terça-feira, 12 de março de 2019

SUPER IMPORTANTE! TUDO SOBRE A MALOGRADA TENTATIVA DA GRANDE MÍDIA DE DESTRUIR O PRESIDENTE JAIR BOLSONARO.



terça-feira, março 12, 2019


Aquilo que há muito tempo venho alertando aqui no blog vem se confirmando, a grande mídia, toda ela concentrada em destruir o Presidente Jair Bolsonaro está se auto-destruindo. Sem os caraminguás estatais a gentalha das redações com carta branca do establishment resolveu partir para o tudo ou nada.
Assim, como já afirmei em diversas postagens as redes sociais, blogs e sites independentes solapam a outrora toda poderosa grande mídia. É o caso do Terça-Livre, um site de viés conservador que atua apenas pela internet fazendo uso intensivo das redes sociais furou todo mundo, numa matéria assinada pela jornalista Fernanda Salles. 
Transcrevo os parágrafos iniciais da matéria com link para leitura completa, até porque essa matéria contém audios inéditos. Já o vídeo acima é o comentário do jornalista e youtuber Bernardo Küster que troca em miúdos todo o episódio que faz chegar à tona toda a podridão do jornalismo da grande mídia tendo protagonista repórter do ex-vetusto jornal O Estado de S. Paulo.
Segue a parte inicial do texto da Jornalista Fernanda Salles, do Terça-livre e o link ao final para leitura completa. E não deixem de ver o vídeo do Bernardo Küster que, coincidentemente domina o inglês e o francês os idiomas presentes no rocambolesco caso. Ele explica tudo. Leiam:

O jornalista francês Jawad Rhalib fez uma grave denúncia sobre o caso envolvendo o Senador Flávio Bolsonaro (PSL) e seu assessor Fabrício Queiroz, em seu blog Mediapart. No artigo, Rhalib revela áudios de uma conversa com a jornalista do Estadão Constança Rezende. Segundo o francês, a jornalista, que foi a primeira a denunciar o filho de Jair Bolsonaro, atacou Flávio apenas para atingir o presidente e arruinar seu mandato.

“Esta jornalista do Estadão se chama Constança Rezende, a primeira jornalista a publicar artigos sobre Flavio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro. Nós cavamos e, felizmente a repórter concordou em conceder uma entrevista por telefone que gravamos para compreender suas motivações. Ao final, saímos com um registro que mostra uma imagem catastrófica dos meios de comunicação locais e instituições governamentais. Em dezembro 2018, Flavio Bolsonaro – então deputado estadual do Rio de Janeiro, senador Federal e filho do presidente Jair Bolsonaro – estava no centro de vários artigos controversos na mídia brasileira. De acordo com a cobertura inicial, a COAF do Brasil publicou um relatório detalhando pagamentos questionáveis ​​de 1,2 milhões de reais pagos entre 2016 e 2017 para Fabricio Queiroz, motorista Flavio Bolsonaro. Muito rapidamente, os relatos da mídia foram seguidos de uma investigação contra Flavio Bolsonaro”, diz o artigo de Rhalib.

O jornal The Washington Times também denunciou a tentativa de atingir Jair Bolsonaro. “Não foi nenhuma surpresa quando uma fonte me mostrou evidência de que um documento vazado após a eleição de Jair Bolsonaro à presidência (a meta era antes de sua posse) com o objetivo de iniciar uma investigação, foram possivelmente parte de um esquema elaborado pela esquerda para derrubar um presidente conservador. Muito parecido com o que está acontecendo nos Estados Unidos contra o presidente Trump”, escreveu o jornalista L. Todd Wood.

Desde que Constança iniciou a temporada de caça aos Bolsonaro no Estadão, emissoras como a Rede Globo e jornais como Folha de São Paulo seguiram o mesmo caminho. Uma enxurrada de acusações em horário nobre, capas de revistas e nas primeiras páginas de jornais colocaram a integridade moral do filho do presidente em xeque. Sobre o esquema malicioso, Wood escreveu:

Veja como isso se desenrolou. Jair Bolsonaro, o Donald Trump brasileiro, concorre à presidência promovendo uma plataforma anticorrupção. A elite esquerdista no poder não gostou nada disso. Eles gostavam de seu controle sobre o governo e suas instituições.

Eles tentaram matar Ronald Reagan. Bolsonaro foi esfaqueado no estômago em setembro do ano passado durante um comício e levado às pressas para o hospital. Depois que ele ganhou a eleição, a ameaça de um líder populista na nação latino-americana se tornou muito real. Pessoas foram ameaçadas; sua vida foi colocada em risco. Isso soa familiar?

