terça-feira, 8 de setembro de 2015

DILMA PIXULECA E SEUS SABUJOS LEVY E BARBOSA PREPARAM PACOTE DE AUMENTO GERAL DE IMPOSTOS POR DECRETO PARA TAPAR ROMBO DA ROUBALHEIRA DO PT

Diante da dificuldade de fechar as contas de 2016 sem a recriação da CPMF, a área econômica do governo já admite a possibilidade de recorrer à elevação das alíquotas de tributos que não precisam de aprovação do Congresso para tentar reduzir o rombo no Orçamento da União. Estão nessa lista a Cide, incidente sobre combustíveis; o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI); e o sobre Operações Financeiras (IOF).
Esses tributos dependem apenas da “caneta” do Executivo e são usados como instrumento regulatório de política econômica para enfrentar determinadas situações conjunturais da economia. Nenhum aumento precisaria de aprovação de deputados e senadores – basta um decreto presidencial para a entrada em vigor.
Há consenso no governo sobre a necessidade de elevação da carga tributária. Caberá à presidente Dilma Rousseff decidir sobre o tributo com menor efeito colateral na economia ou um “mix” de alta das alíquotas de todos eles.
Os estudos mais avançados no Ministério da Fazenda são o que envolvem a alta da Cide-Combustíveis, segundo fontes. Um aumento dos atuais R$ 0,22 por litro para algo em torno de R$ 0,60 representaria uma arrecadação extra para a União de cerca de R$ 12 bilhões. O aumento menor para R$ 0,40 é outra opção em estudo. A dificuldade para a Fazenda é calibrar a alíquota sem fazer um estrago gigantesco na inflação. Leia Mais DO ALUIZIOAMORIM

Pixuleko é empreendimento de dar inveja no PT

Comercializado a R$ 10 a unidade, Pixulekinho virou um sucesso de vendas
Com a tesouraria crivada de escândalos e o tesoureiro João Vaccari Neto trancafiado numa cadeia do Paraná, o PT deflagrou na internet a campanha ‘Seja Companheiro’, cujo lema é o seguinte: ‘O Brasil precisa do PT e o PT precisa de você. Faça sua doação’. A iniciativa testa a disposição da militância petista para garantir ao partido uma ‘autossustentação’ financeira que permita abrir mão das doações de empresas privadas. O sonho do PT está na bica de ser realizado pelo Movimento Brasil, um grupo antipetista que luta pelo impeachment de Dilma.
Depois de levar às ruas do país o Pixuleko, numa espécie de caravana da cidadania do gigantesco boneco inflável de Lula vestido de presidiário, o grupo lançou o Pixulekinho. Trata-se de uma miniatura do bonecão, feita com propósitos comerciais. Confeccionaram-se 600 peças. Foram rapidamente vendidas durante a parada militar de 7 de Setembro, em Brasília, ao preço de R$ 10 a unidade.
Outro sucesso de vendas do Movimento Brasil são as camisetas com imagens do Pixuleko e do principal algoz do petismo no escândalo da Petrobras, o juiz Sérgio Moro. São comercializadas pelo valor unitário de R$ 30. O dinheiro coletado banca as viagens dos manifestantes e a manutenção do Pixuleko. A coisa caminha tão bem que o grupo decidiu expandir os negócios.
No desfile desta segunda-feira, estreou em Brasília, ao lado do Pixuleko, a Pixuleka. Trata-se de uma enorme boneca de Dilma, com nariz de Pinóquio. Vem aí a pixulekinha e as camisetas com a cara da presidente inflável. Suprema ironia: o comércio da raiva contra as duas principais lideranças do ex-PT garante a autossustentação da causa pró-impeachment.
O sucesso dos souvenirs é a mais eloquente evidência de que um pedaço crescente das ruas já não se dispõe a engolir a imagem que Lula e Dilma fazem de si mesmos. Descanonizado, o criador é visto por parte dos brasileiros como um candidato ao xilindró. Desmistificada, a criatura é enxergada como uma reles mentirosa. O mais dramático é que os personagens caminham em direção ao abismo com as próprias pernas.
O PT ainda não divulgou um balanço da sua campanha de coleta de fundos, lançada há apenas oito dias. Se for um fiasco, o partido talvez devesse pensar em abrir uma lojinha com produtos anti-petistas. Os fins justificam os meios, ensina o velho adágio. Aplicada ao caso do próprio PT, a frase serviu para justificar qualquer coisa —das alianças com os capazes de tudo às nomeações de incapazes de tudo. Na fase atual, em que o partido se desobrigou de fazer sentido, é uma desculpa como qualquer outra.
DO JOSIASDESOUZA-UOL

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

SOLDADO DO EXÉRCITO GRITOU: "POLÍCIA BOLIVARIANA"! FOI APLAUDIDO PELO PÚBLICO E PRESO PELA POLÍCIA DA DILMA.

