segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Fotomontagem que circula pelas redes sociais
A Folha de S. Paulo é um termômetro que mede com precisão os humores ditos 'bolivarianos' do PT. Quem lê a Folha desarmado de sólida base política, sociológica e filosófica é o mesmo que passar por uma sessão de lavagem cerebral esquerdista. Em vez de receber informação recebe desinformação. O filtro é sutil e os menos avisados não percebem.
O fato da Folha vez por outra publicar alguma matéria contendo uma denúncia contra o governo petista não lhe confere o status de imparcialidade. Na verdade, é mais um estratagema que na edição seguinte abrirá a oportunidade para que os eventuais denunciados sejam generosamente ouvidos numa matéria destinada a minimizar o estrago. Note-se que o jornal poderá inclusive adiantar uma denúncia, um furo de reportagem, para na sequência ir amenizando e relativizando a denúncia; diminuindo o seu impacto e dando tempo para que os acusados sejam blindados. O Lula, por exemplo, continua tão blindado, mas tão blindado que já não pode mais andar pelas ruas deste país.
Aliás, a imparcialidade é cabível quando um país é civilizado e não tem no comando da Nação um bando de rematados psicopatas, como é o caso do Brasil. Quando a Nação está sob o relho de criminosos vestidos de presidente, de ministros ou de assessores e marketeiros, o instituto da imparcialidade não pode ser praticado.
Nesta circunstância, o que a imprensa tem de fazer é repudiar os assassinos da democracia e da liberdade  em defesa do Estado de Direito Democrático no qual está embutida a própria liberdade de imprensa. Relativizar isso seria a mesma coisa que durante o reinado do genocida  alemão, fosse possível trivializar os fatos enquanto os cadáveres de milhares de judeus ardiam nas macabras fornalhas de Auschwitz.
A Folha de S. Paulo não é um jornal na acepção do termo. É um panfleto esquerdista que se dedica a edulcorar mentiras e chicanas em proveito do projeto de poder perpétuo do PT. Não está a serviço do Brasil, como propala o slogan do jornal. Está a serviço da vagabundagem, da roubalheira, da corrupção, da mentira e, por fim, da depravação moral e irrestrita da sociedade brasileira.
Sua leitura, como afirmei na primeira linha deste post, serve para medir os humores bolivarianos do PT. Quando os editores e repórteres começam a perder até mesmo aquele falso viés de isenção, como se viu na capa do jornal deste domingo é tiro e queda. Quando o jornal combinou com os russos uma passeata comunista para esvaziar o Fora Dilma, Fora Lula e Fora PT que explodiu na av. Paulista neste sábado, gerando uma manchete picareta e mentirosa, pode-se aferir, sem sombra de dúvidas, que os humores bolivarianos do PT estão ácidos.
E esta é uma excelente notícia. Não tem preço ver os petistas com azia e flatulência temendo pelo futuro de seu projeto de venezuelização do Brasil.
E, para tentar ainda fazer crer ao público que a Folha de S. Paulo é um jornal que tem lado mas que publica tudo, conforme está num de seus anúncios, esse diário descolado abre espaço para dois articulistas: Reinaldo Azevedo e Luiz Felipe Pondé. O resto é casca grossa, ratazana comunista vagabunda, penas alugadas do Lula e que ainda por cima escrevem mal e são tediosamente chatos. Um e outro se salva.
Este é o pretensioso e abusado jornal Folha de S. Paulo, já apelidado nas redes sociais de Falha de S. Paulo. Não é à toa que o principal assessor bolivariano da Dilma, o indigitado Gilberto Carvalho, mais conhecido como o homem do carro preto em Ribeirão, afirmou dia desses que o único jornal que ele gosta é a Folha de S. Paulo. O resto ele deseja enquadrar num troço chamado de "controle social da mídia", o que quer dizer simplesmente censura!
Dentre o lixo publicado na edição desta segunda-feira, salva-se o artigo do filósofo Luiz Felipe Pondé, uma verdadeira pérola que brilha sobre o chorume.
Por isso em homenagem ao Pondé e aos estimados leitores deste blog, transcrevo o artigo na íntegra. Leiam que está supimpa. 
Diálogo ou Secessão?
O PT ensinou bem o ódio político ao Brasil e agora poderá provar do próprio veneno
Por Luiz Felipe Pondé
A presidente bolivariana reeleita abriu seu novo reinado falando em diálogo. Gato escaldado tem medo de água fria: seria este o mesmo tipo de diálogo oferecido à "Veja"?
Ou às depredações que a militância petista fez à Editora Abril?
Ou às mentiras usadas contra Marina Silva e Aécio Neves durante a propaganda política?
Ou às perseguições escondidas a profissionais de diversas áreas que recusam aceitar a cartilha petista, fazendo com que eles percam o emprego ou fiquem alijados de concursos e editais?
Sei, muitos ainda negam a ideia de que exista um processo de destruição da liberdade de pensamento no Brasil. Mas, uma das razões que fazem este processo ser invisível é porque a maior parte dos intelectuais, professores, jornalistas, artistas e agentes culturais diversos concorda com a destruição da liberdade de pensamento no Brasil, uma vez que são membros da mesma seita bolivariana.
O "marco regulatório da mídia", item do quarto mandato bolivariano, é justamente o nome fantasia para a destruição da liberdade de imprensa no país.
Diálogo? Sim, contanto que se aceite a truculência petista e seus abusos de poder. Deve-se responder a este diálogo com uma política de secessão. Não institucional (como nos EUA no século 19 entre o norte e o sul), não se trata de uma chamada à guerra, mas sim uma chamada à continuidade da polarização política.
A presidente ganhou a eleição dentro das regras e, portanto, deve ser reconduzida a presidência com soberania plena.
Mas nem por isso ela deve se iludir e pensar que representa o Brasil como um todo: não, ela representa apenas metade do Brasil. A outra foi obrigada a aceitá-la.
Precisamos de uma militância de secessão: que os bolivarianos durmam inseguros com o dia seguinte, porque metade do país já sabe que eles não são de confiança.
Que fique claro que a batalha foi ganha pelos bolivarianos, mas, a guerra acabou de começar, e começou bem.
O Brasil está dividido. Esta frase pode ter vários sentidos. O partido bolivariano venceu de novo, completando em 2018 16 anos no poder --o que já dá medo a qualquer pessoa minimamente inteligente ou sem má-fé política.
A divisão do Brasil hoje é fruto inclusive da própria militância bolivariana que insiste em falar em "nós e eles".
O fato da eleição para presidente ter sido decidida por alguns poucos votos a favor dos bolivarianos não implica que o lado derrotado veja a vencedora como sua representante legítima, ainda que legal.
O PT ensinou bem ao Brasil o que significa ódio político e agora corre o risco de provar do próprio veneno.
Falo de uma secessão simbólica, e que, creio, deve ser levada mais a sério pela intelligentsia (normalmente a favor do projeto bolivariano, mesmo que, às vezes, com sotaque e afetação francesa ou alemã).
Os intelectuais não estão nem aí pra corrupção. Seu novo slogan é "rouba, mas faz o social".
Não, não estou dizendo que aqueles que votaram contra o projeto bolivariano de domínio totalitário do país devam recusar institucionalmente o resultado das eleições.
Estou dizendo que devem levar a fundo uma política de recusa sistemática da lógica de dominação petista.
Os bolivarianos virão com sua "democratização das mídias", outro nome fantasia pra destruir a autonomia institucional, demitir gente "inadequada", tornar a mídia confiável aos projetos do "povo deles" --o único que aceitam. Na verdade, fazer da mídia refém do movimento MTSM (os "trabalhadores sem mídia").
Esta recusa deve ser levada a cabo nas salas de aula das escolas de ensino médio (onde professores descaradamente pregavam voto na candidata petista), nas universidades, nos bares, nos empregos, nas redes sociais.
Dito de outra forma: a polarização do debate deve continuar, e se aprofundar. Sem trégua. Do contrário, o PT ficará no poder mil anos.
Pacto institucional, governabilidade, vida normal dentro das instituições democráticas, sim.
Mas secessão política cotidiana em todo lugar onde algum bolivariano quiser acuar quem recusar a cartilha totalitária petista. DO ALUIZIOAMORIM
 

