sexta-feira, 10 de maio de 2019

Ah, esses "garantistas". UMA OVA...OS DEFENSORES DE CORRUPTOS...

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Quando a lei existe para proteger o crime, escreve J. R. Guzzo em sua coluna  na Veja da próxima semana ("Garantistas"), defender a lei é defender o criminoso:

Você sabe o que é um “garantista”? É muito provável que já tenha ouvido falar, pois a Justiça, as leis e o Código Penal passaram a ser conversa de botequim no Brasil desde que a Operação Lava-Jato começou a incomodar a sério um tipo de gente que jamais tinha sido incomodado na vida. Cinco minutos depois de ficar claro que o camburão da polícia podia, sim senhor, levar para o xadrez empreiteiros de obras públicas, gigantes da alta ou baixa política e milionários viciados em construir fortunas com o uso do Tesouro Nacional, já estava formada uma esquadra completa de cidadãos subitamente preocupados com a aplicação da lei nos seus detalhes mais extremos — ou melhor, a aplicação daquelas partes da lei que tratam dos direitos dos acusados da prática de crimes. É essa turma, justamente, que passou a se apresentar como “garantista”. Sua missão, segundo dizem, é trabalhar para que seja garantido o direito de defesa dos réus até os últimos milímetros. Seu princípio essencial é o seguinte: todo réu é inocente enquanto negar que é culpado.

Essa paixão pela soberania da lei, que chegou ao seu esplendor máximo com os processos e as condenações do ex-presidente Lula, provavelmente nunca teria aparecido se o direito de defesa a ser garantido fosse o dos residentes no presídio de Pedrinhas, ou em outros resorts do nosso sistema penitenciário. Esses aí podem ir, como sempre foram, para o diabo que os carregue. Mas a criminalidade no Brasil subiu dramaticamente de classe social quando a Justiça Federal, a partir da 13ª Vara Criminal do Paraná, resolveu que corrupto também estava sujeito às punições do Código Penal. O código dizia que corrupção era crime, claro, mas só dizia — o importante, mesmo, era o que não estava dito. Você sabe muito bem o que não estava dito: que corrupção é crime privativo da classe “A” para cima, e, como gente que vive nessas alturas nunca pode ir para a cadeia, ficavam liberadas na vida real as mil e uma modalidades de roubar o Erário que a imaginação criadora dos nossos magnatas vem desenvolvendo desde que Tomé de Souza entrou em seu gabinete de trabalho, em 1549.
Outra classe, outra lei. Descobriu-se, desde que o Japonês da Federal apareceu para levar o primeiro ladrão top de linha da Petrobras, que no Brasil o direito de defesa deveria estar acima de qualquer outra consideração. Quem defende um corrupto, na visão do “garantismo”, deve ter mais direitos do que quem o acusa. Não se trata, é óbvio, de ficar dizendo que a acusação é obrigada a provar que o réu cometeu o crime. Ou que todo mundo é inocente “até prova em contrário”. Ou que ninguém é culpado enquanto estiver recorrendo da sentença. Ou que é proibido linchar o réu, ou dar à opinião pública o direito de condenar pessoas — e outras coisas que vêm sendo repetidas há mais de 200 anos. Nada disso está em dúvida. O que se discute, no atual combate à corrupção, é outra coisa: é a ideia automática, em nome do direito de defesa, de usar a lei para desrespeitar a lei. É compreensível que os criminosos se sirvam das leis para adquirir o direito de praticar crimes sem punição? Quando fica assim, não se pode conseguir nada melhor, realmente, em matéria de tornar a lei uma ficção inútil.

Existe, naturalmente, muita gente que tem uma argumentação honesta, inteligente e sensata em favor do direito de defesa — uma garantia essencial para proteger o cidadão da injustiça e das violências da autoridade pública. Mas é claro que o problema não está aí. O problema começa quando essas garantias da lei passam a ser usadas como incentivo ao crime. O mandamento supremo dos “garantistas” determina que é indispensável fazer a “defesa absoluta da lei”. Não importa quais venham a ser as consequências de sua aplicação; o que está escrito tem de ser obedecido. Mas quem realmente ameaça a lei, em primeiro lugar, é o crime, e não quem quer punir o criminoso. Quando a lei, na realidade prática, existe para proteger o crime, pois foi escrita com esse objetivo, defender a lei passa a ser defender o criminoso. Vêm daí, e de nenhum outro lugar, a quantidade abusiva de recursos em favor do acusado, a litigância de má-fé e a elevação da chicana, ou seja, da sacanagem aberta, ao nível de “advocacia”.
“Garantista” em guerra contra a Lava-Jato, em português claro, é quem joga esse jogo. Seu foco mais ativo são os escritórios de advocacia milionários que se especializam na defesa de corruptos. Seus anjos preferidos são os tribunais superiores. O mais valioso deles é a banda podre do STF. DO O.TAMBOSI

MANIPULANDO O CONGRESSO NACIONAL O 'ESTABLISHMENT' E OS COMUNISTAS TENTAM CRIAR UMA CRISE PARA EMPAREDAR O PRESIDENTE BOLSONARO E IMPEDIR AS REFORMAS

sexta-feira, maio 10, 2019

Dando uma zapeada pelos sites da extrema-imprensa na manhã desta sexta-feira chega-se à conclusão que o establishment, o ajuntamento criminoso que conspira contra o Brasil e o povo brasileiro desde o movimento do golpe da República em 1889, resolveu partir para o tudo ou nada contra o Governo do Presidente Jair Bolsonaro. Sem falar no fato de que seus principais operadores, os jornalistas da grande mídia, cunharam há um bom tempo designativo para esse grupo que sempre se moveu nas sombras próximas ao núcleo do poder estatal: centrão.

