sexta-feira, 15 de março de 2019

Esperidião Amin e Jorginho Mello assinam CPI Lava Toga, Dário Berger, não; veja a lista

As 27 assinaturas necessárias para a instalação da CPI da Lava Toga no Senado foram obtidas nesta sexta-feira
As 27 assinaturas necessárias para a instalação da CPI da Lava Toga no Senado foram obtidas nesta sexta-feira (15). Os catarinenses Esperidião Amin (PP) e Jorginho Mello (PR) subscreveram o documento. Dário Berger (MDB), não.

Os senadores que assinaram a CPI, por ordem alfabética
  • Alessandro Vieira (PPS-SE)
  • Álvaro Dias (Podemos-PR)
  • Cid Gomes (PDT-CE)
  • Eduardo Braga (MDB-AM)
  • Eduardo Girão (Podemos-CE)
  • Eliziane Gama (PPS-MA)
  • Fabiano Contarato (Rede-ES)
  • Izalci Lucas (PSDB-DF)
  • Jayme Campos (DEM-MT)
  • Jorge Kajuru (PSB-GO)
  • Kátia Abreu (PDT-TO)
  • Lasier Martins (Podemos-RS)
  • Leila Barros (PSB-DF)
  • Luis Carlos Heinze (PP-RS)
  • Luiz Carlos do Carmo (MDB-GO)
  • Major Olimpo (PSL-SP)
  • Marcos do Val (PPS-ES)
  • Plínio Valério (PSDB-AM)
  • Randolfe Rodrigues (Rede-AP)
  • Reguffe (sem partido-DF)
  • Rodrigo Cunha (PSDB-AL)
  • Selma Arruda (PSL-MT)
  • Sergio Petecão (PSD-AC)
  • Soraya Thronicke (PSL-MS)
  • Styvenson Valentim (Podemos-RN)
  • Tasso Jereissati (PSDB-CE)
  • Telmário Mota (Pros-RR)

Associação diz que inquérito aberto pelo STF é “ilegal e inconstitucional”


No fim da noite de ontem, a Associação Ministério Público Pró-Sociedade divulgou a seguinte nota:
“O MP Pró-Sociedade repudia as ofensas do mais baixo nível proferidas na sessão de hoje [ontem] do Supremo Tribunal Federal contra honrados e combativos colegas do Ministério Público, não sendo a primeira vez que tais fatos ocorreram, com violação, assim, do artigo 35, inciso IV e VIII, da Lei Orgânica da Magistratura (Lei Complementar nº 35/1979).
Lamenta o silêncio do Ministério Público presente a despeito do previsto no art. 6º, inciso XV, da Lei Complementar nº 75/1993, o que também não ocorreu pela primeira vez.
Estranha a instauração de um inquérito ilegal e inconstitucional em todos os seus aspectos por violar, dentre outras normas, o artigo 43, do Regimento Interno do STF.”

"O reino unido dos togados"


sexta-feira, 15 de março de 2019

Toffoli aboliu a República de 1889 

e instaurou o império absolutista 

dos membros de sua grei, sob a 

égide da frasista e colega Cármen 

Lúcia, autora de "cala boca nunca 

mais"


No reinado sem possibilidade de contestação criado por Dom Toffoli I, quem pode mais faz o que quer e quem não pode tem o sagrado direito de calar-se. Foto: Dida Sampaio/Estadão
Antes de comandar a reunião do STF em que foi decidido que o Brasil voltará aos anos da impunidade total dos mandatários, o presidente da Corte, Dias Toffoli, proclamou a extinção da República tal como a conhecemos desde 1889 e instaurou o império absolutista dos nobres de sua grei. 
Após tecer encômios à liberdade de imprensa, Sua Excelência instaurou inquérito sigiloso, sob relatoria do parceiro Alexandre de Moraes, para proteger os 11 membros do colegiado e todos os seus familiares, que passaram a constituir a corte em si, contra qualquer coisa que se lhes pareça notícia fraudulenta, calúnia, injúria e difamação contra a nova categoria suprema dos inimputáveis. 
A frasista Cármen Lúcia, que calou sobre o despautério, deverá ter consagrada no brasão do novo reino supremo sua bela proclamação: “Cala boca nunca mais”. 
E assim se estabelecerá o primado do “quem pode mais chora menos”.

