quinta-feira, 23 de julho de 2020

À espera da vacina para a economia

quarta-feira, 22 de julho de 2020

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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Kung Flu segue matando a todo vapor. O bicho está pegando, principalmente, no interior de São Paulo. A extrema-mídia funerária celebra o aumento das mortes com cinismo. Promove uma suposta “homenagem aos mortos”, mas o intuito real é desgastar o Presidente Jair Bolsonaro para inviabilizar seu governo de transição para reformas que a Turma do Mecanismo não deseja que aconteça. O problema é que têm pesquisas indicando que a popularidade dele não cai. Pelo contrário, aumenta.
Mas isto deve ser fake news, não é? Na visão dos inimigos, Bolsonaro não só tem de sofrer impeachment (mesmo sem motivação objetiva) como também deve morrer. O vírus pegou Bolsonaro – ou, como sugerem os inimigos dele, aconteceu o contrário. O paciente impaciente se recupera – como ocorreu com muita gente. Mas o bicho segue resistente. Em três exames feitos até agora, Bolsonaro segue positivo – o que é negativo para a saúde dele.
Embora não esteja confirmado pela plenitude matemática e estatística, a doença tende a ser fatal para quem tem comorbidades (doenças pré-existentes, às vezes nem sabidas). Quem não tem fica bom. E a maioria é assintomática. O Kung Flu só se manifesta nos caríssimos exames aos quais a maioria da população nem sonha ter acesso. Aos pobres mortais, fica a alternativa milagrosa de ser obrigado a usar máscara, lavar as mãos e passar “álcoogel” em tudo.
Calma, carneirinhos idiotizados... A vacina está chegando. Seja chinesa (como amaria sinodória), ou britânica. Os testes estão acontecendo. Até agora, ficou claro que o modelinho lockdown deu errado. O distanciamento social só atrasou a inevitável contaminação.  Quebrou a economia de um jeito inimaginável. O mais grave é que não é fácil encontrar uma vacina para recuperar a estagnação e o desemprego, sobretudo em um lugar estruturalmente subdesenvolvido e ignorante como o Brasil.
Governadores e prefeitos – que no começo afundaram a economia com o autoritarismo do lockdown – agora constatam que fizeram uma imensa besteira (para não usar um termo mais fedorento). Agora, partem para a flexibilização forçada por pressão da descontente, porém amedrontada população. O conto da máscara vai caindo por efeito da realidade. O cara chega mascarado ao boteco ou restaurante, mas tira o objeto fashion para comer e beber. Na mesa, dane-se distanciamento. O mesmo acontece no transporte coletivo de massa. Um show de demagogia.
Aconteceu o previsto. Os políticos não agüentaram a pressão, diante do caos econômico. Até o Presidente Donald Trump entrou na onda da defesa máscara, admitindo que o vírus chinês ainda vai contaminar muita gente. O candidato à reeleição tem feito vários exames, por dia, para verificar se o coroninha pegou. Até agora, tudo deu negativo. Então, pau na máquina da campanha, mesmo com o temor que antes não manifestava sobre a doença.
A cada instante aumenta a percepção de que o resultado da eleição norte-americana definirá muita coisa esquisita que vem acontecendo no mundo. O Brasil, periferia, sofre os efeitos colaterais. O negócio é aguardar para ver como fica a flexibilização do pandemônio. Tudo é incerto. Exceto a impressão de que nada será como antes.
Não tem outro jeito, a não ser lutar para sobreviver – sem garantia de nada. Solução recomendável é focar na saúde, cuidar da família e fazer o melhor para agüentar a pancada econômica.

segunda-feira, 20 de julho de 2020

NUNCA NENHUM PRESIDENTE ANTES DE BOLSONARO FEZ A DESÉRTICA BRASÍLIA SER NOTÍCIA EM FINAIS DE SEMANA

domingo, julho 19, 2020


Com toda a sorte de repressões, incluíndo o lockdown praticamente em todo o Brasil, além terror tocado pela grande mídia, sobretudo a televisão, por conta dessa pandemia espalhada em nível global pelo Partido Comunista Chinês o que aconteceu em Brasília neste domingo pode ser considerado como uma amostragem, uma pesquisa, sobre o nível de apoio popular, inaudito na história da República, que desfruta o Presidente Jair Bolsonaro.

E isso que estou afirmando é comprovado pelo vídeo acima produzido pelo canal Foco do Brasil, que reporta em detalhes um grande público saudando o Presidente Jair Bolsonaro defronte ao espaçoso gramado que circunda o Palácio da Alvorada, a residência oficial do Presidente da República. Esse evento foi o ato final das manifestações em apoio a Bolsonaro ocorridas neste domingo na capital federal.

Quem conhece Brasília sabe que a cidade foi concebida pelo arquiteto comunista Oscar Niemayer em parceria com Lúcio Costa e o paisagista Burle Marx. Nota-se a preocupação paisagística que usa e abusa do generoso espaço do Planalto Central. Quiçá inspirada em termos arquitetônico e paisagístico na obra do famoso arquiteto comunista franco-suíço Le Corbisier responsável pela demolição da arquitetura clássica substituindo-a por um modernismo cruel. 

