segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Os Bananas de Pijama da USP, os revolucionários da GAP e o triunfo da impunidade - Comissão de negociação da universidade já começa a despertar aquela sensação da vergonha alheia…

banana-de-pijama
É incrível! A Justiça já determinou a reintegração de posse do prédio da reitoria da USP invadida por 100 encapuzados. O prazo já foi estendido para hoje, às 23h, em uma das rodadas de negociação. A comissão da universidade voltou a se reunir com representantes dos invasores. Foi-lhes oferecido outro benefício: ninguém será punido por esta nova jornada de violência e arbitrariedade. Permanece a proposta anterior de constituir uma comissão para avaliar os outros processos administrativos.

Os Remelentos & as Mafaldinhas que vestem GAP farão uma assembléia para decidir se desocupam ou não o prédio. Ou por outra: eles farão uma assembléia para decidir se vão ou não cumprir uma decisão judicial. A USP agora é território soberano, entenderam? O tráfico e o consumo de drogas podem ser coibidos no Brasil, menos na USP. Todos os brasileiros têm de obedecer determinação da Justiça, menos os invasores da USP. O Brasil é regido pela Constituição e por códigos legais, menos os extremistas da USP.
É visível que a comissão de professores que negocia em nome da universidade está sendo enredada por meia-dúzia de baderneiros profissionais. Quem aparece na Folha Online falando em nome dos invasores, afirmando que a proposta da universidade é “insuficiente”? Este cara:

invasor-jubilado1
E quem é este cara? A VEJA São Paulo deu a ficha do valente. É esta:
“Entre os agitadores, há gente como Rafael Alves, acusado de participar da invasão da Coordenadoria de Assistência Social (Coseas), em 2010, que deixou um funcionário ferido por estilhaços de vidro de uma janela arrombada. Ele é o típico “estudante profissional”: estourou o prazo máximo de sete anos para concluir o curso de letras - no termo acadêmico, jubilou-se. Perdeu, assim, o direito a continuar vivendo gratuitamente na moradia assistencial. Voltou à instituição neste ano, por meio de vestibular, ocupando vaga que lhe garante a permanência na área por mais um longo período. Tenta também conseguir seu apartamento de volta (a exemplo de outros rebeldes, ele se recusou a dar entrevista para esta reportagem).”
Sabem quantos anos tem esse “garotinho” invasor? 29!!! Com a idade dele, eu já tinha registro em carteira de trabalho havia… 14 anos! Isto mesmo: com a idade de Rafael Alves, este reacionário aqui, este que a canalha vagabunda chama, metaforicamente, de “fascista” para esconder o seu fascismo sem metáfora, trabalhava havia 14 anos! Aliás, aos 29, eu tinha dois empregos: dava aula e trabalhava em jornal!
Mas Rafael é um revolucionário. Jubilado depois de sete anos sem concluir o curso, fez vestibular outra vez e voltou para o primeiro ano de letras. Como ele tem mais sete para concluir o curso, tende a ficar lá até os 36! Quando atingir a marca, recomeça tudo de novo. Quem sabe inaugure, sei lá, uma espécie de aristocracia da Crusp (a moradia dos estudantes carentes), com seus netinhos brincando alegremente no campus… É uma piada!
Impunidade
Estamos falando aqui é de impunidade mesmo! Foi o que a comissão de professores que negocia em nome da USP ofereceu aos “revolucionários” do PCO, da LER-QI e do Movimento Negação da Negação, seja lá o que signifique essa estrovenga.
Por Reinaldo Azevedo
REV VEJA

PM DE SP ESTÁ PRONTA PARA ENTRAR EM AÇÃO CASO OS ENCAPUZADOS QUE OCUPAM REITORIA DA USP PERMANEÇAM NO LOCAL.

Fonte do blog acaba de informar que a Polícia Militar de São Paulo está preparada para entrar em ação caso os encapuzados que se apoderaram da Reitoria do USP não abandonem o local até às 23 horas. 
Todavia, a mesma fonte informou que a PM só não agirá no caso da rebeldia dos encapuzados caso a Comissão de Negociação da USP decida dilatar novamente o prazo para que os invasores abandonem o prédio.

MEU COMENTÁRIO: Ordem judicial pode ser contestada, mas jamais desobedecida. A segurança jurídica depende exatamente disso. 
Nada mais a acrescentar.
DO B. DO ALUIZIO AMORIM

PT acha muito dobrar número de universitários em 10 anos. PSDB dobrou em 6 anos.

