terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Os sanguessugas do PT atacam novamente.

Lembram do Humberto Costa, o ministro Sanguessuga da Saúde? Ele estava lá. E estava ao lado de quem? De Alexandre Padilha, o novo ministro Sanguessuga da Saúde. Ambos do PT. O que eles estavam fazendo juntos? Inaugurando uma fábrica de hemoderivados que não está pronta e que já foi flagrada nas mais variadas falcatruas. Os sanguessugas do PT estão lambendo os beiços. Olha só a cara deles. Até quando o Brasil vai doar o seu sangue para esta raça?

Depois de indícios de sobrepreço, irregularidades na licitação e de atrasos no cronograma, a primeira etapa da fábrica da fábrica de medicamentos da Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás) foi inaugurada ontem, em Goiana (PE). A cerimônia, capitaneada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou a conclusão do primeiro bloco do complexo, construído para abrigar uma câmara fria para triagem e armazenamento da matéria-prima dos hemoderivados, o plasma.
"O Brasil entra numa nova era", disse. Apesar da festa, só em julho de 2012 o equipamento funcionará. É preciso qualificá-lo, aguardar a inspeção da Agência Nacional de Vigilância Sanitária e, por fim, a validação, pela Hemobrás, dos procedimentos.
Este é o segundo evento para celebrar a Hemobrás. Em 2008, três anos depois do anúncio da criação da empresa, uma cerimônia marcou a ordem de serviço para elaboração de projetos e execução das obras.A expectativa inicial era de que a fábrica entraria em operação em 2010. Agora é 2014. Até lá, o excedente de plasma coletado no Brasil será enviado para o Laboratório Francês de Biotecnologia, na França. A ideia é que, com a Hemobrás, o País se torne autossuficiente na produção de hemoderivados, o que traria uma economia de recursos.
O atraso nas obras se dá principalmente por indícios de irregularidades. Contratos e licitações foram anulados e suspensos. A mais recente suspeita de irregularidade ocorreu em maio, quando o Tribunal de Contas da União identificou sobrepreço de R$ 21, 5 milhões nas obras da segunda fase da construção.(Do Estadão)

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