sábado, 18 de outubro de 2014

Parecendo um alucinado, Lula ataca Aécio usando o maior festival de baixarias já visto na história das campanhas presidenciais

Lula passa de todos os limites em comício de que participou na Praça Duque de Caxias, em BH, junto com Fernando Pimentel (PT),governador eleito de Minas Gerais (Foto: Alex Douglas/O Tempo/Folhapress)
Lula passa de todos os limites em comício de que participou na Praça Duque de Caxias, em BH, junto com Fernando Pimentel (PT),governador eleito de Minas Gerais (Foto: Alex Douglas/O Tempo/Folhapress)
Lula parece ter enlouquecido. O repórter Gabriel Castro registrou o que aconteceu hoje em BH, dia marcante na história das baixarias em campanhas presidenciais, mas, mesmo tendo sido correto e fiel ao que ocorreu, foi delicado ao evitar escrever que Lula tinha, na verdade, ares de alucinado ao despejar e/ou insinuar uma montanha de infâmias contra o candidato do PSDB à Presidência.
Logo ele, Lula, o arrogante que dizia pretender “ensinar” a FHC como ser ex-presidente quando deixasse o poder.
Lula está, pelo contrário, enlameando o cargo que exerceu e sujando ainda mais sua história política. Confiram e julguem vocês mesmos.
NO PONTO MAIS BAIXO DA CAMPANHA, LULA COMANDA SHOW DE BAIXARIAS EM MINAS
Por Gabriel Castro, de Belo Horizonte, para VEJA.com
Em um comício realizado em Belo Horizonte neste sábado – sem a presença de Dilma Rousseff -, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ultrapassou os limites da inconsequência e comandou um show de baixarias e ofensas desmedidas contra Aécio Neves.
Foi o ponto mais baixo da campanha até aqui. E não apenas desta campanha: desde 1989 o Brasil não assistia a um festival de ataques como os que o PT hoje protagoniza em uma campanha.
Lula não apenas se utiliza das mesmas armas de que foi alvo na campanha contra Collor, como vai ainda mais longe. No comício, o ex-presidente citou o nome de Aécio muito mais que o de Dilma, que se tornou personagem secundário dos discursos.
A ordem era atacar, sem tréguas.
Em um discurso precedido por insultos pessoais ao tucano, Lula disse que Aécio usa violência contra as mulheres, por “experiência de vida”, e a tática de “partir para cima agredindo”.
Ao comentar a estratégia do tucano contra Dilma Rousseff, o ex-presidente insinuou que Aécio costuma bater em mulheres. “A tática dele é a seguinte: vou partir para a agressão. Meu negócio com mulher é partir para cima agredindo”, afirmou Lula.
O ex-presidente também classificou Aécio de “filhinho de papai” e “vingativo”. E o comparou a Fernando Collor. O mesmo Fernando Collor que hoje divide palanques com Dilma, como há uma semana, em Alagoas. Lula ainda voltou a mencionar o episódio em que o adversário deixou de soprar o bafômetro em uma bliz no Rio de Janeiro.
Tática é transformar Dilma em “vítima”
O ato deste sábado deixou claro que a tática do PT na reta final da campanha, após o revés de Dilma Rousseff no debate do SBT, na quinta-feira, será a de expor a presidente Dilma como uma vítima das “grosserias” de Aécio.
Foi o que fez Lula neste sábado. “O comportamento dele não é o comportamento de um candidato (…) . É o comportamento de um filhinho de papai que sempre acha que os outros têm de fazer tudo para ele, que olha com nariz empinado. Eu não sei se ele teria coragem de ser tão grosseiro se o adversário dele fosse um homem”, disse o ex-presidente.
O ex-presidente comparou Aécio a Fernando Collor porque, segundo ele, a eleição do ex-presidente (aliado do PT) foi fruto da pressão da mídia e de um falso discurso do “novo”. “Em 1989, com medo de mim, com medo do Ulysses, do Brizola, com medo do Mário Covas, muitas vezes instigado pela imprensa, este país escolheu o Collor como presidente da República dizendo que era o novo. E vocês sabem o que aconteceu neste país.”