Supremo Acima de Todos?

sexta-feira, 15 de março de 2019


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Membro do Comitê Executivo do
Movimento Avança Brasil
Alguns problemas inviabilizam o Brasil. O Modelo Estatal Capimunista Rentista opera o Mecanismo que usa e abusa do Crime Institucionalizado para subjugar a Nação, mantendo-a subdesenvolvida. A Constituição prolixa, que precisa de “interpretações”, e o regramento excessivo impedem a Democracia (a Segurança do Direito). O Judiciário falha no cumprimento da missão de promover Justiça. O abuso de poder, o rigor seletivo, a impunidade e a insegurança são os vícios escancarados da Ditadura Institucional Tupiniquim.
A guerra de todos contra todos os poderes se intensifica e ganha novos capítulos tenebrosos. A cúpula do Judiciário, com o pleno apoio da Ordem dos Advogados do Brasil e as entidades corporativas da magistratura, resolveram partir para a ofensiva. O Supremo Tribunal Federal determinou a abertura de um inquérito criminal para investigar críticos apontados como promotores de “fake news”, calúnias, injúrias e difamações contra a maioria dos 11 membros da Corte. A medida tende a se estender a quem exagera na dose (ou não) dos ataques a outros poderosos do Judiciário. Entramos em ritmo de “Ditadura Togada”?
Uma grande parte dos segmentos esclarecidos da sociedade brasileira já acordou para o alto custo político, econômico e psicossocial de um sistema Judiciário que não cumpre sua missão originária com sucesso. As falhas começam na Polícia Judiciária, agravam-se na atuação (omissa ou persecutória) do Ministério Público, complica-se no meio, na base da magistratura (que condena ou inocenta). O negócio fica mais feio quando avança pelas “infinitas” instâncias dos recursos, até chegar aos 33 do Superior Tribunal de Justiça e aos 11 do Supremo Tribunal Federal.
Domingo que vem, a Lava Jato completa 5 anos. As comemorações ficam prejudicadas com a decisão apartada, pelo placar de 6 a 5, favorável a que a “Justiça Eleitoral” (que termo impróprio!!!) investigue crimes conexos aos de corrupção. As grandes e caríssimas bancas de advocacia têm todos os motivos para festejar. Além de ganhar mais dinheiro, obterão consagradoras vitórias para seus clientes. Muitos casos cairão na prescrição. Mais bandidos da políticagem terminarão impunes no final dos processos.

A Lava Jato não morrerá... Porém, sofreu um ferimento institucional gravíssimo. O ministro Luís Roberto Barroso descreveu o resultado com maestria: "Num instante em que a Lava Jato passa a ladroagem no bisturi, o Supremo decidiu receitar um colírio para os larápios". Só faltou Barroso ser mais cruel e acrescentar que o "colírio", a Justiça Eleitoral, é mais uma jabuticaba brasileira, que custa R$ 2 bilhões anuais, e não tem a menor condição de tratar de crimes comuns, e muito menos de combate à corrupção...
Fato novo e inquietante? O Judiciário (criticado e fragilizado, em avançado e perigoso estágio de desmoralização) quer ganhar, no grito, a guerra entre os poderes. Os deuses do Supremo não querem apenas reafirmar a hegemonia. Pretendem deixar claro que são intocáveis – acima de todos... Não desejam mudanças institucionais (a maioria deles, pelo menos, não quer saber disto). Sinalizam que agirão para acuar o Executivo e o Legislativo. Também enquadrarão o Poder Militar. Contam com o Poder Midiático para isto...
Não resta dúvida de que o Brasil precisa passar por um processo de purificação e aprimoramento institucional. Tal fenômeno parece inadiável e inevitável. Respaldado (ou não) pela maioria dos ministros do STF, com apoio da OAB e das corporações dos magistrados, Toffoli amplificou o grito de uma guerra que já estava há muito declarada, de maneira escancarada. O Brasil nunca teve um conflito institucional tão intenso ao longo de sua História.
Agora entramos em ritmo de “Toga Acima de Tudo”? Teria sido a proclamação da “Suprema Ditadura”? José Dias Toffoli decretou: “Só existe o Estado Democrático de Direito com um Judiciário Independente e uma Imprensa Livre”... Bacana... Só cabe perguntar se temos, de verdade, tais pressupostos no Brasil... Na dúvida, o Senado agora vai articular, para valer, a temida CPI da Toga.
Quem vencerá a Guerra de Todos contra Todos? O Crime Institucionalizado e sua Vanguarda do Atraso? Os Pareados Medievais e sua máquina de rigor seletivo e impunidade? O Presidente Bolsonaro, a turma da Lava Jato e seus militantes e militares associados? E os cidadãos brasileiros, onde ficam no meio da pancadaria?
A Sorte (ou um baita Azar) estão lançados... Daí, o desejo geral: “Fala a verdade, Palocci! Conta tudo, Cabral! Escancara, Paulo Preto!"...