Hoje o PT está tirando uma onda em cima do Censo da Educação Superior. O PSDB, por sua vez, está muito ocupado lambendo o legado do FHC. Não apareceu nenhum tucano para dizer que, de 1996 a 2002, o PSDB dobrou o numero de alunos na universidade. Não precisou 10 anos para isso. Precisou apenas 6.  FHC disse hoje que o PT se apropriou do que o PSDB fez. Está aí a prova. Mas o problema não é esse. O problema é que tucano é muito preguiçoso. Paulo Renato deve estar se revirando no túmulo.
DO BLOG DO CELEAKS

Agnelo Queiroz é o José Roberto Arruda do PT. Mas o partido sempre finge não enxergar um mensalão que carrega no colo

AUGUSTO NUNES-VEJA

Celso Arnaldo: ‘Depois de dez meses desastrosos, continua a farsa da supergerente Dilma Rousseff’

Ilustrados pela foto do auditório deserto, quatro trechos pinçados por Celso Arnaldo Araújo foram suficientes para escancarar de novo, sempre com apavorante nitidez, a superlativa mediocridade de Dilma Rousseff. Mas o jornalismo oficialista é duro na queda: colunistas de grandes jornais continuam enxergando na chefia do governo a supergerente que nunca existiu. Justificadamente espantado com o que a turma andou escrevendo sobre a presidente que não diz coisa com coisa, Celso Arnaldo valeu-se de outro texto irretocável para tratar da epidemia de cegueira voluntária. (AN)
As dezenas de profissionais que integram a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República são pagos para defender a chefe. E não há melhor forma de defesa do que a mistificação — arte de mentir sem faltar com a verdade, que no caso é uma questão de crença pessoal. Por isso, não questiono jamais o tom e o teor das matérias do Blog do Planalto, que faz um trabalho parecido com o website oficial da monarquia britânica. Nós pagamos para essa gente defender a rainha. É a regra do jogo.
Mas a coisa muda de figura quando a tarefa de mistificar o perfil de Dilma se estende à nata de nosso jornalismo político – que, depois de dez desastrosos meses de governo, continua comprando, e vendendo aos leitores, a velha farsa de Dilma como a supergerente que comandou a escalada do Brasil das cavernas para o Primeiro Mundo, no governo Lula.
Na página A11 da Folha deste domingo, o sempre comedido Fernando Rodrigues ainda insiste no surrado mito, desmontado a cada razia da mídia no ministério da presidente, da chairwoman perfeccionista, onipresente e onisciente, perto de quem Steve Jobs se pareceria com o dono de uma falida oficina de máquinas de escrever.
Escreve FR, a pretexto de justificar o ritmo lento, quase parado, com que o governo toma decisões e implementa programas fartamente anunciados pela máquina de propaganda: “Não há hipótese de a presidente receber algum interlocutor para tratar de alguma obra ou projeto governamental sem estar devidamente brifada a respeito (…) Dilma raramente vai se contentar com primeiras explicações. Fará perguntas adicionais e o encarregado terá de voltar aos estudos”.
Que lindo. A presidente não se contenta com primeiras explicações, mas achou o programa Segundo Tempo mais perfeito que uma jogada de Neymar – aquele que “eu vi, deixei de ver, voltei a ver”. Quem a brifou? Na certa, Orlando, depois de estudar muito o modus operandi dos ongueiros amigos.
Não fosse VEJA, o encarregado Orlando e sua quadrilha de malandros que roubam por esporte estariam ainda na zona do agrião, livres de marcação para estufar o cofre. Quantos níveis de explicações – segundas, terceiras, quartas? – Dilma exigiu para compreender a tática “ladrão de bola” do Segundo Tempo?
Não é só. Ao lado da “análise” de FR na Folha há outro texto, assinado por Natuza Nery, que traz o seguinte olho: “Dilma criou ritual de ‘espancamento’ de projetos, em que faz questionamentos para ver se a ideia fica de pé”.
Quem, em sã consciência, de posse de suas faculdades mentais e decentes, realmente acredita nessa imagem tão pífia? Essa postura “épica-ética” de governar combina com os 10 meses da Presidência Dilma? Não fosse a imprensa, a roubalheira dos projetos de ministérios até aqui implodidos ainda estaria de pé, apesar de cruelmente “espancados” por Dilma.
A mistificação se ramifica por todos os segmentos da mídia. No circuito Elizabeth Arden, a revista Poder dedica sua capa a Dilma. Mas a presidente manchetada na capa se parece com a que tomou posse em janeiro, não com a que vaza um ministro por corrupção a cada mês e meio:
SENHORA DO DESTINO – Rigorosa com subordinados e aliados, elogiada até pela oposição, como a presidente Dilma vem mudando o jeito de governar o país.
Qual é, exatamente, o novo jeito de governar dessa mocinha da novela das 9? O jeito de entregar ministérios com porteira fechada a larápios da base aliada? O jeito de levar a sério a promessa de construir 6 mil creches em quatro anos de governo? Madame, by the way, já inaugurou alguma, nesses 10 meses? No corpo da matéria de oito páginas, a revista explica esse jeito novo de governar o país, reproduzindo fielmente o delírio de um assessor direto:
“A presidente só faz perguntas difíceis. Na hora de despachar, é melhor estar preparadíssimo para respondê-la, caso contrário, é bronca na certa”.
Notaram? É preciso estar preparado para “respondê-la” — bem ao estilo Dilma. Um assessor com algum nível deveria estar preparado para responder ou responder a ela. Na verdade, a presidente só faz perguntas difíceis porque não sabe fazê-las fáceis. Quando se leu ou se ouviu em algum lugar uma pergunta ou uma resposta de Dilma que fosse fácil de fazer sentido?
É o caso de dizer: roubem à vontade – mas nos poupem.
AUGUSTO NUNES
REV VEJA