domingo, 2 de novembro de 2014

Goldman e Graziano não me representam. Representam a Oposição que renasceu com Aécio? Certamente não!

São de uma completa falta de sintonia com a sociedade as declarações de Alberto Goldman e Xico Graziano contra as manifestações de rua ocorridas no dia de ontem. Os dois não têm delegação popular e representatividade para desqualificar dezenas de milhares de pessoas que foram às ruas. Não falam pela Oposição, muito menos pelo eleitor do PSDB. Não concordam com algumas teses defendidas pelos manifestantes? Têm direito. Mas não podem colocar todos os opositores no mesmo saco para desqualificar este movimento espontâneo surgido depois que as urnas foram abertas. A Oposição nunca teve o suporte de gente na rua e isso indica que o discurso do PSDB mobilizou as pessoas. Os dois infelizes tucanos deveriam ouvir Ronaldo Caiado, eleito senador pelo DEM, em sua entrevista dada para a revista Veja:
Nós temos que fazer oposição aqui no plenário da Câmara ou do Senado com preparo, com grandes debates, desmistificando o governo. Mas isso é insuficiente. Nós não podemos perder esse momento de afloramento das pessoas espontaneamente foram para as ruas e espontaneamente declararam apoio ao Aécio Neves. O apoio era a uma ideia. Essa ideia hoje anti-PT é uma ideia real no Brasil. Nós não podemos desativar o processo político nesses quatro anos, senão, não sobreviveremos em 2018. Nossa militância tem de tomar conhecimento da necessidade de estar na discussão político-eleitoral e buscar adesão à tese em que o Brasil pode ter outro modelo de governo: um governo aberto para outros países desenvolvidos do mundo, não ficar com essa política rasteira de Bolívia, Venezuela, Argentina, porque isso só faz deteriorar a nossa imagem. Nesse processo de quatro anos nós não podemos tirar o pé do acelerador. Nós temos que criar uma militância que tenha um preparo intelectual para debater. Não vai ter essa anestesia de hoje até a eleição. A oposição não vai renascer em 2018 às vésperas da eleição.
Obviamente, ninguém tem o direito de cobrar de Aécio Neves que ele agasalhe um pedido de impeachment de Dilma, mas qualquer brasileiro pode exigir  que ele clame por investigações transparentes e completas dos crimes cometidos na Petrobras e do uso da máquina pública pelo PT e pela presidente da República na campanha eleitoral, que podem, sim, levar ao processo de impeachment.  
Ninguém tem o direito de exigir que Aécio Neves declare, peremptoriamente, que houve fraude nas eleições sem que provas concretas e incontestáveis sejam apresentadas, mas é importante, sim, que ele cobre respostas em nome do seu eleitorado, como vem fazendo o PSDB ao pedir auditoria no processo de contabilização dos votos da eleição presidencial.
As manifestações dos tucanos Alberto Goldman e Xico Graziano foram precipitadas e desrespeitosas em relação ao sentimento de justa revolta dos brasileiros que votaram em Aécio Neves. Dão munição para um processo de desqualificação das manifestações de ontem, comandado pelo PT com o auxílio de grande parte da Imprensa. Que este pensamento não comprometa a solidariedade e apoio que Aécio Neves deve prestar aos manifestantes, que exercem um direito democrático e expressam a indignação dos brasileiros diante de tanta corrupção e do crescente aparelhamento da máquina pública. É o que se espera de um líder que teve 51 milhões de votos. Que oriente os seus eleitores, mas que jamais os desrespeite como os dois infelizes tucanos desrespeitaram.
DO CELEAKS-COTURNONOTURNO