Do Peru...

Não foi o cabo, nem o soldado: Por unanimidade, o Congresso nacional do Peru determinou o fechamento da Suprema Corte do País.

Tudo depois foram tornadas públicas gravações comprovando corrupção envolvendo os supremos magistrados.

O povo saiu às ruas para grandes manifestações, o que forçou uma tomada de decisão mais rápida pelos políticos.

Ainda bem que essas coisas de corrupção na cúpula do Judiciário não acontecem aqui no Brasil...

OS ABUTRES NA GRANDE MÍDIA E NA POLÍTICA


sexta-feira, março 15, 2019

Uma das características dos comunistas é embaralhar os fatos para deles tirar proveito político. E isto aconteceu há pouco depois da terrível chacina ocorrida naquela escola de Suzano, no interior de São Paulo.

No vídeo acima o jornalista e youtuber Bernardo Küster denuncia a utilização, por parte dos esquerdistas de todos os matizes, da pavorosa chacina. Tal qual os abutres os comunistas não perdem um cadáver. E, sobre toda essa brutal infelicidade os esquerdistas de todos os matizes estruturam seus discursos para reforçar a defesa do desarmamento da população brasileira. Aliás, o povo da Venezuela está sendo dizimado pelas Forças Armadas que apoiam Nicolas Maduro justamente porque foram desarmados pelos governos comunistas de Chávez e de Maduro.

E daí os fatos nos levam a inferir, sem risco de qualquer engano, que se aquela escola possuísse guardas de segurança armados certamente o nefasto morticínio não teria ocorrido. DO A.AMORIM

quinta-feira, 14 de março de 2019

Brasil dos Burros


quinta-feira, 14 de março de 2019

Até quando estudantes brasileiros ficarão abaixo da média mundial na performance em Matemática, Ciência e Leitura, no ranking mundial medido em 70 Países.

A falta de Educação (Formação moral familiar + Ensino de qualidade) ajuda a consolidar nosso subdesenvolvimento, exposto em tragédias sociais como a ocorrida com o massacre na Escola Pública em Suzano (SP).

Qual será nossa próxima desgraça anunciada?  

Carvalhosa protocola pedido de impeachment de Gilmar - um dos mais célebres aliados de bandidos do colarinho branco - no Senado

quinta-feira, 14 de março de 2019


O ministro do STF Gilmar Mendes Foto: Andre Dusek/Estadão
O advogado Modesto Carvalhosa entregou nesta quinta-feira, 13, no Senado um pedido de impeachment contra o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, por crime de responsabilidade. O documento tem 150 páginas e anexos com outras 800 páginas.

