sábado, 18 de maio de 2019

OS CANALHAS CÚMPLICES DOS COMUNISTAS SE UNEM PARA BOICOTAR AS REFORMAS PROPOSTAS PELO GOVERNO DO PRESIDENTE JAIR BOLSONARO

sexta-feira, maio 17, 2019

O nível de canalhice da grande mídia brasileira cúmplice dos predadores do Brasil está aos olhos de todos os brasileiros. Os que fingem desconhecer a sórdida armação contra o Governo do Presidente Jair Bolsonaro são também cúmplices desse crime de lesa-Pátria.

Em sua página do Facebook na manhã desta sexta-feira uma postagem do Presidente Jair Bolsonaro resume o estado calamitoso das contas públicas herança direta dos governos comunistas do PT, PSDB, MDB. E se sabe que sem as reformas propostas pelo Governo Bolsonaro o Brasil irremediavelmente se transformará numa nova Venezuela.

Diz o Presidente:

- Há somente dois caminhos para evitar contingenciamento de gastos: ou imprime dinheiro e gera inflação, ou comete-se crime de responsabilidade fiscal. Quem finge não entender essa lógica age como um abutre, aguardando ansiosamente pelo mal do Brasil para então se alimentar dele.

- Temos trabalhado de modo a conter esses problemas, que são herança dos rombos causados pelo desgoverno do PT, e manter, na medida do possível, a destinação dos recursos para áreas essenciais, mesmo com pouco dinheiro em caixa, mas existe uma realidade e não podemos extrapolá-la.

- Nosso presente serve para mostrar quão grave são as consequências de um governo socialista, populista e completamente corrupto. Não há responsabilidade com o futuro do Brasil, mas apenas com seus propósitos ideológicos. A conta sempre chega e os efeitos são sentidos por anos.

- Dilma cortou 10 bilhões da Educação e doou 50 bilhões para países amigos (algumas ditaduras).

- Quem participou dessa última manifestação e não tinha conhecimento disso, eu lamento, mas foram usados como massa de manobra pelo bando do "Lula livre", conclui o Presidente Bolsonaro.

A seguir o Presidente Bolsonaro faz a postagem de vídeo contendo uma denúncia do então Senador Ronaldo Caiado atualmente Governador do Estado de Goiás, que resume tudo. Ou seja: a aventura comunista capitaneada pelo PT, com o apoio do MDB e do PSDB e mais uma miríade de legendas de aluguel, levou o Brasil literalmente à falência pela criminosa transferência de bilhões de reais dos cofres públicos para alimentar o esquema do Foro de São Paulo, a organização comunista fundada por Lula e Fidel Castro.

Aliás, o Foro de São Paulo continua operando normalmente em todo o continente latino-americano conforme se pode verificar em seu site oficial na internet. DO A.AMORIM

quinta-feira, 16 de maio de 2019

PF cumprirá prisão de Dirceu em Brasília

O TRF-4 já expediu ofício para a 13ª Vara Federal no Paraná com a comunicação do acórdão para cumprimento imediado da prisão de José Dirceu.
A Polícia Federal em Brasília aguarda a expedição do mandado.





O juiz Luiz Antonio Bonat, da 13ª Vara Federal no Paraná, acaba de expedir o mandado de prisão de José Dirceu.
Bonat concedeu ao ex-ministro a chance de se entregar à Polícia Federal em Curitiba até as 16h desta sexta-feira.
Mais cedo, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que julga os processos da Lava Jato em segunda instância, confirmou a condenação do ex-ministro a 8 anos e 10 meses.
O Antagonista+: você co

TRF4 manda prender Vaccari, Fernando Baiano e o amigo de Lula, José Carlos Bumlai


O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), Porto Alegre, mandou o juiz federal Antonio Bonat, Curitiba, prender imediatamente o líder petista João Vaccari Neto.
A ordem de prisão também alcança o amigo carnal de Lula, José Carlos Bumlai.
Fernando Baiano, operador do MDB, que cumpre pena com tornozeleira eletrônica,também teve decretada a prisão. DO P.BRAGA

A UNIÃO DO 'ESTABLISHMENT' COM OS COMUNISTAS TENTA EM VÃO INCENDIAR O BRASIL PRODUZINDO CENAS BIZARRAS E CRIMINOSAS.

quinta-feira, maio 16, 2019

Nesta postagem um inventário em vídeo logo abaixo do youtuber Bernardo Küster abordando as das ditas "manifestações" de ontem (quarta-feira) organizadas pelos comunistas que há muitos anos fincaram suas garras sobre o sistema educacional brasileiro. 

