupada. Quem sabe os alegres rapazes e raparigas da publicação londrina vejam na permanência da Dilma no poder a salvação da revista?
E sabem quem a reportagem da outrora famosa publicação foi ouvir? Ora, o desastrado prefeito ciclista-petista de São Paulo, o indigitado Fernando Haddad. Sim, aquele que fecha a av. Paulista aos domingos para o "lazer" dos paulistanos, embora a cidade de São Paulo disponha - pasmem - de 96 parques públicos, verdadeiros paraísos ecológicos, onde os ecochatos podem pastar a vontade e também andar de bicicleta.
Mas aqueles bobalhões de The Economist tinham de dar um jeito de aliviar o lado do Lula e da Dilma. Definitivamente essas publicações midiáticas internacionais estão com os dias contados. O que já é um alento.
Transcrevo a nota de O Antagonista sobre essa sacanagem da The Economist contra os brasileiros dignos e honrados, que trabalham o pagam impostos, que sustentam o Brasil. Daqui do blog desejo mandar esses vagabundos britânicos tomar caju. Peçam para alguém traduzir este post para vocês. Ou por favor: esqueçam o Brasil. Isto é melhor para nós que estamos lutando para nos livrar desse câncer chamado PT. Leiam:
A reportagem da Economist ouviu Fernando Haddad como se ele fosse um sopro de ar fresco na irrespirável atmosfera partidária brasileira. Mas esse está longe de ser o seu maior pecado: a revista insiste que o impeachment de Dilma Rousseff resultará em caos, inclusive porque ela contaria com mais apoiadores do que Fernando Collor, em 1992.
É uma visão que se choca com a realidade e com o conteúdo da própria reportagem, para dizer o mínimo -- o impeachment de Dilma Rousseff é a solução para o caos relatado pela revista.
Dilma Rousseff é o chefe de Executivo mais rejeitado da história recente do Brasil. Juntamente com Lula, Dilma Rousseff é a responsável pelo desastre econômico brasileiro. Dilma Rousseff não pode ser apartada da corrupção desbragada dos últimos treze anos, seja como ministra, presidente do Conselho de Administração da Petrobras ou presidente da República.
A sua deposição seria motivo de festa nas ruas e de alívio no mercado financeiro e nos setores produtivos.
A Economist presta um serviço ao caos, ao dizer que a saída de Dilma Rousseff traria o caos. DO ALUIZIOAMORIM

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Modesto Carvalhosa: A medida provisória do escárnio