Documento

Documento

Após entregar o pedido na Casa Legislativa, o professor se reuniu com os senadores Lasier Martins (Podemos-RS) e Álvaro Dias (Podemos-PR) e como deputado Luiz Flávio Gomes (PSB-SP). No encontro, Modesto Carvalhosa declarou que espera que o ‘Senado agora possa acolher, não o pedido, mas acolher o processamento’.
“Possa livremente julgar que vale ou não vale”, afirmou.
Durante a reunião, o professor relatou que este é o segundo pedido de impeachment contra Gilmar.
“Havíamos já, em abril do ano passado, ingressado com um pedido, mas esse pedido era o nono pedido. Havia outros pedidos de cassação”, contou.
“Esse pedido de abril do ano passado tinha um elenco de crimes de responsabilidade. Mas para o presidente do Senado de então, Eunício Oliveira (MDB-CE), em um despacho linear declarou que não havia fundamentos para o pedido. Tanto o nosso quantos os demais e arquivou.”
Luiz Flávio Gomes afirmou que ‘o povo nas urnas começou a limpeza na política’.
“Agora é hora do impeachment do ministro Gilmar Mendes para iniciar uma transformação positiva na Suprema Corte. Gilmar traficou a imparcialidade de juiz, isso degrada injustamente toda magistratura”, declarou.Universidade de São Paulo, Carvalhosa. O documento é subscrito também pelo advogado Luís Carlos Crema e pelo desembargador aposentado do Tribunal de Justiça de São Paulo Laércio Laurelli.
De acordo com o pedido, ‘Gilmar Mendes incorreu na prática, por cinco vezes, do delito de proferir julgamento, quando, por lei, seja suspeito na causa, crime de responsabilidade previsto no inciso 2 do art. 39 da Lei nº 1.079/1950’.
“Gilmar Mendes também incorreu na prática, por cinco vezes, do delito de proceder de modo incompatível com a honra, dignidade e decorro nas funções de ministro do Supremo Tribunal Federal, crime de responsabilidade”, afirmam os juristas.
COM A PALAVRA, GILMAR
Na semana passada, quando o professor Modesto Carvalhosa informou que entraria com um pedido de impeachment, o ministro declarou que não iria comentar.
“O gabinete ressalta, no entanto, que, conforme andamento processual do HC 167.727, a ordem de habeas corpus parcialmente concedida no dia 13/2/2019 a Paulo Vieira de Souza restringia-se à realização de diligências solicitadas pela defesa, com fins de efetivar o devido processo legal.
Em atenção à manifestação da PGR que chegou ao relator no dia 27/2/2019, e informações processuais em que a juíza responsável pela condução do processo na instância de origem noticiava que tais diligências já haviam sido realizadas ou estavam prejudicadas, a referida decisão foi reconsiderada pelo ministro no último dia 1/3/2019.” DO J.TOMAZ

Salvando a Lava Jato: Bolsonaro e Moro poderão dar um xeque-mate no STF

14/03/2019
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Procuradores da Lava Jato se atentaram a um detalhe fundamental para barrar o fim da Lava Jato.
O pacote anticrime de Sergio Moro, que está para ser votado no Congresso, inclui a separação dos crimes para que a Justiça Eleitoral julgue somente crimes eleitorais … ou seja, os demais delitos iriam para as varas criminais e a Operação seguiria ‘firme e forte’.

Pacote de Sérgio Moro pode frear a decisão do STF

Através de uma Medida Provisória, o presidente Jair Bolsonaro poderá ‘impedir’ os efeitos colaterais de uma decisão do Supremo.
A MP é um instrumento com força de lei, adotado pelo presidente da República, em casos de relevância e urgência.
Ela produz efeitos imediatos, porém depende de aprovação do Congresso Nacional para transformação definitiva em lei.
Sabe aquela turma do Congresso que foi eleita com o discurso de ‘mudar os rumos do país’ ?
Pois bem … é agora que eles devem entrar em ação e promover uma articulação entre  Moro, Bolsonaro e o Congresso.
Moro deve enviar urgentemente essa MP para o presidente da república.

E o STF?

Já na Suprema Corte, bastaria que apenas 1 dos ministros pró Lava Jato pedisse vista do julgamento.
Todo o futuro da Operação ficaria então sob responsabilidade do Congresso Nacional.DO D.DO BRASIL

Damares contra os militares


Segundo Damares Alves, os militares colocam em risco a reviravolta conservadora.
O relato foi feito pela Época:
“Na segunda-feira, Damares Alves botou seu costumeiro terninho preto e foi comer um nhoque numa cantina de massas da Asa Sul, região nobre de Brasília, com Ives Gandra Martins Filho e sua irmã Angela Gandra Martins, nomeada em janeiro para a Secretaria da Família.
Ficaram quase três horas juntos.
Damares Alves desabafou com os Gandra Martins: o projeto de dar uma injeção de conservadorismo no Estado brasileiro está ameaçado. Segundo contou aos dois, diversos temas caros aos conservadores estão sendo colocados de lado devido a algumas ameaças. A imprensa seria uma delas. Mas a principal mesmo seriam os militares.”