Algumas cenas do protesto anti-PT em Brasília neste 7 de Setembro que circulamm pelas redes sociais. Na primeira um soldado do Exército que gritou 'Polícia Bolivariana', foi aplaudido pelo público quando é preso durante as solenidades da Independência nesta segiunda-feira em Brasília.

Na segunda foto, centenas de mini-Pixulecos são agitados por manifestantes.

A terceira foto mostra parte do já denominado 'muro da vergonha', uma cerca de aço que a segurança da Dilma levantou em torno do local das solenidades parcialmente demolida pelos manifestantes. Houve um princípio de tumulto quando manifestantes investiram contra os painéis de aço que impediram o acesso popular à Festa da Independência.

A foto do soldado sendo preso pela polícia foi registrada pelo jornalista Ricardo Noblat, de O Globo, pelo Twitter, conforme o facsímile:
 
DO ALUIZIOAMORIM

Fábio Jr. “solta o verbo” contra o governo corrupto da dupla Lula-Dilma durante o ´Brazilian Day` em NY

Com Blog Rodrigo Constantino - Veja
Ventos de mudança. Quando a classe artística está em peso contra o governo, quando apoiar a esquerda no poder deixa de ser “cool” e passa a ser sinônimo de falta de patriotismo, quando os músicos começam a levantar o coro nos shows pedindo a cabeça dos governantes “do povo”, isso é sinal de que a ficha caiu mesmo, e que há um clima de reviravolta inevitável.
Dessa vez foi Fábio Jr. quem se mostrou irritado com a “quadrilha no poder” e, com a bandeira brasileira nas costas, lembrou de sua mensagem: ordem e progresso. Hoje, ao contrário, só temos desordem e roubalheira. O povo está cansado, de saco cheio. Nesse sete de setembro, não tem muro que possa blindar a presidente Dilma das vaias, dos panelaços, dos gritos de mudança. Fábio Jr. fez sua parte:
 
 Agora é a sua vez, caro leitor, de mostrar que ainda é possível ser patriota e defender o Brasil contra essa quadrilha que tomou de assalto nosso país, para destruí-lo por completo. PT é perda total. Mas não vamos permitir. Unidos, venceremos. DO JTOMAZ

Mais uma obra Odebrecht, UTC, Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez, Engevix e outras empreiteiras. Um muro de aço para isolar a Presidente dos brasileiros

A Esplanada dos Ministérios está totalmente cercada por um muro de chapas de aço para esconder Dilma da fúria do povo brasileiro, que não aguenta mais a roubalheira do PT
Por O EDITOR
Blog do Coronel

Isso é uma vergonha e não existe caso igual em lugar algum do mundo.
Amanhã é o Dia da Independência do país.
E Dilma Rousseff trata o povo brasileiro como se fosse uma colônia dominada por bandidos e corruptos.
Será notícia mundial.
Que vergonha, Congresso Nacional!
Que vergonha, Judiciário! 

DO R.DEMOCRATICA

domingo, 6 de setembro de 2015

COMO IMBECILIZAR UMA NAÇÃO (completo) - Padre Paulo Ricardo



Cunha e Dilma falaram sobre Lava Jato e STF


A convite de Dilma, Eduardo Cunha esteve no Palácio do Planalto há cinco dias. Depois da audiência, relatou trechos da conversa a aliados. Um desses trechos soou inusitado. De acordo com o deputado, a presidente da República “insinuou” que poderia ajudá-lo no Supremo Tribunal Federal.
Em privado, Cunha disse ter depreendido que Dilma lhe ofereceu ajuda para lidar com o processo que corre contra ele no STF. O deputado foi acusado por um dos delatores da Lava Jato, o consultor Júlio Camargo, de ter cobrado propina de US$ 5 milhões num contrato de fornecimento de navios-sonda à Petrobras. Cunha nega.
Convencido de que o delator diz verdade, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou Cunha ao Supremo por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O deputado aguarda por uma manifestação do tribunal. Se a denúncia do Ministério Público Federal for aceita pelos magistrados da Suprema Corte, Cunha passará de denunciado a réu.
Foi contra esse pano de fundo que Dilma puxou conversa sobre Lava Jato e STF. Considerando-se que cabe a Cunha, como presidente da Câmara, decidir se os pedidos de impeachment contra sua interlocutora devem ser engavetados ou submetidos à deliberação do plenário, ficou boiando na atmosfera a incômoda impressão de que Dilma pode ter sugerido a Cunha uma barganha.
Pior: tomando-se como verdadeiro o relato feito por Cunha em privado, Dilma dá a entender que dispõe de poderes para interferir nas decisões do STF, cujo plenário é integrado por onze ministros. De duas, uma: ou Cunha entendeu mal o que ouviu ou Dilma, sitiada pelas crises econômica e política, entrou em fase de desespero.
Nem Cunha parece ter dado crédito às palavras da presidente. Segundo disse aos seus confidentes, o deputado avalia que Dilma tenta toureá-lo por um ano e meio, até o término do seu mandato como presidente da Câmara. Resta saber se o STF demorará tanto tempo para deliberar sobre a denúncia da Procuradoria.
Neste sábado (6), veio à luz uma notícia que serve de alento aos que esperam dos magistrados do STF que retribuam com decisões independentes os salários que recebem do contribuinte.
Indicado para o Supremo por Dilma, o ministro Teori Zavascki, relator dos processos da Lava Jato, determinou a abertura de investigação criminal contra três personagens: o senador tucano Aloisio Nunes Ferreira e os ministros petistas Aloizio Mercadante (Casa Civil) e Edinho Silva (Comunicação Social).
Os três foram apontados pelo delator Ricardo Pessoa, dono da construtora UTC, como destinatários de verbas desviadas da Petrobras. No caso de Edinho, o repasse foi à caixa registradora da campanha presidencial de Dilma, no ano passado. Coisa de R$ 7,5 milhões. Todos alegam que o dinheiro recebido da UTC foi contabilizado junto à Justiça Eleitoral.
Mercadante é, hoje, o ministro mais próximo a Dilma. Edinho foi tesoureiro da campanha da presidente à reeleição. Cabe a pergunta: se não consegue deter nem a abertura de inquéritos contra dois ministros palacianos, como a inquilina do Planalto pretenderia afastar Eduardo Cunha do banco dos reus?
. DO JOSIASDESOUZA-UOL

