sábado, 15 de agosto de 2020

Quem cansa não vence a luta


sábado, 15 de agosto de 2020


 
Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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Coelho não compra carne na sorveteria. Foi estranha a manchete da Folha de S. Paulo: “Bolsonaro tem aprovação recorde; rejeição cai 10 pontos”. O cético Negão da Chatuba indagou: Por que um jornal a serviço da oposição covarde ao Presidente da República, de repente, destaca uma notícia tão favorável ao “inimigo”?
A FSP escreveu no editorial intitulado “Bolsonaro em alta”: “Em que pese o avanço ainda acelerado da Covid 19, que já resultou em mais de 100 mil mortes no País, a imagem do governo melhorou em todas as faixas de renda. Entre os mais pobres, com renda dois salários mínimos, a aprovação agora supera a rejeição (35% a 31%). A reprovação é mais elevada entre os mais ricos e escolarizados, mas caiu na faixa de 52% e 53% em junho para 47% agora”.
Na mesma sexta-feira esquisita – na qual o super Barcelona apanhou de 8 a 2 para o Hiper Bayern -, houve várias manifestações pessimistas dos deuses do mercado financeiro, aparentemente desconsiderando a “boa notícia” sobre a popularidade de Bolsonaro. Circularam, freneticamente, versões de uma colisão entre o Presidente e sua equipe econômica. Falou-se, abertamente, na saída do ministro Paulo Guedes.
Mais grave: a eventual saída de Guedes foi atribuída ao fato de o Presidente, em suas articulações políticas, ter se rendido ao populismo do Centrão. Na versão pessimista que se intensificou, “o governo Bolsonaro teria acabado” porque “desistiu das privatizações” e porque “as reformas não vão acontecer”. A impressão foi acentuada ou justificada com a saída do empresário Sallim Mattar do governo.
O que parece pode não ser verdadeiro. Tem muita narrativa e versão infectando as interpretações mercadológicas. O ministro Paulo Guedes segue tão forte que ganhou uma blindagem judiciária. O desembargador federal Ney Bello suspendeu as investigações contra Paulo Guedes no âmbito da Operação Greenfield – que apura fraudes contra fundos de pensão.
O establishment não derruba (na verdade, preserva) quem tem poder de verdade. Guedes fora perdoado pela Comissão de Valores Mobiliários – a CVM que, em tese é independente, porém é autarquia especial do Ministério da Economia. No tempo em que Guido Mantega foi ministro da Fazenda, nenhuma acusação o incomodou. O petrolão passou e o petista continua livrinho da silva. Nada de anormal no Brasil...  
Guedes não está fraco. Guedes não pretende deixar o Ministério da Economia. Guedes não vai cair. O ministro vai liderar as privatizações e reformas (mesmo que sejam meia-boca, ou aquém do esperado pelo governo e pelo mercado). O governo não acabou. Pelo contrário, conforme o sinal dado pela manchete da folha inimiga, Bolsonaro mantém popularidade e reaglutina forças políticas. Desponta como franco favorito para uma reeleição. Goste ou não goste dele.
Por isso, não é hora para pessimismo. A corrida é longa, de resistência e resiliência. Demanda preparo físico e muita força psicológica. A Turma do Mecanismo segue firme e forte, se reinventando. Bolsonaro se rearticulou politicamente, e os resultados positivos começam a aparecer. Os inimigos e adversários começam a ceder, porque não dá para brigar, por longo prazo, com quem tem a poderosa caneta esferográfica do Diário Oficial. A guerra contra Bolsonaro foi longe demais. Ele não venceu, porém não caiu nos golpes.
Quem cansa não vence a luta. É uma lição básica das artes marciais. O ex-atleta militar Bolsonaro parece incansável. O tempo dirá como terminará a batalha. A luta continua. O luto (causado pelo Kung Flu, e não pelo Presidente), também. Aparentemente, guerras de narrativa não vão tirar Bolsonaro do poder.     