Lula também disse que Aécio age como Carlos Lacerda, o estridente líder da oposição a Getúlio Vargas, ao mencionar o “mar de lama” para “esconder o próprio rabo”.
O petista afirmou que, quando governou Minas Gerais, o tucano perseguiu professores de forma mais intensa do que a ditadura. “Não conheço, em nenhum momento da história, nem no regime militar, um momento em que os professores foram tão perseguidos como foram em Minas Gerais”, afirmou Lula. No vale-tudo, Lula tentou até subverter o tempo: indagou o que Aécio fazia quando Dilma foi presa por enfrentar a ditadura – ignorando que, na época, o tucano tinha apenas dez anos de idade.
Inacreditavelmente, Lula tentou definir o adversário com uma frase que resume de forma precisa a tática do PT: “É muito grave, porque as pessoas se acham no direito de desrespeitar os outros com muita facilidade e depois ir para a imprensa se passar de vítima. Não é possível.”
Mais ataques
Mais cedo, antes de Lula entrar no palanque, o mestre de cerimônias do comício leu uma carta de uma psicóloga petista que atribui a Aécio a prática de espancar mulheres e de uso de drogas, além de classificá-lo como “ser desprezível”, “cafajeste” e “playboy mimado”. Ela afirma que o tucano tem um “transtorno mental”.
Depois, o rapper Flávio Renegado, que discursou já na presença de Lula, do governador eleito Fernando Pimentel e de parlamentares petistas, disse que Aécio costumava fazer festinhas regadas a “pó royal”, uma gíria para cocaína. Durante o discurso de Lula, grande parte da militância presente emplacou um grito de “Aécio cheirador”, sob a complacência de Lula – o mesmo que, minutos antes, se orgulhara de nunca ter agido de forma desrespeitosa em nenhuma das campanhas eleitorais das quais participou.
COMENTÁRIO ADICIONAL DO BLOG
São inacreditáveis o cinismo e a desfaçatez de Lula quando, utilizando contra Aécio as mesmas táticas sórdidas de que Collor lançou mão contra ele em 1989, consegue fingir que critica Collor em seu discurso de alucinado.
O comportamento de Lula pode ser efeito de coisas que desconhecemos, mas certamente tem a ver com o desespero diante dos números, publicados hoje no jornal Estado de Minas, que mostram Aécio já com 12 pontos percentuais à frente de Dilma junto ao eleitorado mineiro. E com dados outros, como os do Datafolha mostrando que em dois grandes colégios eleitorais onde perdeu feio no primeiro turno, Aécio se recuperou espetacularmente — empatando com Dilma no Rio e ultrapassando-a no Rio Grande do Sul.
Collor, que usou em 1989 a mentira de que Lula pretendeu abortar uma filha, abraça o hoje amigão Lula: vale tudo para derrubar Aécio (Foto: veja.abril.com.br)
Collor, que usou em 1989 a mentira de que Lula pretendeu abortar uma filha, abraça o hoje amigão Lula: vale tudo para derrubar Aécio (Foto: veja.abril.com.br)
Então, está realmente valendo tudo, vale “fazer o diabo” para derrotar Aécio.
LULA É FALSO, HIPÓCRITA, ao fazer isso! O mesmo Collor que demonizou Lula de todas as formas em 1989 é hoje um aliado precioso do lulopetismo — alguém que Lula, agredido em sua vida pessoal de forma sórdida pelo adversário nas eleições daquele ano, acolheu depois com carinho no rebanho de apoiadores dos governos petistas.
Tal como fez em 2012, com o vergonhoso beija-mão a Maluf — alvo de denúncias e críticas do PT de toda uma vida — em busca de segundos de tempo na TV para seu apadrinhado Fernando Haddad, na disputa pela Prefeitura de São Paulo.
LULA MENTE ao fingir que se dissocia de Collor. Sua pupila, Dilma Rousseff, cometeu o despautério, dias atrás, de criticar a corrupção num comício em Alagoas em que tinha Collor, de um lado, e Renan Calheiros, de outro — confirmando plenamente a assertiva do humorista José Simão de que “eztepaiz” é o país da piada pronta e, infelizmente, da falta cada vez mais generalizada de vergonha na cara.
DO R.SETTI-VEJA