sábado, 5 de setembro de 2015

A propina atômica do PMDB em Angra 3

A Procuradoria-Geral da República obtém evidências de que os senadores Renan Calheiros, Edison Lobão e Romero Jucá receberam propina de empreiteiras pelo contrato da usina nuclear

DIEGO ESCOSTEGUY
ÉPOCA
Às vésperas das eleições do ano passado, já com a Lava Jato fazendo a República tremer, o empreiteiro Ricardo Pessôa, dono da UTC, encontrou-se com o presidente da Eletronuclear, almirante Othon Pinheiro. O almirante era o responsável pela retomada da construção da usina nuclear de Angra 3, parada desde a década de 1980. Naquele momento, após anos de negociações, os contratos, que somavam R$ 3,1 bilhões, estavam prestes a ser assinados com o consórcio de empreiteiras liderado por Pessôa. O almirante Othon, que fora indicado ao cargo pelos senadores do PMDB, foi direto: “Vocês estão muito bem qualificados, vão ganhar, então vocês vão precisar contribuir para o PMDB”. Estava verbalizada, mais uma vez na longa história da corrupção política do Brasil, a chamada regra do jogo – o uso criminoso da máquina pública para enriquecer políticos e empresários, mantendo ambas as partes no comando do Estado.
Capa edição 900 - A propina atômica do PMDB (Foto: Divulgação/ÉPOCA)
Até agora, sabia-se que Pessôa, que se tornou um dos principais delatores da Lava Jato, acusara Lobão de participar do esquema nas obras de Angra 3. Houve menções vagas, também, a negociações entre o cartel do petrolão, com Pessôa à frente, e chefes do PMDB. Muito do que já se conhece da delação de Pessôa, porém, restringe-se às propinas para as campanhas presidenciais do PT em 2006 (Lula), 2010 (Dilma) e 2014 (Dilma novamente), cuja investigação foi pedida sigilosamente pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao ministro relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki. Quase nada se sabe sobre os bastidores – e as provas – da negociação e dos pagamentos de propina das empreiteiras do consórcio de Angra 3 aos senadores do PMDB. Segundo as investigações, se cartel havia entre as empreiteiras, cartel havia também entre os senadores do PMDB. E esse cartel do Senado é o próximo alvo de Janot e sua equipe – uma caça que se desenrolará nas semanas que virão, ameaçando ainda mais a frágil estabilidade política que ainda resta no Congresso, especialmente após a dura denúncia contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, também do PMDB.
>> Expresso: Janot encaminha ao STF pedidos para investigar propina em campanhas do PT
ÉPOCA obteve acesso ao material de caça de Janot. Trata-se de um conjunto de documentos das investigações da Procuradoria-Geral da República (PGR), da Polícia Federal e da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba sobre a participação dos senadores do PMDB no esquema de Angra 3 – a maioria deles, inéditos. A reportagem também entrevistou investigadores, parlamentares e operadores do PMDB. Dessa apuração, emergem os detalhes desconhecidos do caso que, até o momento, destaca com mais força o envolvimento da trinca do PMDB do Senado – o presidente da Casa, Renan Calheiros, Romero Jucá e Lobão – na Lava Jato. Eles já são investigados no Supremo por suspeita de participação no petrolão. Renan, por exemplo, será denunciado em breve num desses processos. No eletrolão, que mimetizava a roubalheira da Petrobras na Eletronuclear e na Eletrobras, descobre-se não somente que os três chefes do PMDB no Senado são acusados de receber propina – descobre-­se que eles negociaram o pedágio pessoalmente, sem intermediários, como homens de negócio.
Nas próximas semanas, Janot pedirá a Teori autorização para investigar Renan e Jucá no caso de Angra 3 – Lobão já é investigado. Entre os investigadores, as últimas semanas foram tensas. Muitos queriam denunciar a turma do PMDB do Senado antes da sabatina de Janot na Casa. Também pressionavam para que o procurador-geral pedisse logo, formalmente, a investigação contra Renan e Jucá no caso Angra 3. No final de julho, os delegados da PF que atuam na Lava Jato, em Brasília, cobraram Janot e sua equipe, por escrito: por que não investigar Renan e Jucá no caso Angra 3? Janot optou pela estratégia de aguardar a recondução para, em seguida, partir para o ataque à turma do Senado. Ele foi reconduzido há duas semanas, com tranquilidade. Agora, sua equipe acelera os trabalhos para preparar os torpedos contra o PMDB do Senado.
O questionamento dos delegados sobre Renan e Jucá também foi enviado ao ministro Teori. Eles tinham razão em reclamar. As provas do caso apontam igualmente para os três senadores do PMDB. Há quatro delações premiadas, fechadas ou em andamento, algumas conhecidas e outras sigilosas, que fornecem as principais provas do que ÉPOCA narra nesta reportagem. A principal é a do empreiteiro Ricardo Pessôa, que tratava diretamente com os senadores e o almirante Othon. Há, também, as delações de dois executivos da Camargo Corrêa: Dalton Avancini e Luiz Carlos Martins. Martins era o homem da Camargo no projeto Angra 3. Está falando aos procuradores em Brasília. Há, por fim, a delação de Walmir Pinheiro, diretor financeiro da UTC, o encarregado de entregar a propina aos senadores do PMDB – e a muitos outros políticos. Teori, até agora, ainda não homologou a delação de Walmir Pinheiro. Em sigilo inquebrantável estão, por enquanto, as provas de que políticos com foro recebiam propinas em contas secretas em paraísos fiscais. Neste caso, também, há mais delações premiadas.