No entanto ninguém faz turismo na Europa em busca de modernismos, mas sim pela atração da arquitetura dita "antiga" que inclui casas, casarões e igrejas. Há cidades inteiras, como Veneza, com casas, mansões e prédios medievais. É justamente essa arquitetura preservada uma fonte de receita para a Europa.

Em Brasília, onde impera o modernismo estúpido e pretensioso, chega-se à conclusão que esse formato paisagístico e arquitetônico, bem como o uso de espaços gigantescos vazios confere à capital do Brasil aquele tenebroso vazio que fica mais evidente e soturno nos finais de semana.

Enfim, os comunistas que desenharam Brasília estavam imbuídos do propósito de impedir que essa cidade tivesse qualquer vestígio de seres humanos nas ruas. Sim, as distâncias em Brasília são imensas.

De sorte que realizar manifestações como ocorrem nas demais cidades normais do Brasil torna-se impossível. Ponto para o Presidente Jair Bolsonaro que quebrou esse tabu e Brasília - apesar de seus desérticos espaços - e faz com que aconteça o que vem acontecendo e voltou a acontecer neste domingo, ou seja, manifestações populares. Notem no vídeo acima uma parte do terreno que circunda o Palácio da Alvorada. Nem colocando milhões de pessoas no avassalador e infindável espaço de Brasília será significativo bastante para se ter ali uma manifestação popular. Os seres humanos em Brasília tornam-se minúsculos face ao aterrador espaço principalmente entre os prédios públicos.

Mesmo assim, Brasília voltou a vibrar neste domingo. O vídeo acima mostra o momento de despedida dos manifestantes. Reparem no tamanho do gramado, parte do terreno sobre o qual está edificado o Palácio da Alvorada, a residência oficial do Presidente da República.

É portanto pela primeira vez na história de Brasília que se vê manifestações como esta e outras que têm acontecido desde que o Presidente Jair Bolsonaro assumiu o poder. E tanto é verdade o que afirmo neste texto sobre a finalidade de grandes espaços vazios é que eventuais fotografias, sobretudo aéreas, mostrarão que qualquer multidão haverá de se tornar um grupelho, fato que agrada, sobretudo, ao jornalismo picaresco da mainstream media cujo objetivo é poder provar a leitores e telespectadores que qualquer manifestação popular em Brasília não passa de uma reunião de meia dúzia de gatos pingados. Mormente se a manifestação tiver viés conservador.

Enfim, Brasília é uma cidade que parece estar em lockdown permanente. Contudo, essa situação fantasmagórica da capital do Brasil está mudando pela primeira vez em toda a história, graças aos mais de 57 milhões de votos que levaram Jair Messias Bolsonaro à Presidência da República.DO A.AMORIM

domingo, 19 de julho de 2020

Pedófilos não podem derrubar ministra Damares


domingo, 19 de julho de 2020


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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Dinheiro, sexo e poder costumam formar um menage à trois na Política. Em Brasília, a relação tem dimensões perversas – quase nunca abordadas abertamente para o grande público. Acontece que todo mundo sabe que a maioria esmagadora das decisões importantes é tomada nos ambientes controlados pelo submundo da prostituição – que tem honoráveis figuras públicas e artistas famosos como gestores.
A máfia que se diverte e fatura alto com a corrupção trava uma guerra oculta para tirar do cargo a extremamente evangélica Damares Alves. A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos não só tem denunciado que “o Brasil vive hoje a maior violação de direitos humanos da Historia do País nos últimos trinta anos”. As ações de Damares têm batido de frente contra os exploradores de mulheres, jovens e até crianças – transformada em objetos do desejo de políticos, empresários e aspones que orbitam pelos espaços de poder.
Damares é alvo de uma grande covardia. Ela foi alvo de uma notícia-crime (que foi do Supremo Tribunal Federal para a Procuradoria-Geral da República). Tudo sob a desculpa esfarrapada de que pediu a prisão de governadores e prefeitos naquela famosa reunião ministerial de 12 de abril. Damares apenas desabafou: “A pandemia vai passar, mas governadores e prefeitos responderão a processos e nós vamos pedir inclusive a prisão de governadores e prefeitos”.
Formalmente, Damares foi denunciada pela prática do crime capitulado no artigo 18 da Lei nº 7170, por flagrantemente ter tentado impedir, com emprego de grave ameaça, o livre exercício dos Poderes dos Estados, no caso a atuação de governadores e prefeitos. Acontece que aquilo que parece não é. O que Damares disse é mera desculpa esfarrapada. Os inimigos querem pegar Damares pelo que ela tem feito de ataque direto à poderosa organização criminosa que explora mulheres, adolescentes e crianças.
A cúpula da Esplanada sabe como toca a banda da sacanagem. Raros são os que falam escancaradamente sobre o assunto. Sábado à noite, via twitter, o polêmico presidente do PTB, Roberto Jefferson, resolveu escancarar o que existe por trás do escroto ataque à ministra Damares Alves.
Bob Jeff detonou, em estilo enigmático: “O grande comentário em Brasília é que o ataque à Ministra Damares não é motivado por suas palavras contra prefeitos ou governadores, mas pelas suas recentes ações assertivas contra a PEDOFILIA. Há um urubu que só come filhotes de aves no ninho. Sua capa vai cair”.
Se as questões da pedofilia e da prostituição infantil forem tratadas seriamente na Esplanada do Mecanismo muita gente poderosa cai em desgraça. A podridão moral dos poderosos tupiniquins é nojenta. Lamentavelmente, é mais fácil Damares acabar derrubada do que enfrentar a OCRIM da Prostituição e Pedofilia que serve aos poderosos.
O Presidente Jair Bolsonaro tem o dever moral de usar toda energia política e coragem para defender Damares Alves, mesmo sabendo que vai contrariar muitos inimigos e até aliados que desfrutam da criminosa putaria na capital Federal.
Onde estão os defensores dos direitos humanos que não têm coragem de lutar ao lado da Damares, na briga gigantesca que ela encarou?  