Vídeo denuncia urna eletrônica computando votos sozinha




Urna eletrônica computando votos sozinha
Denunciante: André Martinbianco
"Zona: 85 Seção 2 Torres - RS.
Máquina contabilizando votos sozinha!
Uma mulher que votou antes de mim ainda falou pra mesária. "Nossa vai encher de voto pro PT haha"
http://youtu.be/TNnPMHfNF1c
DO GRAÇANOPAISDASMARAVILHAS

ELEIÇÕES 2014: FRAUDE, DECEPÇÃO, TRAIÇÃO CONDUZEM O BRASIL PARA O ABISMO COMUNISTA. POR QUE AÉCIO NEVES SILENCIA SOBRE O FORO DE SÃO PAULO?

No ato de posse de Toffoli como Ministro do STF, seu irmão beijou Lula.
De todas as análises que li sobre o segundo turno da eleição presidencial brasileira sem dúvida o artigo da jornalista Graça Salgueiro, do site Mídia Sem Máscara tem de ser destacado. Como também acompanho a política latino-americana, embora não tendo a pretensão de atingir o nível da excelente Graça Salgueiro, que é especialista no assunto, creio que reuno as condições suficientes em nível de percepção do assunto para assinar embaixo o escrito de Salgueiro e recomendá-lo.
Quando se concluia a apuração e já era dada como vitoriosa a "presidenta" de Lula e seus sequazes, imediatamente postei no Twitter que tudo se assemelhava ao que havia ocorrido na eleicão presidencial venezuelana que o chavismo venceu por uma migalha de votos sem que a população tivesse a oportunidade de acompanhar o desenvolvimento da apuração. Lá Como cá, tudo ocorreu a portas fechadas e cercado de mistério.
Por isso me expressei imediatamente pelo Twitter quando se anunciava a derrota de Aécio, seguido de um turbilhão de retuítes, conforme pode se verificar neste facsímile ou em @BlogdoAmorim, o endereço da minha conta no migroblog:
O artigo de Graça Salgueiro vai diretamente ao ponto ao trazer para o debate o que tem sido descurado de forma intrigante pela oposição e mesmo pelo senador Aécio Neves. Refiro-me ao Foro de São Paulo, que é a organização fundada por Lula e Fidel Castro e sacramentada durante um evento na capital paulista em 1990.
Impossível não trazer ao debate esta questão que Salgueiro faz com maestria enquanto, como os leitores mais atilados têm notado, é um assunto que foi transformado em tabu pela grande imprensa nacional toda ela controlada pelos esbirros do movimento comunista latino-americano dirigido pelo Foro de São Paulo. 
Todavia, insisto. Esta é a questão fundamental. ELA É QUE É A RESPONSÁVEL PELA DERROTA DE AÉCIO NEVES! O PSDB tem o dever imperioso e inadiável de posicionar-se sobre o Foro de São Paulo. Tem de admitir que o Brasil, e vamos ser claros, já está vivendo uma ditadura comunista bolivariana e falta pouco para os comunistas do PT/FORO DE SÃO PAULO cravarem o punhal vermelho no coração do Brasil, matando a democracia e a liberdade e iniciando a perseguição dos dissidentes e impondo a escassez de alimentos como já ocorre na Venezuela.
Aécio Neves, Fernando Henrique Cardoso, José Serra, Geraldo Alckmin e demais lideranças do PSDB serão responsabilizadas pela história pela sua vergonhosa omissão. Eles têm o dever inarredável de lutar ao lado do povo contra esse monstrengo chamado Foro de São Paulo, do qual o PT é o principal dirigente e Lula o operador do esquema junto com os irmãos Fidel e Raúl Castro.
Torna-se grotesco para quem conhece a atuação do Foro de São Paulo, quando se ouve certos discursos de Aécio Neves, Fernando Henrique e outros líderes tucanos. Não adianta nenhum esforço e organização partidária, nenhuma providência terá qualquer resultado positivo para a oposição em futuras eleições se o Foro de São Paulo e o PT não forem banidos da vida política brasileira. Se não for feito o confronto a esse ataque comunista banindo o PT da vida política brasileira nenhum partido, por mais organizado e forte que seja, vencerá eleição presidencial no Brasil. Esta é a questão definitiva. Estamos numa encruzilhada: a democracia, a liberdade e a paz ou o inferno comunista bolivariano.
Portanto, recomendo não só aos honrados leitores como também às principais lideranças do PSDB, a começar por Aécio Neves, que leiam com atenção este artigo de Graca Salgueiro. O título original é: Eleições 2014: fraude, decepção, traição. Leiam e compartilhem pelas redes sociais:

Lula presidio a reunião do Foro de São Paulo no ano passado na capital paulista, mas os jornalões, como sempre, minimizaram o evento além de escamotearem os objetivos desse encontro comunista.
Quando o então candidato Aécio Neves conseguiu votos para chegar ao segundo turno, comentei no meu programa Observatório Latino na Rádio Vox, que essa havia sido a praxis do Foro de São Paulo em toda a América Latina para enganar os eleitores, fazendo-os crer com isso que respeitavam o “jogo democrático”. “Permitindo” que um candidato opositor fosse disputar o cargo à Presidência, o processo seguiria mostrando o opositor à frente nas pesquisas eleitorais para em seguida dar empate técnico e, finalmente, mostrar seu candidato superando o opositor com alguns pontos de vantagem. Dessa forma, dava-se passagem para a fraude que seria cometida no dia do pleito. E assim foi. Rigorosamente igual.
Esse processo fraudulento ocorreu sempre na Venezuela, nas disputas entre Hugo Chávez e Henrique Capriles e depois, deste com o usurpador Nicolás Maduro. De igual modo ocorreu na Colômbia, na disputa entre Juan Manuel Santos e Oscar Iván Zuluaga, e em El Salvador, onde o candidato do Foro de São Paulo, Salvador Sánchez Cerén elegeu-se. 
Durante todo o dia 26 de outubro e seguintes, as denúncias de fraude nas urnas de votação e seções eleitorais  abundaram pelas redes sociais. Através de fotos e vídeos, as pessoas lesadas referiam desde duplicidade de título de eleitor e de digitais, a atas e fitas de mesas de votação encontrados em lixeira, além de urnas que votaram sozinhas ou que na ata chamada zerésima (que é a primeira, provando que nem um único voto foi ainda depositado), a lista já trazer 400 votos impressos para a candidata governista.
Entretanto, a fraude mais descarada dessas eleições foi cometida pelo próprio STE que cercou a apuração de um hermetismo inadmissível, nunca visto em nenhum país democrático, nem mesmo aqui no Brasil em eleições anteriores. O presidente do STE, Antonio Dias Toffoli, outrora advogado do PT e posto no cargo estrategicamente pela presidente, declarou que o resultado só seria anunciado às 20:00 h., alegando a diferença de horários entre as regiões Norte e Nordeste com o restante do Brasil que adotou o horário de verão.
Nunca viu-se em lugar algum, exceto na Venezuela, apurações de votos em sala fechada com apenas 23 eleitos, sem que os eleitores tivessem conhecimento dos números parciais do escrutínio. Ninguém, exceto esses escolhidos, conheceu o que de fato se passou naquela apuração. Algumas perguntas se impõem: quem eram essas pessoas, únicas a ter acesso à apuração, e quem as escolheu? Por que foi proibido divulgar os resultados parciais e o que se temia previamente? Por que escolher 23 funcionários do STE para participar do escrutínio e não outras pessoas? Delegados de partidos sempre tiveram o direito garantido por lei de acompanhar a apuração mas, desta vez, sob o comando do petista Dias Toffoli não foi permitido.
Em vídeo publicado pelo G1, o repórter informa que às 17:15 h., quando começou a apuração, Aécio Neves aparecia com 62,71% dos votos contra 37,29% de Dilma. A vantagem se mantinha até às 19:32 h., onde Aécio Neves aparecia com 50,05% e Dilma com 49,95%. Meia hora mais tarde é oficialmente anunciado que dona Dilma venceu as eleições com quase 52% dos votos válidos. Milagre como esse só se viu na Venezuela, de Chávez e Maduro, com a diferença de que lá a oposição pôde pedir uma auditoria nos resultados - embora tenha sido aceita pelo usurpador Maduro e depois negada -, uma vez que, além do voto eletrônico há o registro em papel, o que não ocorre aqui, cujas urnas são inauditáveis e as atas destruídas após o anúncio do resultado. E tudo isto nos dá SIM o direito de duvidar da lisura e transparência das apurações.
Para completar o que previ antes das eleições, tal como ocorreu com Capriles na Venezuela, Aécio aceitou de imediato a “derrota” sem questionar nem pedir auditoria, apesar de o PSDB ter recebido denúncias de fraude durante todo o dia. E para culminar a traição, ainda disse que isso fazia parte do “jogo democrático”, telefonou para a presidente felicitando-a pela “vitória” e em vez de se colocar como opositor, que foi o que levou mais de 50 milhões de brasileiros a crer na “mudança” proposta em sua campanha, chamou a presidente a uma “união de esforços” e em seguida partiu para o exterior de férias.
O PT deu dois golpes de uma só vez: não se satisfez apenas em fraudar as eleições mas jogou a maior parte nas regiões Norte-Nordeste, causando ira em alguns eleitores do Sul-Sudeste que agora advogam pelo separatismo dessas regiões, não percebendo que era exatamente isso que o governo desejava: criar a xenofobia interna e o ódio entre irmãos. Também como forma de humilhar Aécio Neves e jogar seus eleitores contra os mineiros, a candidata governista teve uma expressiva “vitória” naquele estado.
Para quem assistiu o crescimento de uma oposição que já julgávamos morta e sepultada, onde de norte a sul do país por onde a presidente passava levava vaias monumentais e xingamentos com palavras de baixo calão dirigidas a ela, seu mentor Lula e o PT, essa “vitória” é um cálice amargo de tragar porque não convence ninguém e eles SABEM que não foi limpa nem legítima. 
O jornal oficial da ditadura cubana, o Granma, publicava no dia seguinte que a “Reeleição de Rousseff avaliza a sucessão de mudanças no Brasil”, para a qual os Castros contribuíram enormemente com seus mais de 13 mil espiões disfarçados de médicos e temiam perder o maná que jorra do BNDES às custas do nossodinheiro e trabalho. E o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, diz em seu enfadonho pronunciamento oficial repleto de autoridades, militares da Guarda Presidencial em formação e adidos militares de vários países, que “a vitória do Brasil reforçou nossas forças revolucionárias na América Latina”, como pode-se ver ao final deste artigo.
Muitos brasileiros que apostaram e acreditaram na possibilidade de tirar o PT do poder se decepcionaram com os resultados porque não conhecem a história desse partido que veio para ficar, e passaram a se agredir buscando entre nós um (ou os) culpados. Entretanto, o que é preciso ficar claro é que o nosso grande inimigo é, e sempre foi, o Foro de São Paulo e os ditadores Castro que já mandam no Brasil. Por isso o PT não podia perder as eleições, porque ele é o coração do Foro de São Paulo. Se perdesse, seria o começo do fim desta organização criminosa e para evitar isso, eles usam a “combinação de todas as formas de luta”. Sobretudo as mais execráveis. Do site Mídia Sem Máscara
DO ALUIZIOAMORIM

