O Antagonista publicou no Youtube um vídeo onde Hélio Bicudo, nossa
Barbosa Lima Sobrinho da atualidade, te convida a assinar o impeachment
da dona Dilma.
Vamos Brasil. É hora de mostrar a cara e assinar o pedido de impeachment deste câncer que corrói o Brasil.
DO GENTEDECENTE
PAZ AMOR E VIDA NA TERRA " De tanto ver triunfar as nulidades, De tanto ver crescer as injustiças, De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto". [Ruy Barbosa]
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
terça-feira, 15 de setembro de 2015
Aprovação de R$ 33,2 bi do ajuste depende de votos de 60% do Congresso
- Pedro Ladeira/FolhapressA aprovação de R$ 33,2 bilhões do pacote de ajuste apresentado pelo ministro Joaquim Levy (foto) precisará de 3/5 do Congresso
É o caso da recriação da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), principal medida de aumento de receita, que prevê ganhos de R$ 32 bilhões para o governo. Por ser necessária uma PEC para a implementação da medida, é necessário que pelo menos 308 dos 513 deputados federais e 49 dos 81 senadores aprovem a medida, que deve passar ainda por dois turnos de votação em cada Casa.
A outra medida do ajuste que depende de uma PEC é a eliminação do chamado abono de permanência, pagamento extra para que servidores em condições de se aposentar continuem na ativa. O governo espera economizar R$ 1,2 bilhão com essa medida.
Os números indicam a dificuldade do governo em aprovar o novo pacote fiscal do governo, num momento em que o governo Dilma está fragilizado e tem apoio reduzido no Congresso. Este ano, o governo tem acumulado derrotas significativas no Parlamento, como a aprovação da PEC do Orçamento impositivo, que obriga o pagamento das emendas parlamentares ao Orçamento, e o avanço na Câmara do projeto de lei que amplia a possibilidade de terceirização no mercado de trabalho.
Os ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa, apresentaram nesta segunda-feira R$ 64,9 bilhões em propostas de corte de despesas e aumento de receitas. Das 16 medidas anunciadas, apenas uma, que prevê economia de R$ 2 bilhões com a redução de benefícios fiscais a exportadores, não precisa passar pelo Congresso.
"Pouco provável", diz Cunha
Nessa segunda-feira, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou considerar "pouco provável" que haja consenso no Congresso para a aprovação da CPMF. "Acho temeroso condicionar o sucesso de um ajuste fiscal a uma receita que sabemos ser de difícil equacionamento", disse Cunha. "Além de o governo estar com uma base muito frágil, o tema, por si só, já é polêmico", afirmou o deputado, em entrevista ao jornal "O Estado de S.Paulo".Cunha, que rompeu oficialmente com o governo em julho, declarou ser pessoalmente contrário ao aumento de tributos, mas afirmou que não vai obstruir a tramitação das propostas.
Dos R$ 26 bilhões previstos em cortes de gastos, R$ 7,8 bilhões dependem da aprovação de projetos de lei e R$ 4,8 bilhões de aprovação de Medida Provisória.
Nesses casos, basta o apoio da maioria dos parlamentares em plenário. Outros R$ 12,2 bilhões em cortes dependem de alterações no projeto de lei do Orçamento 2016, em tramitação no Congresso.
Veja o que é preciso para a aprovação das principais medidas:
- Criação da CPMF: Proposta de Emenda à Constituição
Aumento de arrecadação de R$ 32 bilhões - Fim do abono de permanência: Proposta de Emenda à Constituição
Corte de R$ 1,2 bilhão - Aumento de imposto de renda sobre venda de bens: Medida Provisória
Aumento de arrecadação de R$ 1,8 bilhão - Adiamento no reajuste dos servidores: Projeto de lei
Corte de R$ 7 bilhões - Suspensão de concursos públicos: alteração na lei do Orçamento
Corte de R$ 1,5 bilhão - DO JOSIASDESOUZA-UOL
É um escárnio! Tentativa de retorno da CPMF é um total absurdo
Por João Luiz Mauad, publicado no Instituto Liberal
“Sou contra a CPMF”. “Não penso em
recriar a CPMF, porque acredito que não seria correto” Dilma Rousseff
(Campanha eleitoral de 2010)
“Governar o Brasil requer firmeza,
coragem, posições claras e atitude firme. Não dá para improvisar.”
Dilma Rousseff (Campanha eleitoral de 2014)
É muita desfaçatez! O Brasil,
definitivamente, não merece essa senhora que nos governa e seus esbirros
espalhados por 39 ministérios e num sem número de secretarias.
Embora exista um consenso no País, pelo
menos fora do espectro mais radical do esquerdismo, sobre a necessidade
de uma reforma estrutural que vise à redução da carga tributária e à
simplificação burocrática da arrecadação, as ações políticas de dona
Dilma e sua trupe têm caminhado exatamente para o outro lado.
Após muitas idas e vindas, muitos balões
de ensaio e muita fumaça para despistar, a recente proposta de
ressuscitar a malfadada CPMF beira o escárnio. Depois de passar toda a
campanha eleitoral mentindo e prometendo à sociedade que não aumentariam
os impostos, foram necessários somente poucos meses para que Dilma e
seus acólitos mostrassem realmente a que vieram.
Além de extemporânea, contraproducente e
prejudicial à já combalida economia do país, a proposta de recriação da
CPMF denota um horroroso revanchismo do governo petista contra certos
setores da sociedade, principalmente os que lutaram bravamente pela
extinção daquele famigerado tributo – que como o próprio nome diz,
deveria ser temporário, mas acabou torturando indivíduos e empresas
durante algumas décadas. Um revanchismo, aliás, típico de mentes
antidemocráticas, que não aceitam os reveses naturais do jogo político.