Joaquim Barbosa chora pelo Brasil ser tão cego.

DO SBT



REPORTAGEM-BOMBA DE 'VEJA' ATIRA A PÁ DE CAL SOBRE O PT AO REVELAR QUE O PETROLÃO É O 'MENSALÃO DOIS' QUE FINANCIOU INCLUSIVE A CAMPANHA DA DILMA DE 2010.

Se os brasileiros pensavam que tinham visto tudo sobre a roubalheira promovida pelos governos do PT, incluindo aí, evidentemente, os dois mandatos do bebum de Rosemary, seguidos pelo desastre do “poste”, vermelho estão enganados. Há um estoque de informações verdadeiramente incandescentes e, sobretudo, vergonhosas, do que já foi revelado pelo Paulinho do Lula e por Beto, como carinhosamente era chamado pelos petistas o operador do petrolão. 
E, como não poderia deixar de ser, este é, mais uma vez, o mote para a reportagem-bomba da revista Veja que já está disponível para iPhone e tablet e a versão impressa será desovada no raiar deste sábado pelas bancas de todo o país. Nenhum brasileiro poderá emular o Lula e a Dilma dizendo que não sabia. Mesmo aqueles que por alguma razão não adquiram a revista, ficarão sabendo sim, porque Veja já está pautando os alegres rapazes que conduzem as redações da grande mídia, sobretudo as emissoras de televisão. Mesmo quem não saiba distinguir o A de X, bem como os analfabetos funcionais e aqueles analafabetos por conveniência ficarão sabendo dos detalhes escabrosos da corrupção gigantesca, avassaladora urdida dos porões do Palácio do Planalto locus do bunker comandado por Lula e frequentado por seus sequazes, tendo à frente, como "gerentona" Dilma Rousseff.
Lembram-se das pesadas multas fixadas pelo STF e aplicadas aos mensaleiros condenados no famigerado crime do mensalão? Lembram-se também como eram pagas, digamos assim, de forma descontraída e ligeira pelos petistas? E de onde vem tanto dinheiro que custeia os mais caros programas eleitorais do PT, jatinhos especiais, viagens, equipe de campanha de nível de Hollywood, enfim todo esse aparato monumental que o PT dispõe? Lembram-se, por exemplo, do crime do dossiê fajuto, quando meia dúzia de capangas de Lula foram flagrados com R$ 1,750 milhão em dinheiro para comprar um dossiê fajuto na tentativa de destruir moralmente José Serra? Até hoje não se sabe, ou pelo menos, não se sabia, a procedência dessa grana. À época, Lula do alto do seu cinismo abriu aquela boca suja e fétida de cachaça acusando seus próprios sequazes de "aloprados". Até hoje não foi esclarecida a origem do dinheiro. Todavia, convenhamos, R$ 1,750 milhão é ninharia no mundo glamouroso do poder infinito desses vagabundos malditos, mentirosos e salafrários, cujas partes baixas são lambidas diariamente pela maioria dos jornalistas da grande imprensa brasileira, com destaque para a Folha de S. Paulo que recentemente contratou o chefe dos invasores de propriedades em São Paulo, pau mandado do PT, como colunista semanal do jornal. 
Depois que fecharam os hospícios, aliás uma reivindicação de todos os comunistas e assemelhados, os loucos e psicopatas de todos os gêneros passaram a ser reconhecidos como seres humanos e foram reintroduzidos na sociedade. Boa parte deles dirige redações de jornais, revistas, televisões e sites da internet. Outro tanto, evidentemente, dirige uma Nação como o Brasil!
O que listei nos parágrafos anteriores são apenas fiapos do fabuloso emaranhado de sacanagens (malfeitos uma ova, é sacanagem da grossa) de todos os tipos e gêneros que se tornaram ao longo da última década sob os governos do PT, em eventos normais. Trata-se, portanto, de uma barbaridade inominável, chocante e aterradora.
A reportagem-bomba de Veja desta semana dá mais um mergulho nesse lodaçal da imoralidade e da mentira, revelando aos brasileiros o conteúdo da delação do doleiro Alberto Youssef, mais conhecido pelos íntimos como "Beto".
Quando assinou seu acordo de delação premiada, o doleiro Alberto Youssef prometeu entregar aos investigadores da Operação Lava Jato informações que iriam 'chocar o país'. Reportagem de Veja revela que na semana passada ele cumpriu a promessa: contou que a campanha de 2010 de Dilma Rousseff foi em parte financiada com dinheiro desviado da Petrobras, listou 28 parlamentares que se serviam das propinas e expôs as entranhas do que chamou de 'mensalão dois'.
Isto é apenas um aperitivo do que relata a reportagem-bomba de Veja que deve ser lida por todos os brasileiros sequiosos pela verdade. E o depoente se esmera nos detalhes e ironias, ao qualificar, sem pestanejar, que a gatunagem nos cofres da Petrobras representou o "mensalão dois", corroborando o que os cidadãos brasileiros mais atentos já haviam intuído. Explica-se, portanto, que a explosão do mensalão versão número 1, adiou apenas o plano do PT de transformar o Brasil num apêndice de Cuba. Tanto é que recentemente, por pouco, o decreto 8.243, que joga a pá de cal na democracia representativa, não foi votado, porém continua na pauta. Faz sentido, portanto, que o doleiro Beto se refira à engrenagem da diabólica roubalheira na Petrobras como o "mensalão dois". Grande parte dos parlamentares mergulharam de cabeça no lodaçal, traindo de forma sórdida o povo brasileiro. Vendem-se por 30 dinheiros. A história bíblica se repete no ano de 2014 na Terra de Santa Cruz.
E, para não deixar pedra sobre pedra, a reportagem-bomba de Veja revela, ainda, que a campanha de Dilma Rousseff em 2010 foi adubada com dinheiro procedente do petrolão. Num país verdadeiramente sério essa gente toda estaria na cadeia. 
O verdadeiro faniquito a acometer a Dilma e outros tantos do seu séquito ainda está para acontecer. Mas que vai acontecer, vai. De qualquer maneira!
DO ALUÍZIOAMORIM