quinta-feira, 13 de agosto de 2020

Dr Ribas Paiva – o candidato conservador em São Paulo


quinta-feira, 13 de agosto de 2020


 
Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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Antônio José Ribas Paiva, advogado e produtor rural, é pré-candidato à Prefeitura de São Paulo pelo Partido Trabalhista Cristão – PTC. Sua vice é a Coronel PM Adriana Ribeiro – mãe e comprometida com o empoderamento da mulher.
Conservador raiz, Dr. Ribas Paiva, inscrito na OAB-SP sob nº 35799, é presidente do NACIONAL CLUB, tradicional clube, localizado no bairro do Pacaembu, destinado ao desenvolvimento sociocultural de São Paulo e do Brasil.
Dr. Ribas Paiva tem como meta DEVOLVER SÃO PAULO PARA O POVO porque, de há muito, a cidade foi usurpada por uma associação criminosa de cartéis com políticos. 
Para quebrar essa oligarquia criminosa, uma novidade institucional: será implantado o CONSELHO CORREICIONAL de São Paulo, composto por eleitores sorteados nos quadros eleitorais. O conselho atuará nas subprefeituras, secretarias e autarquias. 
Estão no projeto do pré-candidato , as hidrovias Tietê e Pinheiros , como novo modal de transportes e turismo, bem como,  o transporte por barcos na Billings e na Guarapiranga. Os melhoramentos urbanos serão estendidos às favelas e à periferia, promovendo-se a regularização fundiária. 
A segurança primária será garantida pelo Guarda Civil Metropolitana que terá efetivo ampliado. 
Os sistemas de saúde e educação serão adequados à riqueza da Capital, que tem orçamento de 69 bilhões de reais. Afora essas providências, o povo será libertado do CONFISCO TRIBUTÁRIO e da INDÚSTRIA DE MULTAS DE TRÂNSITO.
Ribas Paiva adverte: “Radares de trânsito não podem ser taxímetros de políticos corruptos!”
As cobranças abusivas de IPTU serão revistas aos níveis constitucionais de respeito a capacidade contributiva dos cidadãos. 
Essa é a síntese conservadora das propostas para melhorar São Paulo, que como a quarta cidade mais rica do mundo, é solução e não problema.
É importante observar que Ribas Paiva é o único e legítimo candidato de direita a Prefeito de São Paulo e não é político profissional.
Seu objetivo: “Vamos devolver São Paulo para o povo!”

quarta-feira, 12 de agosto de 2020

A hora (e mais uma vez) do Conservadorismo


quarta-feira, 12 de agosto de 2020


 
Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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O Conservadorismo é uma tendência para as próximas eleições no Brasil. Já chegou chegando com a surpreendente vitória de Jair Messias Bolsonaro e Antônio Hamilton Mourão na eleição de 2018. Tende a se fortalecer na eleição municipal de 15 de novembro. Candidatos de centro-direita despontam com melhores chances porque lidam melhor com a realidade, a verdade e a honestidade.
A esquerda desmoralizou a honradez. O socialismo e a social-democracia (versões disfarçadas do Comunismo) governaram por quase quatro décadas, desde a “proclamação” da Nova República de 1985 ou sua Constituição de 1988. Agora, tenta se vender com outro rótulo falsificado: Progressismo de centro-esquerda. Só que o movimento se tornou tão sem consistência que nem consegue ter uma liderança confiável. A canhota sinistra perdeu a credibilidade.
O jogo eleitoral só não ficará tranqüilo. É tenso, dividido, extremo. Por força do gramscismo no processo de ensino e na manifestação midiática, a esquerda jurássica ainda detém de 25% a 30% do eleitorado. A esquerdopatia (ou sinistra canhotice) é uma doença mental que atinge incautos fanáticos. Parece não ter cura. E se a vacina for a do camarada Xi Jinping ou uma dose de cachaça do companheiro $talinácio aí é que ferrou de vez a bagaça.
O Conservadorismo ainda não é hegemônico. É uma tendência em crescimento, porque o brasileiro constatou que o conservadorismo é natural, espontâneo. A esquerdice depende da construção de narrativas artificiais que prometem o céu no meio do inferno. No caminho de mentiras, a doença se agrava quando é afetada pela má gestão combinada com corrupção.
O artificialismo ideológico tenta vender o estelionato do coletivismo. Haja propaganda ideológica em choque constante com o mundo real. Uma hora as pessoas sempre cansam de serem idiotizadas e submetidas a um regime estatal autoritário. Promessas falsas não se sustentam – a não ser na cabeça de malucos. A esquerda é Estadodependente. O conservador só deseja o Estado Necessário.
O conservadorismo nada promete: é natural por si mesmo. Consiste no respeito ao indivíduo, com consciência, liberdade, responsabilidade e valores familiares. O conservadorismo depende da Democracia. Por isso valoriza a Segurança do Direito Natural. O conservador é amigo da Lei e trabalha para cumpri-la e aprimorá-la. Este é o desejo básico da maioria do povo brasileiro. O contingente supera 30% dos eleitores.
O Brasil segue dividido. A disputa continua, com franco favoritismo para o conservadorismo. O progressismo terá de respeitar a conjuntura. Não dá para tentar ganhar o jogo no “tapetão” dos tribunais aparelhados ideologicamente. A esquerdalha tenta o golpe para derrubar Bolsonaro antes do tempo regulamentar previsto. Mas a armação não cola e, efeito contrário, Bolsonaro se fortalece.
O jogo segue bruto. A esquerdice desfalece e o conservadorismo se fortalece. Por isso, o conservador não pode assumir a caricata faceta radicalóide. Precisa se manter em equilíbrio emocional, para vencer a canhotice na razão natural. Apoiador de Bolsonaro não tem direito de dar ataque de faniquito, e nem pode jogar precioso tempo fora batendo boca com esquerdopata nas redes sociais. O foco necessário é promover a agenda positiva conservadora. O resto é teatro de horrores.