Não por acaso, desde a sua morte, em
2007, numa decisão histórica e incomum do Congresso Nacional, o espectro
da CPMF paira sobre as cabeças dos pagadores de impostos. A ameaça
agora, como de hábito, veio adocicada pela mais nobre e pungente das
intenções: buscar recursos para cumprir os desembolsos previdenciários
que beneficiam os velhinhos do país inteiro. Levy chegou a dizer, de
forma desavergonhada, que cada um de nós, ao comprar um hamburguer,
estaria contribuindo com dois milésimos do preço para melhorar a vida
dos nossos idosos, como se esses não tivessem contribuído
(obrigatoriamente) para a previdência pública durante muitos anos, tendo
visto seus recursos serem dilapidados por sucessivas administrações e
seus benefícios minguarem ano após ano. Ademais, será que este senhor
realmente acredita que a CPMF embutida no preço de um hambúrguer
representa somente 0,2% do preço final? Dependendo da resposta, ou este
senhor é um grande mentiroso ou um completo ignorante, que não entende
patavina de economia e tributação. Façam suas apostas…
Enfim, a proposta de recriação da CPMF é,
na melhor das hipóteses, a prova cabal de que o atual governo está
absolutamente despreparado para a tarefa para a qual foi eleito, e, na
pior delas, a admissão de que 40% da nossa renda, cinco meses de nosso
trabalho ainda não são suficientes para abastecer suas maletas, meias e
cuecas.
Esperemos que o Congresso tenha um mínimo de bom senso e rejeite essa estrovenga. DO Rodrigo Constantino
Base governista publica carta de repúdio a impeachment de Dilma Rousseff
"Declaramos nosso firme e decidido apoio ao mandato legítimo da presidenta Dilma Rousseff, que se extinguirá somente em 31 de dezembro de 2018. Nosso mais veemente repúdio a toda forma de retrocesso democrático que tente deslegitimar e encerrar de forma prematura o mandato popular conquistado, de forma limpa, em pleito democrático", disseram em trecho reproduzido pelo G1.
Após a reeleição, Dilma tinha na base governista 13 partidos (PT, PMDB, PP, PROS, PSD, PR, PT do B, PRP, PDT, PTB, PC DO B, PRB, PMN), 51 senadores e 365 deputados. O cálculo foi feito, na época, pelo Jornal Hoje. A carta assinada nesta terça tem nomes de só 21 políticos.
Oposição avisa que vai barrar nova CPMF e petistas criticam cortes
Anúncio do governo desagrada tanto parlamentares da oposição como da base aliada da presidente
Por Maria Lima, Cristiane Jubgblut
e Isabel Braga
O Globo
e Isabel Braga
O Globo
— É claro que vai ter reação! Passamos oito anos criticando Fernando Henrique Cardoso por causa do congelamento do salário dos servidores e agora copiam a receita de FHC? — protestou Lindbergh.
Ele não diz que o pacote pode custar o mandato da presidente Dilma Rousseff, mas acha que o impacto pode ser grande, que as universidades federais já estão em greve e “todo mundo sabe o que vai acontecer” com as novas medidas .
— A reação do PT , da CUT e dos movimentos sociais vai ser 10 vezes maior do que o primeiro ajuste. Vai criar um problema na nossa base social que está indo para as ruas defender o mandato da presidente Dilma — disse o petista.
Para Lindbergh, ao invés de atacar o funcionalismo e cortar investimentos de forma criminosa, o governo deveria ter optado por tributar mais o “andar de cima” com a tributação de lucros e dividendos, o que renderia uma receita de cerca de R$50 bilhões.
Na oposição, o líder do Democratas, Ronaldo Caiado (GO) centrou fogo na criação da nova CPMF com alíquota de 0.02% por quatro anos, exclusivamente para custear a Previdência. Caiado disse que o governo não precisa recriar a CPMF para falar em cortes de gastos.
— O governo prefere centrar no aumento da carga tributária em vez de cortar em sua estrutura. É brincar com a inteligência do brasileiro. Dilma faz um jogo de cena, não faz um corte significativo de ministérios nem cargos de apadrinhados e ainda resolve repassar a conta do desastre de seu governo para o brasileiro. Vamos fazer uma ampla frente ao lado da população contra aumento de carga tributária. O Congresso não vai referendar esse ataque — avisou Caiado.
O presidente nacional do DEM, senador José Agripino Maia (RN), disse que o partido não apoiará a recriação da CPMF. Agripino disse que o governo não cortou na carne, com redução de ministérios e de cargos de confiança.
— Não contem conosco para recriar a CPMF. Onde estão os cortes na carne do petismo, nos vícios de 12 anos do petismo? A conta está caindo nas costas do funcionalismo, nos investidores e no aumento da carga tributária da população — disse Agripino.
O líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio (SP), avisou que os tucanos cobrarão da presidente Dilma Rousseff a redução de ministérios e cargos comissionados, como forma de reduzir a máquina administrativa. Para Sampaio, a proposta anunciada pela equipe econômica do governo são insuficientes e pecam por propor novamente que a sociedade arque com a "parte mais pesada" do ajuste, com o aumento de impostes, cortes em benefícios. em programas sociais e em investimentos.
— O governo quer empurrar os custos para os brasileiros, já fortemente penalizados com a perda de renda, de empregos e de perspectivas. São vítimas de um governo incompetente, irresponsável e inoperante, que levou o país ao fundo do poço. Em se tratando de um governo que se reelegeu mentindo aos brasileiros, não duvido nada que os cortes em ministérios e cargos de confiança não saiam do papel. Mais uma vez o governo quer empurrar a conta goela abaixo do contribuinte. O que a presidente Dilma pretende é fazer com que os brasileiros sejam os fiadores do déficit pelo qual ela é a principal responsável, mas não quer pagar a conta, cortando na própria carne — criticou Sampaio.