Dentre a profusão de cartazes de protestos onde aparecem erros grosseiros de gramática, o que nos leva a crer que os estudantes que e têm o mínimo de educação, que levam a sérios os estudos e são dotados de razoável inteligência não estavam nessas manifestações.

Mas dentre as cenas apresentadas no vídeo há uma que merece especial atenção. Fiz o print que está em destaque acima. Trata-se, como se pode ver, de uma ameaça de morte do Presidente Jair Bolsonaro. Um manifestante porta um cartaz com o desenho simulando a degola do Presidente Jair Bolsonaro e no dístico num trocadilho criminoso como o mote das manifestações, ou seja, o que qualificam de "corte" nas verbas da educação. 

Em postagem aqui no blog há um vídeo com o Ministro da Educação, Abraham Weintraub que explica tudo. Não há nenhum corte de verbas para a educação, mas tão somente o que é designado pelo termo "contingenciamento", ou seja, alguma diminuição pontual de no máximo 3,5% em determinadas áreas de forma a buscar um equilíbrio nas contas públicas que estão em estado caótico e completamente desorganizadas, herança dos governos comunistas que levaram o Brasil a esse estado de falência total. 

Mas no que tange ao cartaz que sugere a degola do Presidente Bolsonaro se verifica um ato criminoso, ainda mais pelo fato de que no dia 6 de setembro do ano passado, quando era carregado nos braços dos eleitores em passeata na cidade de Juiz de Fora (MG), o então candidato presidencial Jair Bolsonaro sofreu um atentado à faca e escapou da morte por pouco. Tanto é que ficou hospitalizado durante todo o período final da campanha eleitoral.

Enfim, o que se está vendo ocorrer no Brasil desde a posse do Presidente Jair Bolsonaro não são apenas manifestações da oposição, mas algazarras toscas, estúpidas e criminosas mas que, no entanto, desfrutam do apoio midiático. A grande mídia inteira se transformou numa mega assessoria de comunicação do movimento comunista cuja meta precípua é alimentar um golpe de Estado para derrubar o Presidente Jair Bolsonaro legitimamente eleito com quase 60 milhões de votos, um recorde na história das eleições presidenciais.

A verdade é que o establishment, esse conluio de mega empresários com comunistas, políticos, mídia, empresas de atuação no mercado, rentistas, oportunistas, doleiros e tutti quanti, que sempre ditaram as regras do jogo e de repente se vêem despojados desse poder! Afinal, desde o golpe da Proclamação da República eles vêm dilapidando os cofres públicos, controlando o sistema político e econômico num perene exercício do deletério patrimonialismo, o garrote vil que impede historicamente o desenvolvimento do Brasil.

Portanto, o imponderável aconteceu. Jair Bolsonaro foi levado à Presidência da República com o aval de quase 60 milhões de eleitores que anuíram in totum às suas propostas de viés conservador nos costumes e liberais na economia. Por isso estão inconformados e insuflam uma tonelada de ignorantes massa de manobra dos comunistas para promover as arruaças que ocorreram nesta quarta-feira, um troço no mínimo bizarro. Uma turba de ignorantes portando cartazes com erros crassos de português e até mesmo sugerindo a  degola do Presidente Jair Bolsonaro!, o que se configura como instigação ao assassinato.DO A.AMORIM

Uma ‘jogada de mestre’ para a escolha do próximo PGR


Depois que Jair Bolsonaro antecipou em um ano e meio a indicação de Sergio Moro para o Supremo, levantou dentro do Ministério Público a hipótese de que o presidente também anuncie de antemão o nome do próximo procurador-geral da República, que assume em setembro.
“Seria uma jogada de mestre”, diz um integrante da PGR a O Antagonista.
A hipótese agrada sobretudo aos que temem que a disputa política pelo cargo leve a uma troca de farpas que se torne pública e visível fora da instituição.
Se Bolsonaro realmente prescindir da lista tríplice, como já sinalizou, uma antecipação permitiria que o escolhido ganhe tempo para organizar a nova gestão e conquistar a confiança dos pares.

