domingo, 10 de fevereiro de 2019

CPI Lava Toga só sai com muita pressão popular


domingo, 10 de fevereiro de 2019

CPI Lava Toga só sai com muita pressão popular


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Membro do Comitê Executivo do
Movimento Avança Brasil
É mais fácil um integrante do STF passar pelo buraco de uma agulha que o Senado reunir assinaturas suficientes para a instauração da CPI Lava Toga. No entanto, é recomendável não subestimar o grau de insatisfação da população brasileira com o Judiciário. A bronca pode gerar uma pressão tão grande que acabe forçando os parlamentares e partirem para uma “retaliação” contra os integrantes dos tribunais superiores (STF e STJ).
No texto do requerimento que pede a abertura da CPI, o senador Delegado Alessandro Vieira toca em um ponto que junta a insatisfação popular com a dos políticos (ultimamente alvos fáceis da máquina judasciária - polícia judiciária, ministério público e magistratura): “Não deveria haver lugares para ideologias, paixões ou vontades no Judiciário, contudo, fato é que o País tem testemunhado com preocupante frequência a prevalência de decisões judiciais movidas por indisfarçável ativismo político, muitas vezes ao arrepio da própria Constituição”.
O risco da CPI deve ter devolvido o ministro Dias Toffoli ao seu plano inicial antes da posse de Jair Bolsonaro. A intenção dele era intermediar um pacto nacional republicano com os chefes dos demais poderes para construir um caminho que garanta a aprovação de reformas. O pacto também reduziria a tensão na guerra de todos contra todos os poderes. O plano pareceu interrompido por uma vacilada na judicialização que ajudaria a eleger Renan Calheiros presidente do Senado. Como deu tudo errado, agora Toffoli tenta retomar o caminho inicial...
O Mecanismo não quer a CPI Lava Toga. Dificilmente, ela sairá. Porém, ficou a forte ameaça. Os 11 do STF e os 33 do STJ, se não estão apavorados, ao menos parecem apreensivos. Afinal, vale aquela máxima de que CPI todo mundo sabe como começa, mas nunca se consegue prever de que jeito (geralmente desastroso) pode terminar. É justamente por isso que a maioria dos 44 ministros dos tribunais superiores farão o que puderem, nos bastidores, para a idéia nascer morta.
Teremos pressão popular suficiente para forçar a CPI? Por enquanto, a resposta mais provável é: Não... Um Não rotundo... No entanto, até outro dia, quem poderia imaginar que Renan Calheiros (favorito dos picaretas e quase tolerado por alguns membros do governo) seria forçado a retirar sua candidatura à Presidência do Senado? As coisas andam imprevisíveis na Repúbliqueta Capimunista de Bruzundanga.
O Alerta Total insiste na tese elementar. Não dá para viver em um País sem Justiça. Por isso, não se deve avacalhar com o Judiciário. No entanto, se tal poder não se der ao respeito e só agir na base do rigor ou do perdão seletivos, ele só será classificado, pejorativamente, como Judasciário. Isto não interessa ao Brasil que votou por mudanças estruturais e reformas na eleição passada.
O Brasil está em ritmo de mudar ou mudar. Se os membros da máquina Judiciário não entenderem tal necessidade, vão acabar na máquina de lavar da História. A mesma tendência vale para a cúpula da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). A guerra de todos conta todos tende a não poupar ninguém que esteja muito errado ou em conluio descarado com o Mecanismo do Crime Organizado...

