PAZ AMOR E VIDA NA TERRA " De tanto ver triunfar as nulidades, De tanto ver crescer as injustiças, De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto". [Ruy Barbosa]
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
Corruptos da Lava Jato escapam do juiz Moro. O STF petista cumpre a sua missão

Por O EDITOR(O Globo) O Supremo Tribunal Federal (STF) desvinculou totalmente da Operação Lava-Jato nesta quinta-feira a investigação contra a senadora Gleisi Hoffman (PT-PR). Ficou decidido que os supostos desvios de dinheiro do Ministério do Planejamento, pelos quais a parlamentar é investigada, não têm relação com o esquema de corrupção na Petrobras. Com isso, a investigação contra a senadora ficará no STF, mas não sob a relatoria do ministro Teori Zavascki, que conduz inquéritos da Lava-Jato. Outros suspeitos de participar do mesmo esquema sem direito ao foro especial terão inquéritos abertos na Justiça Federal em São Paulo; e não na Vara de Curitiba comandada pelo juiz Sérgio Moro.
Blog do Coronel
Os indícios contra Gleisi surgiram a partir de depoimentos em delação premiada na Lava-Jato. Com a decisão desta quarta-feira, o STF abre caminho para que crimes descobertos em decorrência da Lava-Jato sejam considerados casos independentes, sem vinculação com a investigação central. Voz minoritária no plenário, o ministro Gilmar Mendes alertou para o risco desse tipo de decisão enfraquecer as investigações.
- É uma questão de grande relevo. Do contrário, não estaria tendo essa disputa no próprio âmbito do tribunal. No fundo, o que se espera é que o processo saia de Curitiba e não tenha a devida sequência em outros lugares. Vamos dizer em português bem claro - afirmou o ministro.
Segundo Gilmar, o esquema no Ministério do Planejamento tem relação com o da Petrobras. Ele concordou com o argumento do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de que os operadores são os mesmos e também a forma de agir. Para o ministro, se Moro perder a condução do processo, a investigação poderá ser prejudicada, porque o novo juiz não conhece os casos da Lava-Jato em profundidade.
- Se espalharmos o processo para São Paulo, Uberaba ou Cuiabá, certamente estaremos contribuindo para essa grande confusão. Nunca lidamos com uma organização criminosa e não tem, na história desse país, nenhuma notícia de uma organização criminosa desse jaez, fato que nos envergonha por completo. Estamos falando do maior caso de corrupção do mundo - afirmou Gilmar.
O relator da questão, ministro Dias Toffoli, afirmou categoricamente que não há qualquer relação entre os desvios pelos quais Gleisi responde e o esquema de fraudes na Petrobras. Por isso, Zavascki não poderia ser o relator. Toffoli também questionou a preferência do Ministério Público por Moro, como se ele fosse o único juiz no Brasil com capacidade para conduzir um processo desse tipo.
- Verifica-se não existir condição de incindibilidade entre o evento Petrobras e os demais. O simples fato de a Polícia Federal denominar de fases as Operação Lava-Jato não se sobrepõe às normas técnicas legais disciplinadores da competência. Há Polícia Federal e há juiz federal em todos os estados do Brasil. Não há que se dizer que só haja um juízo que tenha idoneidade para fazer investigação ou para seu julgamento. Só há um juiz no Brasil? Estão todos os outros juízes demitidos de sua competência? Vamos nos sobrepor às normas técnicas processuais? - questionou Toffoli.JUSTIÇA DE SP CONDUZIRÁ PROCESSO
Em seu voto, Toffoli afirmou que uma prova obtida por delação premiada em uma investigação específica pode ser usada para respaldar outra investigação, de um assunto totalmente diferente. Nesse caso, o juiz responsável pelo caso não precisaria ser o mesmo da investigação original. Na semana passada, concordando com essa tese, o presidente do tribunal, Ricardo Lewandowski, sorteou o caso para um novo relator – no caso, Toffoli.