Manifestantes são ‘baderneiros’ e ‘fumadores de maconha’, dizem aliados de Bolsonaro

Integrantes do PSL endossaram as críticas de Jair Bolsonaro aos protestos em todo o país contra o contingenciamento de verbas na educação, informa o Valor.
“Por que querem parar? Hoje é feriado? O que acontece é que as pessoas não estão acostumadas com as palavras firmes e duras do presidente. As pessoas são manipuladas, é uma minoria”, disse Delegado Waldir, o líder do PSL na Câmara.
“Quantas pessoas foram para rua? Quem foi? Foram aqueles fumadores de maconha, aqueles baderneiros”, acrescentou o deputado goiano.
Joice Hasselmann, a líder do governo no Congresso, afirmou que o presidente “nunca compactuou com esse tipo de manifestação ideológica, barulhenta e com muito pouca produtividade”.
“Não tem como fazer diálogo com gente que está na rua gritando, esperneando, xingando o governo. Isso não é diálogo, é baderna”, declarou a deputada.

MINISTRO DA EDUCAÇÃO ABRAHAM WEINTRAUBE EXPLICA TUDO O QUE O JORNALISMO CHULÉ DA GRANDE MÍDIA DISTORCE DE FORMA VERGONHOSA!



quinta-feira, maio 16, 2019


REPAREM QUAL É A CHAMADA DESTE VÍDEO DA JOVEM PAN: "MINISTRO DA EDUCAÇÃO MOSTRA HIPOCRISIA..." AS ASPAS QUEREM DIZER O QUÊ? SE HÁ ALGO MAIS TEM DE SER ESCRITO. É POR ESTAS E OUTRAS QUE A GRANDE MÍDIA JÁ PERDEU TODA A CREDIBILIDADE. E FICA PIOR AINDA QUANDO JORNALISTAS TENTAM SE APRESENTAR COMO 'IMPARCIAIS'. ORA, PARA TANTO, TÊM DE SER APENAS IMPARCIAIS!, NÃO É MESMO?

O Ministro da Educação Abraham Weintraub concedeu uma entrevista ao programa Pingo nos Is da Rádio Jovem Pan que vale a pena ser vista. Está aí acima na íntegra.

Quem quiser saber a verdade sobre o que está de fato sendo feito pelo Governo do Presidente Jair Bolsonaro no que tange ao contingenciamento nas universidades federais, que não é corte da verba total, mas  uma diminuição de cerca de 3,5% em determinadas áreas tendo em vista o equilíbrio das contas públicas, tem de ver e escutar com atenção este vídeo.

O conteúdo deste vídeo não é apenas de análises e interpretações de jornalistas, mas as colocações diretas do próprio Ministro da Educação.

As coisas estão mais ou menos assim: Se o Presidente Jair Bolsonaro decidisse passar a mão na cabeça dos comunistas, incluindo-se aí coroadas personalidades do establishment e exercitasse o toma lá, dá cá junto aos parlamentares do Congresso Nacional, seria acusado de estar fazendo mais do mesmo. Se trata com seriedade as contas públicas e tenta evitar que o Brasil se transforme numa Venezuela é acusado de fraco e incompetente.

É isto que está posto. E não são apenas os grandalhões do establishment que controlam a grande mídia e seus asseclas que causam essa desgraça. Há uma enorme fatia da dita classe média alta constituída por altos funcionários públicos nos níveis federal, estadual e municipal que também conspiram contra o Governo Bolsonaro. Sim, porque querem manter suas mamatas!

Essa gente por diversas razões e interesses variados e que sempre viveu de benesses estatais alia-se à malta que tenta solapar as medidas de austeridade e que são impostergáveis tomadas pelo Presidente Bolsonaro. 

A verdade é que a maioria dos brasileiros não aguenta mais esses desgraçados arrogantes de todos os matizes que se impõem como donos do Brasil.