O tal "centrão" é tão centrista no que tange à política que nunca se abalou com a ascensão ao poder dos comunistas. Aliás, nada melhor para essa gente do dito 'centrão" que um governo esquerdista apoiado por toda a grande mídia garantindo o controle da opinião pública. Na vizinha Venezuela o 'centrão' também existe. Na época do coronel do Exército Hugo Chávez, o 'centrão' era qualificado como 'boliburgueses", ou seja, burgueses bolivarianos, empresários, banqueiros, e assemelhados que viram na ditadura chavista uma boa forma de pilhar os cofres estatais. Deu no que deu, a destruição completa daquele país.

Guardada as devidas proporções é o mesmo que ocorreu no Brasil. Os mega empresários brasileiros foram os aliados de primeira hora de Lula e seus sequazes. Inclusive transitavam alegres dentro do Palácio do Planalto participando daquelas reuniões do dito "conselhão".

O epílogo dessas tramoias que unem centrões e boliburgueses com os comunistas é sempre igual: destruição completa do país onde ocorre esse conluio. Haja vista para um fato evidenciado quando se consumou o fim da ex-URSS - União das Repúblicas Socialistas. Começaram a circular no Ocidente, principalmente na Europa, os tais "milionários" russos. E os menos avisados se perguntavam: mas como pode milionários russos se a Rússia era comunista? E o que dizer dos atuais milionários chineses da China comunista da atualidade?

O caso brasileiro repete de forma absolutamente igual, ou seja, o conluio de empresários, banqueiros e os ditos "operadores do mercado" com os comunistas. Mas como os brasileiros são muito "criativos", o ajuntamento de milionários com os comunistas é denominado "centrão".

Mas o que causa espécie à maioria do povo brasileiro é o atual protagonismo político dos militares que durante a dita "revolução de 1964" e, principalmente depois que entregaram o poder aos civis, foram alvo de uma campanha difamatória sistemática, especialmente pelos jornalistas da grande mídia.

Mas, como se diz, o mundo dá voltas! Com a ascensão de Jair Bolsonaro à Presidência da República, um capitão do Exército reformado, os militares retornaram ao poder. Vários oficiais reformados ocupam cargos ministeriais e o próprio Vice-Presidente de Bolsonaro é o general da reserva Hamilton Mourão, enquanto outros militares estão em postos chave do Governo.

Desta feita, porém, esses militares fustigados no passado pela grande mídia agora, de repente, passaram a ser os queridinhos dos jornalistas. E este é um baita mistério!

E isso está evidenciado pelo comportamento midiático. O foco de todos os ataques dos jornalistas é contra o Presidente Jair Bolsonaro. Tanto é que nesta sexta-feira a capa da revista IstoÉ ridiculariza o filósofo, escritor e jornalista Olavo de Carvalho.

Em contrapartida publica uma reportagem tocando o pau no Presidente Jair Bolsonaro e elogiando os militares, afirmando que "enquanto o governo patina no desenvolvimento de projetos e segue desarticulado no Congresso para a aceleração das reformas, a caserna trabalha sem alarde e faz a diferença".

Tamanho cinismo nunca vi em meus 48 anos de jornalismo! Principalmente pela a afirmação dessa revista que acusa o Presidente Jair Bolsonaro de desarticulação no Congresso, quando se sabe que "desarticulação" é um eufemismo muito conveniente para esconder a verdade: o achaque, o toma-lá dá-cá vergonhoso que impera desde sempre no Congresso Nacional! Uma vergonha, um crime que tem de ser combatido.

Aliás, está no pacote de propostas do Presidente Jair Bolsonaro de não se submeter ao toma lá-dá-cá. Resta saber qual será a reação dos militares e dos quase 60 milhões de eleitores que levaram Jair Bolsonaro à Presidência da República e daqueles grupos ruidosos que defendiam uma "intervenção militar" e que sumiram do mapa. DO A.AMORIM

“Só no Brasil preso por corrupção indulta presos por corrupção

Só no Brasil

”, diz Josias de Souza.
Ele se refere ao indulto de Michel Temer, que foi corroborado pelo STF na mesma hora em que ele se entregava à polícia.
“O Brasil tornou-se um país esquisito, no qual um preso por corrupção, réu em seis ações criminais, vira benfeitor de larápios com o beneplácito da Suprema Corte. Espanto! O preso assiste à confirmação de um decreto que assinou com o propósito deliberado de perdoar 80% das penas e 100% das multas impostas aos mais variados tipos de criminosos (…).
O Supremo não se constrange em referendar a extensão do indulto aos condenados por peculato, concussão, corrupção passiva, corrupção ativa, tráfico de influência, fraudes contra o sistema financeiro, lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa.”

Bolsonaro engole sapos

Jair Bolsonaro reuniu-se com a bancada do PSL ontem à noite, como antecipamos.
Segundo o Valor, “o presidente lamentou ter cedido às pressões de partidos do Centrão para desmembrar o Ministério do Desenvolvimento Regional (…). Bolsonaro lembrou que aceitou recriar as pastas porque teria a garantia de que o Coaf ficaria sob o comando de Sergio Moro.”
E mais:
“Durante a conversa, Bolsonaro ‘abriu o jogo’ e lamentou estar ‘engolindo sapo por se ver obrigado a aceitar indicações de partidos’ para a composição da Esplanada dos Ministérios.” SÓ ACEITA SE QUISER MEU PRESIDENTE...VC TEM A FORÇA DO POVO...