Gilmar Mendes no Senado

Gilmar Mendes participa agora de uma sessão especial, no plenário do Senado, em homenagem ao aniversário da Folha de S. Paulo.
O ministro do STF é um dos ocupantes da mesa.
Modesto Carvalhosa acabou de pousar em Brasília e está a caminho do Senado para apresentar um novo pedido de impeachment de Gilmar.

quarta-feira, 13 de março de 2019

Novo partido de Bolsonaro será lançado na serra gaúcha

Ato de inauguração da legenda está previsto para ocorrer em 7 de abril, no Grande Hotel Dall'Onder, em Bento Gonçalves


Marcos Corrêa / Presidência da República/Divulgação
De saída do PSL, o presidente Jair Bolsonaro irá lançar o seu novo partido no dia 7 de abril, primeiro domingo deste mês, em evento previsto para ocorrer no Grande Hotel Dall'Onder, em Bento Gonçalves, na serra gaúcha. Estão reservados um salão e o restaurante, onde haverá um almoço. Até o momento, a organização trabalha com a estimativa de 150 convidados. A reportagem entrou em contato com o hotel nesta quarta-feira (13) e obteve a confirmação da reserva.
A sigla deverá ter 104 fundadores nacionais, sendo Bolsonaro um deles. No Rio Grande do Sul, quem está à frente das articulações políticas é a empresária Carmen Flores, que presidiu o PSL no Estado durante a campanha de 2018, quando concorreu ao Senado. Após a eleição, Carmen deixou a legenda em atrito com correligionários. Em contato com a reportagem, ela negou que esteja participando de negociações para a criação da nova agremiação. 
O responsável pela costura nacional é o vereador do Rio Carlos Bolsonaro, um dos filhos do presidente. Nos bastidores, Carlos está selecionando deputados estaduais e federais que serão convidados e aceitos na sigla. A tendência é de que haja vetos a determinados nomes que atualmente integram os quadros do PSL, segunda maior bancada da Câmara dos Deputados. 
Recentemente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro esteve nos Estados Unidos para se reunir com Steve Bannon, guru da onda de direita mundial. Do encontro, Eduardo teria voltado com a missão de construir um "partido de direita moderno" no Brasil. Detalhes como a denominação da sigla e o número de urna são mantidos em sigilo.DA GAUCHAZH

Atiradores invadem escola e atiram contra alunos em SUZANO

Tiroteio teria ocorrido dentro da Escola Estadual Prof. Raul Brasil, em Suzano (SP)
Ao menos oito pessoas morreram e outras ficaram feridas durante tiroteio dentro da Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, durante a manhã desta quarta-feira, 13.  As identidades das vítimas não foram divulgadas.
O tiroteio aconteceu pouco depois das 9h10. As primeiras informações apontam que duas pessoas encapuzadas teriam invadido a escola. Depois, atiraram contra pessoas.
O atentado causou caos e pânico. Estudantes saíram correndo e se abrigaram em lojas próximas.DO MSN

terça-feira, 12 de março de 2019

Jornalista francês se defende e reafirma veracidade de matéria: “Baseada em fatos reais e verificados”