Na môsca.

Abaixo, sob o título: "Vovó Petralha e o #LuLLaNoSUS", dou uma sacaneada no plano oportunista da quadrilha por causa do #LuLLaNoSUS.
Primeiro, vou contar um segredinho para vocês:

Eu TENHO DUPLA PERSONALIDADE WEB 2.0. hehehehhe.
Explico, ansiosos, fofoqueiros.
Tenho um nick fake e frequento, ASSIDUAMENTE, a esgotosfera petista.
É malandro.
Saio de lá todo sujo de bosta, mas estou lá.
ENEM adianta perguntar qual é. É segredo de estado.

Se vocês soubessem o que falo do Serra, do Xuxú, do PAC MAN, cês iam cair duro.
Mas.....
Consigo algumas coisitas surpreendentes.

Depois da metástase "falativa" do Pinguça Geral da Nação, criou-se a hashtag #LuLLaNoSUS para sacanear o bebum e o discursinho petralha e ao mesmo tempo mostrar a responsabilidade deste meliante na mentirada que propaga a quadrilha para o povão.
Pois bem, em alguns foros e comunidades fechadas frequentadas pelos seguidores zumbis da quadrilha mas que contam com a participação de gente do primeiro escalão da SOC, e eu também estou lá, surgiu uma tentativa de se criar uma defesa para estrago feito pela inocente hashtag.
E não foi pequeno não. Atingiu em cheio a tal de nova classe média que eLLes querem colocar no bolso.
Pesquisas internas da quadrilha mostraram o tamanho do rombo no cofre.
Um integrante de alto coturno da quadrilha, em mensagem direta a outro ilustre quadrilheiro, com assento no Planalto, no mesmo Fórum fechado, cobrou uma atitude, uma resposta "CONTUNDENTE" (foram estas as palavras), do governo, para a DIREITA CONSERVADORA, para estancar a sangria feita pela hashtag, inclusive com críticas de baixo calão feitas ao filhote de Duda Mendonça.
Ela veio e será feita em cadeia (que pena que não é "da") pela Vovó Petralha.
Tio Rei, acertou na môsca.
Leiam um trecho de seu post de agora a pouco:

Retomando
A corrente surgida na Internet para que Lula trate de seu câncer no SUS pegou e preocupa o PT. Já escrevi vários textos a respeito. NÃO ACHO QUE ELE ESTEJA MORALMENTE OBRIGADO A TANTO. Ocorre que ele é a personagem-símbolo da suposta divisão do Brasil entre "povo" e "elite"; entre "nós" e "eles". Quando é convidado a fazer o tratamento de sua doença no sistema público de saúde, não se lhe está desejando mal nenhum, mas se cobrando coerência. A afirmação estúpida de que isso é um "ataque" parte do pressuposto de que o SUS — que serve ao povo — não presta. Nota à margem: de posse do diagnóstico, o SUS pode ser eficiente no tratamento do câncer (meu pai teve atendimento decente, há quase 15 anos). O problema dos pobres é conseguir chegar ao diagnóstico fechado. Sigamos.