Bolsonaro diz esperar que plenário reverta decisão que tirou Coaf da Justiça

quinta-feira, 9 de maio de 2019


Órgão combate lavagem de dinheiro, e comissão do Congresso decidiu transferir Coaf para Ministério da Economia.

Plenário da Câmara ainda analisará tema e, depois, o do Senado.

Parlamentares impõem derrota a Moro e devolvem Coaf para Economia

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (9) esperar que os plenários da Câmara e do Senado revertam a decisão de uma comissão do Congresso que retirou o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Justiça.


Mais cedo, nesta quinta, a comissão mista responsável por analisar a medida provisória (MP) da reforma administrativa decidiu transferir o órgão para o Ministério da Economia.

A decisão não está em vigor. Isso porque, a partir de agora, caberá ao plenário da Câmara analisar o tema. O texto a ser aprovado será enviado para o Senado e, posteriormente, para sanção presidencial.

"Hoje, em comissão especial que analisa a MP sobre reestruturação do governo, uma das medidas tomadas pela comissão, que falta ser referendada pelo plenário, o que pode não acontecer, estão pegando o Coaf e levando do Ministério da Justiça, do Sergio Moro, e mandando lá para o Ministério da Economia, do Paulo Guedes", afirmou Bolsonaro.

"A gente espera que o plenário da Câmara e do Senado mantenha o Coaf lá no Ministério da Justiça porque é uma ferramenta muito forte na mão do nosso ministro Sergio Moro para combater a lavagem de dinheiro, a corrupção e entre outras medidas", acrescentou.

Se eventualmente Bolsonaro vetar algum trecho do texto aprovado pelo Congresso, os parlamentares terão de decidir, em seguida, se mantêm ou derrubam o veto.

De acordo com o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, Bolsonaro não vê "derrota" com a mudança do Coaf por considerar que foi uma "decisão soberana do Congresso".
Comissão aprova a volta do Coaf para o Ministério da Economia

Ao comentar nesta quinta-feira a decisão da comissão, o ministro da Justiça, Sérgio Moro, afirmou que a medida "não é muito favorável", mas não atrapalha atuação do órgão.

O conselho é uma unidade de inteligência financeira do governo federal que atua principalmente na prevenção e no combate à lavagem de dinheiro (crime que consiste na prática de disfarçar dinheiro de origem ilícita). 
"A intenção de trazer o Coaf para o Ministério da Justiça foi sempre a intenção de fortalecer o Coaf. Independentemente do que aconteça, vai ser essa a política do governo, sempre fortalecer o Coaf porque sabe que ele é um órgão estratégico. Hoje, de fato houve uma decisão não muito favorável a essa proposta do governo, mas independentemente do que aconteça, podem ter certeza de que a postura do governo vai ser sempre de fortalecimento desse órgão", disse Moro.
09.05.2019 DO R.DEMOCRATICA

quinta-feira, 9 de maio de 2019

quinta-feira, 9 de maio de 2019

O emedebista partiu em um carro, de sua residência, no bairro de Alto de Pinheiros, Zona Oeste, e seguiu rumo à sede da PF em São Paulo, na Lapa
Estadão

Temer se entrega na superintendência da Polícia Federal em São Paulo, para o cumprimento da prisão preventiva. Foto: Amanda Perobelli / Reuters

O ex-presidente Michel Temer (MDB) se entregou na tarde desta quinta-feira, 9, na superintendência da Polícia Federal em São Paulo, para o cumprimento da prisão preventiva no âmbito da Operação Descontaminação, braço da Lava Jato no Rio. O emedebista partiu em um carro, de sua residência, no bairro de Alto de Pinheiros, Zona Oeste, e seguiu rumo à sede da PF em São Paulo, na Lapa. Pouco antes da partida, chegou à casa o advogado do ex-presidente, Eduardo Carnelós.

Seus advogados pediram para que ele fique em uma Sala de Estado Maior no Quartel General da Polícia Militar, em São Paulo. A juíza substituta da 7ª Vara do Rio de Janeiro, Caroline Figueiredo, havia dado até 17h horas para que o emedebista se entregasse e encaminhou o pleito sobre o local da prisão à PF e ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região.

A defesa do ex-presidente apresentou há pouco um pedido de habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça. A relatoria do processo no STJ ainda não foi definida, mas há uma expectativa de que o habeas corpus seja encaminhado para o ministro Antonio Saldanha, segundo apurou o Broadcast Político.

A revogação da liminar que havia suspendido a prisão preventiva foi definida por 2 votos a 1 da turma de desembargadores. No julgamento, foram analisados a liminar concedida por Athié em março e o pedido, feito pelo Ministério Público Federal, para que a prisão fosse restabelecida. Athié, o relator, votou pela manutenção da liberdade dos dois, mas o desembargador Abel Gomes, que é o presidente da turma, votou pela prisão. Paulo Espírito Santo acompanhou o voto de Gomes.

“Tudo aqui, desde o início, tem rabo de jacaré, pele de jacaré e boca de jacaré. Não pode ser um coelho branco”, disse o desembargador Abel Gomes, ao votar pelo retorno de Temer e do coronel Lima à prisão da Lava Jato.