Publicado no Estadão
Mais uma vez o corrupto governo do Partido dos Trabalhadores mostra sua capacidade de zombar da cidadania, no seu soberbo desprezo pelos princípios da decência na administração da coisa pública.
Temos no país duas nítidas situações no que respeita a corrupção: de um lado, a Polícia Federal, o Ministério Público, a Justiça Federal e os tribunais superiores (STJ e STF) num duro combate que vem resgatando a honra do povo brasileiro; de outro, a presidente da República, o Ministério da Justiça, a CGU e a AGU, que de todas as maneiras vêm legalizando a corrupção, numa tentativa desesperada de manter o esquema de propinas que é a base fundamental do projeto hegemônico do PT.
Assim é que o governo (?) continua lutando dia e noite para legalizar definitivamente a corrupção. Para tanto emite medidas provisórias (MPs), decretos e portarias visando a permitir que a administração pública volte a contratar as 29 empreiteiras envolvidas nos delitos já detectados na Petrobras, na Eletrobras, no DNIT e demais antros do “organograma” governamental, devidamente aparelhados.
Em vez de generalizar o regime diferenciado, um hipotético governo idôneo, a esta altura do desastre, o que faria? Simplesmente teria adotado o sistema de performance bond, quebrando, por meio dele, a interlocução direta entre as empreiteiras e os agentes do Estado, tal como há 120 anos se pratica nos EUA.
Esse consagrado seguro de obras públicas transfere para as seguradoras a responsabilidade pelo justo valor contratado, pela fiscalização efetiva das medições dos serviços e pelo estrito cumprimento dos cronogramas. Mas o atual grupo que domina o país nada fez e nada fará nesse sentido.
Para esse inqualificável governo que está aí, essas empreiteiras não fizeram nada de errado. Foram somente seus diretores que erraram. As pessoas jurídicas não podem ser punidas, pois delas é que vêm os recursos da corrupção que amealham nos superfaturamentos, nas medições falsas de seus serviços, nos aditamentos de obras que nunca entregam, ou o fazem com atraso, mas sempre com péssima qualidade.
No seu heroico e pertinaz esforço de legalizar a corrupção, o governo petista entende existirem alguns empecilhos: a Operação Lava Jato, a Operação Zelotes e, sobretudo, a Lei Anticorrupção, que Dilma foi obrigada a engolir por força dos tratados internacionais que o Brasil assinou… para inglês ver.
Segue-se mais um entrave que o Planalto entende que deva ser neutralizado: o intrépido Ministério Público Federal, que se tem valido das leis, como a de Improbidade e a de Licitações, da ação civil pública e outros consagrados diplomas legais para punir essas empreiteiras corruptas, impondo-lhes sanções severas, incluída a proibição de contratação com o poder público e ressarcimento cabal do produto dos crimes continuados de corrupção.
O esquema de legalizar a corrupção começou com o Decreto n.º 8.420, de março de 2015, que desfigurou completamente a Lei Anticorrupção, que é autoaplicável, não tendo necessidade de nenhuma regulamentação do Executivo. Em seguida vieram as famigeradas Portarias 909 e 910 da conivente e cúmplice CGU, desfigurando, mais uma vez, a Lei Anticorrupção. Logo depois surgiu a famigerada MP n.º 678/15, que derroga, pura e simplesmente, a Lei 8.666 ao instituir o “Regime Diferenciado de Contratações” para as obras contratadas pelo governo federal e, via de consequência, para suas pilhadas estatais.
Vale dizer: nada de licitação, concorrência e quejandos. Haverá convites, evidentemente, para as empreiteiras que costumam pagar propina ao PT e demais “partidos da base aliada”. E ainda mais agora que temos as eleições municipais, que demandam milhões em propinas, necessárias para serem reeleitas as gangues de prefeitos e vereadores que pilham, há décadas, grande parte dos municípios brasileiros.
E last but not least, mediante a MP n.º 703, de 18 de dezembro, a sra. presidente desfigura completamente o acordo de leniência instituído na Lei Anticorrupção para transformá-lo no instrumento de anistia plena, geral e irrestrita das 29 empreiteiras corruptas, trazendo-as de volta ao seio do governo.
Basta qualquer empreiteira corrupta, no presente e no futuro, assinar um documento pomposo, mas vazio de conteúdo, comprometendo-se a seguir regras de bom comportamento, tais como código de ética, auditorias internas e outras perfumarias, para voltar ao convívio pleno da administração, continuando as obras superfaturadas ou iniciando novas que propiciem fartamente propinas para os agentes públicos, os políticos e os partidos situacionistas.
Mas não para aí essa sórdida MP. Tão logo a empreiteira corrupta faça voto de castidade, ficam extintos todos os processos judiciais e administrativos, com base em quaisquer leis vigentes, no que respeita às virtuosas empresas arrependidas e indultadas. Nenhuma multa, nenhum ressarcimento ou outra penalidade serão aplicados às empreiteiras que farisaicamente prometerem, no papel, comportar-se bem doravante.
Ficam isentas de reposição dos valores que roubaram do poder público. E, assim, as ações que o Ministério Público ou qualquer outro órgão ou ente administrativo estejam promovendo contra essas pobres empreiteiras ficam extintas no exato momento em que elas assinarem o misericordioso “acordo de leniência”.
A edição dessa MP 703, que legaliza o crime, escancara o caráter absolutamente corrupto do governo. Como é que a presidente Dilma, ao assinar e remeter ao Congresso essa abjeta MP, poderá, doravante, afirmar que não é corrupta? E, agora, também se pergunta: o nosso Ministério Público Federal – a quem a nação deve muitíssimo – vai deixar por isso mesmo? Trata-se de um “diploma” absolutamente inconstitucional ao legalizar a corrupção no país. Não se trata de uma medida provisória. Trata-se de um corpo de delito.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Acobertamento de Dilma e Lula é uma obra em conjunto

