quinta-feira, 20 de novembro de 2014

A pequenez moral, a mediocridade e a cegueira de Dilma Rousseff.

Editorial do Estadão faz uma radiografia da presidente reeleita, que não se dá conta da gravidade da situação. É uma "presidente sem estofo", resume o texto:
Uma notícia que começa informando que a presidente Dilma Rousseff passou mais de 10 horas reunida com seus conselheiros na residência oficial do Alvorada para tratar do impacto da Operação Lava Jato permitiria supor que finalmente a chefe do governo resolveu mudar de atitude - se não "para sempre", como acredita que a devassa da corrupção na Petrobrás fará com o País, pelo menos para olhar nos olhos a crise que não cessa de se desdobrar. A uma leitura apressada, portanto, Dilma teria compreendido que o escândalo não se esvairá a tempo de preservar o seu segundo mandato, nem, muito menos, poderá ser neutralizado mediante bruxarias destinadas a preservar os interesses das levas de protagonistas que o cevaram. Eis por que, em um assomo de lucidez, teria se trancado com interlocutores de confiança em busca do caminho mais adequado para agir à altura da hora
Nada disso, evidentemente. Dilma mais uma vez demonstrou que lhe falta imaginação política, para não falar em grandeza moral ou figurino de estadista: na bonança ou sob a tormenta, é a mesma mediocridade, a mesma cegueira, a mesma esperança pueril de que as adversidades se dissiparão por si mesmas e tudo convergirá para o desfrute de mais quatro anos de mando soberano. Pois o que se informa é que o motivo da interminável reunião de anteontem foi preparar uma "agenda positiva" para tirar do centro das atenções a sangria da Petrobrás, que pode ter alcançado entontecedores R$ 21 bilhões, segundo estimativas de um banco americano. Ou, por alto, 200 mensalões. Depois de exaustiva falação, os convidados da presidente - o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, o seu colega da Justiça, José Eduardo Cardozo, e a estrela em ascensão no Planalto, o governador da Bahia, Jaques Wagner, provável ministro ainda não se sabe do que - parecem ter chegado a uma conclusão momentosa.
Diferentemente do que assessores palacianos não identificados teriam dito à chefe, a trinca avaliou que o anúncio dos primeiros membros do futuro Gabinete, a começar pelo titular da Fazenda, não dariam conta de abafar o incêndio da Petrobrás e de impedir que o fogaréu se alastre ao coração do poder. Tivessem eles concluído o oposto, ou não ter concluído nada, tanto faz. O estarrecedor, o que não pode ser minimizado, é que nenhum dos bravos companheiros da presidente, muito menos a anfitriã, parece ter se enfurnado no Alvorada para descortinar como ela poderia intervir, na condição de chefe de Estado, no escândalo que concentra as atenções nacionais. Estavam todos ali, irmanados na mediocridade, atrás de uma fresta para a qual a presidente deveria correr a fim de ficar ao abrigo dos estilhaços e não pôr em risco o suposto capital político da reeleição. Suposto porque, como se sabe, Dilma saiu apequenada da batalha.
A fragilidade da presidente aumenta na razão direta das denúncias, delações e confissões envolvendo os capitães da empreita brasileira e do acúmulo de evidências de promiscuidade entre eles com antigos e atuais figurões da Petrobrás e dirigentes petistas. O tesoureiro do partido, deputado João Vaccari, encabeça o que decerto se revelará uma lista de apreciáveis proporções. Uma planilha apreendida pela Polícia Federal indica que a cunhada do político teria recebido R$ 244 mil do onipresente Alberto Youssef, o doleiro que, em troca de redução da pena, desencapou o fio da história escabrosa. Numa hipótese caridosa, Dilma simplesmente não sabe o que fazer diante do enrosco. O mais provável, no entanto, é que sabe, mas não se dispõe a fazer, para não derrubar sobre a própria cabeça as colunas do esquema de poder às quais se mantém abraçada. De outro modo, não se explica por que ela ainda não tomou a decisão de trocar toda a diretoria da Petrobrás.
Esta é uma presidente sem estofo. Das manobras de varejo que o jargão planaltino chama de "agenda positiva", embora não seja nem uma coisa nem outra, faz parte o engavetamento das medidas de ajuste das contas públicas, como aumento de impostos. Com a mesma intenção, o ministro Aloizio Mercadante anuncia - agora! - o início das atividades de um grupo de trabalho para estimular a indústria.
Esclarecimento - A respeito do editorial A falta que faz a Lei Anticorrupção, esclarecemos que a referida lei necessita de regulamentação apenas no seu artigo 7.º - e isso não a impede de ser aplicada e produzir efeitos. DO OLANDOTAMBOSI

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

O regime petista prometeu conduzir a Petrobras à glória. O regime petista quebrou a Petrobras. E tem de pagar por isso nos tribunais e nas urnas