“Concedo a oportunidade de se apresentarem espontaneamente à Autoridade Policial Federal mais próxima dos seus domicílios até às 17:00 horas de hoje. Decorrido in albis esse prazo, determino que os mandados de prisão sejam imediatamente cumpridos pela Polícia Federal, atentando-se, quanto ao uso de algemas, para o disposto na Súmula Vinculante 11 do Supremo Tribunal Federal”, escreveu.

A juíza pede ainda em seu despacho uma consulta ao TRF2 e à Polícia Federal em São Paulo acerca da possibilidade de manter o ex-presidente preso em São Paulo, local de sua residência, com base no que dispõe o artigo 103 da Lei de Execução Penal, que trata da permanência do preso em local próximo ao seu meio social e familiar.O emedebista pediu para ficar em uma Sala de Estado Maior no Quartel General da Polícia Militar em São Paulo.

“Caso haja autorização por parte da 1ª Turma Especializada do Eg. Tribunal Regional Federal da 2ª Região para o cumprimento da prisão preventiva no Estado de São Paulo, oficie-se à Superintendência da Polícia Federal de São Paulo para que informe se tem condições de custodiá-lo.”, anotou.

No mesmo despacho, a juíza pede também a prisão de João Baptista Lima Filho, o coronel Lima, que seria o operador do esquema.
Operação Descontaminação

Temer e Coronel Lima foram presos preventivamente em 21 de março, na Operação Descontaminação, por ordem do juiz Marcelo Bretas, da 7.ª Vara Federal Criminal do Rio. Ambos foram libertados no dia 25 daquele mês por decisão liminar (provisória) do desembargador Antonio Ivan Athié, do TRF-2. A Descontaminação é desdobramento da Operação Lava Jato no Rio.

A investigação envolve obras na usina nuclear de Angra 3, operada pela Eletronuclear, em que teria havido desvios de R$ 1,8 bilhão, de acordo com o Ministério Público Federal.

A acusação teve como base depoimento do engenheiro José Antunes Sobrinho, dono da Engevix, que firmou acordo de delação premiada, e investigações sobre Angra 3. Temer é acusado de chefiar uma organização criminosa que teria negociado R$ 1,8 bilhão em propinas relacionadas às obras. As acusações são dos crimes de corrupção, peculato e lavagem de dinheiro. O emedebista é réu neste caso – em 2 de abril, Bretas abriu ações penais contra acusados na Descontaminação.
09 de maio de 2019DO R.DEMOCRATICA

Presidentes prisioneiros? Sem novidades...

quinta-feira, 9 de maio de 2019


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Rotina macabra no Brasil. O ex-Presidente Michel Temer vai preso novamente. O ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, embora aposte que conseguirá o regime prisional semiaberto, também já sabe que receberá condenação em um terceiro processo a que responde.
E o Presidente Jair Bolsonaro também entra para a galeria dos “prisioneiros”. Felizmente, não por corrupção. Infelizmente, o risco é enorme de que Bolsonaro fique refém dos parlamentares do “centrão”, obrigado a fazer algum toma-lá-dá-cá para aprovar a reforma da Previdência.
Todo Presidencialismo de Coalizão é uma prisão? No Brasil, tem sido... Se o Presidente não faz concessões aos deputados e senadores, a politicagem causa colisão na gestão da coisa pública. Bolsonaro não pode cair na cilada. Mas não é fácil escapar dela. A primeira dica para não entrar no jogo de extorsão é insistir na postura transparente de estadista.
No entanto, o maior perigo para Bolsonaro ainda é perder a guerra de comunicação. As tretas palacianas ganham mais destaque midiático que a agenda positiva. O governo ainda não comprovou competência em exibir suas realizações imediatas ao eleitorado ansioso por bons resultados. É preciso reforçar o staff com estrategistas de vivência profissional e política.
É fundamental parar de criar crises inúteis. O primeiro semestre de governo logo termina. Faltarão mais sete semestres para o Brasil dar certo. Erros primários são inaceitáveis e imperdoáveis.

Não pode dar mole, porque o Mecanismo reage e se reinventa. O STF já estendeu aos deputados estaduais imunidades dadas aos Congressistas. É a pizza de lagosta para tomar com vinho caríssimo e festejar a impunidade... 

COM O PRESTÍGIO DO PRESIDENTE JAIR BOLSONARO BRASIL PODERÁ INTEGRAR A OCDE E A OTAN. E ISTO NÃO É POUCA COISA.

