quinta-feira, 16 de outubro de 2014

É sério que os petistas vão atacar Aécio até pela bebida?

O que não faz o desespero?

Por Rodrigo Constantino

Minha mãe escutou no salão dela hoje duas manicures conversando. Falavam sobre política e eleições. Comentavam sobre um vídeo que circula por aí com Aécio Neves um tanto “alto” por ter tomado umas e outras além da conta. Evangélicas, mostravam-se incomodadas com aquilo. Quando minha mãe me relatou o caso, pensei: é sério isso?
Nunca devemos subestimar a cara de pau dos petistas, sua canalhice. Mas eles sempre são capazes de nos surpreender. Não pensei que gente do PT, logo do PT de Lula, fosse usar a bebida para atacar um opositor. Ó, céus! O tucano já ficou bêbado uma vez na vida! Não pode governar bem o Brasil! É melhor colocar em seu lugar um “poste” do… Lula. Ops! Um momento! Muita calma nessa hora!
Será que essa turma acha que a memória do eleitor é tão ruim assim para não lembrar mais que Lula sempre foi cachaceiro? Um jornalista estrangeiro quase foi expulso do país por seu governo apenas por constatar esse fato, conhecido por todos nós: Lula sempre foi chegado a uma caninha (depois ele se “aburguesou”, ficou rico e tomou gosto por vinhos caros). Eis algumas fotos disponíveis na internet:


Como podemos ver, o ex-presidente Lula tinha certo apreço pelo álcool. Mas não foi isso que fez dele um presidente ruim, e sim o mensalão, o populismo, a demagogia, etc. Só que aturar petistas espalhando por aí imagens de Aécio um pouco “torto” para prejudicá-lo é realmente um espanto.
E para não dizerem que a comparação deve ser apenas entre Dilma e Aécio, podemos ver que a presidente também não parecia em seu melhor estado quando esteve no luxuoso restaurante Eleven em Lisboa, em uma parada estratégia muito suspeita em Portugal sem aviso prévio, justo na terra em que Rose, a amiga íntima de Lula, supostamente levou malas de dinheiro:

Portanto, petistas, vamos deixar o álcool um pouco de lado, subir um pouco o nível e debater ideias, propostas e trajetória?14/10/2014

POR QUE TANTO ÓDIO COM MINAS GERAIS, DILMA?

Por Nilson Borges Filho (*)
O sentimento das ruas nas principais cidades de Minas Gerais é de revolta com os ataques da candidata Dilma Rousseff no debate da Band, na ultima terça-feira. Tentando atingir a candidatura de Aécio Neves e desconstruir o candidato, Dilma apelou para a calúnia e o total desrespeito com os mineiros. Foi um tiro no pé da candidata petista.
Ao mentir sobre os números na área de segurança pública em Minas Gerais, Dilma transformou os mineiros em homicidas, pois os dados que levou a público no debate fogem até da realidade do mais notório mentiroso.
Nos governos de Aécio Neves e Antônio Anastasia nunca se investiu tanto na área de segurança pública, aumentando o efetivo das polícias e na aquisição de viaturas. O próprio Ministério da Justiça do governo Dilma reconheceu os avanços de Minas no combate ao crime.
Quando Dilma mente sobre essas questões, na verdade ela atinge o estado de Minas no geral e os mineiros em particular. Quando Dilma mente sobre a área educacional de Minas Gerais, a candidata calunia os mineiros. Minas é referência no Brasil no ensino em seus diversos níveis, inclusive no campo superior com Universidades estaduais de altíssimo nível.
Os ataques de Dilma, com novas mentiras e velhas ideias do que seja educação nas sociedades contemporâneas, mexe com a dignidade do mineiro como se os mineiros fossem atrasados e sem estudo. Minas ocupa hoje um dos principais polos de ensino, inclusive na área da tecnologia, com fomento estadual.
O rumor das ruas, das cafeterias, dos restaurantes, das esquinas, dos espaços públicos em geral, nas diversas camadas da população mineira o sentimento é de total revolta pelo ódio com  que Dilma se referiu à Minas Gerais e aos mineiros.
Dilma tratava os mineiros no debate como  “eles”; Dilma se referia ao Estado de Minas Gerais como “o seu Estado”. Dilma atacou a família do candidato tucano, acusando-o de nepotismo. Mentira. Desafio a qualquer um que percorra as repartições mineiras e procure saber daqueles que ocupam cargos relevantes no Estado se estão ali por parentesco ou se por mérito?
Dilma novamente ofende os mineiros, forjando informações. Seria impossível se o candidato Aécio Neves com origem de duas grandes e tradicionais famílias não tivesse algum parente servidor do Estado. Dilma chegou a um cargo público em Porto Alegre por indicação de seu então marido, deputado federal pelo PDT. Dilma entrou no serviço público na cota do PDT, indicada pelo marido. Quando o PDT deixou a aliança com o PT em Porto Alegre e seus integrantes deixaram os cargos, Dilma, para manter o seu cargo, traiu Brizola e o PDT. Pulou para o PT.
Dilma chegou ao serviço público no Rio Grande do Sul por nepotismo, como mulher de deputado. A rigor, o que Dilma diz do candidato Aécio Neves prova-se contra ela. Na questão do ataque a Aécio acusando-o de nepotismo Dilma, sem qualquer pudor e  de maneira grosseira, citou suas duas irmãs como beneficiárias  do Estado. Usou para seus ataques com recheios de raiva,  desconsideração e ódio, uma das irmãs do senador Aécio que passou por sérios problemas de saúde e que se encontra, ainda, restabelecendo-se das sequelas da doença.
Dilma não tem limites para se manter no poder, pouco se importando se os seus ataques destemperados e covardes estão atingindo pessoas que não  têm a menor possibilidade de se defender.
Talvez Dilma, que morou em Belo Horizonte e que só vem ao Estado para pedir votos, tenha se esquecido de que o mineiro no seu jeito simples e amigável não saiba o que está se passando, que o mineiro não perceba exatamente onde a mentira pode chegar: ao seu nível mais baixo, exatamente ao nível do esgoto. Os mineiros não são bobos, Dilma. Pelo contrário, em Minas forjaram-se lideres políticos que governaram o Brasil, escritores renomados, compositores reverenciados pelo público, cientistas como Carlos Chagas, e inventores como Santos Dumont. Não mexa com Minas, tampouco com a dignidade dos mineiros. Dia 26 de outubro virá o troco.
(*) Nilson Borges Filho é mestre, doutor e pós-doutor em direito e articulista colaborador deste blog.
DO ALUIZIOAMORIM