terça-feira, 11 de agosto de 2020

Os amantes do autoritarismo

 

terça-feira, 11 de agosto de 2020

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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O exercício da liberdade (responsável) é exceção no Brasil que tem uma expressiva quantidade de gente, principalmente na “zelite” que adora flertar com medidas de exceção ou com o próprio autoritarismo. Por isso sempre existe uma tendência à aprovação de leis e decretos com esdrúxulas ordens autoritárias, em frontal desrespeito ao livre arbítrio das pessoas.

A imposição de censura por regramento nas redes sociais vem com toda força, se não neste ano de eleição municipal, mas no próximo. A não ser que ocorra uma imensa mobilização dos cidadãos, pressionando diretamente os covardes políticos, teremos ditaduras legalizadas pelo legislativo. Os políticos odeiam a liberdade e a transparência quando ambas atrapalham suas negociatas, desmandos e privilégios.

Não foi à toa que mais de um terço do Congresso Nacional tupiniquim já acionou o poder Judiciário para retirar das redes sociais conteúdo que os políticos consideraram ofensivo a eles. Na Câmara dos Deputados, 87% das ações têm como alvos algum blog, site de veículo de comunicação tradicional ou alguma rede social.

Infelizmente, o Judiciário tem tomado decisões esquisitas – ao arrepio da liberdade de expressão e do impedimento de censura prévia - tudo assegurado pela falha Constituição de 1988. Só a pressão legítima dos segmentos esclarecidos da sociedade tem condições de impedir que o arbítrio se configure.

O pandemônio aumentou a força arbitrária dos amantes do autoritarismo. Precisamos de uma “vacina” urgente para conter a expansão da gravíssima “doença”. Perdão, mas o “fascista”, o “genocida” da democracia não é o Jair Bolsonaro – o Presidente que sai do expediente para comer churrasquinho nas ruas de Brasília.


A EXCELENTE PERFORMANCE DO GOVERNO BOLSONARO RESGATA O BRASIL DO ATOLEIRO SECULAR DETONANDO O CONLUIO HISTÓRICO DO ESTABLISHMENT COM OS COMUNISTAS


terça-feira, agosto 11, 2020

Em sua página no Facebook o filósofo e escritor Olavo de Carvalho, resumiu em poucas linhas, que destaco após este prólogo, o ambiente político brasileiro depois que Jair Bolsonaro foi eleito Presidente da República com mais de 57 milhões de votos. Desta feita a velha fórmula do establishment, que contava então com uma penca de candidatos na última eleição presidencial, não surtiu efeito. O povo, pela primeira vez na história da República - e lá se vão 130 anos - foi quem decidiu sozinho a parada. Bolsonaro fez uma campanha franciscana, viajando em avião de carreira na classe econômica, sem marqueteiros e sem verbas fabulosas. Além disso sofreu o atentado a faca que o imobilizou na reta final da campanha.

Em decorrência disso é que se tem esse ambiente político que leva à loucura o establishment e seus operadores, sobretudo a grande mídia e toda a esquerda, que pela primeira vez na história política nacional foram todos para o vinagre. Olavo de Carvalho em poucas linhas resume o momento político brasileiro explicando o desalento e o ódio destilado pelos esquerdistas:


"O ódio insano que os novos e velhos esquerdistas sentem ao Bolsonaro não se deve a nada de mau que ele tenha feito ao país ou a eles. Justamente ao contrário, deve-se à indignada revolta que sentem ao ver que o atual presidente é mil vezes mais honesto e competente do que todos os falsos ídolos em que essa gente apostou suas esperanças. Essa constatação faz nascer no peito deles a insuportável consciência da miséria sem fim a que reduziram suas vidas e personalidades. Para espantar essa visão dantesca, eles TÊM de liquidar o Bolsonaro.”