quinta-feira, maio 09, 2019

O Presidente Donald Trump e o Presidente Jair Bolsonaro no momento da chegada do Chefe de Estado brasileiro à Casa Branca em março deste ano de 2019.
Em sua página do Facebook, o Presidente Jair Bolsonaro publicou uma postagem sobre a possibilidade do Brasil ascender como membro da OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico: 'A Secretária-Adjunta de Estado Kimberly Breier, responsável pelo Hemisfério Ocidental, reitera a posição dos EUA de apoio ao ingresso do Brasil como membro pleno da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), relembrando os termos da declaração conjunta do Presidente Donald J. Trump e do Presidente Jair Messias Bolsonaro."
Acrescenta-se a essa novidade a possibilidade do Brasil integrar a OTAN - Organização do Tratado do Atlântico Norte.
Pelo Twitter, a secretária assistente de Estado norte-americana Kimberly Breier disse que a Casa Branca "acolhe as reformas econômicas, as melhores práticas e uma estrutura regulatória conforme os padrões da OCDE". A mensagem foi traduzida e replicada pela conta da Embaixada dos EUA em Brasília.
Para se ter uma ideia sobre se é vantajoso para o Brasil ser membro dessa importante organização multilateral basta ler a grande mídia e a reação geral dos comunistas. Aparentemente a mainstream media, bem como sites esquerdistas, não estão entusiasmados por essa possibilidade do Brasil estar ao lado das Nações desenvolvidas. Os comunistas preferem aquela estrovenga diplomática dita Sul-Sul, que leva o Brasil para o Clube dos Pobres.
Outra novidade é que o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump notificou o Congresso norte-americano de que pretende designar o Brasil com um aliado extra-OTAN - Organização do Tratado do Atlântico Norte, nascida da necessidade de proteger o Ocidente.
Em fevereiro, no encontro com o presidente Jair Bolsonaro, Donald Trump disse que apoiava a entrada do Brasil na OCDE. Em troca, o governo brasileiro aceitou começar abrir mão do status especial que recebe na Organização Mundial do Comércio (OMC), segundo informa o site G1 da Rede Globo. Nesta mesma matéria o site globalista cita o jornal Valor Econômico afirmando que os norte-americanos ainda não tinham instruções para pleitear o Brasil como um novo integrante da OCDE frente as outros países.
A OCDE, conhecida como o "clube dos países ricos, é uma organização que visa promover a cooperação e discussão de políticas públicas e econômicas entre seus membros.
Todavia, nesta mesa matéria, o site globalista afirmou na última quarta-feira, que Trump notificou o Congresso norte-americano de que pretende designar o Brasil um aliado prioritário extra-Otan.
"Estou tomando essa medida para reconhecer o recente comprometimento do Brasil em aumentar a cooperação militar com os Estados Unidos, e em reconhecimento do nosso próprio interesse nacional em intensificar nossa coordenação militar com o Brasil", disse Trump em comunicado.
Trump já havia informado que tinha intenção de colocar o Brasil como um aliado preferencial extra-Otan durante a reunião com o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, em Washington.
Em síntese, o fato é que pela primeira vez ao longo de mais de um século da Proclamação da República é a primeira vez que o Brasil constrói de fato um fortalecimento em suas relações com a maior potência democrática do planeta que são os Estados Unidos. E isso se deve à ascensão de Jair Bolsonaro à Presidência da República e seguramente reverterá em favor do Brasil e do povo brasileiro.
OBJETIVOS DA OCDE
Pincei do site da OCDE os principais objetivos dessa organização. Em tradução livre do inglês, resumidamente, estes são as metas principais da OCDE:
A missão da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) é promover políticas que melhorem o bem-estar econômico e social das pessoas em todo o mundo.
A OCDE oferece um fórum no qual os governos podem trabalhar juntos para compartilhar experiências e buscar soluções para problemas comuns. Trabalhamos com os governos para entender o que impulsiona as mudanças econômicas, sociais e ambientais. Medimos a produtividade e os fluxos globais de comércio e investimento. Analisamos e comparamos dados para prever tendências futuras. Estabelecemos padrões internacionais em uma ampla gama de coisas, desde agricultura e impostos até a segurança de produtos químicos.
Também analisamos questões que afetam diretamente a vida cotidiana de todos, como quanto as pessoas pagam com impostos e seguridade social e quanto tempo de lazer podem receber. Comparamos como os sistemas escolares de diferentes países estão preparando seus jovens para a vida moderna e como os diferentes sistemas de pensão dos países cuidarão de seus cidadãos na velhice.

Com base em fatos e experiência da vida real, recomendamos políticas destinadas a melhorar a qualidade de vida das pessoas. Trabalhamos com negócios, através do Comitê Consultivo de Negócios e Indústria para a OCDE (BIAC), e com mão-de-obra, por meio do Comitê Consultivo Sindical (TUAC). Também temos contatos ativos com outras organizações da sociedade civil. O traço comum do nosso trabalho é um compromisso compartilhado com economias de mercado apoiadas por instituições democráticas e focadas no bem-estar de todos os cidadãos. DO A.AMORIM

Sai o pacotão de concessões: 59 ativos e expectativa de atrair R$ 1,6 trilhão.


quarta-feira, 8 de maio de 2019

Campos do pré-sal estão na lista de leilões.
Esse é o primeiro pacote de concessões do governo Bolsonaro. Reportagem de Jessica Sant'Ana para a Gazeta do Povo:


Para atrair investimentos e modernizar a infraestrutura do país, o governo anunciou nesta quarta-feira (8) um pacotão de novas concessões e algumas poucas desestatizações. Serão concedidos à iniciativa privada aeroportos, portos, rodovias, linhas de transmissão de energia e áreas de exploração do pré-sal, além de o governo se desfazer de suas participações acionárias em aeroportos, no Instituto de Resseguros do Brasil (IRB) e na Vale. Ao todo, o pacote inclui 59 ativos e a expectativa é de atrair R$ 1,57 trilhão em investimentos ao longo do tempo de concessão.
Um dos primeiros leilões do pacotão será justamente um dos mais aguardados do ano. Trata-se do leilão para explorar o excedente do pré-sal de uma área conhecida como cessão onerosa, na Bacia de Santos (SP). O governo e a Petrobras, que adquiriu o direito de exploração na área, chegaram a um acordo em abril para fazer o leilão do excedente.

A expectativa é arrecadar R$ 106 bilhões com a venda de direitos de exploração, valor que será repartido com estados, municípios e a própria Petrobras. O leilão está marcado para 28 de outubro.

