domingo, 10 de março de 2019

Queda de avião na Etiópia deixa 157 mortos, segundo a companhia aérea

Aeronave caiu 6 minutos após decolar neste domingo com destino a Nairobi, no Quênia. As causas da queda do avião ainda são desconhecidas.

Local onde caiu avião na Etiópia ; acidente deixou 157 mortos, segundo a Ethiopian Airlines — Foto: Tiksa Negeri/Reuters
Local onde caiu avião na Etiópia ; acidente deixou 157 mortos, segundo a Ethiopian Airlines — Foto: Tiksa Negeri/Reuters
Um avião da Ethiopian Airlines, que voava da capital da Etiópia, Adis Abeba, para Nairobi, no Quênia, caiu neste domingo (10) com 157 pessoas a bordo. Segundo informações do CEO da empresa, Tewolde G Medhin, que foi até o local da queda, não há sobreviventes. O avião levava 149 passageiros e 8 tripulantes.
Não havia brasileiros no voo, segundo autoridades da companhia. Em conferência, três representantes da empresa listaram as nacionalidades das pessoas que estavam no avião. O Brasil não está incluso.
Em entrevista coletiva, o ministro dos transportes do Quênia disse que havia pessoas de pelo menos 35 nacionalidades no avião.
Dados da rede Flightradar24 ADS-B mostraram que a velocidade vertical da aeronave ficou instável depois da decolagem. As causas do acidente, porém, ainda não desconhecidas. A possibilidade de se tratar de um ataque terrorista chegou a ser cogitada, mas foi descartada pelas autoridades em seguida.
Por meio de nota, a Ethiopian Airlines afirmou que o voo ET 302 caiu perto da cidade de Bishoftu, 62 km a sudeste da capital Adis Abeba, seis minutos após decolar. Ainda segundo a empresa, o avião era um Boeing 737-800 MAX, número de registro ET-AVJ.
O piloto tinha mais de 8 mil horas de voo, disseram autoridades da companhia em conferência de Queda de avião na Etiópia — Foto: Juliane Monteiro/G1imprensa.
Queda de avião na Etiópia — Foto: Juliane Monteiro/G1

O que se sabe até agora:

  • O avião perdeu contato 6 minutos após decolar
  • A aeronave decolou às 8h44 (horário local)
  • 157 pessoas estavam a bordo do avião, sendo 149 passageiros e 8 tripulantes
  • Segundo a empresa, não há sobreviventes
  • Passageiros de mais de 30 países estavam a bordo; Brasil não estaria incluso, segundo a companhia
Em entrevista à Globonews, o engenheiro aeronáutico Jorge Leal Medeiros, professor da Poli/USP, apontou que "é muito cedo para dizer qualquer coisa sobre a causa do acidente". "Pode ter acontecido alguma falha no motor, não se sabe", disse ele, mas destacou que o aeroporto do qual o avião decolou "fica numa região muito envolvida por montanhas". No Aeroporto Internacional Jomo Kenyatta, mulher aguarda informações de voo que caiu na Etiópia. Noivo estava a bordo.  — Foto: REUTERS/Baz Ratner
No aeroporto de Nairóbi, no Quênia, muitos parentes de passageiros estavam esperando no portão, sem informações das autoridades aeroportuárias.
"Estamos apenas esperando pela minha mãe. Só estamos esperando que ela tenha pegado um voo diferente ou esteja atrasada. Ela não está atendendo o telefone", disse Wendy Otieno à agência de notícias Reuters, segurando o telefone e chorando.
Robert Mutanda, de 46 anos, esperava que seu cunhado viesse do Canadá. "Não, nós não vimos ninguém da companhia aérea ou do aeroporto", disse ele também à Reuters, mais de três horas após a perda de contato com o voo. "Ninguém nos disse nada, estamos apenas aqui esperando o melhor."
O escritório do primeiro-ministro etíope, Aby Ahmed enviou condolências aos familiares em mensagem postada no Twitter.
A companhia aérea informou ainda que "estão em curso as operações de busca e socorro". A Ethiopian Airlines é uma das maiores transportadoras do continente em tamanho de frota. No ano passado, transportou 10,6 milhões de passageiros. A Boeing, empresa que construiu o avião, disse no Twitter que está "monitorando a situação de perto".
A aeronave 737 Max-8 é um modelo relativamente novo, lançado em 2016. Foi adicionado à frota da Ethiopian Airlines no ano passado. Outro avião do mesmo modelo esteve envolvido em um acidente 5 meses atrás, quando um avião da Lion Air caiu no mar próximo à Indonésia com 189 pessoas a bordo.
Imagem de 28 de novembro de 2017 de uma Boeing 737-700 da Ethiopian Airline — Foto: Arquivo / Issouf Sanogo / AFP Photo
Imagem de 28 de novembro de 2017 de uma Boeing 737-700 da Ethiopian Airline — Foto: Arquivo / Issouf Sanogo / AFP Photo
A Ethiopian Airlines tem voos para muitos destinos na África, o que a torna uma empresa popular em um continente onde muitas companhias fazem voos apenas de seus países para destinos fora da África.
Ela tem um boa reputação em relação à segurança, apesar de um de seus aviões ter caído em 2010 no Mar Mediterrâneo logo após deixar da cidade de Beirute, no Líbano. O incidente matou as 90 que estavam a bordo.
Pedaço da fuselagem do avião é visto no local do acidente — Foto: Tiksa Neger/Reuters
Pedaço da fuselagem do avião é visto no local do acidente — Foto: Tiksa Neger/Reuters Pessoas caminham sobre o local de acidente aéreo na Etiópia — Foto: Tiksa Negeri/Reuters
Pessoas caminham sobre o local de acidente aéreo na Etiópia — Foto: Tiksa Negeri/Reuters
Por G1 *

sábado, 9 de março de 2019

TODO SOCIALISTA É MENTIROSO, PREGUIÇOSO, VAGABUNDO E TAGARELA.