PF pode prender tesoureiro petista a qualquer momento. PF acha provas cabais da participação do PT da Dilma no propinoduto da Petrobras.

No computador de Youssef, há uma pasta com 12 arquivos referentes aos negócios do doleiro com a Petros. O negócio foi intermediado pelo tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, e tratado diretamente com dois diretores da Petros - indicações petistas, entre eles o ex-presidente do fundo Luiz Carlos Fernandes Afonso (2011-2014).
Com isso, a Polícia Federal acredita ter conseguido fechar o ciclo de uma transação que teria envolvido o pagamento de propina de R$ 500 mil a dois diretores do fundo de pensão dos funcionários da Petrobrás, feito com empresas do ex-deputado federal José Janene (PP-PR), morto em 2010, e do doleiro Alberto Youssef - um dos alvos centrais da Operação Lava Jato - e que causou prejuízo de R$ 13 milhões ao órgão.
No computador de Youssef, há uma pasta com 12 arquivos referentes aos negócios do doleiro com a Petros. O negócio teria sido intermediado, segundo suspeita a PF, pelo tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, e tratado diretamente com dois diretores da Petros - indicações petistas, entre eles o ex-presidente do fundo Luiz Carlos Fernandes Afonso (2011-2014).
A PF registra a possível interferência de um político não identificado "de grande influência na casa" na liberação de um seguro, em órgão do Ministério da Fazenda, que era condicionante para a transação. "Esse recurso foi desviado para pagamento de propina para funcionários da Petros", afirmou Carlos Alberto Pereira da Costa, advogado que, segundo a PF, atuava como testa de ferro de Alberto Youssef.
Costa tinha em seu nome pelo menos duas empresas usadas pelo doleiro, uma delas envolvidas nessa transação com a Petros, a CSA Project Finance. Ele afirmou ao juiz Sérgio Moro que na operação foi retirada uma propina de R$ 500 mil que serviu para pagar os dois diretores da Petros.
Citados. Os diretores são petistas e já citados em outros dois escândalos, segundo registra a PF. "As negociações eram realizadas pelo lado da Petros pelo senhor Humberto Pires Grault Vianna de Lima, gerente de novos projetos da Petros, e pelo senhor Luis Carlos Fernandes Afonso, diretor financeiro e de investimentos."
Afonso foi nomeado diretor em 2003 e depois nomeado presidente da Petros, em 2011, cargo que ocupou até fevereiro de 2014. Lima era diretor de Novos Projetos e foi nomeado diretor de investimento da Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp). 
O ex-presidente da Petros foi condenado em primeiro grau por improbidade sob a acusação de ter cobrado 'pedágio' de uma fundação para que ela ganhasse um contrato na Prefeitura de São Paulo, em 2003. Na época, ele era secretário de Finanças do governo Marta Suplicy (PT). A condenação é de 2012 e está em fase de recurso.
Ferro velho. A transação na Petros envolveu a compra de título de crédito emitido por uma empresa falida que havia sido adquirida por Janene e por Youssef. A Indústria de Metais Vale (IMV) foi criada para reciclar ferro velho e vender o material para siderúrgicas, mas estava parada. Ela foi registrada em nome do advogado Carlos Alberto Pereira da Costa, réu da Lava Jato.
Com a empresa falida, o grupo aportou nela R$ 4 milhões em 2007 e firmou contrato com a CSA Project Finance, que é do doleiro e está em nome de Costa também - para que essa fizesse um projeto de recuperação e captasse recursos antecipados. Para isso, fechou um contrato de venda com recebimento antecipado de uma grande siderúrgica nacional. "Com o objeto de antecipar recebíveis oriundos de um contrato de compra e venda de ferro gusa (sucata), celebra entre a IMV e a Barra Mansa, assim adquirindo investimento necessário para a instalação de uma planta industrial, a IMV emitiu Cédula de Crédito Bancário, no montante total de R$ 13.952.055,11", diz a PF. 
Os termos da cédula de crédito estão no HD do computador de Youssef. Com o título de crédito emitido pelo Banco Banif Primus, o grupo, via CSA e coligados, passou a tratar com os diretores da Petros a compra pelo fundo de pensão.Documento apreendido pela Lava Jato com o grupo mostra que eles teriam sido recebidos na Petros pelo então diretor, que depois virou presidente.
Vaccari é suspeito de ser o intermediador dos negócios do grupo com a Petros. No capítulo sobre a compra do título de crédito da empresa IMV há um histórico sobre suas relações com o partido. Seu nome foi citado na confissão dos réus como elo de pagamentos de propinas em outras áreas e especificamente na Petros em um e-mail interceptado entre os alvos da Lava Jato.(Estadão)
DO CELEAKS