Outro conjunto aguardado pelo mercado é o de aeroportos. O ministério da Infraestrutura já tinha anunciado os próximos terminais que iriam à leilão, mas faltava fazer a oficialização e incluí-los na lista de desestatizações, o que aconteceu nesta quarta-feira.
Ao todo, serão colocados 22 aeroportos à venda no próximo ano. Os aeroportos serão divididos e vendidos em três blocos - Sul, Norte I e Central. A a expectativa é atrair compromissos de investimento de R$ 5 bilhões ao longo dos 30 anos de concessão.

O pacote inclui, ainda, a concessão de importantes rodovias, como a BR-381, entre Belo Horizonte e Governador Valadares (MG), conhecida como rodovia da morte, e a BR-163, entre Sinop (MT) e Miritituba (PA). Na área de portos, os destaques ficam para a Companhia Docas de São Sebastião e o terminal de contêineres hoje administrado pela Libra, em Santos (SP).
Há, ainda, uma série de leilão de transmissão de energia, além da viabilização do término da usina nuclear de Angra 3. A usina tem 70% das suas obras concluídas, mas nunca chegou a entrar em operação. A expectativa do governo é encontrar um parceiro privado para terminar as obras e a usina começar a funcionar. A previsão é pulicar o edital no primeiro semestre de 2020 e realizar o leilão no segundo semestre. Os investimentos previstos chegam a R$ 16 bilhões.
A maioria dos leilões previstos no pacote acontecem em 2020, já que o governo ainda precisa cumprir alguns ritos burocráticos, como estudos, aval do Tribunal de Contas da união (TCU), roadshows (apresentação a investidores) e publicação do edital. Há, ainda, leilões previsto para 2021.
Dos R$ 1,57 trilhão em investimentos previstos ao longo do tempo de concessão, a maior parte vem dos ativos de energia: R$ 1,246 trilhão.
1º pacote de concessões do governo Bolsonaro

É o primeiro pacote de concessões e privatizações anunciado pelo governo Bolsonaro. Os leilões realizados em março e no início de abril – 12 aeroportos, dez terminais portuárias e um trecho da ferrovia Norte-Sul – já estavam agendados desde novembro do ano passado. Os demais leilões previstos para este ano também foram elaborados no governo Temer. Ao todo, o PPI tem 105 empreendimentos em sua carteira, contando os 59 novos acrescentados nesta quarta.
O anúncio do pacotão aconteceu nesta quarta-feira, no Palácio do Planalto, após reunião do Conselho do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI). É nessa reunião que o presidente Jair Bolsonaro, presidente de agências reguladoras, ministros e secretários se reúnem para bater o martelo sobre quais ativos serão concedidos à iniciativa privada e quais estatais serão vendidas ou extintas. É uma etapa obrigatória. Outras reuniões do PPI devem acontecer ao longo do mandato.
Confira a lista completa do pacotão de concessões

AEROPORTOS
Bloco Sul: aeroportos de Curitiba, Bacacheri, Foz do Iguaçu, Navegantes, Londrina, Joinville, Pelotas, Uruguaiana e Bagé. Previsão de leilão em outubro de 2020

Bloco Norte I: aeroportos de Manaus, Porto Velho, Rio Branco, Boa Vista, Cruzeiro do Sul, Tabatinga e Tefé. Previsão de leilão em outubro de 2020.

Bloco Central: Goiânia, São Luís, Teresina, Palmas, Petrolina e Imperatriz. Previsão de leilão em outubro de 2020.

Venda da participação da Infraero nos aeroportos de: Guarulhos, Galeão, Confins e Brasília. Participação da Infraero é de 49%.

RODOVIAS
BR-381/MG, entre Belo Horizonte e Governador Valadares e BR-262/MG/ES, entre João Monlevade e Viana. Previsão de leilão no terceiro trimestre de 2020 e de arrecadar R$ 9,2 bilhões.

BR-163/MT e BR-230/PA, trecho entre Sinop e Miritituba. Previsão de realização do leilão no 2 trimestre de 2020 e de arrecadar R$ 1,69 bilhões.

Rodovias Integradas do Paraná (PRs 153, 158, 163, 272, 277, 369, 373, 376, 476). São rodovias estaduais que passarão a ser federais e serão concedidas à iniciativa privada novamente. Previsão de leilão no segundo semestre de 2021. Investimentos: não divulgado ainda.

TERMINAIS PORTUÁRIOS
Terminais do Porto de Itaqui (MA) - IQI 03, 11, 12 e 13 (graneis líquidos). Previsão de leilão: 1tri de 2020. Investimentos: 450,57 milhões

Terminais de Santos - STS20 (graneis líquidos), STS 14 (conteineres). Previsão de leilão: 2 e 3 trimestres de 2019. Investimentos: a definir

Desestatização do Porto de São Sebastião. Realização do leilão: 2 trimestre de 2021. Previsão de investimento: R$ 574 milhões.

ENERGIA
Leilão do excedente do pré-sal da área conhecida como cessão onerosa, na Bacia de Santos (SP). Leilão em 28 de outubro. Previsão de arrecadar R$ 106 bilhões, a ser dividido com Petrobras, estados e municípios.

6ª rodada de licitações sob o regime de partilha de produção no pré-sal. Leilão no 4º trimestre de 2019, com previsão de arrecadar R$ 7,85 bilhões.

16ª rodada de licitação sob o regime de concessão. Leilão no 4 trimestre de 2019. Arrecadação: 2,35 bilhões.

Leilão de linhas de transmissão n.2/2019. Previsto para 4 trimestre de 2019. Investimentos previstos de R$ 3,42 bilhões.

Leilão de energia Nova (LEN) A-4. Previsto para 2 trimestre de 2019.

