sábado, 1 de janeiro de 2011

QUE O SR VÁ PARA O INFERNO

sábado, 1 de janeiro de 2011

A Herança de Dilma
Lula vai embora deixando uma dívida de 1.400 Trilhão. Aumentou a dívida em 1 trilhão e gastos com cartão corporativista em 267 milhões.
Cláudio Humberto - Desde 1º de janeiro de 2003 e até o final de outubro deste ano, o governo Lula gastou R$ 350 milhões com cartões corporativos. Em 2010 a conta já ultrapassa R$ 71 milhões, segundo dados do Portal da Transparência. Só a Presidência da República consumiu quase R$ 16 milhões com cartões, este ano, em gastos ''sigilosos''. Em 2007 (R$ 76 milhões) e 2010, o governo gastou mais R$ 70 milhões com cartões. A média diária de gastos do governo com cartões corporativos em 2010 é de R$ 215 mil, o dobro da média dos últimos oito anos (R$ 111 mil). Em abril, a conta dos cartões corporativos do governo Lula totalizava R$ 11 milhões. Até novembro, o total pulou para R$ 71 milhões. Durante o primeiro mandato de Lula, cartões corporativos nos custaram R$ 78,4 milhões. No segundo mandato, triplicou: R$ 267 milhões.

Os brasileiros, vão pagar muito caro pela atitude perdulária do governo Lulla, que não está conseguindo pagar os juros dessa "Dívida trilhardária" tendo que engolir um "spread" (taxa de juros) muito caro para refinanciar os "papagaios", sem deixar nenhum benefício essencial (Educação, Saúde, Segurança e Saneamento) para o povo, mas apenas DIVIDAS A PAGAR por todos os brasileiros, que pagam seus impostos.


COMENTÁRIOS
A GASTANÇA DESORDENADA DA "NOMENKLATURA" ATRAVÉS DOS CARTÕES CORPORATIVOS DARIAM PARA OFERECER UMA CASA À CADA BRASILEIRO CARENTE OU CONSTRUIR VÁRIOS HOSPITAIS
PLÁSTICAS, BOTOX, VINHOS CAROS, LUXOS VARIADOS, COMPRAS DE BRINQUEDOS E DE JÓIAS - TUDO ISTO PAGO PELO CONTRIBUINTE E NA MAIOR HIPOCRISIA, SEM QUE HOUVESSE OPOSIÇÃO, AINDA SE ESTABELECEU QUE ESTES GASTOS ENVOLVIAM SEGURANÇA PRESIDENCIAL

CHEGA LULA
FOI MUITO ABUSO
MUITA FALTA DE RESPEITO COM SEU POVO

QUE O SR VÁ PARA O INFERNO, SE É QUE JÁ NÃO ESTÁ NELE!