sábado, 9 de fevereiro de 2019

Rigor seletivo também rasga toga a ser lavada


sábado, 9 de fevereiro de 2019


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
Membro do Comitê Executivo do
Movimento Avança Brasil
Nada de anormal na selva do Capimunismo tupiniquim... Quando o Leão da Receita Federal morde o rabo dos outros na classe mérdia sempre parece refresco, sobretudo para os detentores do supremo poder togado. Mas quando o bicho resolve exercitar seu rigor seletivo contra algum deus iluminado, aí é hora de invocar o poder ilimitado dos andares de cima do Judiciário para dar uma enquadrada nos domadores do selvagem animal tributário. Fascinante, né...
Geralmente, os autoproclamados poderosos de plantão só se dão conta da selvageria estatal na hora em que se transformam em alvos ou vítimas do tal “Mecanismo”. Quando são parceiros dele, tudo bem... Acontece que a máquina pop não poupa ninguém... Na maioria das vezes, quem manda são os operadores dela. Mas como o sistema é instável, infiel e cinicamente pragmático também se volta contra seus oligarcas. A trairagem acontece nos momentos raros de fragilidade dos que sempre se acostumaram a atuar hegemonicamente, acima do bem e do mal.
Rigor seletivo também rasga toga. Que o diga o poderoso Gilmar Mendes – um dos mais polêmicos ministros do Supremo Tribunal Federal. Gilmar se viu forçado a escrever o Ofício 001/MGM para acionar seu presidente José Dias Toffoli. Solicitou providências (cuidadosa apuração administrativa e criminal) contra alguns auditores da Receita Federal que resolveram investigar Gilmar e a esposa Guiomar por indícios de “fraudes de corrupção, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio ou tráfico de influência”.   
O constitucionalista Gilmar rugiu por escrito contra os servidores leoninos: “É evidente que num Estado Direito todo cidadão está sujeito a cumprir as obrigações previstas em Lei e, conseqüentemente, está sujeito à regular atuação de fiscalização dos órgãos estatais. O que causa enorme estranheza e merece pronto repúdio é o abuso de poder por agentes públicos para fins escusos, concretizado por meio de uma estratégia deliberada de ataque reputacionala alvos pré-determinados”.
Quem adorou o desabafo do Gilmar foi o Negão da Chatuba, sujeito que adorava trucidar um felino para fazer tamborim, mas isto antes do politicamente correto dominar a cena de Bruzundanga... O bem-dotado noivo da Velhinha de Taubaté ficou mais excitado quando Gilmar advertiu que “ilações desprovidas de qualquer substrato fático são feitas não apenas em relação a minha pessoa, mas em relação a todo Poder Judiciário nacional, como se depreende da passagem do documento que afirma genericamente que: o tráfico de influência normalmente se dá pelo julgamento de ações advocatícias de escritórios ligados ao contribuinte ou seus parentes, onde o próprio magistrado ou um de seus pares facilita o julgamento”.
O Negão da Chatuba tem razão... Gilmar Mendes não apenas identificou o geralmente injusto e quase sempre abusivo fenômeno do rigor seletivo no Brasil. Gilmar também descobriu que o bicho também pega para o lado do Judiciário. Gilmar só faltou reclamar da CPI Lava Toga que o senador Alessandro Vieira (PPS-SE) já protocolou pedido de instauração. A intenção de investigar e “abrir a caixa-preta do Judiciário” já assusta muitos magistrados, inclusive o recém-perseguido pelo Leão da Receita.
O senador advertiu que a CPI Lava Toga tem vários pontos a investigar: “O abuso de pedidos de vista ou expedientes processuais para retardar ou inviabilizar decisões de plenário; o desrespeito ao princípio do colegiado; a diferença do tempo de tramitação de pedidos, a depender do interessado. O excesso de decisões contraditórios para casos idênticos; e a participação de ministros em atividades econômicas incompatíveis com a Lei Orgânica da Magistratura”.
O senador Alessandro Vieira pegou na veia em seu requerimento de pedido de abertura da CPI Lava Toga: “A atuação dos Tribunais Superiores do País tem sido pontuada, na história recente, pelo exacerbado ativismo judicial e por decisões desarrazoadas, desproporcionais e desconexas dos anseios da sociedade”. O senador acrescentou que “é essencial jogar luz na última esfera do Poder que ainda se mostra inatingível”.
O Movimento Avança Brasil, com seus mais de 1.6 milhões de seguidores criou um abaixo assinado para apoio da população à CPI Lava Toga. O Movimento concorda que a conduta de alguns juízes de nossos Tribunais Superiores tem levantado graves suspeitas em relação ao posicionamento isento exigido pelos cargos que ocupam.
O Movimento Avança Brasil também lembra que, quando as Supremas Cortes de um país caem em desgraça a nível de desconfiança e acusações de trabalhar em prol de grupos e não da nação, alguma coisa está definitivamente errada e prova por A+B que Lula tinha razão quando qualificou a instituição do STF como “acovardada”.
O abaixo assinado pode ser encontrado no seguinte endereço:
Curiosamente, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre não tem interesse na CPI Lava Toga. O parlamentar avalia que seria "um tiro no pé" um embate com o Poder Judiciário no início da legislatura. Por isso, ele não dá aval para a instalação de uma CPI contra o STJ e o STF. Será que ele tem algum rabão de leão preso para agir assim?

Voltando ao “supremo rigor seletivo”, o Secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, determinou que a Corregedoria do órgão apure a investigação que auditores fiscais estão fazendo sobre o ministro Gilmar Mendes. A decisão foi ratificada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. A Procuradoria Geral da República vai acompanhar o caso.
Depois de tomar 13 litros de “Cacildis” (a cerveja do Mussum), o Negão da Chatuba chamou minha atenção para o que classificou como “um paradoxo”: “A Receita Federal pode investigar todos os cidadãos. Mas não pode investigar o Senhor Gilmar? Isto não parece uma ditadura?”
Olhei para o Negão, dei uma bicada na Samanaú (a cachaça preferida do Presodentro Lula) e lembrei de outro “paradoxo tupiniquim”: Como ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar tem direito a foro privilegiado e só pode ser investigado pela própria Corte Suprema”.
Nada de anormal no Brasil da Jagunçagem (Rigor ou Perdão Seletivo), dependendo da conjuntura e do poder político-econômico do réu (ou perseguido)...
Uma coisa é certa: a sociedade brasileira precisa optar pelo Judiciário e fazer de tudo para acabar com o Judasciário.