Leilão de energia Nova (LEN) A-6. Previsto para 3 trimestre de 2019.

Término da Usina termonuclear de Angra 3. Previsão de realização do leilão no segundo semestre de 2020. Expectativa é atrair investimentos de R$ 16 bilhões.

Linha de Transmissão que liga o Estado de Roraima ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

ESTATAIS

Venda dos papeis que a União ainda tem no Instituto de Resseguros do Brasil (IRB). São 11,7% das ações, que hoje correspondem a R$ 3,5 bilhões

Venda de debêntures da Vale. Debêntures somam R$ 2,5 bilhões. DO O.TAMBOSI

quarta-feira, 8 de maio de 2019

POR QUE OLAVO DE CARVALHO É ALVO DE INUSITADO ATAQUE DOS OPERADORES DO 'ESTABLISHMENT', DENTRE ELES OS MILITARES?



quarta-feira, maio 08, 2019


Excelente este vídeo do youtuber Bernarado Küster sobre o filósofo, escritor e jornalista Olavo de Carvalho que agora é alvo da ira e de ameaças de alguns Generais que fazem dobradinha com o lixo das redações da grande mídia. 

Nunca na história do Brasil, principalmente após o golpe da Proclamação da República perpetrado pelos militares, é bom que se frise, os fatos e atos dos principais atores da política nacional começam a ser esclarecidos. E esse esclarecimento se deve ao Olavo de Carvalho, sem nenhuma dúvida. Tanto é que agora o establishment se volta contra Olavo, por meio de seus operadores, e dentre eles -  vejam só - os militares!

A ira contra filósofo decorre de um fato intragável por parte dos operadores do establishment: Olavo de Carvalho rasgou o véu que escondia a podridão, a manipulação criminosa dos fatos da historiografia oficial, esquema que tem impedido que o Brasil saia desse atoleiro de crises sucessivas que castigam seu povo.

Aliás, a grande mídia e agora Generais esperneiam porque estão inconformados com politização de grande parte do povo brasileiro. Olavo de Carvalho levantou a tampa dessa masmorra ideológica em que estava trancafiado o povo brasileiro. E isso deixa os donos do poder desesperados.

Em síntese é isto que está acontecendo e portanto essa é a razão da perseguição pelos poderosos a um homem só, a um estudioso pertinaz e dono de copiosa obra filosófica e política de reconhecimento internacional. DO A.AMORIM

terça-feira, 7 de maio de 2019

Bolsonaro mandou ‘virar a página’ com Olavo, diz Heleno


Em entrevista a Cristiana Lôbo, da GloboNews, Augusto Heleno afirmou que Jair Bolsonaro mandou a ala militar “virar a página” e não alimentar discussões com Olavo de Carvalho.
“A postura do presidente é muito clara e acho que muito lúcida. Diante de todos os fatos que já aconteceram, ele determinou que a gente virasse a página disso e deixasse de alimentar essa discussão, que não tem acrescentado nada”, declarou o ministro-chefe do GSI.
“A melhor solução daqui para a frente é esse silêncio”, completou.

Bolsonaro tem de usar ‘quepe de capitão’, diz Simone Tebet

Simone Tebet, a presidente da CCJ do Senado, disse lamentar o tempo que se perde com a repercussão em torno dos ataques de Olavo de Carvalho aos militares.
“Nós estamos deixando uma única pessoa desestabilizar o governo e, consequentemente, o Brasil”, afirmou a emedebista.
A senadora também cobrou atitudes concretas de Jair Bolsonaro: “Se o presidente da República não usar o seu quepe de capitão, estaremos ladeira abaixo”.
O Antagonista pondera que a “única pessoa” tem o apoio explícito dos filhos do presidente e de suas milícias virtuais. MILICIAS VIRTUAIS...TÁ UMA GRACINHA...ESTAREMOS NO ENCALÇO DE TODA A MÍDIA...E QQ BOLA  FORA O PAU QUEBRA...

Uma Tornozeleira para quem precisa

terça-feira, 7 de maio de 2019


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
O Brasil tem coisas muito mais importantes para resolver do que especular se o Presodentro Lula vai ou não para o regime semiaberto. É hora de focar toda atenção nas mudanças econômicas e na garantia de que Sérgio Moro terá plenas condições de seguir no trabalho de combate à corrupção. Enquanto isso, a oposição perdida faz duas manobras loucas. A primeira é tentar tirar o COAF do Ministério da Justiça. A segunda é uma megafusão de legendas políticas ainda com poder, porém desmoralizadas, como PSDB, DEM e PSD. Fato concreto é que os criminosos políticos estão desesperados. Então, a campanha certa para eles é: “Minha Cela; Minha Vida”... Ou: “Uma tornozeleira para quem precisa”...

“MILITARES NÃO SÃO CONSERVADORES. TÊM MUITO MAIS VIÉS SOCIALISTA DO QUE CAPITALISTA”, AFIRMA O DEPUTADO LUIZ PHILIPPE.