sábado, março 09, 2019

Se o socialismo fosse realmente essa coisa maravilhosa que apregoam seus epígonos por certo não seria necessário que rios de tinta fossem gastos em centenas de livros na tentativa de comprovar essa teoria. Aliás, um preceito bíblico contido numa frase muito conhecida é lapidar: "do suor do teu rosto comerás teu pão".

Os Tradutores de Direita legendaram o pequeno vídeo acima e escreveram o texto que segue. E não precisa mais do que isso para entender, por exemplo, por que a Venezuela foi devastada e por que o Brasil que deveria ser uma potência econômica está em situação falimentar. Leiam:

Ainda aproveitando a experiência venezuelana para tirar lições válidas, hoje vamos falar sobre a pobreza, e como ela é o estado natural do ser humano.

Não importa se a pessoa acredita na ordem estabelecida por Deus em Gênesis "do suor do teu rosto comerás o pão", ou se deposita sua fé nos hominídeos das cavernas e sua subsequente evolução, a humanidade tem por padrão a pobreza.
Riqueza se cria.

É uma frase simples que carrega um fato inquestionável e que nenhum socialista jamais conseguiu compreender em sua totalidade. Por quê?

Fica fácil saber o porquê quando se vê que onde um socialista põe a mão, a riqueza acaba. Não só porque estes têm uma frequente mania de se apropriar da riqueza alheia, como também porque interferem no sistema que existe e que permite a criação dessa riqueza.

Talvez poderíamos reduzir os ensinamentos da Escola Austríaca de economia, de maneira grosseira, simplista e com uma pontada cômica, ao dizer: "já que você não sabe nada, nem teria como saber, pelo menos não atrapalhe."

Novamente aprendemos com o exemplo venezuelano: Chavez implementou seu "Socialismo do século XXI" e seus resultados foram o mesmo do Socialismo do século passado: retornou um país riquíssimo ao estado devastador da pobreza.

Não deixemos que isso aconteça novamente. Compartilhe e instrua seu  próximo.
Tradução: Rita Salusa - Revisão: Jonatas DO A.AMORIM

Juíza defende postagem de Bolsonaro: “a guerra não é ideológica, mas sim, cultural”

Publicado por
A juíza de direito do tribunal de justiça de Minas Gerais e professora de direito penal Ludmila Lins Grillo publicou em sua página pessoal do Facebook texto em que defende que “a exposição nua e crua do estado de degradação moral de um povo é meio legítimo e eficiente de elevação do nível de consciência coletiva, na medida em que escancara as entranhas carcomidas do ambiente cultural em que estamos inseridos”.
‪Confira a postagem:


sexta-feira, 8 de março de 2019

A velha imprensa faz chantagem explícita ao governo Bolsonaro

sexta-feira, 8 de março de 2019

Imagem relacionada
Divulgação

"Olha aqui, o jogo é bruto. Bolsonaro cortou a generosa verba que os presidentes que o antecederam enviavam mensalmente para que nós pagássemos os salários de vocês. Então, a coisa é simples. Se isso continuar, teremos que demitir, já, metade da redação. Nem queremos ouvir a opinião de vocês...  A partir de agora, é pau. Nenhuma notícia simpática ao Capitão. Vamos dar espaço a todas as vozes contrárias à Reforma da Previdência. E contra qualquer projeto que posso elevar a aprovação do presidente da República. Ou tiramos Bolsonaro do Palácio do Planalto ou vocês perdem o emprego. Encerrada a reunião".

Esse é um suposto monólogo numa suposta reunião do comando de um grande jornal ou de uma revista ou ainda de uma TV campeã de audiência ou de uma emissora de rádio com 'jornalistas'.

Com efeito, 'jornalistas' mandaram a ética às favas e passaram a bater da cintura para baixo, como querem os patrões.

Afinal, é preciso garantir o leite das crianças.

Mesmo de quem raramente trabalha. Sabe aquela emissora de televisão que mantém centenas de 'artistas' sob contrato apenas para evitar que eles trabalhem numa concorrente.

Muitos passam mais de um ano sem bater um prego. Às vezes vão a um programa de auditório... É a prova de vida,

Advinha quem paga o salário? Você, trouxa! E há décadas.

Outro dia, o senador Jorge Kajuru (GO) exaltava na tribuna o finado Roberto Marinho, 'o melhor patrão do Brasil'.

Com o dinheiro do povo é moleza.

Duro é ir à luta buscar anuncio privado. Como ocorre nos países sérios.

E o Brasil é o paraíso de bancos, montadoras, empreiteiras...

Alguém já viu numa TV americana, alemã, inglesa ou canadense propaganda de obras existentes ou inexistentes, como ocorre no Brasil?

Pode ficar o dia inteiro em frente à telinha. Não vai ver.

Resumo da obra: sem o dinheiro do povo, Globo, Folha, Veja, Estadão e similares terão que se adaptar à realidade. Fazer festa com o chapéu alheio, nunca mais.