Documentos vazaram para a mídia vindos do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), destacando as preocupações com os pagamentos ao motorista de Flávio Bolsonaro, um ano antes. O momento da divulgação das denúncias foi suspeito. Por que entregar os documentos aos jornalistas antes da posse? Apenas um ano depois eles foram escritos? Poderia ser um último truque para evitar que Bolsonaro chegasse ao poder?”.Clique AQUI para ler a matéria completa

Em sua página do oficial no Facebook o Presidente Jair Bolsonaro fez uma postagem sobre o caso:
Ao centro a jornalista do Estadão Constança Resende. DO A.AMORIM

segunda-feira, 11 de março de 2019

ESTADÃO MENTIU E BUSCA ARRUINAR BOLSONARO

A Cantora Careca

segunda-feira, 11 de março de 2019


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por H. James Kutscka
Não, não se trata da irlandesa Sinéad O´Connor, cantora pop controversa, abençoada com muita voz e pouco cérebro, que se indispôs com a igreja católica e se converteu ao Islã.
Trata-se da peça de Eugène Ionesco, que inaugurou o teatro do absurdo em 1950; nela o autor mostrava a loucura e a incomunicabilidade do cotidiano de uma sociedade alienada, onde o insólito passa cotidianamente desapercebido.
Qualquer semelhança com a realidade atual é mera coincidência.
Um laudo encomendado pela Polícia Federal a peritos, (quem serão?) teria considerado o acusado, doente mental, portanto inimputável.
Isso é o de menos, ele poderá ser trancado em um manicômio, de onde somente sairá vestindo um paletó de madeira.
No entanto, ficam as perguntas:
Como um paranoico de altíssima periculosidade (não sou eu que digo, está no laudo dos peritos) conseguiu treinar tiro em um clube em Santa Catarina?
Como tinha cartão de crédito internacional do Banco Itaú?
Quem eram as pessoas que o orientavam no dia fatídico, como se pode ouvir claramente em vários vídeos postados na internet?
- Calma Adélio, ainda não.  Ouve-se a voz de alguém que estaria atrás dele e não aparece no vídeo.
Em outro momento outra voz diz: - calma irmão!
Como se filiou ao PSOL?  (para falar a verdade isso nem mesmo é importante visto o resto dos filiados a esse partido)
Como, assim do nada, apareceram quatro experientes e caros advogados para defende-lo: Zanone Manuel de Oliveira, Pedro Augusto de Lima Felipe e Possa, Fernando Costa Oliveira Magalhães e Marcelo Manoel da Costa (vamos fazê-los famosos).
Porque a OAB de Minas Gerais recorre ao TRF para que   Zanone Manuel de Oliveira, não tenha de revelar quem paga seus honorários?
Quem pagava os cartões de crédito e as viagens esfaqueador?
Aqui nesse país, corremos o sério risco de obtermos como resposta a mesma que o casal Inglês da peça aludida no início desse artigo deu a um bombeiro, que entra sem mais nem menos no aposento onde estão e pergunta:
- E a cantora careca?
- Continua como mesmo penteado, responde o casal sem tirar os olhos do jornal que estavam lendo.
No teatro da Aliança Francesa, onde vi a peça nos anos sessenta, a resposta provocava risos.
Por mais insólitas que tenham se tornado as coisas nesse país nos últimos trinta anos, uma resposta desse nível do judiciário não será aceita sem consequências pela sociedade.
Exigimos respostas satisfatórias das autoridades para a pergunta:
- Quem contratou o “doente mental”?
E para finalizar nessa terra de absurdos, a mesma imprensa que acusa o atual presidente de ter perdido o decoro ao postar o vídeo escatológico de dois “homoafetivos” (diga-se de passagem, escrotos) em um ato devidamente planejado para chocar a “sociedade burguesa”, é a que no governo anterior classificava esse tipo de “happening” de arte conceitual.

Chega de teatro!

 H. James Kutscka é Escritor e Publicitário.

domingo, 10 de março de 2019

“A intenção é arruinar Flávio Bolsonaro e o governo”, diz jornalista do Estadão


O jornalista francês Jawad Rhalib, autor do blog Mediapart, divulgou os áudios de uma conversa comprometedora com a jornalista do Estadão, Constança Rezende, que confessou o real objetivo da cobertura sobre o senador Flavio Bolsonaro (PSL): a intenção era “arruinar Flavio Bolsonaro e o governo”, disse a jornalista em áudio.