Pode até ser que o tal programa "Melhor em Casa" tenha sido planejado nos últimos meses — vale dizer, seja um improviso já de alguns meses. Mas a decisão de falar em rede nacional decorreu do monitoramento da opinião pública. É claro que a maioria dos brasileiros quer que Lula seja bem-sucedido. Mas também é claro que, para amplas camadas do Brasil, a ficha caiu: o Apedeuta é expressão da própria elite que ele tanto critica, e há um abismo entre os petistas poderosos e o povo. Havia a fantasia de que a coisa não fosse assim. E só por isso Dilma vai à TV.
Petistas X tucanos
Os tucanos deram início hoje a um seminário, com vários de seus luminares (e não vai aqui nenhuma ironia) para tentar descobrir qual é a "nova agenda". Na democracia, a "nova agenda" costuma ser a velha: representar a vontade da maioria, tentando conjugá-la com valores que remetam à Justiça, à igualdade, à civilidade, essas coisas. É uma questão de equilíbrio, né? A pura "vontade do povo", demonstra-o a história, pode degenerar em fascismo; ignorar a vontade do povo pode degenerar em ditadura.

Já disse que torço para que surjam boas idéias por lá. Mas seria ignorar o óbvio deixar de apontar a dificuldade que tucanos têm de perceber o, digamos assim, sentimento das massas. Os petistas apontaram "baixaria" na campanha para que Lula se trate no SUS, mas o fizeram de maneira sorrateira, mobilizando seus vogais e seus militantes a soldo na Internet. Ninguém deu a cara para bater. Quem emprestou o bico para censurar gravemente essa opinião — associando-se, pois, indiretamente, àqueles que acham que alguém como Lula está acima do SUS — foram dois tucanos: FHC e Aécio Neves. Um falou em "recalque", o outro em "agressão". Então tá.
Nem 20 seminários com uma plêiade de "Schopenhaueres" consegue corrigir o descolamento de um partido do sentimento que vai pelas ruas — ou, modernamente falando, pelas "redes". O PT e o governo Dilma — que é notavelmente incompetente em várias áreas — sentiram o cheiro de carne queimada com impressionante rapidez.
Não há seminário que dê conta disso. É uma questão de esperteza e agilidade.
Eles podem ser incompetentes, e são, mas não são burros. E, por óbvio, também não são tucanos.

E os tucanos ó! 
DO COM GENTE DECENTE

Quase nada. Nada mesmo.

A Comissão de Ética Pública da Presidência da República, decidiu abrir procedimento preliminar contra o gordinho safado.
É quase nada. Alías, é nada mesmo. No final da notícia está razão do nadismo desta Comissão cujo conceito de ética é a cara da quadrilha ( SOC - para não perder o costume ).

O único detalhe a destacar nesta medida, é que ela é o primeiro passo da fritura que a Vovó Petralha impõe aos futros desempregados ministeriais.
Lupinho, o gordinho safado, está com o pé na bunda preparado.

Podem ler meninos e meninas ( vem da Fôia ):

Comissão de Ética vai abrir processo preliminar contra Lupi
DE BRASÍLIA

A Comissão de Ética Pública da Presidência da República decidiu abrir um processo preliminar contra o ministro do Trabalho, Carlos Lupi.
Assessores do ministro são acusados por dirigentes de ONGs, segundo reportagem da revista "Veja", de cobrar propina para resolverem pendências dessas entidades com o ministério. Lupi decidiu afastar um deles, Anderson dos Santos, no último sábado.
O procedimento aberto pela Comissão de Ética, que se reuniu na tarde de hoje no Palácio do Planalto, é um primeiro passo e não significa que o ministro está sendo formalmente investigado. Ele terá de apresentar explicações por escrito à comissão, que, aí sim, decidirá se abre investigação a respeito do caso.
O mesmo procedimento aconteceu em relação ao ex-ministro Orlando Silva (Esporte). Após denúncias publicadas na imprensa, a comissão pediu explicações a Orlando.
Segundo o presidente da Comissão de Ética, Sepúlveda Pertence, as informações foram enviadas, mas a comissão ainda espera outros dados, que não foram detalhados, para decidir que tipo de procedimento irá tomar.
PALOCCI
Na reunião de hoje, a comissão também decidiu aplicar a punição de "censura ética" ao ex-ministro Antonio Palocci (Casa Civil), que saiu do cargo em junho. Na prática, a censura ética não implica em nenhuma restrição para que Palocci assuma novamente um cargo público.