EM PORTO ALEGRE PROTESTO CONTRA O PT E O COMUNISMO MOVIMENTA MILHARES DE PESSOAS



Protesto realizado em Porto Alegre, neste sábado dia 1º de novembro, mostra o trecho que da av. Independência em direção ao centro da cidade. A passeata é saudada com um buzinaço dos carros, enquanto alguns manifestantes ameaçam um petista que desafia solitário empunhando uma bandeira vermelha.
Os manifestantes critam "Um, Dois, Três, Lula no xadrez".
Enquanto isso a grande mídia a serviço dos comunistas vagabundos continua escamoteando essas informações ou então tentando ridicularizar os protestos.
Incrível que um dos projetos do PT é transformar o Brasil numa republiqueta comunista do tipo cubano-venezuelano e a primeira providência é amordaçar a imprensa sepultando a liberdade, com o tal projeto de "controle social da mídia" e também o controle da internet e das redes sociais.
E o Brasil surge aos olhos do mundo como o único país onde os jornais da grande imprensa são a favor da censura à imprensa! E as exceções se podem contar nos dedos!
Esses protestos que ocorreram em diversas capitais do país denotam que o feitiço bolivariano foi quebrado e o PT tem os seus dias contados no poder.
Isto é apenas o começo. A grande mídia não precisa noticiar nada porque a maioria dos brasileiros já se informa por meio das redes sociais de dos blogs independentes. DO ALUZIOAMORIM

20 obras que o BNDES financiou em outros países

Como estes existem mais de 3.000 empréstimos concedidos pelo BNDES no período de 2009 a 2014.
A seleção dos recebedores destes investimentos, porém, segue incerta.
O que é isso?
Não é novidade para ninguém que o Brasil tem um problema grave de infraestrutura. Diante dessa questão, o que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) faz?
Financia portos, estradas e ferrovias – não exatamente no Brasil, mas em diversos países ao redor do mundo.
Desde que Guido Mantega deixou a presidência do BNDES, em 2006, e se tornou Ministro da Fazenda, em 2006, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social tornou-se peça chave no modelo de desenvolvimento proposto pelo governo. Desde então, o total de empréstimos do Tesouro ao BNDES saltou de R$ 9,9 bilhões — 0,4% do PIB — para R$ 414 bilhões — 8,4% do PIB.
Alguns desses empréstimos, aqueles destinados a financiar atividades de empresas brasileiras no exterior, eram considerados secretos pelo banco. Só foram revelados porque o Ministério Público Federal pediu na justiça a liberação dessas informações.
Em agosto, o juiz Adverci Mendes de Abreu, da 20.ª Vara Federal de Brasília, considerou que a divulgação dos dados de operações com empresas privadas “não viola os princípios que garantem o sigilo fiscal e bancário” dos envolvidos.
A partir dessa decisão, o BNDES é obrigado a fornecer dados sobre que o Tribunal de Contas da União, o Ministério Público Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) solicitarem. Descobriu-se assim uma lista com mais de 2.000 empréstimos concedidos pelo banco desde 1998 para construção de usinas, portos, rodovias e aeroportos no exterior.

Quem defende o financiamento de empresas brasileiras no exterior argumenta que a prática não é exclusiva do Brasil. Também ocorre na China, Espanha ou Estados Unidos por exemplo. O BNDES alega também que os valores destinados a essa modalidade de financiamento correspondem a cerca de 2% do total de empréstimos, e que os valores são destinados a empresas brasileiras (empreiteiras em sua maioria), e não aos governos estrangeiros.
A seleção dos recebedores destes investimentos, porém, segue incerta: ninguém sabe quais critérios o BNDES usa para escolher os agraciados pelos empréstimos. Boa parte das obras financiadas ocorre em países pouco expressivos para o Brasil em termos de relações comerciais, o que leva a suspeita de caráter político na escolha.
Outra questão polêmica são os juros abaixo do mercado que o banco concede às empresas. Ao subsidiar os empréstimos, o BNDES funciona como um Bolsa Família ao contrário, um motor de desigualdade: tira dos pobres para dar aos ricos

Ou melhor, capta dinheiro emitindo títulos públicos, com base na taxa Selic (11% ao ano), e empresta a 6%. Isso significa que ele arca com 5% de todo o dinheiro emprestado. Dos R$ 414 bilhões emprestados este ano, R$ 20,7 bilhões são pagos pelo banco. É um valor similar aos R$ 25 bilhões gastos pelo governo no Bolsa Família, que atinge 36 milhões de brasileiros.
Seguem 20 exemplos de investimentos que o banco considerou estarem aptos a receberem investimentos financiados por recursos brasileiros. Você confirma todas as informações clicando aqui.


1) Porto de Mariel (Cuba)
Valor da obra – US$ 957 milhões (US$ 682 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Odebrecht

2) Hidrelétrica de San Francisco (Equador)
Valor da obra – US$ 243 milhões
Empresa responsável – Odebrecht
Após a conclusão da obra, o governo equatoriano questionou a empresa brasileira sobre defeitos apresentados pela planta. A Odebrecht foi expulsa do Equador e o presidente equatoriano ameaçou dar calote no BNDES.