Por Reinaldo Azevedo
Luiz Inácio Lula da Silva cumpriu a sua promessa: “Nunca antes na história ‘destepaiz’”.
O PT cumpriu a sua promessa: “Nunca antes na história ‘destepaiz’”.
Os mistificadores cumpriram a sua promessa: “Nunca antes na história ‘destepaiz’”.
Nunca antes na história deste país, com efeito, se produziu tamanho desastre numa única estatal, com graves repercussões, ainda a serem devidamente apuradas, nas contas públicas.
Segundo cálculos preliminares do banco americano Morgan Stanley, as perdas na Petrobras, em razão da quadrilha que assaltou a empresa, podem chegar a R$ 21 bilhões. A perspectiva mais otimista, o número mais magrinho e improvável, pasmem!, é R$ 5 bilhões.
Nunca antes um outro governo foi capaz de produzir esse resultado. Nunca antes uma outra gestão chegou tão longe. Nunca antes um outro grupo foi tão ousado. Nunca antes uma outra quadrilha foi tão imodesta.
A questão é saber: tudo isso se deu sob as barbas de Lula? Tudo isso se deu nas sinuosidades robustas dos tailleurs vermelhos de Dilma Rouseff? Segundo Alberto Youssef, eles sabiam de tudo. E, se sabiam, cometeram crime de responsabilidade, além de outros crimes. E, se isso ficar comprovado, Dilma vai cair não porque será vítima de um golpe, mas porque será colhida pela lei. Golpismo seria o país continuar com uma presidente da República que permite o assalto aos cofres públicos.
A Petrobras está em palpos de aranha. Realizando ou não imediatamente o prejuízo monstruoso causado pela quadrilha, a empresa terá dificuldades de se financiar no mercado. Os empréstimos para ela serão mais caros; os investidores vão se distanciar da empresa; os pesados investimentos que lhe foram impostos pelas regras — de resto, estúpidas — de exploração do pré-sal acarretarão encargos com os quais ela não poderá arcar.
E pensar que o PT ganhou as eleições de 2002, 2006 e 2010 mentindo que os tucanos pretendiam privatizar a Petrobras. Nunca pretenderam! Mas o que fez o petismo? A privatização, ao menos, acarreta a entrada de dinheiro nos cofres do Tesouro. Privatizar uma estatal significa trocar um ativo por dinheiro. O que aconteceu com a maior empresa brasileira foi, de fato, algo diferente: um pedaço do seu patrimônio lhe foi roubado, lhe foi arrancado, lhe foi amputado em benefício de vagabundos, de pilantras, de bandidos.
E há, reitero, um enigma nessa história toda: quem é Pedro Barusco, o engenheirozinho de meia-tigela que aceita devolver R$ 252 milhões aos cofres públicos — ou US$ 97 milhões? Como é que um mero estafeta de Renato Duque, o petista que era o chefão da Diretoria de Serviços, tinha todo esse dinheiro disponível em contas secretas, pronto para ser movimentado? Por que não o pulverizou como costumam fazer os bandidos comuns? Por que não o transformou em patrimônio? Por que não pôs em nome de terceiros?
Eu me dou o direito de desconfiar: será que esse dinheiro era mesmo seu? Não estaria este senhor a serviço da máquina verdadeiramente criminosa que se esconde por trás da roubalheira na Petrobras? Não seria ele mero laranja de uma organização muito maior e muito mais poderosa?
Sim, uma penca de crimes comuns e financeiros foi cometida no assalto organizado à Petrobras. Mas o maior de todos os crimes foi mesmo o político.
O regime petista prometeu conduzir a Petrobras à glória. O regime petista quebrou a Petrobras. E tem de pagar por isso nos tribunais e nas urnas.

19/11/2014 - DO R.DEMOCRATICA

Oliver: ‘O bosque’-O cheiro pútrido invade as narinas da nação e nem assim se faz justiça. Escândalo mesmo é isso.

O cheiro pútrido invade as narinas da nação e nem assim se faz justiça. Escândalo mesmo é isso.
Augusto Nunes
VLADY OLIVER
Com cheiro de bosque, cor de bosque, cara de bosque, consistência de bosque. E a justiça que fingiu que não viu a quadrilha aboletada no poder é obrigada agora a engolir um mar de lama se aproximando inexoravelmente da coisona pública toda.
Não sei se vou adquirir essa fleugma segura de quem conhece estes escaninhos políticos – como o mestre Augusto Nunes – ou nunca passarei de um tremendo indignado com tudo o que vejo desfilar em minha frente. A coisa está irremediavelmente podre. Tem cheiro de coisa podre e atributos de coisa podre, mas sua essência nauseabunda nem sempre é corretamente identificada pelos narizes incautos desta república de bananas da terra.

Enquanto saudamos a primeira vez que alguns tubarões entram no cercadinho da Polícia Federal, também sabemos que a lista de “otoridades” envolvidas na roubalheira ainda é um solene segredo, correto? Vi minha sobrinha tentar enganar o próprio pai estes dias, tentando convencê-lo de que o mundialmente famoso discurso do “cachorro atrás de cada criancinha brazuca” nada mais é que um efeito especial parido pelo golpistas da revista VEJA, aquela que é queimada em salas de aula de universidades públicas que são verdadeiras privadas ideológicas.
Que tempos estes, não?
Você apresenta as provas do crime, o criminoso confessa sua participação, negocia um abrandamento da pena, denuncia o esquema criminoso e nada disso é avassalador o suficiente para a desgraça fossa admitir que é uma anta disfarçada de caveira.

Eu duvido de muita coisa por aqui, menos da ousadia desmesurada dessa gente tosca. Tudo leva a crer que a quadrilha no poder se move como quadrilha, se defende como quadrilha, se junta como quadrilha e nem assim o STF consegue ver sua verdadeira natureza. Tungar a sociedade agora é uma questão de honra avessa dessa gente manca. Mentir, dissimular e negar até o fim dos seus propósitos pilantras será a palavra de ordem, repetida como um mantra, dessa camarilha financiada com o nosso lombo combalido. Acho que vamos precisar de algo mais que simples burocracia tupi-guaraná para apear essa gente do dorso dos pagantes, meus caros.
Por este prisma, o impeachment é sim de uma urgência urgentíssima, clamando para que a classe política finalmente tome vergonha na cara parva e comece a fazer a vontade soberana do povo que paga a conta.
O país parou. Estacionou fragorosamente sua embarcação à deriva para exigir ser tratado com um pingo de respeito por toda essa laia, que finge não ver as manifestações país afora, aceita passivamente o resultado de uma eleição fraudada por todos os lados e permite que milícias vagabundas sejam financiadas com o NOSSO DINHEIRO PÚBLICO para ficarem diuturna e noturnamente achincalhando, constrangendo e ameaçando pobres pagadores dos impostos mais vergonhosos do planeta.