Gilmar não tem direito de se indignar, dizem auditores sobre vazamento


O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, não tem direito de ficar indignado com o vazamento de seu sigilo fiscal à imprensa, na opinião da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita (Unafisco). Afinal, o Brasil é signatário de convenções internacionais de combate à corrupção e “em muitos casos da ‘lava jato’ ficou demonstrado que ilícitos tributários eram antecedentes da lavagem de dinheiro”. Para a Unafisco, o vazamento nem aconteceu, já que, em nota, o episódio é tratado como “suposto vazamento”.
"Suposto vazamento" de sigilo fiscal de Gilmar não vai impedir Receita de investigar "poderosos", diz entidade de auditores fiscais
José Cruz/ Agência Brasil
Ignore-se que uma das grandes questões não respondidas da “lava jato” é como bilhões de reais foram enviados para fora do país, lavados e reintroduzidos sem que a Receita sequer ficasse sabendo. A informação divulgada pelo site da revista Veja nesta sexta-feira (8/2) é que um auditor fiscal investiga indícios de corrupção e tráfico de influência em movimentações financeiras do ministro e de sua mulher, a advogada Guiomar Feitosa. Nada disso é atribuição da Receita Federal.
“A sociedade brasileira”, diz a Unafisco, entidade que representa a corporação dos auditores fiscais, “espera que as apurações sobre eventual quebra de sigilo não sirvam para causar qualquer prejuízo à continuidade das investigações na vida fiscal do ministro Gilmar”. Para o ministro, entretanto, a Receita age como “autêntica Gestapo”, a polícia política da Alemanha nazista.
A Unafisco afirma que é importante garantir as investigações de pessoas politicamente expostas, nome formal para um grupo de ocupantes de cargos públicos “vulneráveis” a corrupção e lavagem de dinheiro. Os ministros do STF estão nesse grupo. Os auditores, não. De todo modo, a Unafisco vem há anos denunciando a existência de um sistema eletrônico que avisa a cúpula da Receita sobre o acesso a informações de pessoas politicamente expostas.
Leia a nota da Unafisco:
Apuração sobre eventual quebra de sigilo fiscal no caso do Ministro Gilmar Mendes não pode servir para impedir prosseguimento do trabalho da Receita Federal
A Unafisco Nacional assinala que o Brasil é signatário da Convenção da ONU sobre combate à corrupção bem como de outros compromissos e organismos internacionais que definem que as pessoas politicamente expostas(PPE), grupo que inclui os ministros do STF, devem ser submetidas a um maior rigor por parte das autoridades tributárias por estarem expostas a maior risco de se envolverem em casos de corrupção. Portanto, nada há de ilegal ou anormal na existência de investigação na vida fiscal do Ministro Gilmar Mendes. Eventuais repercussões criminais serão apuradas pelas autoridades competentes para tanto no tempo da lei. É de conhecimento público que, em muitos casos da operação Lava Jato, por exemplo, ficou demonstrado que ilícitos tributários eram antecedentes de lavagem de dinheiro e de outros crimes.
O que deve ser ressaltado é que não há qualquer justificativa, moral ou legal, portanto, para qualquer nível de indignação do referido Ministro do STF ou de qualquer outra autoridade pública quanto à existência da investigação de sua vida fiscal.
O sigilo das investigações, por outro lado, é dever legal do auditor fiscal da Receita Federal e eventual quebra de sigilo deve ser rigorosamente apurada e punida, assegurando-se a ampla defesa e o contraditório aos acusados.
Obviamente que a sociedade brasileira espera que as apurações sobre eventual quebra de sigilo não sirvam para causar qualquer prejuízo à continuidade das investigações na vida fiscal do Ministro Gilmar Mendes e pessoas a ele ligadas, ou de qualquer outra investigação sobre pessoas politicamente expostas (PPE).
Revista Consultor Jurídico, 8 de fevereiro de 2019, 20h27

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Gilmar: Ilações atingem todo o Judiciário - NÃO....SÓ MAÇÃS PODRES...

DO O ANTAGONISTA
Gilmar Mendes afirmou que as ilações feitas contra ele num relatório da Receita que aponta suspeitas de tráfico de influência, ocultação de patrimônio, corrupção e lavagem ligados aos ganhos de sua esposa atingem também “todo o Judiciário”.
No pedido feito a Dias Toffoli para apurar possíveis ilegalidades na investigação, destacou trecho do documento no qual se afirma “genericamente” que “o tráfico de influência normalmente se dá pelo julgamento de ações advocatícias de escritórios ligados ao contribuinte ou seus parentes, onde o próprio magistrado ou um de seus pares facilita o julgamento”.
O ministro criticou a divulgação indevida do documento, ao qual não teve acesso, afirmou que não foi intimado sobre a investigação e que nenhum fato concreto contra ele e familiares é apresentado nos trechos vazados.

Moro: "não sou justiceiro".

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Ministro da Justiça diz, em entrevista à revista Veja que estará nas bancas neste final de semana, que o pacote anticrime não dá a policiais ‘licença para matar’ e que seu desafio é evitar que a Lava-Jato tenha o mesmo fim da Operação Mãos Limpas:
Depois que assumiu o cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública, o ex-juiz Sergio Moro passou os dias enfurnado em seu gabinete preparando o pacote de medidas contra a corrupção e o crime organizado que será apresentado ao Congresso. Foram dias de solidão e de mergulho na burocracia. Longe da esposa e dos dois filhos, que continuam morando em Curitiba, Moro conversou com assessores, manteve contatos com parlamentares e fez consultas regulares ao presidente da República, tudo com o objetivo de pavimentar o caminho para que seu plano de combate ao crime, redigido de próprio punho, saia do papel. Em entrevista a VEJA na terça-feira 5, o ministro detalhou os principais pontos do pacote anunciado no dia anterior e deixou claro que a sua mudança para Brasília — onde já foi tietado por um entregador de pizza e hostilizado pelo frequentador de um supermercado — representa uma janela de oportunidade. “Não só para impedir retrocessos, mas para contribuir de uma maneira mais incisiva para avanços”, diz ele. A seguir, sua entrevista.

O pacote anticrime é um sinal de que a Lava-Jato é uma inspiração para o atual governo? Acho que é uma sinalização forte do governo não só anticorrupção, mas também anticrime organizado e anticrime violento. Estamos deixando bastante claro que não se pode lidar com esses problemas separadamente. A corrupção tem impacto na eficiência da máquina pública, privando-a dos recursos necessários para enfrentar a criminalidade organizada e os crimes violentos. Tudo isso está concatenado.

Uma das propostas diz que policiais poderão não ser punidos se atirarem em legítima defesa por “medo, surpresa ou violenta emoção”. É o ponto mais polêmico? O pessoal está criticando um pouco, mas acho que há certa incompreensão. Pegamos o conceito legal e esclarecemos situações que caracterizam legítima defesa. Por exemplo, um agente policial agir para poupar a vida de um refém. Havia uma reclamação de algumas corporações de que um policial, quando enfrenta um quadro de tensão, em que não tem o total controle da situação, pode eventualmente reagir de modo mais incisivo e acabar respondendo pelo excesso. O presidente da República vocalizou essas reclamações que vinham do âmbito da segurança pública e as considerou legítimas. E elas são legítimas. Os criminosos têm de ser presos, e não mortos, mas há situações passíveis de confronto que têm de ser reguladas pelo direito.