O líder do DEM na Câmara, Mendonça Filho (PE) também critica a falta de cortes de ministérios e cargos comissionados e a decisão de propor aumento de impostos. Para ele, foi um anúncio "pífio" diante do tamanho do rombo nas contas públicas. Para Mendonça Filho, o governo anunciou um rombo de R$ 30 milhões, mas em 2016 este rombo deverá ficar entre R$ 80 milhões e R$ 100 milhões. O DEM lançará amanhã a campanha "Basta de Impostos" e o líder do partido diz que o Congresso não aprovará a recriação da CPMF.
— O que o governo Dilma demonstra é a reiteração da mediocridade. Quando não lidera uma ação verdadeiramente ousada, para o tamanho da crise, não sensibiliza a sociedade e o próprio o Parlamento. Isso teria que vir com um corte radical de número de ministérios, fusão de empresas e privatização de outras, redução drástica nos cargos de confiança que aparelhamento o estado. O PT tem que aprender a fazer ajuste pela conta da despesa supérflua e não de receitas — criticou Mendonça Filho, acrescentando:
— O anúncio foi pífio, até porque o buraco que anunciam como R$ 30 bilhões será, na verdade é de R$ 80 a R$ 100 bilhões. As contas do governo não levam em conta que, em 2016, o PIB terá crescimento negativo. O Orçamento considera receitas tributárias que dependem de aprovação do Congresso, de novos impostos, que não serão aprovados.14/09/2015 - DO R.DEMOCRATICA
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
OS 'REFUGIADOS' DO PT E O SILÊNCIO ENSURDECEDOR DA GRANDE MÍDIA. ENQUANTO ISSO O PLACAR DA PETIÇÃO ONLINE PRÓ-IMPEACHMENT DA DILMA CHEGARÁ A 1 MILHÃO DE ASSINATURAS NESTA SEGUNDA-FERIA.
Ninguém escuta, ninguém vê o ranger de dentes da petezada porque os diletos jornalistas da grande mídia, sob a firme liderança da Folha de S. Paulo e seus jagunços ideológicos, continuam obedecendo aos asseclas do Lula.
Dizem que recebem ordens do Presidente do Conselho Nacional do SESI, órgão da Confederação Nacional da Indústria - CNI, o petista Gilberto Carvalho, chefete dos movimentos sociais e idealizador do 'sovietes' bolivarianos. É que Lula, o Pixuleco anda, assim, meio desgastado e arredio. O José Dirceu está preso e nem pôde aproveitar o ofurô que instalou em sua "dacha" em Vinhedos. O Vaccari, que se notabilizou por ter criado o neologismo Pixuleco, que hoje identifica Lula, também está 'recluso' em "sistema prisional" [designação politicamente correta para cadeia, xilindró, cela, penitenciária...].
À medida que o contador de assinaturas do site Change.org evolui para 1 milhão de assinaturas os tais "movimentos sociais", designativo politicamente correto para "agitadores comunistas", também vão esmaecendo. Uma nuvem de inquietante silêncio impera... Dizem que até o bem nutrido presidente da CUT ensarrilhou as armas.
Assim, matérias quentes reportando a verdade dos fatos por meio da grande mídia simplesmente sumiram. Até aquela animação que esquentava as redações em passado recente, segundo informam, arrefeceu. Repórteres se dedicam a buscar "press releases" diretamente das mãos de Edinho Silva, o chefe do DIP.
Segundo consta, os meios de comunicação instantâneos providos pelo bom e velho capitalismo têm sido deixados de lado pelo DIP, por "motivos de segurança". Há, dessa forma, um retorno ao passado com press-realeases sendo entregues diretamente na mão dos ex-alegres rapazes e raparigas da imprensa. Poder-se-ia definir esse estado de coisas como um ataque de convulsiva nostalgia.
Convenhamos. Ficar repetindo papagaiadas da grande mídia aqui no blog não dá não, né?
Mas estamos atentos. - DO ALUIZIOAMORIM
O estadista de galinheiro que resolveu virar passarinho e voar para longe da Lava Jato pode estar batendo asas na rota da gaiola
Anunciada
na entrevista à rádio Itatiaia e reiterada horas depois num palavrório
em São Bernardo, a novidade foi confirmada nas escalas que o palanque
ambulante fez no Paraguai e na Argentina: Lula resolveu ser passarinho.
Embora seja sempre uma proeza, essa não tem nada de mais. Quem resolveu
em oito anos todos os problemas acumulados em mais de 500 nem precisa de
muito esforço para fazer o que Hugo Chávez anda fazendo quando precisa
dar conselhos ao filhote Nicolás Maduro.
É também improvável que alguma ave possa alcançar as alturas históricas atingidas por personagens a que o ex-presidente se comparou. Ele já se apresentou, por exemplo, como uma reencarnação melhorada de Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek, Jesus Cristo, Tiradentes, Abraham Lincoln e Nelson Mandela. O estadista de galinheiro interrompe o sono eterno de qualquer um sempre que precisa de ajuda para escapar do tribunal, de fiascos eleitorais ou quaisquer outras enrascadas cabeludas em que vive se metendo.