O relator escolheu a Justiça Federal de São Paulo para conduzir o processo porque a maior parte dos contratos alvo da investigação foi firmada em São Paulo. Outro motivo seria o fato de a Consist ter sede em São Paulo. A empresa firmou contratos com o Ministério do Planejamento e teria desviado dinheiro para custear a campanha de Gleisi ao governo do estado no ano passado. Segundo as investigações, o ex-vereador do PT Alexandre Romano, preso na Lava-Jato, era o operador dos repasses. O caso de Romano, que estava nas mãos de Moro, passará à Justiça Federal paulista.
Além de Toffoli, votaram para a remessa do processo para São Paulo outros seis ministros: Edson Fachin, Teori Zavascki, Rosa Weber, Cármen Lúcia, Marco Aurélio e Lewandowski. Gilmar e Celso de Mello defenderam a devolução do caso para Moro e que Zavascki fosse o relator do caso Gleisi. Luís Roberto Barroso declarou que não caberia ao STF definir o juiz indicado para julgar essas pessoas. Por isso, ele queria que os autos fossem devolvidos a Moro, que definiria o responsável pelas investigações. O ministro Luiz Fux não estava presente.
Por ter direito ao foro especial, os documentos referentes ao caso Gleisi foram enviados ao STF e registradas como petição. Os autos foram encaminhados a Zavascki, por ser ele o relator dos inquéritos da Lava-Jato. No entanto, o ministro verificou que não havia conexão com o caso e enviou os documentos a Lewandowski – que, por sua vez, sorteou um novo relator para a petição: Toffoli.
O procurador-geral da República insiste em vincular o caso Gleisi à Lava-Jato. Ele queria que as apurações contra a senadora ficassem nas mãos de Zavascki e que as pessoas sem foro ficassem sob a condução de Moro. Janot ressaltou que, embora os contratos tenham sido assinados em São Paulo, o dinheiro desviado serviu para pagar despesas em Curitiba.
- Essa investigação não se dirige a pessoas ou empresas, mas a uma organização criminosa com vários ramos, que opera de maneira uniforme, com modus operandi idêntico, com vários atores, e opera em diversas frentes - disse o procurador-geral.
Sem contar com Gleisi, que ainda não teve inquérito formalmente aberto no STF, são 58 os investigados na Lava-Jato no tribunal. Desses, 23 são deputados federais e 13 são senadores. Entre os alvos dos inquéritos estão o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o senador Fernando Collor (PTB-AL) e o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva. O inquérito de Edinho está oculto – ou seja, sem a divulgação de qualquer andamento processual. Há outros inquéritos ocultos na Lava-Jato sobre os quais não se sabe nem o nome dos investigados
23 de setembro de 2015 DO R.DEMOCRATICA
terça-feira, 22 de setembro de 2015
Ex-deputado petista, André Vargas é o primeiro político condenado na Lava Jato
Ex-deputado André Vargas (ex-PT/PR), ex-vice-presidente da Câmara dos
Deputados, pegou 14 anos e 4 meses de prisão pelos crimes de corrupção e
lavagem de dinheiro supostamente desviado de contratos de publicidade
da Caixa Econômica Federal
Ricardo Brandt, Julia Affonso, Mateus Coutinho e Fausto Macedo - Estadão
A Justiça Federal condenou o ex-deputado André Vargas (ex-PT/PR) a 14
anos e 4 meses de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro
supostamente desviado de contratos de publicidade da Caixa Econômica
Federal. É o primeiro político condenado na Operação Lava Jato. Segundo
sentença do juiz federal Sérgio Moro, o ex-parlamentar ‘recebeu propina
não só no exercício do mandato de deputado federal, mas também da função
de vice-presidente da Câmara dos Deputados, entre os anos de 2011 a
2014, período em que praticou a maior parte dos fatos criminosos’.
Também foram condenados o publicitário Ricardo Hoffmann 12 anos e dez
meses – e o irmão do ex-deputado , Leon Denis Vargas Ilário, 11 anos e
quaro meses.