Isso, se Bolsonaro conseguir suportar o espetáculo de baixarias que a 'velha imprensa' promove sem trégua.

Vamos ver se o Brasil efetivamente será moralizado!!!

O jogo é pesado como supostamente informaram os 'donos da mídia' aos seus prepostos.

Em tempo: e a farra das campanhas eleitorais? Grana do cidadão que trabalha e paga impostos. Nos Estados Unidos, cada candidato banca sua campanha. No Brasil, trouxas pagamos as campanhas de corruptos como Lula, Dilma, Aécio, Renan...

Em tempo II: Assis Chateaubriand e João Calmon diziam que a Globo cresceu com a parceria do Grupo Time-Life.

Em tempo III: e disparou sob amizades coloridas com os presidentes Sarney, Collor, FHC, Lula e Dilma. DO J.TOMAZ

PRESIDENTE JAIR BOLSONARO USA OS RECURSOS DA INTERNET PARA MANTER CONTATO DIRETO COM OS CIDADÃOS. VEJAM O PRIMEIRO VÍDEO.


sexta-feira, março 08, 2019


O Presidente Jair Bolsonaro acertou em cheio. Decidiu retomar suas "lives", transmissão ao vivo por meio das plataformas das redes sociais, especialmente o Facebook, Twitter e Youtube e promete mantê-las todas as quintas-feiras.

Nessas "lives", o Presidente Bolsonaro promete trazer Ministros e técnicos procurando esclarecer os temas demandados pelos cidadãos e as próprias ações do Executivo. Esse contato direto com os brasileiros só não ocorrerá na ausência do Presidente por razões de viagens em missão oficial. A duração dessa primeira "live" foi de 20 minutos. Está de bom tamanho.

Com essa providência o Presidente Jair Bolsonaro retoma o contato direto com os cidadãos que foi o forte de sua campanha eleitoral. Isso por si só, além de ser uma inovação, serve para esclarecer pontos enigmáticos e ruídos que turvam o entendimento de determinados episódios envolvendo o Presidente da República e até mesmo Ministros e assessores, ou seja, fatos e/ou boatos que acabam ganhando versões rocambolescas na dita grande mídia

Trata-se, sim, de uma inovação que coloca o grande público em contato direto com o Presidente da República. Por certo muito dos estimados leitores deste blog já viram este vídeo. Todavia quem não faz uso intensivo das redes sociais tem a oportunidade aqui no blog de poder acompanhar esse contato direto do Presidente Jair Bolsonaro. DO A.AMORIM

quinta-feira, 7 de março de 2019

Bolsonaro passou uma rasteira em toda a mídia marrom

07/03/2019
Want create site? Find Free WordPress Themes and plugins.

Deixando o ‘puxa-saquismo’ de lado, Bolsonaro deu uma aula …

A postagem (feita no twitter) sobre a selvageria cometida em via pública por três marmanjos foi genial.
Ahhh … mas isso “prejudica o turismo” … conversa fiada!
Há décadas, estrangeiros sempre procuram o Brasil para tomar caipirinhas, comer feijoada e fazer turismo sexual durante o carnaval … isso não é novidade para ninguém.
Bolsonaro apenas colocou o dedo na ferida e expôs o que nenhum outro governante teve coragem de expor.
O vídeo teve repercussão internacional? Teve sim, mas foi devido ao uso de uma hashtag em inglês.
Pela primeira vez na história deste país, vimos a guerra cultural ser combatida pela chefia do executivo.
Chega de tapar o sol com a peneira!
A esquerda brasileira promoveu oficina de siririca, simpósio sobre sexo anal em universidades federais, “espetáculo” macaquinhos (apresentado no SESC), onde homens colocavam o dedo nos ‘tobas’ alheios, o peladão do Museu com as crianças, os crucifixos colocados nos ânus por grupos feministas, a peça de teatro do Jesus travesti, a atriz da Globo fazendo xixi em via pública para protestar contra Bolsonaro, o homem negro nu que ralava a imagem de Nossa Senhora e depois se banhava com o pó, enfim, foram anos e anos de provocações sexuais, aplaudidas pela mídia e enfiado goela abaixo dos brasileiros.
Agora a mídia está chocada e falando em impeachment?
Vão se catar, bando de depravados!
Em um único tweet, Bolsonaro expôs toda a hipocrisia adversária e fez com que eles negassem, veementemente, os próprios discursos.
Anos de narrativas deturpadas caíram por terra, refutados por seus próprios defensores.
Bolsonaro foi mais inteligente (em termos publicitários) e passou uma rasteira em toda a mídia marrom.
1 único tuíte do presidente vale mais que 50 matérias publicadas diariamente nos principais jornais. DO D.BRASIL..

QUANDO O JORNALISMO IMORAL E MENTIROSO DA GRANDE MÍDIA POSA DE VESTAL DA MORALIDADE

quinta-feira, março 07, 2019

Os jornalistas da grande mídia haverão de descer mais fundo no esgoto da imoralidade e da mentira antes de virarem pó de traque. Estão completamente desesperados pelo fim dos caraminguás oficiais que eram generosamente concedidos pela canalha comunista então no poder. 

A folgada vitória nas urnas que levou de Jair Bolsonaro à Presidência da República selou o destino dessa gentalha que há pouco elogiava a imoralidade do tal Queer Museu e que agora, num rasgo de inusitado moralismo, questiona um vídeo postado por Bolsonaro denunciando a falência da moralidade e do decoro, justamente alimentada há anos pela canalha comunista das redações dos veículos da grande mídia.

