quinta-feira, 11 de junho de 2015

EVASÃO DE DIVISAS: PF ESTOURA CONEXÃO VENEZUELA-BRASIL-HONG KONG. EX-VICE-PRESIDENTE DO BANCO DO BRASIL ESTÁ PRESO.

Polícia Federal apreendeu R$ 1 milhão em espécie (reais e euros), lingotes de ouro e um diamante.
A Polícia Federal informou nesta quinta-feira, 11, que pertence à estatal petrolífera venezuelana, a PDVSA (Petróleos de Venezuela), uma das contas operadas pela organização criminosa alvo da Operação Porto Victória para evasão de divisas daquele País. As transações eram realizadas por meio de operações de comércio exterior fictícias fechadas em São Paulo.
A PF identificou titulares de contas em Caracas, entre eles empresários, interessados na fuga de capitais do País vizinho. Uma das contas usadas é da PDVSA. “A Venezuela vive uma grave crise econômica e estão aproveitando para tirar recursos de lá”, informou o delegado Alberto Ferreira Neto, que integra a Delegacia de Repressão a Ilícitos Financeiros e Desvios de Recursos Públicos, braço da PF em São Paulo.
Por meio da conta da PDVSA transitavam valores que, na ponta da transação, iam parar no sistema financeiro de Hong Kong. Um paraíso turístico daquele País asiático chama-se Porto Victória e deu nome à operação desencadeada nesta quinta-feira, 11, pela PF.
Os agentes e delegados mobilizados – efetivo de 130 policiais – cumpriram 11 mandados de prisão, um deles do ex-vice-presidente do Banco do Brasil, Allan Simões Toledo, hoje diretor do Banco Banif. A Porto Victória apreendeu R$ 1 milhão em espécie – reais e euros – além de lingotes de ouro e um diamante.
A PF informou que a próxima etapa da missão vai mirar em clientes de doleiros que realizavam exportações fictícias para de maquinário industrial para a Venezuela. Os contratos de câmbio e de comércio exterior eram fraudados por meio de expedientes no Banif, com a participação de Allan Toledo, segundo a Porto Victória.
Segundo a PF, o esquema se baseou na especialização da retirada ilegal de divisas da Venezuela por meio de importações fictícias promovidas por empresas brasileiras que tinham como fim somente a movimentação financeira. Os produtos brasileiros eram superfaturados em até 5000% para justificar a remessa dos valores vindos da Venezuela. Em geral, a documentação indicava exportação de máquinas moedoras de carne e processamento de camarão.
Em seguida, empréstimos e importações simuladas justificavam o envio dos recursos para Hong Kong, de onde então era encaminhados para outras contas ao redor do mundo. Do blog do Fausto Macedo/Estadão
DO ALUIZIOAMORIM

Dilma precisou de apenas 15 dias e duas entrevistas para transformar em quinteto o quarteto de ladrões da Petrobras e mandar para o espaço 60 mil funcionários da estatal



Dilma durante entrevista concedida à TV France 24 (Foto: Roberto Stuckert Filho)
Dilma durante a entrevista concedida à TV France 24 (Foto: Roberto Stuckert Filho)
Na assombrosa entrevista ao jornal mexicano La Jornada, publicada em 24 de maio no Portal do Planalto, Dilma Rousseff insultou o Brasil que pensa com outra versão forjada para provar que não existem diferenças notáveis entre o maior esquema corrupto descoberto desde o Dia da Criação e um arrastão na praia de Copacabana. Para demonstrar que o noticiário sobre o Petrolão confirma que a imprensa faz muito barulho por nada, o neurônio solitário caprichou na vigarice aritmética.
“A Petrobrás tem 90 mil funcionários, quatro funcionários foram e estão sendo acusados de corrupção”, recitou. Tradução: em vez de destacar a cupidez de alguns gatos pingados, jornais, revistas, emissoras de rádio e canais de TV deveriam festejar com pompas e fitas os 89.996 funcionários que não atropelaram o Código Penal. A única faxineira do planeta que não consegue viver sem sujeira por perto sempre se supera quando instada a discorrer sobre o que chama de “malfeitos”.
E não há perigo de melhorar, avisa a reprise da tapeação inaugurada na conversa com o crédulo mexicano. Reapresentada neste 8 de junho, durante a entrevista à TV France 24, a tese ressurgiu com estranhas oscilações numéricas. “O escândalo da Petrobras não é escândalo da Petrobras, é escândalo de um determinado funcionário que era diretor na Petrobras”, ensinou Dilma na abertura do numerito. Em apenas quinze dias, os quatro larápios da declaração ao La Jornada foram reduzidos a um.  Paulo Roberto Costa, provavelmente.
No minuto seguinte, numa frase só, Dilma acabou com a solidão de Paulinho do Lula e reduziu dramaticamente o quadro funcional da estatal saqueada. “É muito importante entender que a Petrobras tem mais de 30 mil empregados e tem cinco envolvidos”, advertiu a doutora em nada. Portanto, os quatro que viraram um agora são cinco. E dos 90 mil funcionários de 24 de maio sobraram 30 mil. Nada menos que 60 mil desapareceram  sem explicações. É muita gente ─ mesmo para quem é capaz de transferir para a classe média multidões de miseráveis que continuam esmolando nas esquinas do Brasil.
Como fez com os leitores mexicanos, Dilma sonegou também aos telespectadores franceses a identidade dos responsáveis pela roubalheira colossal. Jornalistas deduziram que o quarteto de 24 de maio era composto por Pedro Barusco, ex-gerente, e três diretores nomeados por Lula e mantidos no cargo pela afilhada: Paulo Roberto Costa, Nestor Cerveró e Renato Duque. Mas segue à espera de identificação o malfeitor que transformou o grupo em quinteto e Dilma manteve no anonimato. Talvez estivesse pensando em José Sérgio Gabrielli?.
Alguns otimistas incuráveis acham que os quatro viraram cinco graças à incorporação de Lula ao elenco da Lava-Jato. É uma hipótese altamente improvável. O ex-presidente não foi funcionário da Petrobras. Por enquanto, só estão na mira da Polícia Federal algumas doações suspeitíssimas da Camargo Corrêa ao Instituto Lula e à LILS, empresa que cuida das atividades do palestrante que não sabe escrever e jamais leu um livro. É só um cisco no monturo imenso. É um pedaço de lama no pântano amazônico.
Se a PF e a Justiça cumprirem seu papel, a continuação da história vai mostrar que acabou de entrar em cena o astro do elenco do primeiro épico político-policial à brasileira. No papel de chefão, naturalmente.
DO AUGUSTONUNES