sábado, 18 de julho de 2020

Por que a Ditatoga espanca Bolsonaro?

sábado, 18 de julho de 2020


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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O historiador e político romano Tácito reclamava: “Corruptíssima republica plurimae legis”. Ou seja: “As leis são muitas quando o Estado é corrupto”. Assim, “quanto mais corrupto o Estado, maior o número de leis”. O Brasil corrupto e injusto sofre do mal do regramento excessivo. O defeito perverso permite o rigor ou o perdão seletivo do Judiciário caro que não funciona Direito.
Ironia é que esse Super Poder da Ditatoga é o inimigo mais poderoso das reformas e mudanças, ou seja, aquilo que Jair Messias Bolsonaro representa. A bronca não é contra Bolsonaro. O Presidente tem defeitos pessoais como qualquer político brasileiro. É amado e odiado. Só que Bolsonaro apanha pelo que simboliza. Daí a covardia. Os inimigos não espancam uma pessoa. A Turma do Mecanismo detona um Brasil condenado a dar errado.
Bolsonaro só tem duas chances efetivas de neutralizar os ataque que recebe da cúpula do Judiciário. Ou faz um “acórdão” com seus espancadores... Ou consegue uma aliança forte no Senado – que é o único poder com capacidade e potencial institucional de enfrentar e enquadrar a Ditatoga. O problema é que o grande pecado de Bolsonaro é, justamente, não ter uma base política sólida no Congresso Nacional. No Senado, o negócio é pior ainda.
Agora, surge mais um pedido de impeachment do ministro Gilmar Mendes. Mais uma iniciativa do corajoso jurista Modesto Carvalhosa. Gilmar odeia ele. E a recíproca parece verdadeira. E um grupo de senadores que tem bronca das atitudes do STF lança um manifesto: “O Senado Federal não pode se furtar do dever de receber, pautar e julgar as denúncias formuladas contra Ministros do Supremo Tribunal Federal, missão que lhe é conferida pelo art. 52, II da Carta Maior e pelos arts. 41 e seguintes da Lei nº 1079/50.”
A valentia é menos que a real demonstração de força. Apenas assinam a carta 16 dos 81 senadores: Oriovisto Guimarães (Podemos), Alessandro Vieira (Cidadania), Styvenson Valentim (Podemos), Marcos do Val (Podemos), Jorge Kajuru (Cidadania), Eduardo Girão (Podemos), Plínio Valério (PSDB), Alvaro Dias (Podemos), Major Olímpio (PSL), Lasier Martins (Podemos), Reguffe (Podemos), Vanderlan Cardoso (PSD), Luiz do Carmo (MDB), Arolde de Oliveira (PSD), Soraya Thronicke (PSL), Luis Carlos Heinze (PP).
Ter uma base parlamentar sólida é o grande desafio de Bolsonaro. Isto tende a ser decisivo para o governo dar certo. As reformas econômicas dependem do Congresso Nacional. Sabotagens e problemas nas relações políticas afetam, negativamente, o desempenho de Bolsonaro – que só será considerado um bom Presidente se a economia der certo. Bolsonaro pode fazer milhões de presepadas, mas se a crise econômica for superada, ele se torna o rei da cocada.
No curto prazo, tem um grande desafio para Bolsonaro. A Câmara vai avaliar os vetos presidenciais ao Marco do Saneamento. A realidade vai mostrar se funciona a articulação com o Centrão – ou Centro Democrático, como prefere o maior agitador do governo, Roberto Jefferson. O teste será de arrepiar para Bolsonaro. Se ele comprovar força, a Ditatoga dará uma recuada. Do contrário, a coisa ficará pior para o lado do Presidente Lobo Solitário.

sexta-feira, 17 de julho de 2020

Incoerências em tempos de Kung Flu

Jornalismo Estratégico. Política, Economia e Poderes. Editor-Chefe: Jorge Serrão

sexta-feira, 17 de julho de 2020


Edição Atualizada do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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A pandemia tem servido de desculpa esfarrapada para muitas decisões sem a menor coerência, em nome da obediência absoluta a um “protocolo”. Você só entra no restaurante se estiver de máscara, mas na hora de comer e beber (lógico) tem de tirar a máscara. De que adiantou? Pois é...
Outra incoerência é no transporte público. Como manter o distanciamento social se somos forçados a andar em ônibus, metrôs, trens cheios – quando não superlotados? Só usar a dogmática “máscara salva!” não assegura a segurança dos carneirinhos.
O mesmo acontecerá na eleição de 15 de novembro. O Tribunal Superior Eleitoral definiu que o eleitor não usará a identificação digital, porque ofereceria risco de contaminação pelo Kung Flu. Então, como fica a dedada na urna eletrônica? Vamos usar o cotovelo?
A tal “Justiça Eleitoral” também segue intransigente em relação à impressão do voto para conferência. Embora seja uma lei aprovada, a tecnoburrocracia alega sempre “falta de recursos” para cumprir a legislação. Somos obrigados a confiar, dogmaticamente, no resultado das “dedadas eletrônicas.

O Presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, tuitou, para justificar: “A biometria foi suprimida porque identificar pela digital leva 70% mais tempo e pode gerar aglomeração. Além disso, o leitor biométrico estraga com álcool-gel. Tudo o que for possível fazer pela segurança do eleitor e do mesário será feito”.
Mais incoerência? Vários parques públicos foram abertos em várias cidades. O cidadão voltou a ter o “direito” de fazer exercícios físicos. Os carneirinhos são obrigados a usar máscaras. Mesmo que isto seja inconveniente e, pior ainda, não seja bom para a saúde, porque o “atleta” respira mais gás carbônico que o necessário, mesmo estando ao ar livre.
“Use máscara”... A extrema mídia reforça o discurso da Engenharia Social. Os carneirinhos tem de obedecer às ordens emanadas do poder público. Tudo em nome da suposta “Segurança Sanitária”. O condicionamento foi tão eficaz que, “acabada” a fase de pandemia, o rebanho tupiniquim continuará usando máscara. A maioria por paranóia. Muitos porque é fashion. Virou moda...
A crise coronaviriana ferrou com vários setores econômicos e tem grandes impactos sociais. A área educacional ficou ainda mais bagunçada. Estudantes sortudos foram obrigados a aturar aulas virtuais de muitos professores que não estavam preparados para a novidade tecnológica. Os azarados nem tiveram ensino à distância, porque no Brasil é ruim e caro o acesso à Internet.    
Quando voltamos “ao normal” teremos postos de saúde e hospitais melhores, com atendimento eficiente, principalmente no setor público? Melhor não responder, para não se aborrecer... O Brasil pouco aprende com problemas e erros. Certamente, repetirá pretensas “soluções” equivocadas. Tudo parece cuidadosamente planejado para não dar certo.
A turma está preocupada porque pode não haver festa de Natal, Ano Novo e Carnaval? Fiquem calmos porque, até o final de 2020, vai aparecer a vacina mágica que vai nos proteger do Kung Flu. O remédio funcionará? Pouco importa. Os governantes, autoridades de saúde e o lobby dos fabricantes dirão que o produto cura. O carneirinho só será obrigado, por força de lei, a tomar a vacina.
O roteiro está manjadíssimo. A pandemia serviu para realizar os testes de engenharia de controle social. Os carneirinhos tupiniquins foram aprovados com louvor. Estão prontinhos para a implantação de qualquer regime autoritário, não importa a ideologia. A maioria idiotizada obedece direitinho. As reações são pontuais e sem efeito em grande escala.
Por isso, foi bacana ouvir a notícia de que o Festival de Inverno de Campos do Jordão será no Verão, em janeiro de 2021... A narrativa comercial aceita tudo. Os carneirinhos vão na onda, e aceitam os novos hábitos (e os vícios também) nos novos tempos. Vamos que não vamos, ou do jeito que der... Haja termômetro digital e equipamentos de proteção individual...
A boa notícia é que Jesus está voltando... Mas só se for para o Flamengo... Ou para o Benfica... Depende do ponto de vista...
Carneirinhos, uni-vos... Aguardemos, de máscara... E vamos sobreviver aos vírus e bandidos, até o Dia do Abate Final...

quarta-feira, 15 de julho de 2020

É BOMBA! EM VÍDEO DEPUTADO EDUARDO BOLSONARO REVELA TUDO SOBRE A TRAMA DIABÓLICA DO CASO AYAN E A FARSA DA CPMI.

quarta-feira, julho 15, 2020


Vale a pena ver este vídeo do Deputado Federal Eduardo Bolsonaro desvendando toda a trama diabólica - mais uma - destinada a tisnar, de alguma maneira, o governo do Presidente Jair Bolsonaro e, além disso, levar a termo a tentativa de censurar as redes sociais.

Neste vídeo o Deputado Eduardo Bolsonaro traz à tona uma maquinação diabólica abrindo a porta da coxia desse teatro de horror em que se transformou a política nacional desde que Jair Bolsonaro assumiu a Presidência do Brasil eleito por sufrágio popular, afinal foram mais de 57 milhões de votos com os quais o povo brasileiro o conduziu ao Palácio do Planalto.

Ao longo de 50 anos de jornalismo jamais poderia imaginar que a política nacional chegasse a esta situação. O establishment inteiro utiliza os meios mais sórdidos e inconcebíveis para tentar de todas as formas impedir que o Presidente Jair Bolsonaro cumpra suas promessas de campanha, ou seja, que exerça seu mandato.