Alegar “surpresa” para atirar em alguém não é muito vago? São conceitos jurídicos determinados que serão avaliados em casos concretos. O que não se justifica é eventualmente punir um agente policial ou um cidadão que pode ter se excedido em uma situação de legítima defesa, em uma circunstância extrema. As pessoas não são robôs. Não reagem automaticamente aos fatos com toda aquela frieza objetiva. No pacote, não há nenhuma licença para matar. Não basta uma mera afirmação de que foi em legítima defesa. Será analisado e verificado em que circunstâncias o fato ocorreu.
A obrigatoriedade de prisão após condenação em segunda instância é o ponto mais relevante do pacote? O Supremo Tribunal Federal já decidiu por quatro vezes nesse sentido, mas sempre fica a ameaça de uma revisão da jurisprudência. Apresentando um projeto de lei, o governo sinaliza à população que quer ser um agente de liderança na mudança do quadro de impunidade da criminalidade em geral, mas em especial da criminalidade do colarinho-branco. Algo que desacreditou e muito os governos passados, e não é que não tenham feito coisas boas, foi a omissão em liderar um processo de mudança contra a impunidade da grande corrupção. Esse projeto dá credibilidade ao governo. O cidadão não quer que o governo seja um agente passivo nesse quadro de descalabro. Ele quer que o governo tome iniciativa, tome a liderança.

O senhor, quando era juiz, determinou que o ex-presidente Lula cumprisse pena na Polícia Federal. A PF, que agora está subordinada ao senhor, posicionou-se contra. Quem está com a razão? O ministro da Justiça não é um supertira, um superjuiz. Ele tem uma responsabilidade mais administrativa, mais estrutural, e não se envolve diretamente nesses casos concretos. A função do ministro é dar estrutura aos órgãos a ele vinculados para que realizem seu trabalho. O caso do ex-presidente faz parte do meu passado. No fundo, quem tem a competência para decidir o local onde o ex-presidente vai cumprir pena é o juiz de execução.

Há risco de o combate à corrupção feito na Lava-Jato em Curitiba se perder em Brasília? Sempre me perturbou a possibilidade de retrocessos no avanço que se teve contra a impunidade da grande corrupção, por causa de uma alteração legislativa ou de uma ação contrária do Executivo, como aconteceu com a Operação Mãos Limpas, na Itália. Lá, houve um decreto que praticamente mudou a legislação e proibiu prisão preventiva para crimes de corrupção. Vi uma janela para eventualmente estar numa posição elevada aqui em Brasília, na qual eu poderia não só impedir retrocessos, mas contribuir de maneira mais incisiva para avanços.

O senhor considera essa a sua missão? Talvez seja mais um desafio que uma missão. Há um dado preocupante: desde a Operação Lava-Jato, apesar de todos os esforços contra os corruptos, a percepção do nível de corrupção, medida pela Transparência Internacional, cresceu. Isso indica que, embora os processos judiciais sejam importantes e façam parte da cura do problema, não são suficientes. O trabalho que começou em Curitiba precisa ser complementado em Brasília. Quem é liderança tem de dar o exemplo.

Por que o senhor considerou satisfatórias as explicações dadas pelo ministro Onyx Lorenzoni, que admitiu ter recebido caixa dois da JBS? O caixa dois é errado. As pessoas que eventualmente cometeram esse ato têm de ser sancionadas segundo a lei que vigora. Se esse é o caso do ministro Onyx ou não, quem vai determinar é o processo. Não dá para eu voltar sempre a essa questão.

Incomoda o senhor ser indagado sobre o caixa dois do ministro Lorenzoni ou sobre as suspeitas do Coaf contra o senador Flavio Bolsonaro? O ministro da Justiça não é advogado dos integrantes do governo ou de pessoas que nem sequer entraram no governo. Meu papel é dar estrutura, liberdade e autonomia aos órgãos que atuam dentro do Ministério da Justiça, e entre eles estão o Coaf e a Polícia Federal. Meu papel é diferente, não é ficar advogando, como faziam outros ministros da Justiça do passado. Acho uma conduta inapropriada.

Há o risco de interferência política nas investigações em curso? O presidente Bolsonaro, quando me convidou, me disse claramente que era contrário à corrupção e pretendia dar aos órgãos de apuração plena autonomia. Isso está sendo seguido à risca. Algo muito meritório no atual governo, e que tem um potencial anticorrupção muito significativo, é o fato de ele não ter loteado politicamente os cargos públicos, não ter cedido à barganha política. Pode eventualmente haver casos de corrupção no governo? Pode. As pessoas são um misto de virtudes e vícios, e não se controla o comportamento de todo mundo, mas com essa conduta o governo já diz “não” a esquemas de corrupção sistemáticos que ocorriam no passado. É um grande diferencial.
O senhor é um vigilante do governo? Não. E nem o justiceiro. Justiceiro é uma palavra que tem um caráter às vezes pejorativo. Tenho as minhas responsabilidades delimitadas. Como juiz da Lava-Jato, eu me expus a situações de risco, porque envolviam processos com pessoas muito poderosas. Não seria agora que iria tolher qualquer liberdade de investigação da Polícia Federal. Pelo contrário, a minha orientação para a Polícia Federal é que ela aja com autonomia. O que eu apenas recomendo é que o foco seja posto na criminalidade mais grave, que são crimes contra a administração pública, crimes de corrupção e criminalidade organizada.

O pacote anticrime não corre o risco de superlotar ainda mais os presídios?Temos ciência de que há um problema de superlotação carcerária, mas em relação à criminalidade mais grave — corrupção, crime organizado e crime violento — é preciso endurecer, sim. No Brasil, alguns condenados por homicídio cruel e qualificado ficam menos de dez anos presos. Em países europeus, muitas vezes as pessoas responsáveis por crimes dessa espécie são condenadas à prisão perpétua. Flexibilizamos tanto o nosso sistema, com base num discurso equivocado de proteger direitos fundamentais, que esquecemos que esses atos criminosos violam os direitos fundamentais, e que uma política dura contra esse tipo de crime é uma proteção aos direitos fundamentais de outros. Vivemos numa democracia liberal, mas não pode haver liberdade para as pessoas cometerem crimes e não serem punidas. Isso não é liberdade. Isso é anarquia. Toda a política do ministério é fundada na ideia de fortalecer o império da lei.