Moro avalia a ‘personalidade desfavorável’ de Vargas e cita, na
sentença, uma passagem marcante do ex-deputado relativo ao Supremo
Tribunal Federal. “A responsabilidade de um vice-presidente da Câmara é
enorme e, por conseguinte, também a sua culpabilidade quando pratica
crimes. A vetorial personalidade também lhe é desfavorável. Rememoro
aqui o gesto de afronta do condenado ao erguer o punho cerrado ao lado
do então Presidente do Supremo Tribunal Federal, o eminente Ministro
Joaquim Barbosa, na abertura do ano legislativo de 2014, em 4 de
fevereiro de 2014, e que foi registrado em diversas fotos.”
“O parlamentar, como outros e talvez até mais do que outros, tem plena
liberdade de manifestação”, prosseguiu o juiz. “Protestar contra o
julgamento do Plenário do Supremo Tribunal Federal na Ação Penal 470 é
algo, portanto, que pode e poderia ter sido feito por ele ou por
qualquer um, muito embora aquela Suprema Corte tenha agido com o
costumeiro acerto. Entretanto, retrospectivamente, constata-se que o
condenado, ao tempo do gesto, recebia concomitantemente propina em
contratos públicos por intermédio da Borghi Lowe. Nesse caso, o gesto de
protesto não passa de hipocrisia e mostra-se retrospectivamente
revelador de uma personalidade não só permeável ao crime, mas também
desrespeitosa às instituições da Justiça. Conduta social, motivos e
comportamento da vítima são elementos neutros. Circunstâncias devem ser
valoradas negativamente. A prática dos crimes de corrupção envolveu o
pagamento de propinas de pelo menos R$ 1.103.950,12 por intermédio de
contratos de publicidade firmados com a Caixa e o Ministério da Saúde,
um valor expressivo. As consequências também devem ser valoradas
negativamente, uma vez que o custo das propinas foi arcado pelas
entidades públicas, prejudicando-as no mínimo em igual medida do
benefício ao condenado. Considerando quatro vetoriais negativas, de
especial reprovação, fixo, para o crime de corrupção passiva, pena de
quatro anos e seis meses de reclusão.”- DO WELBI
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
Juiz condena Vaccari, Duque e mais oito réus da Lava Jato
Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil
O juiz Sérgio Moro, que conduz os processos da Operação Lava Jato
na Justiça Federal, condenou dez pessoas por envolvimento no esquema de
corrupção na Petrobras. Entre elas estão o ex-tesoureiro do PT João
Vaccari Neto, condenado a 15 anos e quatro meses de reclusão, e o
ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque, que recebeu pena de 20
anos e oito meses de reclusão. Ambos foram condenados pelos crimes de
corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa.Pelos mesmos crimes, também foram condenados o ex-executivo da empresa Toyo Setal Augusto Ribeiro de Mendonça Neto (a 16 anos e oito meses de reclusão); o ex-gerente de Serviços da Petrobras Pedro José Barusco Filho; Mario Frederico de Mendonça Goes (ambos condenados a 18 anos e quatro meses), apontado como operador do esquema; o ex-consultor da Toyo Setal Júlio Gerin de Almeida Camargo (12 anos); o operador Adir Assad e os responsáveis por parte dos pagamentos de propina Sônia Mariza Branco e Dario Teixeira Alves Júnior (cada um dos três condenados a nove anos e dez meses de reclusão).
O doleiro Alberto Youssef foi condenado a nove anos e dois meses de reclusão. Na sentença, o juiz Sérgio Moro disse reconhecer a “continuidade delitiva” do acusado na prática dos crimes de lavagem de dinheiro.Essas condenações são decorrentes da ação penal que teve origem na décima fase da Lava Jato.