3) Hidrelétrica Manduriacu (Equador)

Valor da obra – US$ 124,8 milhões (US$ 90 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Odebrecht
Após 3 anos, os dois países ‘reatam relações’, e apesar da ameaça de calote, o Brasil concede novo empréstimo ao Equador.

4) Hidroelétrica de Chaglla (Peru)
Valor da obra – US$ 1,2 bilhões (US$ 320 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Odebrecht

5) Metrô Cidade do Panamá (Panamá)
Valor da obra – US$ 1 bilhão
Empresa responsável – Odebrecht

6) Autopista Madden-Colón (Panamá)

Valor da obra – US$ 152,8 milhões
Empresa responsável – Odebrecht

7) Aqueduto de Chaco (Argentina)
Valor da obra – US$ 180 milhões do BNDES
Empresa responsável – OAS

8) Soterramento do Ferrocarril Sarmiento (Argentina)

Valor – US$ 1,5 bilhões do BNDES
Empresa responsável – Odebrecht

9) Linhas 3 e 4 do Metrô de Caracas (Venezuela)
Valor da obra – US$ 732 milhões
Empresa responsável – Odebrecht

10) Segunda ponte sobre o rio Orinoco (Venezuela)
Valor da obra – US$ 1,2 bilhões (US$ 300 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Odebrecht

11) Barragem de Moamba Major (Moçambique)
Valor da obra – US$ 460 milhões (US$ 350 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Andrade Gutierrez

12) Aeroporto de Nacala (Moçambique)
Valor da obra – US$ 200 milhões ($125 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Odebrecht

13) BRT da capital Maputo (Moçambique)
Valor da obra – US$ 220 milhões (US$ 180 milhões por parte do BNDES)
Empresa responsável – Odebrecht

14) Hidrelétrica de Tumarín (Nicarágua)
Valor da obra – US$ 1,1 bilhão (US$ 343 milhões)
Empresa responsável – Queiroz Galvão
*A Eletrobrás participa do consórcio que irá gerir a hidroelétrica

15) Projeto Hacia el Norte – Rurrenabaque-El-Chorro (Bolívia)
Valor da obra – US$ 199 milhões
Empresa responsável – Queiroz Galvão

16) Exportação de 127 ônibus (Colômbia)
Valor – US$ 26,8 milhões
Empresa responsável – San Marino

17) Exportação de 20 aviões (Argentina)
Valor – US$ 595 milhões
Empresa responsável – Embraer

18) Abastecimento de água da capital peruana – Projeto Bayovar (Peru)
Valor – Não informado
Empresa responsável – Andrade Gutierrez

19) Renovação da rede de gasodutos em Montevideo (Uruguai)
Valor – Não informado
Empresa responsável – OAS

20) Via Expressa Luanda/Kifangondo
Valor – Não informado
Empresa responsável – Queiroz Galvão

Como estes existem mais de 3000 empréstimos concedidos pelo BNDES no período de 2009-2014. Conforme mencionado acima, o banco não fornece os valores…
Ainda.
10 de outubro de 2014 - DO R.DEMOCRATICA

Oliver: ‘O discurso do ódio’


VLADY OLIVER
Recebi de um amigo numa rede social alguns vídeos em que ele mesmo registrou a manifestação de protesto ocorrida neste sábado na mais paulista das avenidas. Posso afirmar, pelo tamanho da coisa, que rivalizou em volume com as primeiras manifestações na mesma avenida, no início do processo de impeachment do ex-presiDIENTE Collor.

Nessa eu estava. Aliás, seu “duela a quem duela”, de triste lembrança, é um mote perigoso usado frequentemente pela Dilmona rombuda para enganar os trouxas com a promessa de que a “polícia dela” investigará os tais “malfeitos”. Conta outra. O fato é que a manifestação foi solenemente ignorada pelo telejornalismo, indecorosamente achincalhada pela imprensa a soldo da camorra e só apareceu mesmo nas redes sociais — sempre elas — o no espaço quinzemilhonesco de Reinaldo Azevedo, nosso bravo vizinho de teclas .
É claro que isso é notícia e das grandes. Nada tem de surpreendente, portanto, a “operação abafa” capitaneada por aquele jornalzinho cheio de moscas, que pleiteia um canal de televisão junto à camorra, em parceria com o bando de comunistazinhos pilantras e regados a uísque de procedência duvidosa aboletados em órgãos de imprensa de todo este rincão varonil. Eles não querem que o caldo entorne e percam a boquinha duramente conquistada pelo servilismo tacanho e barato .
Nunca tantos pesos e tantas medidas foram usados de forma tão pusilânime para entortar a ordem e negar o clima reinante. São os morangos podres estragando a caixa toda. Pois eu afirmo que essa gente toda TEM QUE SER VISTA. Se o jornalismo pilantra não quer divulgar a verdade sobre a legítima manifestação, a coisa anda muito mais feia do que vai parecendo. Os ânimos continuam exaltados. O discurso do ódio e da dissimulação deu lugar agora a um texto que ousa tripudiar do desejo de democracia de gente decente, indignada com o que está vendo.
E lá vamos nós de novo: onde está a oposição nesta hora? Descansando da disputa? Contando votos válidos na frente do TSE ? Este é o grande problema que vamos enfrentar daqui pra frente, meus caros. A campanha incendiou o país como um rastilho de pólvora que já vimos queimar no meio do ano passado. Com a diferença que, naquela época, ainda era difusa a percepção de quem eram os bandidos e quem eram os mocinhos neste faroeste de segunda classe.
Agora está claro. Cresce o apoio ao “limpeachment” desse governo que ganhou as eleições na ameaça e no grito. Cresce o número de pessoas indignadas com a resposta das urnas ao seus anseios. E a dona descansa da vigarice em que se meteu para se eleger. Um escárnio. Espero que essas manifestações cresçam até ser impossível escondê-las . Que as redes sociais que ajudaram a dona a disseminar o ódio ajudem agora o despertar dos decentes.
Nós somos muitos. Muito mais do que eles imaginam controlar. Eu não quero mais o PT no poder, seus controles sociais, sua censura, seus petrolões e sua gente rombuda de braço em riste desafiando nossa democracia. Vou bater meu bumbo até ver estes bandidos na cadeia. Nada menos que isso interessa à nossa democracia, meus caros. Paz e amor? JUSTIÇA PRIMEIRO !!!
DO AUGUSTONUNES