Divulgada neste domingo (10) pela jornalista Fernanda Salles, do Terça Livre, a matéria do jornalista francês exemplifica a grave crise vivida pelo jornalismo profissional brasileiro, que representa interesses evidentes de movimentos de extrema esquerda em sua cobertura política.
Segundo o francês, a jornalista, que foi a primeira a denunciar o filho de Jair Bolsonaro, atacou Flávio apenas para atingir o presidente e arruinar seu mandato.
“Esta jornalista do Estadão se chama Constança Rezende, a primeira jornalista a publicar artigos sobre Flavio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro. Nós cavamos e, felizmente a repórter concordou em conceder uma entrevista por telefone que gravamos para compreender suas motivações. Ao final, saímos com um registro que mostra uma imagem catastrófica dos meios de comunicação locais e instituições governamentais. Em dezembro 2018, Flavio Bolsonaro – então deputado estadual do Rio de Janeiro, senador Federal e filho do presidente Jair Bolsonaro – estava no centro de vários artigos controversos na mídia brasileira. De acordo com a cobertura inicial, a COAF do Brasil publicou um relatório detalhando pagamentos questionáveis ​​de 1,2 milhões de reais pagos entre 2016 e 2017 para Fabricio Queiroz, motorista Flavio Bolsonaro. Muito rapidamente, os relatos da mídia foram seguidos de uma investigação contra Flavio Bolsonaro”, diz o artigo de Rhalib.
O jornal The Washington Times também denunciou a tentativa de atingir Jair Bolsonaro. “Não foi nenhuma surpresa quando uma fonte me mostrou evidência de que um documento vazado após a eleição de Jair Bolsonaro à presidência (a meta era antes de sua posse) com o objetivo de iniciar uma investigação, foram possivelmente parte de um esquema elaborado pela esquerda para derrubar um presidente conservador. Muito parecido com o que está acontecendo nos Estados Unidos contra o presidente Trump”, escreveu o jornalista L. Todd Wood.
Desde que Constança iniciou a temporada de caça aos Bolsonaro no Estadão, emissoras como a Rede Globo e jornais como Folha de São Paulo seguiram o mesmo caminho. Uma enxurrada de acusações em horário nobre, capas de revistas e nas primeiras páginas de jornais colocaram a integridade moral do filho do presidente em xeque. Sobre o esquema malicioso, Wood escreveu:
“Veja como isso se desenrolou. Jair Bolsonaro, o Donald Trump brasileiro, concorre à presidência promovendo uma plataforma anticorrupção. A elite esquerdista no poder não gostou nada disso. Eles gostavam de seu controle sobre o governo e suas instituições.
Documentos vazaram para a mídia vindos do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), destacando as preocupações com os pagamentos ao motorista de Flávio Bolsonaro, um ano antes. O momento da divulgação das denúncias foi suspeito. Por que entregar os documentos aos jornalistas antes da posse? Apenas um ano depois eles foram escritos? Poderia ser um último truque para evitar que Bolsonaro chegasse ao poder?”.
Depois de gravar os áudios da conversa com a jornalista do Estadão, Rhalib concluiu: “A conversa gravada com a jornalista Constança Rezende revelou a verdadeira motivação por trás da cobertura negativa da mídia, que era “arruinar” o presidente Jair Bolsonaro. Revela que eles não estão interessados ​​nos fatos, mas simplesmente em usar histórias negativas, muitas vezes inventadas, sobre a família do presidente Bolsonaro que foi eleito democraticamente.
Constança Rezende está com documentos não públicos que foram ilegalmente divulgados ao COAF. Ela publicou seu primeiro artigo contra Flavio Bolsonaro com base em documentos escritos há mais de um ano. No entanto, eles foram divulgados apenas em dezembro de 2018, logo após as eleições gerais de Outubro e antes da posse de Jair Bolsonaro em janeiro de 2019. Quem se beneficia com este comunicado de imprensa? Além das motivações do COAF?
Vamos ser claros: eu não sou um defensor de Bolsonaro, mas eu acho que estão usando o poder da mídia para atacar um presidente através de seu filho e isso é inaceitável para o jornalista que sou.