E o Presidente Bolsonaro, bem como seu Ministro da Educação, estão fazendo a coisa certa. Estava na hora de passar a limpo toda essa história. DO A.AMORIM

TRF4, Porto Alegre, já está com os recursos do caso de Atibaia, que condenou Lula a 12 anos e 11 meses de cadeia


Os recursos dos advogados de defesa e do MPF no processo que condenou o prisioneiro por corrupção e lavagem de dinheiro Lula da Silva a 12 anos e 11 meses pela propina que lhe permitiu comprar e reformar  o sítio de Atibaia, finalmente chegou ao TRF-4, Porto Alegre.
De acordo com jurisprudência atual do STF, condenado em segunda instância pode ser preso, e conforme a Súmula 112 do TRF4, ele será inevitavelmente preso.
Lula terá cumprido 1/6 da pena em setembro e com isto terá direito a progresso de pena (prisão domiciliar), mas se até lá o TRF4 julgar os recursos relativos a Atibaia e confirmar a nova sentença (12 anos e 11 meses), o líder das esquerdas brasileiras continuará mofando na cadeia.DO P.BRAGA

Idiotas “trazerão” o caos para Bolsonaro?

quinta-feira, 16 de maio de 2019


 Analfabetismo político e linguístico
no ato contra o Presidente Bolsonaro
Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Em meio a uma guerra ideológica, a verdade pode até libertar a consciência, porém corre o risco de beneficiar o lado errado. Em seu estilo sincero, emocional, sangue nos olhos, o Presidente Jair Bolsonaro não pensou nas conseqüências de chamar um bando de inimigos ideológicos de “idiotas úteis”. Resultado: o comentário conseguiu mobilizar, em São Paulo e no Rio de Janeiro, uma multidão que misturava servidores públicos, estudantes universitários e militantes profissionais do MST & afins.


As manifestações foram turbinadas com o apoio institucional e ampla divulgação da Rede Globo. Supostamente, o objetivo foi uma “greve geral em defesa da Educação”. Só que as atitudes, no evento, comprovaram outras intenções de pura politicagem. Havia bandeiras de sindicatos, faixas de partido de extrema-canhota, camisetas e bandeiras que destacavam “Lula Livre”. A retórica era Não à aprovação da reforma da Previdência, Não á privatização de estatais... Educação? Muito pouco... Vide a desastrosa agressão à lingua portuguesa na foto acima.

Novamente, Bolsonaro errou na estratégia do discurso. Jogou gasolina em um fogo que seria facilmente apagado. Em um momento altamente crítico da vida nacional, com a persistência da crise econômica, o Presidente jamais pode raciocinar com o fígado ou o intestino.

Massa na rua é prenúncio de problemas... Ainda mais se a equipe econômica não implantar medidas imediatas para solução da crise. Ainda mais se o Congresso não liberar o crédito orçamentário suplementar suplicado pelo ministro da Economia... O governo (na figura do Presidente) continua cometendo erros primários de comunicação. A extrema mídia reforça a visão de que Bolnaro é o Guedes não tomam as medidas ao alcance para destravar o caos...

Resumindo: Bolsonaro começa perdendo a guerra cultural, ao final do primeiro semestre de governo... Por enquanto, assiste-se ao triunfo dos idiotas. Bolsonaro indica que não está preparado para lidar com eles...

Bolsonaro precisaria seguir o conselho de Calipso, que o sábio grego Aristóteles reproduziu em suas notas sobre Ética ao filho Nicômaco:
“Naus, afastem-se do nevoeiro e do turbilhão”.

Bolsonaro não pode dar mole... Não pode continuar fazendo oposição a si mesmo. Ou, então, os idiotas e os canalhas (como conjuga na faixa a estudante) “trazerão” problemas para a governabilidade.

O Alerta Total insiste na única saída possível: Agenda positiva e com data para ser realizada, principalmente na economia. Depender, totalmente, do Congresso para aprovar as melhorias é uma aposta perigosa e incerta.



terça-feira, 14 de maio de 2019

À sombra do martelo de Moro


terça-feira, 14 de maio de 2019

Ao contar que nomeará ministro da Justiça para primeira vaga que abrir no STF, talvez só daqui a um ano e meio, Bolsonaro está na certa pensando mais no presente do que no futuro. Artigo de José Nêumanne, publicado pelo Estadão:
Venho falando há tempo, mas não fico rouco.