Não sei até quando a corda não rói os pescoços, meus caros, mas os olhos fora das órbitas de Khadafi, que tudo vêem, já estão vendo a pororoca assoreando as margens da decência. Há um plano por trás de tudo isso. Uma tal de Pátria Grande, que é o sonho de consumo e sadismo de dez em cada dez candidatos a ditadores picaretas dessa América prostrada na latrina.
A seita vagabunda se move pela causa. Sabe que os “meninos do Brasil” não são mais peça de ficção, mas a gangue da qual a camorra deve sua eleição este ano ameaçador. Ninguém foi atrás da Smartmatic até o momento. Ninguém quis saber o que fazia por aqui aquele “ministro da agitação” bolivariano e sua babá de garrucha na lancheira. Ninguém foi perguntar para os pobres nordestinos sob que pressões tiveram que votar na Máfia da petralharia.

E depois querem me fazer acreditar nessa oposiçãozinha bamba, nos jornalistas cheios de moscas cobrindo as manifestações para ninguém ver e nos nobres togados que não enxergam uma quadrilha onde já há um exército. É nesse caldo que o bosque prolifera, meus caros. O cheiro pútrido invade as narinas da nação e nem assim se faz justiça. Escândalo mesmo é isso. 19/11/2014 
DO R.DEMOCRATICA

terça-feira, 18 de novembro de 2014

MP e Federal de olho.

13 bilhões liberados pela PTRROUBRÁS no ano de 2010, ano eleitoral onde LuLLa era presidente e a Dona Dilma candidata.
Deste 13 bilhões, cerca de 6 milhões foram para a Refinaria Abreu e Lima.
LuLLa, presidente, e Dilma Chefona da Casa Civil meteram a canete em duas recomendações do TCU sobre esta verba. LuLLa fez mais.
Em comício da candidata sentou a borduna no TCU.
Fizeram mais: LULLA E DILMA CANCELARAM DOIS VETOS DO TCU BLOQUEANDO ESTA GRANA.
Bobagem.
Sérgio Moro, o MP e a PF estão vasculhando toda a operação.
É CAIXA 2 DE CAMPANHA (da Dilma, claro)

Para anotar na agenda.

682,4 milhões da FINEP a fundo perdido.
Queiróz Galvão: R$ 266 milhões
Odebrecht: R$ 104 milhões
OAS: R$ 183,4 milhões
Todas enroladas, e bem enroladas, nas teias do juiz Sérgio Moro e da Operação Lava-jato

Fala, Kakay!!!!!

A estrela da advocacia, Kakay, andou deitando falação sobre a operação Lava-jato nesta semana.
Está uma fera pela grana que perdeu na defesa do ladrão Youssef.
Kaky deveria falar quem pagava seus milionários honorários para defender Youssef.
Será que foi a OAS, amiguinha do LuLLa, Kakay?

Zaralho total na CPI da PTRROUBRÁS.

PT e PMDB, as duas quadrilhas interessadíssimas em que a CPI DA PTRROUBRAS fique exatamente onde nunca esteve, sofreram derrotas fragorosas no dia de hoje.
Quebras de sigilo, convocações, acareações entre ladrões famosos dão a exata dimensão do que foi o dia de hoje na farsa montada pelo governo da Anta faxineira fajuta.
Tocou zaralho. E o zaralho tocado na CPI tem o dedão indiscutível do andamento da Lava-jato.
Muitos descobriram que o deLLes estão na reta sem que tenham entregado o fuleco para os bandidos da PTRROUBRÁS. Compactuar com o que vinha acontecendo, passou a representar atitude de alto risco, demonstrando uma conivência quase criminosa com bandidos.
Agora, é cada um por si e quem sabe, Deus por todos.

Como informado aqui.

Fernando Baiano, o operador da roubalheira do PMDB na PTRROUBRÁS, se entregou.
A Polícia Federal já tinha indicações fortes que o dito cujo estava no Brasil. Ou no Rio, onde tem muitos conhecidos, ou em São Paulo, idem.
Fernando Baiano é desconhecido para nós. Plebe. Carlos Arthur Nuzman que o diga.
ELLe já vinha negociando a delação premiada. Ficou uma arara quando Michel Temer disse que nem sabia quem era o dito cujo. Talvez se arrependa amargamente de ter dito isto. Conhece e muito bem.
Pois bem. Um posicionamento de FB pode definir perfeitamente seu estado de ânimo:
ELLe disse que não servirá de bode expiatório.
FALA, BAIANO!

Mulher de fibra x General covarde.

Não caríssimos!
Não se trata de nenhuma porradaria entre grandalhões da UFC ou MMA.
Mas de uma briga que vai obrigar um general covarde a honrar a farda que teima vestir.
Eliana-Pires-Rocha-Pacificador-GenoinoVejam a foto ao lado, desta linda mulher.
Trata-se da Procuradora da República ELIANA PIRES DA ROCHA que, através do Ofício 8122/2014/PRDF, o de a procuradora quer saber do general cagão por que eLLe ainda não tomou de volta a medalha do pacificador, criminosamente ostentada no peito do ladrão condenado Genoíno.
No mesmo ofício, esta corajosa Procuradora pede a retirada das medalhas de Valdemar Costa Neto, José Dirceu, João Paulo Cunha, todos com a ORDEM DO MÉRITO MILITAR, no GRAU DE GRANDE OFICIAL.
Agora o general cagão não pode mais se esconder na covardia com que tem evitado desagradar a Anta Palaciana por medinho da véia.

Vai colar? Eu acho que não.