Marverde - Blog da Resistência Democrática

AS PROMESSAS DE DILMA

O GLOBO

Ao longo da campanha eleitoral, Dilma Rousseff fez muitas promessas. Algumas foram bem vagas, como "melhorar todo o sistema de saúde" do Brasil. Já outras, específicas - como "construir cinco refinarias" - podem ser fiscalizadas e cobradas pelos eleitores no dia a dia. O GLOBO fez uma lista do que a então candidata prometeu. E, ao longo do governo, o site vai acompanhar o andamento de cada projeto.
SAÚDE
Melhorar todo o sistema de saúde.
Fazer 500 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) 24 horas.
Construir 8.600 unidades básicas de saúde em todo o país.
Universalizar o SUS, garantindo mais recursos para o programa, e ampliar o número de profissionais.
Implantar o cartão do SUS, com o registro do histórico dos atendimentos.
Ampliar o Saúde da Família.
Ampliar as Farmácias Populares.
Ampliar o Brasil Sorridente.
Ampliar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
Valorizar práticas preventivas.
Garantir atendimento básico, ambulatorial e hospitalar altamente resolutivo em todos os estados.
Melhorar a gestão dos recursos.
Distribuir gratuitamente remédios para hipertensão e diabetes, usando o programa Aqui tem Farmácia Popular.
Implantar rede de prevenção de câncer em todo o país.
Ampliar a rede de atendimento para gestantes e crianças de até um ano. Criar clínicas especializadas, maternidades de alto e baixo riscos, UTIs neonatais e ambulâncias do Samu com mini-UTI para bebês, articulando essa rede ao Samu-Cegonha.
Articular uma rede integrada pública e privada, custeada pelo SUS, para tratar dependentes de crack. O SUS deverá dar acompanhamento psicossocial após a internação.
Dar atenção a programas de saúde mental, especialmente para tratamento de alcoolismo e dependência de drogas.
Acabar com as filas para exames e atendimentos especializados.
Criar cursos de capacitação para quem atende à população.
Ter autossuficiência científica na produção de fármacos.
Ampliar a fabricação de genéricos.
PROGRAMAS SOCIAIS E DE INCLUSÃO
Erradicar a miséria e conduzir os brasileiros ao padrão da classe média, melhorando a vida de 21,5 milhões de pessoas que vivem na pobreza absoluta.
Continuar reduzindo as desigualdades.
Ampliar programas, em especial o Bolsa Família, e implantar novos.
Ampliar o Bolsa Família para famílias sem filhos.
Ampliar as iniciativas de promoção de igualdade de direitos e oportunidades para mulheres, negros, populações indígenas, idosos e setores discriminados.
Lutar pela inserção plena de portadores de deficiências.
EDUCAÇÃO E QUALIFICAÇÃO
Aumentar para 7% do PIB os investimentos públicos em educação.
Erradicar o analfabetismo.
Dar prioridade à qualidade da educação.
Construir seis mil creches e pré-escolas.
Dar bolsa de estudos e apoio para que os alunos não abandonem a escola.
Dar especial atenção à formação continuada de professores para os níveis fundamental e médio.
Possibilitar que os professores tenham, ao menos, curso universitário e remuneração condizente com sua importância.
Manter um piso salarial nacional para professores.
Equipar as escolas com banda larga gratuita.
Construir mais escolas federais.
Proteger as crianças e os jovens da violência, do assédio das drogas e da imposição do trabalho em detrimento da formação escolar e acadêmica.
Construir escolas técnicas em municípios com mais de 50 mil habitantes ou que sejam polos de regiões.
Criar o ProMédio, programa de bolsa de estudo em instituições de ensino médio técnico, nos moldes do Universidade para Todos (ProUni).
Criar vagas em escolas privadas também por meio de financiamento com prazos longos e juros baixos. Se o aluno formado prestar serviço civil, terá desconto grande, chegando a 100% se for técnico de saúde.
Garantir a qualificação do ensino universitário, com ênfase na pós-graduação.
Expandir e interiorizar as universidades federais.
Ampliar o ProUni.
CIÊNCIA E TECNOLOGIA
Fazer a inclusão digital, com banda larga em todo o país.
Transformar o Brasil em potência científica e tecnológica.
Dar ênfase à formação de engenheiros.
Expandir recursos para pesquisa e ampliar as bolsas da Capes e e do CNPq.
Ampliar o registro de patentes.
Privilegiar as pesquisas em biotecnologia; nanotecnologia; robótica; novos materiais; tecnologia da informação e da comunicação; saúde e produção de fármacos; biocombustíveis e energias renováveis; agricultura; biodiversidade; Amazônia e semiárido; área nuclear; área espacial; recursos do mar; defesa.
ESPORTE E LAZER
Construir seis mil quadras poliesportivas em escolas públicas com mais de 500 alunos.
Cobrir quatro mil quadras existentes.
Investir na formação de atletas até 2014.
Construir 800 complexos esportivos, culturais e de lazer, em todos os lugares do país.
Ampliar o Bolsa Atleta e valorizar o profissional de educação física.
Criar o Sistema Nacional de Incentivo ao Esporte e ao Lazer.
COPA E OLIMPÍADAS
Fazer dos dois eventos um instrumento de inclusão social de crianças e jovens.
Qualificar jovens e adultos para atender às demandas criadas pela Copa do Mundo de 2014.
HABITAÇÃO
Vencer o déficit habitacional nesta década.
Contratar a construção de mais dois milhões de moradias no programa Minha Casa, Minha Vida.
Incluir eletrodomésticos e móveis na segunda fase do Minha Casa, Minha Vida.
Continuar a democratizar o acesso à terra urbana e a regularizar propriedades nos termos da lei.