Matéria atualizada às 14h51 para acréscimo de informações
Edição: Juliana Andrade
Recado para Dilma e seus defensores: desde a última eleição, Brasil já cassou 108 prefeitos
O Globo calculou uma média de um
prefeito cassado a cada 9 dias por irregularidades cometidas na campanha
de 2012. Mas o número é bem maior, pois o estudo só levou em conta os
casos em que foram necessárias as convocações de novas eleições. Também
ficaram de fora os prefeitos que foram cassados por problemas não
ligados ao período eleitoral, situações sobre as quais ainda não há
estatísticas. Em votação por ser retomada, Gilmar Mendes fez duras
críticas à justiça eleitoral, que possuiria muita coragem diante de
políticos menores, mas se excederia na quantia de dedos quando julga
casos de peixes grandes. O TSE terá em breve uma oportunidade de ouro
para desmentir o seu ministro mais crítico. Mas tudo indica que o medo
impedirá o tribunal de anular o mandato de Dilma Rousseff.
Para mais informações:
“Brasil tem um prefeito cassado a cada 9 dias por crimes eleitorais“ DO IMPLICANTE
domingo, 20 de setembro de 2015
sábado, 19 de setembro de 2015
Se você ainda não curtiu, curta o FCS Brasil no Facebook:
Otávio Henrique de Souza Lima mandou libertar traficantes de drogas, em decisões consideradas suspeitas pela presidência do Tribunal de Justiça de São Paulo. Nesta quarta-feira, o desembargador pode ser afastado do cargo. Todos os detalhes com Fabio Diamante.
DO MIDIALIVRE-FSC
MP faz 'cerco' a desembargador 'suspeito' de favorecer traficantes do PCC
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Otávio Henrique de Souza Lima mandou libertar traficantes de drogas, em decisões consideradas suspeitas pela presidência do Tribunal de Justiça de São Paulo. Nesta quarta-feira, o desembargador pode ser afastado do cargo. Todos os detalhes com Fabio Diamante.
Alô, deputados, os senhores vão ignorar um milhão de assinaturas a favor do impeachment?
Reproduzo abaixo manifestação da página do impeachment:
"Vivemos
um momento de descalabro político, administrativo, de credibilidade e
moral. Todos os indícios apontam para a existência de um esquema de
corrupção dentro do governo. Todos os fundamentos econômicos do país
foram destruídos apenas para que uma eleição fosse ganha. Os índices
sociais se deterioram rapidamente. É evidente que a presidente da
República cometeu crime de responsabilidade. A saída institucional para
salvar o país e proteger a população e a democracia é mais do que clara:
o impeachment.
Os
brasileiros se sentem enganados, ofendidos pela presidente e exigem
saídas urgentes. Frente a essas condições, é dever dos agentes políticos
estar à altura do momento e agir. É o que já fazemos.
Nosso abaixo-assinado já possui 1 milhão de assinaturas. Mas a mobilização tem que continuar! Repassem nosso abaixo-assinado.
Deputado Federal Jarbas VasconcelosDeputado Federal Mendonça Filho
Deputado Federal Carlos Sampaio
Deputado Federal Bruno Araújo
Deputado Federal Artur Maia
Deputada Federal Cristiane Brasil
Deputado Federal André Moura
Deputado Federal Rubens Bueno
Quem ainda não assinou, pode fazê-lo aqui: proimpeachment.com.br/
DO ORLANDOTAMBOSI
sexta-feira, 18 de setembro de 2015
Denunciada no Petrolão e na mira da Pixuleco II, Gleisi Hoffmann propõe reduzir salários dos políticos
Denunciada por embolsar R$ 1 milhão do Petrolão; acusada de receber R$ 1,5 milhão da construtora UTC e de envolvimento nos crimes investigados no âmbito da Operação Pixuleco II, que renderam R$ 50 milhões em propinas no rastro de um esquema de empréstimos consignados, autorizado pelo Ministério do Planejamento, quando o marido, Paulo Bernardo da Silva, era ministro, Gleisi não sabe mais o que fazer para escapar do turbilhão que se formou à sua volta a partir da Operação Lava-Jato.
Por conta desse desespero explícito, a senadora petista se agarra cada vez mais a artimanhas esdrúxulas, as quais revelam o nível da parlamentar que os eleitores paranaenses enviaram ao Senado Federal.