A primeira vítima foi exumada para abafar os estrondos decorrentes da descoberta do Mensalão. “Em 1954, Getúlio Vargas teve a coragem de dizer ao Brasil que a gente iria fazer a Petrobras e foi achincalhado como eu”, fantasiou Lula em 4 de agosto de 2005. “Hoje, a Petrobras é, sem dúvida nenhuma, a empresa brasileira de maior orgulho para todos os 186 milhões de brasileiros. É por isso que a elite quer fazer comigo o que fez com Getúlio”. (A Petrobras é que seria alvejada no peito por disparos de Lula e seus bucaneiros).
Em março de 2006, tangido pelo medo de ver o segundo mandato sair pelo ralo das ladroagens mensaleiras, Lula escolheu o alvo da comparação infamante depois de assistir a um capítulo da minissérie da Globo inspirada na figura de Juscelino Kubitschek. “Hoje, JK está sendo vendido como herói, mas a novela mostra como é que os que estão me atacando hoje atacavam JK”, ensinou num falatório em Salvador. (Nem Carlos Lacerda ousaria enxergar semelhanças entre o construtor de Brasília e o inventor do Brasil Maravilha).
No fim do inquilinato no gabinete presidencial, quando fazia o diabo para eleger Dilma Rousseff, incorporou simultaneamente o filho de Deus e o mártir da Inconfidência Mineira. “Todo santo dia eu sou perseguido por aqueles que não se conformam com um presidente operário que pensa só nos pobres”, recitava o animador de comício antes de invocar uma das estações do seu calvário malandro: “Diziam que eu era comunista porque tinha barba comprida, mas Jesus também tinha, Tiradentes também tinha”.
Em fevereiro de 2013, ainda convencido de que seria secretário-geral da ONU depois de contemplado com o Nobel da Paz, começou a violar sepulturas em terra estrangeira. “A imprensa batia no Abraham Lincoln em 1860 igualzinho batem em mim”, descobriu o médium de botequim. (Nem o mais feroz antagonista do presidente americano ousaria acusar Lincoln de ser um lula). Meses mais tarde, sobrou para Nelson Mandela.
“Tive uma grata satisfação de fazer parte de uma geração que lutou contra o apartheid”, reincidiu em 5 de dezembro. “Não tinha sentido a maioria negra ser governada pela minoria branca lá. Aqui, acontecia comigo a mesma coisa”. (O gigante sul-africano que acabara de morrer daria um jeito de viver mais alguns séculos se desconfiasse que reencarnaria no Brasil como camelô de empreiteira e caso de polícia).
Foi para afastar-se das arapucas da Operação Lava Jato, aliás, que Lula providenciou a mais recente metamorfose. “”Você só consegue matar um pássaro se ele ficar parado no mesmo galho”, explicou ao anunciar o advento do Lula alado. “Se ele ficar pulando, é difícil. Então é o seguinte: eu voltei a voar outra vez. Eu agora vou falar, vou viajar, vou dar entrevistas”.
Dado o recado, foi bater asas longe da Lava Jato (e do governo em decomposição da herdeira Dilma Rousseff). Estava na Argentina quando chegou ao Supremo Tribunal Federal o documento em que o delegado da Polícia Federal Josélio Sousa pede autorização para incluir Lula na devassa do Petrolão. Trecho da petição:
“(…) a presente investigação não pode se furtar de trazer à luz da apuração dos fatos a pessoa do então presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que, na condição de mandatário máximo do país, pode ter sido beneficiado pelo esquema em curso na Petrobras, obtendo vantagens para si, para seu partido, o PT, ou mesmo para seu Governo, com a manutenção de uma base de apoio partidário sustentada à custa de negócios ilícitos na referida estatal”.
“Pode ter sido beneficiado” é muita gentileza. Aí tem — e como!, sabe até o distintivo do delegado. Pelo que já confessaram comparsas convertidos em colaboradores da Justiça, pelo que a Polícia Federal já descobriu, pela montanha de provas acumuladas em Curitiba, pelo que logo se saberá, o passarinho espertalhão pode estar voando perto demais da gaiola. - DO AUGUSTONUNES
É também improvável que alguma ave possa alcançar as alturas históricas atingidas por personagens a que o ex-presidente se comparou. Ele já se apresentou, por exemplo, como uma reencarnação melhorada de Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek, Jesus Cristo, Tiradentes, Abraham Lincoln e Nelson Mandela. O estadista de galinheiro interrompe o sono eterno de qualquer um sempre que precisa de ajuda para escapar do tribunal, de fiascos eleitorais ou quaisquer outras enrascadas cabeludas em que vive se metendo.
A primeira vítima foi exumada para abafar os estrondos decorrentes da descoberta do Mensalão. “Em 1954, Getúlio Vargas teve a coragem de dizer ao Brasil que a gente iria fazer a Petrobras e foi achincalhado como eu”, fantasiou Lula em 4 de agosto de 2005. “Hoje, a Petrobras é, sem dúvida nenhuma, a empresa brasileira de maior orgulho para todos os 186 milhões de brasileiros. É por isso que a elite quer fazer comigo o que fez com Getúlio”. (A Petrobras é que seria alvejada no peito por disparos de Lula e seus bucaneiros).
Em março de 2006, tangido pelo medo de ver o segundo mandato sair pelo ralo das ladroagens mensaleiras, Lula escolheu o alvo da comparação infamante depois de assistir a um capítulo da minissérie da Globo inspirada na figura de Juscelino Kubitschek. “Hoje, JK está sendo vendido como herói, mas a novela mostra como é que os que estão me atacando hoje atacavam JK”, ensinou num falatório em Salvador. (Nem Carlos Lacerda ousaria enxergar semelhanças entre o construtor de Brasília e o inventor do Brasil Maravilha).