12/03/2019
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Na manhã de hoje (12), o site Terça Livre – que divulgou com exclusividade a matéria do jornalista francês Jawad Rhalib, em que ele denuncia uma repórter do Estadão – publicou uma segunda matéria de Jawad.
No texto, o jornalista reafirma a autenticidade de sua matéria e se defende das acusações (feitas pela grande mídia brasileira) de ‘fabricar fake news’.
Abaixo a tradução de sua publicação, disponibilizada pelo portal Terça Livre:
“Como parte do meu trabalho como documentarista investigativo, investiguei vários tópicos, em vários países: homossexualidade e prostituição no Vietnã, os filhos de centros de eliminação de lixo em Madagascar, o “presumível” fim do apartheid na África do Sul, a primavera árabe no Marrocos, a exploração de migrantes indocumentados em estufas espanholas, a luta de Cocaleros e Evo Morales na Bolívia, as indústrias farmacêuticas diante da doença de Chagas, a liberdade dos artistas de enfrentar o fundamentalismo. .”
“Nos últimos meses, comecei com minha equipe (jornalistas, sociólogos e estudantes-pesquisadores) nas seguintes questões: Como a mídia molda e distorce nossas vidas e nossa percepção da realidade? E quanto ao trabalho de jornalistas que nos entregam informações diariamente? Até que ponto os jornalistas podem ir para se tornar conhecidos, se tornar famosos, subir a escada?”
“Uma pesquisa realizada em vários países, incluindo o Brasil, que sofreu escândalos de corrupção no mais alto nível do estado. Uma investigação de jornalistas da esquerda, da direita, do centro, de todas as tendências. Eu pessoalmente não conheço Constança Rezende, mas sua fúria contra o presidente brasileiro e sua comitiva, que eu não sou, aliás, um grande fã, nos intrigou.”
“Queríamos expor e entender como alguns jornalistas constroem sua credibilidade ao relatar rumores, histórias, opiniões e fatos sem, às vezes, ou com frequência, verificar a validade antes de transmiti-los ao maior número de leitores. É a corrida para quem entrega o furo, que faz o burburinho … por mais rentabilidade, para oferecer um retorno sobre o investimento aos seus proprietários, que colherão lucros às custas da INFORMAÇÃO.”
Constança Rezende, como muitos jornalistas infelizmente, estão hoje a serviço de empresas de “difusão” da informação, cujo leitor, o telespectador é um produto simples, vendido aos anunciantes em busca de clientes. O “tempo do cérebro humano disponível”, de acordo com a expressão formulada em 2004 por Patrick Le Lay, então CEO do grupo TF1, que vendeu, segundo ele, para a Coca-Cola “tempo do cérebro humano”.
“Nestes últimos dois dias, aproveitei para ler as reações. Muita informação falsa sobre o assunto, muitas fantasias. Eu nunca mencionei os nomes das pessoas que colaboraram comigo. Isso é chamado de “proteção de fonte”, de todas as pessoas que contribuem diretamente para a coleta, escrita, produção ou disseminação de informações, através de um meio, para o benefício do público.”
“Meu blog não envolve a responsabilidade editorial e legal da Mediapart, que me oferece um espaço de informação, debates, trocas e discussões, respeitoso da liberdade de expressão.
A Mediapart disse no Twitter que a informação publicada em seu site era falsa, eu os convido a perguntar e a pesquisar como costumam fazer, antes de fazer tal julgamento, questionar nossa investigação e nossa integridade.”
“Como eles podem alegar que minhas informações ou fontes são falsas quando não têm informações? Eles têm o direito de expressar sua solidariedade para com o jornalista em questão, mas não questionar meu profissionalismo ou o da minha equipe.
Não é porque o artigo é, neste caso, favorece Bolsonaro, que eles têm o direito de se levantar como defensor de um jornalista acusado.”
“Alguns meios de comunicação brasileiros me acusam de publicar informações falsas, convido-os a perguntar para os interessados. Pessoalmente, eu apenas informei o público. Eu sou tão livre quanto Constança Rezende para publicar minha investigação com base em fatos reais e verificados, bem como em evidências físicas e gravações de áudio.”
“Eu não esperava esse aumento da mídia na twittosfera, mas isso prova que, todos os dias, o público forma opiniões, opiniões, pontos de vista, preconceitos, sobre seus parentes, vizinhos, sobre produtos vendidos no supermercado, na política, na ecologia, religiões … no que lhe diz respeito de perto ou de longe.”
“Em suma, podemos dizer facilmente que os jornalistas estão em toda a nossa volta. Jawad Rhalib Jornalista profissional belga O clube é o espaço de livre expressão dos assinantes da Mediapart. Seu conteúdo não envolve a escrita”. DO D.BRASIL