Veja o resumão de fim de ano das maracutaias petistas e federais

Por: Felipe Moura Brasil
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DILMA
– Ibope revelou que 67% dos brasileiros querem o impeachment de Dilma Rousseff. Os que mais apoiam a medida são as mulheres (70%), os jovens entre 16 e 24 anos (75%) e aqueles que ganham até um salário mínimo (68%). A propaganda do governo não resiste a qualquer teste da realidade. Os pobres cansaram de ser enganados por Dilma Rousseff.
– Otávio Azevedo, presidente da Andrade Gutierrez, relatou aos procuradores da Lava Jato que os dois principais assessores de Dilma, Edinho Silva e Giles Azevedo, foram ao seu escritório exigir 100 milhões de reais para a campanha presidencial da petista, dizendo que a empreiteira perderia seus contratos com o governo caso não pagasse. O governo ainda acha que vai durar muito o “momento melhor”? A confiança em Rodrigo Janot e Teori Zavascki deve ser mesmo enorme.
– PT sempre reclamou que só pobres eram presos, mas agora que petistas ricos foram presos, governo do PT quer soltá-los com indulto de Natal.
– Deltan Dallagnol: “Neste fim de ano, muitos corruptos terão suas penas perdoadas após terem cumprido apenas um quarto delas. Parece absurdo, e realmente é.” Como tudo que vem de Dilma Rousseff.
– Deltan: “O indulto ou perdão de Natal foi criado como ‘solução’ para a superpopulação carcerária – é, na verdade, um ‘remendo’, porque a solução seria a criação de vagas.” Como este blog sempre afirmou.
– A propósito… Estadão: “Presos soltos no Natal cometem crimes em São Paulo“. G1: “Detento que recebeu indulto de Natal tenta matar irmão a facadas em SC“. Pois é. A solução esquerdista para a superpopulação carcerária é deixar bandido solto, barbarizando a população civil.
– Deltan: “Contudo, a ironia está no fato de que os corruptos não ocupam vagas do sistema penitenciário e, ainda assim, são perdoados. (…) O indulto, nesse sentido, funciona como um presente de Natal para a corrupção.” Sim: Dilma é a Mamãe Noel dos mensaleiros.
– José Eduardo Cardozo, advogado de Dilma que ocupa a pasta da Justiça, repete ao Estadão a propaganda petista: “Foi no governo da presidente Dilma que se deu autonomia para a Polícia Federal investigar.” Traduzo:
O PT quer as vantagens de crimes não descobertos, o mérito pela descoberta de seus próprios crimes e o reconhecimento de que soltar bandidos petistas no Natal é um ato nobre de solidariedade. Fofo, não?
– Para 2016, estabeleça metas que você seja capaz de cumprir, ao contrário de Dilma, que cumpriu apenas 11 das 34 metas definidas para 2015.
– O Globo: “De 3 mil cargos que seriam extintos por Dilma, só 346 foram cortados. Presidente também anunciou corte de seu salário e do vice, mas isso não aconteceu.” Para o governo Dilma, o importante sempre foi anunciar. Cumprir é um detalhe absolutamente prescindível.
– Lauro Jardim: Dilma vai se expor mais em janeiro, para “conversar com o país e a sociedade”. Ou seja: Dilma dobrará a meta de anúncios.
– Folha: “Governo federal tem déficit recorde de R$ 21,3 bilhões em novembro”, “o maior rombo mensal já registrado pelo Tesouro Nacional na comparação em valores correntes”. É um ótimo assunto para conversar com o país em janeiro.
– Produção industrial brasileira durante o terceiro trimestre ficou em último lugar em ranking de mais de 130 países. Outro bom tema para conversar com a sociedade, Dilma sapiens.
– VEJA: “Assim como a equipe econômica da presidente Dilma Rousseff, os Estados também precisaram recorrer a ‘remédios amargos’ – termo usado pela presidente para definir o aumento de impostos e corte de investimentos e de benefícios sociais – para fechar as contas em 2015.”
Basicamente, Dilma tenta emplacar a volta da CPMF, o velho “imposto do cheque”, para que a população brasileira pague a conta da esculhambação fiscal de seu desgoverno, cujos cúmplices nos governos estaduais dividirão o butim. Eles cobram de Dilma um afrouxamento no pagamento da dívida dos Estados com a União, mas Dilma só vai afrouxar o lado dos cúmplices se apertar o do povo, é claro.
Amargura no dos outros é sempre refresco.
LULA etc.
– Zelador diz que funcionário da OAS orientou-o a não falar da ligação de familiares de Lula com triplex no Guarujá. Com Lula é tudo na moita.
– Rodrigo Janot e ministros do STF colocaram sob sigilo as investigações envolvendo Lula. A moita de Lula é uma obra em conjunto.
janot_lula
– O depoimento de Lula à PF em 16 de dezembro foi, segundo o Estadão, “uma exibição pública da essência de seu caráter e um insulto à inteligência alheia”. “Todas as suas respostas às autoridades, relativas a seu conhecimento do escândalo do petrolão, invariavelmente indicavam ignorância ou envolvimento apenas incidental. A responsabilidade, segundo ele, sempre foi dos outros – a começar por seu ministro José Dirceu”. Como este blog já disse: Lula entregou Dirceu duas vezes e já deu sinais de que, se for preciso, entrega o próprio filho também.
– A diferença entre Dirceu e Lula é que o primeiro se sacrifica pela causa e o segundo sacrifica os outros para se salvar.
– O petista Fernando Haddad, prefeito de São Paulo, “enfrenta uma monumental rejeição de 69,8%” dos paulistanos, segundo levantamento do Instituto Paraná revelado pela coluna Radar, de VEJA. Falta pouco para alcançar Dilma Rousseff.
– Radar: Alguns conselheiros do CNJ disseram que, se Eliana Calmon ainda estivesse no Conselho, o ministro Marcelo Navarro Ribeiro Dantas – voto vencido e isolado em pedidos de liberdade da Lava-Jato – já estaria respondendo a processo disciplinar ou estaria até mesmo afastado. Tragam esta mulher de volta, senhores!
– Defensores de Barroso, sem ter como defender suas malandragens, me acusam de nunca ter lido livro de Direito. É o “argumento” da carteirada.
– Ser “um dos maiores artistas brasileiros” não dá a ninguém a liberdade de defender partido corrupto na TV sem ser cobrado por isso nas ruas.