Criar uma diretoria ou superintendência na Caixa Econômica Federal para investir em habitação rural.
URBANIZAÇÃO
Investir na prevenção de enchentes no país.
Gastar R$ 11 bilhões em drenagem e proteção de encostas, para combater o problema da ocupação em áreas de risco.
Universalizar o saneamento.
Investir R$ 34 bilhões em obras de abastecimento de água e saneamento básico.
Empenhar-se para promover uma profunda reforma urbana, que beneficie prioritariamente as camadas mais desprotegidas da população.
SEGURANÇA E DEFESA
Construir 2.883 postos de polícia comunitária.
Fazer novo modelo de segurança inspirada nas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) do Rio.
Continuar e ampliar o Programa Nacional de Segurança Pública (Pronasci), a Bolsa-Formação e o Territórios da Paz.
Estimular políticas de segurança integradas entre estados, municípios e União.
Incrementar investimentos em infraestrutura nas áreas com maior índice de violência.
Fazer uma reforma radical no sistema penitenciário e mudar as leis processuais penais.
Reequipar as Forças Armadas e fortalecer o Ministério da Defesa.
Fortalecer a Polícia Federal e a Força Nacional de Segurança Pública.
Dar mais capacitação federal às áreas de fronteira e inteligência.
Ampliar o controle das fronteiras para coibir a entrada de armas e de drogas.
Comprar dez veículos aéreos não tripulados produzidos em Israel.
Lutar contra o crime organizado, especialmente a lavagem de dinheiro, e o roubo de cargas.
TRANSPORTE E INFRAESTRUTURA
Modernizar o transporte público nas grandes cidades.
Investir R$ 18 bilhões em obras de transporte público.
Implantar transporte seguro, barato e eficiente.
Ampliar o aeroporto Galeão-Tom Jobim, com a conclusão do terminal 2 e melhorias no terminal 1.
Fazer novos aeroportos em Goiânia, Cuiabá e Porto Seguro (BA).
Ampliar os aeroportos Afonso Pena (Curitiba) e Guarulhos.
Fazer nova pista no aeroporto de Confins (Belo Horizonte).
Construir o aeroporto de São Gonçalo do Amarante (RN).
Fazer o trem de alta velocidade entre Rio e São Paulo.
Expandir e construir metrôs nas principais aglomerações urbanas.
Ampliar o Trensurb, em Porto Alegre.
Duplicar as rodovias BR-116 e BR-386, no Rio Grande do Sul.
Estender a rodovia BR-110 (RN).
Duplicar e melhorar as estradas Manaus-Porto Velho, Cuiabá-Santarém, BR-060 (em Goiás), BR-470 (em Santa Catarina), BR-381 (de Belo Horizonte a Governador Valadares, em Minas) e BR-040 (de Belo Horizonte ao Rio).
Concluir a Via Expressa em Salvador.
Ampliar e modernizar os portos de Salvador, Vitória, Itaqui (MA), Suape (PE) e Cabedelo (PB).
Fazer 51 grandes obras viárias, como novos corredores de transporte, mais metrô e veículos leve sobre trilhos.
Eliminar os gargalos que limitam o crescimento econômico, especialmente em transportes e condições de armazenagem.
Investir em transporte de carga.
EMPREGO E RENDA
Continuar reajustando o salário-mínimo acima da inflação.
Criar as condições para repetir a criação de 14 milhões a 15 milhões de empregos com carteira assinada.
Fazer do Brasil um país de pleno emprego.
Manter diálogo com os sindicatos para definir as grandes linhas das políticas trabalhistas.
Combater o trabalho infantil e degradante, especialmente as manifestações residuais de trabalho escravo.
Dar atenção especial ao acesso de jovens e pessoas de segmentos mais discriminados ao mercado formal de trabalho.
IMPOSTOS
Reduzir a zero os tributos sobre investimentos para aumentar a taxa de crescimento do país.
Reduzir os impostos cobrados de empresas de ônibus, com obrigação de repasse do benefício para o preço das passagens.
Reduzir os impostos sobre empresas de saneamento para impulsionar mais obras de água e esgoto.
Reduzir os tributos sobre energia elétrica.
Reduzir os impostos sobre a folha de pagamento das empresas para estimular a geração de mais empregos.
Possibilitar a devolução imediata do crédito de ICMS às empresas exportadoras.
Incentivar uma reforma para simplificar os tributos, mesmo que seja de forma fatiada.
Trabalhar para acabar com a guerra fiscal entre os estados.
Defender a desoneração da folha de salários. Para não prejudicar o financiamento à Previdência, o Tesouro faria a compensação.
Trabalhar para garantir a devolução automática de todos os créditos a que as empresas têm direito. Possibilitar a devolução imediata do crédito de ICMS às empresas exportadoras.
Informatizar o sistema de tributos para alargar a base da arrecadação e diminuir as alíquotas.
ADMINISTRAÇÃO
Combater a corrupção.
Ter critérios tanto políticos quanto técnicos para preencher cargos públicos.
Concretizar, com o Congresso, as reformas institucionais, como a política e a tributária.
Não promover a reforma da Previdência, mas pode ser feito um "ajuste marginal".
Fazer o PAC 2, com mais força nas áreas de habitação, saúde, educação e segurança.
Estimular a parceria entre os setores público e privado.
CONTAS PÚBLICAS
Não fazer ajuste fiscal (o clássico, com corte indiscriminado de gastos), mas não abandonar a estabilidade ou o controle de despesas.
Fazer uma reforma do Estado para dar mais transparência ao governo e eficácia no combate à corrupção.
Elevar a poupança e o investimento público, estimulando também o investimento privado.
MACROECONOMIA E FINANÇAS
Manter o controle da inflação.
Manter o câmbio flutuante.