O que o Deputado Eduardo Bolsonaro revela é aterrador e inominável. Incrível é que entre os algozes do Presidente Bolsonaro estão muitos daqueles que o afagaram na campanha presidencial à cata de votos. Lograram sucesso. E agora, na cara dura, sem qualquer pejo, armam ciladas e arapucas, tramas diabólicas e mentiras cujo único objetivo é calar o avassalador apoio popular devotado ao Presidente Bolsonaro.

O conteúdo da narrativa do Deputado Eduardo Bolsonaro no vídeo acima explica tudo. Não deixe de ver! DO A.AMORIM

segunda-feira, 13 de julho de 2020

Ministro da Defesa vai processar Gilmar Mendes. Ministro do sTF disse que militares são genocidas.


O ministro da Defesa, general Fernando Azevedo, vai reunir os comandantes das Forças Armadas e a AGU, porque quer tocar processos criminal e cível contra o ministro Gilmar Mendes, STF.

A informação é do Estadão de hoje.

Gilmar Mendes, sábado, disse que os militares cometem genocídio no caso da pandemia do vírus chinês. O ministro também acusou todo o governo Bolsonaro.

O general tirou nota no sábado mesmo e disse estar “indignado” com o que ele considera serem “acusações levianas” do ministro do Supremo.

Os comandantes e Azevedo passaram o domingo conversando por telefone para traçar uma estratégia de reação à fala de Gilmar.

sábado, 11 de julho de 2020

Lula seria o ideal para o MEC


sexta-feira, 10 de julho de 2020

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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A maioria esmagadora de ejaculadores precoces que só lê o título e emite opinião abalizada sem ler e interpretar a matéria vai ficar pt da vida comigo. O maravilhoso mundo da Internet é assim mesmo. Mas a tese é invencível e inegável: Lula seria o ideal para o MEC.
Não importa quem o Presidente Jair Bolsonaro nomeará Ministro da Educação. Dificilmente, o novo titular do MEC conseguirá fazer o que precisa ser feito. A demanda brasileira exige prioridade máxima para o ensino de qualidade a partir da pré-escola. O ensino básico também deveria ser a estrela máxima, em articulação direta com os municípios, e não por mera interferência estatal, com determinações de cima para baixo, de Brasília para o resto do País.
O ideal tem pouca chance de se tornar realidade. A única alternativa para o correto acontecer seria a extinção do MEC. Além desta proposta ser muito ousada, a Turma do Mecanismo jamais deixaria a extinção acontecer. O MEC é o setor mais aparelhado ideologicamente de todo o Governo Federal. Além da hegemonia esquerdista, a pasta é um dos maiores orçamentos da União. Sem cometer injustiça, não erra quem afirma que gasta-se muito, porém gasta-se mal. Alguém duvida que o ensino é de baixa qualidade no Brasil?
A Constituição vilã de 1988 consagra a lamentável farsa da “Educação” brasileira. Nela está sovieticamente definido que a Educação e a Saúde são deveres do Estado. Isto é um erro! Mera demagogia retórica. Educação é dever da sociedade, das famílias. Até porque o conceito correto de Educação é: Ensino de qualidade + formação moral familiar. Lamentavelmente, isso é mal praticado (ou nem praticado) no Brasil. E, para piorar, o MEC tem a pretensão de comandar a “Educação” no País. Pura mentira!
No modelo em vigor, o nome mais adequado para ministro da Educação é Luiz Inácio Lula da Silva. O ex-Presidente é o retrato fiel do sistema educacional tupiniquim. Por algum tempo, Lula se vangloriou de não ter estudado, mas ter chegado ao poder com sua esperteza. Depois, descobriu que ganhava mais posando de “vítima do sistema”. Tipo: Não estudou porque “não deixaram”. Apesar de não ter qualificação, ensino superior, Lula tem “Doutorado”. Tem vários diplomas de “Doutor Honoris Causa” concedido pela demagogia acadêmica nacional e transnacional. O MEC aparelhado pela esquerda teria o maior prazer de obedecer a um ministro tipo Lula. Pena que Bolsonaro não vai nomeá-lo.
O Presidente pode até ficar muito pt da vida com a crítica. Mas o Ministério da Educação foi um dos mais lamentáveis desempenhos da administração Jair Bolsonaro. Jogou-se mais tempo e recursos fora com uma batalha ideológica inútil – que não será vencida na prática. Narrativa x narrativa é igual a zero à esquerda. A única saída sensata seria ignorar a estrutura do MEC e botar a pré-escola e o ensino básico para funcionar, na parceria direta com as escolas – que deveriam ser transformadas em unidades de gestão transparente, com CNPJ.
O lockdown na pandemia impactou nosso modelo educacional. Falando francamente, demonstrou que tudo está muito errado. No Brasil, ainda confundimos Ensino à Distância com Distância do Ensino. Como temos uma Internet de merda (cara e ineficiente) temos imensa dificuldade de praticar uma Educação 4.0. Apesar dessa imperdoável deficiência estrutural, mesmo no esquema “meia-boca”, a garotada recebe “aulas virtuais”. Antes, muitos nem aula tinham, por falta de professor.
Fala sério... Se tivesse gestor de verdade no comando do MEC desde o primeiro dia da posse, Bolsonaro já devia ter posto a Telebrás para funcionar e focar na Internet de qualidade para as escolas públicas e privadas (a distinção entre uma e outra é burra, ideológica. Escola é escola!). As empresas de Telecomunicação também deveriam ser incentivadas a atender a esta prioridade educacional. Infelizmente, a  coisa ficou na promessa, no papo furado, na batalha inútil dos ministros contra o inimigo interno que não vai deixar de aparelhar o MEC – a não ser que o ministério fosse extinto.
Nomear Lula seria a saída para acabar de vez com o MEC. Pena que Bolsonaro não vai aproveitar a oportunidade, em meio à crise educacional permanente. Azar da infância e juventude do Brasil, condenada à ignorância. A rotina macabra segue plena. Vamos que não vamos...
Apesar de quem estiver no MEC, as escolas devem retomar com as aulas presenciais a partir de setembro, com a promessa de programas de recuperação e reforço de ensino, inclusive com o ensino à distância que ainda é, na realidade, a distância do ensino. Repito: vamos que não vamos...
Infelizmente, brasileiro apenas finge que aprende alguma coisa com a crise permanente. Na verdade, aprende nada. Repete erros ou recicla bobagens anteriores, como se fossem novidades. Insisto: Vamos que não vamos.
Protesto relevante

