O jogo está para ser
jogado, um jogo que pode definir as próximas décadas para o Brasil. É um
momento muito especial, dramático mesmo, e está nas mãos dos eleitores.
Há dois caminhos a seguir: a democracia com segurança que todos os
homens e mulheres de bem desejam ou a falsa democracia encenada por duas
versões do PT: a do já conhecido partido do mensalão, da roubalheira,
dos escândalos, da incompetêcia, da mentira, da ameaça, dos
quebra-quebras, da anarquia, da infação e da insegurança pública ou a
versão mistificadora de um bando de oportunistas do mesmo naipe que são
unha e carne, que pretendem alcançar os mesmos objetivos fundamentados
na deletéria ideologia do neocomunismo do século XXI, também conhecido
como regime bolivariano, sim aquele mesmo regime que faz o povo
venezuelano sangrar e passar boa parte do dia à procura de alimentos em
filas quilométricas do supermercados.
Trata-se, portanto, não
apenas de um escolha de determinada pessoa para governar o Brasil.
Nestas eleição os brasileiros estarão fazendo uma opção de futuro: a
garantia da liberdade e a segurança ou a anarquia estimulada tendo em
vista a consecução de um projeto que objetiva a perpétua permanência de
um bando de vigaristas e psicopatas no poder. Essa gente pretende a
implantação de um ditadura consentida pelo voto. Assim já aconteceu na
Venezuela, na Argentina, no Equador, na Bolívia, na Nicarágua. Em Cuba
já faz mais de meio século que seu povo vive sob o tacão de uma
ditatadura assassina. O Brasil agora é a bola da vez, a menos que os
brasileiros repudiem esses tarados ideológicos liderados pelo PT e
Marina Silva.
Os candidatos
presidenciais estão postos. Dilma e seus sequazes todos conhecem, pois
faz parte do partido do mensalão, das maracutais, dos escândalos, das
roubalheiras, das mentiras e do plano diabólico golpista bolivariano,
Marina Silva, é uma
incógnita perigosa, pois sua biografia mostra que é uma versão do PT.
Foi ministra de Lula, nasceu politicamente dentro do PT da qual é
fundadora e dele vem se nutrindo até hoje, embora tente colar a
impressão de que é independente. Já passou pelo Partido Verde que não
lhe foi conveniente dentro de seu egoísmo político. Marina Silva é uma
autoritária e, além disso, é uma embusteira que passa a impressão de
santidade. Não difere um milímetro da turma do PT, aliás, são seu amigos
e ja disse que convidará Lula para ser conselheiro de seu eventual
governo. Sem falar no fato de que a exemplo da suposta 'gerentona',
nunca administrou sequer um garapeira.
A alternantiva correta
para todos os homens e mulheres de bem e que prezam a a liberdade e a
segurança é óbvia: Aécio Neves, que dispensa apresentações. Todos o
conhecem. Aécio Neves não pretende impor mirabolantes projetos
bolivarianos do Foro de São Paulo, não pretende promover agitação
política com a enigmática "democracia de alta intensidade" proposta pela
Marina black bloc, nem tem medo de propor um programa que prevê,
sobretudo, a segurança pública e o fim da anarquia, a par do fato de que
possui experiência política e administrativa. Não é, portanto, a
caixinha de surpresas que representa a suposta rainha da floresta Marina
Silva, nem tampouco esconde projeto golpista de Constituinte para a
rasgar a Constituição e impor um regime comunista, como planeja o PT com
o famigerado decreto 8.243, que cria os 'sovietes' e que também é
apoiado pela Marina Silva.
Como já afirmei aqui no
blog, em todas as eleições em qualquer lugar do mundo os leitores
responsáveis que desejam a garantia da paz social e da segurança, votam
no menos pior, ou seja, naquele que pelo menos tem ao longo de sua vida
tem uma prática política verdadeiramente democrática. Até porque humanos
não são semideuses. Uma eleição é um exercício de racionalidade.