O senhor é a favor da descriminalização das drogas? Essa não é uma política que se encontra dentro dos planos deste governo. Minha avaliação é que uma descriminalização total é inviável, até porque também demandaria um movimento mundial. Não adianta descriminalizar, por exemplo, o tráfico de cocaína aqui no Brasil enquanto a cocaína é proibida no exterior. O que ia acontecer é que o país se transformaria num paraíso para traficantes de cocaína. A descriminalização das drogas talvez gere uma diminuição de gangues, mas gera também problemas sérios de saúde pública. Em todo caso, essa iniciativa não seria consistente com a plataforma de campanha do atual presidente.

O senhor cogita privatizar presídios? Todas as opções estão na mesa. Não se pode tratar isso como uma bandeira ideológica. É preciso estudar os custos de um e de outro modelo e descobrir em que circunstâncias cada um deles é mais apropriado. Nas penitenciárias federais de segurança máxima, onde estão as lideranças criminosas mais perigosas do país, me parece que o controle do Estado deve ser absoluto. Pode-se pensar em alternativas para presos menos perigosos, desde que o custo seja inferior ao da vaga no sistema público. Não adianta privatizar por privatizar. DO O.TAMBOSI

URGENTE OPERAÇÃO LAVA TOGA Senador Delegado Alessandro Vieira requer CPI

Receita apura “focos de corrupção” de Gilmar

A Receita Federal está trabalhando para identificar “focos de corrupção, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio ou tráfico de influência” de Gilmar Mendes e de sua mulher, Guimar”, diz a Veja.
A suspeita consta de um relatório de maio de 2018, que “aponta uma variação patrimonial de 696.396 reais do ministro e conclui que Guiomar ‘possui indícios de lavagem de dinheiro’”.

A caixa-preta das indenizações políticas

A ISTOÉ obteve a lista de todos os anistiados políticos que ganharam indenizações desde a criação da Comissão da Anistia em 2001.
São 39 mil beneficiados – isso mesmo – com quase R$ 10 bilhões, como já havia publicado a Crusoé. A farra ganhou ares de esquema criminoso na era PT, com benefícios direcionados aos amigos da Corte.
Até Lula ganhou e ninguém sabe dizer exatamente quanto. Há o registro de um valor superior a R$ 59 mil, mas nem a Dataprev consegue descobrir se o valor é mensal ou foi pago em apenas uma prestação.
Mais uma caixa-preta petista que precisa ser aberta urgentemente.

Governadores apoiam pacote de Moro e fazem sugestões para aprovação no Congresso

Ministro da Justiça e Segurança Pública apresentou pacote 'anticrime' a alguns governadores em Brasília

Breno Pires e Fabio Serapião, O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA - Apesar de elogiar o pacote de propostas do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), disse nesta segunda-feira, 4, que algumas propostas podem ter dificuldade na tramitação no Congresso. Caiado citou como exemplo a criminalização do caixa 2. 
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"Não é que seja uma proposta polêmica, mas sempre trouxe um amplo debate (quando foi colocado). É lógico que essa matéria precisará de discussão e terá de ser debatida", disse Caiado, que tem bastante experiência como ex-parlamentar. 
O ex-senador federal parabenizou a iniciativa de Moro de chamar os governadores para discutir o projeto. Ele foi um dos 12 governadores presentes, além de vices e de secretários estaduais. "Primeira vez que vejo um ministro fazer isso."
Um dos governadores disse reservadamente que, para o projeto prosperar, é fundamental que o governo federal peça urgência na tramitação no Congresso. 
Segundo o Estado apurou, Moro deixou de fora alguns pontos que considera positivos, mas que poderiam ser rejeitados no Supremo Tribunal Federal. Entre esses, está a obrigatoriedade de videoconferência para audiência de custódia e do parlatório para visitas, além do fim de visitas íntimas. Ele disse a interlocutores que é preciso cautela para que realmente não se ultrapasse a norma constitucional. 
Um dos governadores que queriam texto mais duro era o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB). Ele destacou o endurecimento nas regras de progressão de regime e a possibilidade de regime fechado inicial para crimes de corrupção. "Apoio integral", declarou, sobre o projeto. 
Embora alguns dos mandatários estaduais quisessem um endurecimento ainda maior contra o crime, o ministro Sérgio Moro explicou a eles que não era possível avançar alguns sinais sob risco de ter não ver a medida derrubada posteriormente no Supremo.
Para o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), não deve haver dificuldade na tramitação. "Acredito que não. As devidas comissões vao conseguir aprovar de forma rápida. O projeto está claro e deixa qual é o objetivo nos seus pontos", disse. O emedebista, no entanto, sentiu falta de medidas que tratem a respeito de ressocialização de presos e de liberação de recursos para construção de presídios.
Para o governador do Ceará, Camilo Santana, as mudanças são importantes para o combate ao crime organizado. O Estado que ele governa é palco de uma série de ataques por facções criminosas desde o início de janeiro. Embora tenham diminuído, ainda não cessaram. "É impossível garantir progressão de pena para quem tira a vida das pessoas", disse Santana.
Uma das medidas incluídas por Moro foi por sugestão dos governadores em um encontro em dezembro em Brasília. A que muda a lei para priorizar as videoconferências para depoimentos de presos, em vez de dos depoimentos presenciais, como forma de evitar o emprego de recursos e de pessoal nas escoltas.
Cobrança. Apesar do apoio, governadores insistiram no encontro com o ministro Sérgio Moro para que ele inclua no projeto mudanças para destravar investimentos em presídios com recursos do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen). 
O governo federal nos últimos anos já autorizou o repasse fundo a fundo, retirando a necessidade de convênios. Ainda assim, a avaliação é que é difícil elaborar projetos e aprovar em tempo razoável licitações para ampliação no número de vagas, seja por meio de construção ou reforma de presídios.
"Os fundos hoje são quase proibitivos para que governadores tenham acesso. O processo tem que ser rápido, como os que dizem respeito à utilização de recursos nas áreas de saúde", disse Ibaneis Rocha.