Renan Calheiros  (Foto: Igor Pereira / Editora Globo e Sérgio Lima/Folhapress)

Romero Juca  (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)


Edison Lobão  (Foto: Givaldo Barbosa/Agência O Globo)


Outro lado
Os senadores do PMDB negam, veementemente, qualquer participação no eletrolão. Lobão disse, por meio de seu advogado: “A hipótese é completamente uma fantasia e o delator não tem nenhum compromisso com a verdade. Pura ficção mental”. Renan admitiu ter se encontrado com Pessôa – mas apenas isso. “O senador informa que esteve com o empresário mencionado. A doação obtida em nome do Diretório foi dentro do que prevê e permite a lei. O Senador agrega que jamais solicitou doações que fossem consequência de quaisquer impropriedades e que não se sente devedor de nenhum doador. O Senador também não conhece nenhum diretor da empresa responsável pela obra citada”, disse, em nota.
O senador Romero Jucá também negou tudo. “Não tenho conhecimento da delação e estou à disposição para prestar qualquer esclarecimento que o Ministério Público pedir. Não participei de nenhuma irregularidade em contratos com qualquer estatal”, disse, por meio da assessoria. Rodrigo Jucá não quis se pronunciar. O Consórcio Angramon, composto das empreiteiras que venceram os contratos de R$ 3,1 bilhões, negou qualquer irregularidade: “O Consórcio Angramon nunca efetuou nenhum pagamento de propina. Não podemos responder pelo que supostamente teria sido feito individualmente por qualquer pessoa ou empresa, mas podemos afirmar que todo ato relativo ao consórcio foi e está sendo executado dentro da legislação”. A UTC diz que não comenta casos sob investigação. Sibá Machado não retornou as ligações de ÉPOCA.
Na quinta-feira, o juiz Sergio Moro aceitou denúncia do MPF contra o almirante Othon e dirigentes das empreiteiras do cartel. Em sua decisão, Moro disse: “O caso é um desdobramento dos crimes de cartel, ajuste de licitação e propinas no âmbito da Petrobras, sendo identificadas provas, em cognição sumária, de que as mesmas empresas, com similar modus operandi, estariam agindo em outros contratos com a Administração Pública, aqui especificamente na Eletrobras Termonuclear S/A – Eletronuclear”. A regra do jogo está sob perigo.
05/09/2015

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Real vira pixuleco, Levy balança mais que Dilma e cenário é de inflação estrutural na recessão técnica