Trabalhar para reduzir fortemente os juros. Para isso, reduzir a dívida líquida em relação ao PIB para cerca de 30% em 2014.
INDÚSTRIA
Agregar valor às riquezas do país e produzir tudo o que for possível no Brasil.
Expandir a indústria naval.
Construir cinco refinarias, uma delas a Abreu e Lima (PE), com tecnologia de ponta.
Defender a abertura de capital da Infraero, mantendo controle estatal.
Rever o marco regulatório da mineração, para aumentar a arrecadação de royalties.
PEQUENAS EMPRESAS
Criar um ministério para pequenas e médias empresas.
Fortalecer a política de microcrédito.
Ampliar o limite de enquadramento no Super Simples e no Microempreendedor individual.
Estimular e favorecer o empreendedorismo, com políticas tributárias, de crédito, ambientais, de suporte tecnológico, de qualificação profissional e de ampliação de mercados.
PETRÓLEO
Defender tratamento diferenciado aos estados produtores na distribuição de royalties do petróleo.
Usar os recursos do pré-sal em educação, saúde, cultura, combate à pobreza, meio ambiente, ciência e tecnologia.
Com os recursos do pré-sal, tornar o Brasil a quinta maior economia do mundo.
Não privatizar a Petrobras e o pré-sal.
OUTRAS FONTES DE ENERGIA
Fazer uma política com ênfase na produção de energia renovável e na pesquisa de novas fontes limpas. Construir parques eólicos.
Desenvolver o potencial hidrelétrico do país.
Ampliar a liderança mundial do Brasil na produção de energia limpa.
Expandir o etanol na matriz energética brasileira e ampliar a participação do combustível na matriz mundial.
Incentivar a produção de biocombustíveis.
MEIO AMBIENTE
Reduzir em 80% o desmatamento na Amazônia.
Ter tolerância zero com desmatamento em qualquer bioma.
Incentivar o reflorestamento em áreas degradadas.
Antecipar o cumprimento da meta de reduzir as emissões de gases do efeito estufa em 36% a 39% até 2020.
Dar prioridade à economia de baixo carbono, consolidando o modelo de energia renovável.
Considerar critérios ambientais nas políticas industrial, fiscal e de crédito.
REFORMA AGRÁRIA E AGRICULTURA
Reduzir as invasões no campo.
Não compactuar com invasões de prédios públicos e propriedades, mas não reprimir manifestações de sem-terra quando forem simples reivindicações.
Intensificar e aprimorar a reforma agrária para dar centralidade à estratégia de desenvolvimento sustentável, com a garantia do cumprimento integral da função social da propriedade.
Ampliar o financiamento para o agronegócio e a agricultura familiar.
Assegurar crédito, assistência técnica e mercado aos pequenos produtores. Ampliar o programa de compra direta de alimentos do agricultor familiar, passando de 700 mil para 1,2 milhão de contemplados. Ao mesmo tempo, apoiar os grandes produtores, que contribuem para o superávit comercial.
Incluir dois milhões de famílias de pequenos agricultores e assentados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).
Dar mais apoio científico e tecnológico a organismos como a Embrapa.
IRRIGAÇÃO
Fazer 54 obras para melhorar os indicadores de saúde das comunidades ribeirinhas da Região Norte.
Construir sistemas de irrigação no Sul, no Sudeste e no Centro-Oeste.
Continuar a transposição das águas do Rio São Francisco.
FAMÍLIA E RELIGIÃO
Não mandar ao Congresso ou sancionar qualquer legislação que impacte a religião, como legalização do aborto e casamento homossexual.
Tratar o aborto como questão de saúde pública, atendendo às mulheres que tenham abortado e enfrentem risco de morrer.
Sancionar o projeto de lei complementar 122 (que criminaliza a homofobia) apenas nos artigos que não violem a liberdade de crença, de culto e de expressão e as demais garantias constitucionais individuais.
Fazer da família o foco principal de seu governo.
Não promover iniciativas que afrontem a família.
Fazer leis e programas que tenham a família como foco.
Defender a convivência entre as diferentes religiões.
Manter diálogo com as igrejas.
CULTURA
Fortalecer o Sistema Nacional de Cultura.
Ampliar a produção e o consumo de bens culturais com base na diversidade brasileira.
Dar meios e oportunidades à criatividade popular.
Ampliar os pontos de cultura e outros equipamentos.
Implantar o Vale Cultura.
Fortalecer a indústria do audiovisual nacional e regional em articulação com outros países, sobretudo do Sul.
Aperfeiçoar os mecanismos de financiamento da cultura.
Fortalecer a presença cultural do Brasil no mundo e promover o diálogo com outras culturas.
MÍDIA E LIVRE EXPRESSÃO
Não censurar conteúdo e rejeitar qualquer tentativa de controlar a mídia.
Dar garantia irrestrita da liberdade de imprensa, de expressão e de religião.
Expandir e fortalecer a democracia política, econômica e social.
Fortalecer as redes públicas de comunicação e estimular o uso intensivo da blogosfera.
Ampliar o acesso aos meios de informação e comunicação por meio de internet, TV aberta e novas tecnologias.
POLÍTICA EXTERNA
Ampliar a presença internacional do Brasil, defendendo a paz, a redução de armamentos e uma ordem econômica e política mais justa.
Permanecer fiel aos princípios de não intervenção e direitos humanos.
Defender a democratização de organismos multilaterais como a ONU, o FMI e o Banco Mundial.
Manter a política de Lula, com diversificação de parceiros comerciais.
Manter olhar especial para a África.
Continuar a integração sul-americana e latino-americana e a cooperação Sul-Sul.
Prestar solidariedade aos países pobres e em desenvolvimento.

