PAZ AMOR E VIDA NA TERRA " De tanto ver triunfar as nulidades, De tanto ver crescer as injustiças, De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto". [Ruy Barbosa]
sábado, 15 de agosto de 2020
Quem cansa não vence a luta
quinta-feira, 13 de agosto de 2020
Dr Ribas Paiva – o candidato conservador em São Paulo
quinta-feira, 13 de agosto de 2020
quarta-feira, 12 de agosto de 2020
A hora (e mais uma vez) do Conservadorismo
quarta-feira, 12 de agosto de 2020
terça-feira, 11 de agosto de 2020
Os amantes do autoritarismo
terça-feira, 11 de agosto de 2020
Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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O exercício da liberdade (responsável) é exceção no Brasil que tem uma expressiva quantidade de gente, principalmente na “zelite” que adora flertar com medidas de exceção ou com o próprio autoritarismo. Por isso sempre existe uma tendência à aprovação de leis e decretos com esdrúxulas ordens autoritárias, em frontal desrespeito ao livre arbítrio das pessoas.
A imposição de censura por regramento nas redes sociais vem com toda força, se não neste ano de eleição municipal, mas no próximo. A não ser que ocorra uma imensa mobilização dos cidadãos, pressionando diretamente os covardes políticos, teremos ditaduras legalizadas pelo legislativo. Os políticos odeiam a liberdade e a transparência quando ambas atrapalham suas negociatas, desmandos e privilégios.
Não foi à toa que mais de um terço do Congresso Nacional tupiniquim já acionou o poder Judiciário para retirar das redes sociais conteúdo que os políticos consideraram ofensivo a eles. Na Câmara dos Deputados, 87% das ações têm como alvos algum blog, site de veículo de comunicação tradicional ou alguma rede social.
Infelizmente, o Judiciário tem tomado decisões esquisitas – ao arrepio da liberdade de expressão e do impedimento de censura prévia - tudo assegurado pela falha Constituição de 1988. Só a pressão legítima dos segmentos esclarecidos da sociedade tem condições de impedir que o arbítrio se configure.
O pandemônio aumentou a força arbitrária dos amantes do autoritarismo. Precisamos de uma “vacina” urgente para conter a expansão da gravíssima “doença”. Perdão, mas o “fascista”, o “genocida” da democracia não é o Jair Bolsonaro – o Presidente que sai do expediente para comer churrasquinho nas ruas de Brasília.
A EXCELENTE PERFORMANCE DO GOVERNO BOLSONARO RESGATA O BRASIL DO ATOLEIRO SECULAR DETONANDO O CONLUIO HISTÓRICO DO ESTABLISHMENT COM OS COMUNISTAS
terça-feira, agosto 11, 2020
Em sua página no Facebook o filósofo e escritor Olavo de Carvalho, resumiu em poucas linhas, que destaco após este prólogo, o ambiente político brasileiro depois que Jair Bolsonaro foi eleito Presidente da República com mais de 57 milhões de votos. Desta feita a velha fórmula do establishment, que contava então com uma penca de candidatos na última eleição presidencial, não surtiu efeito. O povo, pela primeira vez na história da República - e lá se vão 130 anos - foi quem decidiu sozinho a parada. Bolsonaro fez uma campanha franciscana, viajando em avião de carreira na classe econômica, sem marqueteiros e sem verbas fabulosas. Além disso sofreu o atentado a faca que o imobilizou na reta final da campanha.
"O ódio insano que os novos e velhos esquerdistas sentem ao Bolsonaro não se deve a nada de mau que ele tenha feito ao país ou a eles. Justamente ao contrário, deve-se à indignada revolta que sentem ao ver que o atual presidente é mil vezes mais honesto e competente do que todos os falsos ídolos em que essa gente apostou suas esperanças. Essa constatação faz nascer no peito deles a insuportável consciência da miséria sem fim a que reduziram suas vidas e personalidades. Para espantar essa visão dantesca, eles TÊM de liquidar o Bolsonaro.”