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

A falha estrutural do falido modelo Capimunista tupiniquim tende a agravar os efeitos destruidores da maior e mais grave crise econômica, política e moral nunca antes vista na História do Brasil. A desgastada Presidenta Dilma Rousseff, na corda-bamba, finge que manda e ninguém a obedece. Seu chefão Lula da Silva, acuado pelo efeito pixuleco da Lava Jato, só pensa na sobrevivência da própria pele de lobo na fantasia rasgada de cordeiro. Lula, Dilma a petelândia e seus comparsas seviciaram, torturaram e assassinaram o Plano Real, com a conivência covarde de uma falsa oposição. A hiperinflação já bate à nossa porta em plena Recessão Técnica...
O "Condomínio" Brasil quebrou. A classe política e o empresariado que a sustenta continuam agindo com criminosa irresponsabilidade e conivência com o esquema de poder apodrecido no Executivo, no Legislativo e, mais grave ainda, no Judiciário. Insatisfeito e cansado de pagar as contas, o povo vai exigir mudanças na marra. O cenário previsível e inevitável é de agravamento de um conflito social e de um impasse institucional que só serão pacificados e resolvidos se houver uma Intervenção Constitucional pelo Poder Instituinte. A solução - prevista nos Artigos 1o e 142 da Constituição Federal - só depende de quem irá executá-la.
O tsunami que está vindo é pavoroso, sem tamanho mensurável. As baratinhas tontas de Bruzundanga, com burra visão rentista, serão engolidas. O Brasil oligopolizado, refém da fúria imediatista de lucro dos bancos e afins, está pronto para produzir a maior inflação estrutural da História, combinada com extinção de postos de trabalho, ineficiência produtiva da indústria, completa loucura e desalinhamento dos preços relativos de produtos e serviços em relação ao resto do mundo. Tudo isso sob governança do crime sistemicamente institucionalizado. O gravíssimo de tudo é que os poderosos não querem ou preferem não enxergar este caos cobrindo um abismo com fim desconhecido.
O Estado Capimunista, Hobin Hood às avessas - que rouba dos pobres para sustentar a ostentação os que ficam mais ricos cada dia que passa - é o patrocinador do caos. A Nova República, iniciada em 1985, cavou uma sepultura que não tem fundo. O desgoverno gastador cometeu vários pecados nada originais. Aumentou todos os seus preços. Tornou ainda maior a já pesada carga tributária com quase 100 impostos, tributos, contribuições e instruções normativas da Receita Federal. Subiu os juros, fazendo a bilionária dívida pública explodir. Na faixa de R$ 360 bilhões, ela custa R$ 1 bilhão por dia para o cidadão brasileiro - sócio compulsório do desastre anunciado.
Só quem é idiota ou canalha (sobretudo no iludido mercado financeiro) não percebe que o inferno é aqui. Existe risco concreto e objetivo de um calote da dívida pública. Embora não exista clima para confiscos (como na Era Collor de Mello, após a hiperinflação deixada pelo Sarney), a equipe econômica (não se sabe se da Dilma, do Bradesco ou de ambos) já promoveu uma desmoralizante maxidesvalorização do Real - que cada dia vale um "pixuleco" nas relações de troca. Poucos compram muito caro, quase ninguém vende barato, e o imaginário popular começa a perder a referência do custo das coisas.
Eis o caminho escancarado para uma hiperinflação que é esperada, de forma absolutamente irresponsável, por um mercado de capitais que não sabe o que fazer - a não ser ganhar dinheiro na base do rentismo fácil, quase sempre improdutivo e meramente financeiro, especulativo, em conluio com o aumento dos juros que financiam a gastança sem fim do desgoverno. Só um imbecil ou um FDP profissional não percebe que a inflação é estrutural e saiu do controle, promovida por nosso modelo Capimunista de Estado. Como de costume, o Estado só aperta o cidadão. Mas não cumpre sua responsabilidade.  
De forma leviana (sem trocadilho infame), deixaram o dólar subir e ninguém fez nada... Assim, está vigorando uma perigosa inércia inflacionária, gerada por falhas estruturais, que vem para ficar... A crise conceitual é assustadora. Na defensiva, "empresários" (com visão rentista ou reféns do rentismo) já fazem dois movimentos suicidas: reajustam preços alucinadamente e promovem demissões ou extinções de postos de trabalho, enquanto reclamam dos altos impostos - cujo pagamento sonegam escancaradamente, sob os olhares da corrupção sistêmica na área do fisco.
Assessorados por falsos consultores, que estudaram erradamente os fundamentos econômicos verdadeiros, eles não sabem o que fazem... O horror é que nós, que dependemos de trabalhar para viver, pagamos a conta final da improdutividade, da especulação rentista e da roubalheira institucionalizada. Neste caos que está formado, sindicatos vão começar a gritar como nunca antes na História. E o pior é que fazer greve, na atual conjuntura, com essa inflação estrutural, será o atalho para o suicídio coletivo. A pressão sindical será exercida na base das "delações premiadas". Empresários sonegadores que se cuidem...