COMENTO:
OLHA LÁ SRA PRESIDENTE, VÊ SE NÃO ESCORREGA, VAMOS ESTAR DE OLHO, ACOMPANHAMENTO E COBRANDO, ITEN POR ITEN, PROMESSA É DIVIDA E DEVE SER PAGA.

Demolindo o mito.

Chico de Oliveira, petista, sociólofo, fundador do Partido da Trambicagem e dele afastado, analisa a Era Nula, em entrevista ao Estadão. Abaixo, uma parte. Aqui, a íntegra.

Qual leitura o sr. faz dos oito anos do presidente Lula?
O balanço geral é mediado. Essa história de "nunca antes neste país" é conversa fiada. O País com Lula não está nada acima da média histórica de crescimento da economia brasileira. Nesse quesito, ele vai bem na comparação com o período do Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), em que o PIB (Produto Interno Bruto) foi fraco. O Brasil foi a segunda economia mundial a crescer sustentadamente durante um século. Mas foi um crescimento feito sem nenhuma distribuição de renda. A gestão do presidente Lula não diminuiu desigualdade nenhuma, isso é lenda criada a partir de muita propaganda. O que houve foi uma transferência de renda a partir do governo para os estratos mais pobres. Distribuição ocorre quando existe a mudança da renda de uma classe social para outra. Nesse sentido, não houve nenhum avanço.

O sr. vê traços autocráticos no presidente Lula?
Montado nessa popularidade, ele exagerou, à beira de se tornar autoritário. Foi além dos limites. Só duas pessoas no século 20 disseram, como ele, que eram a encarnação do povo: Adolf Hitler e Joseph Stalin.

DO B.DO CEL

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

SALVE 2011 - ESTOU SAINDO PARA COMEMORAR O FIM DA ERA LULA

Obrigado a todos que visitaram este blog que é novo, mas verdadeiro e fiel aos principios do seu editor, galgo a escada da honra e da verdade, sem medo do passado nem do porvir, que 2011 seja de muito amor alegrias e prosperidade a todos aqueles que primam por estes conceitos.

Lula, se é por falta de adeus…

Editado por Andréa Haddad em 31/12/2010 às 16:55 hs.

(Giulio Sanmartini) Dentre todos os defeitos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que não são poucos, nesse apagar das luzes ele mostrou o pior, não conseguiu esconder o fato de carecer de grandeza, de magnanimidade, demonstrando estreiteza de espírito, em uma única palavra, revelou-se um relés e desprezível mesquinho, algo totalmente incompatível com o cargo que ocupou.

Estando na Bahia (29/12), afirmou: “Foi gostoso passar pela Presidência da República e terminar o mandato vendo os Estados Unidos em crise, a Europa em crise, vendo o Japão em crise, quando eles sabiam tudo para resolver o problema da crise brasileira, da crise da Bolívia, da crise da Rússia, da crise do México”.

Coube ao jornalista Ricardo Noblat, o melhor comentário sobre o desvairo etílico desse agressivo energúmeno: “Louco, criança, índio e agora Lula, são inimputáveis. Não podem responder pelo que dizem. Onde já se viu um presidente, que ainda por cima se imagina um estadista, celebrar a crise que atinge outros países? Isso seria impossível. Não é mais”.

Hoje chegou ao término uma das piores páginas da história do Brasil. Vai-se embora o boçal, o incompetente, o desonesto e o charlatão Luiz Inácio Lula da Silva.

Seus engodos para com os brasileiros chegaram ao fim, dentro de sua demagogia ele não fez um simples castelo de cartas, seria muito pouco para sua doentia megalomania, como gosta muito de futebol fazendo uso e abuso em suas metáforas, ele fez um imenso estádio de futebol de cartas, que já começa a desabar.