Os ataques à Operação Lava Jato continuam. Desta vez tiraram o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) da alçada de Sergio Moro, o que é considerado inconstitucional pelos juízes. Em comentário, feito na sexta-feira 10 de maio, cantei a pedra e não deu outra: seu pacote anticrime e anticorrupção foi sabotado e o presidente Jair Bolsonaro viu, impotente, assustados, suspeitos, denunciados, processados. condenados e seus representantes e representados no Congresso tirarem o Coaf do Ministério da Justiça e voltar para o da Economia.
Mudando de assunto, mas sobre o mesmo tema, o ataque à Lava Jato: no meu artigo do dia 25 de março, Maia atira na reforma, mas mira na Lava Jato, alertei para mais um golpe contra a Lava Jato: a restrição de dez anos para três do prazo para a cobrança de indenizações. Esse julgamento está sendo realizado no Superior Tribunal de Justiça (STJ) desde 20 de março e voltará na semana que vem. O relator, ministro Benedito Gonçalves, concluiu que o prazo para indenizações deve ser limitado a menos de um terço, três meros aninhos. Isso causa muita estranheza, para não usar palavras mais fortes, pois a redução de prescrição é contra entendimento já consolidado pelo STJ. E mais: os bastidores desse julgamento revelam manobras nada republicanas. Só que com a Lava Jato tentando avançar no Judiciário, é melhor esses ministros porem suas barbas de molho. E nós, ó, lupa neles!

Moro só tem um jeito melhor do que ir ao Congresso, ou frequentar comissões parlamentares de inquérito, que é tratar direto com o patrão: o cidadão. Não se sabe se o ex-comandante da Lava Jato sabe disso, mas tudo indica que o chefe dele sabe. Tanto sabe que correu depressinha para avisar ao distinto público que manterá sua palavra e nomeará o ainda subordinado para um cargo em outro Poder, o Judiciário – no caso, o Supremo Tribunal Federal (STF). Essas histórias – do destino do Coaf e das votações do STJ – têm implicações que devem ser descritas aqui, tintim por tintim. Vamos a elas.

Quando Bolsonaro ganhou a eleição presidencial, entregou dois superministérios a profissionais que nada tinham que ver com sua atuação em 30 anos de política, quais sejam, o economista Paulo Guedes e o magistrado Sergio Moro. Desde que começou na política publicando um texto na revista Veja que poderia comprometer seu futuro como oficial no Exército, o capitão foi para a reserva e partiu para a política com um discurso que mais tinha que ver com sua carreira militar do que propriamente com as teses clássicas comungadas pelo integralismo de Plínio Salgado ou o desenvolvimentismo do regime autoritário tecnocrático-militar proclamado em 1964 e endurecido em 1968.

Isso permitia que, como parlamentar, apoiasse algumas ideias dos partidos de extrema esquerda, alinhados com o PT de Lula. Chegou a elogiar, em entrevista ao Estado, o compadre do ex-petista Hugo Chávez. O alinhamento não era automático, é claro. Quando Lula propôs uma reforma da Previdência, ele ficou contra, mais sintonizado com ideias como a de negar o rombo provocado pela má gestão das aposentadorias e pensões e exigir do governo a cobrança das imensas dívidas de grandes empresas para salvar o sistema do caos financeiro. O então deputado do baixo clero não foi contaminado pela corrupção, adotada como método gerencial e forma de enriquecimento pessoal pelo PT, por seus aliados (incluindo o então PMDB de Temer) e até seus pretensos adversários (como o PSDB). Por isso, foi escolhido para a Presidência da República pela maioria dos cidadãos aptos a votar, superando os chefões das máquinas partidárias que achavam que tinham garantido a sucessão presidencial.

Na campanha ele fez sua primeira grande autocrítica ao fazer do economista Paulo Guedes, que chamou de “posto Ipiranga”, referindo-se à campanha publicitária de sucesso da marca de derivados de petróleo. O conservador em costumes passou, então, a empunhar a bandeira da economia liberal. Juntamente com o discípulo dos economistas da Escola de Chicago, ele, ainda no palanque, aderiu à pregação da necessidade da reforma da Previdência como fórmula para resolver o imbróglio das contas públicas e, assim, poder destravar a economia, afundada no lamaçal da corrupção e da ineficiência nas quatro gestões reduzidas a três e meia pelo impeachment de Dilma. Mesmo nunca tendo manifestado grande entusiasmo pela plataforma, ao menos em teoria mudou da água para o vinho em matéria de estabilidade econômica e austeridade fiscal.