O Real pixulecado se transformou, simbolicamente, em um Celso Daniel - uma espécie de cadáver politicamente insepulto. Só tem uma diferença na comparação: quem matou o ex-prefeito petista de Santo André, as investigações preferiam não saber ou tornar público... Mas quem barbarizou com o Real é reconhecido facilmente na rua. O boneco presidiário 13-171 merece penalização cívica por tudo que produziu de ruim em dois mandatos, mas só agora vem à tona em forma de esgotamento (literal).       
Não adianta o desgoverno vir à público negar a saída de Joaquim Levy - que ontem ainda fez gracinha com o grave assunto, em entrevistas que nem concedeu à mídia amestrada e abestada. O "fica Levy" ficou ainda mais ridículo e desmoralizado depois de uma reunião fechada de Dilma com a cúpula dirigente do Bradesco. Política e tecnicamente, Levy já foi traído, vendido e saído do Ministério da Fazenda. Perdeu a queda de braço com o Ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na hora de definir o tal "ajuste fiscal". Levou bolas nas costas de Aloísio Mercadante que tentou reinventar a CPMF - que Levy não queria e que acabou morrendo no nascedouro. O desespero é tanto que já se fala na ameaça constante do "Imposto sobre grandes fortunas" - para terror dos rentistas...
Resumindo esta ópera bufa: Dilma Rousseff é um reflexo do fim tragicômico, na Era do Pixuleco. Refém de Lula e seu gênio econômico Guido Mantega, cometeu todas as bobagens no primeiro mandato. Tomou posse outro dia, no segundo, que acabou sem sequer começar. A Presidenta Porcina continua exagerando na dose de burrice, incompetência e irresponsabilidade. Em sua dislexia crônica, Dilma não diz e nem faz coisa com coisa. Ela não consegue exprimir um pensamento com clareza porque é uma mente tortuosa. Dilma é uma figura caricata, perdida no tempo e no espaço, incapaz de exercer o poder. Perdeu a credibilidade para governar.
O pior é que a estrutura política vigente não sabe o que fazer com ela. A falsa "oposição" recuou, bruscamente, da ideia inicial de promover um impeachment dela. Tirar Dilma e deixar Michel Temer no lugar dela também não é uma saída confiável. Ainda mais depois que ele veio ontem com a indefensável tese de "aumentar ainda mais os impostos, temporariamente, para resolver esta crise momentânea"... Temer sabe que não é e muita gente, como ele, tem muito a temer (sem trocadilho infame)...
Todos sabem que o PT podre, que chegou ao poder, acabou com o Brasil. O abraço dos políticos com os bandidos e com os imbecis econômicos afunda o PTitanic. Agora, cinicamente, até o PT tenta fugir do barco. O presidente Rui Falcão, o Chapolim Colorado de Monte Aprazível, convocou todos os movimentos sociais para uma reunião em Belo Horizonte. O partido quer "criticar e fazer ações de massa contra todas as ações da política econômica e do ajuste fiscal que retire o direito dos trabalhadores e  impeça o desenvolvimento com distribuição de renda". O ridículo PT faz oposição real a si mesmo... É de chorar de rir...     
O cenário é patético. Estados e Municípios, seguindo o mau exemplo do desgoverno federal, estupraram a Lei de Responsabilidade Fiscal. Como gastaram mais que arrecadaram, quando o bolso do pagador de impostos entra em crise, os cofres públicos entram na bancarrota. Assim, o Brasil segue sem rumo e sem projeto. Consultores de rentistas falam e fazem bobagem à vontade. A desvalorização suicida do Real (40% é maxidesvalorização, não tem outro nome) gera um efeito barata-tonta no mercado.
A verdade precisa ser dita com todas as letras de câmbio. A omissão política ou irresponsabilidade leviana dos rentistas nos levou a este abismo. Eles sustentaram a petelândia e lucraram muito nos tempos fáceis de Lula, quando a maré mundial remou a favor do PTitanic. Agora que a zona de conforto desaparece, o desgoverno lhes tira o chão, e o barco afunda, eles tentam se mexer e correm atrás das bóias de salvação, reclamando pelos cantos dos clubinhos de milionários. Seguem conceitos e paradigmas errados. Rentismo é uma praga, uma doença incurável de quem pensa que dá para viver sempre ganhando sem produzir.
Pode ser tarde demais, para quem se comporta como poodle correndo atrás do próprio rabinho... A hiperinflação é um pittbull louco que vem para engolir todo mundo. O cenário de convulsão está se agravando e se tornando cada dia mais perigoso. As consequências são imprevisíveis. Fugir para Miami e adjacências pode não resolver o problema... É melhor se preparar para os efeitos do impasse institucional que vai redundar em ruptura social, obrigando que ocorra uma Intervenção Constitucional para colocar ordem no Brasil... O processo é inevitável... 
E vai faltar Lava jato para limpar tanta sujeira...  
Safadeza Sistêmica