“Vade retro Lula!”

O STF vai seguir a lei, julgar com independência ou vai dobrar a espinha para um ex-presidente irresponsável?

Sexta-feira, Dezembro 31, 2010

O Supremo Tribunal Federal não pode cair na armadilha montada pelo ex-ministro Celso Amorim e pelo ex-presidente Lula, quando julgar a extradição ou não do terrorista assassino Cesare Battisti, em fevereiro próximo. Kennedy Alencar, o chapa branca de plantão, já está plantando a versão oficial de que a Itália ofendeu o Brasil. É a velha tática petista. Eles ofendem, caluniam, mentem, protegem um assassino e passam ao papel de vítimas, com a ajuda de penas de aluguel como a deste jornalista useiro e vezeiro em vocalizar o lulopetismo. O STF poderá restabelecer a ordem jurídica e dar o primeiro passo para varrer o lulopetismo covarde e cúmplice da bandidagem e da escória internacional. É uma oportunidade única de livrar o país da mão suja de sangue do Lula. Que faça bem feito. Que Orlando Zapata, Sakineh e as vítimas do terrorista Battisti não pesem mais sobre a nossa consciência histórica.

DO B.DO CEL

LULA-UMA FUGURA DESPREZÍVEL QUE A HISTORIA SE ENCARREGARA DE ESQUECER

Luiz Inácio Lula da Silva acaba hoje – tem mais uma solenidadezinha para a pantomima da despedida e só! Depois é passado. Se a sua eleição foi celebrada como o advento, tenta-se fazer de sua despedida um rito sacrificial, embora exultante, como se ele estivesse caminhando para uma imerecida imolação, mesmo sendo sucedido na Presidência por um nome do seu grupo político. A sua cascata lacrimosa – e como ele chora fácil, não? – é só uma nota patética no rito corriqueiro das democracias: os governantes eleitos exercem por um tempo o mandato e depois deixam o poder, seguindo o que vai estabelecido nas leis. O circo que se arma dá a entender que ele está nos fazendo uma generosa concessão. E não está! Ao contrário: a democracia, na qual ele nunca acreditou muito, é que foi generosa com ele.

É claro que o Brasil teve alguns avanços. Lula estava lá para isto mesmo: tentar melhorar o que não ia bem. É essa a função dos governos, ou não precisaríamos deles. Afinal, se o objetivo não fosse aumentar o bem-estar coletivo e garantir o pleno exercício das liberdades públicas e individuais, serviriam para quê? Só para tungar a carteira dos contribuintes? Nem Lula nem governante nenhum têm o direito de nos cobrar por aquilo que nós lhes demos. Eles não nos dão nada! Para ser mais exato, tiram. Aceitamos, como uma das regras do jogo, conceder-lhes algumas licenças em nome da ordem necessária para viver em sociedade. Só isso!

Lula se vai. Não há nada de especial nisso. Na manhã seguinte, como diria o poeta, os galos continuarão a tecer as manhãs – consta que eles só pararam de cantar quando morreu Papa Doc, o ditador do Haiti. Não creio que devotem o mesmo silêncio reverencial a Papa Lula! O petista terá cumprido oito anos de um governo que fez pouco caso das leis, das instituições e do decoro, e tal ação deletéria nada teve a ver com suas eventuais qualidades. A virtude não deriva do vício; o bem não descende do mal.

A democracia, que garante amanhã a posse de Dilma Rousseff, teve no PT – e particularmente em Lula – um adversário importante em momentos cruciais da história do Brasil. Esse é o partido que não participou do colégio eleitoral que pôs fim ao regime militar; que se negou a homologar a Constituição de 1988; que se recusou a dar sustentação ao governo de Itamar Franco; que sabotou – e cabe a palavra - todas as tentativas de reformar o país empreendidas por FHC e que, agora, se esforça para censurar a imprensa.

A sorte foi, sem dúvida, generosa com Lula caso se considere a sua ação efetiva para a consolidação da democracia política. Seus hagiógrafos tendem a superestimar a sua atuação como líder sindical, ignorando a sua histórica irresponsabilidade no que respeita aos marcos institucionais, que são aqueles que ficam e que compõem o molde no qual a sociedade articula as suas diferenças.

Neste último dia de Lula, meu brinde vai para a democracia, que sobreviveu às ações deletérias de um líder e de um partido que se esforçam de modo metódico para solapá-la em nome de suas particularíssimas noções de Justiça.

Vai, Lula! Os que preservam a democracia o saúdam!