João Santana está curtindo férias no paraíso dos socialistas mequetrefes. Dos States eLLe aconselhou a Anta Palaciana a vestir de novo a esfarrapada fantasia de faxineira nos escândalos da PTRROUBRÁS.
O diabo é que, todo dia, aparece alguma "tesoura" que vai rasgando a surrada fantasia.
E vem muito mais por aí.
Deixa só bater no setor elétrico onde eLla mandou e desmandou como ministra das tais Minas e Energia.
Não vai ter fantasia de faxineira que resista. Esfarrapada, parecerá mais uma bruxa que uma faxineira.
É só esperar.

Desgraça pouca é bobagem.

A Petrobrás está sendo estuprada todos os dias pelas notícias vindas da Operação Lava-jato. Todo os dias estoura um estupro pior que o anterior.
Mas o risco de vir coisa maior por aí, não é pequeno.
A Petrobrás pode perder seu grau de investimentos e o que é pior sua dívida ameaça ser um sinal claro para o mercado que a empresa está à beira da insolvência, se o Dólar continuar disparando, o que é muito provável.
Há também o risco, cada vez maior, de vermos as ações da PTRROUBRÁS deixaram de ser negociadas em diversas bolsas pelo mundo afora.
UM VEXAME!
A incompetência do Caveirão da Dilma já bateu na casa de 241 bilhões de reais.
80% da dívida da estuprada empresa brasileira está ancorada na moeda do Tio Sam.
FORA CAVEIRÃO!!!!!!

O Partido-Quadrilha não mexeu com eLLe.

Um nome sempre sai da latrina dos delatores da Operação Lava-jato.
É o de João Vaccari Neto, respponsável, segundo os delatores, pela roubalheira na PTRROUBRÁS que cabia ao Partido-Quadrilha de LuLLa.
O PT morre de medo deLLe, por que sabe que ELLe não tem modelo para vestir a carapuça que coube em Delúbio.
O careca salafrário Falcão, presidente do Partido-Quadrilha de LuLLa não vai tirá-lo da tesouraria da Quadrilha, mesmo que a Dona Dilma Tussa.
E a dona Dilma não vai tirá-lo do cargo de Conselheiro de Itaipú, mesmo que Falcão tussa.
Nessa montanha de pedra sobre pedra que vai sendo colocada nos caminhos da Véia Biruta e do Careca safado pela Operação Lava-jato, fica claro que as pedras vão cair na cabeça do contribuinte brasileiro e vai acabar doendo pra valer.

Cata Preta neLLes.

Muitas estrelas da advocacia brasileira ficarão desempregadas nos próximos dias, por que perderão suas caixas de ouro (leia-se réus ilustres da Lava-jato).
Dá para entender o por que.
Perder um cliente poderoso, como por exemplo, o manda-chuva de uma gigante da construção, significa deixar de ganhar milhões em honorários, vendendo dificuldades para os réus e armando verdadeiras batalhas jurídicas que, neste caso, darão com os burros na água.
O que vai acontecer?
Vão perder clientes para a Dra Beatriz Cata Preta, que tem comandado, com alta dose de sucesso, a delação premiada de alguns réus da Operação Lava-jato.
Enquanto um Kakay cobraria entre 10 e 20 milhões para defender Youssef, correndo o risco de, mesmo estando com uma estrela fulgurante da advocacia, levar uma cana dura pelas fuças, a Dra Beatriz cobra de TODOS R$ 1.5 milhão, consegue a redução da pena dos vagabundos e ainda ajuda o Brasil a recuperar grande parte do que foi roubado de todos nós.

LULLAVESTRUZ!!!!!

Sempre que a coisa aperta, LuLLa some para não dar explicações e nem correr o risco de perguntas indesejadas.
LuLLa se internou no Sírio para exames de rotina. Mas mesmo antes, e agora depois de liberado, virou avestruz.
Escafedeu.
Pelo andar da carruagem, LuLLa não mais sairá de seu esconderijo. A coisa vai apertar muito para os lados deLLe.

SURPRESÁÁÁÁÁ!!!!!

Um novo caminho está sendo percorrido pela Operação Lava-jato e algumas das empreiteiras ligadas ao escândalo da PTRROUBRÁS, mais uma vez serão envolvidas.
Desta vez o foco será nas hidrelétricas e em obras de infraestrutura.
É outro mega esquema de roubo descarado da grana pública.
Por falar nisso, por onde Lobão?
DO GENTEDECENTE

Duque e mais cinco detidos têm prisão convertida em preventiva


Com a decisão, eles não terão mais prazo para deixar a carceragem

Atualizada em 18/11/2014 | 21h4718/11/2014 | 21h22
Duque e mais cinco detidos têm prisão convertida em preventiva Márcia Foletto/Agência O Globo
Renato Duque está preso temporariamente desde a última sexta-feira Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo
O ex-diretor da área de Serviços da Petrobras Renato Duque e outros cinco detidos na Operação Lava-Jato tiveram a prisão temporária convertida em preventiva pela Justiça na noite desta terça-feira. Com isso, eles não terão mais prazo para deixar a prisão.
A decisão foi do juiz federal Sérgio Moro. Além do ex-servidor da estatal, o magistrado decidiu converter a prisão de Dalton dos Santos Avancini e João Ricardo Auler, ambos dos executivos da Camargo Corrêa; Mateus Coutinho de Sá Oliveira e José Adelmario Pinheiro Filho, da OAS; e Ricardo Ribeiro Pessoa, da UTC.
Três presidentes de empreiteiras estão entre os 18 presos pela PFPor que os políticos ficaram de fora da sétima fase de investigações