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Charge

Coligação Muda Brasil pede investigação na PGE sobre calúnia

  Nesta quinta-feira (16/10) a Coligação Muda Brasil protocolou na Procuradoria Geral Eleitoral (PGE) duas representações para que a candidata Dilma Rousseff seja investigada pela prática dos crimes de calúnia, difamação e injúria na propaganda eleitoral. 
Na primeira, levamos ao conhecimento do procurador-geral eleitoral o fato de a candidata ter acusado o candidato Aécio Neves de desviar R$ 7,6 bilhões da saúde no debate, na TV Bandeirantes, no último dia 14/10.
A afirmação da candidata petista, além de sabidamente inverídica, foi feita de forma irresponsável e maliciosa, procurando levar ao cidadão brasileiro a mensagem de que houve desvio de recursos públicos e de que o candidato Aécio assim agiu de forma criminosa.
Na segunda representação é pedida a investigação e a abertura de ação penal por ter a candidata Dilma Rousseff acusado indevidamente o candidato Aécio Neves pela prática de nepotismo, o que caracteriza evidente difamação, pois ofende a honra do senador ao imputar-lhe fato ilegal inexistente.
As representações apresentadas são instrumentos que evidenciam a campanha difamatória e mentirosa do Partido dos Trabalhadores (PT), revelando a falta de respeito à democracia e ao eleitor.
Deputado federal Carlos Sampaio (PSDB-SP)
Coordenador Jurídico da Coligação Muda Brasil

Fábio Vasconcellos 17.10.2014 16h17m
Numa das mais competitivas eleições para presidente da República desde 1989, eleitores decididos a votar em branco ou nulo, ou mesmo aqueles considerados indecisos, segundo os institutos de pesquisas, passam a ter papel decisivo no resultado das urnas. A estimativa, segundo o Datafolha desta semana, é que Brancos/Nulos e Indecisos representam hoje cerca de 12%. Para ganhar esses eleitores, os candidatos precisam estimular avaliações positivas desses dois grupos. É claro que o eleitor não decide o voto única e exclusivamente pelos programas eleitorais na TV ou pelos debates, mas essas duas fontes de informação podem ajudá-los nesse processo.
O Núcleo de Jornalismo de Dados do GLOBO organizou em dois gráficos a avaliação de Indecisos e Brancos/Nulos sobre o desempenho de Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) em seus programas eleitorais, tomando por base os dados do Datafolha. Pelos números, o candidato do PSDB tem conseguido despertar avaliações mais positivas desses dois grupos que a sua adversária. Entre os Brancos/Nulos, 36% consideram o desempenho do tucano como Ótimo/Bom. Quando perguntados sobre o programa de Dilma, 23% classificam o desempenho da petista como Ótimo/Bom.
Avaliação do desempenho do candidato no programa eleitoral, segundo Branco/Nulo (em %)
No caso dos indecisos, 50% avaliam o desempenho de Aécio como Ótimo/Bom no programa eleitoral. A avaliação do desempenho de Dilma é classificado como Ótimo/Bom por 42%.
Avaliação do desempenho do candidato no programa eleitoral, segundo os Indecisos (em %)

Dilma usa Lei Seca contra Aécio, mas já descumpriu lei de trânsito com neto de 3 anos no colo – infração também é considerada gravíssima na legislação brasileira