Refiro-me àquela performance imunda e imoral, quem sabe inspirada no Queer Museu, que mereceu ardorosa defesa dos jagunços comunistas que povoam as redações da mainstream media e que agora se dizem escandalizados pelo vídeo.

Em sua conta no Twitter o Presidente Jair Bolsonaro republicou o vídeo no sentido de criticar tamanha imoralidade da cena bestial. Alias foi Bolsonaro, então na condição de Deputado Federal, que denunciou o denominado Kit Gay, um álbum sórdido e imoral para ser distribuído às criancinhas na escolas. O famigerado Kit Gay foi obra do então Ministro da Educação do governo do PT, o Haddad, derrotado nas urnas por Bolsonaro.
À falta do que criticar em relação ao governo do Presidente Jair Bolsonaro o jornalismo da grande mídia agora agarra-se a essa falácia. Certamente irão fazer uma entrevista sobre o assunto com o General Hamilton Mourão que se tem notabilizado como o falastrão mór do Governo ou então com fontes anônimas dentro do Palácio do Planalto, a quinta coluna que vem nutrindo as comadres fofoqueiras das redações a serviço dos comunistas. DO A.AMORIM

quarta-feira, 6 de março de 2019

O bloco dos sujos

terça-feira, 5 de março de 2019

Que desfilem todas as alas deste bloco sujo Perdidos do Brasil. Vêm aí a Lava Toga e a Lava Beca. Aleluia, amém, nós todos! Artigo de José Nêumanne, publicado no Estadão:

A confissão do ex-governador do Estado do Rio Sérgio Cabral Filho está fazendo o Poder Judiciário, até agora intocado nas célebres operações de combate à corrupção (Lava Jato, Greenfield, Cadeia Velha e tantas outras, que ganharam fama e prestígio após muitos anos de impunidade garantida) perder o sono.

Nos últimos dois anos os meios de comunicação têm publicado que Cabral dispõe de uma lista de 97 nomes de juízes, desembargadores, ministros de tribunais superiores e membros do Ministério Público. O emedebista, que foi aliado in pectore dos petistas Lula da Silva e Dilma Rousseff, mas apoiou Aécio Neves, do PSDB, na eleição de 2014, foi levado a concluir que terá de delatar, depois de ter adotado várias estratégias que não tiveram o condão de aliviar sua barra, como se diz na gíria carioca. Um empecilho previsível, contudo, impediu que ele sequer começasse a negociar com o Ministério Público Federal (MPF) ou, em última instância, como fez o ex-maioral petista Antônio Palocci, com a Polícia Federal (PF). Sem alternativa, numa evidente movimentação para obter redução de pena a partir de um acordo de delação premiada, ele promoveu uma ciranda, cirandinha de advogados pulando de banca em banca, malogrando sempre pela ineficácia dos métodos empregados: enfrentamento do juiz da causa, Marcelo Bretas, hoje quase tão famoso e respeitado no Brasil quanto o de Curitiba, atualmente ministro da Justiça, Sergio Moro, e negativa peremptória de afirmações de cúmplices que fazem delação premiada. Ao contrário do que ocorreu com alguns desses companheiros de condenação, caso do ex-chefe de sua Casa Civil Régis Fichtner, seu então secretário da Saúde Sérgio Côrtes e empresários como Jacob Barata, vulgo “o rei dos ônibus”, beneficiados pelo espírito benemérito do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes ou pela proteção familiar do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Marco Aurélio Bellize, promovido por mercê de sua interferência, Cabral foi somando anos de pena em suas condenações sem que ninguém nas altas Cortes do Judiciário se apiedasse de suas agruras. Não conseguiu, porém, tirar do bolso do colete o curinga que lhe restava do baralho, ou seja, delatar a turma do Batman, que se ausentou das listas da Odebrecht, da OAS e de outros fornecedores de seu bilionário propinoduto. O problema é que o que lhe convinha prejudicava os interesses profissionais e pecuniários dos causídicos que contratou. Estes, sensatamente, temiam que suas bancas viessem a ser perseguidas, renegadas e esvaziadas pelos alvos que ameaçava atingir: os magnatas das mais elevadas Cortes. Foi aí que jogou o orgulho na latrina da cela e partiu para a opção viável: a “humildade” de contar toda a verdade, delatar sem prêmio. E, aí, surgiu sua terceira face: o chefão arrogante e impiedoso virou o réu confesso “viciado em dinheiro”, em busca de piedade e compreensão dos procuradores que antes desprezava e do juiz que já tentara enfrentar. como se ainda ocupasse o gabinete mais poderoso do Palácio Guanabara. O autor destas linhas, com seu testemunho de leitor fiel e atento, vem acompanhando e comentando a estratégia de Cabral, que é diminuir seu tempo na prisão, condenado a quase 200 anos, e também proteger a sua “riqueza”, a ex-primeira dama Adriana Ancelmo, condenada a 18 anos.
A recente prisão de seu braço direito, negociador de todos os achaques, o chefe da Casa Civil de seus governos, Regis Fitchner, acelerou esse movimento. Seu ex-primeiro-ministro, como agora ele definiu, tinha sido preso em 2017 e, naquela ocasião, ameaçou contar coisas do Judiciário que nem o diabo sabia. Não teve tempo de fazê-lo, pois rapidamente foi solto, graças ao desembargador Espírito Santo. Amém.