Envolvido em potencial conflito de interesse entre suas funções na Casa Civil e a atividade de consultor privado, que exerceu até 2010, Palocci foi censurado pelo fato de um apartamento alugado por ele em São Paulo estar em nome de uma empresa registrada em nome de um laranja.
Viram o tamanho e a importância  que eLLes dão ao conceito de ética.
O padreco safado de Ribeirão, "róba", como diz el Cagòn, 20 milhões, e leva pela proa uma tal de "censura ética".


Se fosse pego reoubando em Cuba, essa censura ética sairia da boca de um fuzil.

DO COM GENTE DECENTE

Vovó Petralha e o #LuLLaNoSUS.

ELLes são rápido no gatilho quando se trata de defender o butim.
A Vovó Petralha vai fazer seu BBB amanhã em cadeia ( que pena! ) de TV.
Vai falar sobr o SUS e um novo e mirabolante plano.
Leiam, depois eu volto.

Em pronunciamento, Dilma vai lançar novo programa e falar sobre SUS
MÔNICA BERGAMO - COLUNISTA DA FOLHA

A presidente Dilma Rousseff deve fazer amanhã pronunciamento em rede nacional que terá como tema a saúde e o SUS (Sistema Único de Saúde).
Na mensagem, que terá duração de cerca de dez minutos, ela lançará um novo programa.
Será o "Melhor em Casa", que prevê o atendimento médico a pacientes em suas residências.
Será uma espécie de "homecare", previsto para pessoas que estão doentes e precisam de atendimento especial e de certa complexidade, mas que não precisam ficar internadas em um hospital.
Desde que o ex-presidente Lula anunciou que passaria por um tratamento contra um câncer de laringe, internautas passaram a atacá-lo dizendo que ele deveria se tratar no SUS.
Os ataques geraram uma reação de pessoas que defenderam Lula e também o sistema de saúde, que atende gratuitamente milhões de brasileiros.
Pacientes de classe média relataram suas experiências de, doentes, precisarem recorrer ao SUS pois o plano médico não cobria os gastos com internações e medicamentos.
Antecipando-se ao pronunciamento e ao lançamento do plano da Vovó Petralha, nós do Gente Decente, obtivemos, COM EXCLUSIVIDADE, uma das peças promocionais da mirabolante idéia da Vovó Petralha.
Antes, uma explicação, também obtida com exclusividade poelo site.
O "HÔMI CÁRIE" promete atender os pobrinhos da massa de manobra do vermelho-progressista, sem que eles tenham que sair do Minha Casa Minha Vida que ainda não saiu do papel.
Se você pobrinho de periferia que ainda acredita neLLes e tiver dente com "cárie", se inscreva no programa da Vovó Petralha e sorria como se nada tivesse acontecido.
As inscrições serão feitas através da ONG do PM João Dias, em Brasília, do Instituto Êpa, no Rio Grande do Norte, CONAE e VIVA RIO, no Rio de Janeiro e todas as Ongs ligadas ao SEGUNTO TEMPO.

E abaixo, a primeira peça promocional do novo programa, "Hômi Cárie", vermelho-progressista da quadrilha lançado na gestão da Vovó Petralha.

Hmi_CrieDO COM GENTE DECENTE

Essa é a nossa realidade.

Os noticiários estão dizendo que o Brasil subiu 1 ponto no Índice de IDH, ficando em 84º lugar, em 2011.
Mas , em 2010, o Brasil ficou em 73º !!!!! Que matemática é essa ??? Será que já é a do Hadad ???
No quesito educação , este é o resultado: Brasil em 95º... olhem os países que estão na nossa frente !!!!