Só mesmo os estúpidos,
idiotas ou oportunistas inescrupulosos podem trocar Aécio Neves pelo PT
mensaleiro do Lula e da Dilma ou pela embusteira Marina Silva que, a
rigor, nem partido tem. Está apenas momentaneamente hospedada no PSB,
que é um dos partidos fundadores do Foro de São Paulo, a organização
esquerdista fundada por Lula e Fidel Castro em 1990, que deseja fazer do
Brasil uma extensão de Cuba. Aliás, isso já começou com a importação de
médicos cubanos, ou melhor, curandeiros.
E ainda desejo fazer
aqui e agora uma advertência. Os que acreditam que o Brasil é melhor nas
mãos do PT ou da Marina Silva ecochata, saiam da minha frente. Não
ousem sequer lançar o olhar em minha direção, muito menos vir falar
comigo. Não falo com vermes.
Quem me conhece sabe
muito bem quem sou. Nunca omiti minha preferência política. Meu voto
sempre foi público. Escrevo e assino embaixo. Eu tenho lado, o lado da
democracia e da segurança, da alternância do poder e da liberdade.
Jamais, como jornalista, me esconderei atrás de uma suposta isenção e
imparcialidade que, aliás tipifica os covardes, aproveitadores e
mentirosos de todos os gêneros.
Por mais defeitos que
Aécio Neves possa ter, possui uma virtude fundamental: não é comunista,
não é ecochato e não pretende impor nenhum plano bolivariano para o
Brasil; não faz parte de nenhum projeto político para se eternizar no
poder.
Finalmente, se no
segundo turno por azar disputarem a Dilma e a Marina, anulo o voto para
presidente da República pela primeira vez em toda a minha vida.
DO A.AMORIM
Um cacique do pedaço do PMDB ainda leal ao governo diz que ficou muito fácil reconhecer em qualquer roda um político da coligação encabeçada por Dilma Rousseff. É o que estiver falando mal de Dilma, ele explica. As críticas aumentam na proporção direta da elevação do risco de derrota.
Por enquanto, o burburinho soa apenas atrás das portas. Na pior hipótese, Dilma terá tinta na caneta até 31 de dezembro, explica um membro do diretório nacional do PT. Mas, confirmando-se a derrota, petistas e aliados culparão Dilma quando puderem falar sobre 2014 sem medo de perder cargos, verbas e privilégios.
Levada no embrulho do desejo de mudança que as pesquisas farejam, Dilma é bombardeada até por seu estilo. Tornou-se mais difícil encontrar um apologista da presidente disposto a repetir a teoria da “firmeza” —aquela segundo a qual Dilma lida mal com questionamentos porque tem convicções sólidas.
No atacado, seus críticos a acusam de autossuficiência, teimosia e inépcia. Ela só chama os partidos que a apoiam para conversar na hora que o calo lhe aperta, afirma um senador governista. A conversa não flui, ele realça. O diálogo só é considerado bom quando ela obriga o interlocutor a calar a boca.
O senador resume: os empresários não confiam na Dilma, os políticos a detestam e os ministros têm medo dela. Quem desconfia não investe. Quem odeia não faz campanha. E quem teme só diz ‘sim senhora’! Como resultado, tem-se a combinação de PIB baixo com inflação alta, desânimo político e inação.
Curiosamente, os governistas isentam Lula de responsabilidade. Foi graças ao apoio dele que Dilma amanheceu um belo dia presidente. Mas os críticos da afilhada alegam que ela está em apuros porque fez ouvidos moucos para os pitacos do padrinho. Nessa versão, Lula engrossa, em privado, a sinfonia de críticas.
Confirmando-se o pior, Dilma será apresentada à adaptação de um velho axioma da política. Diz-se que a vitória tem muitos pais, mas a derrota é órfã. No caso de Dilma, o eventual insucesso virá acompanhado de uma subversão da máxima. Confirmando-se o pior —ou melhor, conforme o ponto de vista— Dilma será vista por seus pseudo-apoiadores como pai e mãe da própria derrota.
DO JDESOUZA-UOL