sábado, 1 de novembro de 2014

MILHARES PROTESTAM NO BRASIL CONTRA FRAUDE ELEITORAL E A AMEAÇA DE GOLPE COMUNISTA DO PT. GRANDE MÍDIA TENTA ABAFAR ESTE FATO!

Lobão, famoso músico e escritor brasileiro, emprestou o seu prestígio à manifestação na Av. Paulista em São Paulo
Todas estas fotos foram postadas no Twitter por diversas pessoas incluindo nos textos protestos contra os jornalões e sites da grande mídia que tentaram minimizar o tamanho das manifestações que ocorreram em várias capitais. Impressionante é que pela primeira vez uma manifestação com milhares de pessoas foi organizada apenas pelas redes sociais. Esse movimento Fora Dilma, Fora PT que se expressou nas urnas começa a ganhar as ruas do Brasil! CLIQUE SOBRE AS FOTOS PARA VÊ-LAS AMPLIADAS
Manifestações populares em diversas capitais convocadas pelas redes sociais levaram milhares de pessoas às ruas em diversas capitais do Brasil neste sábado, denunciando a fraude eleitoral que reelegeu a "presidenta" do PT, a Dilma do Lula. Mas não apenas isso, as pessoas protestaram contra a ameaça bolivariana, eufemismo criado pelo finado caudilho Hugo Chávez, que designa comunismo, na novilíngua do neo-comunismo do século XXI. Não faltaram os cartazes e os gritos de Fora Dilma! e Impeachment da Dilma Já! além de outras palavras de ordem que decoravam faixas e cartazes. Havia, por exemplo, um cartaz fulminando"Maduro Assassino", referindo-se ao ditador comunista da Venezuela.
Com razão, alguns grupos inclusive, cobraram uma posição das Forças Armadas brasileiras, o Exército, Marinha e Aeronáutica a tomarem um posição clara e efetiva face ao avanço da tirania comunista do PT e do Foro de São Paulo, organização transnacional que está promovendo a transformação dos países latino-americanos em Repúblicas Socialistas e da qual Lula fundador juntamente com Fidel Castro.
Num contraste com as passetas do PT e seus satélites, que o Brasil estava acostumado a ver, com todo aquele vermelhão de ódio e destruição de bens públicos e privados, as manifestações deste sábado em várias cidades do Brasil estavam vestidas de verde, amarelo, azul e branco, as cores da Bandeira do Brasil, em paz e em ordem.
Fazia muito tempo que isso não acontecia porque o PT e seus black blocs haviam dominado as ruas. O PT na verdade, tinha privatizado as ruas e avenidas do Brasil, posando de vestal, arrogando-se uma superioridade moral que nunca teve. Aliás, o mensalão e agora o petrolão que o digam. A cúpula do PT e o capitão do time de Lula foram processados e acabaram na Papuda, incluindo o cínico facinoroso Zé Dirceu.
E, como não poderia deixar de ser, os jornalões - Folha, Estadão e o Globo - tentaram por todos os meios desqualificar e esvaziar as manifestações. As televisões não sei, porque não vejo a televisão que considero uma porcaria, um veículo de mídia caduco, responsável por promover a lavagem cerebral comunista.
Levando-se em conta que foram manifestações convocadas pelas redes sociais, o que aconteceu neste sábado em vários pontos do Brasil, foi um sucesso absoluto. Mobilizações pelas redes sociais no Brasil tinham sido até agora um fracasso em termos de público. Desta feita, como mostram as fotos, o sucesso das manifestações restou evidente, porém é diminuído pelos jornalões com truques de edição (eu sei do que estou falando pois sou jornalista há mais de 40 anos e cansei de editar esse tipo de material há alguns anos.
Os repórteres da Folha, Globo e Estadão são todos esquerdistas, politicamente corretos, ciclistas, ecochatos e, sobretudo, petistas de carteirinha. Uma legião de rematados idiotas cujo mérito maior é idolatrar o Lula e a Dilma.
A Folha, por exemplo, conseguiu armar uma manifestação contra o governador Geraldo Alckmin, para poder dar em machete que ocorreram duas manifestações: uma contra a Dilma e o PT e outra contra o governador Geraldo Alckmin. Querem por que querem que Alckmin se transforme no Senhor das Chuvas. É um troço completamente idiota que os depravados da Folha de S. Paulo elevam à categoria de verdade. Considero a Folha de S. Paulo como uma bosta, mas isso não diminui a desinformação que consegue passar aos leitores. E aí já adentramos à seara do direito penal: isso é crime!
Seja como for, os eventos denunciando a fraude, as picaretagens do PT, a ameaça concreta de transformação do Brasil numa republiqueta comunista, as roubalheiras na Petrobras (putz! a lista de crimes do PT é imensa...) foram um sucesso. É um bom começo. E algo inaudito: não foi convocado por nenhum partido político o que por si só já dá uma ideia concreta do mal-estar que acomete todos os brasileiros decentes e honestos de Norte a Sul do Brasil. Há um nó na garganta das pessoas! Há uma angústia pronta para explodir!
Reservo este parágrafo final para render uma homenagem especial ao meu querido amigo Lobão, um dos pioneiros do rock brasileiro, um artista com todas as letras, um escritor, um compositor e instrumentista dedicado que tem tem milhares de fãs em todo o Brasil. Lá estava ele, uma celebridade nacional, dando seu apoio à grande manifestação que cobriu a Av. Paulista em São Paulo. Lá estava o Lobão embrulhado numa Bandeira do Brasil. Foi lindo ver tudo isso! Obrigado Lobão, obrigado aos milhares de manifestantes que foram às ruas de forma civilizada, porém objetiva, revelando ao mundo, apesar do boicote e a má vontade da grande imprensa nacional, que a maioria dos brasileiros não vai engolir de jeito nenhum um regime comunista bolivariano!
O recado foi dado neste sábado. E vem mais coisas por aí! Acreditem!
DO ALUIZIOAMORIM