Outro ministro que ele tirou do bolso do colete para fortalecer a sua popularidade até o decisivo segundo turno e, depois do resultado final, para compor o primeiro escalão foi o ex-juiz Sergio Moro, sagrado herói nacional por haver comandado a Operação Lava Jato. Pode-se dizer que Moro competia com ele em matéria de popularidade e poderia até ter sido um concorrente à Presidência da República com possibilidade de vitória. O capitão reformado do Exército e ex-deputado federal, porém, o convidou para assumir um superministério, o da Justiça, com a inclusão da Segurança Pública e da inteligência financeira, para servirem de base ao pacote anticrime e anticorrupção, plano capital do ex-titular da 13.ª Vara Federal de Criminal, em Curitiba. Afinal, Moro assinou as condenações mais simbólicas da Lava Jato: a do empreiteiro Marcelo Odebrecht, da fina-flor da burguesia nacional, e a do ex-presidente da República mais popular do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva. Com esses trunfos em seu currículo, o superministro passou a figurar como um reforço político de peso para evitar que o barco do novo governo soçobrasse. Só que um entrave que poderia ter sido previsto verteu água no chope da vitória da dupla que parecia inflexível.

Era preciso combinar com os russos, como Garrincha advertiu a seu Vicente Feola antes do jogo do Brasil contra a União Soviética no Mundial de 1958. No fim, a seleção canarinha venceu os soviéticos e terminou campeã do mundo. No torneio cotidiano da Praça dos Três Poderes o buraco é mais embaixo, como reza o ditado popular.

Assim que tomou posse, Bolsonaro mandou para o Congresso a Medida Provisória n.º 870/19, reduzindo o total de pastas ministeriais e remanejando os órgãos de maneira a satisfazer aos dois mais importantes ministros: o da recuperação da economia e o do combate à corrupção e ao crime organizado. Mas a matemática institucional do Legislativo e a prática partidária não refletiram a mesma maioria da eleição presidencial. Os assustados, suspeitos, denunciados, processados e condenados das duas cumbucas do Congresso Nacional se reuniram para salgar o doce de Moro e Bolsonaro. E contaram com a ajuda de palacianos, como o chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, com seus aliados do DEM Rodrigo Maia, presidente da Câmara, e Davi Alcolumbre, do Senado. Também não lhes tem faltado o líder do Senado no governo, Fernando Bezerra Coelho, autor do “jabuti” que Moro tem mais dificuldade de engolir do que a saída do Coaf de seu alcance: a proibição da colaboração de auditores da Receita com procuradores em investigações de crimes de colarinho-branco.

Da mesma forma que o Congresso massacrou rapidamente as 10 Medidas Contra a Corrupção, da Lava Jato, na legislatura anterior, desta vez, sob a regência do Centrão velho de guerra, os inimigos (todos secretos e discretos) de Moro massacraram o herói popular sem dó nem medo de serem felizes. A Bolsonaro restou, em entrevista à Rádio Bandeirantes, dizer que cumpriria o compromisso de levar seu ministro para o Supremo Tribunal Federal (STF). Quis afagar o subordinado para evitar uma súbita defecção? Quis mostrar aos temerosos do martelo de seu parceiro que ainda dispõe de tinta no tinteiro e chumbo nas impressoras do Diário Oficial? A um ano e meio da aposentadoria de Celso de Mello, por completar, então, a idade-limite de 75 anos, o anúncio precoce levou o anunciado favorito a refugar. “Foi uma honra, mas não havia compromisso nenhum”, disse Moro, em resumo. A resposta às perguntas deve ser as duas numa só. A única lei que nunca muda na política, velha, nova ou real, é esta: quem pode mais chora menos. E, como dizia o síndico Tim Maia, quem não dança balança a criança. DO O.TAMBOSI

Exclusivo: Rodrigo Maia na delação do dono da Gol


Henrique Constantino, dono da Gol, disse em sua delação ter pago propina a Rodrigo Maia por meio da Abear (Associação Brasileira de Empresas Aéreas).
A informação está no anexo 7 do acordo de colaboração premiada. Além de Maia, também são citados como beneficiários Romero Jucá, Vicente Cândido, Ciro Nogueira, além de Marco Maia, Edinho Araújo, Otávio Leite, Bruno Araújo e outros.
O “benefício financeiro”, segundo ele, teria relação com a aprovação da abertura do capital das companhias aéreas a estrangeiros.