Devido à decisão, eles não têm mais prazo para deixar a carceragem da Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba, no Paraná, onde estão detidos. As prisões temporárias foram efetuadas na última sexta-feira, em uma ação da Operação Lava-Jato, que investiga desvios de recursos da Petrobras.
Além das seis conversões de prisão, o juiz decidiu soltar 11 detidos na ação. Nos casos do lobista Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, e de Adarico Negromonte Filho, que segue foragido, o magistrado optou por protelar sua manifestação. Considerado foragido desde sexta-feira, Baiano se entregou à polícia na tarde desta terça-feira. Ele deverá cumprir o prazo de cinco dias da prisão temporária, já que teve o pedido de habeas corpus negado pela Justiça, também nesta terça-feira.
Justiça do Paraná pede quebra de sigilo bancário de empreiteirosLeia as últimas notícias de Zero Hora
A decisão judicial analisou o caso dos 17 presos temporários cujo prazo de detenção vencia nesta terça-feira. Outros seis detidos na operação já estavam presos sob o regime de prisão preventiva desde sexta-feira e devem permanecer reclusos.
Em cronologia, veja os principais fatos da Operação Lava-Jato:​  DO ZEROHORA

"A Petrobras virou bodega", diz Reinaldo Azevedo


A destruição das nossas estatais – Parte 2

Comentei aqui sobre a destruição de nossas duas principais estatais. Outra forma de ver o mesmo fenômeno é comparar o valor de mercado das estatais quando Dilma assumiu e hoje, levando em conta o que aconteceu com as principais empresas privadas negociadas em bolsa. O resultado é impressionante:
Fonte: Bloomberg
Fonte: Bloomberg
Em outras palavras, as três maiores estatais com capital aberto valiam praticamente meio trilhão de reais no final de 2010, valor similar ao de sete das principais empresas privadas do Ibovespa, de setores diferentes. Após os quatro anos de gestão Dilma, as três estatais valem menos da metade do que valiam, enquanto as privadas se valorizaram 40% no total, ultrapassando os R$ 700 bilhões de valor.
Dito de outra forma ainda, as três maiores estatais “compravam” quase a totalidade das sete grandes empresas privadas quando Dilma assumiu, e hoje não “comprariam” nem um terço das mesmas sete empresas:
Fonte: Bloomberg
Fonte: Bloomberg
A destruição de valor de nossas empresas estatais é impressionante. A politização de suas gestões, o grau de interferência do governo, a roubalheira, o uso delas para fins eleitorais, a incompetência administrativa, a falta de transparência, tudo isso tem feito o valor de nossos ativos derreter nos mercados. Quem investiu sua poupança nas empresas estatais sob o comando de Dilma colheu apenas tragédia. E ainda vem mais quatro anos disso pela frente…
PS: E ainda tem gente que condena a privatização?
Rodrigo Constantino - Rev Veja

Sponholz: uma "suíte presidencial" aguarda Dilma.

DO ORLANDOTAMBOSI

NA TAILÂNDIA INTERVENÇÃO MILITAR DERRUBOU O 'PARTIDO VERMELHO' , DETONOU A CORRUPÇÃO E TROUXE ALÍVIO, PAZ E ALEGRIA PARA O POVO.



Caros amigos leitores. Quem acompanha este blog sabe que por inúmeras vezes aponto para o fato de que a grande mídia brasileira está completamente sob o domínio dos esbirros do PT. Sou jornalista há mais de 40 anos. Portanto esta é uma seara que, modéstia à parte, domino. Antes de continuar sobre o objeto deste post, faço uma digressão. Ao final retorno ao mote principal deste escrito que se relaciona com o vídeo acima e, evidentemente, à política. 

Iniciei a carreira na redação de jornal diário onde permaneci por pelo menos uns 18 anos, passando depois ao jornalismo empresarial. Dei uma beliscada no magistério lecionando para curso de jornalismo. Mais adiante compartilhei com um sócio uma pequena agência de publicidade e dei consultoria de comunicação para algumas empresas e entidades empresariais, até que me transferi com armas e bagagens para a internet onde edito este blog diariamente sem interrupção há pelo menos uns oito anos.

Antes disso retornei à universidade onde nem sei como arranjei tempo para fazer o mestrado em Direito e escrever dois livrinhos e centenas de artigos, reportagens, sem falar que já fui ghost-writer de muitos figurões, principalmente do meio empresarial, quando implantei e dirigi o sistema de comunicação da Fiesc ficando por lá uns 29 anos. 

Ao fazer um inventário do que realizei esse anos todos concluo de fiz muito pouco. Poderia ter feito muito mais. Tanto é que aos 67 anos de idade continuo em franca atividade editando este blog e arranjando tempo para as redes sociais e até mesmo o para o prosaico Instagram e ainda para dar um trato numa velha guitarra que há uns 4 anos tirei do estojo para empreender uma caminhada musical pelo jazz. Deixei o rock para trás depois que abandonei a música que me rendeu alguns trocados quando era jovem. O diabo é que o dia tem apenas 24 horas. Muito pouco para minha avassaladora curiosidade multifacetada que acaba valendo apenas para mim mesmo. Mas isso me diverte muito! Gosto de ser como sou. 

Vista noturna da majestosa e cosmpolita metrópole Bangkok, a capital da Tailândia.
Com a internet na mão, aí é covardia. Tenho acesso até mesmo a um bucólico parque em  Bangkok, a capital da Tailândia, e fico sabendo que lá há também - ou havia? - um Partido Vermelho, espécie de PT, que já estava transformando aquele pujante país asiático, uma monarquia constitucional, numa usina de corrupção bolivariana sob o comando de uma Primeira Ministra, o que equivaleria à Presidenta petralha que temos por aqui. Há pouco tempo, aconteceu por lá algo parecido com que está havendo neste momento no Brasil. Igual à Tailândia, temos um partido vermelho, uma 'presidenta' e um turbilhão de corrupção.