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

TCE de Minas desmente Dilma Rousseff.

Ao contrário da mentira aplicada por Dilma Rousseff no debate da Band, o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais aprovou, por unanimidade, as contas de Aécio Neves, como governador, de 2003 a 2010. Mais uma mentira da Dilma desesperada por estar atrás nas pesquisas que cai por terra. Leia abaixo a nota publicada pelo TCE-MG
NOTA DE ESCLARECIMENTO
Diante dos problemas de acesso ao sistema “FISCALIZANDO COM O TCE”, o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais esclarece pontos que estão sendo reiteradamente questionados pela imprensa nacional, com relação ao Balanço Geral do Estado, nos exercícios de 2003 a 2010:
CONTAS DE GOVERNO APRESENTADAS PELO ENTÃO GOVERNADOR AÉCIO NEVES AO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE MINAS GERAIS
1 – As contas de governo referentes aos exercícios de 2003 a  2010, relativas à gestão do então Governador Aécio Neves, tiveram pareceres pela aprovação por unanimidade pelo Tribunal Pleno desta Corte de Contas, em atendimento ao art. 3°, inciso I, da Lei Complementar 102/2008 - Lei Orgânica do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais;
2 – As Contas de Governo dos exercícios de 2003 a 2010, do então Governador Aécio Neves, tiveram pareceres pela aprovação por unanimidade pelo Tribunal Pleno, sendo cumpridos os índices constitucionais de saúde (inciso II do § 2° do art. 198 da CR/88) e de educação (art. 212, CR/88).
DO CELEAKS