DO BLOG GRAÇA NO PAIS DAS MARAVILHAS

Oposição, programa de governo e ação política

Minha fala hoje no Encontro do Instituto Teotônio Vilela do PSDB, no Rio de Janeiro


Desperdiçam-se muita energia e muito tempo no debate sobre como fazer oposição, mas a receita é algo simples: dizer o que está errado no governo e propor outras maneiras, diferentes, de fazer o que precisa ser feito.
Toda oposição precisa beber do conhecimento, de fontes intelectuais para poder avançar. E não só a oposição. Aliás, um traço marcante dos governos do PT é a absoluta impotência para produzir ideias novas, capazes de oferecer soluções originais e eficazes aos velhos impasses.
O caminho da oposição se alimenta nessa esfera, precisa dela, mas se constrói na esfera política e na social.
Não esqueçamos nunca que a alternativa de poder é produzida no dia-a-dia. Claro que precisa haver um norte, uma bússola. Mas ninguém vai a lugar nenhum só com ela. É preciso fazer o barco navegar com determinação até o objetivo desejado.
POR JOSE SERRA
Ao longo das últimas décadas, o Brasil produziu um razoável consenso sobre as linhas gerais do país que queremos. Uma democracia, com justiça social, desenvolvimento, respeito à natureza e aos direitos humanos.
De uma ponta a outra do espectro político todas as correntes ponderáveis declaram sua identidade com essas linhas gerais. É, aliás, um produto da História. As alternativas escasseiam.
Um sintoma é que mesmo em plena crise do capitalismo global não se ouvem vozes significativas a propor a substituição do sistema, e sim sua humanização com o propósito de produzir sociedades mais justas. Uma convergência impensável no século XX.
Assim, a disputa política acaba traduzindo-se no oferecimento das diversas opções para promover, na prática, aquelas linhas gerais. Em vez de “que sociedade queremos?”, a tensão está principalmente em “como alcançá-la”.
E aqui o desafio é identificar os obstáculos, os pontos de estrangulamento, as barreiras mais significativas.
Nos anos noventa, o Brasil enquadrou, graças ao Fernando Henrique e ao Itamar, e gente que participa deste seminário, um importante obstáculo ao seu desenvolvimento: a inflação.
Mas infelizmente, desde então, não se conseguiu embicar o avião no único rumo capaz de produzir o ambiente para enfrentar os outros grandes problemas nacionais: o desenvolvimento. Infelizmente, “desenvolvimentismo” no Brasil virou palavrão.
Mas sem desenvolvimento firme e de taxas elevadas não haverá como construir um país capaz de dar civilização, no sentido amplo, aos seus 200 milhões de habitantes.
Esse é o ponto de estrangulamento, o nó, como um dia foram a transição democrática, a abertura da economia, o combate à inflação e a montagem da rede de proteção social.
Toda trajetória tem percalços, dificuldades, acidentes, mas pergunto: qual é o caminho? Como não consegue embicar o avião no rumo do desenvolvimento o governo que aí está transmite sensação de impotência, de envelhecimento precoce. Vive do passado, sem uma única iniciativa que indique que se fez a escolha certa. Trata-se de um governo que vive a reboque dos acontecimentos, inclusive da explosão de escândalos no seu interior. Um governo de factóides e salamaleques, especialmente nos fóruns internacionais.
Acredito haver grandes oportunidades, grandes caminhos abertos para a oposição. Na luta concreta, no ataque aos problemas práticos, oferecer a crítica e também as soluções que levem o Brasil a retomar o desenvolvimento.
Um bom exemplo vem sendo o debate sobre o novo Código Florestal, tema em que nosso partido tem sabido situar-se combativamente na defesa da produção rural com sustentabilidade. E do meio ambiente, sem comprometer a agricultura.
Precisamos da mesma combatividade para defender a indústria nacional e as exportações, vítimas do populismo cambial e da conveniência política de quem prefere o Brasil anestesiado pelo real forte e resumido ao papel de exportador de commodities. Condenado a perpetuar a mediocridade.
Precisamos da mesma combatividade para defender uma escola pública com a qualidade da escola privada, para que o filho do pobre venha a ter oportunidades parecidas com o do rico ou do cidadão de classe média.
Precisamos de coragem para enfrentar as corporações encistadas na máquina educacional, que se servem do Estado, que sacrificam o futuro das nossas crianças e jovens para manter privilégios.
Gente a quem não interessa se o menino ou a menina não aprenderam nada, gente que se recusa a colocar os interesses da sociedade acima do seu próprio egoísmo, dos seus preconceitos ideológicos, de suas idiossincrasias, de sua luta mesquinha pelo poder.
A educação, aliás, há de merecer da nossa parte especial atenção porque ela é um dos pilares para que se construa o Brasil necessário. O PSDB tem de ter a coragem de denunciar alguns mitos que certa militância obscurantista pretende vender como verdades universais.
Todos nós queremos professores mais bem remunerados e cada vez melhor qualificados. Lutamos por isso como parlamentares, como chefes do executivo, como militantes do partido. Mas temos de ter coragem e clareza para denunciar e combater a subordinação da educação de nossas crianças e jovens à agenda de partidos, de sindicatos, de corporações. A educação de ter parar de ser o teatro privilegiado da simples disputa pelo poder.
Precisamos mostrar como colocar mais dinheiro na saúde e as medidas para melhorar a gestão do sistema. O SUS é uma conquista do povo brasileiro e é preciso fazê-lo avançar. Precisamos ser firmes na defesa de políticas de segurança que enfrentem a criminalidade, em vez de maquiar a realidade. Em São Paulo, prendemos mais bandidos e, agora, morre menos gente assassinada. Uma equação que precisa ser nacionalizada.
É preciso deixar claro, em benefício da verdade e em respeito aos pobres, que pobreza não é sinônimo de violência, mas a impunidade é um dos nomes que tem a falta de segurança pública. Infelizmente, nossos adversários se recusam enxergar o óbvio, viciados que estão na mesquinharia política, e o Brasil segue sendo um dos países em que mais se mata no mundo, com baixíssimo índice de punição dos culpados.
O caminho da oposição não tem muito mistério. A cada tema, defender os direitos ameaçados, mostrar os erros e denunciar a incapacidade do governo – na Educação, na Saúde, na Previdência, na Infraestrutura, na Economia, oferecer soluções e apontar a possibilidade de um futuro diferente.
É um trabalho que vai exigir ouvidos bem abertos, ouvir mais do que falar, tentar catar o que vai pela alma das pessoas. Pela alma da maioria. Uma maioria de brasileiros trabalhadores, que não tem outro ponto de apoio a não ser seu próprio trabalho, que precisa educar os filhos e sustentar a família com ele.
Essa maioria está pronta a ouvir quem lhe ofereça, com credibilidade, a visão de um futuro melhor. E nós devemos, cada vez mais, assumir com dedicação, competência e coragem, esse papel.