Leia abaixo a transcrição dos áudios, feita pelo Terça Livre

1 – Constança Rezende declara claramente que só escreveu sobre o caso de Flavio Bolsonaro para arruinar o presidente Jair Bolsonaro:
Rezende: E nós estamos, estamos fazendo apenas isso, acho que minha vida está destruída, porque …
Entrevistador: Hmm, sério?
Rezende: Eu só faço isso [..] esse caso que pode comprometer…está arruinando Bolsonaro.
2 – Rezende teme que a investigação sobre Flávio Bolsonaro nunca se materializem, porque neste caso não haveria “processo de impeachment do presidente Jair Bolsonaro.
Rezende: Eu acho que minha maior preocupação é que isso nunca aconteça novamente, sobre essa investigação. É uma grande frustração.
Entrevistador: Uau.
Rezende: Para mim.
Entrevistador: Sim, tenho certeza.
Rezende: Porque eu acho que é um caso de impeachment.
O COAF divulgou documentos ilegais à Constança Rezende
3 – Rezende descreve como documentos não públicos sobre Flávio Bolsonaro foram divulgados a ela pelo COAF:
Entrevistador: Pode-se dizer que é como algo financeiro? É como se fosse uma organização do governo ou como uma organização privada.
Rezende: organização governamental, organização governamental.
Entrevistador: Posso perguntar como se chama?
Rezende: O nome é COAF.
Entrevistador: CO?
Rezende: COAF, é C-O-A-F
Entrevistador: COAF?
Rezende: COAF.
Entrevistador: Ok.
Rezende: Sim.
Entrevistador: Você falou com eles? Ou pediu documentos a eles, ou você fala com pessoas que trabalham lá? Ou isso é público?
Rezende: Sim, eu tenho esses documentos.
Palestrante: São documentos seus? De onde eles vêm?
Rezende: Não. Não é público, mas temos jornalistas aqui para receber de fontes.
Entrevistador: Oh, uau.
Rezende: Estes, esses documentos, então eu tenho …
4 – Rezende garante que os documentos são autênticos e oficiais.
Entrevistador: Então, você sabe que o material que você está obtendo é verdadeiro? Porque conhece a pessoa com quem você está conversando.
Rezende: É real, é real.
Entrevistador: Ele é real? Não, eu não estou questionando.
Rezende: Eles não escreviam sobre isso ou investigaram isso até depois da eleição e depois disso eles começaram a investigação [..] Mas só depois da eleição. Somente depois escrevemos sobre isso porque o caso foi interrompido, eles não fizeram nada com esses documentos. Eles começaram a fazer só agora”.