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terça-feira, maio 07, 2019


Deputado Federal Luiz Philippe de Orléans e Bragança 
A matéria que segue após este prólogo é uma entrevista do Deputado Federal Luiz Philippe de Orléans e Bragança (PSL-SP) publicada pelo site da Gazeta do Povo. 
Luiz Philippe de Orléans e Bragança, é um cientista político, escritor, ativista, empresário brasileiro e Príncipe de Orléans e Bragança, no Brasil e França. Em 2019, assumiu como Deputado Federal pelo estado de São Paulo onde foi eleito nas eleições gerais de 2018 pelo Partido Social Liberal, com 118 457 votos.
Dentre esses novos deputados que assumiram este ano Luiz Philippe está entre os mais bem preparados. Inclusive possui um site muito bem feito de acesso livre onde faz postagens de seus artigos e suas opiniões.
Durante a campanha eleitoral que levou o então deputado Jair Messias Bolsonaro à Presidência da República o nome do Príncipe Luiz Philippe de Orléans e Bragança constou da lista de nomes cotados para Vice-Presidente na chapa de Bolsonaro.
Todavia a escolha recaiu sobre o nome do General Hamilton Mourão que, carregado pela liderança e o prestígio popular de Jair Bolsonaro chegou à Vice-Presidência da República, enquanto o Príncipe Luiz Philippe postulou uma vaga de Deputado Federal por São Paulo e foi eleito.
Nesta entrevista dá para se conhecer um pouco do perfil intelectual e político de Luiz Philippe e, até prova em contrário, constata-se que é bem informado, politicamente conservador e possui uma boa formação intelectual. No que respeita ao aparelho militar que cerca o Presidente Jair Bolsonaro, o Príncipe vai diretamente ao ponto: "Os militares não são conservadores. Eles têm uma característica nacionalista e estatizante. Têm muito mais viés socialista que capitalista". Leiam:
O RABO DO TUBARÃO
As tensões entre a base conservadora de apoio ao presidente Jair Bolsonaro e os militares têm marcado o início do governo.
Deputado federal eleito na onda direitista de outubro passado, Luiz Philippe de Orléans e Bragança (PSL-SP), é um dos que têm lado assumido. "Os militares se tornaram o que o [ex-presidente] Fernando Henrique queria que fossem. Querem ir para a África ganhar comenda", afirma.
Descendente da família real brasileira (que, aliás, foi derrubada pelos militares em 1889), Luiz Philippe, 50, não costuma realçar seu sangue nobre como característica política. Em quase duas horas de conversa na semana passada, não mencionou esse aspecto nenhuma vez. Apresenta-se como empresário liberal, ativista de causas conservadoras e estudioso da política externa. Na Câmara, é vice-presidente da Comissão de Relações Exteriores.
É também um admirador do filósofo Olavo de Carvalho. O ponto básico do deputado é: falta conservadorismo à turma da farda.
"Os militares não são conservadores. Eles têm uma característica nacionalista e estatizante. Têm muito mais viés socialista que capitalista", afirma.
Perguntado se inclui nesse diagnóstico inclusive os que dão expediente no Palácio do Planalto, como os generais Augusto Heleno (Segurança Institucional), Carlos Alberto dos Santos Cruz (Secretaria de Governo) e o vice-presidente, Hamilton Mourão, a resposta do deputado foi positiva. "Mas não quero falar individualmente deles, muitos são meus amigos. Estou falando do aspecto geral".
Quando critica o desejo de generais de ganhar comenda da ONU, o deputado tem dois alvos óbvios: Heleno, que chefiou tropas de paz no Haiti, e Santos Cruz, que fez o mesmo na República Democrática do Congo.
"Os militares se tornaram globalistas. A lealdade deles é regional, é à América Latina, à África. É como a ONU vê o Brasil", declara.
Coisas mais importantes acabam sendo deixadas de lado, afirma Luiz Philippe. "Não querem cuidar de fronteira, de temas transnacionais". O deputado também vê resistência grande deles, os militares, em apoiar a pauta conservadora do governo. "No caso da agenda moralizante, são um corpo resistor. Resistem à mudança na área educacional, por exemplo".
O único aspecto positivo, aponta o parlamentar, é a capacidade administrativa que os generais possuem. "Isso ajuda muito na parte gerencial", admite.
Para Luiz Philippe, a guerra aberta empreendida por Olavo de Carvalho contra os militares é positiva porque deixa claras as diferenças de visão sobre o governo. "O Olavo é um cara que está jogando luz nessas características. A população acha que os militares são conservadores. Não é verdade. Eles são estatizantes, têm muita proximidade com o PT".
Durante a campanha eleitoral, o nome do deputado circulou como possível indicado a diversos postos importantes. Ele diz que foi cotado para ser vice de Bolsonaro e inclusive teve conversas a respeito desta possibilidade com os filhos do presidente. E nega a outra hipótese que circulou, de ser nomeado chanceler.
E o que ele acha, então, do atual ocupante do Itamaraty, o ministro Ernesto Araújo, outro representante da ala olavista? "O Araújo é um burocrata, como são os diplomatas de carreira. Não é um mau burocrata, é a característica dele", afirma.
Mas em alguns momentos, afirma Luiz Philippe, a diplomacia requer uma certa agressividade, especialmente em um cenário internacional em que a direita, a seu ver, está comendo poeira. "Qual é a proposta global da direita hoje? Não existe. A ONU é de esquerda, a União Europeia é de esquerda, o Foro de São Paulo é de esquerda".
Liberal convicto na economia, ele defende priorizar entidades supranacionais com essas características, como a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), à qual o Brasil quer se filiar. "Estamos num momento definidor. Queremos ser a cabeça da sardinha ou o rabo do tubarão?".

Traduzindo a metáfora marítima: queremos liderar o mundo dos pobres, como, segundo ele, pregam o PT e os militares, ou entrar no clube dos ricos, ainda que na rabeira? A resposta, para Luiz Philippe, é evidente: melhor ser rabo de tubarão. Do site da Gazeta do Povo - DO A.AMORIM