HISTÓRIA DA DECADÊNCIA BRASILEIRA



Maria Lucia Victor Barbosa

Na sua obra Espanha Invertebrada escreveu José Ortega y Gasset: “A história de uma nação não é somente a do seu período formativo e ascendente, mas também a história de sua decadência”. Tudo indica que entramos na história de nossa decadência desde que o governo petista assumiu o cargo mais alto da República.
Lula da Silva reinou em seu primeiro mandato sobre as águas mansas do Plano Real, das políticas públicas do governo anterior. Viajou muito, tornou-se amigo dos piores ditadores mundiais, gozou como nenhum outro presidente das delícias do poder. Delícias, aliás, compartilhadas com os companheiros cortesãos.
No segundo mandato se iniciará a decadência, desenhando-se o que viria em termos econômicos enquanto escândalos de corrupção aumentavam de volume e velocidade. Entretanto, o endeusamento de Lula da Silva, o inocente que nada via, de nada sabia, se mantinha pela força de sua lábia e ele emplacou o “terceiro mandato” através da eleição de Dilma Rousseff.
Os quatro anos desta senhora podem ser descritos como descalabro total. Sob as ordens de Lula ela quebrou a Petrobras e outras estatais, destruiu a indústria, arrebentou o país como um todo. Mesmo assim, com pequena diferença sobre seu adversário Rousseff foi reeleita pregando que Aécio Neves seria o exterminador do futuro brasileiro.
Logo no início do segundo mandato de Rousseff emerge, porém, o inevitável resultado da incompetência governamental, dos truques contábeis, da distorção dos dados: aumento da inflação, do desemprego, da inadimplência, das contas públicas, dos juros, dos impostos. Situação que Joaquim Levy tenta consertar preparando a volta de Lula, mas jogando o peso dos erros do governo sobre as costas do povo. São tempos duríssimos que não acabarão tão cedo, em que pesem as otimistas e sempre erradas previsões dos economistas.
Mas não é apenas econômica a decadência em que o governo de Lula da Silva nos mergulhou. Houve perda de valores e uma crescente amoralidade.
Aqui darei apenas um exemplo dos muitos que poderiam ser apresentados nesse aspecto. Como atinge a formação de crianças desde a mais tenra idade considero criminosas as tentativas que vem sendo feitas pelo governo de se impor como manipulador educacional sexual. No momento ressurge a ideologia de gênero, elaborada através de documento que servirá para formulação de planos municipais, pelo Fórum Nacional de Educação. Nesta construção arbitrária não existe diferença entre menino ou menina, não são levados em conta dados biológicos e psicológicos da identidade humana. O ser humano é considerado como assexuado e deverá escolher se quer ser masculino ou feminino. Seria como revogar a lei da gravidade.
Em magistral artigo, Educação Sexual Compulsória, publicado no Estado de S. Paulo em 08/06/2015, analisa Carlos Alberto di Franco as distorções dessa, diria eu, deseducação:
1) “A confusão causada nas crianças no processo de formação de sua identidade, fazendo-a perder referências; 2) a sexualização precoce, na medida em que a ideologia de gênero promove a necessidade de uma diversidade de experiências sexuais para a formação do próprio gênero; 3) a abertura de um perigoso caminho para a legitimação da pedofilia, uma vez que a ‘orientação’ pedófila é considerada também um tipo de gênero; 4) a banalização da sexualidade humana, dando ensejo ao aumento da violência sexual, sobretudo contra mulheres e homossexuais; 5) a usurpação da autoridade dos pais em matéria de educação dos filhos, principalmente em temas de moral e sexualidade, já que todas as crianças serão submetidas à influência dessa ideologia, muitas vezes sem o conhecimento ou consentimento dos pais”.
Ao tratar desse grave tema que toda sociedade devia tomar conhecimento fatalmente serei tachada de conservadora, o mais novo xingamento utilizado pelo neoesquerda para desqualificar os que não rezam por sua cartilha. Quero lembrar que a tese conservadora, assim como a progressista evoluiu ao longo do tempo em seu significado, mas, em essência, o conservadorismo se refere à natureza humana não modificável pela ação prática, porquanto mergulha suas raízes em uma realidade sobre-humana, a vontade divina. Em outras palavras, somos dotados de uma consciência e sabemos distinguir o bem do mal, em que pesem as várias noções de moral de cada sociedade.
Ao mesmo tempo, o conservadorismo indica que o poder político confiado ao homem é intrinsecamente tirânico se não for controlado. Daí a constante preocupação dos conservadores com a existência de mecanismos de limitação do poder e, principalmente, pela supremacia da lei.
Nesse sentido assumo ser conservadora, sendo ao mesmo tempo uma entusiasta de todo progresso que traga benefícios à humanidade. Lamentável é a decadência em que os autodenominados progressistas da neoesquerda impingiram à nação brasileira.
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.
mlucia@sercomtel.com.br
www.maluvibar.blogspot.com.br
DO R,DEMOCRATICA