Agora, Regis Fichtner foi preso novamente e Cabral está abrindo a boca, “sentindo-se aliviado”. O “aliviado” Cabral acusou Regis Fichtner de ser o coordenador dos esquemas de pagamento de propinas, operacionalizando o disfarce de caixa 2. O agora “arrependido” e loquaz ex-governador confirmou entregas de propinas no Palácio Guanabara e por meio do escritório de advocacia de Fichtner, com o emprego de honorários superfaturados. Quem pode garantir que esse caso tenha sido o único? Ora, pelo visto, a Lava Jato ainda tem salas que precisam ser abertas.

Vamos a elas:

1) As omissões premiadas

A confissão de Sérgio Cabral de superfaturamento em obras da Odebrecht no Rio não constou da delação dos 78 executivos da companhia. Nenhum dos solícitos súditos dos empreiteiros “teutobaianos” contou que a empreiteira pagou propinas para transformar o velho Estádio Mário Filho, o maior do mundo, o templo do maracanazo de 1950, em Arena Maracanã, palco das finais da Copa do Mundo da Fifa em 2014 e da primeira medalha de ouro olímpica da seleção nacional na final do futebol da Olimpíada do Rio, de cuja escolha Cabral participou como governador, na companhia de alguns “sócios”, como o famoso “rei Arthur”. Lembra-se? E agora?

Esse caso não é único no capítulo a que me tenho referido frequentemente, seja neste espaço semanal no Blog do Nêumanne, seja no Estadão Notícias, no comentário matutino da Rádio Eldorado (FM 107.3) e no canal com meus vídeos no YouTube. O assunto também tem sido tratado fora do território fluminense e da roubalheira do MDB, aliado do PT de Lula e Dilma. Recente reportagem da Folha de S.Paulo revelou as estranhezas que acontecem em delações/omissões premiadas. Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, ex-diretor da Dersa, do ninho tucano, estava pronto para delatar. Aí, Aloysio Nunes Ferreira arrumou para ele um novo advogado, Roberto Santoro, que “funcionou como salvador da pátria” ao conseguir um habeas corpus de Gilmar Mendes, soltar Paulo Preto e abortar sua delação premiada. Dia destes, a Polícia Federal (PF) pôs os olhos em e-mails de uma filha do dito cujo lamentando o favor que terminou desfavorecendo o favorecido. Em idêntica busca e apreensão recente foi revelado o diário do engenheiro referindo-se a um “anjo protetor Gi” na mesma linha em que o ministro Gilmar era citado.

A desconfiança da filha de que Paulo Preto deveria ter seguido a trilha da delação confirmou-se com a prisão do pai, agora condenado a 27 anos por fraude em licitações e formação de cartel de empreiteiras para a construção do trecho sul do Rodoanel, a primeira condenação da Lava Jato de São Paulo. Qual será agora a estratégia de Roberto Santoro, o “salvador da pátria”? Santoro é figurinha conhecida no meio jurídico, pois faz dupla com o advogado Frederick Wassef, que, segundo o colunista do Globo Lauro Jardim, “opera nas sombras”. A dupla está trabalhando também para o clã Bolsonaro. Não deixaremos de acompanhar suas façanhas.

O primeiro caso de omissões premiadas, que não diz respeito nem a Cabral nem ao tucanato emplumado, mas “desempoderado”, está indo a julgamento. O relator da Operação Lava Jato no STF, ministro Edson Fachin, vai pôr no plenário a votação sobre a validade ou não da delação dos quatro executivos do Grupo J&F, tendo em vista que houve “omissão de fatos criminosos” pelos delatores. Se o plenário do STF julgar que houve omissões, as benesses recebidas pelos irmãos Joesley e Wesley irão por água abaixo por um bom motivo. Quando o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, protagonista da excelente reportagem de José Fuchs, no Estado (Economia, B4) de domingo, Os privilegiados da Previdência, por receber R$ 37,3 mil de aposentadoria, usou Joesley para gravar a confissão do ex-presidente emedebista Michel Temer (que lhe disse “tem que manter isso aí, viu?”), o marchante de Anápolis ganhou o prêmio de anistia para penas que somariam 200 anos de cadeia, conforme revelou o repórter do Estado Marcelo Godoy. Tudo por ter contado que administrava contas de Lula e Dilma no exterior, das quais nunca apresentou uma provinha sequer.

2) O câmbio negro das omissões premiadas por meio de pagamento a advogados

Há que apurar quem paga os advogados dos envolvidos na Lava Jato, no caso de Palocci: os novos-ricos Adriano Bretas e Tracy Reinaldet. Palocci não pode ser, pois o ex-ministro da Fazenda de Lula e ex-chefe da Casa Civil de Dilma tem seus recursos bloqueados, assim como outros envolvidos na mesma e célebre operação. O site O Antagonistainformou também que executivos da empreiteira OAS foram acusados de combinar delações favoráveis à empresa e, em contrapartida, receberam polpudas remunerações. Grave! Não pode cair na vala comum do esquecimento.

3) O uso de bancas de advocacia como instrumento de lavagem de dinheiro, que é caso do escritório de Regis Fichtner, de acordo com o que já se sabe, também pelo depoimento de seu ex-chefe e sócio Cabral.