Este é portanto o quadro político brasileiro. A observação do quadro político formulada por Olavo de Carvalho é sábia e certeira. A rigor Bolsonaro até aqui só tem feito coisas certas e a mais evidente foi estancar a roubalheira dos cofres públicos, o que bastou para fazer brotar água no semiárido nordestino, executar dezenas de obras rodoviárias e ainda por cima assistir aos mais necessitados com ajuda financeira no enfrentamento da peste chinesa.


A par disso a corrupção e a roubalheira generalizada dos cofres públicos tipificada pelo deletério "petrolão" e gatunagens correlatas que geravam pauta diária para a grande mídia sumiram do noticiário.


Se isto foi um alívio para o povo brasileiro por outro lado transformou-se num inferno para quem de uma forma ou de outra se locupletava com a ladroeira permanente dos cofres públicos.


Esta é a verdade dos fatos. Sem perseguições, sem ameaças e fazendo apenas o que compete ser feito, o Presidente Jair Bolsonaro segue flanando e, como não poderia deixar de ser, com apoio cada vez maior da maioria do povo brasileiro. Nem mesmo a profusão de pragas como pandemia do comunavírus chinês, do ciclone extratropical, do incêndio em florestas e da ameaça de nuvem de gafanhotos, além das intrigas midiáticas diárias foram capazes de impedir a excelente performance do Governo do Presidente Jair Bolsonaro que prossegue sem parar.


Isto tudo deixa seus oponentes enraivecidos, principalmente a gentalha esquerdista do Foro de São Paulo e da grande mídia agora despojados dos caraminguás estatais que os alimentavam à farta sobretudo depois da farsa da dita Nova República. DO A.AMORIM


segunda-feira, 10 de agosto de 2020

"A Corte que se tornou um monstro", por Ana Paula Henkel

 

segunda-feira, 10 de agosto de 2020

 O que os novos editores do STF pregam não é apenas uma Constituição “viva”, mas uma Carta com 11 cabeças, 22 tentáculos e que se alimenta de lagostas

Qual é o papel adequado de um juiz de uma Suprema Corte? Para o juiz norte-americano Antonin Scalia, um juiz deve apenas aplicar a lei, jamais legislar ou atuar sem ser provocado. 

Nomeado pelo quadragésimo presidente norte-americano, Ronald Reagan, Scalia serviu à Suprema Corte dos Estados Unidos de 1986 até pouco antes de sua morte, em 2016, e era considerado um dos pilares jurídicos e intelectuais do originalismo e textualismo na defesa da Constituição dos Estados Unidos. 

Ou seja, da doutrina segundo a qual “vale o que está escrito”.

O textualismo, na obviedade do nome, significa que a lei está no texto da própria lei. 

Junto com o originalismo, que concede a esse texto o exato significado que ele conduzia no momento em que foi aprovado, a linha de ação de juízes que prezam por essa conduta mostra apenas o mínimo do que um país sério merece de suas cortes: leis não são “organismos vivos” a ser moldados por modismos, pela “voz das ruas” ou por caprichos de juízes. 

Scalia era irredutível quanto a isso: 

“As palavras têm significado. E seu significado não muda”. 

O trabalho e a obra de Antonin Scalia são tão permanentes que até políticos da ala mais progressista do Partido Democrata rendem homenagens ao juiz conhecido por seu tradicionalismo.

Não que eu seja uma expert em direito, mas, diante da atual juristocracia que vivemos no Brasil, a ditadura de togas em que se tem como lei os desejos ensandecidos de quem nunca recebeu um voto, fico imaginando se nossas figuras togadas acadêmico-militantes sabem quem foi Antonin Scalia e o que textualismo significa. 

Se ultimamente nem a Constituição parecem conhecer, parece-me pouco provável.

Para os pigmeus morais que ocupam nosso STF, só no grito e no gogó


Infelizmente, não acredito que veremos um intelectual e ministro como Scalia no Brasil, onde juízes intelectuais são joia rara. 

Nossas criaturas togadas poderiam ter saído das páginas do O Príncipe, de Maquiavel: 

“É desejável ser amado e temido, mas, caso seja necessário escolher apenas um deles, é mais seguro ser temido do que amado, pois as pessoas temem mais ofender quem se faz temer do que quem se faz amar”. 

Quem não tem Scalia caça com Toffolis e Alexandres. 

Para os pigmeus morais que ocupam nosso STF, só no grito e no gogó.

Gritaria para eles, mordaça para nós. Os meninos mimados que resolveram brincar de democracia agora resolveram brincar de editores da nação. 

Segundo Dias Toffoli, a Suprema Corte do Brasil pode editar o que podemos falar, o que podemos publicar, o que podemos ler e ouvir. 

O que os novos editores pregam não é apenas uma Constituição “viva”, como Scalia alertava ser uma afronta às engrenagens democráticas, mas uma Carta com 11 cabeças, 22 tentáculos e que se alimenta de lagostas.