Datafolha: Aécio tem 51%, e Dilma, 49%


Folha.com
A 11 dias do segundo turno, a disputa pela Presidência da República continua extremamente acirrada, mostra pesquisa Datafolha feita na terça-feira (14) e nesta quarta (15). O senador Aécio Neves (PSDB) tem 51% dos votos válidos, a presidente Dilma Rousseff (PT) alcança 49%. É um empate técnico, com exatamente os mesmos percentuais de voto válido da primeira pesquisa Datafolha do segundo turno, feita nos dias 8 e 9 deste mês. Nos dois casos, a margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.
Em votos totais, Aécio tem 45%; Dilma, 43%. Na rodada anterior, cada um tinha um ponto percentual a mais. Os eleitores dispostos a votar nulo ou em branco oscilaram de 4% para 6%. Os indecisos continuam sendo 6%. O instituto investigou ainda o grau de decisão dos eleitores. Aécio e Dilma também estão empatados na taxa de convicção: 42% afirmam intenção de votar nele "com certeza", o mesmo valor para Dilma.
Há 18% que "talvez" possam votar no tucano (eram 22% na pesquisa anterior) ante 15% para Dilma (eram 14%). Já os que não votam em Aécio "de jeito nenhum" são 38% agora (eram 34% no dia 9), enquanto 42% rejeitam votar em Dilma (eram 43%).
O Datafolha ouviu 9.081 eleitores em 366 municípios. O nível de confiança do levantamento é 95% (em 100 pesquisas com a mesma metodologia, os resultados estarão dentro da margem de erro em 95 ocasiões). O registro do estudo no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR 01098/2014. 14 de outubro de 2014
DO R.DEMOCRATICA