“Xingue-os do que você é, acuse-os do que você faz.” Não há um só dia em que os petistas não sigam a recomendação atribuída a Lenin – e não haveria por que ser diferente logo em época de eleições, quando eles confessadamente fazem “o diabo”.
No debate do SBT desta quinta-feira, a presidente-candidata Dilma Rousseff sacou uma pergunta sobre a Lei Seca no trânsito, cujo verdadeiro objetivo era lembrar o episódio em que Aécio recusou-se a fazer o teste do bafômetro durante uma blitz no Rio de Janeiro. O feitiço virou contra o feiticeiro (no caso, João Santana, o marqueteiro de Dilma): Aécio respondeu dizendo que ela “poderia ter sido direta” e ele mesmo mencionou o episódio. Na sequência, acusou Dilma de rebaixar o nível do debate e acabou aplaudido. O trecho em vídeo segue no fim deste post.
Mas quem é Dilma para falar de infração de trânsito? Quem é Dilma para falar em tom professoral sobre “tratar esse assunto com mais cuidado” e “seriedade”, “porque depende dele muitas vezes a vida ou a morte dos nossos jovens”? Fazendo uma insinuação de baixeza exemplar, ela ainda disse que não dirige sob álcool e droga. Ela faz mesmo diferente: coloca a vida de seu próprio neto em risco sem nem dirigir. Vejam esta foto de dezembro de 2013.
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Em Porto Alegre para participar da inauguração de uma rodovia, Dilma foi flagrada carregando no colo o neto Gabriel, de três anos, no banco de trás do carro. A infração é considerada gravíssima na legislação de trânsito brasileira, assim como dirigir sob influência de álcool. Segue trecho da matéria da Veja.com naquele dia, à qual acrescento o print abaixo. Volto em seguida:
Captura de Tela 2014-10-17 às 15.14.50Em vigência desde 2010, a chamada “lei da cadeirinha” determina que crianças de 1 a 4 anos sejam transportadas em um equipamento especial de segurança. A pena para o descumprimento da norma é a perda de sete pontos na carteira, multa de 191,54 reais e a retenção do automóvel até a instalação da cadeirinha.
Horas depois do flagrante, a presidente usou o Twitter para se desculpar pela infração. “Estive hoje na casa da minha filha e, de lá, levei meu neto à casa do avô, que fica no mesmo bairro. Meu neto foi abraçado comigo no banco de trás. Foi um erro. A legislação de trânsito é clara: criança tem que andar na cadeirinha. Peço desculpas pelo erro”, escreveu Dilma.
Dilma escapou da multa – que, na verdade, seria de 7 pontos para o motorista do carro -, porque o flagra dos fotógrafos não é suficiente para implicar em penalidade e teria sido necessária a abordagem de um agente de trânsito. E sim: diante da revelação de que colocou em risco uma criança, obviamente pediu desculpas – aquelas mesmas que não levou em conta no caso de Aécio, insistindo em suas lições de motorista e cínicas vanglórias.
Dilma moto[* Em outra ocasião, de acordo com a Folha, Dilma ainda teria andado de moto sem habilitação em Brasília.]
Não bastasse colocar o país em risco sob sua desastrosa direção, a presidente ainda quer falar da direção dos outros. Será que vai insistir no tema para ser ainda mais humilhada no próximo debate? Ou João Santana vai reconhecer que a estratégia não funcionou e, sei lá, acusar Aécio de roubar a caneta de um colega na aula de matemática da quarta série?


DO F.MOURABRASIL-VEJA

Greve na PF: agentes páram em 13 estados, se dizem enganados por Dilma e buscam fita inédita sobre compra de Pasadena