Multidão ocupa o Parcão, Porto Alegre, para protestar contra fraude eleitoral e pela democracia

CLIQUE AQUI para ouvir
e entender contra quem os democratas lutam.

A foto acima é do parcão, mas a foto debaixo é do site Terra, apanhada em São Paulo. CLIQUE AQUI para saber como é a manifestação desta tarde em SP. 

Apesar do mau tempo em Porto Alegre, mais de mil pessoas manifestam-se neste momento no Parcão, Porto Alegre.
. Eventos do mesmo gênero ocorrem em várias capitais.

. As jornadas desta tarde replicam os eventos de rua que marcaram a última semana do segundo turno das eleições, reforçados agora pelas suspeitas de fraude eleitoral e pela convicção de que só o povo nas ruas implementará as consignas levantadas contra a corrupção, pela democracia e por melhores serviços públicos.

. Nas redes sociais, a mobilização é muito forte desde o dia 26, o que levou o PSDB a protocolar pedido de auditoria especial sobre a votação e a apuração comandadas pelo Tribunal Superior Eleitoral.
DO POLIBIOBRAGA

Numa manifestação absurda, corregedor do TSE desqualifica pedido do PSDB para um auditoria nas eleições. Curiosamente, a sua manifestação é igual à do PT

Epa, epa, epa!!! Despropositada, descabida, absurda e, muito provavelmente, ilegal a reação do ministro João Otávio de Noronha, corregedor do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), segundo quem o pedido do PSDB para que se proceda a uma “auditoria” na eleição de 2014 “não é sério”. Pergunta inicial: ele está se manifestando nos autos? Parece que não! Se não estou enganado, um juiz de uma corte superior está desqualificando uma pedido do partido que obteve mais de 48% dos votos sem explicar as razões. Emitiu uma opinião, não um juízo — que é a sua tarefa. Antes que continue, tenho de fazer a ressalva.
Estou entre aqueles que, por enquanto ao menos, estão convencidos de que o sistema é seguro. Nunca me ocorreu questionar as urnas eleitorais, embora seja grande o alarido por aí. Mas não é possível ignorar as milhares de manifestações e denúncias que se multiplicam nas redes sociais. Eu mesmo recebi algumas. Publiquei duas (vejam posts se ontem) que, se verdadeiras, são preocupantes. Os denunciantes têm cara, nome, existem. Quando menos, o tribunal deveria se comprometer a tirar algumas dúvidas. O que não é aceitável é que um ministro trate um pedido de auditoria como se fosse ameaça à democracia. Ora, vá plantar batatas! Apresentar petições ao poder público, meu senhor, é um direito sagrado nas democracias.
Não há como não observar que o ministro João Otávio de Noronha tem reação idêntica à do PT, que também desqualificou a iniciativa tucana. Disse Noronha: “O que ele não apresenta são fatos que possam colocar em xeque o processo eleitoral. Está colocando en passant [de passagem]. Isso não é sério, então, não me parece razoável. O problema é que não estão colocando em xeque uma ou duas urnas, mas o processo eleitoral. É incabível. Se você colocar em xeque o sistema eleitoral, aponte o fato concreto que vamos apurar.”
Já que Noronha opina alegremente sobre o que lhe dá na telha, fora do autos, então eu devo lembrar ao meritíssimo que é simplesmente impossível colocar em xeque o que quer que seja das urnas porque inexiste, pra começo de conversa, prova física do voto, não é mesmo? O PSDB está questionando o que é questionável: há situações relatadas pelos eleitores que são, quando menos, pouco convencionais. Se eu pedir a ele, um ministro da área, que me explique todo o processo, inclusive seus mecanismos de segurança, duvido que consiga.
Posso até confiar nas urnas, mas sei que não é assim que se faz. Pedir uma auditoria não é o mesmo que fazer uma acusação. O PSDB não está se batendo contra o TSE, contra a autoridade dos senhores ministros ou contra a corregedoria. Está apenas exercendo um direito. Um juiz arbitra causas, dentro do autos, não emite juízos de valor sobre a ação dos demandantes, especialmente quando esta se situa nos marcos legais. Ou não é assim? Noronha conseguiriam sustentar que o PSDB desrespeitou as instituições?
Menos, ministro, menos! De resto, o membro do TSE, o corregedor do tribunal, deveria saber que a desconfiança sobre a lisura das urnas é hoje compartilhada com milhões de brasileiros. Não bastam campanhas institucionais para mudar esse sentimento. É preciso que as denúncias de irregularidade sejam apuradas — tanto melhor se for para desmenti-las. Eu sugeriria ao meritíssimo que, num país em que abstenção foi superior a 21%, ele deveria ser mais cuidadoso. Ajude a dar credibilidade ao sistema, ministro Noronha. A sua resposta tem efeito contrário.
Por Reinaldo Azevedo