quarta-feira, 10 de junho de 2015

75% dos brasileiros consideram governo Dilma ruim ou péssimo

A avaliação do governo petista é pior que a de Collor em 1992
O governo da presidente Dilma Rousseff bateu o recorde negativo de avaliação. Uma pesquisa feita em escala nacional, que chegou recentemente ao Palácio do Planalto, registra os piores resultados de um presidente da República desde junho de 1992, quando Fernando Collor estava perto do impeachment devido a acusações de corrupção e o país vivia uma crise econômica grave. Os números da pesquisa mostram que 75% dos entrevistados consideraram o governo Dilma ruim ou péssimo; apenas 7% consideram ótimo ou bom; e 18% avaliam como regular a administração. Em seu pior momento, Collor tinha 68% de ruim ou péssimo, 9% de ótimo ou bom e 21% de regular. A derrocada da avaliação do governo Dilma é uma tendência desde o início do ano. Há duas semanas, o Palácio do Planalto recebera uma pesquisa feita apenas em São Paulo, para consumo do PT, que indicava a queda do “ótimo e bom” de Dilma de 10% para 7% entre março e maio. Fonte: Época

Brasil só vai passar a limpo essa fase podre do lulopetismo quando chegar ao verdadeiro chefe do esquema


Duas empresas vinculadas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva receberam, entre 2011 e 2013, 4,53 milhões de reais da empreiteira Camargo Corrêa, gigante da construção e um dos alvos da Operação Lava Jato, que desmantelou uma quadrilha que atuava sangrando os cofres da Petrobras. Laudo da Polícia Federal registra que a empreiteira pagou três parcelas de 1 milhão de reais cada ao Instituto Lula entre dezembro de 2011 e dezembro de 2013 e mais 1,527 milhão de reais para a LILS Palestras Eventos e Publicidade, também do petista, entre setembro de 2011 e julho de 2013.
Será que encontraram o batom na cueca do Lula? Será que o Brasil mostrará maturidade a ponto de investigar mais a fundo o “pai dos pobres” (de fato, pela quantidade de pobreza que seu populismo ajudou a parir, ele merece o título)? Ninguém pode acreditar que a sabedoria de Lula era o produto comprado pelos clientes que pagavam tão caro por suas palestras. Lula se mostra um “empresário” tão bom quanto Zé Dirceu, o “melhor” consultor do país, quiçá do mundo, a julgar pela remuneração de seu “trabalho”. Qual o segredo de Dirceu? E qual o segredo de Lula também?
Quando Erenice Guerra, a então “braço-direito” de Dilma, caiu após escândalo divulgado pela revista VEJA, gravei um vídeo celebrando a notícia, mas lamentando que “o chefe” continuava intocável.


Lula sempre gozou de uma espécie de “salvo-conduto”, de blindagem plena, de efeito Teflon, pois tinha a popularidade a seu favor, os “intelectuais” todos que, como Marilena Chaui, acham que o mundo se ilumina quando o ex-metalúrgico abre a boca, os sindicatos, a UNE, o MST, muitos jornalistas na imprensa chapa-branca. Enfim, Lula sempre foi deixado em paz, nunca o pressionaram de verdade, nunca cobraram maiores explicações, pois tinham medo, conivência.
Alguns poucos tinham coragem de cobrar mais investigações e a eventual punição daquele que, ao que tudo indicava, era o verdadeiro chefe do esquema todo. Quando a Operação Lava-Jato avançava, com a chance de um empreiteiro colocar a boca no trombone, cheguei a escrever um texto conclamando-o a entregar o chefão, o capo.
Mas muitos ainda temem Lula. Cada vez menos gente, é verdade, pois seu poder esvanece a cada dia. Sua popularidade dependia do crescimento chinês, do preço das commodities, do crédito abundante no país. Como já cheguei a comparar aqui, Lula estava para a política como Eike Batista para a economia. O toque de Midas era uma ilusão de ótica, nada mais.
O Brasil carrega uma mancha, uma sombra, que terá de ser dissipada eventualmente. Sem dizer que são a mesma coisa, pois sem dúvida não são, a fase podre do lulopetismo terá de ser passada a limpo como os italianos fizeram com o fascismo de Mussolini e os alemães com o nacional-socialismo de Hitler. São períodos vergonhosos que esses povos tiveram que tratar numa espécie de “divã coletivo”, para poder superar a vergonha do passado e seguir adiante.
O PT vem destruindo o Brasil há anos, e basta bom senso para perceber. Mas muitos ficaram anestesiados com as verbas públicas que jorravam do governo, com o mito do metalúrgico humilde que chegara ao poder, com o populismo escancarado. A grana acabou, a maré baixou, e todos viram o óbvio: que o PT nadava completamente nu. Nesse contexto, os fatos ganham nova visibilidade, e a questão ética retorna ao centro dos debates.
O povo brasileiro ignorou por tempo demais essa quadrilha no poder, os infindáveis escândalos de corrupção, o cinismo dos canalhas. Mas agora que a inflação come boa parte do salário, que a ameaça de desemprego bate à porta, que o clima de crise se instalou geral, as pessoas voltam a olhar para esses fatores e ficam revoltadas. É a chance que o Brasil tem de passar a limpo o lulopetismo, essa podridão toda que além de institucionalizar a corrupção no país, banalizou-a.
Esse objetivo só será alcançado no dia em que “o chefe” pagar por tudo que fez. Resta saber se os envolvidos na Operação Lava-Jato terão a coragem e a independência para seguir adiante, para apurar nos mínimos detalhes essa relação mais que suspeita entre Lula e os empreiteiros. Resta saber se a imprensa, dessa vez, fará sua parte. Ninguém deve ser intocável numa democracia republicana. Ninguém!
Rodrigo Constantino