Os grampos do operador do PT

O doleiro da Odebrecht, Álvaro Novis, gravou 74 chamadas do operador do PT, William Ali Chaim, para combinar o pagamento de propinas.
Isso mesmo: 74.
Só entre 2014 e 2015.
Diz o Estadão, que reproduziu as chamadas que foram entregues à Lava Jato:
“Segundo registros da transportadora de valores que entregava os pacotes de dinheiro nos imóveis, Chaim recebeu ao menos R$ 22 milhões em um período de oito meses.
A maior parte dos pagamentos ocorreu em um flat em Moema, zona sul paulistana, e teria como destinatário o casal João Santana e Mônica Moura, e o publicitário Valdemir Garreta, todos marqueteiros de campanhas petistas.
 Nos áudios, Chaim conversa com Márcio Freira do Amaral e Edimar Moreira Dantas, funcionários do doleiro Álvaro José Novis responsáveis por agendar por telefone as entregas de dinheiro com os intermediários indicados pelos políticos e agentes públicos que ficariam com o dinheiro.
Segundo Mônica Moura, Chaim foi indicado para receber o dinheiro em seu nome pelo ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, que está preso pela Lava Jato em Curitiba, e ficava com cerca de 3% dos pagamentos como comissão.”
O PT ainda não foi extinto?

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Juízes apontam inconstitucionalidade na votação que tirou Coaf de Moro

segunda-feira, 13 de maio de 2019


Resultado de imagem para Coaf

O Antagonista

A União Nacional dos Juízes Federais do Brasil, que representa magistrados de primeira instância da Justiça Federal, apontou inconstitucionalidade na votação da comissão especial da Câmara que transferiu o Coaf do Ministério da Justiça de volta para a Economia.


Citou o artigo 84 da Constituição, que dá ao presidente da República poder exclusivo para dispor sobre a organização e funcionamento da administração federal, quando não houver aumento de despesas.

“O deslocamento do Coaf para o Ministério da Justiça já foi realizado e produz efeitos válidos e previstos na Constituição da República em razão do Decreto Presidencial 9.663 de 1º de Janeiro de 2019, que aprova o novo estatuto do COAF, não cabendo ao Congresso Nacional sua revogação, alteração ou modificação, pois o referido decreto não se insere no processo legislativo, prevalecendo a independência do Poder Executivo para atos de gestão.”

13.05.19

Supremo adia pela 5ª vez julgamento de denúncia contra quadrilhão do PP


Há mais de um mês, o Supremo vem adiando a decisão que poderá tornar réus por organização criminosa os deputados Aguinaldo Ribeiro, Arthur Lira e Eduardo da Fonte e o senador Ciro Nogueira, todos do PP.
O julgamento foi marcado inicialmente para o dia 9 de abril e já foi remarcado quatro vezes. Na última sexta (10), o relator, Edson Fachin, adiou novamente: passou de amanhã, dia 14, para 21 de maio.
Atendeu a pedido de Ciro Nogueira e, no despacho, sequer expôs o motivo do novo adiamento.

Fernando Bezerra no “banco dos doleiros”

Os arquivos armazenados dentro do “banco dos doleiros” revelado por Crusoé poderão auxiliar a PF de Alagoas na investigação sobre o pagamento de propina da Odebrecht para o líder do governo no Congresso, o senador Fernando Bezerra Coelho, do MDB de Pernambuco.
Leia aqui a reportagem de Fabio Serapião.

Assassinatos caem 24% no primeiro trimestre

O Brasil teve uma queda de 24% nas mortes violentas no primeiro trimestre deste ano.
Um levantamento do G1, que se baseia em dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal, mostra que o país teve 3,2 mil mortes violentas a menos do que no primeiro trimestre de 2018.