sábado, 26 de dezembro de 2015

A falência moral de suas excelências.

Nunca, na história de nosso país, a falência moral de personalidades da vida pública brasileira nos envergonhou tanto.
Já convivemos com Malufs e Collors da vida. Já vivemos os anões do orçamento.
Mas nunca, nunca mesmo, a falência moral destes senhores chegou a um nível tão baixo como no presente momento da vida pública brasileira.
Para qualquer lugar que se olhe, quem tem um pingo de vergonha na cara, se sente enojado.
Olha-se para um senado e vemos na cadeira principal um calhorda como Renan. E eLLe está lá com a ajuda da maioria de seus pares.
Olha-se para a Câmara e vemos um punhado de bandidos com broche de parlamentar, sendo regiamente pagos como o esforço do nosso trabalho, arrancado de nossos bolsos por impostos escorchantes.
Olha-se para a cadeira máxima do poder e vemos uma anta burra, prepotente e mau caráter a falar em nome de todos nós brasileiros, envergonhando-nos, todas as vezes em que abre a latrina mundo a fora, não só pela ignorância que a acomete, mas por colocar o Brasil na situação vexatória em que nos encontramos.
Olha-se para a Suprema Corte e se vê um bando de cretinos fantasiados de magistrados, fingindo-se de donos de cultura legal invejável, portando-se como vagabundos que agem em nome de uma causa.
Manifestacoes Marco BrasiliaNunca se sentiu tanta vergonha de vermos nosso país enfiado na lama em que se encontra.
Olha-se para um Brasil atual e vemos que há, em toda essa triste página de nossa história, um único culpado: O ELEITOR.
Nós, os mais velhos, arriscamos nossas vidas em busca do retorno da democracia. Lutamos pela liberdade de escolher nossos representantes e quem iria nos governar. Lutamos pela justiça igualitária.
Hoje, nós que empenhamos nossas vidas nessa tarefa nos perguntamos: Valeu a pena?
Valeu a pena termos lutado no passado para livrar o Brasil do comunismo vagabundo e criminoso se hoje, COM A DEMOCRACIA INSTALADA, este vagabundos estão no poder?
Valeu a pena berrar, em eleições passadas, alertando para o perigo que corria nossa democracia entregando o poder para esta quadrilha de assaltantes?
A resposta é difícil. Muito difícil. Principalmente para todos aqueles que se recusaram a entregar seus votos para estes bandidos.