A inspiração maquiavélica, no entanto, não é luxo para nosso mostrengo de 11 cabeças. 

Marx mantinha as páginas de O Príncipe ao lado da cama, Antonio Gramsci e sua filosofia tão presente na esquerda brasileira são a descrição de Maquiavel, e Napoleão Bonaparte eternizou pensamentos sobre a obra em suas anotações. 

Os revolucionários de toga bebendo na fonte dos revolucionários do mundo. Aww. 

Emoji de coração.

Como explicar a ação dos editores do STF ao juiz Scalia? “What?”


Depois da edição de nossa Constituição, ao vivo e em cores para todo o Brasil, pelo editor Ricardo Lewandowski no impeachment de Dilma Rousseff, nossos editores capricharam na hora extra. 

Já anularam condenações da Lava Jato, já libertaram bandidos, já meteram a colher na cumbuca de assembleias estaduais, já proibiram operações policiais em comunidades, já expediram mandados de busca e apreensão contra aliados do governo, já blindaram opositores do governo contra mandados de busca e apreensão, já cancelaram delações premiadas que colocavam amiguinhos da Corte na lama do parquinho, já soltaram o médico estuprador Roger Abdelmassih, Eike Batista, Sérgio Côrtes, Adriana Anselmo, Anthony Garotinho…

Gilmar Mendes, um dos príncipes maquiavélicos encantados da Corte e que recentemente declarou que o Exército brasileiro está se associando a um genocídio na pandemia, até meados de 2018 havia libertado quase 40 presos da Lava Jato. 

Segundo o editor Mendes, muitos desses acusados de crimes graves que envolviam quantidades astronômicas de dinheiro não apresentavam ameaça à sociedade e, por isso, as prisões poderiam ser substituídas por “medidas restritivas menos gravosas”.

Depois veio o inquérito bizarro das fake news do editor Alexandre de Moraes, com capítulo especial à parte para a prisão tirânica de jornalistas que criticaram a Corte e alguns editores. 

Moraes mandou bloquear 16 contas de aliados do presidente Jair Bolsonaro no Twitter e 12 perfis do Facebook, violando diretamente o artigo 5º da Constituição Federal — “é livre a manifestação do pensamento” —, com multa diária de R$ 20 mil para as empresas caso não obedecessem imediatamente à sua birra, digo, decreto. 

O editor-tiranete da Corte ampliou o alcance do bloqueio das contas para fora do Brasil, baseando-se em um inquérito ilegal, imoral e inconstitucional. 

Já pensaram explicar esse processo a uma pessoa da estirpe e da seriedade do juiz Scalia? 

“What?”

“Você teria de ser um idiota para acreditar no argumento da ‘flexibilidade’ da Constituição”

“V

Mas nem só de ativismos ideológicos e esperneios midiáticos para a torcida progressista vivem nossos editores maquiavélicos. 

Entre interferências em outros poderes, há espaço e tempo para discutir cigarros com sabor, sacolas plásticas para supermercados e demais urgências nacionais desse porte que não envolvam os encrencados com a lei que contam com foro privilegiado.

Esta semana, a brincadeira de nossos supremos companheiros no parquinho da democracia foi a de que a delação premiada do ex-ministro Antonio Palocci não poderá ser usada na ação penal contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

Os ministros entenderam que Sergio Moro, então juiz da Lava Jato, agiu de forma ilegal e por motivação política ao anexar a colaboração de Palocci aos autos. 

Enquanto Edson Fachin votou por manter a delação do ex-ministro no processo contra o ex-presidente, os editores Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes votaram pela exclusão das provas dessa ação penal. 

Entenderam a edição?

Antonin Scalia, um norte jurídico para democratas e republicanos da Suprema Corte da mais sólida democracia do mundo, era muito claro em relação a suas decisões: 

“Se você for um juiz bom e fiel, deve se resignar ao fato de que nem sempre gostará das conclusões a que você chega. Se você gosta delas o tempo todo, provavelmente está fazendo algo errado”. 

E completa: “Você teria de ser um idiota para acreditar no argumento da ‘flexibilidade’ da Constituição”.

O Brasil sério não precisa de fake news para constatar o supremo vexame quase diário dos editores companheiros do STF. Só as news bastam.

sábado, 8 de agosto de 2020

Simples Assim

 

sábado, 8 de agosto de 2020

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Carlos Maurício Mantiqueira

Peço encarecidamente aos meus amáveis leitores que lutem por sua liberdade de expressão e de escolha.

As próximas eleições para prefeitos e vereadores serão decisivas para o nosso futuro e para o do Brasil.