AÉCIO NEVES VENCE O PRIMEIRO DEBATE DO SEGUNDO TURNO E DEMONSTRA MAIS UMA VEZ TOTAL SUPERIORIDADE E VOCAÇÃO DE ESTADISTA

Esta foto resume tudo: em redor da Dilma o marketeiro e mais um bando de assessores para tentar evitar o pior. Do outro lado, Aécio Neves, sem precisar de nenhuma ajuda mantendo o domínio absoluto de todos os temas. 
Este primeiro debate do segundo turno eleitoral serviu para mostrar mais uma vez aos brasileiros quem é Dilma Rousseff: uma mulher insegura, com séria dificuldade para formular uma frase inteligível que tenha começo, meio e fim. E desta vez a "presidenta" passava a nítida impressão de que estava cumprindo uma terrível tarefa. Manteve-se tensa do começo ao fim e foi incapaz de esboçar ao menos uma vez um semblante descontraído, nem mesmo um sorriso amarelo. Exalava o mau humor por todos os poros e parecia um bicho acuado.
Do outro lado estava Aécio Neves demonstrando leveza, bom humor entremeando suas assertivas com firmeza mas também sorrindo ironicamente quando o assunto assim demandava. Demonstrou o tempo todo descontração e segurança, mesmo quando a Dilma tentou esfolá-lo vivo. Não deu certo. Aécio manteve do começo ao fim do debate uma postura que tipifica o estadista: equilíbrio, ao contrário da Dilma, insegura e socorrida a todo o momento por um verdadeiro batalhão de assessores, como prova a foto que ilustra este post.
Todavia tem-se a lamentar o fato de que um país do tamanho e da complexidade do Brasil possa se reduzir na cabeça da Dilma e seus sequazes, a um programa assistêncial. O mérito de Fernando Henrique Cardoso não foi ter criado esses programas sociais como o bolsa família, mas o fato de jamais ter utilizado esses benefícios emergenciais (é assim que teriam de ser encarados) como um sistema de voto de cabresto.
OPRIMINDO OS OPRIMIDOS
Entretanto, a primeira coisa que o PT fez foi jogar na lata do lixo o seu tal projeto "Fome Zero" e transformar uma legião sofrida do povo brasileiro em viciados na ajuda estatal das bolsas, o que é por si só um crime de uma sordidez jamais vista. A cada campanha eleitoral, Lula reúne seus sequazes e parte pra cima daquele povo com ameaças as mais terríveis, brandindo a foice da morte pela suposta inanição que sofrerão num eventual governo do PSDB.
Na verdade, o PT subjuga boa parte do povo nordestino, tira dele a liberdade de votar livremente no candidato que desejar. Lula, Dilma e seus sequazes praticam literalmente a tortura contra esse povo pois deseja que eles permaneçam na penúria e tenha de ouvir a cada dois anos a ladainha da ameaça da fome, da desgraça e da morte.
O que acabo de sintetizar é a verdade mais evidente. O PT fala de liberdade da boca para fora, já que a sonega de uma imensa parcela de brasileiros, que ficaram conhecidos nos governos do PT como os "bolsas família", eternos dependentes de uma ajuda financeira que jamais irá tirá-los da miséria, a persistir a formatação que lhe foi conferida pelo PT.
Mas como não poderia deixar de ser esse foi o assunto repetido ad nauseam pela Dilma. É só isso que ela sabe fazer e dizer. Enquanto isso, Aécio Neves teve que se vacinar bem antes do pleito ao propor um projeto que transforma essa bolsa família em lei. Acrescenta, todavia, mecanismos voltados a tirar do estado miserável essas famílias de sorte a inseri-las na dinâmica da economia, fazendo de seus beneficiários verdadeiros cidadãos.
Mas isso não foi suficiente. Dia desses estava para ser votado esse projeto de Aécio mas pasmem, foram os petistas a ausentar-se do plenário para negar quorum, impedindo que fosse apreciado. Esse é o viés moral e ético do PT.
Assim como este e os outros debates havidos no primeiro turno e os próximos que virão por aí teremos que ver mais do mesmo, ou seja, a Dilma mais uma vez ameaçando os pobres e o Aécio Neves tendo de repetir à exaustão que não irá banir os tais programas sociais. E não vai mesmo, é claro.
OBSESSÃO PELO PODER
Então os grandes problemas nacionais passam longe dos debates. Aliás, Lula, Dilma, Mercadante, Mantega et caterva, na realidade não irão passar disso. Não têm condições de abordar os grandes problemas nacionais. Eles permanecem concentrados noite e dia desde que Lula subiu a rampa do Planalto com uma obsessão: não sair nunca mais do poder! O resultado dessa loucura se espelha na economia com a volta da inflação que tende a tornar-se galopante logo adiante. É assim que sempre acontece. Basta ver a Venezuela, que detém a maior jazida de petróleo do planeta, amargando uma inflação que bate nos 60% ao ano. O primeiro resultado dessa psicopatia bolivariana da qual faz parte do PT, foi gerar uma escassez de alimentos brutal naquele país outrora próspero.
O que está em jogo para o Brasil neste momento não é 'bolsa família" é a segurança dos cidadãos berasileiros no que concerne à economia, principalmente. E coube a Aécio Neves fazer este contraponto, advertir, meter o dedo na ferida. Ao mesmo tempo, pode sinalizar com absoluta clareza quem será o seu ministro da Fazenda. E aí Aécio não perdeu a oportunidade de ironizar: Dilma está no governo há quatro anos, demitiu seu ministro da Fazenda e até agora ninguém sabe quem será o eventual substituto. Isso quer dizer, ninguém sabe o que acontecerá.
É A ECONOMIA, ESTÚPIDO!
Prova disso é o comportamento da bolsa. O mercado não dorme de touca. Qualquer sinal de progresso de Aécio nas pesquisas indica para os investidores a possibilidade da segurança. Afinal, só o PT acredita que o mercado é uma jogatina, embora se saiba que dinheiro não dá em árvore. É a segurança jurídica, o comedimento dos gastos públicos e o fim da corrupção que robustecem a moeda e criam o ambiente de progresso que vai valorizar as ações das empresas. Jogatina uma ova. O mercado reflete a realidade da economia!
Para não me alongar afirmo que mais uma vez Aécio Neves foi o vencedor do debate. Mostrou-se seguro, claro, conciso, com excelente discurso e demonstrando um formidável conhecimento que vem acumulando durante pelo menos 30 anos de carreira política. Começou jovem, ao lado do saudoso Tancredo Neves, seu avô. E, como Tancredo, Aécio cultiva a educação e a calma ainda que o momento exija todo o rigor. Já disse em outra análise que formulei aqui no blog que este é um atributo muito importante de um estadista. Aécio tem de sobra o equilíbrio que Dilma nunca teve e jamais terá.
E para finalizar: ouvir Dilma falar em combater a corrupção é uma piada grotesca. Aécio tem sangue frio, manteve-se calmo o tempo todo e não fugiu de nenhuma pergunta, enquanto Dilma tergiversou o tempo todo. 
Bom, depois de tudo que o Brasil tem passado sob os governos do PT, não é de admirar o franco favoritismo de Aécio Neves que, face a mais este debate, deve ter arrebanhado muito mais votos. DO ALUIZIOAMORIM

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Record bate de frente com Aécio Neves

          
POLÍTICA
Edir Macedo ordena ao telejornal da Record atacar Aécio assim como fez com Marina Silva, até uma pesquisa comprada está sendo divulgada.
          13/10/2014
A informação que chega do departamento de jornalismo da Rede Record neste domingo (12/10), é de que está na hora de atacar o candidato Aécio que aparece em primeiro lugar nas pesquisas. “A ordem aqui no jornalismo é aumentar as notícias positivas sobre a Dilma [Rousseff] e aumentar as notícias negativas sobre Aécio [Neves]. Se o PT sair do comando, a Record perderá boa parte da verba publicitária do governo, assim como não terá mais isenção de impostos como se tem hoje. Seria o início do fim. A Igreja não conseguiria manter a emissora. Eles acabaram com a Marina na região do nordeste e agora vão investir nessa semana contra o Aécio”, conta o funcionário da Record que pediu para não ser identificado.
Essa semana o PSDB entrou com um recurso contra o PT e a record que divulga o caso do aeroporto que foi considerado pela justiça mineira atividade dentro dos requisitos legais.
Inclusive o portal R7 divulga uma pesquisa Vox Populix em que Dilma aparece na frente de Aécio numéricamente. Veja o link: R7 aponta Dilma na frente
DO SBT