sábado, 6 de junho de 2015

Ministério de Israel se manifesta contra ato antissemita na UFSM; imprensa do país noticia episódio

site Israel
O Ynet, principal site de notícias de Israel, publicou um texto sobre o episódio explícito de antissemitismo ocorrido na Universidade Federal de Santa Maria. Fica evidente, até em razão da foto escolhida, que este blog foi uma das principais fontes da notícia. Para ler, clique aqui
O Ministério das Relações Exteriores de Israel se manifestou, segundo o Ynet: “Esse é um incidente muito sério, e a embaixada de Israel no Brasil e o Consulado em São Paulo, bem como a comunidade judaica, estão atuando para combater imediatamente a iniciativa indecorosa e racista. A rotulação de pessoas e a criação de lista-negra nos remete aos piores dias da história da humanidade. Nós esperamos que a comunidade acadêmica do Brasil se manifeste no repúdio a essa iniciativa”. DO R.AZEVEDO-REV VEJA

sexta-feira, 5 de junho de 2015

REPORTAGEM-BOMBA DE 'VEJA' REVELA AS LIGAÇÕES PERIGOSAS DA MULHER DO GOVERNADOR DE MINAS GERAIS FERNANDO PIMENTEL

Embora a edição da revista Veja que chega às bancas nesta sexta-feira de forma antecipada em decorrência do feriadão de Corpus Christi destaque na capa uma criança com dois cachorrinhos, no canto direito acima está a foto da mulher do governador mineiro Fernando Pimentel. Esta é a chamada da reportagem-bomba desta edição que recheia o miolo da revista. É coisa grande e comprova que enquanto os gafanhotos vermelhos permanecerem no poder os cofres públicos continuarão a ser impiedosamente dilapidados. Lembrem-se sempre que a corrupção e a roubalheira desenfreada comandada pelo PT e seus sequazes, tem como objetivo precípuo o financiamento do projeto de poder perpétuo do partido em consonância como as diretrizes do Foro de São Paulo. Aliás, o roubo, a corrupção e a pilhagem sempre foram os principais meios de conquista do poder pelos comunistas.  
Não é à toa que cresce um movimento em todo o Brasil defendendo não apenas o impeachment da Dilma, mas também a proscrição do PT e seus satélites vermelhos, principalmente os deletérios PSOL, PCdoB, PSTU e assemelhados que constituem um pernicioso ajuntamento de psicopatas, o que nos faz lembrar a todo instante o livro "Ponerologia - Os Psicopatas no Poder".
Nesta madrugada o site da revista Veja "vazou" um aperitivo da reportagem-bomba que dá uma ideia do tamanho da encrenca que agora envolve o casal Pimentel. Por tudo isso vale a pena comprar esta edição de Veja. E os mineiros que fiquem atentos correndo cedo às bancas. Faço a transcrição abaixo:
LIGAÇÕES PERIGOSAS
As duas mulheres que aparecem nesta reportagem não se conhecem. Carolina de Oliveira é jornalista. Cresceu na periferia de Brasília e hoje é a primeira-dama de Minas Gerais. Helena Maria de Sousa, ou Helena Ventura, como também é conhecida, mora em Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte, é enfermeira da rede pública de saúde e se candidatou a deputada estadual nas últimas eleições pelo PT. Apesar das trajetórias aparentemente distintas, as duas são suspeitas de envolvimento no mais recente escândalo de corrupção investigado pela Polícia Federal. Ambas, cada uma à sua maneira, estão conectadas a Benedito de Oliveira Neto, o Bené, empresário de Brasília que, na última década, fez fortuna como parceiro do governo federal, teve como cliente a campanha da presidente Dilma Rousseff, foi preso e está indiciado por formação de quadrilha.
O acaso levou Carolina a Bené. Formada em comunicação, ela trabalhou numa empresa que prestava serviços ao então prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel. Logo, foi promovida a assessora pessoal dele - e não se separaram mais. Em 2010, Pimentel foi indicado para coordenar a campanha presidencial de Dilma Rousseff. Carol o acompanhou. O prefeito delegou a Benedito de Oliveira, seu amigo, a montagem do comitê central. Bené alugou a casa e organizou toda a infraestrutura para o início da campanha. Ele era um mero desconhecido, e continuaria nas sombras se não fosse um escândalo que eclodiu antes mesmo do início da campanha. Além de marqueteiros e jornalistas, o empresário contratou para o comitê uma equipe de ex-policiais e arapongas para bisbilhotar a vida de adversários. Revelado por VEJA, o caso provocou o afastamento da dupla Pimentel-Bené do comando da campanha - mas só da campanha.