4) O mercado persa de nomeações, as incestuosas relações entre advogados e juízes, que foi confirmado pelo mesmo Sérgio Cabral, que confessou que ele e Regis Fichtner indicaram vários ministros para as Cortes superiores. Aqui não pode valer aquela velha saída petelulista da “falta de provas” nem dispensar a investigação pelo mesmo motivo pelo qual a chapa Dilma-Temer foi absolvida no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob presidência do onipresente Gilmar Mendes e o olhar curioso, arguto e probo do ministro relator, Herman Benjamin, ou seja, o “excesso de provas”.

Ainda sobre esse mercado persa de nomeações, em sua proposta de delação premiada Palocci narrou que Márcio Thomaz Bastos prometeu ao ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Asfor Rocha uma vaga no STF em contrapartida à anulação da Operação Castelo de Areia. A vaga não saiu, mas a referida operação foi anulada no STJ, onde Asfor se aposentou, passando a fazer parte da casta de privilegiados da Previdência, tal qual Janot. Isso sem falar que todos nós sabemos, pois ficou público, que o próprio Lula colocou Márcio Thomaz Bastos para advogar para a Camargo Corrêa, livrando a empresa, os empreiteiros e os políticos e arquivando a Castelo de Areia, o trailer da Lava Jato. Não têm faltado evidências de que este escriba não está vendo pelo em ovo.

Casos escabrosos acontecem mesmo. Para ilustrar, Eurico Teles, o atual presidente da Oi, que os novos acionistas querem substituir, foi denunciado pelo Ministério Público Federal do Rio Grande do Sul, em 2014, e réu em 2017, por formação de quadrilha, estelionato, patrocínio infiel e lavagem de dinheiro. O esquema, segundo a PF, consistia em subornar um escritório de advocacia que defendia 13 mil clientes em ações contra a Oi, em troca de encerramento dos processos judiciais. Ou seja, Eurico e a Oi compravam o defensor de seus clientes insatisfeitos. O fim dessa história é público e notório. A Oi faliu devendo R$ 65 bilhões aos credores, principalmente o contribuinte brasileiro.

Para encerrar, vamos aproveitar o que resta do tríduo do Rei Momo e festejar, pois o Brasil tem tudo para ser, de fato, passado a limpo. Que desfilem todas as alas deste bloco sujo Perdidos do Brasil. Vêm aí a Lava Toga e a Lava Beca. Aleluia, amém, nós todos!

Prioridades do Bolsonaro após o Carnaval

quarta-feira, 6 de março de 2019

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Membro do Comitê Executivo do
Movimento Avança Brasil
Quarta-feira de Cinzas. Reza a lenda que o ano tupiniquim começa, agora, de verdade, depois do Carnaval. O Presidente Jair Bolsonaro mandou bala na última twittada carnavalesca: “Palavras minhas: é urgente que o Congresso aprecie matérias para que os agentes de segurança pública ou não usem da letalidade para defender a população, caso precisem e estejam amparados por lei para que possamos resgatar a paz diante do terror que vivemos em todo Brasil”.
O descanso momesco no Palácio da Alvorada fez bem ao Presidente. Bolsonaro retomou uma parte fundamental da agenda original que o elegeu. Ele saiu do silêncio para reiterar seu compromisso de liderar e promover uma mobilização política, democrática, focada no respeito á Lei para conquistar a ordem, com segurança ao povo brasileiro. A tolerância zero com assassinos ou terroristas das ruas é idêntica a que precisa ser investida contra bandidos de zelite - mais organizados e sofisticados.
Bolsonaro tem muito a avançar. Não pode ficar refém de pautas impostas pela imprensa (claramente inimiga dele) e, muito menos, por eventuais falhas parciais de uma equipe que terá algumas peças mexidas nos 100 dias de governo. Bolsonaro tem de partir para a ofensiva. Negociar a reforma da Previdência com o Congresso. Costurar um acordo minimamente soberano para o Brasil com os Estados Unidos da América. Manter o compromisso de lutar a favor das mudanças, por mais difíceis que elas sejam ou apenas pareçam...
Bolsonaro precisa focar na retomada da economia. Cobras os projetos que o governo tem parados aos montes já vai ajudar muito. Porém, é fundamental dar uma cobrada mais forte na equipe do Paulo Guedes. O emprego não foi retomado. Os juros ainda estão altos. Os bancos continuam lucrando cada vez mais, enquanto o crédito segue caríssimo, insuportável. Bolsonaro deveria dar uma olhada e uma priorizada nas cooperativas de crédito – aliás, sustentáculos do bem sucedido agronegócio. Guedes parece que não dá bola para isto...
Bolsonaro deve tomar cuidado... Até agora, a economia parada e o desemprego são jogados na conta do Michel Temer... Daqui a alguns meses, talvez logo depois dos 100 dias, a persistência do problema será atribuída ao governo Jair Bolsonaro... O tempo “ruge”... Não pode dar mole... Nem ficar a reboque dos tecnocratas econômicos. Se a economia não destravar, seu governo fracassa...
Agora, a missão presente de Bolsonaro é cuidar para que seu projeto de futuro priorize a destruição, imediata, de um passado fracassado de Brasil. Se não romper com os erros conceituais e estruturais, Bolsonaro “dança”... O Capitão pode tudo, exceto cometer erros primários ou ser conivente com eventuais mancadas de sua equipe... O Presidente deve fortalecer a relação com o vice, deixando Mourão partir para os embates críticos.
Bolsonaro tem de liderar a pauta positiva. É o que o eleitorado espera dele... É fundamental que esteja aberto para interpretar as críticas positivas, mas, principalmente, saber tirar proveito das destrutivas, sem perder o equilíbrio emocional.
Presidente da República não pode bater boca com otário – sobretudo da imprensa. É hora de aprender a deixar canalha falando sozinho... Quer bater? Delega ao filho Carlos ou repassa a bronca para o Mourão resolver. O sonho imediato do Vice é jogar como o “Gabigol” no Flamengo...
O Alerta Total insiste: Bolsonaro precisa demonstrar sua competência como bom gestor da coisa pública. A fase de parlamentar brigão é passada... Esquece o Capitão Reformado... O fardo é outro... O terno é agora é farda... O papel agora é de governante – não mais de fanfarrão, nem falastrão – que reage, emocionalmente, a toda provocação. Evite as inúteis polêmicas ideológicas – que só beneficiam os extremistas, semm qualquer compromisso com a governabilidade.
Deixa o Moro e a Polícia Federal trabalharem... Aperta o saco do Paulo Guedes... Bota o Onyx para articular... Mantenha a comunicação direta nas redes sociais com fatos objetivos, e não com perigosos factóides ou faketóides (por mais bem intencionados que eles possam parecer...).
Governe cobrando resultados mais incisivos de sua equipe... Seu eleitorado não é otário... A oposição, ainda bestificada e aparentemente fragilizada, sempre está pronta para lhe ferrar e retomar o protagonismo de oposição sem tréguas.
Acelere, com os militares, a formulação do Projeto Estratégico de Nação. Sem isso, Bolsonaro, você não fará a diferença... Lembre-se sempre: você não foi eleito para fazer mais do mesmo... Foco nas coisas certas que os resultados positivos aparecem naturalmente...