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Grupo de empresários organiza passeata em favor de Aécio

Manifestações devem ocorrer em São Paulo, Brasília e Belo Horizonte no próximo dia 16; movimento começou apartidário, mas, agora, apoia o candidato tucano

Ana Clara Costa
O candidato à Presidência da República pelo PSDB, Aécio Neves, durante comício de campanha nesta segunda-feira (13), em Curitiba, Paraná
Aécio Neves: grupo apoia o candidato mas afirma não ter vínculo partidário (Rodolfo Buhrer/Reuters)
Um grupo de empresários se organiza nas redes sociais para realizar passeatas em favor do candidato tucano Aécio Neves, no próximo dia 16, na capital paulista, em Belo Horizonte e em Brasília. O movimento, intitulado 'Vem pra rua', numa clara alusão às manifestações de junho de 2013, convoca os indignados com o atual governo a protestar em favor de melhorias nos serviços públicos e contra a corrupção. Encabeçado pelo executivo Colin Butterfield, o grupo decidiu apoiar o tucano por acreditar que ele "é o candidato da mudança". As passeatas estão sendo organizadas por meio das redes sociais e contam com apoio de grupos de alunos do Insper, em São Paulo.
Eduardo Knapp/FolhapressColin Butterfield
Colin Butterfield, um dos organizadores
A iniciativa começou apartidária no início de setembro com o nome de 'Basta'. Os organizadores convocaram os indignados para a passeata, que não conseguiu reunir uma centena de adeptos na avenida Paulista. "Queríamos que viralizasse e resultasse numa manifestação clamando por um país mais ético, mais correto e com mais respeito ao cidadão. Mas não deu certo", afirma Butterfield. Em sua reedição, os empresários convocaram outros grupos de indignados nas redes sociais e renomearam o movimento. Decidiram associá-lo à imagem de Aécio, mas afirmam não ter qualquer ligação com o PSDB. "É um movimento claramente de oposição, e o Aécio, hoje, personifica esse sentimento. Mas não tem nada a ver com o partido, tanto que entre os organizadores e apoiadores, há aqueles que apoiavam a Marina", afirma o empresário.
Butterfield esclareceu que não há empresas por trás do movimento e que o grupo atua para viabilizar uma manifestação também em Recife, diante do apoio da família Campos e do governador eleito, Paulo Câmara, à candidatura do tucano. "Ficamos consternados discutindo o status quo e nunca fazemos nada. Agora, decidimos agir", afirma. DA VEJA

Aécio dispara em Minas Gerais sobre Dilma


Pesquisa  Sensus/Istoé feita no estado de Minas Gerais e divulgada nesta segunda-feira (13) aponta os seguintes percentuais de intenção de votos válidos na corrida presidencial:
Aécio Neves  (PSDB) – 65%
Dilma (PT) – 35%

Foram ouvidos 4.678 eleitores nos dias 10, 11, 12 de Outubro de 2014. 
Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. 
A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o número DF-00182/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01445/2014.
DO JORNALDOESTADO

Ibope, votos válidos: Aécio tem 69%, e Dilma, 31% no DF


13/10/2014 19h39 - Atualizado em 13/10/2014 19h39

Instituto ouviu 2.002 eleitores no DF entre os dias 10 e 12 de outubro.
Margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Do G1 DF
Pesquisa Ibope realizada no Distrito Federal e divulgada nesta segunda-feira (13) mostra o candidato Aécio Neves (PSDB) na liderança da disputa à Presidência da República na capital, com 69% das intenções de votos válidos. A candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT), aparece com 31%. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Confira os dados do levantamento Ibope de intenções de votos válidos, segundo a pesquisa estimulada, em que os nomes dos candidatos são apresentados ao entrevistado:
Aécio Neves (PSDB) – 69%
Dilma Rousseff (PT) – 31%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.
Votos totais
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

Aécio Neves (PSDB) – 63%
Dilma Rousseff (PT) – 28%
Brancos/nulos – 5%
Não sabe/não respondeu – 4%
Dados da pesquisa
A pesquisa foi encomendada pela Rede Globo. Foram ouvidos 2.002 eleitores em todo o Distrito Federal entre os dias 1º e 4 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.
A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o número DF-00072/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01015/2014.