O vídeo acima foi feito por um comerciante e missionário evangélico brasileiro que vive na Tailândia. Lauro, é o nome dele. Pelo sotaque, se não me engano, é gaúcho. Lauro recebeu de um amigo brasileiro um vídeo de um desses jornais da Globo em que a apresentadora emposta a voz para chamar dois correspondentes internacionais da emissora. Um deles é o velho de guerra Renato Machado que está em Londres. O assunto é a crise política na Tailândia. O foco é a intervenção militar que houve naquele país derrubando a poderosa 'Dilma' tailandesa, a primeira ministra da corrupção asiática.

Lauro, agora transformado numa espécie de correspondente deste blog, elaborou este vídeo acima, justamente para chamar Renato Machado e seus colegas globais de mentirosos. E vejam que este vídeo foi realizado e postado no dia 27 de julho deste ano, quando o assunto por aqui ainda era a Copa do Mundo. 

Mas como explica Lauro no vídeo, a deposição do governo tailandês ocorreu depois que o povo resolveu ir para a rua. Lá aconteceu o confronto com o partido vermelho. O povo foi às ruas e a Primeira Ministra Yingluck Shinawatra inclusive contratou mercenários, assassinos profissionais e franco-atiradores variados para alvejar os manifestantes! Houve mortes! Houve sangue! E o povo não teve outra alternativa: pediu ao Rei - lembrem que, como disse, a Tailândia é uma Monarquia Constitucional - uma intervenção militar.

Lauro, no vídeo, recomenda aos patrícios que não vejam os jornais das televisões brasileiras porque eles mentem. No que eu concordo inteiramente com Lauro. Neste ponto retomo o lead deste post. 

Lauro tem absoluta razão, porque Renato Machado e seu colega correspondente internacional, afirmam que houve um golpe, as Forças Armadas estão nas ruas, que o clima é tenso e fatos correlatos. Empostam mais uma vez a voz, franzem o cenho enquanto aparecem as imagens com os militares armados e cercando os palacetes da corrupção e da sacanagem.

Lauro, nosso "correspondente" internacional depois de explicar calmamente a verdadeira situação na Tailândia, sentado num banco do parque, sai a passear com a câmera na mão mostrando o belo parque, os jardineiros podando os arbustos, as crianças brincando, muita gente passeando ou dormindo em alguns bancos ao longo do caminho que serpenteia entre os arbustos.
BONITINHA MAS ORDINÁRIA: A premiê Yingluck Shinawatra, a 'petralha asiática', derrubada pelo povo com auxílio dos militares.
E Lauro afirma: estão vendo? Não há tensão nenhuma! Ele explica que no dia em que a Primeira Ministra de lá foi apeada do poder, o povo comemorou lotando naquele dia todos os restaurantes tailandeses que contaram com filas homéricas de cidadãos contentes e aliviados com os militares nas ruas e ocupando as emissoras de televisão para se comunicar diretamente com o povo. Todos queriam festejar o fim da opressão e da corrupção e estavam tranqüilos, muito tranqüilos com os militares tomando conta da situação até que novas eleições sejam convocadas.

Quem não gostou foi a redação da Rede Globo, ou seja, aquele bando de vagabundos, esbirros do PT e do foro de São Paulo, maconheiros, diletantes, depravados, vadios, picaretas e mentirosos. Tanto é que a Globo escamoteou as manifestações do último sábado, dia 15, no Brasil.

Como salientei no primeiro parágrafo deste texto o que estou dizendo é a mais absoluta verdade. Afinal, eu também sou velho de guerra do jornalismo. Entretanto, não sou idiota e muito menos mentiroso. Não costumo lamber o rabo de comunistas como faz o Renato Machado e seus coleguinhas de redação da Rede Globo.

Há pelo menos uma década não assisto televisão. Exceção para ver a seleção do Barba e da Dilma levar pau e comer 7 X 1 da Alemanha. Neste blog chove comentários de leitores irados com a grande mídia brasileira. Não só aqui nos comentários do blog, mas estou ouvindo isso com incontida satisfação por todos os lugares onde ando.

Ah!, embora com atividades variadas conforme narrei acima, arranjo tempo para vadiar no Shopping Beiramar Shopping, o melhor aqui em Florinópolis, onde tomo os meus cafés espressos e faço "comícios relâmpago".
Já agendei para qualquer momento ou em edição extraordinária, rasgar e picar um exemplar da Folha de S. Paulo em público. A insólita cena será devidamente filmada e fotografada para futura postagem aqui no blog...hehe...

Não deixem de ver o vídeo. É meio longo, mas vale a pena. O Lauro vive por lá. Verão que ele bem poderia ser o correspondente da Rede Globo na Tailândia.

Ah! no início do vídeo aparecem as cenas dos militares nas ruas... eita!

"Questão de ordem no caso Celso Daniel", por Mara Gabrilli e José Reinaldo Carneiro