O comportamento medíocre de Melandowski

levandowski petralha Melandowiski é um merdinha.
Nunca teria chegado ao posto que chegou se a petralhada não tivesse chegado ao poder. Seria o que sempre foi. Um juizinho de merda de São Bernardo.
E mesmo com a quadrilha de LuLLa chegando ao poder, Melandowski não foi indicado pelo seu inexistente saber jurídico, mas por receitas de bolinhos caseiros feitos na cozinha da parceira da primeira inútil do país.
Melandowski chamou a imprensa para "testemunhar" sua conversa com Dudu Cunha. Um idiota.
Este mesmo senhor não chamou a imprensa para se reunir com a feiticeira do Planalto em Portugal. nada disso. Fez escondidinho.
Este mesmo senhor não chamou a imprensa quando se reuniu, também às escondidas, com o porquinho Cardoso para tramar contra o próprio STF.
Também não chamou a imprensa quando se escondeu para dar satisfações para o Zé condenado, no andamento do Mensalão do LuLLa. Neste episódio, Melandowiski foi pego, por um destes acasos, por uma repórter que ouviu a conversinha suja do pau mandado do petismo na Suprema Porcaria.
Melandowiski é o retrato fiel da degradação moral que vive este país. DO GENTEDECENTE

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Renan, Piccianis, Paes e Cabral quebram código de ética do PMDB.


PMDB LogoDiz o CÓDIGO DE ÉTICA DO PMDB:
CAPÍTULO IV
SEÇÃO I
DAS INFRAÇÕES ÉTICAS DOS FILIADOS
Art. 10. Constituem infrações éticas dos filiados do PMDB:
I – a violação de qualquer dos deveres partidários;
II – improbidade administrativa praticada na gestão da coisa pública;
III – conduta pessoal indecorosa;
IV – notória e ostensiva hostilidade à legenda e atitudes desrespeitosas a dirigentes e lideranças partidárias;
V – incompatibilidade manifesta com os postulados e a orientação política do Partido;
VI – promover filiações em bloco que objetivem o predomínio de pessoas ou grupos estranhos ou sem afinidade com o Partido.
VII – desobediência às deliberações regularmente tomadas em questões consideradas fundamentais, inclusive pela bancada a que pertencer o ocupante de cargo legislativo e também os titulares de cargos executivos;
VIII – atentado contra o livre exercício do direito de voto, a normalidade das eleições, ou o direito de filiação partidária;
IX – improbidade no exercício de mandato parlamentar ou executivo, bem como no de órgão partidário ou de função administrativa;
Renan, Paes, os Piccinis e Sérgio Cabral quebraram, pelo menos, 6 artigos do Código de Ética do PMDB.
DEVERIAM SER EXPULSOS;

O lado sujo, hipócrita, venal e fascista de Barroso.

justitia nuaUma denúncia feita por Vera Magalhães, Coluna Radar da Veja, no meu ponto de vista, não teve por parte da imprensa e dos deputados, atingidos bem no meio dos chifres pela decisão safada da Suprema Porcaria, a devida e real importância.
Vou reproduzir a coluna e depois comento.
Da Coluna radar, Veja - escrita por Vera Magalhães:
Deputados apontam omissão em voto de Barroso
Por: Vera Magalhães 21/12/2015 às 11:11
Deputados pró-impeachment têm reclamado do voto do ministro Luís Roberto Barroso no STF, que foi o vencedor pelo fim do voto secreto para a eleição da comissão especial do impedimento.
O regimento da Câmara, no inciso III do artigo 188 trata de casos de votação secreta “para eleição do presidente e demais membros da Mesa Diretora, do presidente e vice-presidentes de Comissões Permanentes e Temporárias, dos membros da Câmara que irão compor a Comissão Representativa do Congresso Nacional e dos 2 (dois) cidadãos que irão integrar o Conselho da República e nas demais eleições”.