O FIO DA MEADA
Eleita, Dilma nomeou Fernando Pimentel para comandar o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O ministro, por sua vez, contratou Carolina como sua assessora no ministério. Ela cuidava dos compromissos oficiais, acompanhava as viagens e estava presente na maioria dos eventos de que ele participava. Em 2012, motivado por rumores, Pimentel recomendou que a assessora deixasse o cargo. A pedido do ministro, ela foi contratada por uma agência que presta serviços ao PT. Montou a própria empresa, a Oli Comunicação, e, recentemente, oficializou a união com o agora governador Fernando Pimentel. Nesse período, Bené continuou ganhando dinheiro. Foram mais de 500 milhões de reais em contratos superfaturados com o governo. Tudo estaria bem para todos se, no ano passado, Bené não tivesse sido apanhado outra vez com a boca na botija. A polícia apreendeu um avião do empresário com 113 000 reais em dinheiro e documentos que sugeriam que ele repetia na campanha de 2014 o mesmo papel que desempenhara em 2010 - o caixa paralelo que financiava o PT.
As investigações indicam que Bené montou uma ampla rede criminosa envolvendo empresas-fantasma para financiar as campanhas petistas, incluindo a do governador Pimentel. Basicamente, ele superfaturava contratos com o governo e repassava parte do que arrecadava aos partidos através de doações legais, como no petrolão, ou clandestinas, através das empresas-fantasma. Na operação policial que prendeu o empresário, a polícia realizou buscas no apartamento onde Carolina Oliveira morava antes de se mudar para Belo Horizonte. Procurava documentos que mostrassem negócios entre ela e o empresário. A sede da Oli Comunicação estava registrada no mesmo endereço de uma empresa-fantasma de Bené.
A ENFERMEIRA & BENÉ
É nesse ponto que a história de Carolina converge com a de Helena Ventura. Sindicalista e filiada ao PT, a enfermeira disputou três eleições. Foi candidata a deputada federal em 2010, a vereadora em 2012 e, no ano passado, tentou uma vaga na Assembleia Legislativa de Minas. Somando o resultado das três eleições, ela teve incríveis 29 votos. Mas o que chamou atenção foi o custo de sua última campanha. Dona de um salário de 2 000 reais, Helena declarou ter gasto 36 280 000 reais com a candidatura. E o mais interessante é que praticamente todo o dinheiro, 36 250 000  reais, foi pago a um único fornecedor - a Gráfica Brasil, cujo proprietário é Benedito de Oliveira. É evidente que existe algo muito estranho nessa história.
Há um grande segredo envolvendo esses personagens. Segundo um relatório do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais, o dinheiro a ser repassado para a Gráfica Brasil tinha como origem declarada o fundo partidário - a verba que os partidos políticos recebem dos cofres públicos. O PT não quis se pronunciar. A enfermeira disse que desconhece tanto a origem quanto o destino do dinheiro. "Se eu tivesse esse dinheiro, seria eleita com certeza", afirmou ela ao jornal Hoje em Dia. Helena também garante que nunca ouviu falar do empresário. Benedito de Oliveira, já solto, disse, por meio de seu advogado, Celso Lemos, que nem sabe quem é Helena. Caroline Oliveira não foi localizada. Seu advogado, Pierpaolo Bottini, informou que a primeira-dama de Minas Gerais mantém apenas relações de amizade com a família de Bené. Negócios? Nenhum. A coincidência de endereços teria sido apenas um grande mal-entendido. O advogado diz que a Oli funcionou num escritório no centro de Brasília até julho de 2014 e, depois disso, uma das empresas de Bené se instalou no mesmo endereço. Por equívoco, alguém se esqueceu de formalizar a mudança. Simples assim. Do site da revista Veja
DO ALUIZIOAMORIM