Lula, nunca mais

O presidente Lula num acesso de pânico tentou fugir com a faixa presidencial nesta manhã. Corria e gritava que ninguém ia lhe tirar a faixa. Seu paradeiro é desconhecido, mas, o mais provável é que ele esteja rumando para o ostracismo. Esperamos que essa defectível figura burlesca jamais retorne como protagonista, do cenário político da vida brasileira.

Fotomontagem de Toinho de Passira sobre foto da Associated Press

Lula em fuga. Pega...!

Postado por Toinho de Passira

Lula não estava preparado para ser presidente da republica e muito menos para ser ex-presidente. Ninguém sabe o que ele fará quando não sair no Jornal Nacional dois meses seguidos. Quando disser frases polêmicas e ninguém ligar. Quando ligar para a Dilma e ela não atender.

Quando desonerar seu mundo de cartões corporativos, batalhões de puxa sacos, assessores para tudo.

Quando suas piadas e tiradas humorísticas não causem mais risos descontrolados dos baba-ovos de plantão.

Quando não tiver mais o Aerolula para curtir, dormindo numa cama, uma ressaca homérica, enquanto cruza o Atlântico.

Quando não for recebido por guardas de honras nem tocarem o Hino Nacional na sua chegada.

Quando 99,9% dos amigos e aliados atuais, até os petistas, desaparecerem permanentemente. Quando restar apenas dona Marisa, assim mesmo, piorada e irreconhecível, após todas as plásticas.

Quando viajar para o exterior e não ser recebido pelo presidente, pelo primeiro ministro ou por alguma rainha ou rei. No aeroporto um enfadonho embaixador brasileiro e um funcionário da diplomacia local.

Quando sem agenda oficial, não saberá o que fazer. Os dias ficarão cada vez mais longos. O governo Dilma parecerá interminável.

Quando se dispuser a dá entrevistas e ninguém aparecer para entrevistá-lo. Quando seu nome migrar das primeiras páginas dos jornais, para as paginas internas até sumir de vez. Lula sentirá saudades de quando falavam mal dele nas manchetes principais.

Previsivelmente acabará tendo como companhia uma garrafa de destilado. A embriaguez, porém, tra-lhe-rá nova frustração: por mais que beba e dê vexame, ninguém se ocupará em noticiar, nem mesmo o “The New York Times”.

DO THE PASSIRA NEWS

Itália considera decisão de Lula injusta e altamente ofensiva.

" A pior previsão se realizou", afirma o ministro da Defesa da Itália, Ignazio La Russa, em relação à decisão do Inácio brasileiro de não extraditar um assassino terrorista responsável por quatro mortes em seu país. " É uma decisão injusta e altamente ofensiva", complementou. Se tiver um resto de vergonha na cara, Lula deve fazer com que a sua família abra mão da cidadania italiana. Passa a ser persona non grata na Itália democrática que coloca terroristas na cadeia.

DO COTURNO NOTURNO

Finalmente, Lula caiu.

Lula, finalmente, caiu. Está impichado. Com os direitos políticos cassados pelos próximos quatro anos. Tudo o que disser contra o novo governo será usado contra ele. Tudo o que disser a favor do novo governo estará enfraquecendo a sua posição para uma futura volta. Se criticar, será um golpista. Se apoiar, será um oportunista. Se ficar em cima do muro, será um covarde fugindo da herança maldita que deixou. Se aparecer demais estará querendo abafar o governo da sucessora. Se sair em defesa da presidenta estará dando a ela um atestado de fraqueza e incompetência. Se tudo der certo, porque Lula de volta? Se tudo der errado, Lula terá o ônus de ter indicado uma incompetente para o seu lugar, com o claro objetivo de voltar. A situação não é nada confortável para Lula. Recebeu um ministro? Conspirador! Ligou para a presidenta? Chantagista! Saiu por aí a contar vantagens? Está em campanha eleitoral. Declarou que pode voltar? Ditador! Fez críticas à oposição? Está depressivo, bebendo muito, com abstinência de poder. A Oposição está com a faca e o queijo na mão. Tem quatro anos para destruir o mito. Não é muito tempo. A única vantagem é que Lula vai ajudar e vai ajudar muito. A falta de poder vai levá-lo à depressão e pode acabar em suicídio político. Basta que a Oposição ajude, sem dó nem piedade a que ele meta os pés pelas mãos. Resta saber se temos Oposição para isso ou se Lula vai continuar contando com a benevolência covarde dos punhos de renda e das luvinhas brancas.

COMENTO:
O SEMI-DEUS VOLTA A VIDA DOS MORTAIS COM 80% DE MENTIRAS E INCOMPETENCIA, O PINGUÇO RETORNA AOS COMUNS, VOU COMEMORAR COMO UM DIA MEMORÁVEL PARA MIM E TODO O BRASIL, TCHAU BABACA RETORNA AO MUSEU DO ESQUECIMENTO E NOS DEIXA EM PAZ.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Políticos e jornais italianos reagem a potencial liberação de Battisti

30/12/2010 - 12h15

DA FOLHA

DA AFP

Políticos e jornais italianos manifestaram indignação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, antes mesmo do anúncio nesta quinta-feira (30) que decidirá o futuro do ex-militante de extrema-esquerda Cesare Battisti.