DO ESTUDOSNACIONAIS.COM

Bolsonaro tem de reinventar o MEC/INEP


domingo, 10 de março de 2019



Teste do capim

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Membro do Comitê Executivo do
Movimento Avança Brasil
O Ministério da Educação é uma das áreas nas quais o Governo Jair Bolsonaro deixa a desejar. A culpa deve ser atribuída a um equívoco de visão do Presidente da República. O titular do MEC foi escalado para cumprir a missão (praticamente impossível) de promover uma “limpeza ideológica” no ministério e em seu principal “mecanismo”, o INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) – maldosamente apelidado de INEPTO, pelas mancadas no Enem e pelo aparelhamento petista.
Seguindo uma indicação pessoal do filósofo Olavo de Carvalho, Bolsonaro nomeou o ministro Ricardo Vélez Rodrigues. Na verdade, o Presidente jogou o acadêmico colombiano no ninho das cobras petistas, comunistas e tucanas. Foi e é muita ingenuidade supor que, no curto prazo, seria possível salvar o MEC e o INEPTO – ainda mais mantendo a mesma estrutura e a mesma equipe. Sempre que se erra no nascedouro do objetivo, a bem intencionada meta já fica previamente comprometida. A lição é amarga, porém simples...
Na teoria, o intelectual respeitado internacionalmente por estudos conservadores seria a figura ideal para enfrentar o aparelhamento na área educacional. Na prática, o MEC precisa de um gestor profissional com visão estratégica para redesenhar um ministério equivocado em sua própria essência, pois é um dos símbolos do intervencionismo estatal exagerado em uma área essencial para a vida das pessoas e para o futuro do País.
Felizmente, o Governo está no começo e ainda dá tempo de corrigir o objetivo errado, para melhorar a qualidade do Ensino no Brasil. O foco correto e urgente é agir no presente para dar um futuro às crianças e aos jovens. O MEC só tem razão de existir se for para formular um plano nacional de ensino que privilegie a pré-escola e o ensino fundamental – e não o ensino superior, como acontece há muito tempo, desde o regime dos presidentes militares (#prontofalei)...
Concentrar atenção na criançada entre zero e seis anos, justamente na fase em que se desenvolve a inteligência, é a maneira mais eficaz, eficiente e efetiva de “combater a violência no nascedouro”. Fechar a “fábrica de bandidos”, investindo nas crianças e na família, teria de ser o ponto focal de um Governo eleito para priorizar a segurança e desenvolvimento, combatendo a maldita corrupção sistêmica. Esta é a única estratégia correta. Combater o aparelhamento comunista seria uma conseqüência muito secundária.
O MEC e seus mecanismos deveriam ser explodidos. Como não dá para fazer isso imediatamente, a alternativa é “implodir” a estrutura, deixando-a se extinguir pela própria incompetência e ineficiência. Neste raciocínio, o Presidente Bolsonaro tem de escalar um gestor profissional na área de ensino, preferencialmente especializado em Ensino à Distância – a modelagem economicamente adequada para complementar o ensino tradicional, em meio a um mundo em desenvolvimento tecnológico na mais alta velocidade.
Por isso, o foco do MEC tem de ser na pré-escola, já numa linha menos assistencialista, porém muito mais educacional. Entenda-se Educação = formação moral familiar + ensino de qualidade baseado nas tradicionais sete artes liberais: lógica, gramática, retórica; aritmética, música, geometria e astronomia. Um sistema educacional assim estruturado não precisa ficar submetido à ditadura soviética de uma “Lei de Diretrizes e Bases da Educação” – por mais bem intencionado que tal regramento possa parecer... Também é preciso rediscutir a soviética “Base Nacional Comum Curricular” – uma imposição inaceitável à liberdade educacional. O termo “Comum” vem mesmo de “Comunista”...
A coisa é bem menos complicada do que possa parecer. O Brasil nunca terá um ensino eficiente se não tiver, antes, estudantes previamente capacitados na base. Eis por que é essencial investir no público-alvo da pré-escola e na base das famílias. Esta é a verdadeira guerra do Governo do Brasil. Fala sério... Dar tiro em bando narcotraficante é enxugar gelo e torrar dinheiro com armamento e bala. Também é ilusão fingir que combate a estrutura econômica do tráfico com simples medidas legais e judiciais.
O Presidente Jair Bolsonaro tem de rever a estrutura MEC/INEP (ou INEPTO). Não basta trocar os nomes no ministério, depois de tretas que se tornaram públicas nas redes sociais, envolvendo uma suporta “perseguição do Círculo Técno-Militar” aos alunos do professor Olavo de Carvalho (que pediram exoneração do MEC). Também não adianta crucificar o intelectual Ricardo Rodriguez que deveria ter sido escalado para comandar o Conselho Nacional de Educação, estrutrura oficial que poderia ser usada de modo mais eficaz para combater o aparelhamento ideológico no Ensino brasileiro.
Nos 100 dias (ou antes), Bolsonaro terá de mexer no MEC. Se realmente quiser mudar a estrutura que não serve ao Brasil, o Presidente tem de escalar um gestor com visão estratégica para tal finalidade. Bolsonaro tem à disposição um profissional que ajudou na fase de campanha. Passa no Enem, sem precisar fazer prova, quem conseguir escrever e pronunciar o nome dele: Stavros Xanthopoylos. Ele é um reconhecido Executivo Educacional e um dos maiores especialistas brasileiros em Ensino Remoto.           
Com Stavros Xanthopoylos no comando do MEC e com o professor Ricardo Vélez corretamente escalado no CNE, o Governo Bolsonaro tem a chance de promover a mudança estrutural e a evolução do Ensino público e privado no Brasil. Assim dá para pensar em despetizar, descomunizar e destucanizar o MEC. É preciso parar de “treta” e fazer gestão pública de verdade na “Educação” (melhor seria escrever Ensino).
Além de priorizar a pré-escola com enfoque na introdução do ensino remoto, o “novo” MEC tem de rever a equivocada prioridade a um “ensino superior” que não atende aos interesses de desenvolvimento do Brasil e dos brasileiros. Já passou da hora de exigir qualidade das Universidades caça-níqueis, junto com a transformação da universidade pública que gasta muito sem produzir na mesma proporção.
No mais, é implantar o “teste do capim” (charge acima) para confirmar quem não pode dirigir o Ensino no Brasil. No mais, é observar as várias experiências educacionais bem sucedidas no Brasil afora, e verificar onde elas podem ser replicadas...
São sugestões possíveis para o Presidente Bolsonaro adotar e ter sucesso.

Releia o artigo de sábado: O Círculo Técno-Militar na berlinda

Belíssima Notícia

A lindona Júlia Horta, jornalista e apresentadora de TV em Juiz de Fora, venceu ontem o Concurso de Miss Brasil 2019.
Aos 24 anos, Júlia vai representar o Brasil no Concurso de Miss Universo.
"Lute como uma garota, lute como uma mulher, lute como uma miss", foi o lema do concurso deste ano.