A primeira-dama do governador Pimentel, a enfermeira e o operador do PT


Ao lado, a enfermeira Helena Ventura: sua campanha a deputada federal, que lhe rendeu apenas 29 votos, repassou 36 milhões de reais a Bené(VEJA.com/VEJA)
A revista Veja que já começou a circular em São Paulo nesta manhã de sexta-feira, revela em reportagem especial que existe um grande segredo envolvendo esses três personagens. Entenda o que une a mulher do governador mineiro Fernando Pimentel, a mulher humilde que teria gasto 36 milhões de reais numa campanha eleitoral e o já notório Bené, acusado de alimentar o caixa do Partido dos Trabalhadores com dinheiro desviado dos cofres públicos.
O editor publicou nota na quarta-feira, mostrando como Carolina de Oliveira, jornalista que nasceu na periferia de Brasília e fisgou o governador Pimentel e virou primeira-dama, tornou-se amiga de Helena Ventura, uma enfermeira pobre, mas como Carolina e Pimentel é gente do PT.
O trio está envolvido em grosso escândalo de corrupção.
Leia a reportagem aseguir, assinada por Rodrigo Rangel e Adriano Ceolini:
As duas mulheres que aparecem nesta reportagem não se conhecem. Carolina de Oliveira é jornalista. Cresceu na periferia de Brasília e hoje é a primeira-dama de Minas Gerais. Helena Maria de Sousa, ouHelena Ventura, como também é conhecida, mora em Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte, é enfermeira da rede pública de saúde e se candidatou a deputada estadual nas últimas eleições pelo PT. Apesar das trajetórias aparentemente distintas, as duas são suspeitas de envolvimento no mais recente escândalo de corrupção investigado pela Polícia Federal. Ambas, cada uma à sua maneira, estão conectadas a Benedito de Oliveira Neto, o Bené, empresário de Brasília que, na última década, fez fortuna como parceiro do governo federal, teve como cliente a campanha da presidente Dilma Rousseff, foi preso e está indiciado por formação de quadrilha.
O acaso levou Carolina a Bené. Formada em comunicação, ela trabalhou numa empresa que prestava serviços ao então prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel. Logo, foi promovida a assessora pessoal dele - e não se separaram mais. Em 2010, Pimentel foi indicado para coordenar a campanha presidencial de Dilma Rousseff. Carol o acompanhou. O prefeito delegou a Benedito de Oliveira, seu amigo, a montagem do comitê central. Bené alugou a casa e organizou toda a infraestrutura para o início da campanha. Ele era um mero desconhecido, e continuaria nas sombras se não fosse um escândalo que eclodiu antes mesmo do início da campanha. Além de marqueteiros e jornalistas, o empresário contratou para o comitê uma equipe de ex-policiais e arapongas para bisbilhotar a vida de adversários. Revelado por VEJA, o caso provocou o afastamento da dupla Pimentel-Bené do comando da campanha - mas só da campanha.
Eleita, Dilma nomeou Fernando Pimentel para comandar o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O ministro, por sua vez, contratou Carolina como sua assessora no ministério. Ela cuidava dos compromissos oficiais, acompanhava as viagens e estava presente na maioria dos eventos de que ele participava. Em 2012, motivado por rumores, Pimentel recomendou que a assessora deixasse o cargo. A pedido do ministro, ela foi contratada por uma agência que presta serviços ao PT. Montou a própria empresa, a Oli Comunicação, e, recentemente, oficializou a união com o agora governador Fernando Pimentel. Nesse período, Bené continuou ganhando dinheiro. Foram mais de 500 milhões de reais em contratos superfaturados com o governo. Tudo estaria bem para todos se, no ano passado, Bené não tivesse sido apanhado outra vez com a boca na botija. A polícia apreendeu um avião do empresário com 113 000 reais em dinheiro e documentos que sugeriam que ele repetia na campanha de 2014 o mesmo papel que desempenhara em 2010 - o caixa paralelo que financiava o PT.
​As investigações indicam que Bené montou uma ampla rede criminosa envolvendo empresas-fantasma para financiar as campanhas petistas, incluindo a do governador Pimentel. Basicamente, ele superfaturava contratos com o governo e repassava parte do que arrecadava aos partidos através de doações legais, como no petrolão, ou clandestinas, através das empresas-fantasma. Na operação policial que prendeu o empresário, a polícia realizou buscas no apartamento onde Carolina Oliveira morava antes de se mudar para Belo Horizonte. Procurava documentos que mostrassem negócios entre ela e o empresário. A sede da Oli Comunicação estava registrada no mesmo endereço de uma empresa-fantasma de Bené.
É nesse ponto que a história de Carolina converge com a de Helena Ventura. Sindicalista e filiada ao PT, a enfermeira disputou três eleições. Foi candidata a deputada federal em 2010, a vereadora em 2012 e, no ano passado, tentou uma vaga na Assembleia Legislativa de Minas. Somando o resultado das três eleições, ela teve incríveis 29 votos. Mas o que chamou atenção foi o custo de sua última campanha. Dona de um salário de 2 000 reais, Helena declarou ter gasto 36 280 000 reais com a candidatura. E o mais interessante é que praticamente todo o dinheiro, 36 250 000  reais, foi pago a um único fornecedor - a Gráfica Brasil, cujo proprietário é Benedito de Oliveira. É evidente que existe algo muito estranho nessa história.
Há um grande segredo envolvendo esses personagens. Segundo um relatório do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais, o dinheiro a ser repassado para a Gráfica Brasil tinha como origem declarada o fundo partidário - a verba que os partidos políticos recebem dos cofres públicos. O PT não quis se pronunciar. A enfermeira disse que desconhece tanto a origem quanto o destino do dinheiro. "Se eu tivesse esse dinheiro, seria eleita com certeza", afirmou ela ao jornal Hoje em Dia. Helena também garante que nunca ouviu falar do empresário. Benedito de Oliveira, já solto, disse, por meio de seu advogado, Celso Lemos, que nem sabe quem é Helena. Caroline Oliveira não foi localizada. Seu advogado, Pierpaolo Bottini, informou que a primeira-dama de Minas Gerais mantém apenas relações de amizade com a família de Bené. Negócios? Nenhum. A coincidência de endereços teria sido apenas um grande mal-entendido. O advogado diz que a Oli funcionou num escritório no centro de Brasília até julho de 2014 e, depois disso, uma das empresas de Bené se instalou no mesmo endereço. Por equívoco, alguém se esqueceu de formalizar a mudança. Simples assim. DO POLIBIOBRAGA