Quem é mais delinquente?

Na peça enviada ao STF pedindo o afastamento de Dudu Cunha da presidência da Câmara, o SELETIVO Janot chama Dudu Cunha de delinquente.
90% de suas justificativas para tal pedido se baseiam na acusação de que Dudu Cunha usa seu cargo de presidente da Câmara para atrapalhar as investigações.
Rodrigo Janot não é nem mais nem menos delinquente do que Dudu Cunha, por usar seu cargo de forma seletiva deixando de lado outros acusados em situação mais complicada que a de Dudu Cunha, não investigando quem deveria investigar e por se vender para o governo.
Rodrigo Janot é tão delinquente quanto Dudu Cunha.
Cassem o mandato de Janot.

Renan merece porrada!

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa
Renan Calheiros merece levar umas porradas todas as vezes em que puser as patas nas ruas.
merece ser execrado em praça pública. Merece ser xingado em restaurantes. Merece ser expulso de locais públicos. Merece ser sitiado em sua mansão de presidente do senado brasileiro.
RENAN MERECE CADEIA!
Logo após o resultado saído da vergonhosa atuação da Suprema Porcaria, em um espetáculo deprimente proporcionado pelo vernelhão Barroso, Renan se reuniu com vagabundos da esquerda maldita para afirmar o que vai no vídeo abaixo.
NÃO VOMITEM NO TECLADO.


Renan merece porrada!

Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa
Renan Calheiros merece levar umas porradas todas as vezes em que puser as patas nas ruas.
merece ser execrado em praça pública. Merece ser xingado em restaurantes. Merece ser expulso de locais públicos. Merece ser sitiado em sua mansão de presidente do senado brasileiro.
RENAN MERECE CADEIA!
Logo após o resultado saído da vergonhosa atuação da Suprema Porcaria, em um espetáculo deprimente proporcionado pelo vernelhão Barroso, Renan se reuniu com vagabundos da esquerda maldita para afirmar o que vai no vídeo abaixo.
NÃO VOMITEM NO TECLADO.


PORRADA NESSE FILHO DA PUTA, LADRÃO DA PETROBRÁS.
FORA RENAN CANALHA!
DO GENTE DECENTE

Lewandowski, o militante anti-impeachment, confessa que Supremo “bolivarianou” mesmo!

Presidente do STF recebe o da Câmara a portas abertas, num ato de escancarada demagogia, mas faz uma confissão e tanto!