‘Sustentar fogo, que a vitória é nossa!’, dizem promotores linha-dura a Moro

Ministério Público Pró-Sociedade divulga manifesto em apoio ao pacote anticrime do ministro da Justiça e cita palavras do Almirante Barroso no triunfo da Tríplice Aliança na Batalha Naval do Riachuelo

Redação-ESTADÃO
07 Fevereiro 2019 | 13h44

Alvo de críticas pesadas de advogados e juristas, o pacote anticrime do ministro Sérgio Moro ganhou apoio do Ministério Público Pró-Sociedade, que reúne promotores ‘linha dura’ em todo o País. Em nota pública, a entidade se rebela contra o que chama de ‘ataques destrutivos e falaciosos’ às propostas do ex-juiz da Lava Jato, entregues nesta quarta, 6, no Congresso.
“Em todo e qualquer conjunto de propostas de área tão sensível, sempre poderá haver necessidade de pequenas mudanças e ajustes a serem debatidos”, diz o manifesto do MP Pró-Sociedade.
Os fundadores do MP Pró-Sociedade se identificam como ‘instituição que coloca a sociedade em primeiro lugar’.
Na avaliação dos promotores o pacote é voltado a ‘uma política de maior efetivismo no combate ao crime, à impunidade, à corrupção, à bandidolatria, ao democídio de que a sociedade é vítima no ads
Eles apontam para o ‘inimigo’. “De quem partem esses ataques? Dos mesmos setores cuja doutrina, ideologia e delírios trouxeram o caos para a segurança pública nos últimos 30 anos. Dos mesmos que transformaram bandidos em protagonistas oprimidos de versões psicodélicas da realidade e reduziram as vítimas inocentes à condição de meros figurantes indesejáveis.”
“São eles que hoje querem cobrar em 30 dias as soluções para a destruição de dezenas de anos”, segue a nota. “Esquecem que estamos apenas em uma manhã, após décadas de escuridão…”
Afirmam que as críticas ao projeto de Moro partem ‘dos mesmos que transformaram bandidos em protagonistas oprimidos de versões psicodélicas da realidade e reduziram as vítimas inocentes à condição de meros figurantes indesejáveis’.
Eles classificam o ministro como ‘homem cujo passado mostrou coragem, conhecimento jurídicolegal e Justiça dignos de serem seguidos por todos os operadores de direito’.
Argumentam que o ex-juiz da Lava Jato dá ‘passos consistentes no sentido de corrigir as erráticas, malfadadas e lamentáveis políticas criminais de laxismo penal, desencarceramento indevido e complacência que há muito desvirtuaram nosso sistema de justiça, no sentido mais literal da palavra, quase conseguindo tirar dele toda e qualquer virtude’.

LEIA A ÍNTEGRA DA NOTA PÚBLICA DO MINISTÉRIO PÚBLICO PRÓ-SOCIEDADE EM DEFESA DO PACOTE ANTICRIME DE MORO

“Há poucos dias, ao final do primeiro mês do atual governo federal, foram divulgadas pelo Exmo. Sr. Prof. Dr. Sérgio Moro, Ministro da Justiça, propostas de aperfeiçoamento da legislação penal e processual, voltadas a iniciar uma política de maior efetivismo no combate ao crime: à impunidade, à corrupção, à bandidolatria, ao democídio de que a Sociedade é vítima no Brasil há várias décadas.
Em todo e qualquer conjunto de propostas de área tão sensível, sempre poderá haver necessidade de pequenas mudanças e ajustes a serem debatidos. No entanto, temos presenciado alguns ataques destrutivos e falaciosos a elas.
E de quem partem esses ataques? Dos mesmos setores cuja doutrina, ideologia e delírios trouxeram o caos para a segurança pública nos últimos 30 anos.
Dos mesmos que transformaram bandidos em protagonistas oprimidos de versões psicodélicas da realidade e reduziram as vítimas inocentes à condição de meros figurantes indesejáveis.
Os mesmos que acham que a sociedade só está correta quando segue as opiniões deles e que, quando diverge, é apenas a dona de um questionável senso comum que deve ser substituído pelas idéias de supostos iluminados, sempre contramajoritários, que devem dar as cartas, de preferência por meio de ativismo judicial, usurpação do poder legislativo (pois crêem que este teria sido eleito por pessoas ‘de poucas luzes’) e medidas inócuas ou temerárias que tiram as liberdades das pessoas de bem para evitar que se puna com firmeza quem comete crimes.
São eles que hoje querem cobrar em 30 dias as soluções para a destruição de dezenas de anos. Esquecem que estamos apenas em uma manhã, após décadas de escuridão…
Assim sendo, o Ministério Público Pró-Sociedade: preocupado com um Direito que promova a segurança pública e proteja as vítimas inocentes rompendo a cultura da impunidade que impera no país e se intensificou há três décadas; desejoso de conter a hemorragia que coloca nas ruas cada vez mais bandidos em uma política democida e pretendendo que a concepção do novo direito penal e processual penal esteja distante da bandidolatria que vigorou em nossa pátria, vem apoiar a iniciativa do ‘Pacote Anticrime’ do ministro Sérgio Moro; homem cujo passado mostrou coragem, conhecimento jurídicolegal e Justiça dignos de serem seguidos por todos os operadores de direito e cujo presente mostra passos consistentes no sentido de corrigir as erráticas, malfadadas e lamentáveis políticas criminais de laxismo penal, desencarceramento indevido e complacência que há muito desvirtuaram nosso sistema de justiça, no sentido mais literal da palavra: quase conseguindo tirar dele toda e qualquer virtude.
Exmo. sr.ministro Sérgio Moro, que seu futuro possa ser, junto com o da sociedade, um futuro de esperança na justiça e de combate à impunidade e que as medidas ora propostas possam ser aperfeiçoadas, ajustadas, melhoradas e até mesmo corrigidas, por meio, isso sim, de críticas justas e voltadas para acabar com a mencionada cultura de impunidade que assola o país, com respeito aos direitos humanos, sempre lembrando que eles são universais, e abrangem também, e com maior prioridade, aqueles cujas vidas não são dedicadas ao crime, para que possamos resgatar o sentido da expressão que, se hoje virou sinônimo de direitos de bandidos, não foi porque o povo tolamente a distorceu, mas porque o povo foi sábio em lhe dar um sentido figurado que corresponde à aplicação prática que vem presenciando e que foi dada por juristas, operadores do direito e políticos, equivocados pelos mais diversos motivos.
Parabéns pela iniciativa e sigamos em frente passando com a caravana: permita-nos exortar com as palavras do Almirante Barroso na vitória da Tríplice Aliança na Batalha Naval do Riachuelo: “Sustentar fogo, que a vitória é nossa!” Ministério Público Pró-Sociedade”.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