PT TEM CONTAS DESAPROVADAS

Justiça Eleitoral desaprova contas e multa PT em R$ 632 mil
Tribunal de SP decide que partido aplicou irregularmente dinheiro do Fundo Partidário e recebeu verba de origem não comprovada em 2010
Portal da Veja - 04/09/2015 às 09:11 - Atualizado em 04/09/2015 às 09:12
O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) desaprovou, por unanimidade, na sessão de quinta-feira, a prestação de contas do Diretório Estadual do PT referentes ao exercício financeiro de 2010. A corte condenou, por maioria de votos (quatro a três), o PT à suspensão da cota do Fundo Partidário por seis meses. O partido ainda terá que devolver R$ 632.626,69 aos cofres públicos.
O relator do processo, juiz Silmar Fernandes, destacou que as contas apresentaram "várias irregularidades, tais como aplicação irregular do Fundo Partidário, impossibilidade de identificação da origem dos recursos advindos de contribuição de filiados e destinação irregular de verba não devida e não contabilizada".
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O TRE-SP determinou a devolução de 343.355,16 reais ao Tesouro, "em vista do recebimento de recursos de origem não identificada", e 289.271,53 reais relativos à aplicação irregular do Fundo Partidário. A decisão do TRE seguiu entendimento da Procuradoria Regional Eleitoral em São Paulo.
Entre os problemas identificados pela Secretaria de Controle Interno (SCI) do tribunal "estão a não comprovação de várias despesas realizadas naquele ano, bem como a não comprovação da fonte de receitas de campanha referentes ao pleito de 2010".
A desaprovação das contas piora a situação financeira do PT paulista. O partido deve atualmente cerca de 50 milhões de reais, dos quais 35 milhões de reais são correspondentes a dívidas da fracassada campanha do ex-ministro Alexandre Padilha (Saúde) ao governo estadual nas eleições do ano passado - em 2010, o candidato era o ministro Aloizio Mercadante (Casa Civil). O Diretório Nacional do partido proibiu todas as instâncias da legenda de receberem doações de empresas. Desde o final do ano passado a direção do PT em São Paulo renegocia dívidas e tenta prolongar prazos de pagamentos com fornecedores.
O presidente do diretório de São Paulo, Emídio de Souza, disse que o partido vai recorrer da decisão. "Tomamos conhecimento agora há pouco, mas vamos recorrer. A decisão se deu por razões puramente formais", afirmou o petista.
(Com Estadão Conteúdo) DO ESTÊNIO

Roubalheira petralha: Casal 20 Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo cada vez mais afundados na lama do petrolão