Este blog antecipou com exclusividade que uma medida provisória assinada pela presidente Dilma Rousseff, na calada da noite e às pressas, enterrou o desejo dos agentes da Polícia Federal (endossado por dois senadores do PT) de disporem do mesmo espaço dos delegados no poder de condução e investigação dos inquéritos.
https://br.noticias.yahoo.com/blogs/claudio-tognolli/exclusivo-leia-a-medida-provisoria-pela-qual-dilma-023400431.html
Nesta sexta-feira um batalhão de agentes federais filiados à Federação Nacional dos Policiais Federais, apurou este blog, se mobilizou na tentativa de apurar o que, por enquanto, é um boato que agita a categoria: o de que a Medida Provisória em prol do poder total aos delegados teria sido “negociada” em troca do não-vazamento da seguinte denúncia: a de que Paulo Roberto da Costa, da Petrobras, teria dito na gravação de sua delação premiada que a presidente Dilma Rousseff teria sido quem “forçou a barra” para que a usina de Pasadena, na Califórnia, fosse comprada pela Petrobras a preços  insuflados, e em total desacordo com os de mercado.
Para os agentes, esta busca da suposta gravação tornou-se a busca do Santo Graal pré-eleitoral
Outro Lado
Os delegados comemoraram o suposto poder que Dilma lhes teria conferido. Mas alguns referem que eles também teriam sido enganados, como os agentes foram. Alguns delegados federais ouvidos por este blog sustentam que se a presidente Dilma quisesse dar tanto poder a eles, teria assinado m decreto-lei e não uma medida provisória. “A medida provisória se extingue em 60 dias caso não referendada. Ou seja: essa promessa de poder aos delegados vai ir pro espaço rapidinho”, diz um delegado federal.
“Na verdade se eleita Dilma vai criar uma Secretaria de Polícia Federal, tendo a frente uma pessoa da confiança dela, e não necessariamente um delta”, disse outro delegado federal, empregando o codinome para sua categoria na PF, que é “delta”.
Enquanto isso, os cerca de 15 mil agentes da PF já programam uma greve contra a Medida Provisória de Dilma, chamada de MP do Vazamento.
Nesta sexta-feira, até o momento deste post, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Alagoas, Tocantins, Acre, Ceará, Bahia, Santa Catarina, Pará, Maranhão e Goiás acataram a greve dos agentes da PF, que se estenderia até sexta feira próxima.
O tempo vai esquentar biblicamente na PF esses dias…
 Leia Também:
https://br.noticias.yahoo.com/blogs/claudio-tognolli/nova-medida-provisoria-faz-policiais-federais-entrarem-002850248.html
DO CLAUDIOTOGNOLLI

Em Goiás Aécio Neves Cresce 20 Pontos e Já Tem 61,9% Contra 38,1% de Dilma

O senador Aécio Neves (PSDB) lidera a disputa presidencial na preferência do eleitorado goiano com 61,9% dos votos válidos, mostra a primeira rodada da pesquisa Fortiori sobre a disputa de segundo turno, realizada entre os dias 8 e 11 de outubro. O tucano está 23,8 pontos percentuais à frente da presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, que aparece com 38,1% dos votos válidos.
Na comparação com o primeiro turno, os índices da pesquisa mostram que Aécio incorporou 20,35 pontos percentuais ao seu resultado eleitoral. O tucano encerrou a disputa na liderança, com 41,55% dos votos válidos.
Dilma, por sua vez, avançou 6 pontos percentuais ao seu resultado.
Em votos totais, Aécio aparece com 57% das intenções, diante de 35% de Dilma. Os eleitores indecisos somam 4% dos entrevistados e os outros 4% disseram que votarão em branco ou anularão o voto para presidente no pleito do dia 26 de outubro.
A margem de erro da pesquisa é de 3,1 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o Fortiori entrevistou 1.000 eleitores em todas as regiões do Estado. O intervalo de confiança é de 95%, ou seja, de cada 100 pesquisas realizadas com a mesma metologia, em 95 delas o resultado seria o mesmo.

Votos válidos – presidente

Aécio Neves 61,9%
Dilma Rousseff 38,1%

 GO-00188/2014 

 Fortiori Pesquisa Diagnóstico e Marketing Ltda
DO CLEBER

Aécio está 13 pontos à frente de Dilma

Pesquisa ISTOÉ/Sensus mostra o candidato tucano com 56,4% das intenções de voto e a petista com 43,6%