Neste link, há matéria acerca de 210 médicos catarinenses que entregaram
carta ao governo, tomando posição contra a estupidez importada da China
e fomentada pela coalizão do mal - é possível fazer o download da carta:

quinta-feira, 9 de julho de 2020

PANDEMIA DO VÍRUS CHINÊS ENTRA EM DECLÍNIO NO BRASIL

quinta-feira, julho 09, 2020

O texto que segue é da jornalista Paula Leal da Revista Oeste e a confirmar-se o prognóstico dos especialistas a pandemia do vírus chinês ou Covid 19 na sua nomenclatura científica estaria se estabilizando, ou seja, houve uma estabilização do número de mortes decorrentes dessa peste comunista.
Todavia notícias com esta são rarefeitas no âmbito de grande mídia a mostrar, como já me referi aqui no blog em minhas análises, a predileção midiática por manter a curva de mortalidade para cima. 
Oxalá que o tal pico dessa pandemia comuno-chinesa esteja de fato se estabilizando e o Brasil possa voltar à normalidade antes que seja tarde demais. Aliás foi o próprio Presidente Jair Bolsonaro a advertir, quando a peste chinesa fez suas primeiras vítimas. A tese do nosso Presidente era tomar todas as medidas necessárias porém não descurando do aspecto econômico, haja vista que milhares de empregos já foram detonados, sobretudo aqueles gerados pelos pequenos e médios negócios.
Seja como for, o fato é que segundo esta reportagem da Revista Oeste o tal pico da pandemia já estaria se estabilizando. Quem quiser ver os gráficos que ilustram esta matéria deve clicar no link ao final desta postagem que leva o leitor ao texto original. É uma ótima notícia! Leiam: 
Para avaliar o real impacto do coronavírus sobre o número de mortes no país, é importante analisar o excesso de mortalidade, ou seja, o número de mortes acima da média histórica. Dados do Registro Civil informam que em 2019, no período entre 16 de março (data da primeira morte oficialmente confirmada por covid-19 no Brasil) e 7 de julho, morreram 368.724 pessoas por causas naturais, ou seja, decorrentes de doenças e problemas de saúde que fazem o corpo humano parar de funcionar (estão fora da lista as mortes por causas externas — assassinatos, suicídios, acidentes, traumas). Em 2020, no mesmo período, morreram 388.386 pessoas de causas naturais. Uma diferença de 19.662 mortes entre um ano e o outro.
O que isso significa? Significa que, na comparação do número de mortes por causas naturais entre este ano e o ano passado, morreram mais pessoas por dia no Brasil. Em maio, o mês do pico de mortes durante a pandemia, a mortalidade chegou a aumentar quase 25% no país.
Entretanto, a boa notícia é que desde o final de junho a mortalidade em excesso está se reduzindo. De acordo com informações do Registro Civil, em 23 de junho foi a primeira vez, desde meados de fevereiro deste ano, em que morreram menos pessoas de causas naturais em 2020 do que em 2019. Foram 3.382 mortes em 23 de junho de 2019 contra 3.374 mortes no mesmo dia em 2020.
Para o médico cardiologista Juliano Lara Fernandes, formado pela Unicamp, com doutorado na FMUSP e MBA em Gestão de Sistemas de Saúde pela FGV, a data é um marco importante para analisar os efeitos da covid-19 no Brasil. “Esse excesso de mortes ter zerado é um dos marcadores mais fortes de que o ciclo de mortalidade da pandemia já está em um nível muito baixo.”
Pneumonia e septicemia
“na conta da covid-19”
Nesta terça-feira, 7, o país registrava 65.687 mortes por covid-19. Por que então essa diferença de 19.662 mortes entre um ano e o outro, segundo dados do Registro Civil? Onde foi parar o registro dos outros 46.025 óbitos?
Para Fernandes, duas hipóteses podem explicar a questão: 1) superestimativa de mortes por covid-19; 2) as pessoas estão saindo menos de casa e, portanto, expondo-se menos ao risco de morrer de outras causas.
O médico explica que, apesar de não existir comprovação, doenças como a pneumonia podem ter “caído na conta da covid-19” neste ano. Em 2019, ainda considerado o intervalo entre 16 de março e 7 de julho, houve 73.988 mortes por pneumonia enquanto neste ano foram registradas 51.315 mortes, ou seja, 22.673 mortes por pneumonia a menos em 2020 do que no ano anterior. Outro número que chama atenção são os casos de septicemia, em que a pessoa morre por infecção generalizada. Em 2019, foram registradas 54.609 mortes enquanto em 2020 foram “só” 42.729 mortes, uma diferença de 11.880 mortes. “O paciente que teve septicemia em 2020 mas testou positivo para covid-19 entra na conta da doença”, diz Fernandes.
Ainda, não é normal uma variação tão grande entre essas causas de morte de um ano para o outro. No caso da pneumonia, por exemplo, se considerar o número de mortes registradas entre 2016 e 2018, a variação média anual é de 3,4% entre um ano e o outro, de acordo com o Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde. No caso da septicemia, a variação média anual é de 5,3%. Já no comparativo entre 2019 e 2020, apesar de considerar apenas o período entre março a julho, os porcentuais já estão bem acima das médias anuais – a pneumonia teve uma redução de 30,6% e a septicemia reduziu 21,75%. Por isso, é possível que existam distorções nas estatísticas sobre as causas de mortalidade no país que impactam diretamente nos números divulgados pelos órgãos oficiais.
É pouco provável que mesmo após a pandemia o Brasil tenha condições de avaliar em detalhes o que realmente aconteceu. “No final do ano, teremos uma visão melhor. Mas minha impressão é que a diferença [de mortes entre um ano e o outro] vai se diluir tanto que graficamente será muito pequena”, diz Fernandes. Por enquanto, os gráficos registram o retrato da pandemia dos últimos quatro meses. O saldo — 19.662 mortes a mais do que no mesmo período do ano passado. Do site da Revista Oeste DO A.AMORIM