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Vídeo do DEM que vai à TV esta noite: "Os 12 anos de PT são de populismo, mentira, incompetência e roubo do dinheiro público"

Com Blog Felipe Moura Brasil - Veja
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Este blog publica em primeira mão o vídeo do programa partidário que o DEM leva à TV na noite desta quinta-feira de feriado.
Com o discurso de que “está na hora de o Brasil seguir por outro caminho porque este já chegou ao fim”, os democratas fazem o seguinte:
1) Atacam os escândalos de corrupção na Petrobras, o entrave da economia e a alta da inflação e do desemprego;
2) Citam promessas eleitorais não cumpridas, como o barateamento da conta de luz e a prioridade a políticas educacionais;
3) Divulgam uma lista de obras prometidas pelo governo, mas que até hoje estão inacabadas, como a transposição do rio São Francisco e a concessão à iniciativa privada de projetos em rodovias e hidrovias;
4) Defendem no programa da sigla mais concessões e privatizações, como alternativa para melhorar a infraestrutura e aumentar a competitividade do país.

Frases de destaque:
“A crise econômica em que estamos atolados é consequência de 12 anos de PT, 12 anos de populismo, de mentira, incompetência e roubo do dinheiro público” - deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA).
“O governo preferiu cortar dinheiro, da saúde, do Fies, da segurança, da casa própria, além de aumentar juros e impostos. Isso significa mais desemprego e mais incertezas com o futuro do Brasil” - líder do DEM no Senado, Ronaldo Caiado (GO).
“Os escândalos de corrupção não param de surgir e agravam ainda mais o rombo nas contas públicas. Isolado, sem força, o governo vive uma gravíssima crise de governabilidade que compromete o futuro do nosso país” - presidente do DEM, senador José Agripino (RN). DO JTOMAZ

Tribunal italiano nega recurso. Cadeia, Pizzolato. E no Brasil!

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Quem protege bandidos são os governos petistas. Lula e Tarso Genro, por exemplo, acobertaram o assassino Cesare Battisti, condenado pela justiça comum na Itália. Ele goza de privilégios no Grotão lulista. O tribunal italiano poderia reivindicar reciprocidade de tratamento, mas lá prevalece a lei. Lugar de bandido é na cadeia. Alô, Pizzolato, você disse que preferia morrer a ser preso no Brasil. A escolha é sua, mensaleiro:
O Tribunal Administrativo Regional do Lazio, negou, nesta quinta-feira, 4, o recurso apresentado pela defesa de Henrique Pizzolato, condenado no mensalão, e autorizou a extradição do petista ao Brasil. A informação foi confirmada por Giuseppe Alvenzio, representante do Ministério da Justiça italiano. Agora o caso volta ao Ministério da Justiça italiano, que vai fixar entre hoje e sexta-feira a nova data para a extradição do condenado. A partir daí, o governo brasileiro terá 20 dias para realizar a transferência. A defesa de Pizzolato já disse que vai recorrer ao Conselho de Estado - segunda instância - que deve analisar o novo recurso.  
Em comunicado, o Tribunal Administrativo declarou que a decisão dos juízes foi tomada por não haver nada de ilógico ou errôneo na decisão do Ministro da Justiça Gabriel Orlando, que autorizava a extradição de Henrique Pizzolato ao Brasil. O tribunal também ressalta os compromissos assumidos entre ambos países, que afirmam que Pizzolato ficará em uma ala especial da prisão de destinação e não juntamente com outros presos. 
Segundo Giuseppe Alvenzio, representante do Ministério da Justiça italiano, o procedimento de extradição é um procedimento de alto nível administração e portanto o ministro da Justiça tem uma ampla margem de discricionariedade. O juiz administrativo pode examinar e julgar esse caso só se é arbitrário ou ilógico. Os poderes dele são limitados. Para Federico Mazzella, um dos advogados especialistas em direito administrativo contratado para a defesa de Pizzolato, as duas principais motivações da sentença são passíveis de recurso.
O ex-diretor do Banco do Brasil foi preso na Itália em fevereiro de 2014. Após 18 meses de processo judicial, teve sua extradição autorizada pelo governo de Matteo Renzi. A defesa de Pizzolato entrou com o recurso no mês passado. O Tribunal Administrativo de Roma - instância que permite aos cidadãos italianos questionarem decisões do governo, sem equivalentes no Estado brasileiro - concedeu liminar que suspendia temporariamente o retorno dele ao Brasil.
Novo recurso. De acordo com o advogado contratado pelo governo brasileiro, a lei italiana prevê que ambas as partes possam questionar a decisão do Tribunal Administrativo Regional do Lazio e entrar com recurso no Conselho de Estado. Só então o caso teria uma solução definitiva. Mesmo assim, ele prevê uma resolução rápida: "Esse é um caso especial e delicado, que deve ser julgado em tempo breve, falamos de dois meses", avalia Gentiloni. Tanto o advogado de Pizzolato quanto o representante do Ministério da Justiça italiano já anunciaram que vão recorrer ao Conselho caso a decisão seja desfavorável. 
O ex-diretor de marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato foi condenado pelos crimes de corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro. Ele foi preso em 5 de fevereiro do ano passado em Maranello, uma pequena cidade no norte da Itália, onde um sobrinho tem residência. (Continua no Estadão).