Este é portanto o quadro político brasileiro. A observação do quadro político formulada por Olavo de Carvalho é sábia e certeira. A rigor Bolsonaro até aqui só tem feito coisas certas e a mais evidente foi estancar a roubalheira dos cofres públicos, o que bastou para fazer brotar água no semiárido nordestino, executar dezenas de obras rodoviárias e ainda por cima assistir aos mais necessitados com ajuda financeira no enfrentamento da peste chinesa.
A par disso a corrupção e a roubalheira generalizada dos cofres públicos tipificada pelo deletério "petrolão" e gatunagens correlatas que geravam pauta diária para a grande mídia sumiram do noticiário.
Se isto foi um alívio para o povo brasileiro por outro lado transformou-se num inferno para quem de uma forma ou de outra se locupletava com a ladroeira permanente dos cofres públicos.
Esta é a verdade dos fatos. Sem perseguições, sem ameaças e fazendo apenas o que compete ser feito, o Presidente Jair Bolsonaro segue flanando e, como não poderia deixar de ser, com apoio cada vez maior da maioria do povo brasileiro. Nem mesmo a profusão de pragas como pandemia do comunavírus chinês, do ciclone extratropical, do incêndio em florestas e da ameaça de nuvem de gafanhotos, além das intrigas midiáticas diárias foram capazes de impedir a excelente performance do Governo do Presidente Jair Bolsonaro que prossegue sem parar.
Isto
tudo deixa seus oponentes enraivecidos, principalmente a gentalha
esquerdista do Foro de São Paulo e da grande mídia agora despojados dos
caraminguás estatais que os alimentavam à farta sobretudo depois da
farsa da dita Nova República. DO A.AMORIM
segunda-feira, 10 de agosto de 2020
"A Corte que se tornou um monstro", por Ana Paula Henkel
segunda-feira, 10 de agosto de 2020
O que os novos editores do STF pregam não é apenas uma Constituição “viva”, mas uma Carta com 11 cabeças, 22 tentáculos e que se alimenta de lagostas
Qual é o papel adequado de um juiz de uma Suprema Corte? Para o juiz norte-americano Antonin Scalia, um juiz deve apenas aplicar a lei, jamais legislar ou atuar sem ser provocado.
Nomeado pelo quadragésimo presidente norte-americano, Ronald Reagan, Scalia serviu à Suprema Corte dos Estados Unidos de 1986 até pouco antes de sua morte, em 2016, e era considerado um dos pilares jurídicos e intelectuais do originalismo e textualismo na defesa da Constituição dos Estados Unidos.
Ou seja, da doutrina segundo a qual “vale o que está escrito”.
O textualismo, na obviedade do nome, significa que a lei está no texto da própria lei.
Junto com o originalismo, que concede a esse texto o exato significado que ele conduzia no momento em que foi aprovado, a linha de ação de juízes que prezam por essa conduta mostra apenas o mínimo do que um país sério merece de suas cortes: leis não são “organismos vivos” a ser moldados por modismos, pela “voz das ruas” ou por caprichos de juízes.
Scalia era irredutível quanto a isso:
“As palavras têm significado. E seu significado não muda”.
O trabalho e a obra de Antonin Scalia são tão permanentes que até políticos da ala mais progressista do Partido Democrata rendem homenagens ao juiz conhecido por seu tradicionalismo.
Não que eu seja uma expert em direito, mas, diante da atual juristocracia que vivemos no Brasil, a ditadura de togas em que se tem como lei os desejos ensandecidos de quem nunca recebeu um voto, fico imaginando se nossas figuras togadas acadêmico-militantes sabem quem foi Antonin Scalia e o que textualismo significa.
Se ultimamente nem a Constituição parecem conhecer, parece-me pouco provável.
Para os pigmeus morais que ocupam nosso STF, só no grito e no gogó
Infelizmente, não acredito que veremos um intelectual e ministro como Scalia no Brasil, onde juízes intelectuais são joia rara.
Nossas criaturas togadas poderiam ter saído das páginas do O Príncipe, de Maquiavel:
“É desejável ser amado e temido, mas, caso seja necessário escolher apenas um deles, é mais seguro ser temido do que amado, pois as pessoas temem mais ofender quem se faz temer do que quem se faz amar”.
Quem não tem Scalia caça com Toffolis e Alexandres.
Para os pigmeus morais que ocupam nosso STF, só no grito e no gogó.