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Pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada entre a terça-feira 14 e a sexta-feira 17 mostra a consolidação da liderança de Aécio Neves (PSDB) sobre a petista Dilma Rousseff no segundo turno da sucessão presidencial. De acordo com o levantamento, o tucano soma 56,4% dos votos válidos, contra 43,6% da presidenta. Uma diferença de 12,8 pontos percentuais, que representa cerca de 19,5 milhões de votos. Se fossem considerados os votos totais, Aécio teria 49,7%; Dilma, 38,4%; e 12% dos eleitores ainda se manifestam indecisos ou dispostos a votar em branco. A pesquisa indica que nessa reta final da disputa os dois candidatos já são bastante conhecidos pelos eleitores. O índice de conhecimento de Dilma é de 94,4% e de Aécio, de 93,3%. “Com os candidatos mais conhecidos, a tendência é a de que o voto fique mais consolidado”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. O levantamento, que ouviu 2.000 eleitores de 24 Estados, revela também a liderança de Aécio Neves quando não é apresentado ao eleitor nenhum candidato. Trata-se da chamada resposta espontânea. Nesse quesito, o tucano foi citado por 48,7% dos entrevistados e a petista, que governa o País desde janeiro de 2011, por 37,8%.
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São Paulo (SP)
No maior colégio eleitoral, o PSDB
prepara uma vitória sem precedentes
Realizada em 136 municípios, a pesquisa ISTOÉ/Sensus também constatou que a campanha petista não conseguiu reduzir o índice de rejeição à candidata Dilma Rousseff. Quase metade do eleitorado, 45,4%, afirma que não admite votar na presidenta de maneira alguma. Com relação ao tucano, segundo o levantamento, a rejeição é de 29,9%. “Isso significa que a margem de crescimento da candidata Dilma é menor do que a de Aécio”, avalia Guedes. Os números mostram, segundo a pesquisa, uma forte migração para o senador tucano dos votos que foram dados a Marina Silva (PSB) no primeiro turno. “Hoje estamos juntos em torno de um programa para mudar o Brasil”, disse Marina na sexta-feira 17, ao se encontrar com Aécio em evento público na zona oeste de São Paulo.
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Contagem (MG)
Petistas tentam evitar crescimento tucano na terra de Aécio
Desde 1989, quando o Brasil voltou a eleger diretamente o presidente da República, é a primeira vez que um candidato que terminou o primeiro turno em segundo lugar começa a última etapa da disputa na liderança. A pesquisa Istoé/Sensus divulgada no sábado 11 já apontava esse movimento, quando revelou que Aécio estava com 52,4% das intenções de voto. Na última semana, os levantamentos que são feitos diariamente pelo comando das duas campanhas também mostraram a liderança de Aécio. É com base nessas consultas que tanto o PT como o PSDB planejam a última semana de campanha. E tudo indica que o tom será cada vez mais quente. No PT há uma divisão. Um grupo sustenta que a campanha deve aumentar o tom dos ataques contra Aécio e outro avalia que a presidenta deva imprimir um ritmo mais propositivo à campanha. O mais provável, no entanto, é que a campanha de Dilma continue a jogar pesado contra o tucano. Segundo Humberto Costa, líder do PT no Senado, o partido vai insistir na tese de que é necessário “desconstruir a candidatura tucana”. “Não basta ficar defendendo nosso governo”, disse o senador na sexta-feira 17. Claro, trata-se de um indicativo de que a campanha de Dilma vai continuar usando do terrorismo eleitoral. “Se deu certo contra Marina, deverá dar certo contra Aécio”, afirmou Costa.
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No QG dos tucanos, a ordem é não deixar nada sem resposta e continuar mostrando ao eleitor os inúmeros casos de corrupção que marcam as gestões petistas, particularmente os quatro anos do governo de Dilma. “Não podemos nos colocar como vítimas. O que precisamos é mostrar nossas propostas, mas em nenhum momento deixar de nos defender com veemência das armações feitas pelos adversários”, disse um dos coordenadores da campanha de Aécio Neves. “Marina tentou apenas fazer a campanha propositiva e acabou atropelada pela máquina de calúnias do PT.” Nessa última semana de campanha, Aécio vai intensificar a agenda em Minas e no Nordeste, principalmente na Bahia, em Pernambuco e no Ceará. Não está descartada a possibilidade de que os nomes de novos ministros venham a ser divulgados pelo candidato.
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UNIDADE
Em nome das mudanças que o País exige, Marina e Aécio
se encontram em São Paulo na sexta-feira 17

Dilma não tem moral para falar em nepotismo: vários de seus cargos públicos ela conseguiu graças ao ex-marido

(Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)
A presidente-candidata, que tanto repete acusações de nepotismo a outros governantes, deve ao ex-marido grande parte de sua carreira pública (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)
DILMA DEVE PELO MENOS 5 CARGOS PÚBLICOS DE SEU CURRÍCULO A PRESSÕES POLÍTICAS DO EX-MARIDO
Livro assinado por dupla de jornalistas relata as pressões exercidas pelo ex-deputado Carlos Araújo para que Dilma fosse aceita em cargos públicos no Rio Grande do Sul.
Post publicado no site Implicante
Dilma Rousseff foi casada com Carlos Franklin Paixão de Araújo de 1969 a 2000. Durante este período, o ex-marido da atual presidente do Brasil chegou a ser um dos políticos mais votados pelo PDT gaúcho, partido o qual participaram ambos da fundação. Graças à influência e ao status do deputado, Dilma conseguiu ser nomeada para ao menos 5 cargos públicos:
- Secretária municipal de Fazenda, em Porto Alegre (1985 a 1988)
- Diretora-geral da Câmara de Vereadores da capital gaúcha (1989)
- Presidente da Fundação de Economia e Estatística, do Rio Grande do Sul (1991 a 1993)
- Secretária estadual de Minas e Energia, no Rio Grande do Sul, no governo Alceu Collares (1993 e 1994)
- Secretária estadual de Minas e Energia, no Rio Grande do Sul, no governo Olívio Dutra (1999 a 2002)
(CLIQUEM NA IMAGEM PARA AMPLIÁ-LA)
(CLIQUEM NA IMAGEM PARA AMPLIÁ-LA)
Detalhes desses movimentos de bastidores podem ser conhecidos no livro O Lado B dos Candidatos, dos jornalistas Chico de Góis e Simone Iglesias, lançado neste ano. No capítulo Matriz ou Filial, por exemplo, é mostrado como a escolha para a Secretaria Municipal da Fazenda de Porto Alegre foi definida numa reunião com o ex-marido da atual presidente do Brasil:
Os eleitores esperavam do trabalhista Alceu Collares grandes medidas. Nos dias que antecederam a posse, o prefeito eleito e Araújo passaram um fim de semana em um hotel no interior do Estado montando o secretariado. No mapa inicial, Dilma seria secretária de Indústria e Comércio, mas acabou assumindo a Secretaria da Fazenda. Viveu, em dois anos e nove meses no cargo um inferno político e administrativo. (grifos nossos)
Ainda no mesmo capítulo, é relatada a entrada de Dilma na Secretaria Estadual de Minas e Energias no governo do mesmo Collares como sendo fruto de forte pressão do então marido, o deputado estadual e líder do governo na assembleia, Carlos Araújo:
Num determinado ponto, Collares se acalmou e propôs um armistício. Percebendo que o problema era Araújo, o governador usou Dilma para tentar conter a fúria do amigo. Sugeriu que ela fosse nomeada para a Secretaria de Minas e Energia, já que quem estava no cargo, Airton Dipp, acabara de se eleger prefeito de Passo Fundo e o partido precisava de alguém para substituí-lo.
“Dilma virou secretária numa guerra campal. De forma natural, não seria indicada, porque já tinha brigado com Neuza na prefeitura, e Neuza só consentiu porque se sentiu ameaçada“, relata Mattos. (grifos nossos)
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Algumas situações chegariam a ser cômicas se não fossem lamentáveis, como quando Dilma, também sob pressão de Araújo, ocupou o cargo de Diretora-Geral da Câmara de Vereadores de Porto Alegre. Foram poucos meses na função pois findou demitida pelo presidente da casa, Valdir Fraga, por constantemente chegar atrasada. “Eu a exonerei porque houve um problema com o relógio de ponto”, disse o vereador.
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DO RICARDO SETTI


Danila Lima
Folha.com

A campanha de Aécio Neves (PSDB) começará a rebater no horário eleitoral os ataques que o candidato tucano tem sofrido na propaganda da presidente Dilma Rousseff (PT).
Comerciais previstos para irem nesta sexta-feira (17) ao ar já evidenciam a mudança de tom. Um ator que vem aparecendo no horário eleitoral do tucano diz que "já que o PT vem apresentando manchetes de jornal para atacar o Aécio, nós também vamos apresentar algumas manchetes sobre o PT".
A propaganda reproduz a lógica usada pelo presidenciável no debate desta quinta-feira, no SBT, uma espécie de "toma lá dá cá" de ofensas.
O ator, então, passa a mostrar diversas manchetes de jornais sobre escândalos do PT. "Tesoureiro recebia propina para o PT, dizem delatores". "Dirceu é condenado a 10 anos e 10 meses e irá para a prisão", diz outro texto. "PT recebia 3% dos contratos da Petrobras, diz ex-diretor".
Quando mostra a última reportagem, o ator pergunta: "Chega, ou quer mais?" e aparece sentado sobre uma imensa pilha de jornais, passando a sensação de que é imenso o volume de denúncias contra o partido de Dilma.