Antes do sucesso de Bolsonaro, vamos assistir ao agravamento da guerra de todos contra todos, graças aos delatores traíras da Lava Jato... A diversão promete...

Por tudo isso, senta o dedo na caneta de plástico, 01...

O GENERAL HAMILTON MOURÃO E OS "DIVERGENTES". SERIA A "DIVERGÊNCIA" UMA NOVA CATEGORIA DA FILOSOFIA POLÍTICA?



quarta-feira, março 06, 2019

Acima, na primeira foto, o governador comunista do Maranhão, Flavio Dino e o vice-Presidente da República, General Hamilton Mourão, num abraço cordial. Logo abaixo Flavio Dino no carnaval segura o martelo e a moça a foice, compondo o símbolo do comunismo. Dino é, segundo o manual de política de Mourão um "divergente". 
Quando sê constata nos veículos da grande mídia um volume muito grande daquilo que se pode considerar como "fofoca política" na verdade trata-se, como se costuma dizer, de um "balão de ensaio". Podem ser os primeiros passos de uma tomada de posição por determinado agente político e seus áulicos a médio ou longo prazo.

É o caso, por exemplo, do vice-Presidente da República, o General Mourão. Desde que foi entronizado no cargo o General Mourão tem falado mais do que o "homem da cobra", aquele sujeito dos velhos camelôs que atraia clientes mantendo uma serpente dentro de uma maleta e a todo momento ameaçando soltar o réptil.

Na verdade, Mourão fala como se fosse o próprio Presidente da República, quando o cargo de Vice-Presidente exige, além de total discrição e comedimento, uma inquestionável lealdade ao Presidente da República. Esses requisitos são imprescindíveis para que as mensagens e decisões do Presidente da República não sofram qualquer ruído, afinal ele, o Presidente, é o responsável pelas tomadas de decisão do Governo como um todo. A menos que o titular esteja ausente por qualquer motivo.

O caso da recente exoneração da ongueira esquerdista Illona Zsabó do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária é um dos casos emblemáticos. Zsabó dirige a ONG comunista Igarapé mantida financeiramente por organizações esquerdistas, como a Open Society Foundations, de propriedade do mega investidor milionário George Soros. Aliás Soros é na atualidade o maior apoiador financeiro do movimento comunista no mundo, inclusive nos Estados Unidos.

Acresce a tudo isso o fato de que até agora ninguém sabe a razão pela qual o Ministro Sergio Moro nomeou Ilona Zsabó. Mas se sabe que essa mulher fez uma ardorosa campanha contra o Presidente Jair Bolsonaro. E isso já é o bastante para jamais se colocar no Governo esse tipo de gente.
Este print é do site do PCdoB, o partido do governador do Maranhão, Flavio Dino. A matéria é de 9 de outubro de 2018 descendo o cacete no então candidato a Vice-Presidente, General Hamilton Mourão. E bota "divergência" nisso. Confira clicando aqui
MOSCAS VAREJEIRAS EXCITADAS
A exemplo dos demais militares de alta patente Hamilton Mourão era um ilustre desconhecido até que começou a dar pitacos sobre política quando era Comandante do Exército na Região Sul, sediado em Porto Alegre. Os comunistas, que Mourão atualmente reputa como pessoas que têm "ideias divergentes", sentiu no próprio pelo como agem, quando a Dilma o destituiu do cargo. Mourão, se não me engano assumiu o setor de Economia do Exército até que foi para a reserva e daí pulou para candidato a Vice-Presidente. Seu partido é o nanico PRTB - Partido Renovador Trabalhista Brasileiro, uma dessas agremiações nanicas que enriquece a cúpula com a generosa verba destinada a partidos políticos. De repente virou candidato a Vice na chapa de Jair Bolsonaro.