No fim do inquilinato no gabinete presidencial, quando fazia o diabo para eleger Dilma Rousseff, incorporou simultaneamente o filho de Deus e o mártir da Inconfidência Mineira. “Todo santo dia eu sou perseguido por aqueles que não se conformam com um presidente operário que pensa só nos pobres”, recitava o animador de comício antes de invocar uma das estações do seu calvário malandro: “Diziam que eu era comunista porque tinha barba comprida, mas Jesus também tinha, Tiradentes também tinha”.
Em fevereiro de 2013, ainda convencido de que seria secretário-geral da ONU depois de contemplado com o Nobel da Paz, começou a violar sepulturas em terra estrangeira. “A imprensa batia no Abraham Lincoln em 1860 igualzinho batem em mim”, descobriu o médium de botequim. (Nem o mais feroz antagonista do presidente americano ousaria acusar Lincoln de ser um lula). Meses mais tarde, sobrou para Nelson Mandela.
“Tive uma grata satisfação de fazer parte de uma geração que lutou contra o apartheid”, reincidiu em 5 de dezembro. “Não tinha sentido a maioria negra ser governada pela minoria branca lá. Aqui, acontecia comigo a mesma coisa”. (O gigante sul-africano que acabara de morrer daria um jeito de viver mais alguns séculos se desconfiasse que reencarnaria no Brasil como camelô de empreiteira e caso de polícia).
Foi para afastar-se das arapucas da Operação Lava Jato, aliás, que Lula providenciou a mais recente metamorfose. “”Você só consegue matar um pássaro se ele ficar parado no mesmo galho”, explicou ao anunciar o advento do Lula alado. “Se ele ficar pulando, é difícil. Então é o seguinte: eu voltei a voar outra vez. Eu agora vou falar, vou viajar, vou dar entrevistas”.
Dado o recado, foi bater asas longe da Lava Jato (e do governo em decomposição da herdeira Dilma Rousseff). Estava na Argentina quando chegou ao Supremo Tribunal Federal o documento em que o delegado da Polícia Federal Josélio Sousa pede autorização para incluir Lula na devassa do Petrolão. Trecho da petição:
“(…) a presente investigação não pode se furtar de trazer à luz da apuração dos fatos a pessoa do então presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que, na condição de mandatário máximo do país, pode ter sido beneficiado pelo esquema em curso na Petrobras, obtendo vantagens para si, para seu partido, o PT, ou mesmo para seu Governo, com a manutenção de uma base de apoio partidário sustentada à custa de negócios ilícitos na referida estatal”.
“Pode ter sido beneficiado” é muita gentileza. Aí tem — e como!, sabe até o distintivo do delegado. Pelo que já confessaram comparsas convertidos em colaboradores da Justiça, pelo que a Polícia Federal já descobriu, pela montanha de provas acumuladas em Curitiba, pelo que logo se saberá, o passarinho espertalhão pode estar voando perto demais da gaiola. - DO AUGUSTONUNES
domingo, 13 de setembro de 2015
sábado, 12 de setembro de 2015
EPISÓDIO DO FALSO DECRETO EXIBE A ESCULHAMBAÇÃO NO GOVERNO
- Carlos Newton
Tribuna da Internet
PS – Na edição de ontem aqui da Tribuna, publicamos a foto do número 2 do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, Francisco dal Chiavon, marido da secretária-geral da Defesa, Eva dal Chiavon. Ao ver a foto, o comentarista Jorge Conforte não se conteve e afirmou:“Este cara não tem nenhuma aparência de que algum dia na sua vida pegou num cabo de uma enxada”. Realmente, dá para notar que no Brasil, depois de 13 anos de governo do PT, até a liderança do MST agora é de elite. Reparem a foto-DO HORACIOCB
Foi
rapidamente removido para baixo do tapete o escândalo do falso decreto
que dava mais poderes ao ministro da Defesa e esvaziava os três
comandantes das Forças Armadas. Enquanto as autoridades se comportam
como se não tivesse acontecido nada e agradecem o silêncio obsequioso da
grande mídia, o episódio, pela gravidade de que se reveste, serve de
excelente exemplo da esculhambação que hoje marca o dia a dia da
política brasileira.
Não
é cabível acreditar que, no estratégico Ministério da Defesa, seja
possível que uma funcionária pública de segundo escalão (na ausência do
ministro Jaques Wagner, que estava em viagem à China) resgate uma
sugestão de decreto que jazia engavetada há três anos, falsifique a
assinatura de um comandante militar, depois convença a presidente da
República a assinar o documento, e por fim mande publicar o decreto no
Diário Oficial da União, sem ordem do ministro, e nada lhe aconteça.
Como
o assunto virou escândalo, o ministro e a presidente da República
disseram que não sabiam de nada. Mas o comandante da Marinha, almirante
Eduardo Bacellar, fez questão de denunciar que não assinou o decreto, e a
presidente da República então foi obrigada a voltar atrás e mandou o
ministro Wagner assinar uma errata do decreto, para restabelecer os
poderes dos comandantes militares.
O
ministro Jaques Wagner e a presidente Dilma Rousseff evidentemente
mentiram, ao dizer que não sabiam de nada. É claro que eles combinaram
baixar o decreto quando Wagner estivesse ausente, para não desgastá-lo
perante as Forças Armadas. E o ministro Aloizio Mercadante também
participou da patética manobra, porque nenhum decreto é assinado e
publicado sem conhecimento da Casa Civil.
Portanto,
é ingenuidade achar que a secretária-geral da Defesa, Eva dal Chiavon,
tenha tomado a iniciativa de desengavetar o decreto sem aprovação do
ministro e tomado todas as providências necessárias para que fosse
aprovado e entrasse em vigor. Se ela tivesse feito tudo isso sem
autorização, é claro que já teria sido demitida.