"NENHUM ASSASSINO IRÁ NOS PARAR", ADVERTE O PRESIDENTE JAIR BOLSONARO EM MENSAGEM AO POVO BRASILEIRO.

quinta-feira, fevereiro 07, 2019

Há 10 dias internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde foi submetido a uma cirurgia de mais de 7 horas, para reconstruir o trânsito intestinal, dilacerado pelo atentado a faca que sofreu no dia 6 de setembro do ano passado, o Presidente Jair Bolsonaro começou ontem os procedimentos fisioterápicos.

Ao todo, Bolsonaro sofreu três intervenções cirúrgicas de alta complexidade e ainda assim permanece despachando no leito hospitalar e ontem caminhou pela primeira vez neste período pós-cirúrgico sinalizando que responde muito bem ao tratamento. 

Nesta quinta-feira, em postagem nas redes sociais o Presidente Jair Bolsonaro manifestou otimismo advertindo que "nenhum assassino irá nos parar". 

Assim se manifesta o Presidente Bolsonaro em mensagem ao povo brasileiro:

"Começamos mais uma quinta-feira combatendo o bom combate. Temos uma missão e vamos cumpri-la. Precisamos estar unidos para transformar o Brasil em um local mais seguro para os cidadãos de bem! Não perderemos esta oportunidade única! Contem conosco! Nenhum assassino irá nos parar!" DO A.AMORIM

BANCADA BOLSONARISTA EMPAREDA COMUNISTAS

quinta-feira, fevereiro 07, 2019


Os comunistas que estavam acostumados a deitar e rolar na Câmara dos Deputados e que ainda denominam o condenado de "Presidente", já puderam experimentar que a bancada bolsonarista não será contemplativa e não usará a tribuna para rapapés e salamaleques. 

O vídeo acima que viaja frenético pelas redes sociais sinaliza que os parlamentares da bancada governista não estão dispostos a manter aquele ar blasé da suposta oposição de antanho. Rigorosamente desde que os comunistas ascenderam ao poder nunca houve oposição no Parlamento brasileiro. Os parlamentares que lá estiveram e alguns ainda permanecem sempre anuíram aos desígnios de Lula e seus sequazes.

Todavia a bancada bolsonarista dá os primeiros sinais que vai pro pau, como se diz na gíria. E o vídeo acima é um exemplo disso. A deputada jornalista Joice Hasselmann já começou detonando e enquadrando a petralhada abusada. 

É um bom começo. No Senado o clima não será diferente. Que o diga Renan Calheiros que tinha por objetivo ser o eterno Presidente do Senado. DO A.AMORIM

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

ESPECIAL: AS REDES SOCIAIS DETONAM A GRANDE MÍDIA E RIDICULARIZAM O JORNALISMO IDIOTA, PRETENSIOSO E MENTIROSO.

quarta-feira, fevereiro 06, 2019

Felizmente a grande mídia tradicional está indo para o vinagre e não deixa saudade. Redes sociais atiraram a pá de cal.
Não há nenhuma dúvida que as redes sociais, blogs e sites independentes passaram a ter um enorme poder no que se refere à formação da opinião pública e já disputam pau a pau com a dita "grande mídia" essa tarefa. Grande parte da performance das redes sociais deve-se ao fato de que toda a dita mainstream media transformou-se em porta-foz do establishment.

Isto vale para a nossa dita grande imprensa e também em âmbito internacional. Não que em  tempos passados a grande mídia não mantivesse essa dependência. Sempre teve. Mas neste século entregou-se de corpo e alma a verberar exclusivamente o que interessa ao establishment.

E o esfarelamento da grande mídia antevisto lá atrás por futuristas chegou mais cedo do que se imaginava. Tanto é que a dita 'mídia impressa', jornais diários e revistas semanais ja morreram. Aqueles que restam de pé agonizam e são consumidos apenas por uma pequena parcela da população global, ou seja, as velhas gerações que não conseguiram entender como funciona um computador ou mesmo um simples smartphone, quanto mais a internet e as redes sociais. 

Enfim, tudo que deriva da tecnologia é visto por essa parcela da população como difícil de entender e operar. Eu mesmo, que escrevo estas linhas, sou uma exceção, afinal sou um velho jornalista de 71 anos de idade e atuo na internet há mais de uma década, não vejo televisão e não e não gasto um tostão assinando veículos da mainstream media.