Investido no cargo de Vice-Presidente da República passou a ser imediatamente paparicado pelas moscas varejeiras da grande mídia. Qualquer conversa de jornalistas com Mourão, como se diz no jargão de redação, rende matéria. E pelo ineditismo e contrariedade ao próprio discurso do Presidente Bolsonaro, muitas vezes essas matérias são replicadas ad nauseam por todos os veículos da grande mídia. Abram o Google e digitem Mourão para terem uma ideia.

E nem o longo feriado carnavalesco impediu o General Hamilton Mourão de continuar falando aos jornalistas. Tanto é que o jornal Valor Econômico mandou ver e o site O Antagonista repercutiu, anotando:

"Hamilton Mourão lamentou, em entrevista ao Valor, a dispensa de Ilona Szabó do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária.

“Eu acho que perde o Brasil. Perde o Brasil todas as vezes que você não pode sentar numa mesa com gente que diverge de você. O Brasil perde. Não é a figura A, B ou C. Perde o conjunto do nosso país e nós temos que mudar isso aí”.

O vice disse não ver influência dos filhos de Bolsonaro na saída, mas à “ala radical” de apoiadores do presidente e também dos que apoiam Ilona “que também diziam ‘você não tem que estar junto ai, você não tem que estar com esse pessoal'”.

Como se nota, Hamilton Mourão ou está equivocado, ou não entende de política ou entende e está cumprindo uma missão no mínimo estranha, já que o Presidente Jair Bolsonaro foi generosamente eleito por milhares de eleitores justamente por suas propostas de viés eminentemente conservador que colidem frontalmente com propostas comunistas. E causa mais estranheza ainda o fato de Mourão considerar os comunistas como pessoas que apenas "divergem".

A julgar pelas análises de Mourão esquerdistas como Nicolas Maduro são apenas pessoas que "divergem" ou ainda o defunto Fidel Castro, que com as suas "divergências", estabeleceu uma ditadura comunista que já dura 60 anos!

Completando: recentemente Mourão recebeu em seu gabinete e se despediu com um abraço o governador comunista do Maranhão Flavio Dino, do PCdoB. Se o governador Dino foi bater às portas do Governo Federal no interesse de seu Estado teria, obviamente de ser recebido pelo Presidente da República. Flavio Dino, nas contas de Mourão, certamente é uma dessas pessoas "divergentes". Tão divergente que fez uma foto neste carnaval usando como adereço a foice e o martelo que compõem a bandeira comunista do seu partido, o PCdoB.

Se "divergência" é uma nova categoria da Filosofia Política, o General Hamilton Mourão está inovando. A ver. DO A.AMORIM

terça-feira, 5 de março de 2019

QUANDO MISTURAM-SE CARNAVALESCOS DE ESCOLA DE SAMBA COM JORNALISTAS DA GRANDE MÍDIA TEM-SE O TRIUNFO DE TODAS AS INIQUIDADES.

Terça-feira, março 05, 2019



“Mas que raios foi aquilo da escola de samba Gaviões da Fiel encenando o diabo batendo e vencendo Jesus Cristo na comissão de frente?”

Esta é a pergunta que o jornalista e youtuber Bernardo Kuster faz neste vídeo ao comentar e analisar aquela cena grotesca e imbecil protagonizada por um bando de retardados provavelmente manipulados por algum “intelectual" esquerdista.

Sim, os comunistas sempre tecem loas ao satanás. Seus líderes desde Stalin e companhia, sempre foram a encarnação do diabo.

E aí surgem - bingo! - os jornalistas da grande mídia para dar sua interpretação da cena estúpida que, vejam só, foi aplaudida pelo público! Cáspite! Pediram para ser burros e exageraram na dose.

Quando se misturam jornalistas com carnavalescos de escolas de samba tem-se como resultado aquilo que é mais aviltante, ou seja, a exaltação de todas as iniquidades.

Só não imaginava que o diabo iria seviciar Jesus numa ala de escola de samba sob os aplausos - pasmem - da platéia que, por obrigação moral teria que vaiar esses idiotas sacrílegos e estúpidos. Vade retro!

O carnaval sempre foi a expressão mais podre, vagabunda e abjeta da lamentável ignorância misturada como mau caráter, o caldo cultural que faz do Brasil e dos brasileiros serem sempre motivos de gozação e pilhérias variadas. DO A.AMORIM

segunda-feira, 4 de março de 2019

Maioria concorda com hino nacional nas escolas

O Instituto Paraná fez uma pesquisa sobre a polêmica envolvendo a carta do ministro da Educação, Ricardo Velez Rodriguez, com pedido para que alunos fossem filmados cantando o hino nacional.
Dos entrevistados, 62,4% concordaram com a iniciativa. Outros 26,6% discordaram e 8,5% não se manifestaram.

Quase 83% acha que falta ‘orientação cívica’ nas escolas

O Instituto Paraná também questionou os entrevistados sobre a ausência de “orientação cívica” no currículo escolar.
Quase 83% dos entrevistados concordam que a temática anda ausente nas escolas.

Com ou sem política?


Em sua pesquisa, o Instituto Paraná também perguntou quem concordava com a inclusão do slogan de campanha de Jair Bolsonaro na carta com a orientação sobre o hino nacional.
Os entrevistados se dividiram: 43,8% não veem problema, enquanto 38,6% preferem que a iniciativa se restrinja ao hino.DO O ANTAGONISTA