Dilma e a Polícia Federal

Editorial
O Estado de S.Paulo

Para tentar impedir que o escândalo do mensalão e as denúncias de corrupção contra o governo respinguem sobre sua campanha pela reeleição, a presidente Dilma Rousseff vem alegando que concedeu à Polícia Federal (PF) total liberdade para investigar as denúncias de corrupção na Petrobras, inclusive orientando-a a instaurar inquéritos criminais e a adotar medidas para acabar com o uso de caixa 2 pelos partidos políticos e esquemas de lavagem de dinheiro para financiar campanhas eleitorais.
O argumento foi usado por ela em um dos últimos debates entre os presidenciáveis. "Eu dei autonomia à PF para prender o senhor Paulo Roberto e os doleiros todos", afirmou na ocasião. O mesmo argumento também foi repetido nos programas do PT durante o horário eleitoral, que deram a entender ter sido Dilma a primeira inquilina do Palácio do Planalto a ter colocado a PF a serviço do combate à corrupção e dos ilícitos cometidos em empresas estatais.
A propaganda do PT é enganosa e a fala de Dilma carece de consistência técnico-jurídica, deixando claro o quanto ela desconhece a Constituição que há quatro anos jurou cumprir. Em palestra para cerca de 200 estudantes e professores de direito de uma universidade de Brasília, quando discorreu por mais de uma hora sobre reforma política, financiamento de campanha eleitoral, compra de votos, corrupção e fortalecimento do regime democrático, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa enfatizou esse ponto.
"Não é a presidente da República que manda prender. Ela tem, no máximo, poderes para não interferir na atuação do órgão", disse Joaquim Barbosa, confessando-se "surpreso" com o desconhecimento generalizado de direito constitucional por parte dos políticos - inclusive Dilma.
Essa foi uma crítica sutil às afirmações não só da presidente da República, mas também a recentes declarações do vice-presidente, Michel Temer, e do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Eles haviam protestado contra a vistoria, por agentes da PF, de um avião da campanha do senador Edison Lobão Filho, candidato ao governo do Maranhão e filho do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, acusando a corporação de ter sido "instrumentalizada para atingir candidaturas legitimamente constituídas".
Na ocasião, Dilma - que hoje elogia as ações da PF - criticou a corporação. "Qualquer órgão integrado por pessoas pode cometer um erro. Mas autonomia não significa autonomia para cometer coisas incorretas. Uma das coisas que a gente tem que garantir, principalmente em processos eleitorais, é que órgãos governamentais não sejam usados em proveito de um ou outro candidato", afirmou Dilma, com sua maneira tortuosa de se expressar, e de certo modo endossando a tese de que a ação de busca e apreensão executada pela PF teria tido o objetivo de "constranger" e "intimidar" políticos peemedebistas maranhenses.
Na realidade, como afirma o ex-ministro Joaquim Barbosa, a Polícia Federal é um órgão de Estado e não precisa de qualquer autorização presidencial para exercer suas atribuições funcionais.
Pela Constituição, ela tem competência para promover investigações independentes, mesmo quando os investigados sejam políticos da base do governo ou mesmo integrantes da administração direta e indireta.
Em outras palavras, a autonomia da Polícia Federal não é administrativa nem financeira. É uma autonomia funcional. E se seus delegados e agentes deixarem de agir, em casos de denúncias de algum ilícito, incorrem em crime de responsabilidade.
Por isso, quando a presidente da República alegou no debate entre os presidenciáveis que estimulou a PF a investigar as denúncias de corrupção na Petrobrás, "o que não acontecia nos governos anteriores", ela contrariou a verdade.
Seu comitê eleitoral ainda tentou refutar as críticas de Barbosa, distribuindo uma nota em que alega que as palavras de Dilma acerca dos "atos de atuação legal da PF" estariam sofrendo "interpretações maliciosas e inverídicas". Maliciosa é, mais uma vez, a insistência da assessoria de Dilma em desmentir as bobagens que ela fala
13 Outubro 2014 -DO R.DEMOCRATICA

O programa cheio de ódio do PT. Ou: desconstruindo uma mentira no detalhe sobre o ensino técnico