Queda de avião na Etiópia deixa 157 mortos, segundo a companhia aérea

Aeronave caiu 6 minutos após decolar neste domingo com destino a Nairobi, no Quênia. As causas da queda do avião ainda são desconhecidas.

Local onde caiu avião na Etiópia ; acidente deixou 157 mortos, segundo a Ethiopian Airlines — Foto: Tiksa Negeri/Reuters
Local onde caiu avião na Etiópia ; acidente deixou 157 mortos, segundo a Ethiopian Airlines — Foto: Tiksa Negeri/Reuters
Um avião da Ethiopian Airlines, que voava da capital da Etiópia, Adis Abeba, para Nairobi, no Quênia, caiu neste domingo (10) com 157 pessoas a bordo. Segundo informações do CEO da empresa, Tewolde G Medhin, que foi até o local da queda, não há sobreviventes. O avião levava 149 passageiros e 8 tripulantes.
Não havia brasileiros no voo, segundo autoridades da companhia. Em conferência, três representantes da empresa listaram as nacionalidades das pessoas que estavam no avião. O Brasil não está incluso.
Em entrevista coletiva, o ministro dos transportes do Quênia disse que havia pessoas de pelo menos 35 nacionalidades no avião.
Dados da rede Flightradar24 ADS-B mostraram que a velocidade vertical da aeronave ficou instável depois da decolagem. As causas do acidente, porém, ainda não desconhecidas. A possibilidade de se tratar de um ataque terrorista chegou a ser cogitada, mas foi descartada pelas autoridades em seguida.
Por meio de nota, a Ethiopian Airlines afirmou que o voo ET 302 caiu perto da cidade de Bishoftu, 62 km a sudeste da capital Adis Abeba, seis minutos após decolar. Ainda segundo a empresa, o avião era um Boeing 737-800 MAX, número de registro ET-AVJ.
O piloto tinha mais de 8 mil horas de voo, disseram autoridades da companhia em conferência de Queda de avião na Etiópia — Foto: Juliane Monteiro/G1imprensa.
Queda de avião na Etiópia — Foto: Juliane Monteiro/G1

O que se sabe até agora:

  • O avião perdeu contato 6 minutos após decolar
  • A aeronave decolou às 8h44 (horário local)
  • 157 pessoas estavam a bordo do avião, sendo 149 passageiros e 8 tripulantes
  • Segundo a empresa, não há sobreviventes
  • Passageiros de mais de 30 países estavam a bordo; Brasil não estaria incluso, segundo a companhia
Em entrevista à Globonews, o engenheiro aeronáutico Jorge Leal Medeiros, professor da Poli/USP, apontou que "é muito cedo para dizer qualquer coisa sobre a causa do acidente". "Pode ter acontecido alguma falha no motor, não se sabe", disse ele, mas destacou que o aeroporto do qual o avião decolou "fica numa região muito envolvida por montanhas". No Aeroporto Internacional Jomo Kenyatta, mulher aguarda informações de voo que caiu na Etiópia. Noivo estava a bordo.  — Foto: REUTERS/Baz Ratner
No aeroporto de Nairóbi, no Quênia, muitos parentes de passageiros estavam esperando no portão, sem informações das autoridades aeroportuárias.
"Estamos apenas esperando pela minha mãe. Só estamos esperando que ela tenha pegado um voo diferente ou esteja atrasada. Ela não está atendendo o telefone", disse Wendy Otieno à agência de notícias Reuters, segurando o telefone e chorando.
Robert Mutanda, de 46 anos, esperava que seu cunhado viesse do Canadá. "Não, nós não vimos ninguém da companhia aérea ou do aeroporto", disse ele também à Reuters, mais de três horas após a perda de contato com o voo. "Ninguém nos disse nada, estamos apenas aqui esperando o melhor."
O escritório do primeiro-ministro etíope, Aby Ahmed enviou condolências aos familiares em mensagem postada no Twitter.
A companhia aérea informou ainda que "estão em curso as operações de busca e socorro". A Ethiopian Airlines é uma das maiores transportadoras do continente em tamanho de frota. No ano passado, transportou 10,6 milhões de passageiros. A Boeing, empresa que construiu o avião, disse no Twitter que está "monitorando a situação de perto".
A aeronave 737 Max-8 é um modelo relativamente novo, lançado em 2016. Foi adicionado à frota da Ethiopian Airlines no ano passado. Outro avião do mesmo modelo esteve envolvido em um acidente 5 meses atrás, quando um avião da Lion Air caiu no mar próximo à Indonésia com 189 pessoas a bordo.
Imagem de 28 de novembro de 2017 de uma Boeing 737-700 da Ethiopian Airline — Foto: Arquivo / Issouf Sanogo / AFP Photo
Imagem de 28 de novembro de 2017 de uma Boeing 737-700 da Ethiopian Airline — Foto: Arquivo / Issouf Sanogo / AFP Photo
A Ethiopian Airlines tem voos para muitos destinos na África, o que a torna uma empresa popular em um continente onde muitas companhias fazem voos apenas de seus países para destinos fora da África.
Ela tem um boa reputação em relação à segurança, apesar de um de seus aviões ter caído em 2010 no Mar Mediterrâneo logo após deixar da cidade de Beirute, no Líbano. O incidente matou as 90 que estavam a bordo.
Pedaço da fuselagem do avião é visto no local do acidente — Foto: Tiksa Neger/Reuters
Pedaço da fuselagem do avião é visto no local do acidente — Foto: Tiksa Neger/Reuters Pessoas caminham sobre o local de acidente aéreo na Etiópia — Foto: Tiksa Negeri/Reuters
Pessoas caminham sobre o local de acidente aéreo na Etiópia — Foto: Tiksa Negeri/Reuters
Por G1 *