Assim, tomo a ousadia absoluta de fazer as seguintes sugestões:

 

Investigue a vida dos candidatos; seu passado; sua profissão e sua proposta política.

Não deixe que a preguiça supere o seu dever de escolher o melhor, segundo sua própria avaliação.

Decidido votar em alguém, divulgue ao máximo o seu nome, ainda mais se for a primeira vez que a pessoa se candidata.

A grande mídia podre (televisões, rádios, jornais, etc.) conspiram um PACTO DE SILÊNCIO.

Não será mencionada em momento algum, a candidatura de quem for uma “ameaça” para o crime organizado atualmente nos poderes municipais.

A exiguidade do tempo de campanha e a conivência canalha dos donos das redes sociais irão dificultar em muito que mais eleitores sejam informados da existência de pessoas de bem postulando cargos.

Temos que adotar o “boca à boca” como meio de ação.

Os políticos “profissionais” continuarão a utilizar o “porco a porco” ou quase isso.

Pelo telefone, por videochamadas, por conversas nas longas filas a que os bancos “bonzinhos” estão nos impingindo, conversem e informem.





quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Tanque no STF? Só se for para lavar togas

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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As narrativas mentirosas (perdão pela redundância) continuam dominando o noticiário político de maneira vergonhosa. Os anjinhos da extrema mídia de canhota se superaram. A versão fantasiosa de golpe militar do Bolsonaro é totalmente patética. Parece o conto de enviar o cabo e o soldado ao Supremo.

Só alguém muito sem noção vai embarcar na ideia de que o chefe do Executivo pensou em enviar militares para destituir os 11 membros do STF, substituindo-os por militares, para restabelecer a autoridade do presidente, que, em sua visão, vinha sendo vilipendiada pela Suprema Corte.

Pura narrativa que não merece crédito. Quem quer dar golpe não fala para o coleguinha general que vai dar golpe. Simplesmente dá o golpe e comunica depois. Como nada aconteceu, é mais uma lenda da esplanada para tentar pintar o Bozo como "fascista". Para com isso...

Mais fácil acreditar na frase de efeito proclamada pela empregada da lavanderia do Palácio da Alvorada - e que não sabemos por que os oráculos da revista Piaui não pescaram no ar:

- Tanque no STF? Só se for para lavar as togas sujas!

Não podemos aceitar o Brasil da Corrupção, do Crime, da impunidade e da Ditatoga. É necessário um choque de honestidade, transparência e correção na condução da coisa pública. Vamos começar a virada a partir da eleição municipal de 15 de novembro.

Que Deus Supremo, aquele real Acima de Todos, permita que STF ão imponha o tratamento via Ozônio Retal contra o Kung Flu. Os brasileiros já cansaram de tomar no covid... Proteja-nos, Presidente!

Enquanto isso, deve ter tucanalha apertadinho, talvez preferindo aderir ao tratamento alternativo contra Covid, com ozônio pela via anal, depois que a Operação Lava Jato mandou prender suspeitos de envolvimento em altíssima corrupção no Estado de São Paulo. Vade retro, Lava Jato!