A proposta, apresentada durante pronunciamento na tribuna do Senado, teria poucos efeitos financeiros, mas seria, segundo a própria Gleisi, um gesto político de solidariedade aos servidores públicos federais que tiveram o reajuste suspenso pelo governo.
Como faz habitualmente, quando se dispõe a subir ao parlatório do Senado para defender o governo, a petista evita qualquer menção às acusações de enriquecimento ilícito e envolvimento em fraudes que lesaram o erário, como o Petrolão e o esquema de empréstimos consignados descobertos pela Pixuleco II. DO UCHO.INFO
NOVA DISPARADA DO DÓLAR FAZ O REAL DERRETER. FALTA APENAS A ESCASSEZ DE ALIMENTOS PARA O BRASIL FICAR IGUAL À VENEZUELA BOLIVARIANA.
![]() |
| Supermercado na Venezuela: prateleiras vazias, bolívar super-desvalorizado com inflação galopante. Isto pode acontecer no Brasil? Pode! A não ser que o impeachment seja levado a efeito imediatamente. |
O dólar
chegou a bater 3,9132 reais, às 12h39 desta sexta-feira, pela primeira
vez desde outubro de 2002. O movimento reflete a cautela dos
investidores em meio ao conturbado cenário local, mesmo após o Federal
Reserve (Fed), Banco Central americano, ter mantido inalterada a taxa de
juros dos Estados Unidos na quinta.
Incertezas
sobre o reequilíbrio das contas públicas e a instabilidade política no
Brasil são os principais fatores que pressionam os investidores. O
mercado está cético sobre a aprovação do novo pacote de ajuste do
governo, estimado em 66,2 bilhões de reais, já que a maioria das medidas
depende do aval do Congresso. Com isso, ficou em segundo plano a
decisão do Fed de Manter inalterada a taxa de juros nos EUA, o que tende
a sustentar a atratividade de papéis de mercados emergentes, como o
Brasil.
Na
quinta, a moeda americana subiu 1,25%, cotada a 3,8822 reais. No ano,
até então, a maior cotação de fechamento tinha sido registrada no dia 11
de setembro, quando o dólar terminou a sessão a 3,8771 reais. No mês, a
moeda acumula alta de 7%, e, no ano, de 46%. Do site da revista Veja
MEU COMENTÁRIO: Todos
sabem que só o impeachment da Dilma e a proscrição do PT poderão por
fim a esse estado caótico da economia brasileira. Se essas medidas não
forem tomadas o Brasil seguirá o mesmo caminho da venezuela onde para
comprar um agulha os cidadãos são obrigados a levar um saco cheio de
bolívares.
Tal
estado de coisas ocorreu nos estertores da República de Weimar, na
Alemanha. Sobreveio o nazismo. Aqui na América Latina sob o comando do
Foro de São Paulo, o epílogo dessa história de horror será a escassez
aliada à brutal desvalorização da moeda, o ato final para a implantação
de uma República bolivariana. Foi isto que aconteceu na Venezuela. DO ALUIZIOAMORIM
Os ministros traíras, segundo Lula.
São três ministros os primeiros traidores citados por Lula:
George Hilton, dos Esportes, do PRB, com 21 deputados
Manoel Dias, no Trabalho, com PDT, com 19 deputados
Antônio Rodrigues, ministro dos Transportes, do PR, com 34 deputados
Eles somam 74 deputados, 14,4% da composição da Câmara dos
Deputados. O primeiro toca as Olimpíadas do Rio 16. O segundo toca FAT,
Seguro-Desemprego, FGTS e outros. O terceiro toca o maior projeto de
infraestrutura lançado por Dilma: o PIL. Para Lula, são traidores que
devem ser defenestrados do Governo Federal. Lula, ao que parece, quer
mesmo derrubar Dilma de qualquer maneira. Especialmente por falta de
maioria na Câmara. Vamos dar força para o Lula, gente! DO CELEAKS
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