sábado, 9 de março de 2019

TODO SOCIALISTA É MENTIROSO, PREGUIÇOSO, VAGABUNDO E TAGARELA.

sábado, março 09, 2019

Se o socialismo fosse realmente essa coisa maravilhosa que apregoam seus epígonos por certo não seria necessário que rios de tinta fossem gastos em centenas de livros na tentativa de comprovar essa teoria. Aliás, um preceito bíblico contido numa frase muito conhecida é lapidar: "do suor do teu rosto comerás teu pão".

Os Tradutores de Direita legendaram o pequeno vídeo acima e escreveram o texto que segue. E não precisa mais do que isso para entender, por exemplo, por que a Venezuela foi devastada e por que o Brasil que deveria ser uma potência econômica está em situação falimentar. Leiam:

Ainda aproveitando a experiência venezuelana para tirar lições válidas, hoje vamos falar sobre a pobreza, e como ela é o estado natural do ser humano.

Não importa se a pessoa acredita na ordem estabelecida por Deus em Gênesis "do suor do teu rosto comerás o pão", ou se deposita sua fé nos hominídeos das cavernas e sua subsequente evolução, a humanidade tem por padrão a pobreza.
Riqueza se cria.

É uma frase simples que carrega um fato inquestionável e que nenhum socialista jamais conseguiu compreender em sua totalidade. Por quê?

Fica fácil saber o porquê quando se vê que onde um socialista põe a mão, a riqueza acaba. Não só porque estes têm uma frequente mania de se apropriar da riqueza alheia, como também porque interferem no sistema que existe e que permite a criação dessa riqueza.

Talvez poderíamos reduzir os ensinamentos da Escola Austríaca de economia, de maneira grosseira, simplista e com uma pontada cômica, ao dizer: "já que você não sabe nada, nem teria como saber, pelo menos não atrapalhe."

Novamente aprendemos com o exemplo venezuelano: Chavez implementou seu "Socialismo do século XXI" e seus resultados foram o mesmo do Socialismo do século passado: retornou um país riquíssimo ao estado devastador da pobreza.

Não deixemos que isso aconteça novamente. Compartilhe e instrua seu  próximo.
Tradução: Rita Salusa - Revisão: Jonatas DO A.AMORIM

Juíza defende postagem de Bolsonaro: “a guerra não é ideológica, mas sim, cultural”

Publicado por
A juíza de direito do tribunal de justiça de Minas Gerais e professora de direito penal Ludmila Lins Grillo publicou em sua página pessoal do Facebook texto em que defende que “a exposição nua e crua do estado de degradação moral de um povo é meio legítimo e eficiente de elevação do nível de consciência coletiva, na medida em que escancara as entranhas carcomidas do ambiente cultural em que estamos inseridos”.
‪Confira a postagem:


sexta-feira, 8 de março de 2019

A velha imprensa faz chantagem explícita ao governo Bolsonaro

sexta-feira, 8 de março de 2019

Imagem relacionada
Divulgação

"Olha aqui, o jogo é bruto. Bolsonaro cortou a generosa verba que os presidentes que o antecederam enviavam mensalmente para que nós pagássemos os salários de vocês. Então, a coisa é simples. Se isso continuar, teremos que demitir, já, metade da redação. Nem queremos ouvir a opinião de vocês...  A partir de agora, é pau. Nenhuma notícia simpática ao Capitão. Vamos dar espaço a todas as vozes contrárias à Reforma da Previdência. E contra qualquer projeto que posso elevar a aprovação do presidente da República. Ou tiramos Bolsonaro do Palácio do Planalto ou vocês perdem o emprego. Encerrada a reunião".