Não sei, não… Se o PT perder a eleição, a gente tem motivos para temer duas coisas: suicídio coletivo, o que é sempre uma coisa horripilante, ou estimulo à desordem. Por que escrevo isso? Nunca vi, já observei aqui, o partido tão desarvorado. O PT está na defensiva e, parece, perdendo a guerra de comunicação. Está mais difícil emplacar mentiras antigas e novas. As respectivas propagandas eleitorais deste domingo deram provas disso. O tucano Aécio Neves aproveitou seu tempo para agradecer o apoio de Marina: “Quero agradecer aqui hoje o apoio de Marina Silva à nossa candidatura e falar para você que, em troca do seu apoio, Marina não pediu cargos, não pediu ministérios (…). Marina pediu para que levássemos adiante propostas que temos em comum, como a escola em tempo integral, a sustentabilidade e o fim da reeleição para presidente. É esse o Brasil que nós queremos, onde pessoas com ideias em comum deixam as diferenças de lado e se unem para fazer um Brasil melhor para você. Marina, seja bem-vinda”.
Foram ao ar também as cenas da adesão da família de Eduardo Campos ao candidato tucano. Um trecho da carta de Renata, a viúva, foi lido pelo filho João, herdeiro político do clã: “O Brasil pede mudanças. O governo que está aí tornou-se incapaz de realizá-las… Aécio, acredito na sua capacidade de diálogo e gestão”, diz o jovem.
A propaganda de Dilma enveredou por outro caminho: a maior parte do tempo foi empregada para tentar desconstruir Aécio, seguindo os passos do que a legenda fez com Marina. Não foi só o tucano que apanhou; a imprensa também. Disse a presidente: “O fato é que o Brasil mudou. Todos os indicadores sociais e econômicos do País melhoraram. Mudamos a vida de quem mais precisava: as crianças, os mais pobres, os trabalhadores que viviam sob ameaça do desemprego e da recessão. Por mais que o meu adversário, com apoio de certa imprensa, tente vender uma imagem distorcida do Brasil, a verdade é que estamos enfrentando e superando enormes desafios”.
Apoio de “certa imprensa”??? Quem conta com uma “certa imprensa” a seu favor é Dilma — na verdade, trata-se de coisa parecida com jornalismo, mas que é só assessoria remunerada por estatais. A tarefa desses falsos jornalistas é falar bem de petistas, atacar oposicionistas e difamar profissionais independentes.
E lá foi o PT tentar convencer a população de que, antes de o partido chegar ao poder, só havia trevas por aqui. Num dado momento, o programa de Dilma sustenta: “Nos governos tucanos, uma lei limitou a criação de escolas técnicas”. É uma mentira que começou a ser veiculada em 2006. O parágrafo 5º da Lei 9.649 estabelecia apenas que as escolas técnicas deveriam ser criadas pela União em pareceria com estados e municípios.
Façam uma pesquisa. No governo FHC, foi instituído o Programa de Expansão da Educação Profissional (Proep), com financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Além de criar novas escolas técnicas estaduais e comunitárias, houve recursos para modernizar as federais já existentes. As matrículas nesses estabelecimentos cresceram 41% nos dois últimos anos do governo FHC. Eu estou apenas lidando com fatos. Mais. O horário eleitoral do PT diz que as gestões petistas criaram “422 escolas técnicas”, e o site “Muda Mais”, aquele de Franklin Martins, afirma ser isso o triplo do que se fez em cem anos no Brasil.
Pois é… Sabem quantas escolas técnicas geridas com dinheiro do estado existem só em São Paulo? 217 ETCs e 63 FATECs. Reitero: eu estou falando apenas de São Paulo. Há mais: como provou em 2010 Paulo Renato Souza, que fora ministro da Educação de FHC, entre 1998 e 2002, o governo tucano aprovou 336 projetos de escolas técnicas: 136 para o segmento estadual, 135 para o comunitário e 65 para as escolas técnicas federais. A partir de janeiro de 2003, primeiro mês do governo Lula, o Proep foi interrompido. Em 2004, o Ministério da Educação devolveu ao BID US$ 94 milhões não utilizados! Um crime!
Às vésperas da eleição de 2006, sem ter nada a oferecer na área, o governo petista retomou 32 projetos do Proep (de um total de 232 interrompidos), federalizou-os e saiu cantando vitória.
Isso que estou a afirmar aqui são apenas dados factuais. Os candidatos têm o direito de vender o seu peixe, e os os leitores, o direito de saber a verdade. Atacar e se defender politicamente é do jogo. Mas mentir é falta grave.
Por Reinaldo Azevedo-Rev Veja