Gritaria para eles, mordaça para nós. Os meninos mimados que resolveram brincar de democracia agora resolveram brincar de editores da nação.
Segundo Dias Toffoli, a Suprema Corte do Brasil pode editar o que podemos falar, o que podemos publicar, o que podemos ler e ouvir.
O que os novos editores pregam não é apenas uma Constituição “viva”, como Scalia alertava ser uma afronta às engrenagens democráticas, mas uma Carta com 11 cabeças, 22 tentáculos e que se alimenta de lagostas.
A inspiração maquiavélica, no entanto, não é luxo para nosso mostrengo de 11 cabeças.
Marx mantinha as páginas de O Príncipe ao lado da cama, Antonio Gramsci e sua filosofia tão presente na esquerda brasileira são a descrição de Maquiavel, e Napoleão Bonaparte eternizou pensamentos sobre a obra em suas anotações.
Os revolucionários de toga bebendo na fonte dos revolucionários do mundo. Aww.
Emoji de coração.
Como explicar a ação dos editores do STF ao juiz Scalia? “What?”
Depois da edição de nossa Constituição, ao vivo e em cores para todo o Brasil, pelo editor Ricardo Lewandowski no impeachment de Dilma Rousseff, nossos editores capricharam na hora extra.
Já anularam condenações da Lava Jato, já libertaram bandidos, já meteram a colher na cumbuca de assembleias estaduais, já proibiram operações policiais em comunidades, já expediram mandados de busca e apreensão contra aliados do governo, já blindaram opositores do governo contra mandados de busca e apreensão, já cancelaram delações premiadas que colocavam amiguinhos da Corte na lama do parquinho, já soltaram o médico estuprador Roger Abdelmassih, Eike Batista, Sérgio Côrtes, Adriana Anselmo, Anthony Garotinho…
Gilmar Mendes, um dos príncipes maquiavélicos encantados da Corte e que recentemente declarou que o Exército brasileiro está se associando a um genocídio na pandemia, até meados de 2018 havia libertado quase 40 presos da Lava Jato.
Segundo o editor Mendes, muitos desses acusados de crimes graves que envolviam quantidades astronômicas de dinheiro não apresentavam ameaça à sociedade e, por isso, as prisões poderiam ser substituídas por “medidas restritivas menos gravosas”.
Depois veio o inquérito bizarro das fake news do editor Alexandre de Moraes, com capítulo especial à parte para a prisão tirânica de jornalistas que criticaram a Corte e alguns editores.
Moraes mandou bloquear 16 contas de aliados do presidente Jair Bolsonaro no Twitter e 12 perfis do Facebook, violando diretamente o artigo 5º da Constituição Federal — “é livre a manifestação do pensamento” —, com multa diária de R$ 20 mil para as empresas caso não obedecessem imediatamente à sua birra, digo, decreto.
O editor-tiranete da Corte ampliou o alcance do bloqueio das contas para fora do Brasil, baseando-se em um inquérito ilegal, imoral e inconstitucional.
Já pensaram explicar esse processo a uma pessoa da estirpe e da seriedade do juiz Scalia?
“What?”
“Você teria de ser um idiota para acreditar no argumento da ‘flexibilidade’ da Constituição”
“V
Mas nem só de ativismos ideológicos e esperneios midiáticos para a torcida progressista vivem nossos editores maquiavélicos.
Entre interferências em outros poderes, há espaço e tempo para discutir cigarros com sabor, sacolas plásticas para supermercados e demais urgências nacionais desse porte que não envolvam os encrencados com a lei que contam com foro privilegiado.
Esta semana, a brincadeira de nossos supremos companheiros no parquinho da democracia foi a de que a delação premiada do ex-ministro Antonio Palocci não poderá ser usada na ação penal contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Os ministros entenderam que Sergio Moro, então juiz da Lava Jato, agiu de forma ilegal e por motivação política ao anexar a colaboração de Palocci aos autos.
Enquanto Edson Fachin votou por manter a delação do ex-ministro no processo contra o ex-presidente, os editores Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes votaram pela exclusão das provas dessa ação penal.
Entenderam a edição?