Folha de S.Paulo
Temos uma questão de ordem para o Supremo. Há quase treze anos o Poder Judiciário brasileiro discute a morte do prefeito Celso Daniel. A questão foi tratada exaustivamente em duas frentes distintas.
A polícia, que se debruçou sobre o caso logo após o desaparecimento do prefeito no agora distante 18 de janeiro de 2002 concluiu ter sido crime comum, praticado por uma quadrilha de sequestradores. A única voz destoante foi a do delegado Romeu Tuma Júnior.
Com o apoio de Tuma Júnior, o Ministério Público foi a campo. Saiu da rotina do gabinete, colheu evidências em vários locais diferentes, ouviu pessoas que tiveram participação nos fatos, ouviu a própria polícia e os peritos e, dois anos mais tarde, acabou concluindo que se tratava de crime de mando.
Segundo a denúncia, homicídio qualificado, ordenado por uma das pessoas mais ligadas a Celso Daniel, justamente Sérgio Gomes da Silva, o amigo que estava com ele no dia do arrebatamento na região conhecida como "Três Tombos", em São Paulo.
Embora sejam frequentes, até mesmo por desinformação, as referências à conclusão oficial da polícia, apontando para sequestro, é preciso relembrar que a versão que existe para ser julgada é a apurada pelo Ministério Público, para quem o prefeito foi vítima de pessoas diretamente ligadas a ele, em um crime premeditado, completamente diferente dos crimes decorrentes da violência urbana ordinária.
E com as luzes do processo sobre o homicídio qualificado, quase todos os envolvidos já foram submetidos a julgamento no Tribunal do Júri. E, da mesma forma, quase todos foram condenados.
Quase todos, porque, embora os réus da favela Pantanal tenham sido reconhecidos no Júri como os executores frios de um crime de mando, justamente o acusado de ser o mandante, Sérgio Gomes da Silva, tem sido poupado do julgamento, por conta de uma liminar concedida no Supremo Tribunal Federal.
Daí a presente questão de ordem. Em duas ocasiões diferentes o Júri do mandante foi marcado e teve que ser retirado da pauta para aguardar o pronunciamento do Supremo.
A Corte tem em mãos o debate sobre uma questão processual (o habeas corpus nº 115.714, de relatoria do Ministro Marco Aurélio de Mello) sobre a participação de advogado de corréu no interrogatório de outro corréu.
Enquanto tal questão não for solucionada, a liminar persiste, quebrando a lógica do princípio constitucional da duração razoável do processo.
Corre, com ela e a favor do acusado, a perspectiva nada alentadora de uma prescrição penal, indesejável porque não faria justiça ao prefeito morto, não respeitaria o sofrimento de seus familiares e nem sustentaria a dignidade de um sem número de outras vítimas atingidas em Santo André. As pessoas simplesmente precisam de uma resposta da Justiça.
Não se pretende, por óbvio, a condenação do acusado sem processo. Absolutamente.
Porém, uma liminar sem data a favorecê-lo –abstraindo no tempo a improvável designação de um plenário de julgamento– equivale à sua absolvição sem processo, consequência igualmente despropositada.
Já que cabe justamente ao Judiciário e somente a ele a solução dos conflitos penais, parece paradoxal que justamente esse poder seja o responsável por retardar indefinidamente uma solução que precisa ser dada ao caso.
E a solução há de vir, como quer a Constituição da República, pelas mãos de um Conselho de Sentença do Tribunal do Júri.
O réu precisa ser julgado. Seja qual for a solução, ela deverá prevalecer sobre a ordem das outras questões secundárias.
É assim que a população brasileira merece. É assim que precisa acontecer.
MARA GABRILLI, 47, é deputada federal reeleita pelo PSDB-SP
JOSÉ REINALDO GUIMARÃES CARNEIRO, 53, é Promotor de Justiça em São Paulo
DO WELBI

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Graça admite só agora escândalo que VEJA revelou em fevereiro e que ela própria negou em março. Vá pra casa, minha senhora!

É… Quando Dilma Rousseff vai demitir Graça Foster? Ou quando Graça Foster vai se demitir? Quando essa gente vai ter um pouco de bom senso? Por que escrevo essas coisas?
Em fevereiro, a VEJA denunciou que a empresa holandesa SBM havia pagado propina para funcionários e intermediários da Petrobras. A revista, claro!, apanhou da canalhada. No fim de março, Graça anunciou com solenidade que a empresa havia feito uma investigação interna e não havia encontrado nada de errado.
Na semana passada, o Ministério Público da Holanda aplicou uma multa de US$ 240 milhões à SBM por propinas pagas mundo afora, inclusive… no Brasil, em negócios com a Petrobras!
E eis que acontecem, então, milagres. O ministro Jorge Hage, da Corregedoria-Geral da União, revela que há, sim, uma investigação em curso. É mesmo? E, mais surpreendente, Graça Foster revela hoje que a Petrobras, de fato, tinha conhecimento do pagamento de propina desde meados do ano.
É? Alguém foi punido? Algum funcionário foi preventivamente afastado? Providências foram tomadas? É razoável que a confirmação oficial da roubalheira parta do Ministério Público da Holanda? Disse:
“Passadas algumas semanas, alguns meses [da investigação interna da Petrobras], eu fui informada de que havia, sim, pagamentos de propina para empregado ou ex-empregado de Petrobras. Imediatamente, e imediatamente é “imediatamente”, é que informamos a SBM de que ela não participaria de licitação conosco enquanto não fosse identificada a origem, o nome de pessoas que estão se deixando subornar na Petrobras. E é isso que aconteceu, tivemos uma licitação recente, para plataformas nos campos de Libra e Tartaruga Verde, e a SBM não participou.”
É pouco e errado, minha senhora! Quem estava informado sobre tudo isso? A Petrobras não é patrimônio seu, mas do povo brasileiro.
Esta senhora falou ainda outra coisa estranha. Disse não haver nenhuma “informação avassaladora” que justifique rompimento de contrato com empreiteiras. Epa! Eu também me oponho a que se paralisem todas as obras ou a que se rompam todos os contratos. Mas daí a dizer que não existem “informações avassaladoras” vai uma distância imensa.
Graça não considera “avassalador” que um mero estafeta do PT, como Pedro Barusco, aceite devolver R$ 252 milhões? Ela não considera “avassalador” que uma única empresa, a Toyo Setal, confesse ter pagado pelo menos R$ 154 milhões a dois diretores?
Graça, ouça um bom conselho, eu lhe dou de graça, como dizia Chico Buarque: vá para casa,  peça demissão, facilite a vida da presidente. Seu tempo acabou.
Por Reinaldo Azevedo - Rev Veja