Neste
festival de mentiras, só escapa o almirante Eduardo Bacellar, que
seguiu afirmando não ter assinado o decreto. Ninguém teve coragem de
desmenti-lo e tudo vai ficar por isso mesmo, nessa república felliniana,
onde la nave va, sem ninguém no comando.

Responda francamente: Chiavon tem jeito de ser sem terra?
PS – Na edição de ontem aqui da Tribuna, publicamos a foto do número 2 do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, Francisco dal Chiavon, marido da secretária-geral da Defesa, Eva dal Chiavon. Ao ver a foto, o comentarista Jorge Conforte não se conteve e afirmou:“Este cara não tem nenhuma aparência de que algum dia na sua vida pegou num cabo de uma enxada”. Realmente, dá para notar que no Brasil, depois de 13 anos de governo do PT, até a liderança do MST agora é de elite. Reparem a foto-DO HORACIOCB
A NAÇÃO BRASILEIRA SE LEVANTA PARA DETONAR O REINO DO PIXULECO. DENTRO DE ALGUNS DIAS ESTAREMOS LIVRES DAS MENTIRAS E ROUBALHEIRAS QUE ARRASAM O BRASIL.
Das
revistas semanais que vão às bancas neste final de semana a reportagem
de capa da revista IstoÉ é um sinal dos tempos, se é que me entendem.
Num passado recente, de tanto puxar o saco do PT, já tinha sido
apelidada de IstoEra. Ao que parece a grana que produzia o milagre
lulístico acabou e agora faz a verdade espirrar por todos os cantos. E,
como diz o velho adágio, “a verdade às vezes dói”.
No
geral toda a grande mídia ainda continua acendendo uma vela para Deus e
outra para PT, na vã esperança de recolher as migalhas que sobraram do
Reino do Pixuleco. Também escamoteiam o fato de que tudo isso que está
acontecendo tem como vertente principal o Foro de São Paulo, a
organização comunista fundada por Lula e Fidel Castro em 1990, destinada
a cubanizar todo o continente Sul Americano, a América Central e o
Caribe. Aí alguns ignorantes dizem assim: “petistas não são comunistas,
são apenas incompetentes e ladrões que querem se dar bem”, pois é
justamente isso que define o caráter de todos os comunistas, ou, seja, a
ausência de qualquer viés de moralidade e boa ética.
E a
história se repete, demonstrando na prática a verdade contida na frase
atribuída à Dama de Ferro que salvou o Reino Unido: o socialismo acaba
quando acaba o dinheiro dos outros. Querem exemplo mais eloquente do que
estamos vivendo neste momento no Brasil?
Em todo
caso o que ocorreu nesses 13 anos de reinado do Pixuleco, que culminou
com a falência do Brasil, assinalada esta semana pela agência de análise
de risco Standard & Poor’s, deixa uma dura lição mais uma vez,
dolorida é verdade, mas uma lição que se for bem aprendida possibilitará
um renascimento da Nação.
Todavia,
isso vai depender basicamente da pressão do povo brasileiro nas ruas,
nas cidades ou numa casinha de sapé, como diz a canção. Se aquela horda
de quase 600 parlamentares tiver um pingo de juízo bota para andar
célere o impeachment da Dilma. Na segunda etapa, promove a cassação do
registro partidário do PT, bem como aprova uma lei proibindo qualquer
agremiação política, ONGs e assemelhados que tenham como ideologia os
totalitarismos comunista, nazista e fascista. Afinal, são três variáveis
de um mesmo tema.
Feitas
essas necessárias digressões transcrevo a parte inicial da reportagem da
IstoÉ com link para leitura completa no final do texto. Faz um bom
inventário dos últimos dias, espécie de preâmbulo que pavimenta o
caminho para a deposição do governo do PT. Leiam:
Ao
retirar do Brasil o selo de bom pagador na quarta-feira 9, a Standard
& Poor’s, principal agência de classificação de risco, escancarou o
que já era um sentimento nos meios políticos, jurídico e empresarial: a
crise político-econômica tem nome e sobrenome. Atende por Dilma
Rousseff. O rebaixamento para grau especulativo, o que significa maior
risco de calote, foi atribuído pela S&P à incapacidade da gestão
Dilma de equilibrar as contas públicas, às constantes revisões das metas
de superávit fiscal e às divergências profundas de integrantes do
governo em torno do tema. No final da última semana, a pergunta que se
impunha no País era como Dilma ainda poderia seguir na cadeira de
presidente da República. Entre os próprios petistas, a avaliação é de
que a falência completa da gestão, agravada com a perda do grau de
investimento, implodiu as derradeiras pontes construídas - a muito custo
- pelo governo com setores do empresariado no início de agosto. E
arrebentou o último fiapo que ainda unia o governo às classes C e D –
agora desesperadas com a certeza do aumento do desemprego e da recessão.
Produziu-se
um consenso de que o País possui fôlego curto para suportar a crise
atual. E a saída do atoleiro passa pelo afastamento da presidente – seja
por renúncia ou impeachment, processo que voltou a ganhar força nos
últimos dias. Poucas vezes, empresários verbalizaram essa posição com
tanta eloquência. Até ministros próximos de Dilma vislumbram um cenário
provável de impeachment até o final do ano. “Já há um distanciamento da
classe política. Agora, a pressão dos empresários vai ser insuportável.
Acho que Dilma vai ter de ir embora, vai ter que renunciar. É o capítulo
final”, prevê o economista Luiz Carlos Mendonça de Barros, que até
semana passada adotava um discurso mais moderado.