domingo, 2 de agosto de 2020

Equilíbrio emocional derrota a Ditatoga


domingo, 2 de agosto de 2020


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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Não tem a menor chance de se tornar realidade o “Plano do Cebolinha” que tem a pretensão de caçar a chapa vencedora da eleição presidencial de 2018. Os derrotados armam o golpe, fazem muito barulho, mas eles mesmos sabem que a sabotagem tem pouco chance de prosperar. Os canalhas só insistem com a narrativa para produzir desgaste. Mas os tiros têm saído pela culatra, pois a popularidade do Presidente Jair Bolsonaro sobe, em vez de cair.
O fenômeno tem explicações. Na percepção da maioria da população, Bolsonaro é infinitamente melhor (ou menos pior) que seus antecessores. A tendência política, no mundo, é a favor do conservadorismo, mesmo que o progressismo siga fazendo o barulho (e os estragos) de sempre. Além disso, no Brasil, temos a perspectiva econômica muito boa. E a percepção foi ainda mais turbinada pelo “lockdown do pandemônio” (que piorou tudo, facilitando o desejo e a perspectiva de melhora).
Os “editores da sociedade” tentam, mas a sabotagem real não acontece como os golpistas desejam. A extrema mídia, outrora amestrada por verbas oficiais, só demonstra sua faceta abestada. O ataque sistemático ao Presidente Bolsonaro o transforma em “vítima”. O eleitorado enxerga e constata que ele dá umas “mitadas” de vez em quando. Só que nenhuma vacilada dele é carimbada como um gesto de desonestidade, de corrupção ou até de suposto abuso de poder (para um cara que a mídia e os inimigos classificaram, falsamente, como “fascista”, “genocida” e por aí vai). Tudo narrativa...
A tendência tem sido bem definida: Bolsonaro parece massa de bolo: quanto mais se bate nele, mais ele cresce. A canalhice da oposição burra e perdida serve de fermento para o “bolsonarismo”. O aspecto nem tão positivo é que os ataques covardes a Bolsonaro só ampliam o radicalismo e o extremismo vigente há algumas décadas na sociedade brasileira. Isto dificulta qualquer trabalho de união nacional. Nada de anormal, pois a Turma do Mecanismo trabalha para o caos que mantém a sobrevida do establishment.    
A canalhada faz a parte dela. Por isso, os conservadores não podem dar mole. Devem fugir de polêmicas inúteis, baseadas em guerras de narrativas, que só beneficiam os inimigos pretensamente progressistas. A esquerda desmoralizou a honradez: mentiu, corrompeu, mal geriu, se fragilizou e acabou retirada do poder pelo voto. Não voltará tão cedo ao status de hegemonia, porque a tendência conservadora já está consolidada. Portanto, não vale a pena bater boca com idiota, maluco ou canalha. O negócio é reafirmar uma agenda conservadora positiva, sem cair na armadilha radical/extremista.
O equilíbrio emocional funciona como kriptonita para a canhota canalha. Os esquerdopatas só operam bem na base da ignorância, da truculência e da narrativa fantasiosa. Quem quiser derrotá-los, facilmente, é só praticar o comportamento inverso. Os seguidores mais fanáticos do Presidente Bolsonaro vão aprendendo isto devagarzinho. A fúria dos inimigos tem colaborado para a mudança de percepção e atuação.
O momento é de resistência, resiliência e muita fé que a guinada conservadora vai se ampliar e trazer benefícios para a maioria dos cidadãos de bem. Os apoiadores sinceros do governo Jair Bolsonaro – que desejam e apostam na melhora política e econômica do Brasil – precisam manter a sanidade, a seriedade e a serenidade. O conselho mais útil é não embarcar no discurso de ódio, porque a polarização beneficia os infratores, opositores e criminosos.
Os canalhas vão se destruindo pela autofagia. A “Gestapo” está se matando. A Turma do Mecanismo começa a se matar, em meio à guerra institucional de todos contra todos. Os conservadores precisam persistir e demonstrar o comportamento errado ou criminoso dos “poderosos de plantão”. Os inimigos da Democracia não resistem à verdade. Por isso, fabricam narrativas e interpretações falsamente legais para calar os conservadores. Perderão o jogo, brevemente.
Resumindo: Segura a onda, galera conservadora! A narrativa é golpista. Só que não há clima, nem razão legal objetiva para justificar o golpe. A boa perspectiva econômica consolida Bolsonaro. É só manter uma razoável articulação política com o Congresso nacional. Nada de espalhar ódio inutilmente. O segredo é Agenda Positiva. A esquerdalha alopra. A Ditatoga agoniza. Os “editores da sociedade” acabarão forçados pela realidade a mudar a “linha editorial”. Nec plus ultra!

sábado, 1 de agosto de 2020

Deus vai cuidar dos censores!