Ex-gerente da estatal vai devolver R$ 259 milhões roubados


Ex-gerente Pedro Barusco, ligado ao PT, pede delação premiada e aceita devolver R$ 259 milhões surrupiados
Publicado: 17 de novembro de 2014 às 18:19 - Atualizado às 18:51 
 Pedro Barusco
O ex-gerente-executivo da Diretoria de Serviços da Petrobras fechou acordo de delação 
premiada em que se compromete a devolver cerca de US$ 100 milhões
O ex-gerente-executivo da Diretoria de Serviços da Petrobras Pedro Barusco fechou acordo de delação premiada em que se compromete a devolver cerca de US$ 100 milhões (equivalente a mais de R$ 259 milhões) e contar o que sabe sobre o esquema de corrupção e propina na estatal. O novo delator da Lava Jato é considerado peça-chave para a força-tarefa da Polícia Federal e da Procuradoria da República porque deverá revelar o esquema que era controlado pelo ex-diretor da área Renato Duque, nome indicado pelo PT e que foi preso na sexta-feira, na sétima fase da operação, batizada de Juízo Final.
O acordo evitou que Barusco fosse o 26º nome da lista de prisões decretadas pelo juiz federal Sérgio Moro, que conduz as ações da Lava Jato. O valor de restituição, a título de indenização, caso seja homologado pela Justiça, será o maior já obtido em um acordo com servidor da Petrobrás.
O ex-diretor de Abastecimento Paulo Roberto Costa, delator da Lava Jato, e sua família vão pagar cerca de R$ 70 milhões. Barusco, convertendo em reais, terá que desembolsar R$ 252 milhões. Desse valor, US$ 20 milhões já haviam sido bloqueados na Suíça, onde ele mantinha uma conta. Barusco foi apontado como braço direito de Duque na cobrança de propina pelos executivos da Toyo Setal Julio Gerin de Almeida Camargo e Augusto Ribeiro de Mendonça Neto, que fecharam acordo de delação com o MPF no dia 22 de outubro.
“Por meio desses depoimentos resta clara também a participação de Pedro Barusco, Renato Duque, ex-gerente executivo e ex-diretor da área de serviços da Petrobras, em diversos fatos criminosos investigados ou conexos com esta operação”, escreveram os procuradores da Lava Jato no parecer de pedido de prisão de Duque. As delações dos executivos da Toyo foram decisivas para deflagração da nova etapa da Lava Jato e para abertura de novas frentes de apuração.
No pedido de prisão dos executivos do esquema, os procuradores da força-tarefa registram que os dois “narram com riqueza de detalhes todo o esquema de cartelização, corrupção, desvio de dinheiro, pagamento da corrupção no exterior, manutenção de dinheiro ilegalmente no exterior, lavagem de ativos”. Para eles, foram dados os elementos necessários para enquadrar criminalmente os acusados da lava Jato, inclusive os executivos e dirigentes da Petrobras, “por formação de organização criminosa voltada a prática de crimes contra a administração pública”.

Propinas

“Regra do jogo conhecida por todos”. É assim que definiu o executivo Julio Camargo, em sua delação premiada, o esquema que cobrava propina em troca de contratos bilionários da Petrobras. O executivo da Toyo operacionalizava pagamentos de propina por meio de três empresas abertas por ele (Treviso, Piemonte e Auguri), em especial aos ex-dirigentes da Petrobras ligados ao PT – Duque e Barusco.
Ele e outro executivo do grupo apontaram por exemplo as obras da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), no Paraná. Para ganhar as obras, participando dentro do Consórcio Interpar – controlado pela Mendes Júnior -, teve que pagar R$ 12 milhões em propina. Um contrato de consultoria foi firmado pelo consórcio com a empresa Auguri Empreendimento e Assessoria Comercial, usada pelo delator para movimentar a propina.
“Houve solicitação de pagamento de vantagem indevida por Renato Duque e Pedro Barusco do valor aproximado de R$ 12 milhões”, revelou o executivo. “O valor foi pago mediante transferências feitas no exterior”, apontou Camargo, indicando a conta de onde saiu, no Credit Suisse, a offshore que controlava a conta, a Drenos, e qual contrato da Auguri, no valor de R$ 40 milhões de comissionamento, respaldou a movimentação da propina.
Nas obras da Refinaria Revap (em São José dos Campos-SP), em 2007, fechado pelo valor de R$ 1 bilhão, a Toyo participou do consórcio que era controlado pela Camargo Corrêa. Ele cita o vice-presidente do grupo, Eduardo Hermelino Leite, preso em Curutiba (PR), como controlador do contrato. Segundo ele, em 2008 a Camargo Corrêa fez um contrato com a Treviso para repassar R$ 23 milhões de comissão para ele.
“Dessa comissão, repassou em propina para a Diretoria de Engenharia e Serviços o valor de R$ 6 milhões, sendo pago a maioria no exterior e parte em reais no Brasil”, afirmou Camargo. Ele apontou ainda a conta no Credite Suisse de onde saiu o dinheiro da propina dos dirigentes ligados ao PT nas transferências feitas no exterior. Ao todo, os executivos apontaram nove obras da Petrobras alvo de propina. Indicou ainda suas empresas usadas para movimentar o dinheiro: Treviso, Piemonte e Auguri. E as contas no exterior, como do banco Winterbothan, no Uruguai, e nos bancos Credite Suisse e Cramer, na Suíça.
“Os pagamentos foram feitos através de contas que os executivos da Toyo mantinham no exterior “para contas indicadas por Duque ou Barusco no exterior, ou em reais no Brasil disponibilizados por (Alberto) Youssef”, afirma o MPF. Os depoimentos de Barusco estão sendo tomados em sigilo e ainda não foram acordados com a Polícia Federal e o Ministério Publico Federal. Depois de fechado o acordo, ele será submetido à Justiça para ser homologado. Para terem direito ao benefício da redução de pena, o que eles dizem devem ser comprovado.(AE) DO DIARIONOPODER