Esse é um suposto monólogo numa suposta reunião do comando de um grande jornal ou de uma revista ou ainda de uma TV campeã de audiência ou de uma emissora de rádio com 'jornalistas'.

Com efeito, 'jornalistas' mandaram a ética às favas e passaram a bater da cintura para baixo, como querem os patrões.

Afinal, é preciso garantir o leite das crianças.

Mesmo de quem raramente trabalha. Sabe aquela emissora de televisão que mantém centenas de 'artistas' sob contrato apenas para evitar que eles trabalhem numa concorrente.

Muitos passam mais de um ano sem bater um prego. Às vezes vão a um programa de auditório... É a prova de vida,

Advinha quem paga o salário? Você, trouxa! E há décadas.

Outro dia, o senador Jorge Kajuru (GO) exaltava na tribuna o finado Roberto Marinho, 'o melhor patrão do Brasil'.

Com o dinheiro do povo é moleza.

Duro é ir à luta buscar anuncio privado. Como ocorre nos países sérios.

E o Brasil é o paraíso de bancos, montadoras, empreiteiras...

Alguém já viu numa TV americana, alemã, inglesa ou canadense propaganda de obras existentes ou inexistentes, como ocorre no Brasil?

Pode ficar o dia inteiro em frente à telinha. Não vai ver.

Resumo da obra: sem o dinheiro do povo, Globo, Folha, Veja, Estadão e similares terão que se adaptar à realidade. Fazer festa com o chapéu alheio, nunca mais.

Isso, se Bolsonaro conseguir suportar o espetáculo de baixarias que a 'velha imprensa' promove sem trégua.

Vamos ver se o Brasil efetivamente será moralizado!!!

O jogo é pesado como supostamente informaram os 'donos da mídia' aos seus prepostos.

Em tempo: e a farra das campanhas eleitorais? Grana do cidadão que trabalha e paga impostos. Nos Estados Unidos, cada candidato banca sua campanha. No Brasil, trouxas pagamos as campanhas de corruptos como Lula, Dilma, Aécio, Renan...

Em tempo II: Assis Chateaubriand e João Calmon diziam que a Globo cresceu com a parceria do Grupo Time-Life.

Em tempo III: e disparou sob amizades coloridas com os presidentes Sarney, Collor, FHC, Lula e Dilma. DO J.TOMAZ

PRESIDENTE JAIR BOLSONARO USA OS RECURSOS DA INTERNET PARA MANTER CONTATO DIRETO COM OS CIDADÃOS. VEJAM O PRIMEIRO VÍDEO.


sexta-feira, março 08, 2019


O Presidente Jair Bolsonaro acertou em cheio. Decidiu retomar suas "lives", transmissão ao vivo por meio das plataformas das redes sociais, especialmente o Facebook, Twitter e Youtube e promete mantê-las todas as quintas-feiras.

Nessas "lives", o Presidente Bolsonaro promete trazer Ministros e técnicos procurando esclarecer os temas demandados pelos cidadãos e as próprias ações do Executivo. Esse contato direto com os brasileiros só não ocorrerá na ausência do Presidente por razões de viagens em missão oficial. A duração dessa primeira "live" foi de 20 minutos. Está de bom tamanho.

Com essa providência o Presidente Jair Bolsonaro retoma o contato direto com os cidadãos que foi o forte de sua campanha eleitoral. Isso por si só, além de ser uma inovação, serve para esclarecer pontos enigmáticos e ruídos que turvam o entendimento de determinados episódios envolvendo o Presidente da República e até mesmo Ministros e assessores, ou seja, fatos e/ou boatos que acabam ganhando versões rocambolescas na dita grande mídia

Trata-se, sim, de uma inovação que coloca o grande público em contato direto com o Presidente da República. Por certo muito dos estimados leitores deste blog já viram este vídeo. Todavia quem não faz uso intensivo das redes sociais tem a oportunidade aqui no blog de poder acompanhar esse contato direto do Presidente Jair Bolsonaro. DO A.AMORIM