sexta-feira, 3 de julho de 2020

Lava Jato começa a pegar tucanos paulistas


sexta-feira, 3 de julho de 2020

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
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Demorou muito, mas finalmente a lerdíssima Lava Jato chegou a alguém poderoso da cúpula dos tucanos. A Polícia Federal despertou, cedinho, a família do senador José Serra. São alvos a filha dele Verônica e o marido dela. Todos foram denunciados por usarem uma sofisticada rede de empresas sediadas no exterior para lavar dinheiro de propina paga pela Odebrecht em compensação pelas obras do Rodoanel Sul. O lobista internacional José Amaro Pinto Ramos também entra na dança. O ricaço Ronaldo Cezar Coelho, ex-tesoureiro do PSDB, é outro alvo ilustre.
Por enquanto, foi só uma ação para apreensão e busca de documentos. Não houve prisões. Mas não será fácil escapar dos eventuais fatos e provas revelados na delação de “Paulo Preto” (sempre negado como operador do esquema tucano de corrupção). Mais difícil ainda será fugir das anotações concretas do chamado “Departamento de Operações Estruturadas” da Odebrecht. No momento em que a força-tarefa da Lava Jato sofre os maiores questionamentos sobre sua atuação, coincidência ou não, os até então intocáveis tucanos são atacados. Faz parte...
O nome da operação da PF? “Revoada”... Conforme as investigações, R$ 40 milhões de reais revoaram dos cofres da empreiteira, para offshores (empresas em paraísos fiscais), indo pousar em bancos da Suíça. As provas ganham robustez pela colaboração das autoridades suíças. Agora, não importa a demora para que a Lava Jato chegasse a peixes-grandes como o senador e ex-governador Serra. Ainda há muitas suspeitas a serem apuradas sobre outros esquemas tucanos denunciados e que podem ainda estar em vigor - há mais de 20 anos.
Os tucanalhas, que festejavam a perseguição aos primos petralhas, agora, vão reclamar do “rigor seletivo”. Mais importante que a repressão tardia seria uma grande mobilização da sociedade para exigir transparência sobre os negócios de contratação de obras, serviços e contratação indireta de pessoal com a administração pública. A Lava Jato e tantas outras operações da PF passam, mas o “Mecanismo” continua o mesmo, reinventando-se a cada picaretagem revelada. Esta rotina macabra é que precisa mudar no Brasil da corrupção sistêmica, da impunidade e da injustiça.
A “Revoada” é um importante espetáculo policial-judicial. Mas, na verdade, é apenas mais um dos muitos que ainda virão por aí. O caminho está escancarado e manjado para pegar a lavagem de dinheiro por políticos cujas famílias enriquecem de maneira fora do normal. A fiscalização real da coisa pública precisa ser aprimorada. Depois que a sujeira vem à tona, fica sempre a pergunta no ar: Por que os chamados “tribunais de contas” e outros supostos organismos de controle não flagraram as falcatruas antes? Eis a falha gravíssima que precisa ser corrigida.
Os políticos continuam “roubando”. Eis o fato lamentável. É preciso cortar as asas dos principais corruptos. Triste é ver um Supremo Tribunal Federal mais focado em perseguir seus críticos do que cuidar da punição exemplar aos vagabundos da coisa pública.  