Lula revelará hoje se o país status de refugiado político ao italiano, condenado à prisão perpétua por homicídio em seu país natal.

Veja cronologia do caso Battisti
Entenda o caso envolvendo o pedido de extradição de Battisti

"Battisti fica livre para assassinar a justiça", afirma na primeira página o jornal conservador "Il Giornale", que pertence à família do primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi.

"A não extradição de Battisti é uma ofensa grave às instituições italianas", completa o jornal. A publicação dá como certa a concessão de refúgio político ao ex-ativista, acusado de quatro assassinatos nos anos 70 e condenado à revelia à prisão perpétua. Battisti nega os crimes.

O destino de Battisti, que já esteve exilado no México e na França, ficou nas mãos de Lula, que deve anunciar a decisão nesta quinta-feira, penúltimo dia de seu mandato como presidente.

Se o presidente optar pela liberação, Battisti precisará ainda de autorização do STF (Supremo Tribunal Federal).

Trata-se de uma decisão complexa, que criou um embate entre juristas e políticos, além de ter dividido Brasil e Itália.

"O não à extradição terá consequências. Estou disposto a apoiar boicotes", antecipou o ministro da Defesa italiano, Ignazio La Russa, em entrevista ao "Corriere della Sera".

"O não de Lula representa uma ferida nas relações bilaterais", acrescentou o ministro, que acusou o presidente de "falta de coragem" por tomar a decisão pouco antes de deixar o cargo.

'HOMEM DE ESQUERDA'

A maior legenda de esquerda da Itália, PD (Partido Democrático), pediu em uma carta aberta a Lula, chamado de "homem de esquerda" no texto, que autorize a extradição de Battisti.

"Nenhum princípio que garanta e salvaguarde os direitos universais do homem justifica que se negue a extradição ao terrorista Cesare Battisti", afirma os dirigentes do partido na carta enviada ao embaixador do Brasil em Roma.

Para o jornal "Il Messaggero", "a piada do asilo político" a Battisti obriga a Itália a adotar medidas para apresentar recursos e continuar solicitando o retorno do ex-ativista, considerado um fugitivo há 30 anos.

"A decisão de Lula nem sequer goza de consenso em sua pátria", destaca o colunista Massimo Martinelli, que garante que o governo italiano já tem preparados os recursos que apresentará no início de 2011.

O jornal de esquerda "La Repubblica" entrevistou os familiares das vítimas, que manifestaram a "amargura" com a situação e prentendem organizar um protesto.

"Teria sido suficiente pelo menos um sinal de arrependimento", comentou Adriano Sabbadin, filho de Lino, uma das quatro vítimas.

HISTÓRICO

Battisti, ex-integrante do grupo radical italiano PAC (Proletários Armados pelo Comunismo), foi detido no Rio em 2007.

Em 2009, o então ministro da Justiça Tarso Genro concedeu a condição de refugiado, mas o caso terminou no Supremo Tribunal Federal (STF) por uma apelação apresentada pelo governo italiano.

O STF deixou a decisão final para o presidente.

Em 1993, a justiça italiana julgou Battisti à revelia por quatro assassinatos atribuídos ao PAC e cometidos em 1978 e 1979, tendo como testemunha de acusação o líder deste grupo, que obteve uma redução de pena por colaborar com a justiça. Battisti, que se declara inocente, foi condenado a quatro prisões perpétuas, uma para cada homicídio.

PARA MIM ALÉM DAS MORDOMIAS DO CARGO R$ 26,700 PARA VOCES POBRES DIABOS R$ 540,00

Quinta-feira, Dezembro 30, 2010
Dilma aumenta o salário mínimo em R$ 30. Já o salário dela subiu 500 vezes mais.
Dilma ganhou um aumento de R$ 15.000 antes mesmo de assumir a presidência. Vai ganhar R$ 26.700 por mês. Dilma exigiu que o salário mínimo subisse abaixo da inflação. Lula acaba de assinar a medida provisória. Vinte milhões de aposentados vão ganhar apenas R$ 30 de aumento. O mínimo passa de R$ 510 para R$ 540. A oposição não pode falar nada. Político nenhum pode falar nada. A Justiça não pode falar nada. O Executivo, o Judiciário e o Legislativo estão ganhando o mesmo aumento escandaloso. Independente de partido ou de ideologia. Dá para acreditar no Brasil?