A
preocupação é geral e genuína e já não se pode mais atribuir a postura
crítica ao governo ao já surrado discurso do Fla-Flu político. Os
temores sobre o futuro do País são reais. Hoje, o Brasil encontra-se à
beira de um precipício e sem perspectivas de reversão de rumo. (leia
mais sobre as conseqüências do downgrade às págs 36 e 37). Em abril de
2008, em um evento em Teresina, Piauí, o então presidente Lula, o mesmo
que agora diz sem corar a face que o rebaixamento do País não significa
nada, comemorou efusivamente, quando a mesma S&P concedeu o grau de
investimento ao Brasil. “Se fossemos traduzir para uma linguagem que
todos os brasileiros entendam, pode-se dizer que o Brasil foi declarado
um País sério, que tem políticas sérias, que cuida de suas finanças com
seriedade”, afirmou Lula em 2008. Sete anos depois, Lula adota uma nova
retórica política. Diz o que precisa ser dito, não o que realmente
pensa. Se o governo fosse outro e ele se encontrasse na trincheira da
oposição, Lula diria que hoje o País - e sua governante - perderam
totalmente a credibilidade. Clique AQUI para ler a reportagem na íntegra -DO ALUIZIOAMORIM
Contrato em Pasadena rendeu propina à campanha de Lula em 2006, diz Cerveró
Em proposta de delação premiada entregue a procuradores que atuam na Lava Jato, o ex-diretor Internacional da Petrobras Nestor Cerveró revelou: em troca de um contrato estimado em R$ 4 bilhões para modernizar a refinaria de Pasadena, no Texas, a construtora Odebrecht se dispôs a adiantar uma propina de R$ 4 milhões à campanha presidencial de Lula, em 2006. Cerveró se oferece para detalhar essa e muitas outras transgressões, informa a revista Época..
Cerveró cita três políticos como beneficiários de propinas: o petista Delcídio Amaral (MS), o petebista Fernando Collor e os peemedebistas Renan Calheiros (AL) e Jader Barbalho (PA). Menciona também reunião que teve com o vice-presidente Michel Temer para queixar-se de achaque que vinha recebendo de deputados do PMDB.
Preso há dez meses, Condenado pelo juiz Sérgio Moro a 17 anos de cadeia pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, Cerveró tenta celebrar um acordo de delação com a Procuradoria da República desde julho. Vão abaixo os termos de sua mais recente proposta de colaboração em troca de benefícios judiciais.
1. Modernização de Pasadena: Cerveró conta que o tema foi discutido às vésperas das eleições presidenciais de 2006, em almoço num restaurante fino, na Praia do Flamengo, no Rio. Presentes, três diretores da Petrobras —Cerveró, Paulo Roberto Costa e Renato Duque— e dois executivos da Odebrecht —Márcio Faria e Rogério Araújo. Foi à mesa um debate sobre contrato para a revitalização da refinaria texana de Pasadena, da qual a Petrobras tornara-se sócia meses antes. Negócio estimado R$ 4 bilhões. Em troca do contrato, disse Cerveró, os executivos da construtora se comprometeram a adiantar propina de R$ 4 milhões à campanha de Lula.
Ouvida, a Odebrecht declarou que de fato foi “consultada, formalmente e não em nenhum tipo de evento social, sobre a possibilidade de formar consórcio com outras construtoras brasileiras para disputar contrato para eventual modernização da refinaria de Pasadena.” Sustenta, porém, que as obras jamais foram realizadas. Acrescentou que “tal convite, por parte da Petrobras, não tem qualquer relação com doações eleitorais que a empresa faz.” Lula não se manifestou.
A revista informa que a Petrobras chegou a preparar uma carta de intenção de contratar a Odebrecht para a obra de Pasadena. Mas optou por celebrar outro contrato. Nele, a Odebrecht figura como responsável pelas reformas em refinarias da estatal no mundo todo, inclusive em Pasadena.
2. Butim de Pasadena: de acordo com Cerveró, a ruinosa compra da refirnaria de Pasadena rendeu R$ 15 milhões em propina. Ele envolve no esquema a area Internacional da Petrobras, que ele dirigia, outros funcionários da estatal e senadores como Delcídio Amaral, líder do governo no Senado; Renan Calheiros, presidente da Casa, e Jader Barbalho. Procurados, os senadores negaram ter recebido propinas.
3. Intermediação de Fernando Baiano: Cerveró afirmou na sua proposta de delação que o lobista Fernando Baiano foi o preposto da bancada do PMDB do Senado no rateio das propinas amealhada na Diretoria Internacional da Petrobras. Pelo menos US$ 2 milhões, disse ele, foram para Renan e Jader, em 2006. Baiano realizou os repasses por meio de um segundo lobista, cujo nome é mantido em sigilo para não prejudicar as investigações —o personagem também quer negociar uma delação.
4. Reunião com Temer: Cerveró anotou em sua proposta de delação que foi achacado por um grupo de 50 deputados do PMDB. Para mantê-lo no cargo de diretor Internacional da Petrobras, o grupo exigia um megamenslão de US$ 700 mil. Cerveró disse ter recorrido ao pecuarista José Carlos Bumlai. Pediu-lhe que intermediasse um encontro com o vice-presidente Michel Temer. Na versão de Cerveró, a reunião ocorreu no escritório de Temer, em São Paulo. Ouvido, Temer confirmou o encontro. Mas negou que tivesse feito qualquer movimento para manter Cerveró no cargo.
5. Fatia de Collor: da diretoria Internacional, Cerveró foi deslocado para a diretoria financeira da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras. Em 2009, Lula brindou Fernando Collor (PTB-AL) com três poltronas na BR. Numa delas, Collor manteve Cerveró. Que informa em sua proposta de delação ter ajudado a fechar negócio que rendeu propinas a Collor. Envolvendo uma rede de postos de combustíveis.