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Auxílio emergencial extra permitirá pouso suave, diz Paulo Guedes

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Ministro quer pagamento escalonado
Serão pagas duas parcelas de R$ 600
Ideia é alongar o efeito por 3 meses
Paulo Guedes na Câmara dos Deputados; ministro tem estratégia para progredir do auxílio emergencial para o Renda Brasil

O ministro da Economia, Paulo Guedes, acredita que com as duas parcelas extras de R$ 600 do auxílio emergencial, anunciadas na 3ª feira (30.jun.2020), seja possível fazer uma aterrissagem perfeita do atual sistema para o programa Renda Brasil, que é o nome provisório do futuro programa que vai aglutinar todos benefícios federais.

Guedes sugeriu ao presidente Jair Bolsonaro que prorrogasse o auxílio emergencial no valor total de mais duas parcelas de R$ 600 (além das 3 que já foram pagas). O benefício, chamado por alguns dentro do governo de “coronavoucher”, foi criado para mitigar o efeito da pandemia entre os brasileiros mais carentes. Pouco mais de 60 milhões de pessoas receberam.
Havia 1 temor dentro do governo: como interromper esse pagamento de maneira que o impacto não fosse devastador para a parcela da sociedade que ficou sem renda por causa do longo período de distanciamento social? Guedes então decidiu usar as parcelas extras do benefício para fazer uma escala decrescente até ser possível a transição para o Renda Brasil.
O problema é que a lei só permitia a prorrogação do auxílio se fosse mantido o valor de R$ 600 por mês. Mesmo que fossem pagas mais 3 ou 4 parcelas de R$ 600, seria 1 baque para os beneficiários pararem de receber de 1 mês para o outro, pois o Renda Brasil terá possivelmente pagamentos na faixa de R$ 200 a R$ 300.
A ideia então é fazer os pagamentos das duas parcelas de R$ 600 da seguinte forma:
  • R$ 500 no início do 1º mês;
  • R$ 100 no fim do 1º mês;
  • R$ 300 no início do 2º mês;
  • R$ 300 no fim do 2º mês;
  • Total = R$ 1.200 (em 2 meses).
Guedes tem dito que esses pagamentos serão suficientes para atravessar 3 meses. O Poder360 pediu que o ministro explicasse:
Poder360 – Por que se fala em cobrir 3 meses se tudo será pago em 2 meses?
Paulo Guedes – Com R$ 500 no início do 1º mês você viveu 1 mês.
Sim, mas do ponto de vista estritamente cronológico, os R$ 1.200 serão pagos em 2 meses, certo?
Sim. Como requer a lei. Mas com R$ 100 no último dia e R$ 300 no primeiro dia [do 2º mês], você viveu o 2º mês com R$ 400.
Observe que com duas de R$ 600 você só cobre 2 meses que seriam pagos no dia 1º [de cada mês].
Com o mesmo gasto, cobrimos 3 meses em vez de 2. E vamos reduzindo os pagamentos devagar.
E aí entra o Renda Brasil [novo programa social que vai unificar todos os benefícios federais]?
Exato. Temos 3 meses de tempo para aterrissarmos suavemente. Em vez de 2 meses e 1 desabamento de R$ 600 para R$ 200 (ou para o valor que for o novo benefício do Renda Brasil; estamos pensando num valor entre R$ 200 e R$ 300). Será uma aterrissagem perfeita, em vez de 1 pouso abrupto. DO J.TOMAZ

sexta-feira, 26 de junho de 2020

Bolsonaro: auxílio deve ter novas parcelas de R$ 500, R$ 400 e R$ 300

25 Jun 2020 - 21h45Por Agência Brasil

Bolsonaro: auxílio deve ter novas parcelas de R$ 500, R$ 400 e R$ 300 - Crédito: ReproduçãoO presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (25) que o auxílio emergencial vai pagar um adicional de R$ 1,2 mil, que serão divididos em três parcelas."Vamos partir para uma adequação. Deve ser, estamos estudando, R$ 500, R$ 400 e R$ 300", afirmou o presidente durante sua live semanal nas redes sociais. Ele estava ao lado do ministro da Economia, Paulo Guedes, que também confirmou que a terceira parcela do auxílio emergencial, no valor de R$ 600, começa a ser paga no sábado (27).

Ao todo, o programa atende a cerca de 60 milhões de pessoas, e é destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados, como forma de fornecer proteção emergencial no enfrentamento à crise causada pela pandemia do novo coronavírus (covid-19).

"Estávamos em R$ 600, o auxílio, e à medida que a economia começa a se recuperar, e começa a andar novamente, as pessoas vão devagar se habituando [com a redução do valor]", afirmou Guedes.

Bolsonaro também disse que espera que a economia possa ser retomada e defendeu a reabertura das atividades comerciais. "A gente apela aos governadores e prefeitos, com a responsabilidade que é pertinente de cada um, que comecem a abrir o mercado, abrir para funcionar", afirmou. Balanço mais recente do Ministério da Saúde registra um total de 1.228.114 de pessoas infectadas e quase 55 mil óbitos provocados pela covid-19.