Antonin Scalia, um norte jurídico para democratas e republicanos da Suprema Corte da mais sólida democracia do mundo, era muito claro em relação a suas decisões:
“Se você for um juiz bom e fiel, deve se resignar ao fato de que nem sempre gostará das conclusões a que você chega. Se você gosta delas o tempo todo, provavelmente está fazendo algo errado”.
E completa: “Você teria de ser um idiota para acreditar no argumento da ‘flexibilidade’ da Constituição”.
O Brasil sério não precisa de fake news para constatar o supremo vexame quase diário dos editores companheiros do STF. Só as news bastam.
sábado, 8 de agosto de 2020
Simples Assim
sábado, 8 de agosto de 2020
Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Carlos Maurício Mantiqueira
Peço encarecidamente aos meus amáveis leitores que lutem por sua liberdade de expressão e de escolha.
As próximas eleições para prefeitos e vereadores serão decisivas para o nosso futuro e para o do Brasil.
Assim, tomo a ousadia absoluta de fazer as seguintes sugestões:
Investigue a vida dos candidatos; seu passado; sua profissão e sua proposta política.
Não deixe que a preguiça supere o seu dever de escolher o melhor, segundo sua própria avaliação.
Decidido votar em alguém, divulgue ao máximo o seu nome, ainda mais se for a primeira vez que a pessoa se candidata.
A grande mídia podre (televisões, rádios, jornais, etc.) conspiram um PACTO DE SILÊNCIO.
Não será mencionada em momento algum, a candidatura de quem for uma “ameaça” para o crime organizado atualmente nos poderes municipais.
A exiguidade do tempo de campanha e a conivência canalha dos donos das redes sociais irão dificultar em muito que mais eleitores sejam informados da existência de pessoas de bem postulando cargos.
Temos que adotar o “boca à boca” como meio de ação.
Os políticos “profissionais” continuarão a utilizar o “porco a porco” ou quase isso.
Pelo telefone, por videochamadas, por conversas nas longas filas a que os bancos “bonzinhos” estão nos impingindo, conversem e informem.
quinta-feira, 6 de agosto de 2020
Tanque no STF? Só se for para lavar togas
quinta-feira, 6 de agosto de 2020
Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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As narrativas mentirosas (perdão pela redundância) continuam dominando o noticiário político de maneira vergonhosa. Os anjinhos da extrema mídia de canhota se superaram. A versão fantasiosa de golpe militar do Bolsonaro é totalmente patética. Parece o conto de enviar o cabo e o soldado ao Supremo.
Só alguém muito sem noção vai embarcar na ideia de que o chefe do Executivo pensou em enviar militares para destituir os 11 membros do STF, substituindo-os por militares, para restabelecer a autoridade do presidente, que, em sua visão, vinha sendo vilipendiada pela Suprema Corte.
Pura narrativa que não merece crédito. Quem quer dar golpe não fala para o coleguinha general que vai dar golpe. Simplesmente dá o golpe e comunica depois. Como nada aconteceu, é mais uma lenda da esplanada para tentar pintar o Bozo como "fascista". Para com isso...
Mais fácil acreditar na frase de efeito proclamada pela empregada da lavanderia do Palácio da Alvorada - e que não sabemos por que os oráculos da revista Piaui não pescaram no ar:
- Tanque no STF? Só se for para lavar as togas sujas!
Não podemos aceitar o Brasil da Corrupção, do Crime, da impunidade e da Ditatoga. É necessário um choque de honestidade, transparência e correção na condução da coisa pública. Vamos começar a virada a partir da eleição municipal de 15 de novembro.
Que Deus Supremo, aquele real Acima de Todos, permita que STF ão imponha o tratamento via Ozônio Retal contra o Kung Flu. Os brasileiros já cansaram de tomar no covid... Proteja-nos, Presidente!
Enquanto isso, deve ter tucanalha apertadinho, talvez preferindo aderir ao tratamento alternativo contra Covid, com ozônio pela via anal, depois que a Operação Lava Jato mandou prender suspeitos de envolvimento em altíssima corrupção no Estado de São Paulo. Vade retro, Lava Jato!