BRASIL HETERODOXO! Juros de 13,75%, inflação de 8,39% e recessão de 1,27%. Eis a ortodoxia do besteirol petista



Se você quer uma medida, leitor amigo, do estado miserável a que o governo petista conduziu a economia brasileira, estão fique com este conjunto: no dia em que o IBGE divulgou a informação de que o desemprego atingiu a taxa de 8% no primeiro trimestre — 511 mil pessoas perderam o emprego —, o Comitê de Política Econômica do Banco Central decidiu elevar a taxa de juros de 13,25% para 13,75%, o que contribuirá certamente para… elevar o desemprego.
Por que é assim? Porque é preciso combater a inflação. Segundo o Boletim Focus de segunda, o mercado espera que o ano termine com uma taxa de 8,39% e com uma recessão de 1,27%. Então fica estabelecido: o modelo petista conseguiu realizar o prodígio de produzir inflação alta, recessão e juros estratosféricos — que ainda devem aumentar. A expectativa do mercado é que cheguem ao fim do ano em 14%. E já há quem não descarte algo acima disso.
Entendem por que o desemprego aumenta e continuará a crescer? É claro que isso traduz um cenário de desalento para a economia. Ocorre que não se chegou a esse ponto por acaso. E dificuldades outras podem se juntar ao cenário.
A agência de classificação de risco Moody’s, por exemplo (leia post), estima que o Brasil não conseguirá alcançar a meta de superávit primário neste ano — 1,1% — nem a anunciada para o ano que vem, de 2%. E é muito provável que não. No ranking da agência, o país está no penúltimo patamar do “grau de investimento” — mas com viés negativo: Baa2. A chance de haver novo rebaixamento é grande. E não só por causa do não cumprimento da meta fiscal. O país precisa fabricar uma recessão para tentar pôr a economia no eixo, mas o crescimento vai para o brejo, o que piora as contas do governo, que a recessão tenta corrigir…
Quem pariu tal modelo? Os governos do PT. O que mais impressiona é fazer uma breve pesquisa e ver as vezes em que os companheiros foram advertidos de que o país estava caminhando para a ruína econômica. Não para Guido Mantega, que ainda gostava de expelir regras.
A piora do quadro recessivo contribui para tornar ainda mais inquieta a base do governo, que mostra, inclusive no petismo, seu desconforto em aprovar medidas que restringem as generosidades oficiais.
Muita gente critica o que seria a ortodoxia liberal em curso no Brasil… Que bobagem! Mundo afora, os ortodoxos costumam baixar juros para estimular uma economia em recessão. No Brasil, eles estão sendo elevados porque a inflação ameaça subir ainda mais, a despeito da retração econômica…
A rigor, raramente este país foi tão heterodoxo…
DO R.AZEVEDO-REV VEJA

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Manifestantes indignados vaiam, hostilizam e mandam os petralhas Maria do Rosário e Paulo Pimenta de volta pra casa.


O grupo de manifestantes postou foto do entrevero com Maria do Rosário e Paulo Pimenta no Salão Verde. Os ânimos ficaram exaltados. 
O grupo de manifestantes postou foto do entrevero com Maria do Rosário e Paulo Pimenta no Salão Verde. Os ânimos ficaram exaltados. 
Da mesma forma que aconteceu com o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (leia nota a seguir), os deputados Maria do Rosário e Paulo Pimenta PT do RS, foram alvo de hostilidades por parte de brasileiros que começaram a demonstrar tolerância zero em relação a petistas, seus aliados, o governo Dilma e o próprio PT. 
Na quinta-feira da semana passada, membros do grupo Revoltados Online, que participavam de protestos pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff, foram vaiados e intimidados no Salão Verde da Câmara.
Paulo Pimenta disse que entrará com representações na Polícia Federal, no Ministério Público e na Procuradoria da Câmara dos Deputados.
Deputados petistas tentavam conceder entrevista coletiva a jornalistas, mas foram impedidos por integrantes do movimento. 
De acordo com o PT, a repercussão do episódio nas redes sociais culminou em uma série de mensagens com críticas ferozes ao deputado Paulo Pimenta, em sua página no Facebook. A ação foi praticada por um "grupo reacionário", na opinião do petista.
Sem compreender que os protestos decorrem das roubalheiras e mentiras do governo Dilma e do PT, disse o deputado, completamente fora do eixo:
- Eles manifestam nas ruas pela volta a ditadura militar, são homofóbicos, racistas, contra direitos previdenciários para empregadas domésticas, contra o Prouni e a favor da redução da maioridade penal.
Os Revoltados On Line são de fato contra os governos corruptos do PT.
*Políbio Braga