A mídia impressa simplesmente está sumindo. A parte sobrevivente já não forma mais o grosso da opinião pública. A televisão, que poderia ter uma sobrevida, tende também a desaparecer, caso não se reinvente. E agora mesmo quando lhe sobra ainda alguma influência, ao submeter-se de corpo e alma como último porta voz do establishment, terá a mesma sorte do resto da grande mídia tradicional. A menos que se desvencilhasse desses grupos poderosos que compõem o establishment e praticasse um jornalismo autêntico. 
O início da guerra cultural bundalelê nos anos 60 do século passado quando a grande mídia reinava absoluta
O COMEÇO DO FIM
Mesmo aqueles grupos de mídia convencional que migraram para a internet tendem a desaparecer porque teimam em fazer o velho jornalismo de papel. E isto se deve, primordialmente, ao fato de que essas empresas e seus profissionais, os jornalistas, pensam ser possível transpor para a internet o que antes era impresso em papel ou passado na televisão e no rádio.

Além do mais a velha mídia que usa os recursos da tecnologia todavia não se desvencilhou de seus compromissos com o passado, ou seja, segue repetindo as pautas, os textos, enfim, tudo aquilo que na atualidade acaba sendo detonado pela a ação corrosiva das redes sociais. Esquecem que leitores e telespectadores não são os mesmos do passado. Sobretudo no que tange à política. E é a política e não apenas catástrofes, esportes, amenidades, gastronomia e listas de famosos que motivam os consumidores de informação deste século marcado por uma dinâmica extraordinária.

Além de tudo isso, a mainstream media transformou-se, toda ela, num mega arauto de disseminação da guerrilha cultural que começou lá atrás, nos anos 60 do século passado, por exemplo, com a frase "faça amor, não faça guerra", de autoria de um dos velhacos intelectuais da Escola de Frankfurt, o filósofo marxista Herbert Marcuse que junto com seus coleguinhas mudou-se da Alemanha para os Estados Unidos.

Portanto, a morte da velha grande mídia se dará por todos esses motivos que assinalei. Mas o principal fato que a coloca na lona é de ter se transformado unicamente numa correia de transmissão dos interesses do movimento comunista hoje edulcorado pela política de gênero conceituada como "diversidade". O jargão "faça amor, não faça guerra", evoluiu para uma espécie de "catecismo da diversidade sexual" que inclui toda a sorte de iniquidades e imoralidades variadas, como a destruição da família, a defesa do aborto, o antissemitismo e o anti-cristianismo. O objetivo final tem em mira a destruição da Cultura Ocidental que sempre foi e será a pedra no sapato do movimento comunista.

E é a internet, junto com as redes sociais e os blogs e sites conservadores, que está dando o golpe final na mainstream media que acabou se tornando ridícula e desprezível. A informação que interessa não está mais nesses velhos veículos de mídia controlados pelos jornalistas partisans
O filósofo, jornalista e escritor Olavo de Carvalho que ajudou a fazer o Brasil sair do tal berço esplêndido continua sendo odiado pela grande mídia nacional.
DESCOBRIRAM OLAVO DE CARVALHO
E, para concluir, apresento a prova de todas as minhas assertivas num fato que acabou de acontecer aqui no Brasil. O atual vice-Presidente da República, o general de pijama Hamilton Mourão, começou a falar pelos cotovelos e agradou os rapazes e raparigas da grande mídia. Viu que tudo o que dizia estava virando notícia. A grande mídia e seus jornalistas partisans passaram a cortejá-lo e o General acabou falando demais e justamente o que não devia falar. Foi o bastante para acender a ira dos eleitores do Presidente Jair Bolsonaro que acionaram as redes sociais derrubando todas as pautas midiáticas e calando o General vice-Presidente, isto é, colocando-o no devido lugar que lhe impõe o cargo.

Outro detalhe que mostra o desgaste brutal da grande mídia é que de uma hora para outra os jornalistas começaram a entrevistar e a citar o filósofo Olavo de Carvalho. Até então simplesmente o ignoravam, embora Olavo seja autor de diversos livros best-sellers, mantém há anos o Curso de Filosofia Online (COF), contabiliza mais de 500 mil seguidores no Facebook e vem usando as redes sociais desde o tempo do velho Orkut. Todavia era ignorado solenemente pelos jornalistas midiáticos até que suas ideias acabaram influindo de forma muito clara na última campanha eleitoral que levou Jair Bolsonaro à Presidência da República do Brasil. Aliás, nas manifestações populares de 2013 já se começou a ver nas ruas cartazes com o dístico: "Olavo tem razão!".

Nos últimos dias Olavo de Carvalho finalmente começou a ser citado pelos jornalistas da grande mídia, principalmente depois que pelas redes sociais censurou o ativismo do General Mourão.

Claro que os jornalistas da ex-toda-poderosa mídia quando falam de Olavo de Carvalho é para desqualificá-lo, como fazem todos os dias com o Presidente Jair Bolsonaro. 

Há também um fato público e notório: a grande mídia até hoje jamais pautou matérias investigativas tendo em mira tentar apurar quem, afinal, mandou matar Jair Bolsonaro. 

Por tudo isso, a mainstream media já está felizmente se despedindo. Nasce um novo tipo de jornalismo que não tem nada a ver com esse lixo em que se transformaram os velhos veículos de comunicação. 

Não é à toa que os experts em tecnologia tentam encontrar uma forma de calar as redes sociais, isto é, imobilizar e cretinizar o povo. Os comunistas chineses festejados pelo que resta do velho jornalismo estão tentando fazer isso por meio da própria tecnologia. Ouso afirmar que não conseguirão. Como diz o velho adágio quem viver verá! DO A.AMORIM