Por: Reinaldo Azevedo
Ricardo Lewandowski, presidente do Supremo, resolveu se comportar como presidente do PT e teve, nesta quarta, uma atitude claramente hostil com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que havia lhe pedido uma audiência. Ele concedeu. Mas abriu as portas para a imprensa, num gesto escancaradamente demagógico. Jornalistas lembraram um precedente de Itamar Franco quando presidente. Falso. Digo mais adiante por quê.
Nota logo à partida: Lewandowski pode pensar sobre o deputado o que quiser. Eu, por exemplo, acho que Cunha tem de ser cassado. Mas o presidente do Supremo tem deveres decorosos com o homem que preside uma das Casas do Poder Legislativo. Enquanto Cunha não for cassado, tem de ser respeitado pelo comandante da corte suprema do país em razão de seu papel  institucional.
Não foi o que se viu. Quem abriu as portas do tribunal não foi o magistrado que preza a transparência, mas o militante anti-impeachment, papel que não lhe cabe. Ora, o doutor fala com advogados de criminosos presos, a portas fechadas — ou não fala? Por que não pode fazê-lo com o presidente de uma das Casas do Legislativo?
A propósito: Lewandowski já pediu audiência ao comando do Congresso para tratar do aumento do Judiciário e outros benefícios. Já imaginaram se as portas se abrem, e flagramos lá o herói anti-Cunha a cuidar do pão deles de cada dia? A demagogia é um dos últimos estágios da vigarice intelectual.
De toda sorte, o comportamento beligerante foi útil para que saibamos o que está em jogo. Mais: LEWANDOWSKI TAMBÉM FEZ UMA CONFISSÃO SOBRE O VOTO DE ROBERTO BARROSO, SEU AMIGO DE SIMPATIAS PARTIDÁRIAS. A imprensa deixa passar porque está de tal sorte cegada pelo “anticunhismo” que não consegue enxergar um estupro institucional. Vamos lá.
A audiência
Cunha foi ao Supremo pedir celeridade na divulgação do acórdão da votação que estabeleceu, atropelando a Constituição e as leis, o rito do impeachment. Cunha lembrou que o fato de a maioria dos ministros ter vetado o voto secreto e a comissão avulsa deixava dúvidas sobre a eleição e funcionamento de outras comissões na Câmara.
Eis, então, e, neste sentido, foi bom a audiência ter sido aberta, que Lewandowski diz uma coisa sensacional. Defendendo o voto absurdo de Barroso, o presidente do Supremo disse não haver dúvida nenhuma — é mesmo? — sobre o que foi votado: segundo ele, a proibição de comissão avulsa, a indicação dos membros por vontade dos líderes e o voto obrigatoriamente aberto valem apenas para a comissão do… impeachment!!!
Entendi! Isso quer dizer que o senhor Barroso, de forma clara e deliberada, com a concordância da maioria, resolveu ser mesmo um legislador “ad hoc”. Vale dizer: o Supremo não tomou uma decisão em tese, pautada por princípios e fundamentos. A Corte resolveu mesmo criar uma legislação para o caso específico — e, por óbvio, então, da forma como se fez, para beneficiar Dilma. Lewandowski foi literal: “O voto do ministro Barroso deixa bem claro que a decisão se refere à comissão do impeachment, não se refere a outras comissões”.
Vergonha!
Quanto à celeridade, o presidente do Supremo resolveu falar dos prazos regimentais. Os ministros têm até 19 de fevereiro para liberar seus votos, e o tribunal, até 60 dias para divulgar o acórdão, sem contar o período do recesso.
Ok. Estou entre aqueles que acham que a demora conta contra Dilma Rousseff — aliás, ela também. Até porque, como na Ilíada, nuvens negras se formam no horizonte, e há uma grande possibilidade de que seus raios caiam sobre o cocuruto presidencial.
O caso Itamar
Quando Itamar Franco era presidente, o então senador Antônio Carlos Magalhães (DEM-BA), que estava na oposição, anunciou ter um calhamaço de denúncias contra o governo. Disse que o entregaria ao chefe do Executivo. Itamar recebeu o senador, mas abriu as portas para a imprensa.
O paralelo com o que fez Lewandowski é descabido. Cunha não foi ao ministro para entregar supostas denúncias, numa linha de confronto. Apenas cumpriu um ritual que, de resto, a elegância até pede. Mas o presidente do Supremo, hoje um dos esbirros do governo Dilma, resolveu surfar na impopularidade de Cunha. Ao fazê-lo, não desprestigiou um deputado enrolado, mas afrontou o Poder Legislativo, pondo-se, como de hábito, de joelhos diante do governo petista.
Ah, não tenho como esquecer os apelos emocionados que Lewandowski fazia em benefício dos réus do mensalão, lembrando, a todo instante, a condição humana dos condenados. Como se nota, nem sempre ele tem aquele coração de manteiga.
Encerro
Achei excelente o conjunto da obra. Lewandowski deixou claro que o juiz isento desapareceu para dar lugar ao militante de uma causa. E confessou que o julgamento no STF foi mesmo uma, digamos, bolivarianada: ministros decidiram apoiar uma regra inventada para servir a um único propósito: tentar manter Dilma no poder, contra o que dispõe a Lei 1.079.
A isso se resume o gesto heroico de Lewadowski.