O fracasso do pobretão que se faz de rico vestindo um fraque puído nos fundilhos


“A reunião do G20 foi um sucesso relativo”, disse Dilma Rousseff. Nesse caso, outros participantes devem ter feito bonito para compensar a apresentação da supergerente do Brasil Maravilha resumida na foto desoladora. Foi um fracasso absoluto, berra a imagem. Havia menos gente na plateia do que na comitiva oficial.
É nisso que dá acreditar que governantes e jornalistas do mundo inteiro disputam a socos e pontapés o privilégio de ouvir conselhos, bravatas, invencionices e embustes despejados por emissários de um pobretão que se faz de rico vestindo um fraque puído nos fundilhos.
AUGUSTO NUNES

Xuxu põe água na Devassa do PAC MAN.

Serra terá apoio em qualquer disputa, disse Alckmin ao chegar para a reunião dos bicudos aqui no Rio de Janeiro.
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse hoje que o ex-governador José Serra terá o apoio do partido em qualquer disputa que deseje enfrentar. Ao chegar ao seminário do PSDB "A nova agenda - desafios e oportunidades para o Brasil", realizado no Rio de Janeiro, Alckmin evitou, no entanto, falar da disputa para a prefeitura paulistana em 2012 e para a sucessão da presidente Dilma Rousseff, em 2014.
"Serra é um dos melhores quadros do PSDB, uma liderança nacional. Ao que ele for (candidato), terá nosso apoio", disse o governador tucano. Ao comentar a candidatura do ministro Fernando Haddad a prefeito, depois da desistência da senadora Marta Suplicy, Alckmin disse ser "indiferente" o nome do candidato petista.
Embora reconheça as dificuldades da oposição no plano nacional, Alckmin disse que "o PSDB tem história, é o partido das grandes mudanças, dos grandes avanços". "O País não é vocacionado para um partido único. O PSDB ficará firme na oposição", disse o governador.

A Devassa do PAC MAN ou está começando a ficar "chóca", como dizem os pinguças gerais de todas as nações, ou está virando água.

"SISKICI"!

SERRA MUDOU DE IDÉIA E ESTÁ NA CONVEÇÃO. 

DO COM GENTE DECENTE