Momentos de muita ansiedade e de alta tensão vive o casal petista Gleisi Helena Hoffmann e Paulo Bernardo da Silva, alvo da Operação Lava-Jato. Esse calvário surgiu na esteira de nova rodada de delações premiadas, as quais podem comprometer sobremaneira Gleisi e Bernardo, além de outras lideranças do lulopetismo. Na lista dos que já fecharam o acordo de colaboração ou negociam com a força-tarefa da Lava-Jato estão os ex-deputados federais Pedro Corrêa (PP), André Vargas (ex-PT) e Luiz Argôlo (SD), além do ex-vereador petista Alexandre Romano, todos presos em Curitiba.
A delação de Alexandre Romano, acusado de operar esquema de pagamento de propina no Ministério do Planejamento que desviou R$ 40 milhões desde 2010, deve trazer detalhes da participação de Gleisi e Paulo Bernardo. A petista já é alvo de inquérito no STF e outras três linhas de investigação no escopo da Lava-Jato.
No fim de agosto, Romano contratou o criminalista Antônio Figueiredo Basto, que conduz diversas colaborações, como a do doleiro Alberto Youssef, para negociar com os procuradores da República que participam das investigações sobre o Petrolão, o maior esquema de corrupção da história. De tal modo, os depoimentos abrem caminho para as delações de Argôlo e Vargas.
Já Vargas, que até o ano passado era tido como o homem forte da campanha da senadora Gleisi ao governo do Paraná, também pode comprometer ex-colegas de partido em seu depoimento. No caso dele, pesam acusações de desvios da Caixa Econômica Federal e do Ministério da Saúde, que ocorriam por meio de uma agência de publicidade e um laboratório.
O único alívio para Gleisi nos últimos tempos veio da família. O publicitário Ricardo Hoffmann, primo distante da senadora Gleisi Hoffmann (PT), que teve negado seu acordo de delação premiada, manteve-se calado, na quarta-feira (2), durante depoimento na CPI da Petrobras, em Curitiba. Ricardo Hoffmann é também ligado ao ex-deputado André Vargas (ex-PT). O lobista Fernando Moura, ligado ao PT, também se recusou a responder perguntas formuladas pelos parlamentares que integram a CPI.
Hoffmann e Moura foram chamados à comissão para prestar esclarecimentos na condição de acusados, mas permaneceram em silêncio diante de questionamentos sobre o relacionamento deles com o ex-ministro José Dirceu, o doleiro Alberto Youssef, o ex-ministro Paulo Bernardo (Comunicações), Renato Duque (ex-diretor da Petrobras) e com a senadora petista Gleisi Hoffmann.
O publicitário, ex-dirigente da agência de publicidade Borghi/Lowe, é réu na Lava-Jato por ter oferecido propina ao ex-deputado André Vargas para que o parlamentar privilegiasse a empresa em contratos de publicidade com Caixa Econômica Federal e o Ministério da Saúde.
No esquema, a acusação diz que Hoffmann orientou as empresas subcontratadas pela Borghi/Lowe para depositar comissões típicas do mercado de publicidade, conhecidas como bônus de volume, em duas empresas de fachada de André Vargas, a LSI Solução em Serviços Empresariais e a Limiar Consultoria e Assessoria. Na prática, em vez de pagar o bônus à agência principal, prática comum no mercado da publicidade, as produtoras subcontratadas pela Borghi/Lowe para gravar filmes publicitários e spots de rádio para órgãos públicos — e que de fato prestavam serviços — pagaram para as duas empresas de Vargas e seu irmão.
Ao todo, a propina recebida pelo ex-deputado André Vargas por meio de Hoffmann chegou a R$ 1,1 milhão, entre 2010 e 2014. Para o juiz federal Sergio Fernando Moro, que recebeu a denúncia contra Vargas e Ricardo Hoffmann, “há declarações das empresas depositantes de que a LSI e a Limiar não prestaram qualquer serviço e que os depósitos foram feitos por solicitação da Borghi/Lowe”.
Em depoimentos prestados ao juiz, Mônica Cunha, funcionária da agência de publicidade, afirmou que os depósitos nas contas da LSI e da Limiar foram feitos a pedido do chefe, no caso Ricardo Hoffman. Em sua defesa, o publicitário admitiu os pagamentos, mas afirmou que seriam como contrapartida a Vargas pela prospecção de clientes privados, embora ele nunca tivesse de fato conseguido qualquer um.
Segundo depoente do dia, o lobista Fernando Moura também optou por ficar em silêncio na CPI da Petrobras. Ele apenas negou ser filiado a partidos políticos, embora já tenha integrado os quadros do MDB, ou ter feito indicações políticas para órgãos da administração pública. Recusou, no entanto, a responder sobre sua relação com o lobista Milton Pascowitch, com o ex-diretor da Petrobras Renato Duque e com o ex-ministro José Dirceu ou explicar qual percentual recebia de propina no esquema do Petrolão.
Preso preventivamente no embalo da Operação Pixuleco, uma das fases da Operação Lava-Jato, Moura é apontado pelo Ministério Público Federal como a pessoa que representava o ex-ministro José Dirceu na Petrobras, operava propina na estatal e que teria indicado Renato Duque para a diretoria de Serviços da estatal.
Em acordo de delação premiada, o lobista Milton Pascowitch, um dos principais delatores contra José Dirceu, disse que Fernando Moura recebeu R$ 5,3 milhões em propina, distribuídos em contas em nomes dos filhos, do irmão e de um sobrinho. Também segundo Pascowitch, parte dos R$ 500 mil mensais pagos pela empresa Hope à JD Consultoria, de Dirceu, acabava nas mãos de Moura. DO ABOBADO

OPOSIÇÃO MULTIPARTIDÁRIA LANÇA MOVIMENTO PRÓ-IMPEACHMENT DA DILMA NA CÂMARA

Partidos da oposição e até integrantes da base aliada decidiram lançar na próxima semana um movimento na Câmara dos Deputados pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff. O grupo contará com deputados do PSDB, DEM, PPS, Solidariedade, PSC e até PMDB, que faz parte da base de sustentação do governo.
O plano inicial era montar uma frente parlamentar. No entanto, como a formação de frentes exige assinaturas, os parlamentares preferiram criar um movimento, para preservar quem não quer se expor e para evitar cooptação de membros por parte do governo. A ideia amadureceu em encontro realizado na semana passada na casa do deputado Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) e o martelo foi batido nesta quinta-feira, 3. Um integrante do PSDB disse que o movimento terá site e produzirá material gráfico. A intenção é criar um canal de diálogo mais amplo com os movimentos de rua que defendem a saída da presidente Dilma.
Os integrantes do movimento ainda não decidiram qual será o embasamento jurídico que utilizarão, mas há conversas com o jurista Hélio Bicudo, um dos fundadores do PT, que apresentou pedido de impeachment à Câmara nesta semana. Na peça apresentada, Bicudo cita as "pedaladas fiscais", a Operação Lava Jato e a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, pela Petrobras para afirmar que Dilma cometeu crime de responsabilidade. O jurista também lembra que o vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes, solicitou à Procuradoria-Geral da República apuração sobre eventuais crimes eleitorais. Do site de Veja                           DO ALUIZIOAMORIM