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
TIRANIA COMUNISTA DA VENEZUELA CONDENA LÍDER OPOSITOR LEOPOLDO LÓPEZ A MAIS DE 13 ANOS DE CADEIA. OS COMUNISTAS DA VENEZUELA FAZEM PARTE DO FORO DE SP DIRIGIDO PELO LULA COM APOIO DE EMPRESÁRIOS E BANQUEIROS BRASILEIROS.
Este
vídeo exclusivo veiculado pela CNN, mostra Leopoldo López mantendo uma
conversação através das grandes da prisão militar de Ramo Verde, com
Daniel Ceballos, ex-prefeito do município de San Cristóbal, que também
foi encarcerado em 2014 e esteve preso nessa mesma prisão. Há alguns
meses, Ceballos foi transferido para um presídio comum e logo após a
tirania chavista determinou cumprimento de pena em prisão domiciliar. No
vídeo da para ter uma ideia das condições em que está o líder
oposicionista Leopoldo Lopez, preso numa solitária há 14 meses e agora
vai cumprir 13 anos e nove meses de prisão nessa mesma penitenciária
militar. Na Venezuela as Forças Armadas aderiram ao comunismo
bolivariano e torturam prisioneiros políticos por ordem de Nicolás
Maduro, amigo íntimo do Lula, da Dilma et caterva do PT.
Leopoldo
López, um dos líderes da oposição venezuelana perseguidos pelo
chavismo, foi condenado nesta quinta-feira a 13 anos e 9 meses de
prisão. O político de 44 anos pegou a pena máxima para os crimes de
incitação à violência, formação de quadrilha, danos à propriedade e
incêndio. Todas as acusações estão relacionadas aos conflitos ocorridos
ao final de um protesto contra o governo de Nicolás Maduro
convocado por López e outros opositores em 12 de fevereiro de 2014,
quando manifestantes foram atacados por policiais e milícias ligadas ao
partido governista, o PSUV, de que resultaram três mortes.
Líder do Vontade Popular (VP), López está confinado desde fevereiro de 2014
na prisão militar de Ramo Verde, e é lá que cumprirá sua sentença.
Segundo sua família, ele passou a maior parte destes 19 meses em cela
solitária, em flagrante violação de direitos humanos, o que o levou a
entrar em greve de fome.
Além de López, os jovens Christian Holdack, Demian Martín e Ángel
González, réus no mesmo processo, foram sentenciados a dez anos, que
cumprirão em liberdade condicional. Há vários outros opositores presos
na Venezuela, alguns dos quais em regime domiciliar.
"Justiça podre" -
Vários líderes da oposição venezuelana reagiram à decisão da Justiça.
Luis Florido, dirigente nacional do VP, pediu "muita força" para todos
os seguidores de López diante desta "sentença injusta, ilegal e
inconstitucional". Henrique Capriles, candidato derrotado duas vezes nas
eleições presidenciais e governador do estado de Miranda, escreveu no
Twitter que "a Justiça venezuelana está podre". "Hoje, entendemos que o
caminho para a liberdade de Leopoldo, e de todos os outros, começa no
dia 6 de dezembro", disse, em alusão à data das eleições parlamentares.
A ex-deputada María Corina Machado, líder do movimento Vente Venezuela,
também não poupou críticas à decisão da Justiça ao assinalar na rede
social que "esse regime criminoso condenou um homem inocente sem uma
única prova".
Em
quanto o processo era apreciado pela juíza Susana Barreiros, do lado de
fora do tribunal em Caracas partidários de López, incluindo amigos e a
mulher, Lilian Tintori,
pediam a libertação do político - até que uma patrulha de defensores de
Maduro tumultuou a manifestação, mesmo com a presença da Guarda
Nacional Bolivariana. Um dos apoiadores do Vontade Popular teria sofrido
um ataque cardíaco. Do site da revista Veja
MEU COMENTÁRIO
A notícia da
condenação de Leopoldo Lopez é do site da revista Veja. Menos o vídeo
que foi descoberto por acaso pelo editor deste blog. A condenação de
Leopoldo Lopez é mais uma barbaridade da tirania comunista bolivariana
da Venezuela.
Deve-se acrescentar
que Lula gravou inúmeros vídeos não só de apoio ao finado caudilho Hugo
Chávez, mas também para Nicolás Maduro, sendo que o marqueteiro do PT, o
João Santana, espécie de ministro sem pasta da Dilma, fez o marketing
das campanhas de Chávez e Maduro.
Esta gente é que está
desgovernando o Brasil há mais de uma década. Me admira que gente como
Trabuco, do Bradesco; Setubal, do Itaú; a família Marinho, dona da Rede
Globo e mais a Confederação Nacional da Indústria (CNI) estejam apoiando
o PT, sem contar outros tubarões da indústria e das finanças, amigos e
apoiadores do governo do PT, do Lula, da Dilma e seus sequazes. Essa
camorra faz vistas grossas face a todos esses episódios de violência e
tortura levados a efeito pelo Foro de São Paulo que tem Lula como
presidente e fundador.Todos
esses empresários e banqueiros que abençoam Lula têm de ser execrados
em praça pública. Eles junto com o PT são os algozes dos povos
brasileiro, venezuelano, equatoriano, boliviano e argentino, países que
já padecem nas mãos de assassinos comunistas.
Acrescente-se aos
poderosos apoiadores desses asssassinos a maior parte dos jornalistas da
grande mídia nacional e seus donos. Todos eles fazem parte desse
banquete de abutres vermelhos.![]() | ||
| Clique AQUI para assinar a petição online pedindo o impeachment da Dilma | - | DO ALUIZIOAMORIM |
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