sexta-feira, 31 de julho de 2020


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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O pandemônio do Kung Flu só será contido pelo ritmo da natureza, até que se tenha uma vacina eficaz. Enquanto isso, a economia terá de ser retomada pelo livre esforço dos empreendedores. A gente torce, inutilmente, para que os Mecanismos estatais não atrapalhem, nem sabotem. Mas não adianta: a maioria dos políticos não ajuda. Pior, atrapalha, sabota. Felizmente, alguns somem, já que não somam...
Uma hora o ex-Presidente reaparece nas redes sociais, sobretudo no Twitter. Talvez esteja muito ocupado, se divertindo, namorando ou curtindo a vida boa em Paris. Uma hora ele vem com um encantador artigo, defendendo o indefensável: a "onestidade" do tucanalhas. José Serra e Geraldo Alckmin, denunciados por corrupção, aguardam sua palavra de solidariedade. Abandonar os amigos em tempos de dificuldades é traição.
Enquanto isso, o Ministro Luís Roberto Barroso disse que tem mais medo da mediocridade do que do autoritarismoPois a coisa é bem mais grave: o Brasil vive tempos de mediocridade, autoritarismo, injustiça, impunidade, corrupção, covardia e extremismos burros. O fato grave é que membros da Corte Suprema do Brasil, colegas do Barroso, têm contribuído para o caos institucional. O STF “editor da sociedade” e “interpretador” da Constituição vilã de 1988 transformou-se em um problema.
Além do STF interventor, todos os radicalóides atrapalham. É burrice tática perseguir e difamar o Filipe Neto. O garotão é um ídolo progressista. Sem vivência para falar de política. Merece ser criticado por isso. Mas agredi-lo o transforma em vítima e, pelo prestígio que já tem, em super herói. Nada disso agrega à causa conservadora.
O senador Lasier Martins detona: “O STF abriu inquérito para investigar ataques ao próprio tribunal. É vítima, acusação e juiz do processo. Também fomos avisados de que o Supremo é o editor do Brasil, para evitar que circulem opiniões ‘erradas’. Estão exorbitando de suas funções. Isso é a suprema desmoralização”.
Uma magistrada crítica dos atos de abuso de poder no Judiciário, a juíza Ludmila Lins Grilo, traz uma boa novidade: “O livro O inquérito do fim do mundo trará artigos técnicos de vários juristas brasileiros, que analisarão o inquérito do STF à luz do Direito pátrio. O prefácio será de um grande escritor, com uma brilhante exposição sobre semelhantes processos da União Soviética de Stálin”.
O jogo bruto é de poder. O STF mostra quem segue mandando. Por Ordem suprema, o Twitter tirou do ar as contas abertas no exterior pelos censurados no inquérito secreto. Se isso não é ditatoga, nada é. A extrema mídia acha bonitinho. Até o dia em que ela for censurada pelo establishment.
Esquisito. Comentário meu “apagou” numa rede social? Sem problema. Eu repeti: O General Antônio Hamilton Mourão está certo ao criticar modus operandi do Mecanismo contra o governo Jair Bolsonaro. A jogada é manjada: Um parlamentar ou partido de oposição aciona o STF. E a Corte Suprema intervém em ato do Poder Executivo. Isso é Ditatoga!

Nem o Ato Institucional 5, de 1968, seria tão eficaz para praticar censura institucional como ocorre atualmente. A Constituição de 1988 e a jurisprudência do STF estão rasgadas pelo ato de censura cometido pelo ministro Alexandre de Moraes. Isto precisa ser denunciado internacionalmente.
Tenho nojo da censura. Canso de ser vítima dela, inclusive da econômica, que tenta impedir meu livre exercício do jornalismo desde 1983. Não me calarei. A internet nasceu para ser livre. Eu pratico a liberdade responsável. Censores, a Justiça de Deus será implacável com vocês. Nec plus ultra!


quarta-feira, 29 de julho de 2020

Bolsonaro contra as tropelias do Dr Alexandre

quarta-feira, 29 de julho de 2020

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Percival Puggina
O presidente da República surpreendeu a todos ao ingressar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade, pedindo liminar, contra a ordem de cancelamento, pelas redes sociais, dos perfis de 16 cidadãos brasileiros. A determinação foi expedida pelo ministro do STF Alexandre de Moraes, no âmbito do conhecido “inquérito do fim do mundo”.
O extenso arrazoado é uma oportuna aula sobre as liberdades públicas, que aparentemente foi gazeteada pelo ministro em seu curso de Direito. Na longa história dos povos rumo ao constitucionalismo e à democracia, o Estado não foi concebido para servir a si mesmo, nem para proporcionar intangibilidade e veneração cívica sem limites a quem nele exerce poder. Antes, as liberdades cívicas evoluíram dessa condição original para seu oposto. Hoje, todas as nações democráticas se percebem integradas a estados nacionais em que o estado existe para assegurar os direitos e liberdades de seus cidadãos.
Foi saudável saber que o presidente, vendo atropelados direitos que os cidadãos brasileiros prezam, tomou a iniciativa de apelar aos colegas do ministro. Fez bem ao lembrá-lo de que nossa Constituição – e ela como tantas outras – não cria liberdades públicas. A liberdade é inerente à natureza humana. A Constituição simplesmente reconhece que essas liberdades são meros adjetivos de uma mesma e única liberdade, que é aviltada quando suprimida sem muito justa causa definida em lei. E é ela, a lei, que vai assegurar a legitimidade de qualquer coação.
Estas linhas registram minha alegria por ver o presidente defender, pelo modo certo, um bem de imenso valor, expressando respeito a algo que vem sendo vilipendiado por assomos autoritários e totalitários de um colegiado jurídico, poder de Estado, que se extraviou do bom serviço e perturba a nação. Como afirma a ADI presidencial, modernamente, cortar de alguém o acesso às redes sociais é o mesmo que lhe tomar a voz.
Percival Puggina (75), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor.